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Manifestantes jogam esterco em ruas na Itália e protestos se espalham

Agricultores despejaram esterco nas ruas de Turim nesta sexta-feira (30), em meio a manifestações que ocorreram em mais de 50 cidades da Itália.

Inspirados por uma onda de protestos semelhantes em outras partes da Europa, dezenas de milhares de italianos foram às ruas para se manifestar contra o aumento no custo de vida e a precariedade dos serviços públicos, como saúde e educação.

A mobilização nacional desta sexta-feira foi liderada pelo sindicato anticapitalista USB (Unione Sindacale di Base) e contou com a participação de trabalhadores dos setores público e privado.

Trabalhadores do setor de transportes também planejavam aderir aos piquetes, mas desistiram da ideia depois que o ministro dos Transportes, Matteo Salvini, ameaçou o setor com sanções.

O sindicato USB incentivou os taxistas a manterem as greves, apesar de terem recebido um aviso semelhante.

As maiores manifestações ocorreram em Milão, Turim e na capital, Roma, onde pessoas de todas as idades se uniram para expressar sua indignação contra a primeira-ministra Giorgia Meloni e seu governo.

Em Milão, manifestantes seguravam cartazes com palavras de ordem antigovernamentais; um deles dizia: “Vamos derrubar o governo Meloni — a rebelião é justa”. Em Nápoles, alguns manifestantes queimaram fotos da premiê.

O Ministério do Interior da Itália informou que prisões “preventivas” foram realizadas antes das marchas, com o objetivo de conter a violência. À exceção de alguns confrontos isolados, as manifestações transcorreram de forma majoritariamente pacífica ao longo da tarde.

Em Roma, quando alguns jovens tentaram incendiar uma caçamba de lixo, outros apagaram o fogo rapidamente, buscando evitar o tipo de violência que marcou protestos semelhantes na França.

Um forte sentimento antiguerra estava evidente, com muitos manifestantes agitando bandeiras palestinas durante a marcha. Outros seguravam faixas que se opunham aos gastos militares do governo.

Embora a paralisação desta sexta tenha ocorrido em nível nacional, as reivindicações variaram de um local para outro.

Na cidade de Gênova, no norte do país, trabalhadores portuários mobilizaram-se contra a “militarização” do porto, na tentativa de bloquear a exportação de armamentos fabricados na Itália para zonas de conflito, incluindo Israel.

Já na vizinha Bolonha, estudantes pediram ao governo que revisasse a política educacional.

Protestos se espalharam pela Europa nas últimas semanas, com centenas de milhares de pessoas exigindo ações governamentais para amenizar o aumento do custo de vida.

Na França, as manifestações começaram no final de setembro, com professores e estudantes protestando contra a falta de investimento na educação e as condições de trabalho precárias.

Desde então, os protestos ganharam força, passando a refletir preocupações mais amplas com o custo de vida.

Uma crise habitacional cada vez mais grave desencadeou manifestações na Espanha e em Portugal, com ativistas montando acampamentos nas praças centrais das capitais.

A Albânia tem registrado uma série de protestos antigovernamentais, com milhares de pessoas indo às ruas para denunciar uma suposta corrupção no governo e exigir a renúncia do primeiro-ministro Edi Rama.

E, na Sérvia, protestos de jovens conseguiram derrubar o líder do país, Aleksandar Vučić, no último fim de semana.

Análise: “Revolta por insatisfação social” caracteriza protestos na França

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Oposición italiana acuerda definir programa común y lanzar primarias

Roma, 30 oct (Prensa Latina) Los líderes de la centroizquierda italiana acordaron hoy avanzar en la construcción de una coalición opositora al Gobierno, con un programa común, antes de finalizar noviembre y la celebración de elecciones primarias en febrero de 2027.

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Greve em Itália com confrontos e acampamento no Coliseu

A USB convocou uma greve geral com protestos nas principais cidades italianas. Em Roma, manifestantes ocupam a Via dei Fori Imperiali até domingo. Em Turim, houve confrontos com a polícia.

