A AJA – Associação de Jovens do Algoz organiza o evento ‘Vila Halloween’ no próximo dia 31 de outubro, cuja iniciativa tem início às 19h00 e decorre no Salão do Centro Cultural Luís Augusto Mascarenhas, em Algoz.
O objetivo da associação passa por assinalar a data festiva e fomentar o convívio entre os residentes e visitantes da freguesia numa festa temática.
O programa do evento integra um concurso de máscaras com prémios para os três primeiros classificados, sendo que o vencedor recebe uma garrafa e um desconto de 1.000 euros na aquisição de uma viatura na TS Autodream, o 2.º classificado obtém um bilhete de uma hora no Quantum Park e o 3.º classificado garante dez imperiais.
A animação musical conta com um baile conduzido por Marco Filipe e com a atuação do DJ Diogo Gigante. O recinto dispõe de uma zona de comes e bebes, onde haverá venda de caldo verde a partir da meia-noite. As entradas são livres.
A realização do evento conta com o apoio do Município de Silves e da Junta de Freguesia de Algoz, a parceria do Moto Clube de Algoz e o patrocínio da TS Autodream.
“Esta iniciativa espelha aquilo que pretendemos trazer para a nossa terra. Proporcionar momentos de encontro, envolver a comunidade local e trazer entretenimento diversificado para o Algoz. A imaginação e a criatividade desta associação não tem limites“, afirma a Direção da AJA.
Sobre a AJA – Associação de Jovens do Algoz
A AJA – Associação de Jovens do Algoz é uma associação local dedicada ao desenvolvimento de iniciativas no setor desportivo, pedagógico, cultural e recreativo. A sua missão centra-se na alavancagem dos jovens para a vida em comunidade.
Concelho de Loulé passou de 70.266 residentes em 2011 para 94.447 em 2025. Mais 24 mil pessoas, mais de 13 mil só desde 2021
«O Algarve vive hoje uma emergência habitacional. E uma emergência habitacional é, sem eufemismos, uma emergência humana. Multiplicam-se as construções ilegais e as casas amovíveis instaladas à margem de qualquer enquadramento. Trabalhadores da construção civil, os mesmos que erguem as casas que nunca poderão habitar, vivem amontoados em contentores, em condições indignas de um país europeu do século XXI. Isto não é uma previsão nem um cenário. Está a acontecer agora, à vista de todos, e todos fingem não ver», começa assim um comunicado da Câmara Municipal de Loulé, que se transcreve a seguir, sobre a crise na habitação em Portugal e em particular no Algarve e no concelho de Loulé.
«Os números não deixam margem para dúvidas. O concelho de Loulé passou de 70 266 residentes em 2011 para 94 447 em 2025: mais 24 mil pessoas, mais de 13 mil só desde 2021. O Algarve ganhou mais de 70 mil residentes em apenas quatro anos e foi a região do país que mais cresceu. No mesmo período, o preço médio da habitação no concelho de Loulé subiu cerca de 75%. Os concursos públicos para construção de habitação ficam desertos, porque os valores de referência já não correspondem aos custos reais. Para quem vive do seu trabalho, ter uma casa no Algarve tornou-se uma impossibilidade.
A Câmara Municipal de Loulé não está parada: tem em curso operações que somam mais de uma centena de fogos e continua a adquirir habitações para resposta pública. Mas nenhum município consegue responder a uma pressão desta escala quando os instrumentos de que dispõe foram desenhados para outra realidade e quando cada passo depende de quem não está no terreno, não conhece as pessoas e não responde perante elas.
Vista aérea de Loulé
O Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve foi aprovado em 2007, para um Algarve que já não existe. Os instrumentos de gestão territorial continuam a responder a lógicas de contenção pensadas há quase duas décadas, enquanto a região mudou de escala, de população e de necessidades. O resultado é perverso: o que a lei não permite fazer de forma digna e planeada acaba por acontecer de forma precária e ilegal. Enquanto se espera pelos planos, as pessoas não esperam: instalam-se onde podem e como podem.
Digamo-lo sem rodeios: em matéria de território, não há democracia em Portugal. Os Planos Diretores Municipais, os instrumentos com que cada concelho decide o seu futuro, estão subordinados a pareceres de entidades regionais, conduzidos por técnicos que ninguém elegeu, que não prestam contas aos cidadãos e que não conhecem o rosto de quem espera por uma casa. Os autarcas são eleitos para resolver, mas não têm poder para decidir.
