A cachaça carrega características da cana, do alambique e das escolhas feitas durante a produção. No caso do azeite, a variedade das azeitonas, o cultivo e a extração interferem no resultado. Já o doce de leite parte de ingredientes conhecidos, mas muda de acordo com a receita e o modo de fazer.
Em pequenas e médias propriedades rurais, técnicas, receitas e conhecimento acumulado dão características próprias a alimentos e bebidas que chegam à mesa dos brasileiros.
Cachaça de alambique, azeite e doce de leite foram as três categorias da edição de 2026 do Prêmio CNA Brasil Artesanal. Criada para valorizar alimentos e bebidas produzidos por pequenos e médios produtores rurais, a iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reconhece a qualidade e a identidade da produção artesanal brasileira.
Neste ano, 370 amostras participaram do concurso: 170 cachaças de alambique, 115 doces de leite e 85 azeites. Até chegar aos premiados, os produtos passaram por duas etapas de avaliação, uma com especialistas e outra aberta aos consumidores.
A cerimônia de premiação ocorreu em 15 de outubro, em Brasília, e reconheceu 30 produtos de seis estados. Os três primeiros colocados de cada modalidade receberam certificados, prêmios em dinheiro e os Selos Ouro, Prata e Bronze.
Primeiro, o produto. Depois, o rótulo
As amostras foram apresentadas sem identificação das marcas, para que os especialistas avaliassem suas características. A história dos produtos também esteve entre os aspectos considerados pelo concurso.
Na cachaça de alambique e no doce de leite, os finalistas foram conhecidos em maio e seguiram para o júri popular em 26 de junho. As cachaças foram avaliadas durante a PecBrasil, em Fortaleza (CE), e os doces de leite, na Expovitis, em Brasília.
Entre as cachaças amarelas, o primeiro lugar ficou com a Cachaça Cana da Terra Extra Premium, produzida por Antônio Abrão Bastos, em Alexânia (GO). A vencedora da categoria de cachaças brancas foi a Cachaça Durvalina, de João Alves, de Igarapé (MG).
Na disputa dos azeites, o Mantikir Summit Premium, de Herbert Silva Sales, produzido em Santo Antônio do Pinhal (SP), conquistou o primeiro lugar entre os blends, elaborados com diferentes variedades de azeitonas. Já o Alto das Oliveiras, de José Martins de Siqueira Filho, de Delfim Moreira (MG), venceu entre os monovarietais, feitos com uma única variedade.
Minas Gerais também levou os dois primeiros lugares do concurso de doce de leite. Na categoria pastoso, venceu o Dona Marlene, produzido por Raphaela Nayara, em Nova União. Entre os doces em barra, o campeão foi o Alferes do Tacho, de Leonardo de Souza Chagas, de São João del Rei.
Quem está por trás dos produtos
A fabricação de cachaça está na família de Antônio Abrão Bastos há cinco gerações. Para o produtor de Alexânia (GO), o prêmio reconhece o trabalho familiar e a importância da bebida para a cultura e o turismo brasileiros.
Em Santo Antônio do Pinhal, no interior paulista, Herbert Silva Sales conquistou o reconhecimento ainda na quarta safra da marca Mantikir. O resultado veio após os desafios enfrentados para desenvolver um azeite de qualidade e competir com produtores já estabelecidos no setor.
Em Delfim Moreira (MG), José Martins de Siqueira Filho participou do programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar, que o incentivou a inscrever seu azeite no concurso.
Entre os fabricantes de doce de leite, Raphaela Nayara compartilhou o reconhecimento com a equipe envolvida na produção do Dona Marlene. Leonardo de Souza Chagas, responsável pelo Alferes do Tacho, recebeu a premiação como incentivo para continuar aperfeiçoando a receita.