© CESARE ABBATE/EPA

"Os trabalhadores, a classe trabalhadora, os sem-abrigo e os produtores agrícolas mobilizaram-se contra a crise económica que este Governo nos impõe", afirmou membro do comité executivo nacional da USB Stefano De Angelis
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Inflazione, Paolo Mascarino (Pres. Federalimentare): “L’industria alimentare calmiera i prezzi. Gli alimentari lavorati fuori dal processo inflazionistico”

“Pur se i recenti dati Istat fotografano un’inflazione al +5,4%, evidenziando un periodo di complessità macroeconomica complessiva, si deve sottolineare che in questo processo l’industria alimentare italiana sta invece esercitando un’azione di riduzione costante dei prezzi, che a ottobre si è stabilizzata al -0,2%, dopo il -0,6% di settembre”. È quanto dichiara Paolo Mascarino, Presidente di Federalimentare.

“Nel dettaglio – aggiunge il Presidente di Federalimentare – i prezzi degli alimentari lavorati mostrano variazioni tendenziali con il segno meno già dallo scorso giugno. Si tratta di una dinamica virtuosa guidata dall’industria alimentare, i cui prezzi alla produzione sono in flessione costante, oscillando dal -0,3% tendenziale di gennaio, al -1,7% di agosto, fino al -1,4% registrato a settembre dall’Istat”.

“Tutto ciò dimostra il grande contributo che l’industria alimentare, composta prevalentemente da piccole e medie imprese, sta svolgendo nei confronti dei cittadini e del sistema Paese rallentando la spirale inflazionistica. Non scaricare a valle i maggiori oneri dovuti all’aumento dei costi dell’energia, ma produrre l’effetto opposto – prosegue Mascarino – significa che da parte di tutto il settore e di tutta la filiera c’è uno sforzo ininterrotto per ridurre l’aumento generale e continuo dei prezzi di beni e servizi che ricadrebbero sui cittadini e sui consumi”.

“Per Federalimentare – sottolinea Mascarino – questo è il risultato di uno sforzo straordinario da parte dei nostri imprenditori alimentari, sforzo che non sappiamo ancora quanto saremo in grado di reggere se non verranno adottate misure di buon senso a livello UE per alleggerire i costi energetici. In tal senso è giusto il richiamo costante da parte del Presidente di Confindustria a ridurre gli oneri che gravano sull’industria rivedendo o andando a sospendere la tassa carbonica ETS. Ma anche disaccoppiare il costo dell’energia da quello del gas, per rendere disponibili a industria e consumatori i minori costi delle energie rinnovabili. Queste sarebbero le soluzioni più efficaci per consentire all’industria di continuare a produrre con una sostenibilità maggiore sia in termini di costi che di prezzi”, conclude Mascarino.

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Manifestaciones sin incidentes en toda Italia en una huelga general contra el coste de la vida y el rearme

Italia ha vivido este viernes una intensa jornada de protestas en una huelga general convocada por el sindicato USB, apoyada por empleados públicos, el personal de los puertos y colectivos estudiantiles, contra el coste de la vida, las políticas de rearme y el Gobierno de Giorgia Meloni. El lema de la movilización ha sido “Bajad las armas, subid el salario”.

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© Valentina Stefanelli (Valentina Stefanelli/LaPresse vi)

Manifestación en Roma contra el coste de la vida y las políticas de rearme, a su paso por el Coliseo, este viernes.
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Masivas movilizaciones en 50 ciudades de Italia contra el rearme y la «economía de guerra» de Meloni

La huelga general convocada por el sindicato USB cuenta con la adhesión de otros gremios y colectivos estudiantiles. Coincide con una movilización globa de trabajadores de los puertos contra el genocidio en Gaza
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Da Toronto un asse tra Italia e Canada su economia e sicurezza

Non solo Ottawa rivendica un ruolo nella costruzione degli equilibri internazionali, ma mostra chiare affinità progettuali con Roma e con le priorità che il governo ha da tempo cerchiato in rosso nello scacchiere internazionale. La missione del sottosegretario agli esteri Maria Tripodi al Forum imprenditoriale Italia–Canada, che si è svolto a Toronto, è un’ulteriore dimostrazione di come i due Paesi siano legati da visioni comuni, sia alla voce interscambio che alla voce geopolitica.

