A fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos abriu uma frente de incertezas entre aliados. No PL, parlamentares tentam entender os próximos passos da família Bolsonaro, enquanto parte da sigla já dá sinais de tentar buscar maior moderação.
Em meio às dúvidas sobre o futuro político de Flávio a partir de solo americano, o partido também procura se reorganizar e fazer contas para outras disputas de peso: as presidências do Senado e da Câmara dos Deputados.
Aliados de Flávio no Brasil ainda buscam respostas para as várias interrogações sobre a estratégia da direita e sobre quem vai efetivamente conduzir as articulações do grupo daqui para frente.
Há um consenso de que a fuga do senador dificulta as interações e negociações com a própria bancada do PL. Para parte dos aliados, trata-se de um capital político de quase 60 milhões de votos que corre o risco de ficar subutilizado ou até esfacelado.
Embora apoiem a tese de perseguição política, correligionários de Flávio ainda esperam um sinal mais claro de como se posicionar, especialmente depois da visita do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, ao ex-presidente e pai de Flávio, Jair Bolsonaro (PL), em prisão domiciliar, nesta quinta-feira (29).
Uma reunião do PL na próxima semana deve servir para esclarecer melhor o cenário aos que permanecem no Brasil. Enquanto isso, Valdemar já deixou claro que considera necessário “tocar o partido para frente”.
“É lógico que ninguém concorda com isso. Nós queremos tocar o país para frente. Queremos tocar o partido para frente. Esse é o nosso objetivo e vamos tocar. Ninguém aprovou a carta”, afirmou Valdemar.
Nos bastidores, uma ala do PL defende um caminho de moderação, distante do teor golpista da carta de Flávio. A preocupação ocorre especialmente em um momento em que o partido precisa preservar a unidade, diante de suas bancadas recordes, e evitar que as incertezas sobre a família Bolsonaro contaminem outras articulações políticas.
Entre elas estão as negociações para as presidências da Câmara e do Senado. Partidos do centrão já discutem a definição dos comandos e a distribuição de espaços nas duas Casas para os próximos dois anos.
Uma das incógnitas é o quanto a crise vai afetar as ambições do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, de assumir a Presidência do Senado. Ele segue demonstrando apoio ao senador ao sustentar a tese de perseguição política, mas está entre os aliados que desaprovam qualquer dúvida sobre a integridade da eleição.
O caminho até o comando do Senado, porém, já tem outros obstáculos. Marinho enfrenta a concorrência interna na direita da senadora Tereza Cristina (PP-MS), também interessada na cadeira hoje ocupada por Davi Alcolumbre (União-AP). O atual presidente da Casa, por sua vez, já se movimenta para permanecer no cargo, visando o apoio do centrão e de governistas.
Nesse cenário, ainda não está claro se o PL conseguirá unificar a direita em torno de Marinho e construir uma frente capaz de ameaçar a reeleição de Alcolumbre.
Enquanto tenta preservar espaço no jogo político em Brasília, o grupo de Flávio também precisa administrar a repercussão dos episódios envolvendo a carta de teor golpista.
Nesta quinta-feira, um aliado do senador nos Estados Unidos chegou a atribuir à inteligência artificial a inclusão do termo “presidente eleito” e o uso do antigo brasão do Brasil em uma das versões da carta divulgadas por Flávio. A explicação foi logo questionada nas redes sociais.
No cenário internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar as eleições brasileiras. Apesar das declarações, Trump tem adotado cautela em suas manifestações e não deve reconhecer Flávio como presidente legítimo.
Cuando los estadounidenses voten en las elecciones de mitad de mandato del 3 de noviembre, los europeos esperarán con inquietud los resultados. Es comprensible que, después de casi dos años de abusos del Gobierno de Trump, estén ansiosos por un cambio de rumbo. Un buen resultado de los demócratas transmitirá una señal política importante, incluido el deseo de mejorar las relaciones con los aliados hoy menospreciados. Sin embargo, los europeos harían bien en moderar sus expectativas sobre los cambios que va a haber en la práctica, porque se tardará tiempo en reparar el daño causado.
A IFI (Instituição Fiscal Independente) do Senado avalia que dificilmente o governo conseguirá alcançar o superávit primário em 2027, diante do atual cenário das contas públicas.
Em entrevista ao CNN Money, o diretor da instituição, Alexandre Andrade, defendeu que a equipe econômica anuncie “o mais rápido possível” um plano de ajuste fiscal para ancorar as expectativas do mercado.
Alexandre Andrade apontou dois fatores centrais para o pessimismo em relação à meta fiscal. “Na análise que nós fizemos do PLOA 2027 em setembro, nós identificamos premissas bastante otimistas, tanto nas receitas quanto nas despesas”, afirmou.
Além disso, segundo ele, o espaço fiscal já está completamente preenchido e ainda será necessário acomodar cerca de 40 a 50 bilhões de reais em novas despesas decorrentes de medidas anunciadas após 31 de agosto.
O diretor também destacou que a IFI prevê uma desaceleração da atividade econômica no próximo ano. “O PIB deve ter um crescimento menor e isso afeta consequentemente as receitas”, explicou Alexandre Andrade.
Com isso, a combinação de gastos crescentes e receitas menores torna ainda mais remota a possibilidade de resultado superavitário.
Gasto obrigatório comprime espaço discricionário
Um dos pontos centrais da análise da IFI é o forte crescimento do gasto obrigatório, que tem reduzido progressivamente o espaço discricionário do orçamento. “Nós temos hoje cerca de 140 bilhões de reais em despesas discricionárias não rígidas, que basicamente são investimentos e custeio da máquina. Esse é basicamente o montante passível de sofrer cortes”, disse Alexandre Andrade. No curto prazo, esses gastos tendem a ser reduzidos para acomodar as novas despesas obrigatórias anunciadas recentemente.
Alexandre Andrade ressaltou que um ajuste focado apenas nas despesas discricionárias não é suficiente.
“Pensar em um ajuste do lado da despesa que apenas afete as despesas discricionárias não faz muito sentido, é preciso que se promova revisão de despesas obrigatórias”, afirmou. Segundo ele, mais do que cortar, o objetivo deveria ser desacelerar o ritmo de crescimento dessas despesas ao longo dos próximos anos.
Arcabouço fiscal perde eficácia em 2028
De acordo com as projeções da IFI, a atual regra do arcabouço fiscal perderá eficácia em 2028, quando as despesas sujeitas ao limite ultrapassarão o próprio limite estabelecido. Alexandre Andrade alertou que simplesmente modificar os parâmetros do arcabouço teria efeito muito limitado, caso não haja uma reforma do gasto obrigatório.
“Na ausência de reforma do gasto obrigatório, de nada vai adiantar simplesmente modificar os parâmetros do arcabouço, porque, num contexto como esse, apenas a regra perderia eficácia mais cedo”, afirmou.
O diretor da IFI também comentou sobre a probabilidade, apontada em relatório da instituição, de 81,6% de a dívida pública superar 90% do PIB até 2030. Segundo Alexandre Andrade, essa trajetória poderia ser alterada caso um plano de ajuste fiscal crível seja apresentado.