Criado em 2019, o Prêmio CNA Brasil Artesanal já contemplou produtos como queijos, geleias, chocolates, salames, azeites, vinhos, cafés especiais e mel. A edição de 2026 reuniu produtores de diferentes regiões do país e deu visibilidade a receitas e técnicas desenvolvidas em pequenas e médias propriedades rurais.
“A CNN Brasil não se responsabiliza pelo conteúdo deste publieditorial e pelas informações sobre os produtos/serviços promovidos nesta publicação”.
La pastelería española tiene una nueva protagonista. Lluïsa Estrada, una pastelera de la localidad barcelonesa de Navarcles, acaba de hacer historia por partida doble: se ha coronado como la mejor pastelera de España y, a su vez, se ha convertido en la primera mujer en ganar el concurso Mejor Maestro Artesano Pastelero de España (MMAPE), que celebró la edición de 2026 los pasados 26 7 27 de octubre en Valencia.
Estrada, que trabaja como profesora en la Escuela de Pastelería del Gremio de Barcelona (EPGB), se enfrentó a otros cinco finalistas llegados de distintos puntos del país. Tras dos jornadas de pruebas, el jurado decidió conceder el premio ex aequo a la catalana y a Marcos Zaragoza, de la pastelería Dama Blanca, en Castellón. Ambos superaron el 80% de la puntuación, el mínimo exigido para obtener el reconocimiento.
La propuesta de Estrada destacó por su cuidado estético, la limpieza en la ejecución y la constancia durante las pruebas. Su trabajo estaba inspiradoen las formas de la naturaleza y el biomorfismo. Además, fue la única participante que apostó por una pieza artística de azúcar, frente al chocolate elegido por el resto de concursantes.
Medio año de preparación para hacer historia
Pero conseguir este reconocimiento no ha sido cuestión de suerte. La pastelera catalana llevaba casi seis meses preparando la competición y dedicó buena parte de sus vacaciones y de su tiempo libre a entrenar y perfeccionar sus elaboraciones. A pesar del esfuerzo, Estrada reconoce que no tenía del todo claro presentarse. De hecho, se inscribió el último día del plazo y tuvo dudas hasta el final sobre qué temática escoger.
Era, además, su primera vez en un concurso de estas características. "Participar era una manera de seguir avanzando, porque en la pastelería no te puedes estancar, debes evolucionar siempre", ha explicado tras conocer el resultado. También ha destacado la satisfacción de haber conseguido el título en nombre de la escuela en la que trabaja.
De Barcelona a los mejores hoteles y pastelerías
Nacida en Navarcles en 1996, Lluïsa Estrada se formó en la Escuela de Pastelería del Gremio de Barcelona, donde estudió entre 2015 y 2018. También amplió sus conocimientos en el Culinary Institute of America, en Nueva York, y realizó estancias formativas con profesionales como Stéphane Weber, Noa Carrol y Hans J. Walker.
Su trayectoria incluye experiencia en algunos establecimientos de prestigio, como los hoteles Le Méridien de Dubái y Four Seasons de Madrid, además de las pastelerías Panod, en Madrid, y Natcha, en Barcelona. Desde 2021 ejerce como profesora en la misma escuela donde se formó. Allí destaca por su trabajo con el caramelo y las masas de hoja, dos de las especialidades en las que ha desarrollado su técnica.
Comer um prato de iscas de vitela por 11 euros num restaurante recomendado pelo Guia Repsol é uma possibilidade no Algarve. O estabelecimento serve cozinha tradicional portuguesa, incluindo especialidades de carne e peixe, e mantém uma ementa com diferentes opções a preços acessíveis, incluindo pratos do dia que permitem almoçar sem gastar muito.
Trata-se do Restaurante Bocage, situado na zona histórica de Loulé, junto à Praça da República. De acordo com o Guia Repsol, o espaço funciona desde 1984 e encontra-se atualmente na terceira geração da mesma família. A página do guia destaca o ambiente acolhedor, a qualidade da cozinha e o atendimento, tendo incluído o estabelecimento na sua seleção de Soletes de 2025.