Il Forum

Il Canada è un mercato sempre più strategico per il Made In Italy, basti pensare che lo scorso anno l’export italiano ha raggiunto 6,33 miliardi di euro e, nei primi sette mesi del 2026, ha registrato un’ulteriore crescita del 4,2%. Numeri che confermano una realtà ormai certificata: l’Italia è oggi l’8° fornitore del Canada e il 12° cliente per l’export canadese. Il Forum imprenditoriale Italia–Canada, che si è svolto a Toronto alla presenza del sottosegretario Tripodi, su delega del ministro Antonio Tajani, rappresenta dunque un appuntamento fondamentale per rafforzare gli scambi commerciali e gli investimenti tra i due Paesi e creare nuove opportunità di collaborazione per le imprese italiane. Promosso dalla Farnesina, in collaborazione con Agenzia Ice, la Direzione Nazionale Armamenti del ministero della Difesa e Canadian Chamber of Commerce, ha visto snodarsi tre panel tematici dedicati a industria avanzata; energia, minerario e infrastrutture; difesa, aerospazio e sicurezza cibernetica. La cornice del sistema-Paese italiano è stata garantita dalla presenza dell’Agenzia Ice, del Gruppo Cassa Depositi e Prestiti, di Simest, di Sace, di Unioncamere e della rete diplomatica e consolare che ha accompagnato le imprese italiane nell’accesso a un mercato ad alto potenziale, mettendo a sistema competenze, strumenti e relazioni per rafforzarne la presenza internazionale.

Sicurezza economica e sviluppo di sinergie

Due gli obiettivi strategici dell’Italia, messi nero su bianco da Tripodi, la sicurezza economica e lo sviluppo di sinergie. “Il Canada – ha spiegato l’esponente del governo – è un partner di particolare rilievo per l’Italia, con cui condividiamo l’interesse a rafforzare la sicurezza economica, diversificare gli approvvigionamenti e sviluppare nuove sinergie industriali e tecnologiche. La complementarità delle nostre economie, unita alle opportunità offerte dal Ceta, crea le condizioni per sviluppare nuove collaborazioni ad alto valore aggiunto. Nel Piano d’Azione per l’Export, il Canada è un Paese prioritario: vogliamo tradurre questa convergenza strategica in maggiori opportunità di crescita, investimenti e competitività per le nostre imprese”.

Valori e realismo: l’agenda canadese

Come recentemente ribadito da Elissa Golberg, ambasciatrice del Canada in Italia, alla Sioi in occasione della presentazione dell’ultimo numero della rivista Formiche, la strategia canadese mescola valori e realismo: ovvero da un lato produttività, infrastrutture e capacità tecnologiche per ridurre l’esposizione agli shock esterni e valorizzare risorse e capitale umano, dall’altro la collaborazione tra medie potenze, che appartiene alla tradizione diplomatica canadese ma oggi assume un’urgenza maggiore. “Abbiamo un’influenza notevole dal momento in cui agiamo insieme e non individualmente. La finalità è perseguire un’autonomia strategica, non la rivalità strategica”, aveva osservato il diplomatico.

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Reclaman garantías laborales tras cierre en siderúrgica de Italia

Roma, 30 oct (Prensa Latina) Organizaciones sindicales, partidos de oposición y empresarios advierten hoy sobre las consecuencias económicas y laborales de la decisión judicial que confirmó el cierre de las áreas calientes de la antigua siderúrgica Ilva, en la ciudad italiana de Taranto.

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Anche la maggior parte degli elettori di centrodestra è d’accordo con le proteste per il caro vita: il sondaggio di YouTrend

Due su tre sono d’accordo con le ragioni della protesta contro il caro vita. E se nel campo del centrosinistra prevedibilmente si arriva quasi al cento per cento della condivisione, anche una abbondante maggioranza di elettori del centrodestra si esprimono d’accordo con le manifestazioni di oggi. E’ un aspetto sorprendente che emerge da un sondaggio di YouTrend per SkyTg24. L’istituto ha declinato i vari aspetti della questione cortei e proteste. Per quanto riguarda il sostegno alle manifestazioni da parte degli intervistati che si dicono di centrodestra va sottolineato che nel dettaglio il 28 per cento si definisce “molto d’accordo” con la mobilitazione per il caro vita e un ulteriore 33 per cento “abbastanza d’accordo“, per un totale di oltre il 60 per cento.