“Haveria uma descompressão dos prêmios de risco, uma redução das taxas longas de juros e, por sua vez, uma redução do custo de financiamento da dívida pública”, explicou, acrescentando que, nesse cenário, a dívida seria “um pouco mais baixa do que está projetada nos nossos relatórios”.
Questionado sobre promessas de campanha que ainda não foram contabilizadas, como a gratuidade do transporte público nos fins de semana, Alexandre Andrade afirmou que ainda não há previsão de valores para essa medida.
No entanto, classificou a proposta como “mais um componente de pressão sobre a elaboração do orçamento do ano que vem, em um contexto em que o quadro fiscal já está bastante apertado”. Segundo ele, dependendo do alcance da medida, a necessidade de ajuste no PLOA poderia superar os 40 a 50 bilhões de reais já estimados.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
“Setenta y cuatro compatriotas han muerto y otros tanto han sido heridos en un accidente ferroviario injusto y evitable”, ha comenzado su mitin en Ávila este jueves por la tarde el líder de Vox, Santiago Abascal. En el momento en que hablaba, la cifra oficial de fallecidos se mantenía en 69 y, a falta de determinar sus nacionalidades, se sabe que hay algún extranjero, pero Abascal se ha preguntado por qué no han dimitido todavía el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, y el ministro de Transportes, “Oscar Muerte”, como le ha llamado, después de que “120 españoles” hayan fallecido en accidentes ferroviarios este año.
El presidente de Vox y candidato a la presidencia del Gobierno, Santiago Abascal, durante un acto público de la formación celebrado este jueves en Ávila.
As medidas anunciadas durante a campanha eleitoral à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva podem ter impacto fiscal de R$ 40 bilhões sem previsão no Orçamento deste ano e no de 2027, estima a Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão consultivo vinculado ao Senado Federal.
O cálculo considera mudanças no Bolsa Família, a perda de arrecadação relacionada à bets e um pacote de medidas voltado aos microempreendedores individuais (MEI).
A estimativa consta no Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de outubro, divulgado nesta quinta-feira (29). Segundo a instituição, o valor não inclui outras propostas apresentadas durante a campanha, como a ampliação do programa Pé-de-Meia para estudantes do ensino superior e a gratuidade do transporte coletivo nos fins de semana.
O relatório também alerta para a necessidade de um ajuste fiscal para estabilizar a dívida pública e aponta perspectivas de déficit primário este ano e em 2027.
Contas
Os R$ 40 bilhões estimados pela IFI estão associados a três frentes de medidas anunciadas durante a campanha:
Bolsa Família: reajuste dos benefícios do programa social;
Bets: perda de arrecadação relacionada ao fim das apostas de quota fixa;
MEI: medidas de ampliação de benefícios para microempreendedores individuais.
O impacto fiscal poderá ser maior caso outras propostas sejam implementadas.
A instituição ressalta que o cálculo não contempla o Pé-de-Meia Universitário nem a isenção de tarifas de transporte coletivo aos fins de semana.
A IFI projeta déficit primário de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) este ano. Para 2027, a avaliação apresentada na abertura do relatório indica que os novos compromissos, somados às divergências entre as estimativas da instituição e os números do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), podem elevar o déficit primário efetivo potencial a 1% do PIB.
O déficit primário ocorre quando as despesas do governo superam as receitas, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.
A instituição calcula que seria necessário alcançar um superávit primário de 2,1% do PIB para estabilizar a relação entre a dívida pública e o tamanho da economia.
“Considerando que a IFI estima ser necessário um superávit primário de 2,1% do PIB para estabilizar a relação dívida pública/PIB, esse quadro indica a necessidade de um ajuste fiscal equivalente a algo como 3 p.p. [pontos percentuais] do PIB”, afirmaram os diretores Marcus Pestana e Alexandre Andrade na apresentação do relatório.
Juros
O relatório também destaca que a elevação das estimativas para a taxa de juros real neutra (aquela que, em tese, não estimula nem desacelera a atividade econômica) aumenta o esforço necessário para estabilizar o endividamento público.
A mediana das estimativas de juro neutro chegou a 6,1% ao ano no terceiro trimestre deste ano, acima dos 5% utilizados anteriormente como referência pela IFI.
Nesse cenário, o superávit primário necessário para estabilizar a dívida subiria de 2,1% para 2,9% do PIB, mantidas as demais hipóteses do exercício apresentado no relatório.
A instituição também calcula que a probabilidade de a dívida bruta superar 90% do PIB até 2030 aumenta de 78,9% para 81,6% quando considerada a incerteza sobre o juro neutro.
Crédito público
Outro ponto abordado no relatório são as operações de crédito realizadas pela União com recursos do Orçamento, classificadas como despesas financeiras e que não entram diretamente no cálculo da meta de resultado primário.
Segundo a IFI, os pagamentos relacionados a créditos concedidos com recursos orçamentários passaram de R$ 71,7 bilhões em 2023 para R$ 220,3 bilhões acumulados até outubro deste ano.
Descontados os retornos ao Tesouro Nacional, as saídas líquidas chegaram a R$ 147,7 bilhões em 2025 e a R$ 180,5 bilhões nos dez primeiros meses deste ano.
Embora essas operações não comprometam formalmente o cumprimento das metas fiscais, a instituição avalia que elas têm impacto efetivo sobre a trajetória da dívida pública.
Previdência e BPC
A IFI também identificou pontos de atenção nas projeções orçamentárias para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
No caso da Previdência, o relatório aponta que o Projeto de Lei Orçamentária de 2027 não contabiliza o impacto de uma decisão do Supremo Tribunal Federal sobre aposentadoria especial, estimado em R$ 13 bilhões.
Em relação ao BPC, a instituição observa divergências entre as projeções do governo e os dados disponíveis até agosto deste ano. Enquanto a estimativa governamental pressupõe redução do número de beneficiários no segundo semestre do ano e aumento das cessações em 2027, os registros indicavam expansão no total de benefícios emitidos.
Plano fiscal
Sobre a condução da política econômica após a reeleição de Lula, a instituição não prevê mudanças bruscas. A expectativa é de continuidade da estratégia gradualista de ajuste fiscal, com correções pontuais.
Os diretores da IFI, no entanto, defendem medidas consistentes para enfrentar o desequilíbrio das contas públicas e criar condições para a retomada dos investimentos.
“Sem um ajuste fiscal consistente não haverá retomada relevante dos investimentos estratégicos, crescimento acelerado, criação de empregos de qualidade, incremento da renda e dinheiro para financiar políticas públicas essenciais”, avalia Marcus Pestana.
O relatório também recomenda a apresentação de um plano fiscal para os próximos quatro anos e a definição do comando do Ministério da Fazenda, em meio às incertezas dos mercados financeiros.
Para a instituição, o desafio é conciliar o controle do endividamento, o financiamento de políticas públicas e a abertura de espaço no Orçamento para investimentos capazes de estimular o crescimento econômico.