As respostas que as populações exigem ficam presas, durante meses e anos, em circuitos intermináveis de pareceres e prazos que ninguém cumpre. Cada parecer que se arrasta é uma família que continua sem casa. E no fim é o presidente de câmara que é julgado nas urnas por aquilo que não o deixaram fazer. Isto não é democracia. É uma ficção democrática.
Sucessivos governos, este e os anteriores, não têm sabido ler a realidade do Algarve. A região que sustenta uma parte decisiva da economia do país não consegue alojar quem nela trabalha: professores, enfermeiros, forças de segurança, trabalhadores da hotelaria e da construção. Uma região que não consegue fixar quem a faz funcionar está a hipotecar o seu próprio futuro.
Vista aérea de Loulé (Foto: Extraída de vídeo de Rodrigo Costa)
Quando é que vamos acordar? Já vimos as tendas nos jardins de Lisboa. Já vimos centenas de pessoas acampadas na Puerta del Sol, em Madrid, e tendas montadas em protesto no Porto, por quem já não consegue pagar uma renda. Vamos esperar que aconteça o mesmo em Faro, em Loulé, em Portimão? A paciência de quem trabalha e não tem onde viver esgotou-se. Quando o Estado não responde, responde a rua. O tempo da paciência acabou.
“Precisamos de decisões arrojadas. Precisamos de decidir agora. Precisamos de agir pelas pessoas, pela economia e pela segurança e futuro da nossa região. Temos de ter coragem, situações de emergência exigem líderes fortes e capazes de ter as pessoas na base da sua atuação. Em Loulé agimos, mas agimos apenas dentro de um quadro legal inadequado, de poderes desajustados às reais necessidades do território e das pessoas”, afirma convictamente o Presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto.
A Câmara Municipal de Loulé exige, por isso, e exige agora:
1. A conclusão urgente da revisão, já em curso, do PROT Algarve, ajustada à realidade demográfica atual.
2. Um regime excecional e temporário que permita aos municípios libertar solo para habitação acessível, com prazos de decisão curtos e vinculativos para as entidades com competência de parecer e deferimento tácito sempre que esses prazos não sejam cumpridos.
3. A fiscalização efetiva e a erradicação do alojamento em contentores, acompanhada de soluções dignas para os trabalhadores.
4. Uma linha de financiamento específica para regiões sob pressão demográfica extraordinária, com valores de referência ajustados aos custos reais de construção.
5. Uma reforma profunda da estrutura do Estado, que devolva aos eleitos locais o poder de decidir sobre o seu território e robusteça as autarquias com competências, meios e autonomia para dar às pessoas as respostas de que precisam, no tempo em que delas precisam.
A habitação não é um tema técnico. É a condição mínima para que uma comunidade exista. E decidir perto das pessoas é a condição mínima para que exista democracia.
Ou o Estado acorda agora, ou acordará tarde demais. O Algarve não pode esperar mais!» termina assim a missiva do Município de Loulé.
Convocatória visa concretizar novas parceiras oficiais
Uma em cada três crianças em Portugal vive com excesso de peso e a Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) abre uma nova área dedicada às autarquias e convida câmaras municipais e juntas de freguesia do Algarve a tornarem-se parceiras oficiais do Desafio Escolar Heróis da Fruta.
Os dados mais recentes revelam uma realidade alarmante: uma em cada três crianças em Portugal vive com excesso de peso ou obesidade, e cerca de 70% não consome fruta ou vegetais em quantidade suficiente todos os dias, pelo que para inverter este cenário, a APCOI inicia uma nova fase do programa “Heróis da Fruta”, a maior iniciativa em Portugal de literacia alimentar em ambiente escolar, que já alcançou 1 milhão de alunos da educação pré-escolar (jardim de infância) e do 1.º ciclo do ensino básico.
A APCOI lançou esta quinta-feira, 15 de outubro, um website dedicado às autarquias – desafio.heroisdafruta.com/autarquias -, e convida as câmaras municipais e as juntas de freguesia de todo o país, incluindo o Algarve, a tornarem-se parceiras oficiais do projeto.
Ser autarquia parceira é gratuito e assenta em três passos simples:
Convidar as escolas do território, com convites prontos a enviar.
Divulgar o desafio à comunidade, com materiais de divulgação preparados pela APCOI.
Acompanhar os resultados, com dados em tempo real sobre as turmas inscritas em cada freguesia.
O registo dá acesso a uma área reservada, onde a parceria é formalizada com a assinatura digital de um protocolo de cooperação. Na mesma página, qualquer pessoa pode consultar, em tempo real, as escolas de cada concelho e freguesia do distrito já inscritas neste ano letivo. Os agrupamentos e as escolas podem inscrever as suas turmas, também gratuitamente, até 31 de outubro.