Questo non significa che il campione di intervistati non sia preoccupato che i cortei non sfocino in violenze, come dimostra il fatto che il 60 per cento teme che si possano verificare fatti come quelli di due weekend fa a Milano. Interessante però come si verifichi una spaccatura generazionale su come affrontare le violenze. I più giovani chiedono in gran maggioranza risposte a livello sociale, mentre gli over 50 parlano in grande di risposte “muscolari”, di ordine pubblico, come l’inasprimento delle pene.

1 / 10

Partiti

Partiti

2 / 10

Opinione sul governo

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giudizio governo

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ragioni protesta

5 / 10

carovita schieramenti

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cosa fare contro violenze

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preoccupato

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under imputabili

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GENITORI PER FIGLI

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fermo minori

YouTrend ha come sempre elaborato anche le risposte sul consenso per il governo e per i partiti. Significativo l’aumento di giudizi negativi nei confronti dell’intero esecutivo, registrato nelle ultime tre settimane: il 64 per cento (+3 per cento dall’8 ottobre), in sostanza due intervistati su 3, contro il 34 per cento di giudizi positivi. Come si vede dal grafico dell’istituto di sondaggi si tratta di uno dei punti più alti negli ultimi 3 anni.

Tutto questo, tuttavia, come succede ormai da tempo, non produce un distacco visibile tra lo schieramento del centrodestra di governo e il centrosinistra, separati ancora da qualche punto percentuale (con l’alleanza progressista in lieve vantaggio). Anzi nelle ultime tre settimane Fratelli d’Italia guadagna un punto. Visto che Lega e Forza Italia hanno avuto pochissime variazioni il sospetto è che Fdi recuperi consensi da quelli persi nei mesi scorsi a beneficio di Futuro Nazionale, il partito di Roberto Vannacci. Fn nelle ultime 3 settimane ha perso quasi un punto percentuale.

Il centrosinistra mantiene, secondo YouTrend, circa due punti di vantaggio nonostante il Pd segni una battuta d’arresto (lascia mezzo punto sul campo e finiscono sotto il 20 per cento). Nel campo largo chi guadagna di più rispetto all’ultima rilevazione è Alleanza Verdi-Sinistra, che si assesta stabilmente tra i 6 e il 7 per cento.

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Preocupación por cierre de área productiva en siderúrgica de Italia

Roma, 30 oct (Prensa Latina) La confirmación definitiva del cierre del área de producción en caliente de la antigua siderúrgica Ilva, en la ciudad italiana de Taranto, provoca hoy preocupación entre organizaciones sindicales, fuerzas políticas y representantes empresariales.

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Preocupación por cierre de área productiva en siderúrgica de Italia

Roma, 30 oct (Prensa Latina) La confirmación definitiva del cierre del área de producción en caliente de la antigua siderúrgica Ilva, en la ciudad italiana de Taranto, provoca hoy preocupación entre organizaciones sindicales, fuerzas políticas y representantes empresariales.

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Trabajadores portuarios en Italia contra el tráfico de armas

Roma, 30 oct (Prensa Latina) Trabajadores de los principales puertos de Italia participan hoy en una jornada internacional de huelga y movilización contra el tráfico de armas y la utilización de las instalaciones marítimas para operaciones vinculadas a conflictos bélicos.

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Italia: huelga general y movilizaciones en más de 50 ciudades

Roma, 30 oct (Prensa Latina) Italia vive hoy una jornada de huelga general y movilización nacional, convocada por la Unión Sindical de Base (USB) y respaldada por otras organizaciones gremiales, con iniciativas de protesta en más de 50 ciudades del país.

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Fattura non pagata, come muoversi in modo legale per ottenere il saldo velocemente

Il problema delle fatture non pagate rappresenta un ostacolo quotidiano per imprese, professionisti e lavoratori autonomi. Quando un cliente ritarda o evita un saldo dovuto, l’impatto sul flusso di cassa e sulla gestione aziendale può diventare critico. In Italia, la normativa offre precisi strumenti per tutelare i creditori, fissando tempi di pagamento, saggi di interesse e procedure di recupero del credito rapide. Allo stesso tempo, stabilisce requisiti rigorosi per chi deve difendersi da pretese illegittime o fatture contestate.