Remanejamento
Na semana passada, o Ministério do Planejamento e Orçamento informou que pretende remanejar R$ 20 bilhões do Orçamento de 2027 para fazer frente aos novos gastos. A pasta não divulgou o impacto total das medidas anunciadas durante a campanha eleitoral. Apenas informou que o restante da diferença seria coberto pela revisão para baixo de estimativas de gastos obrigatórios no projeto de lei do Orçamento do próximo ano.
A mensagem de alteração do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 será encaminhada ao Congresso Nacional assim que for designado o relator do projeto.
Para este ano, a pasta informou que os impactos serão residuais porque a maior parte das medidas anunciadas só começam efetivamente a valer no próximo ano.
La Junta Electoral Central ha decidido este jueves estimar la denuncia presentada por el Partido Popular y ha declarado que la grabación y difusión del vídeo protagonizado por el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez Pérez-Castejón, en el Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía ante la obra Guernica, podría haber vulnerado la prohibición establecida en el artículo 50.2 de la Ley Electoral y la limitación a la obtención gratuita de medios proporcionados por las Administraciones Públicas fuera del período de campaña electoral prevista en otro artículo de esa norma.
La jornada decisiva del 3 de noviembre definirá la composición total de la Cámara de Representantes (435 escaños) y la renovación de 35 escaños del Senado, reconfigurando el balance de poder legislativo a mitad del mandato presidencial.
O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (28), o projeto de lei 5.649 de 2026, que autoriza o governo a pagar apoio financeiro a produtores independentes de cana-de-açúcar do Nordeste e destina recursos a linhas de crédito para a renovação de frota de veículos de transporte.
A proposta, já passou pela Câmara dos Deputados na terça (27) e agora, após aprovação da Casa Alta, segue para sanção do presidente da República.
O texto chancela as medidas que o governo federal vem concedendo aos produtores da região desde setembro. Na época, um decreto e uma medida provisória destinou R$ 270 milhões em recursos públicos para apoiar agricultores que tiveram perdas econômicas devido ao tarifaço ou aos efeitos climáticos extremos na safra 2025/26.
Leia Mais:
Apesar dos benefícios serem pagos com dinheiro dos cofres públicos, o relator, senador Fernando Dueire (PSD-PE) afirmou que, pela proposta ter natureza autorizativa, não obriga o governo a ter que desembolsar os valores nem criar ou ampliar benefícios tributários.
“Com relação à adequação orçamentária e financeira, a Lei possuirá natureza autorizativa de programas que já vêm sendo executados pelo Poder Executivo, de forma que a execução das medidas e os seus efeitos concretos observarão a disponibilidade orçamentária e financeira, bem como a conveniência da União. Assim, a Lei proposta não produz efeitos diretos ou indiretos sobre as receitas ou despesas da União”, diz a justificativa.
O que prevê o projeto
O texto autoriza o Executivo a conceder, em caráter extraordinário e apenas em 2026, auxílio financeiro de R$ 12 por tonelada de cana produzida e entregue a usinas, destilarias ou cooperativas do Nordeste na safra 2025/2026.
A comprovação será feita por nota fiscal eletrônica. O benefício vale para produtores que tiveram prejuízos com a tarifa adicional imposta pelos Estados Unidos às exportações brasileiras ou com eventos climáticos extremos.
Ficam de fora os produtores que sejam sócios, direta ou indiretamente, das usinas, destilarias ou cooperativas para as quais fornecem a matéria-prima.
A União também fica autorizada a destinar até R$ 14,5 bilhões para linhas de financiamento reembolsáveis para a compra de caminhões e caminhões-tratores novos ou seminovos, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários novos. Os beneficiários são:
transportadores autônomos de cargas;
pessoas físicas ligadas a cooperativas de transporte;
microempreendedores individuais, empresários individuais e empresas do setor de transporte de cargas ou de passageiros.
Veículos novos financiados precisam ser de fabricação nacional e credenciados no BNDES. Os seminovos só podem ser financiados para autônomos, MEIs (Microempreendedores Individuais) e pessoas físicas de cooperativas. O Ministério da Fazenda gerencia os recursos, e o BNDES é o agente financeiro. As condições e os juros serão definidos pelo Conselho Monetário Nacional.
O projeto também:
permite que o seguro de crédito interno para o setor de aviação civil, incluindo operações ligadas a combustível de aviação, use recursos do Fundo de Garantia à Exportação;
cria uma linha de até R$ 10 bilhões para financiar equipamentos agrícolas inovadores de fabricação nacional, por meio da Finep, com amortização em 15 anos;
autoriza o financiamento de capital de giro associado a investimentos em infraestrutura em uma linha prevista na Lei 14.947/2024.
Qual é o impacto financeiro
O texto autoriza até R$ 24,5 bilhões em linhas de financiamento reembolsáveis: R$ 14,5 bilhões para a renovação de frota e R$ 10 bilhões do FNDCT para equipamentos agrícolas. Por serem empréstimos, esses valores devem retornar aos cofres públicos, com juros e prazos a serem definidos.
Já a subvenção aos produtores de cana é um gasto sem retorno. O projeto não fixa um valor total. O custo dependerá da quantidade de cana entregue e comprovada, multiplicada por R$ 12 por tonelada. A despesa será discricionária, ou seja, depende da disponibilidade orçamentária e financeira.
O que muda na prática
Produtores de cana do Nordeste poderão receber o pagamento, desde que cumpram as regras que o governo ainda vai definir em ato próprio, como prazos e critérios de habilitação. Caminhoneiros e empresas de transporte passam a ter uma linha de crédito específica para trocar veículos. A lei entra em vigor na data da publicação, mas os financiamentos só começam depois da regulamentação pelo governo e pelo Conselho Monetário Nacional.
El Gobierno ha entregado este miércoles al Tribunal Supremo la lista con las identidades de los nacionalizados por la llamada ley de nietos que le reclamó el pasado viernes. Aunque la Abogacía del Estado cifró en 163.020 personas los inscritos en el Censo Electoral de Residentes Ausentes (CERA) afectados por la suspensión del derecho al voto decretada por la Sala de lo Contencioso-Administrativo, fuentes del Gobierno señalan que la relación final, tras repasar todos los expedientes, contiene un total de 163.355 nombres, de los que hay 901 cuyos expedientes acreditan la condición de exilio, que ha sido certificada por los cónsules. Según la orden dictada por el Supremo, solo estos podrán votar en las elecciones del 29-N.
"Cuatro escenarios, cuatro", subraya un dirigente nacional del PP a la hora de evaluar cuál puede ser el impacto del acuerdo con Vox para la Cámara Alta. Ayer, durante la presentación de la lista madrileña a las elecciones generales del 29-N todo eran comentarios sobre la metodología del voto, ya de por sí bastante peculiar con esa papeleta sepia tamaño sábana en la que hay que marcar tres nombres. Y temen en el PP que sus electores se confundan una vez que el modelo de colaboración con Vox tiene, efectivamente, cuatro variantes.
