El Niño pode agravar fome de 1,84 milhões de moçambicanos

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Managua, 30 oct (Prensa Latina) El Gobierno de Nicaragua llamó hoy a padres, tutores, docentes y autoridades a reforzar la vigilancia sobre el acceso de los niños a internet, con el objetivo de proteger su seguridad y bienestar.
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Um microscópio eletrônico de transmissão (TEM, na sigla em inglês), capaz de analisar materiais milhares de vezes menores que um fio de cabelo, chegou à Ilum Escola de Ciência, graduação do CNPEM (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais). O equipamento ainda passa por ajustes técnicos e deve ser incorporado definitivamente à grade curricular em 2027.
Segundo a professora Valéria Spolon Marangoni, coordenadora de laboratórios da Ilum, o microscópio será utilizado em aulas práticas de disciplinas experimentais e em projetos de pesquisa desenvolvidos pelos estudantes.
“Já nesta etapa inicial, o equipamento está sendo disponibilizado para atividades didáticas de Laboratórios Avançados, Iniciação à Pesquisa I e Projetos Finais”, explica.
Além de permitir a visualização da estrutura dos materiais, o equipamento revela como os átomos estão organizados e identifica a composição química das amostras. Essas características ajudam a compreender e determinar o comportamento de cada material.
O TEM também é capaz de analisar estruturas cerca de sete vezes menores que o vírus da Covid-19, por exemplo.
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Embora algumas universidades ofereçam treinamento e acesso a microscópios eletrônicos de transmissão para estudantes de graduação, geralmente por meio de projetos específicos ou laboratórios compartilhados, a utilização contínua do equipamento como parte da grade curricular ainda é rara no Brasil.
O microscópio será instalado no novo Laboratório Lise Meitner, em um espaço construído especialmente para recebê-lo. A operação do equipamento exige condições ambientais controladas, incluindo sistemas de climatização para garantir a estabilidade necessária às análises.
*Sob supervisão de Thiago Félix
Bogotá, 30 oct (Prensa Latina) El Fondo Verde de Naciones Unidas donará 38,5 millones de dólares para proteger las fuentes de agua que abastecen a esta capital y a zonas aledañas en Colombia, confirmó hoy la Alcaldía.
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O Colégio Internacional de Vilamoura (CIV), colégio com mais de 40 anos de história que oferece currículo nacional e internacional e que integra o Inspired Education Group desde 2024, ocupa o 12.º lugar nacional na lista geral do ensino secundário do ranking Expresso/SIC, publicado esta sexta-feira, 30 de outubro, sendo também a primeira escola do Algarve.
O resultado representa uma subida de cinco lugares face à edição anterior, em que o CIV ocupava a 17.ª posição. A média dos exames nacionais passou de 14,94 para 15,70 valores, de acordo com os dados comparativos do ranking, que se referem aos exames realizados em 2025.
“Estes resultados são motivo de orgulho para a nossa comunidade e refletem o empenho dos alunos, a dedicação dos professores e a colaboração das famílias. Queremos que cada aluno encontre neste Colégio as condições para desenvolver os seus conhecimentos, ganhar autonomia e preparar com confiança a etapa seguinte do seu percurso”, afirma Rui Morais, diretor do Colégio Internacional de Vilamoura.
“A integração no Inspired Education Group, em 2024, abriu uma nova etapa no percurso do CIV, mantendo o compromisso com a exigência académica e o acompanhamento de cada aluno”, acrescenta Rui Morais.
Estes resultados no currículo nacional somam-se aos já divulgados no percurso internacional. Em julho de 2026, a primeira geração de alunos do CIV a concluir o International Baccalaureate Diploma Programme (IBDP) obteve excelentes resultados. Este programa de dois anos, destinado ao ensino secundário, é reconhecido por universidades em Portugal e no estrangeiro e amplia as opções de acesso ao Ensino Superior.