Iscas de vitela são uma das recomendações do Guia Repsol
Entre os pratos destacados pela publicação espanhola encontram-se as iscas de vitela, que, segundo a ementa oficial do restaurante, custam 11 euros na versão de prato principal, com acompanhamento incluído. O estabelecimento disponibiliza ainda uma porção de iscas como entrada quente, com um preço de 6,50 euros.
Além desta especialidade, o Guia Repsol recomenda o bife de atum à algarvia, as lulas temperadas, o bife com pimenta e as costeletas de borrego. O restaurante recebeu a distinção Solete, atribuída a estabelecimentos que se destacam pela autenticidade, pela comida e pela experiência proporcionada aos clientes, abrangendo espaços de diferentes categorias e preços.
Prato servido no Bocage. Crédito: DR
Há pratos do dia a partir de 11 euros
A ementa publicada para esta sexta-feira, 30 de outubro, apresenta duas sugestões do dia. Uma delas combina papas de milho com marisco e peixe frito, por 11 euros, enquanto a outra é uma jardineira de vitela, disponível por 12,50 euros. Estes pratos fazem parte da oferta diária, que pode variar consoante o dia da semana.
Segundo a mesma ementa, quem preferir carne encontra ainda peitinhos de frango grelhados a 11 euros, maminha e espetada de vitela a 16 euros, bife da vazia grelhado a 16,50 euros e bife com pimenta a 18,50 euros. As costeletas de borrego, também recomendadas pelo Guia Repsol, apresentam um preço de 20 euros. Os acompanhamentos estão incluídos nos pratos principais.
Peixe fresco também faz parte da oferta
O peixe ocupa igualmente um lugar importante na cozinha do Restaurante Bocage. Entre as opções disponíveis encontram-se o robalo e a dourada grelhados, ambos com preços a partir de 15 euros, e o bife de atum à algarvia, que custa 16 euros. Há ainda propostas como chocos temperados e lulas, que integram a oferta de peixe e marisco do estabelecimento.
Para quem prefere começar a refeição com uma entrada, a ementa inclui sopa de legumes por dois euros, azeitonas por um euro e cenouras por 1,50 euros. Entre as entradas quentes destacam-se os camarões preparados com alho, a 12 euros, e as amêijoas à Bulhão Pato, a 18 euros. Estes valores são cobrados separadamente dos pratos principais.
Restaurante Bocage. Crédito: DR
Sobremesas tradicionais custam a partir de 3,50 euros
A oferta de sobremesas mantém a ligação à cozinha tradicional, com opções como pudim de ovos, mousse de chocolate, bolo de bolacha e doce da casa. Cada uma destas sugestões apresenta um preço entre 3,50 e quatro euros. Para quem procura sabores mais associados ao Algarve, a ementa inclui uma tarte de amêndoa, alfarroba e figo por 4,50 euros.
O restaurante disponibiliza também pratos preparados por encomenda, destinados a grupos de pelo menos quatro pessoas. Entre as possibilidades encontram-se cataplana de carne, arroz de marisco e carne de porco com amêijoas. Algumas especialidades, como a cataplana de peixe e o arroz de tamboril, apresentam preços variáveis, dependendo do valor dos ingredientes no mercado.
Restaurante funciona há mais de quatro décadas no centro de Loulé
A história do Bocage começou em 1984 e mantém-se ligada à mesma família. Segundo o Guia Repsol, esta continuidade é uma das características que distinguem o estabelecimento, que aposta numa cozinha tradicional e num ambiente familiar. O restaurante privilegia os pratos do dia, o peixe fresco e as receitas portuguesas, procurando conservar uma identidade associada à gastronomia regional.
O Restaurante Bocage encontra-se na Rua Bocage, número 14, no centro histórico de Loulé, e funciona de segunda-feira a sábado, ao almoço, entre as 12 h e as 15 h, e ao jantar, das 18:45 h às 22 h, encerrando aos domingos. As reservas podem ser feitas através do contacto telefónico 289 412 416.