"Hay que hacer mucha pedagogía" según los territorios para no confundir a los votantes
Una de las situaciones que puede salvar esas dificultades es el mailing electoral, dado que en la papeleta que el PP manda a los buzones de los electores ya están marcados sus candidatos y, simplemente, hay que depositarla en la urna si su opción es este partido. Pero aún así admiten que en el tiempo que media de aquí al 29 de noviembre "hay que explicarlo muy bien, hacer mucha pedagogía" según los territorios para no confundir a los votantes.
Porque no es fácil, admiten, decirles que en seis territorios (Las Palmas, Santa Cruz de Tenerife, Cádiz, Valencia, Castellón y Baleares) irá un 'independiente' de Vox en el cupo de senadores del PP por lo que también hay que marcar ese nombre. Que, en cambio, en Girona, Tarragona y Guipúzcoa no hay lista del PP; que en 14 circunscripciones (Sevilla, Huelva, Asturias, Badajoz, Álava, Navarra, Cáceres, Huesca, Zaragoza, Alicante, Granada, Cuenca, Pontevedra y Jaén) Vox presenta sólo un candidato con la esperanza de que los votantes de este partido pongan también una cruz a un par de nombres del PP y que, en el resto de España, ambos partidos van con sus propias y completas candidaturas. Casi nada.
La dificultad se traslada a la campaña electoral
Y no sólo eso. Porque la dificultad derivada de ese complejo panorama se traslada a la propia campaña electoral, según señaaln fuentes populares. ¿Pedirán los populares el voto para Vox en Girona, Tarragona y Guipúzcoa? o ¿lo dejarán correr y dejar que los de Santiago Abascal lleven el peso de sus listas? Otra incógnita. El 'independiente' que Vox incluya en aquellas circunscripciones donde no se presentan con sus siglas, ¿hará campaña con el PP, bajo cuya marca electoral irá su nombre, o con Vox?
Muchos dirigentes nacionales que se recorrerán estos días toda España, al igual que los presidentes autonómicos, deberán ir "adaptándose según los territorios". Pero el principal temor es que apenas dé tiempo para explicar cómo se debe votar para el Senado, "qué minutos de un mitin o de una entrevista se puede dedicar a eso". Y en el fragor de la campaña que, aunque no lo parezca, todavía no ha arrancado "va a ser todavía más dificil".
El líder del PP, Alejandro Fernández, de Tarragona, no tendrá papeleta sepia de su partido
Que el PP no se presente en tres circunscripciones no ha sido un plato de gusto para todos. Hay peculiaridades como la del líder del PP catalán, Alejandro Fernández, censado en Tarragona, que salvo que meta la papeleta sepia con los nombres de los candidatos voxistas, no va a tener a quién votar para el Senado. De hecho, Génova tenía confeccionada su lista completa de candidatos y tuvo que modificarla cuando al filo de las 13,40 de este lunes Vox envió un comunicado a los periodistas que el director de la campaña popular, Miguel Tellado, corroboró en todos sus términos en rueda de prensa.
Ayer por la mañana, en Onda Cero, Alberto Núñez Feijóo explicó que el presidente del PP en País Vasco, Javier de Andrés, estaba al tanto desde muchos días antes de que la negociación pasaba por retirar la lista del PP al Senado en representación de Guipúzcoa. También que éste, «con buen criterio, no se lo transmitió al partido» en la región para mantener la confidencialidad sobre las negociaciones. Recordó que el último senador que el PP obtuvieron por esta circusncripción fue en las generales del año 2000, las de la mayoría absoluta de José María Aznar. En cambio, está muy esperanzado en conseguir un diputado guipuzcoano.
Feijóo centrará esta semana su mensaje en orden y seguridad por los episodios de violencia de ultraizquierda
Nada específico dijo sobre la incomparecencia electoral al Senado en Girona y Tarragona, aunque esperan incrementar su número de diputados catalanes con respecto a julio de 2023. Si entonces llegaron a los seis escaños, cree posible Feijóo subir a ocho. El PSC sigue siendo imbatible, de hecho, uno de los grandes 'proveedores' de escaños para Pedro Sánchez como lo fue antes para José Luis Rodríguez Zapatero.
Feijóo se desplaza este miércoles a Barcelona para hacer campaña junto a su cabeza de lista por esta circunscripción, Xavier García Albiol y Alejandro Fernández. El candidato del PP a la presidencia del Gobierno visitará la 'zona cero' de los disturbios del sábado y domingo en la Ciudad Condal, concretamente la Plaza de Catalunya. Toda la semana estará centrada en los mensajes de orden y seguridad tras los actos violentos de ultraizquierda que se vienen sucediendo por España.
Hay una cuestión relevante tras el primer pacto preelectoral de la historia de PP y Vox, anunciado para el Senado este lunes. Y es que Vox pasa de criticar la estrategia general del 'voto útil' a la que dedicó notable intensidad Alberto Núñez Feijóo en las pasadas elecciones de 2023 e "impidió la suma" –a las puertas de un diputado en Albacete a costa del PSOE, por ejemplo– según los de Santiago Abascal, a priorizarla para el bloqueo de cualquier posibilidad que dé oxígeno electoral a Pedro Sánchez y a su izquierda. En politología hay un concepto que es el de 'efecto arrastre' al que ocasionalmente se aferran las fuerzas políticas para que al coincidir varias elecciones de distintos niveles, como generales, municipales y autonómicas, una candidatura potente en la primera o la segunda, mueva al electorado hacia un voto generalizado a unas mismas siglas.
Tras comunicar Miguel Tellado e Ignacio Garriga la disposición a un acuerdo mixto en 20 provincias para maximizar el voto de la derecha, el secretario general de Vox, en un vídeo difundido por el partido, en su explicación de los motivos que mueven a la formación a dar el paso, como priorizar el interés general a las siglas, dejaba una frase clave: "Nuestros votantes podrán votar a Vox al Congreso con plena normalidad" en las generales. Preguntadas fuentes de la dirección nacional de Vox sobre si hay temor a que el electorado deduzca que al igual que es provechoso apoyar las listas del PP en ciertas zonas, entendiendo una acción coordinada, eso se 'contagie' a la hora de ejercer el voto al Parlamento, estas no lo consideran probable. El pacto "quedará bien explicado". "No son tantas provincias para no saber explicarlo bien", inciden desde el partido ante consultas de El Indepediente.
En concreto, hay seis provincias donde Vox ocupará la segunda plaza de las tres disponibles en las listas del PP. Son Gran Canaria, Tenerife, Cádiz, Valencia, Castellón y Baleares. Por otro lado, las 14 provincias donde Vox solo presentará un nombre para incentivar el apoyo a otros dos candidatos del PP, son Sevilla, Huelva, Asturias, Badajoz, Álava, Navarra, Cáceres, Huesca, Zaragoza, Alicante, Granada, Cuenca, Pontevedra y Jaén. Independientemente de las condiciones en el Senado, y bajo proyecciones de escaños al Congreso ofrecidas recientemente por las demoscópicas privadas, Vox se juega en esas 20 provincias –a excepción de Guipuzkoa, Girona o Tarragona, donde concurre en solitario– aproximadamente 25 diputados. Eso para un partido que se juega pasar de 33 actuales a un pronóstico medio de 65. Internamente rebajan los datos y afirman que con ello se busca movilizar, entre otros, a la izquierda. Aunque la coincidencia de las demoscópicas es amplia.