© NIC BOTHMA/EPA
Quito, 30 oct (Prensa Latina) Representantes de organizaciones campesinas y expertos de Ecuador cuestionaron hoy la existencia de una normativa que permitiría el uso de semillas de arroz modificadas con técnicas de edición génica.
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Científicos en Escocia han reconstruido digitalmente el rostro de un hombre que murió hace 2.000 años y fue decapitado posteriormente cerca de un fuerte militar romano.
Investigadores de los Museos Nacionales de Escocia, que colaboraron con el antropólogo craneal Christopher Rynn para realizar la reconstrucción, creen que tenía alrededor de 50 años cuando falleció, entre los años 142 y 165 d. C.
Los análisis revelaron que el hombre había sido decapitado después de muerto, aunque los expertos no creen que fuera un criminal ejecutado. En cambio, su entierro parece haber sido llevado a cabo con cuidado y respeto.
"El rito de la decapitación post mortem no era infrecuente, pero las razones que lo motivaban son difíciles de determinar y probablemente cambiaron con el tiempo", afirman los investigadores.
"Es posible que se utilizara como forma de castigo, estuviera relacionado con creencias sobre la forma en que moría una persona o estuviera motivado por temores sobrenaturales", añaden.
El esqueleto del hombre fue hallado cerca del fuerte romano de Inveresk, en las afueras de la actual Edimburgo. Los investigadores afirman que las pistas químicas conservadas en sus restos sugieren que creció en el sur de Gran Bretaña antes de acabar allí.
Aún se desconoce el motivo de su viaje cientos de kilómetros hacia el norte. Sin embargo, los expertos sospechan que pudo haber colaborado con el ejército romano estacionado en Escocia.
Las pruebas extraídas de su esqueleto también indican que llevó una vida físicamente exigente: se había roto la nariz en algún momento, pero posteriormente sanó, y también sufrió un crecimiento óseo considerable alrededor del codo derecho.
Esto posiblemente fue causado por artritis o una lesión antigua, y tenía el brazo derecho con movilidad muy limitada. "El marcado desgaste de sus dientes frontales sugiere que compensaba esta movilidad reducida sujetando objetos entre los dientes", dicen los investigadores.
Por lo tanto, creen que era poco probable que hubiera servido como soldado de primera línea empuñando una espada. En cambio, es posible que trabajara en un puesto de apoyo, como artesano, sirviente o empleado militar.