Comprendere come muoversi tra la fase bonaria e le aule di tribunale è fondamentale per agire tempestivamente, evitando la prescrizione del credito ed evitando inutili costi legali.

Fatture non pagate: termini di pagamento e clausole abusive

Per gestire correttamente l’incasso o il sollecito di una prestazione, occorre anzitutto definire la cornice temporale prevista dal legislatore italiano:

  • il termine ordinario nelle transazioni commerciali. Ai sensi del D.Lgs. 231/2002, nelle relazioni tra imprese o tra imprese e pubblica amministrazione, il termine di pagamento standard è stabilito in 30 giorni. Le parti possono concordare per iscritto un termine superiore, fino a un massimo di 60 giorni, a condizione che tale accordo non sia gravemente iniquo per il creditore;
  • tutele rafforzate per i lavoratori autonomi. Per i professionisti e i lavoratori autonomi, la Legge 81/2017 (Articolo 3) stabilisce che le clausole contrattuali che prevedono termini di pagamento superiori ai 60 giorni dalla ricezione della fattura sono considerate abusive e prive di ogni effetto giuridico.

Superata la data stabilita nel contratto o nella fattura, il ritardo configura a tutti gli effetti un inadempimento contrattuale, facendo scattare la decorrenza degli interessi di mora.

Interessi di mora e indennizzi forfettari

Il mancato saldo della fattura produce un danno economico per il creditore. Per questo motivo, la legge prevede l’applicazione automatica degli interessi di mora, distinguendo tra rapporti commerciali e rapporti con consumatori privati.

Transazioni commerciali (B2B e B2PA)

Si applica la disciplina del D.Lgs. 231/2002. Il tasso degli interessi moratori viene calcolato sommando il tasso di riferimento fissato dalla Banca Centrale Europea (BCE) con una maggiorazione fissa di 8 punti percentuali. Nel corso del 2026, con i tassi di riferimento fissati rispettivamente al 2,15% e poi al 2,40%, il saggio effettivo di mora risulta pari al 10,15% per il primo semestre e sale al 10,40% nel secondo semestre. A questo importo si aggiunge di diritto un indennizzo forfettario di 40 euro a titolo di risarcimento per i costi di recupero credito sostenuti, fatta salva la prova di un danno maggiore.

Rapporti Civili Ordinari (B2C)

Laddove la prestazione sia rivolta a un consumatore finale, gli interessi di mora si calcolano sulla base del saggio di interesse legale (fissato all’1,60% annuo dal 1° gennaio 2026 tramite Decreto MEF del 10 dicembre 2025).

Dal sollecito bonario al decreto ingiuntivo: il percorso del creditore

Quando una fattura risulta insoluta alla scadenza, la strategia di recupero del credito si sviluppa in due momenti principali.

La fase stragiudiziale

In prima battuta è sempre consigliabile effettuare una verifica contabile interna e procedere con un sollecito bonario (via email o telefono), utile per individuare eventuali sviste o problemi amministrativi temporanei.

Se il saldo non perviene, si passa alla formalizzazione dell’inadempimento tramite invio di una Lettera di Messa in Mora, da inoltrare attraverso una PEC o una Raccomandata A/R (ai sensi dell’Articolo 1219 del Codice Civile). La messa in mora impone al debitore un termine perentorio per adempiere (solitamente tra 7 e 15 giorni), interrompe i termini di prescrizione del credito e formalizza il calcolo degli interessi.

La fase giudiziale e il valore della fattura elettronica

In assenza di riscontro o a fronte di un rifiuto ingiustificato, il creditore può intraprendere la via giudiziale avvalendosi dell’assistenza di un legale.

Gli articoli 633 e 634 del Codice di Procedura Civile permettono al creditore di ottenere un Decreto Ingiuntivo. In particolare, l’articolo 634 c.p.c. stabilisce che le fatture elettroniche trasmesse e validate attraverso il Sistema di Interscambio (SdI), unitamente all’estratto conto autentico, costituiscono idonea prova scritta del credito per somministrazioni di merci o prestazioni di servizi:

  • notifica e termini. Il Giudice, verificata la regolarità della documentazione, emette l’ordine di pagamento (Articolo 641 c.p.c.) ingiungendo al debitore di saldare entro 40 giorni dalla notifica del provvedimento;
  • esecutività e pignoramento. Qualora il debitore non provveda al pagamento e non proponga tempestiva opposizione nei 40 giorni, il decreto viene dichiarato definitivamente esecutivo (Articolo 647 c.p.c.).