Mientras que las fuentes consultadas de Vox se contienen, desde el PP asumen que la fórmula, con las configuraciones que también se dan a la izquierda puede conllevar un lio importante para el electorado y comparten que la explicación al público debe ser precisa. Porque no se trata solo de meter la papeleta con las siglas en la urna salmón, sino de seleccionar a mano candidatos en una votación que no motiva tanto como la del Congreso, donde el elector busca a su partido. La complejidad puede fomentar que haya menos interés pese a que la derecha está generalmente muy movilizada.
Abascal, Buxadé y Figaredo insisten en distinguirse del PP
Lo cierto es que en las últimas 48 horas, Abascal se han esmerado en justificar el acuerdo tanto por posible falta de entendimiento de los sectores de votantes más anti-PP, pero también aclarando que la unidad no les hace similares. En ese concepto se viene centrando la izquierda o el propio presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, que ve ya indistinguibles a ambas formaciones –algo que usa para movilizar–. Después de la presentación de candidatos a las generales del 29-N en un acto en Talavera de la Reina (Toledo), el presidente de Vox protagonizó una entrevista desde el lugar con Telemadrid en la que destacó "verdaderas diferencias" con los populares, fijando un marco que anticipaba el 'no hay voto útil entre dos partidos completamente distintos'.
Ante el acuerdo del "Frente Corrupto y el Frente Traidor a España", en referencia al PSOE y a Frente Amplio y el acuerdo de coaliciones sellado para el Senado, supimos "que había que dar algún tipo de respuesta, que no podíamos permitir que el cambio que tienen posibilidad de elegir los españoles sea frustrado". "Considerábamos que teníamos la responsabilidad patriótica de hacer algo". "Nosotros tenemos verdaderas diferencias en lo esencial, que tiene que ver con nuestra campaña en la prioridad nacional, en la remigración, en la desregularización y en las bajadas fiscales, porque consideramos que el PP ha formado parte precisamente de las políticas que nos han llevado a ese sitio", aseguró. "Pero ante el intento de todos los cómplices de Sánchez de secuestra el Senado y de impedir el cambio en España, creo que estábamos obligados a hacer un gesto político y esperamos que sea útil", terminó.
Apenas horas después, en una declaración ante los medios en Plasencia, este martes por la mañana, Abascal insistió en esa distinción: "La autonomía de Vox está intacta" para las próximas elecciones. "Vox es un partido muy distinto al PP. Es más, yo quiero señalar que el PP no comparte el mensaje de prioridad nacional de Vox", añadió. Recalcó el distanciamiento del PP respecto a la remigración o la desregularización, y recuperó una de las principales alusiones para atacar antaño, antes de la dinámica de pactos, a los populares: "PP y PSOE mantienen una coalición oculta en Bruselas que durante mucho tiempo ha sido la responsable de toda esa sobre regulación para el campo, la industria, la energía, la educación y en otros ámbitos". La unidad, la explicó, frente a "un intento por parte de una mafia a secuestrar las instituciones después del 29-N, una mafia que ha intentado robar las elecciones con la trampa de los nietos, que se ha corrompido".
Abascal recupera la mención al 'pacto de populares y socialistas' en Bruselas pese a apostarse por la no beligerancia de hace meses
Antes que Abascal, dos pesos pesados de la formación afianzaron el asunto en dos entrevistas. Por un lado, el jefe de la delegación de Vox en Bruselas y eurodiputado, Jorge Buxadé, en RNE, reiteró que el acuerdo de retirada o listas mixtas es "un acto de responsabilidad" y, nuevamente, que "cualquier votante de Vox" va a poder respaldar la marca en todas las provincias. Íntegramente al Congreso. "Vox presenta sus listas. En seis provincias hay candidatos independientes" dentro de las listas del PP con las que "el votante de Vox va a sentirse representado" y con el objetivo de que haya "una mayoría de sentido común". Remarcó, como haría luego Abascal, que no se comparte la prioridad nacional, pero que "estará en la negociación" de un hipotético Gobierno de coalición. Tampoco se comparte el deseo de Feijóo de sostener el Ministerio de Igualdad.
Por otro lado, el portavoz económico y diputado de Vox, José María Figaredo, describió a PP y Vox como "dos partidos con dos planes y medidas diferentes" que se encuentran con el fin de "echar a este psicópata de la Moncloa", expuso en referencia a Sánchez. "Un Gobierno que se quedade brazos cruzados ante injerencias" de Marruecos o que "monta cloacas para intentar silenciar a la juez que investiga al hermano" del presidente. Vox pivota entre mostrarse interesado entre un fin superior y táctico que de resultados en urnas, y en explicar a su electorado que este sacrificio puede ser positivo a medio plazo aunque eso suponga tener que apoyar listas con el logo del PP en el Senado.
Las transferencias de votos en los sondeos
Los microdatos de algunas encuestas recientes como NC Report, Sigma Dos, 40dB o El Ateneo del Dato, que incluyen transferencias de voto respecto a 2023, muestran datos que pueden preocupar a Vox: atrae a altas capas de abstencionistas y tiene una retención muy superior al resto de partidos desde el 23-J, por lo que cualquier malentendido puede trastocar esas cifras y reducir el margen de apoyo. Supera el 80-85% de retención de media y apenascede entre el 6 y el 10% de sus votos al PP, no más de 350.000 de los 3,3 millones de las anteriores generales. Eso lo compensa sobradamente con un 15% de media de los votos de expopulares, lo que supone algo más de un millón de nuevos sufragios.
No hay margen a un cambio del equilibrio actual en el Tribunal Constitucional (TC) que no pase por que PP y Vox consigan una 'supermayoría' articulada de tres quintos en el Senado, Cámara que después de las próximas elecciones generales del 29 de noviembre, y una vez renovada para la XVI Legislatura, deberá elegir los cuatro magistrados pendientes de cambios desde diciembre de 2025, entre ellos, el puesto de su presidente Cándido Conde-Pumpido, seguido de María Luisa Balaguer, Ricardo Enriquez y José María Macías. Los dos primeros, catalogados como progresistas, y como conservadores los dos últimos. Actualmente, de los 12 puestos que integran el organismo, hay un dominio de 7 vs. 5 representantes de ese ala progresista.
El acuerdo táctico de PP y Vox, formalizado este lunes para la inclusión de representantes de Vox en seis listas y la reducción de las candidaturas de los de Santiago Abascal en otras 14 provincias, refuerza a la derecha y sus previsiones ante la candidatura de coalición de PSOE y Frente Amplio, Senado de Progreso. Permite asegurar una menor pérdida de senadores, arrebatar otros en determinadas circunscripciones y garantizar una mayoría absoluta de 143 votos –según la estimación de El Independiente con los datos de 2023–, pero, a priori, no acercarse a los ansiados 162 escaños (3/5) que darían completa libertad a PP y Vox para la renovación de cargos institucionales. Ese ha sido uno de los propósitos de ambas formaciones: que Sánchez y sus socios pierdan la capacidad de decisión, de condicionar puestos.