O arroz “Pica no Chão” vai estar em destaque, entre 13 e 15 de novembro, em 39 restaurantes do concelho de Barcelos.
Promovida pelo Município de Barcelos, a iniciativa convida residentes e visitantes a saborearem uma das especialidades “mais emblemáticas da cozinha tradicional local, contribuindo para a valorização da gastronomia e a dinamização da restauração”.
Integrado no programa anual “7 Prazeres da Gastronomia”, o Fim de Semana do Arroz Pica no Chão assinala este ano a sua 18.ª edição, reafirmando a importância desta iguaria na identidade gastronómica do concelho e na promoção de Barcelos enquanto destino turístico.
O Município de Barcelos recomenda a reserva antecipada nos restaurantes aderentes, de forma a garantir a degustação desta especialidade gastronómica.
Rota do Vinho e da Vinha e I Encontro Enogastronómico de Barcelos no mesmo fim de semana
Paralelamente ao Fim de Semana do Arroz Pica no Chão, realiza-se, em 14 de novembro, entre as 14:00 e as 18:00, a Rota do Vinho e da Vinha, que este ano inclui uma visita às Caves Campelo, em Moure. A iniciativa pretende “dar a conhecer a tradição vitivinícola do concelho e valorizar a produção local”. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, sujeita à disponibilidade de vagas, através do site www.agenda.barcelos.pt.
No mesmo dia, entre as 14:00 e as 18:00, o Convento de São Salvador de Vilar de Frades acolhe o I Encontro Enogastronómico de Barcelos, subordinado ao tema “Património, Identidade e Futuro da Alimentação”. A iniciativa pretende “promover a reflexão e a partilha de conhecimentos em torno da gastronomia, enquanto elemento de identidade cultural e de valorização do património local”. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, sujeita à disponibilidade de vagas, através do endereço eletrónico cultura@cm-barcelos.pt
Bares, restaurantes, pastelerías y cafeterías sacan su lado más terrorífico con sus propuestas para celebrar este fin de semana la festividad anglosajona, que año tras año gana más adeptos en nuestro país. Leer
Bares, restaurantes, pastelerías y cafeterías sacan su lado más terrorífico con sus propuestas para celebrar este fin de semana la festividad anglosajona, que año tras año gana más adeptos en nuestro país.
Está a pensar ir comer fora? Veja aqui algumas sugestões de menus a preços económicos.
Se tem um restaurante e pretende colocar aqui – de forma gratuita – o seu menu, envio-o no dia anterior ou, no máximo, até às 10h00 do dia a que se refere para: guiaalgarve@gmail.com.
Aberto de terça a sábado, das 12h00 às 15h00 (almoço); das 15h00 às 17h00 (petiscos/snacks) e das 19h00 às 22h00 (jantar) e ao domingo, das 12h00 às 15h00
Maurício Horsth poderia seguir a carreira do pai, do Roupa Nova, mas escolheu o som das panelas e o receiturário português para fazer uma cozinha que flerta com a alta gastronomia, mas sem melindres.
Está en todas partes. La mediocridad premium es un fantasma que recorre el planeta e impregna todos los nichos de consumo concebibles en la actual etapa del capitalismo tardío, de la hostelería a los espectáculos pasando por la oferta cultural, la moda, la salud, la belleza o los viajes.
Primera hamburguesa "exclusiva" de las mil despachadas durante el World Burger Day en un restaurante de comida rápida (o de lujo, según se mire) en Italia, en 2023.
Los huesillos extremeños forman parte de la añeja tradición española de dulces fritos o frutas de sartén, ubicuos en las fiestas tradicionales. Una masa estilo rosquilla aromatizada con anís que se modela en forma de huesito, típica en Extremadura para celebrar el día de Todos los Santos, aunque se encuentran en otras festividades y casi todo el año. Elaboraciones muy similares se conocen por el nombre de huesos de San Expedito en otras zonas como Andalucía o ambas Castillas, entre otras. Que he dicho entre otras, ¿eh?