Caracas, 30 oct (Prensa Latina) El Servicio Sismológico y de Alerta de Tsunami Venezolano registró 52 sismos en la semana comprendida entre el 23 y el 29 de octubre, con mayor incidencia en la región occidental del país, se informó hoy.
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La Habana, 30 oct (Prensa Latina) El Grupo Empresarial de las Industrias Biotecnológica y Farmacéutica de Cuba (BioCubaFarma) ratificó que el bloqueo económico, comercial y financiero de Estados Unidos que hoy sigue asfixiando a Cuba existe y es real.
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Abu Dabi, 30 oct (Prensa Latina) Las autoridades de Emiratos Árabes Unidos (EAU) informaron hoy que lograron controlar un derrame de petróleo de un buque cisterna tras incidente en aguas territoriales del país, mientras continúan las labores para contener la contaminación.
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Uma equipa coordenada pelo Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Universidade do Minho analisou evidências de que “certas proteínas ajudam as células malignas a sobreviver e a desenvolver-se, podendo constituir alvos para futuras terapias”, foi hoje divulgado pela instituição.
A revisão científica foi agora publicada na “Physiological Reviews”, a revista com maior impacto mundial na área da fisiologia.
O artigo é assinado por Julieta Afonso, Joana Pereira-Vieira e Fátima Baltazar, do ICVS da Escola de Medicina da UMinho, a par de colegas do IPO-Porto, da Universidade Politécnica do Porto e do Hospital de Câncer de Barretos (Brasil).
De acordo com a UMinho, o trabalho avalia o papel das proteínas chamadas transportadores de monocarboxilatos (MCT), que permitem às células transportar moléculas como o lactato, envolvido na produção e utilização de energia e na regulação do ambiente celular.
“Embora este processo seja essencial para o funcionamento normal das células, as células malignas podem aproveitar os mesmos mecanismos para sustentar o seu crescimento rápido. Os MCTs ajudam-nas a gerir as grandes quantidades de lactato que produzem, a manter o metabolismo e a adaptar-se ao microambiente tumoral”, explica.
As autoras abordam o papel dessas proteínas nos tecidos saudáveis e o seu envolvimento na progressão do cancro e na resistência aos tratamentos. Discutem ainda o “potencial desses transportadores como alvos terapêuticos e os desafios até à sua prática clínica”. Embora existam “inibidores em fase inicial de avaliação clínica, é preciso mais investigação e validação para determinar em que tipos de tumor estas abordagens poderão ser eficazes”.
O trabalho contribui assim para o “estudo do metabolismo do cancro e do papel do lactato na biologia do tumor, aproximando a investigação fundamental da procura de novas estratégias terapêuticas”.
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El viejo adagio de “lo único que detiene la caída del cabello es el suelo” podría estar a punto de caducar. Pero empecemos el relato por el principio. La calvicie tiene una paradoja: uno de los medicamentos más conocidos para combatirla nació para tratar un problema completamente distinto. El minoxidil se desarrolló como tratamiento contra la hipertensión arterial y, durante su uso, se observó que también estimulaba el crecimiento del pelo. Décadas después, una empresa estadounidense quiere aprovechar ese efecto con una formulación oral diseñada específicamente para combatir la pérdida de cabello. Su nombre es VDPHL01 y acaba de superar una nueva prueba importante en su camino hacia una posible aprobación en Estados Unidos.
La compañía Veradermics anunció resultados positivos de un ensayo clínico de fase 3 realizado con 536 hombres que sufrían alopecia androgenética leve o moderada, la forma más común de pérdida progresiva del cabello. El medicamento alcanzó los dos objetivos principales y todos los secundarios del estudio, según los resultados preliminares publicados por la empresa. Estos datos se suman a los de un ensayo anterior, denominado 302, con otros 519 participantes. En conjunto, los dos estudios han aportado resultados de seis meses de tratamiento con placebo como grupo de comparación en más de 1.000 hombres.
¿Qué significa que un ensayo de fase 3 dé resultados positivos? El desarrollo de un medicamento atraviesa distintas etapas de evaluación clínica. En las fases iniciales se estudian, entre otras cuestiones, la seguridad, la tolerancia y el comportamiento del fármaco en el organismo. La fase 3 suele incluir a un número mayor de pacientes y busca confirmar que el tratamiento ofrece beneficios frente a una alternativa de comparación, como un placebo, y evaluar su seguridad en las condiciones para las que se pretende utilizar.
En este caso, los científicos midieron dos aspectos principales: el cambio en el número de cabellos no vellosos (los más gruesos y desarrollados) dentro de una zona definida del cuero cabelludo y la proporción de participantes que percibían una mejoría de la cobertura capilar. Así, la fase 3 sería el último gran examen clínico de un medicamento antes de solicitar su comercialización: debe demostrar, en cientos o miles de pacientes, que funciona y que sus beneficios compensan los riesgos. Después, la autoridad sanitaria revisa los resultados y decide si permite que llegue a las farmacias. Obviamente, superar esta etapa es importante, pero no significa que el medicamento esté aprobado, que sus efectos estén garantizados en todos los pacientes o que se hayan descartado todos los riesgos. Los resultados anunciados son, además, los datos preliminares principales del ensayo; la evaluación regulatoria debe considerar el conjunto de la documentación clínica y de seguridad.
La diferencia entre VDPHL01 y el minoxidil oral convencional no reside en una nueva molécula, sino en la forma de administrarla. La formulación experimental utiliza una matriz de gel diseñada para liberar el principio activo de manera prolongada. El objetivo es mantener su absorción durante más tiempo y evitar los picos elevados de concentración en sangre que se producen con las formulaciones orales de liberación inmediata. Se trata de una estrategia farmacológica prometedora, no de una garantía de que desaparezcan los efectos adversos.
En el ensayo más reciente, los participantes recibieron 8,5 miligramos del medicamento una vez al día, dos veces al día o un placebo. Tras seis meses, quienes tomaron una dosis diaria registraron un aumento medio de 28,6 cabellos no vellosos por centímetro cuadrado en el área evaluada. En el grupo que recibió dos dosis diarias, el incremento alcanzó los 36,4 cabellos. Entre quienes recibieron placebo, el aumento fue de 6,6 cabellos por centímetro cuadrado. La percepción de los propios participantes también mejoró. Después de seis meses, el 78,8% de quienes tomaron una dosis diaria y el 85% de los tratados dos veces al día declararon alguna mejoría en la cobertura capilar, frente al 35,3% del grupo placebo.
La seguridad es la otra mitad de la historia. Según Veradermics, no se registraron acontecimientos adversos graves relacionados con el tratamiento ni acontecimientos adversos de especial interés de origen cardíaco durante los seis meses de la primera parte del ensayo. Estos resultados son alentadores, pero seis meses de seguimiento no bastan para descartar todos los riesgos de un tratamiento que podría utilizarse durante años.
Si recibe la aprobación, VDPHL01 podría convertirse en una nueva opción oral específicamente autorizada para la alopecia androgenética. Su interés no está en prometer una cura definitiva de la calvicie, sino en intentar mejorar el equilibrio entre crecimiento capilar, tolerancia y seguridad de un tratamiento pensado para un uso prolongado. Por ahora, los resultados son prometedores; el siguiente paso será comprobar si la evidencia clínica y el perfil de seguridad justifican su autorización.

© La Razón


Publicado na Nature, o trabalho identifica a pedra para ferramentas como um recurso decisivo. Uma expedição encontrou antigos lagos sem vestígios de ferramentas no interior do Rub' al Khali.
O conteúdo UAlg lidera estudo que liga fixação humana nos desertos da Arábia à água e à pedra aparece primeiro em Barlavento.