El panorama no cambia demasiado la situación actual, porque una mayoría absoluta deja abiertos dos escenarios: que o bien se mantenga el bloqueo de estos momentos o que haya una renovación que cambie ligeramente el equilibrio sin impacto definitivo en el criterio frente a grandes asuntos. En detalle, la caducidad del mandato no implica que los magistrados pendientes de renovación abandonen el puesto. De hecho, siguen en el cargo hasta que eso se solucione y tomen posesión los nuevos sucesores. Así lo regula el artículo 17.2 de la Ley Orgánica del Tribunal Constitucional. Hay precedentes como el de los vocales del Consejo General del Poder Judicial (CGPJ), que pasaron más de cinco años y medio en funciones hasta que hubo un acuerdo entre PSOE y PP en junio de 2024. Por lo tanto, el bloqueo de la situación actual puede seguir manteniéndose si no hay punto de acuerdo entre populares y socialistas, algo más que posible si la mayoría popular depende en ambas cámaras de los acuerdos con Vox, y especialmente si termina habiendo un Gobierno de coalición entre los de Feijóo y Abascal.
Fuentes judiciales de alto rango consultadas por este periódico ven posible que se den múltiples escenarios. No cierran ninguna posibilidad, incluso la de esos tres quintos, hasta que no haya una sentencia firme de las urnas. Pero en el hipotético caso de una mayoría simple conservadora en la Cámara Alta, y además de ese bloqueo, ven posible que haya capacidad de negociación entre populares y socialistas. Recuerdan que la propuesta del PSOE durante esta pasada legislatura era la de un reparto 2-2 como el actual, con dos candidatos progresistas y dos conservadores que satisfaciese a ambos representantes del bipartidismo, pero que el PP no la aceptó a la espera de una renovaciónparlamentaria que les dejase en una mejor posición negociadora como la de las tres quintas partes comentadas. Estiman que al retomarse la negociación, a partir del lunes 30 de noviembre, el partido de Sánchez podría volver a poner sobre la mesa ese 2-2.
No ven incluso descabellado que se abra la puerta a un 3-1, incluso en un periodo de polarización extrema y con Vox condicionando las políticas del PP, algo de lo que el PSOE actual estaría muy lejos. Un 2-2 mantendría el mismo equilibrio actual, pero supondría la salida de Conde-Pumpido y la sucesión, que de no haber consenso y reiterarse el empate, sería adjudicada por antiguedad en el cargo a Ramón Sáez Valcárcel, designado por Moncloa, íntimo del presidente del TC y de perfil de izquierdas confirmado. De hecho, fue junto al exministro de Justicia Juan Carlos Campo –el otro del Gobierno–los únicos miembros del tribunal que respaldaron el recurso de amparo del Defensor del Pueblo para que los 'nietos' pudiesen ejercer el voto en las próximas elecciones tras la suspensión cautelar del Tribunal Supremo. Se inadmitió. De persistir el empate ante la propuesta de mayor antiguedad, se primaría a la figura de mayor edad, que por siete años de diferencia a Sáez es María Luisa Segoviano, igualmente calificada como progresista.
El relevo de Conde-Pumpido pasaría o por Sáez Valcárcel o por Segoviano, ambos considerados del sector progresista
Ese pacto de mínimos permitiría a la derecha, en todo caso, deshacerse de uno de los cargos más señalados durante esta legislatura, especialmente ante pronunciamientos como el aval a la amnistía, a la ley del aborto trece años después, a la ley de eutanasia, o la anulación de las condenas por los ERE a los exdirigentes socialistas Manuel Cháves y José Antonio Griñan. Un cambio 3-1, si se dan esas circunstancias, sería una cesión del PSOE que cambiaría el balance a un equilibrado 6-6 entre progresistas y conservadores, pero al ser o bien Sáez, por antiguedad, o bien Segoviano por edad, Presidencia, tendría la última palabra ante los empates en las votaciones, y su perfil progresista seguiría siendo determinante.
A poco más de un mes para iniciar de nuevo los contactos para esas renovaciones, solo hay tres comunidades que han puesto sobre la mesa nombres de candidatos a considerar, es el caso de los juristas Xabier Arzoz y Javier García Roca propuestos por el Parlamento Vasco –por el carácter territorial que tiene el Senado–; Yolanda Valdeolivas Garcia y Francisco José Bastida, por el Parlamento de Navarra, y el exministro socialista Francisco Caamaño, a sugerencia del Parlement de Cataluña. Valdeolivas y Caamaño están ligados al PSOE por su paso por el partido, Bastida es propuesta de la izquierda alternativa navarra, mientras que Arzoz y Roca se presentan como figuras sin adscripción reconocida.
De la elección autonómica al voto por 3/5
Los otros ocho puestos en el TC se eligen por tandas. Cuatro también corresponden al Congreso, dos al Gobierno y otros dos por el CGPJ, todos con una mayoría extracualificada de tres quintos salvo los cargos definidos por el Ejecutivo. Se hace por tandas de nueve años, por lo que tras las designaciones de Gobierno y CGPJ a finales de 2022, tocaría en 2031. En 2028 en el caso del Congreso. Sin una mayoría amplia de 210, tanto un Gobierno de izquierdas como de derechas debería pactar por igual los cuatro puestos, lo que mantendría ese equilibrio salvo sorpresa.
Con el caso actual, una vez abierto en el Senado el plazo de presentación de candidaturas, cada comunidad autónoma propone cargos, máximo dos por cámara. Estos nombres deben cumplir requisitos como ser juristas de reconocida trayectoria y competencia, o contar con 15 años de ejercicio profesional. Una vez comunicados, la Comisión de Nombramientos del Senado examina a los candidatos y los aspirantes comparecen ante ella. La comisión determina una propuesta con tantas figuras como puestos se deban cubrir, en este caso cuatro. Llega después al pleno, y después de una votación en urna, con papeletas y secreta, los senadores deciden los nombramientos. Se requiere que cada uno cuente con 3/5 que solo PP y PSOE como mínimo pueden garantizar. Una vez designados, se comunica al Rey las propuestas y se procede a sus nombramientos.
Paulo Marinho, primeiro suplente de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pode herdar a cadeira no Senado com a fuga do senador para os Estados Unidos. Empresário e ex-aliado da família Bolsonaro, ele rompeu com O clã em 2020 e declarou voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022.
Marinho foi eleito suplente de Flávio em 2018 e emprestou a própria casa, no Jardim Botânico, no Rio, como quartel-general da campanha de Jair Bolsonaro. A ruptura com o clã bolsonarista se tornou pública em maio de 2020.
Naquele mês, em entrevista à Folha de S.Paulo, Marinho afirmou que Flávio foi avisado por um delegado da Polícia Federal, entre o primeiro e o segundo turno de 2018, de que a Operação Furna da Onça atingiria a Assembleia Legislativa do Rio e pessoas do gabinete do então deputado estadual.
Leia Mais:
Segundo o empresário, o próprio Flávio lhe contou o episódio em dezembro daquele ano e pediu ajuda para a defesa jurídica. A operação tinha entre os alvos o ex-assessor Fabrício Queiroz.