Los castaños inauguran el otoño cuando sus frutos besan el suelo. Una ofrenda generosa que pone el alimento a nuestros pies y trae promesas de calidez en el comienzo de los meses fríos. Un manjar delicado y versátil que cuenta con Indicación Geográfica Protegida (IGP) en Galicia y hoy se emplea para elaborar maravillas culinarias, aunque nunca ha perdido su carácter de humildad. Durante siglos, las castañas fueron un modo de subsistencia, un medio de pago y un escudo contra el hambre: antes de que llegaran el maíz y las patatas desde América, este alimento nutritivo y duradero aseguraba comida caliente en los inviernos y harina para todo el año. Por algo el castaño también se conoce como el árbol del pan.
A experiência junta uma refeição a 230 metros de profundidade e visita à coleção de Santa Bárbara. A primeira sessão pública está marcada para 12 de novembro.
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Brasileiros Rodrigo Oliveira, Jéssica Trindade e Claude Troisgros marcam presença no Dinner of the Year, com dadinho de tapioca, bobó e peixe com banana. Evento desembarca em São Paulo ano que vem.
O Jardim da Alameda e as instalações do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), em Faro, vão transformar-se num espaço de descoberta e experimentação durante a primeira edição do Festival Geração Ciência Sem Medo, que decorre na sexta-feira e no sábado, 30 e 31 de outubro. A iniciativa reúne mais de 30 entidades e propõe dezenas de atividades gratuitas, entre experiências científicas, cinema, gastronomia, exposições e propostas destinadas a crianças, jovens e famílias.
Organizado pelo Centro Ciência Viva do Algarve, em parceria com a União das Freguesias de Faro, o festival pretende aproximar a investigação científica da população, proporcionando oportunidades de contacto direto com investigadores, professores, estudantes e técnicos de diferentes áreas do conhecimento.
Sob o tema “Energias Verdes e Azuis”, o programa abrange assuntos relacionados com o mar, a biodiversidade, as energias renováveis, a sustentabilidade e a Dieta Mediterrânica, incluindo também atividades nas áreas da tecnologia, astronomia, arte e cultura.
A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Faro e da Agência Nacional Ciência Viva, envolvendo instituições científicas, escolas, associações e outras entidades.
Jardim da Alameda transforma-se num laboratório de experiências científicas
Um dos principais atrativos do festival será o conjunto de bancas científicas e atividades interativas que estarão disponíveis nos dias 30 e 31 de outubro, entre as 10:00 e as 17:00, no Jardim da Alameda e na sala de exposições do IPDJ.
Os espaços estarão organizados em três grandes áreas temáticas: Mar, Oceano e Biodiversidade; Ambiente, Sustentabilidade e Território; e Ciência, Tecnologia e Criatividade.
Ao longo dos dois dias, os visitantes poderão participar em experiências, testar materiais, colocar questões e conhecer projetos científicos relacionados com diferentes desafios ambientais e tecnológicos.
Investigadores, estudantes, professores e técnicos das entidades participantes estarão disponíveis para explicar fenómenos científicos e demonstrar de que forma a investigação contribui para compreender o mundo e encontrar soluções para problemas do quotidiano.
O programa pretende proporcionar atividades acessíveis a diferentes faixas etárias, valorizando a aprendizagem através da observação, da experimentação e do contacto direto com a ciência.
Gastronomia algarvia e biodiversidade em destaque no Palco Alameda
O Palco Alameda será outro dos principais espaços do festival, acolhendo conversas com investigadores, apresentações de projetos e demonstrações gastronómicas.
Na sexta-feira, 30 de outubro, a programação inclui temas relacionados com as pescas de baixo impacto, a biodiversidade marinha da Pedra do Valado e curiosidades sobre os camaleões e as baleias que visitam o Algarve.