Successivamente, previa notifica dell’atto di precetto, si può avviare l’esecuzione forzata tramite il pignoramento di conti correnti, crediti presso terzi o beni mobili e immobili.

Come difendersi da fatture non dovute o contestate

Se da un lato il creditore ha strumenti rapidi per esigere le somme spettanti, dall’altro lato chi riceve un sollecito per una fattura ritenuta illegittima, errata o relativa a servizi mai erogati o difettosi ha il preciso onere di tutelarsi in modo formale:

  • la contestazione tempestiva. Ricevere una fattura e rimanere in silenzio non equivale automaticamente ad un’accettazione, ma rende più complesso dimostrare l’inadempimento della controparte in sede legale. È indispensabile inviare una formale contestazione scritta a mezzo PEC o Raccomandata A/R motivando nel dettaglio le ragioni del mancato pagamento (es. vizi della merce, difformità dal preventivo, ritardo essenziale);
  • opposizione al Decreto Ingiuntivo. Qualora la controparte abbia già notificato un decreto ingiuntivo, il debitore deve agire con estrema tempestività: ai sensi dell’Articolo 645 c.p.c., è possibile proporre opposizione entro e non oltre 40 giorni dalla notifica. L’atto di opposizione trasforma la procedura sommaria in una vera e propria causa civile ordinaria, all’interno della quale il giudice accerta il merito della prestazione e la fondatezza della pretesa creditoria.

Nota di credito e fatture non pagate: chiarimenti fiscali

Una questione comune riguarda la possibilità di annullare le fatture non pagate per evitare di versare le relative imposte. Dal punto di vista fiscale e tributario, un mancato pagamento non autorizza l’emissione automatica di una nota di credito.

Ai sensi dell’articolo 26 del DPR 633/1972, la nota di variazione in diminuzione (storno) è consentita solo qualora l’operazione venga risolta, annullata o ridotta in seguito ad un accordo contrattuale o a determinati vizi formali. Qualora la prestazione sia stata regolarmente effettuata ma il cliente risulti semplicemente insolvente, la fattura rimane valida e attiva a tutti gli effetti. Per il recupero dell’Iva versata sarà necessario attendere l’avvio o la conclusione di procedure concorsuali o l’esito infruttuoso delle procedure esecutive individuali.

Consigli pratici per la prevenzione del rischio di credito

Per ridurre l’insorgenza di controversie legate a fatture insolute, è consigliabile adottare buone prassi contrattuali nella gestione dei clienti:

  • predisporre contratti e preventivi scritti. L’accettazione chiara di termini, modalità di consegna e clausole di pagamento costituisce il presupposto fondamentale per qualsiasi successiva tutela giudiziale;
  • prevedere acconti e pagamenti a SAL. Nelle prestazioni di lunga durata o di importo rilevante, l’inserimento di acconti alla firma e scadenze legate allo Stato Avanzamento Lavori (SAL) limita il rischio di credito;
  • archiviazione rigorosa delle prove. Conservare report di consegna, documenti di trasporto (DDT), scambi PEC e registri di lavorazione per poter provare in modo inconfutabile l’avvenuto adempimento.

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“Me chiamo Giorgia. Irriverente biografia non autorizzata”, il nuovo libro di Carlo Cornaglia che fa un ritratto satirico della presidente del Consiglio – L’ESTRATTO IN ESCLUSIVA

È in uscita in libreria per Aliberti editore, il prossimo 30 ottobre, Me chiamo Giorgia. Irriverente biografia non autorizzata di Carlo Cornaglia, abile e fantasioso scrittore in rima, già cimentatosi con le imprese e le vane glorie dei politici del nostro Belpaese.

Da Silvio Berlusconi a Matteo Renzi, da Matteo Salvini a Giorgio Napolitano, è ora il turno della premier Giorgia Meloni, ritratta satiricamente come colei che «s’impone sul proscenio come una piccola donna combattiva che comanda su un contorno di maschi giuggioloni».