Flávio negou. Classificou a entrevista como invenção e disse que o suplente queria a vaga dele no Senado. As pazes vieram em 2024. Marinho migrou para o Republicanos em 2023, pouco antes de reatar com a família. No intervalo, Marinho presidiu o PSDB do Rio.
O suplente não assume o posto automaticamente. Pela Constituição, ele só é convocado quando a vaga abre, por morte, renúncia ou cassação do titular, ou quando o senador se licencia por mais de 120 dias. Cada senador tem dois suplentes, chamados em ordem. No caso de Flávio, Paulo Marinho é o primeiro e o empresário Leonardo Rodrigues é o segundo.
Sair do Brasil, mesmo que de forma definitiva, não faz o senador perder o mandato. Para a vaga abrir, seria preciso renúncia de Flávio, cassação por decisão do plenário do Senado ou perda do mandato por faltas, quando o parlamentar deixa de ir a ⅓ das sessões ordinárias do ano sem licença ou missão autorizada.
Nesse último caso, a perda é declarada pela Mesa do Senado. Não, porém, tempo hábil para que isso aconteça. Já que o mandato de Flávio termina em fevereiro de 2027. Se assumisse agora, Marinho cumpriria apenas o que resta: pouco mais de três meses. Até a publicação desta reportagem, não há pedido de renúncia nem de licença de Flávio.
Flávio deixa o país
Flávio perdeu a eleição para Lula no domingo (25), que governará o país por um quarto mandato. Na noite de domingo, o bolsonarista disse que não reconhecia o resultado e pediria a anulação do pleito. Na segunda (26), a Polícia Federal o intimou a entregar os passaportes, por decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.
Nas redes sociais, Flávio disse que a medida veio depois de uma visita ao pai, Jair Bolsonaro, e de uma fala do irmão Eduardo, que vive nos Estados Unidos, e afirmou que entregaria os documentos. Na terça (27), não entregou. A PF cancelou os passaportes comum e diplomático do senador. Aliados disseram à CNN que ele deixou Brasília de madrugada e seguiu para os EUA com a mulher e as duas filhas, por medo de ser preso.
Flávio responde a inquéritos no Supremo. Um apura o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro, junto ao Banco Master, do banqueiro Daniel Vorcaro, sob relatoria do ministro André Mendonça.
Outro, relatado por Moraes, investiga suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz, amigo do senador. Flávio chamou essa apuração de “fake news”, e Tomaz nega ter cometido crimes.
Quem é Paulo Marinho
Paulo Roberto Franco Marinho tem 74 anos e nasceu no Rio de Janeiro. Começou a trabalhar aos 14 anos na Excelsior Seguros e construiu carreira no mercado financeiro, na indústria naval e na comunicação. Dirigiu o estaleiro Verolme, em Angra dos Reis, ao lado do empresário Nelson Tanure, e passou pelo Jornal do Brasil e pela Gazeta Mercantil, onde chegou à vice-presidência executiva.
É pai do humorista e político André Marinho (Novo), que disputou o governo do Rio neste ano e teve 0,54% dos votos, e da cantora Giulia Be, casada com Conor Kennedy, filho do secretário de Saúde dos EUA, Robert Kennedy Jr. O casamento religioso foi em 10 de outubro, no Rio, com almoço no Instituto Brando Barbosa
A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública e da proposta de tarifa zero no transporte coletivo são as principais prioridades do governo federal para a reta final de 2026. Em entrevista ao Jornal do Commercio, nesta terça-feira (27), a senadora disse que o objetivo é concluir a tramitação das medidas ainda neste ano, após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para um quarto mandato.
"Nós temos duas pautas já definidas como prioritárias pelo governo antes mesmo da eleição. Uma delas é a conclusão da tramitação da PEC da Segurança", afirmou Teresa. A parlamentar explicou que o governo pretende retomar a votação da proposta já na próxima semana, após o adiamento da análise pelo plenário do Senado.
A PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025) teve sua tramitação concluída na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em 14 de outubro, mas foi retirada da pauta do plenário no dia seguinte pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), diante da falta de acordo sobre emendas apresentadas ao texto. A proposta busca ampliar a integração entre os órgãos de segurança pública e estabelecer novas regras de cooperação entre União, estados e municípios.
"A votação da 6x1 terminou 10 horas da noite. E aí nós teríamos a quinta-feira para votar, mas não houve um entendimento a respeito de duas emendas. Então, o presidente Davi resolveu tirar de pauta, porque disse que as bancadas não tinham acordo com as emendas", explicou a senadora, acrescentando que o governo deseja retomar a análise da PEC já na próxima semana.
A segunda prioridade é a proposta de tarifa zero no transporte coletivo, encaminhada por Lula ao Congresso Nacional na última quarta-feira (21). O texto prevê a destinação de pelo menos 26,8% das emendas parlamentares impositivas individuais e de bancada ao financiamento da gratuidade do transporte público, especialmente nos fins de semana e feriados. A medida, caso aprovada, deverá produzir efeitos orçamentários a partir de 2027.
Prioridades para novo mandato de Lula
Para 2027, Teresa apontou a reorganização das políticas federais de segurança pública, a continuidade das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a conclusão da Transnordestina entre os temas que deverão integrar a agenda do novo mandato de Lula.
Na educação, a senadora destacou a execução do Plano Nacional de Educação (PNE), o fortalecimento do Sistema Nacional de Educação e a ampliação do ensino em tempo integral. Ela também mencionou a intenção do presidente de fortalecer a comunicação digital do governo e ampliar o contato direto com a população.
A líder do governo ponderou, no entanto, que as diretrizes apresentadas por Lula no discurso após a vitória eleitoral ainda precisarão ser detalhadas. Segundo Teresa, a elaboração da agenda do próximo mandato envolverá as diferentes forças partidárias que integram a base governista, além da definição da nova composição ministerial.
"O PT não é o único partido do governo. O discurso é fruto de todo o exercício da campanha, de toda a leitura da coordenação da campanha que não era composta só por petistas, de toda uma avaliação do que foi feito no governo, mas (a agenda de pautas) ainda é discurso, são itens de um discurso", avaliou.
Para Teresa, o discurso de Lula também sinalizou a intenção de dar continuidade às políticas e obras iniciadas no atual mandato, especialmente nas áreas de saúde, educação e infraestrutura.
"Vai ter ainda a comissão de transição, vai ter a configuração do novo governo, quem é que vai compor os ministérios. Eu acho que o que ele pontuou foi avanços na saúde [...] o que ele quer que avance na educação e as obras estruturantes que estão mudando de fato a face dos municípios e dos estados", acrescentou.
Reforma do STF
Outra discussão que deverá integrar a agenda política do novo mandato é a reforma do sistema de Justiça, incluindo mudanças no Supremo Tribunal Federal (STF). Teresa defendeu a necessidade de rever regras de funcionamento da Corte e criticou a postura de alguns ministros, afirmando que episódios envolvendo seus integrantes afetaram a imagem da instituição perante a sociedade.