A gastronomia regional terá também lugar nas atividades, com demonstrações dedicadas à azeitona britada, à herança mediterrânica e à utilização sustentável dos recursos provenientes da terra e do mar.
No sábado, 31 de outubro, o programa abordará a importância da pecuária extensiva para a conservação da biodiversidade e das raças autóctones algarvias.
Ao meio-dia, está prevista uma demonstração gastronómica que apresentará uma nova interpretação das tradicionais bolas de Berlim, inspirada nos princípios da Dieta Mediterrânica.
Estas atividades procuram estabelecer uma ligação entre o conhecimento científico, as tradições alimentares e a valorização dos produtos e recursos naturais do Algarve.
Star Wars e jovens investigadores entre os destaques do programa
O Auditório do IPDJ acolherá várias sessões que cruzam ciência, cinema e sustentabilidade.
Na sexta-feira, durante a tarde, serão exibidas curtas-metragens ambientais dedicadas à água, à poluição, ao aproveitamento da energia do mar e aos serviços prestados pelos ecossistemas da Ria Formosa.
As sessões pretendem estimular a reflexão sobre a relação entre a sociedade e o ambiente, utilizando o cinema como instrumento de divulgação científica.
No sábado, 31 de outubro, às 15:00, realiza-se a sessão “Star Wars: da Ciência à Ficção”, dedicada à análise dos fenómenos científicos presentes na conhecida saga cinematográfica.
A atividade pretende distinguir os elementos que encontram fundamento no conhecimento científico atual daqueles que continuam a pertencer ao domínio da ficção.
Por coincidir com o Halloween, a organização convida os participantes a comparecerem vestidos como personagens de Star Wars.
Às 16:00, o auditório recebe a sessão “Jovens Cientistas Sem Medo”, durante a qual jovens investigadores terão três minutos para apresentar os seus projetos científicos.
A iniciativa procura divulgar o trabalho desenvolvido por uma nova geração de investigadores, através de intervenções breves e acessíveis ao público.
Conversas informais aproximam investigadores da população
A esplanada do IPDJ será palco de atividades participativas ao longo da sexta-feira.
Entre as 10:00 e as 13:00, realiza-se “Mais do que Jogos de Tabuleiro”, uma proposta que associa a aprendizagem científica ao entretenimento.
Da parte da tarde, entre as 15:00 e as 16:00, decorre a atividade “Operação Semente”.
Às 17:00 começa “Ciência Imperial”, uma iniciativa inspirada no movimento internacional Pint of Science, que decorrerá até às 18:30.
O encontro pretende proporcionar conversas informais entre investigadores e visitantes, permitindo que o público coloque perguntas, esclareça dúvidas e conheça curiosidades científicas num ambiente descontraído.
A proposta procura tornar o contacto com a investigação mais acessível, dispensando conhecimentos científicos prévios.
Planetário Móvel e atividades de Halloween para toda a família
O programa inclui também atividades na Plataforma das Rosas, no Jardim da Alameda, onde estará instalado o Planetário Móvel do Centro Ciência Viva do Algarve.
Na sexta-feira, estão previstas sessões imersivas dedicadas à descoberta do Universo, permitindo aos participantes explorar temas relacionados com a astronomia.
No sábado, a programação inclui observações astronómicas, proporcionando novas oportunidades para conhecer o céu e os seus fenómenos.
Na manhã de sexta-feira, o espaço receberá igualmente uma sessão de Zumba.
Ainda no dia 30 de outubro, às 17:00, realiza-se a atividade “Caça às Invasoras”, que pretende sensibilizar os participantes para a presença de espécies invasoras e para a importância da proteção dos ecossistemas.
O ambiente de Halloween estará também presente no festival através do “Jardim 100 Medos”, uma atividade destinada às famílias que começa às 16:30 de sexta-feira.
A iniciativa propõe associar ciência, mistério e diversão, aproveitando a proximidade da celebração do Halloween para despertar a curiosidade dos participantes.