Sono parole del giornalista Filippo Ceccarelli, autore della prefazione a un testo che, attraverso il classico endecasillabo, ci porta per mano fin sulla scena pubblica, non disdegnando comunque le segrete stanze della politica.

Per gentile concessione dell’editore pubblichiamo un estratto della prefazione di Filippo Ceccarelli e un estratto del Proemio:

Raccontata in versi, ma non solo, la vita del potere ha parecchio a che fare con la metrica. Un po’ come il respiro, la prosodia rispecchia infatti l’andatura del comando, la sua stessa genesi, il peso, il ritmo, l’accelerazione o l’affaticarsi della leadership, per non dire la monotonia di sottofondo che a lungo andare finisce per trasmettere la politica con i suoi frenetici protagonisti.

Carlo Cornaglia però continua a non stancarsi; con invidiabile verve, dall’inizio del secolo studia i soggetti della scena pubblica, s’addentra nella loro storia e nella psicologia, ne canta le imprese e le magagne con puntuale e beffarda intonazione, per cui con quest’ultimo volume si può dire che non c’è presidente della Seconda Repubblica rimasto indenne dai suoi strali in rima. Non tutti, c’è da dire, li ha misurati, ricreati e raccontati in poesia allo stesso modo. Da buon ingegnere piemontese, con pennarello multicolore di punta fine, a ciascuno ha concesso un tempo, una sequenza, un accento e un palpito diversificati o, se si vuole, su misura. Giambi spumeggianti di dileggio per Salvini, ottonari di eroicomica risonanza per il Cavaliere, baldanzose sequenze dedicate a Renzi e così via.

In un Paese che ride di tutto, però, o magari proprio per questo, è più difficile ridere di Giorgia Meloni. Forse perché, dagli e dagli, siamo stanchi di ridere. O forse perché, per la prima volta, il bersaglio è una donna e un istintivo ritegno trattiene gli addetti alla satira. Forse anche perché Giorgia (“Gioggia” secondo alcuni temerari) possiede un indubbio temperamento istrionico e trasmette un’empatica disinvoltura professionale che si basa su una spiccata dose di auto-ironia; un tratto caratteriale che pure alterna a momenti di accesa possessione comiziante e risentita aggressività, a volte superflua, a volte sguaiata e gratuita, ma quasi mai di pronto e limpido effetto comico.

Più che da rime satiriche, considerata la minuscola complessione fisica e l’accentuata mobilità, Meloni sembra un personaggio da fumetto o da cartone animato. Grosso modo, e naturalmente a prescindere da ciò in cui crede e dall’azione di governo, s’impone sul proscenio come una piccola donna combattiva che comanda su un contorno di maschi giuggioloni. Il fatto che abbia accanto una sorella, quasi un clone, raddoppia e disorienta lo sguardo beffardo; il quale in compenso trova il meglio allorché si concentra sulla cerchia di diversi ministri-cognati, goffi e innamorati, che mai avrebbero sperato di trovarsi al potere e che per tante comprensibili ragioni la adorano, ma le combinano anche un sacco di guai.

[…]

Proemio

Dopo aver raccontato Berlusconi,

Renzi grande campion dei fanfaroni

e quel verde buffone di Salvini

scrivo di Giorgia, erede dei missini,

utilizzando l’autobiografia

che ho letto nonostante un’allergia.

Il meloniano parto letterario

è il racconto di un mondo identitario

in cerca di riscatto e di vendetta,

i target che persegue da bimbetta.

Chi legge l’opera Io sono Giorgia

con un mondo nostalgico si forgia.

Io l’ho letto e riletto, ho meditato

e con Me chiamo Giorgia ho replicato

che di uno scherzo ha la finalità.

Di lei racconto gioie e avversità,

la famiglia, la scuola, la carriera,

il partito, l’amor per la bandiera

che al sommo del poter l’hanno portata.

Del Quirinale manca la scalata.

Narro il suo amore per Giorgio Almirante

l’inventor della fiamma sfavillante,

narro la militante Calimera

e il lavoretto da guardarobiera.