"O sistema nacional de Justiça é mais amplo, não existe só o STF nele. Inclusive a situação das defensorias é uma situação que a gente precisa ter muita atenção, a celeridade da Justiça para o pobre, como as defensorias atuam em termos de pessoal, em termos de infraestrutura, tem uma série de coisas para melhorar", afirmou.
Ao tratar especificamente do Supremo, a líder governista reconheceu a necessidade de respostas às críticas dirigidas à Corte.
"O Supremo foi muito maltratado como instituição por conta da postura de alguns ministros. Então isso pegou na sociedade, pesou em todos nós, e precisa ser realmente, a sociedade merece uma resposta sobre isso", declarou.
Entre as mudanças defendidas pela senadora estão a instituição de mandatos para ministros do STF, a revisão dos critérios de idade para ingresso na Corte e a criação de regras mais rígidas sobre a atuação de familiares de magistrados na advocacia. As propostas já foram mencionadas por Lula durante a campanha presidencial, mas ainda dependem de uma discussão mais ampla para sua eventual formalização.
"O que o presidente Lula colocou, e que eu também tenho dito em algumas entrevistas, é que tem temas que podem ser consensuais, como, por exemplo, em vez de ser vitalício até 75 anos, ser mandato", afirmou Teresa, acrescentando que o tempo de permanência dos ministros na Corte precisa ser discutido.
A parlamentar também mencionou a necessidade de estabelecer regras de conduta para os integrantes do Supremo. O presidente da Corte, Edson Fachin, anunciou em fevereiro a elaboração de um Código de Ética, sob relatoria da ministra Cármen Lúcia, mas a iniciativa enfrenta resistências internas.
Apesar de defender mudanças, Teresa ressaltou que a reforma deve ser conduzida por meio de negociação institucional, sem comprometer a independência do Judiciário.
"Isso não se faz de sopetão, nem se faz com argumento de força. Isso só se faz com muito diálogo, porque a gente está tratando do Supremo Tribunal Federal, não é pouca coisa. A gente tem que tratar isso com todo o cuidado, com toda leitura política e, ao mesmo tempo, da defesa das instituições", declarou.
Questionada sobre a pressão de setores da oposição pela abertura de processos de impeachment contra ministros do STF, a senadora criticou a atuação do PL e associou as iniciativas ao papel desempenhado por Alexandre de Moraes no julgamento da tentativa de golpe de Estado.
"A oposição tem uma fixação, é uma coisa até meio doentia, de colocar impeachment contra Alexandre de Moraes, porque ele foi o relator da tentativa de golpe de 8 de janeiro", afirmou.
Teresa acrescentou que eventuais pedidos de afastamento de ministros devem ser tratados com critérios institucionais e não como instrumentos de disputa entre bancadas.
"Impeachment é uma coisa muito séria, que alguém não pode tratar como uma coisa política, de bancada. Tem que ser uma coisa mais ampla", concluiu.
Disputa pela presidência do Senado
A preparação para 2027 também envolve as articulações pela presidência do Senado, que terá sua Mesa Diretora renovada em fevereiro. Teresa afirmou que a bancada governista ainda não iniciou formalmente as negociações e defendeu a participação dos senadores eleitos em outubro na definição das candidaturas.
Ao comentar a movimentação da oposição, a senadora criticou a postura adotada pelo PL após o primeiro turno da eleição presidencial. Segundo ela, integrantes do partido já se articulavam para assumir o comando da Casa sob a perspectiva de uma vitória de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo Palácio do Planalto.
A parlamentar mencionou as articulações da direita em torno dos nomes de Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS) para a presidência do Senado. Com a reeleição de Lula, entretanto, avaliou que as negociações terão de ser reorganizadas.
"O PL estava atuando como se a gente já estivesse em 2027. Depois do primeiro turno, o nível de arrogância deles foi desse patamar: 'nós vamos ter governo', 'nós somos maioria aqui', já fazendo campanha, que estava entre Rogério Marinho e Tereza Cristina, mas agora eu acho que está tudo zerado", afirmou Teresa.
Apesar das críticas, Teresa reconheceu o crescimento da representação do PL no Senado, mas destacou que o PT também ampliou sua bancada. O partido de Flávio Bolsonaro terá a maior representação partidária da Casa a partir de 2027, com pelo menos 28 senadores, enquanto o PT deverá passar de nove para dez integrantes.
Para a líder governista, a nova composição partidária reforça a necessidade de negociação entre as bancadas. Ela defendeu que seja mantido o critério de proporcionalidade na distribuição dos cargos da Mesa Diretora, independentemente de qual partido assuma a presidência da Casa.
"Aqui na Casa, eu experimentei já duas eleições, a gente segue o critério da proporcionalidade para a composição da Mesa. E isso a gente vai requerer que continue", afirmou.
Teresa também reconheceu a possibilidade de Alcolumbre disputar a reeleição, mas ressaltou que ainda não houve definição sobre o apoio da bancada governista.
Na segunda-feira (26), Alcolumbre e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), se reuniram com Lula no Palácio da Alvorada, em Brasília, um dia após a vitória do petista no segundo turno. Os dois parlamentares buscam permanecer no comando de suas respectivas Casas a partir de fevereiro.
Embora as articulações já movimentem o Congresso, Teresa defendeu que os novos senadores tenham participação direta na escolha da próxima Mesa Diretora, cuja eleição está marcada para 1º de fevereiro de 2027, dia da posse dos eleitos.
"Eu defendo que a gente envolva nessa discussão os que virão, porque quem vai votar não é essa legislatura. Quem vai votar é a próxima. Então não dá para você pegar um senador no dia da posse e dizer a ele, 'a chapa é essa', não dá. Ele tem que participar do debate", argumentou.
A líder do governo afirmou que as negociações deverão começar ainda neste ano, mas descartou que a aprovação das propostas prioritárias do Executivo seja utilizada como moeda de troca nas articulações pela presidência da Casa.
"Não há moeda de troca entre projeto. A discussão passa por outros critérios", concluiu.
Líder do Governo Lula no Senado, Teresa Leitão (PT-PE) elencou prioridades da gestão petista para o fim de 2026 e o início do quarto mandato do presidente reeleito
Comuns no se presentará el 29-N en las circunscripciones de Girona, Tarragona y Lleida para "cerrar el paso a la derecha y la extrema derecha en la Cámara Alta" Leer
Comuns no se presentará el 29-N en las circunscripciones de Girona, Tarragona y Lleida para "cerrar el paso a la derecha y la extrema derecha en la Cámara Alta"
Manila, 27 oct (Prensa Latina) El senador filipino JV Ejercito presentó hoy dos proyectos de ley para incorporar a organizaciones de la sociedad civil en las consultas, revisión y supervisión del presupuesto nacional y de los planes locales de gasto.
La suma de ambos partidos oscila entre 156 y 167 escaños, cuando con 161 se abre la posibilidad de renovar magistrados del Tribunal Constitucional Leer
La suma de ambos partidos oscila entre 156 y 167 escaños, cuando con 161 se abre la posibilidad de renovar magistrados del Tribunal Constitucional