Exposições exploram a Dieta Mediterrânica, o oceano e a sustentabilidade
Ao longo dos dois dias, o festival apresentará diversas exposições e instalações artísticas distribuídas pelas instalações do IPDJ e pelos espaços exteriores do Jardim da Alameda.
Na sala de exposições do IPDJ, poderá ser visitada “Semear Saberes, Colher Sabores — Uma Viagem pela Dieta Mediterrânica”, dedicada aos alimentos, tradições e conhecimentos associados a este património cultural.
No hall de entrada estará patente a instalação artística “Human Postcards”, da konceito.r, que propõe uma reflexão através da criatividade e da expressão artística.
No Jardim da Alameda, as exposições ao ar livre abordarão diferentes aspetos da sustentabilidade e da conservação ambiental.
Entre os temas apresentados encontram-se a biodiversidade marinha da Pedra do Valado, a energia solar e as relações entre a arte, o oceano e a natureza.
As propostas procuram divulgar o património natural e cultural algarvio, utilizando diferentes linguagens artísticas e científicas para sensibilizar os visitantes para a sua preservação.
Festival convida escolas na sexta-feira e famílias no sábado
A programação do Festival Geração Ciência Sem Medo foi organizada de forma a proporcionar diferentes oportunidades de participação ao longo dos dois dias.
Na sexta-feira, 30 de outubro, o convite é especialmente dirigido às escolas, que poderão participar em experiências, oficinas e atividades educativas fora do contexto habitual da sala de aula.
O objetivo é facilitar o contacto dos alunos com investigadores e projetos científicos, estimulando a curiosidade, o pensamento crítico e a aprendizagem prática.
No sábado, 31 de outubro, a programação será particularmente orientada para as famílias, com atividades que combinam ciência e entretenimento.
Entre as propostas encontram-se as sessões sobre Star Wars, as apresentações dos jovens investigadores, as experiências nas bancas científicas, as demonstrações gastronómicas e as atividades do Planetário Móvel.
A participação no festival é gratuita, embora algumas iniciativas tenham lugares limitados e exijam inscrição prévia.
O programa completo e as inscrições podem ser consultados aqui.
Com esta primeira edição, o Centro Ciência Viva do Algarve e as entidades parceiras procuram criar um espaço de encontro entre a comunidade e a investigação científica, mostrando como a ciência está presente na alimentação, no ambiente, na tecnologia, na cultura e em diferentes aspetos da vida quotidiana.
“Abrimos las puertas de nuestro primer restaurante con un cocinero novato. Yo atendía las mesas y servíamos pescado y arroz. O ese era el plan. Empezó a entrar mucha gente y yo quise asegurarme de que la cocina estaba controlada. Así que le dije al cocinero: ‘dos mesas de ocho han pedido arroz. ¿Hay algún problema?’. Y el tipo me contestó: ‘no, no, tira’. Al cabo de unos minutos volví a preguntar: ‘hay otra mesa de seis y también quieren arroz. ¿Algún problema?’. ‘No, no, tira’, insistió. Media hora después y al ver que no salía nada de la cocina, fui a mirar: el delantal estaba allí bien colocado, pero del cocinero no había ni rastro. Se había largado”. Lo cuenta riendo Jordi Millán (1981, Barcelona) quien junto a su mujer Sara Martín (1983, Barcelona) lleva desde 2014 poniendo patas arriba la capital catalana.
Formado en Suiza y curtido en proyectos como Zuma y Soho House, Bosco Suárez de Puga apuesta por una cocina de temporada y producto local, con una carta breve donde conviven fermentaciones, vinos poco intervenidos y una cuidada atención al detalle Leer
Formado en Suiza y curtido en proyectos como Zuma y Soho House, Bosco Suárez de Puga apuesta por una cocina de temporada y producto local, con una carta breve donde conviven fermentaciones, vinos poco intervenidos y una cuidada atención al detalle