[…]

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Cateno De Luca approda nel centrodestra. L’esordio a Roma con La Russa e ministri: “Chiamatemi Ulisse. Puntiamo al 3%”. E profetizza: “Voto il 9 e 10 maggio”

A Cateno De Luca non manca certo un’ambiziosa spavalderia. “Non scelgo mai la strada del minimo sforzo e massimo risultato, e che ci volete fare sono un’Ulisse da questo punto di vista sì! Un Ulisse, sì!”, scalda la sala, ricordando il lungo percorso, che lo ha portato fino alla kermesse nella Capitale. Per celebrare l’approdo nel centrodestra di Sud Chiama Nord, formazione politica siciliana presieduta dall’ex 5 Stelle Laura Castelli, si è svolta una kermesse di assoluto primo piano con una tre giorni all’Hotel Massimo D’Azeglio a Roma, con la partecipazione dei principali ministri del governo Meloni. Da Crosetto, a Piantedosi, Da Lollobrigida a Pichetto Fratin e di viceministri e sottosegretari e che si è chiusa col videomessaggio del presidente del Consiglio Giorgia Meloni.

“Siamo alla vigilia delle elezioni. Probabilmente le dimissioni (del governo Meloni, ndr) ci saranno dopo il ‘Milleproroghe’ per una questione anche tecnica e si voterà domenica e lunedì 9 e 10 maggio. Un election day con elezioni politiche ed elezioni comunali” afferma sicuro il leader di Sud Chiama Nord. Ad aprire la tre giorni il Presidente del Senato, Ignazio La Russa, che molti indicano come uno degli sherpa che hanno lavorato all’approdo di De Luca nel centrodestra nazionale: “Mentre altri si dividono, si dividono, si frastagliano, noi ci allarghiamo senza fare ‘campi’ e questo allargamento con un movimento come Sud Chiama Nord per me è un motivo di orgoglio”.

Il partito guidato da De Luca, alle ultime elezioni regionali in Sicilia, prese il 25% e De Luca afferma “partiamo dal’1,5% ed è possibile arrivare e superare il 3%”. E la formazione siciliana riuscì nel 2022 ad eleggere un deputato, Francesco Gallo e una senatrice, Dafne Musolino, poi transitata in Italia Viva. Sud Chiama Nord è stata la prima formazione ad attivarsi, all’indomani dell’approvazione della nuova legge elettorale, ‘Melonellum’ o ‘Stabilicum’, formando una componente parlamentare all’interno del Gruppo Misto a Montecitorio attraverso il ‘prestito di un deputato da parte di Fratelli d’Italia e l’arrivo dal gruppo Misto dell’ex Fdi Manlio Messina, come vi avevamo già raccontato e che consentirà alla nuova formazione politica di raccogliere un numero inferiore di firme per la presentazione delle liste elettorali.

Il progetto ‘civico’ e di sindaci si contrappone a Progetto Civico Italia di Alessandro Onorato, che invece si posiziona nel centrosinistra, a cui Cateno De Luca riserva bordate: “civismo in provetta per un posto in Parlamento e noi diciamo No ed è stato il primo motivo per il quale non abbiamo accettato l’amore clandestino che ci ha proposto il centrosinistra”.

Ma Cateno De Luca ne ha anche per il leader di Futuro Nazionale. “Generale Vannacci non è assolutamente accettabile che tu diventi il generale delle stronz*****. Ogni cosa che dice, ogni ricetta che formuli è una stronz*****. E al partito dei caz******, c’è il partito del pragmatismo”.

In sala, nell’ultima giornata, ex leghisti come Mario Borghezio “non mi candido l’ho detto anche al generale” (Vannacci, ndr) e Paolo Grimoldi, oggi, alla guida di ‘Patto per il Nord’ a cui Cateno riserva parole al miele e citazioni di Gianfranco Miglio e una standing ovation per Umberto Bossi con l’annuncio “se lui vorrà” di una candidatura per il figlio Renzo. “La vostra è una scelta di campo e sono certa che gli italiani vi premieranno, Grazie e buon cammino” le parole di Giorgia Meloni. “Il ‘Campo largo’, grazie alla babele che rappresenta, politicamente, sicuramente, sarà un campo santo. Non ci sono discussioni su questo”.

L'articolo Cateno De Luca approda nel centrodestra. L’esordio a Roma con La Russa e ministri: “Chiamatemi Ulisse. Puntiamo al 3%”. E profetizza: “Voto il 9 e 10 maggio” proviene da Il Fatto Quotidiano.

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