O exemplo da Freguesia da Ajuda: Como o poder local pode transformar as escolas
O modelo gratuito gera resultados; o modelo 2,0 cofinanciado multiplica o impacto. A versão nacional do desafio, gratuita, já muda hábitos nas escolas de todo o país. Com o cofinanciamento de parceiros locais, os resultados podem ser ainda maiores.
Fotografia captada com autorização dos encarregados de educação à APCOI
Foi o que mostrou o projeto-piloto “Heróis da Fruta 2.0”, testado em Lisboa, no passado ano letivo, em parceria com a Junta de Freguesia da Ajuda e no âmbito do programa Cities for Better Health da Novo Nordisk, com avaliação de resultados realizada pelo Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (ISAMB-FMUL). Comparado com a edição nacional:
Escolas que aderiram: 90% na Ajuda, contra 7% a nível nacional.
Turmas que concluíram o desafio: 100% na Ajuda, contra 28% a nível nacional.
Crianças que provaram durante o projeto novas frutas ou vegetais: 87% na Ajuda, contra 54% a nível nacional.
“Alimentação saudável nas escolas não é um gasto, é um dos melhores investimentos que uma autarquia pode fazer. Na Freguesia da Ajuda demonstrámos que, quando a autarquia e as escolas dão as mãos, conseguimos mudar efetivamente as lancheiras dos nossos alunos”, afirma Jorge Marques, Presidente da Junta de Freguesia da Ajuda, durante 1.ª Conferência Heróis da Fruta.
Sobre os ingredientes secretos do projeto-piloto da Ajuda, o presidente da APCOI explica que “talvez o mais simples de todos: cada criança sabia que, no final das 5 semanas, as mascotes do Heróis da Fruta iam visitar a sua escola para entregar os diplomas e os prémios de participação. Quem não se esforçaria por isso? É esta motivação que queremos levar a cada vez mais escolas do país”, diz Mário Silva.
Justiça social e apoio às famílias da região
A avaliação científica independente realizada pelo Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa provou que o programa “Heróis da Fruta” funciona como um promotor de equidade social.
As crianças de famílias com menores rendimentos (escalões A e B da Ação Social Escolar) foram as que demonstraram os maiores ganhos comportamentais, atingindo 64% de consumo regular de frutas e vegetais no final da intervenção.
Fotografia captada com autorização dos encarregados de educação à APCOI
Para os professores, o método de gamificação (jogos, canções e missões diárias) representa uma ferramenta simples e sem sobrecarga burocrática. “Inscrever os meus alunos nos ‘Heróis da Fruta’ já faz parte da preparação do meu ano letivo. São apenas 5 a 10 minutos diários de incentivo positivo. Se uma criança se esquece de levar fruta, os colegas partilham para que todos possam pintar a sua estrela no passaporte. Cria um espírito de entreajuda lindo na sala de aula”, afirmou Carla Teodoro, professora do 1.º ciclo, durante 1.ª Conferência Heróis da Fruta.
Apelo aos autarcas e diretores escolares do Algarve
“Não conseguimos chegar a todas as crianças sozinhos. Precisamos das autarquias e dos parceiros locais para escalar este modelo e garantir que nenhuma criança da região fica para trás na prevenção da obesidade”, argumenta Mário Silva, Presidente da APCOI.
A APCOI convoca os decisores políticos e escolares e as associações de pais do Algarve a unirem-se e a aderirem a esta iniciativa.
As autarquias interessadas podem registar-se, sem custos, clicando aqui, cujo registo dá acesso à área reservada, onde a parceria é formalizada com a assinatura digital de um protocolo de cooperação.
Sobre a APCOI
Fundada em 2010, a Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) é uma ONG sem fins lucrativos dedicada a apoiar crianças e famílias no combate à obesidade infantil, a doença crónica mais prevalente em idade pediátrica. A atuação da APCOI foca-se na prevenção, no reforço da literacia em saúde e no combate ao estigma.
Ter um cancro do pulmão, já é por si só, um fardo. Mas este fardo aumenta exponencialmente quando a cabeça começa a funcionar: será que tenho cura?; Não quero ter dores; não quero morrer com falta de ar; será que vou ver o meu neto casar?. É incontornável.
Tentamo-nos distrair, mas em pouco tempo já estamos a pensar em todas estas questões outra vez. Eu quero que a minha vida avance, mas…
Queremos cuidar do cancro e, de repente, deixamos de cuidar da pessoa
61% dos doentes com cancro do pulmão reportam sintomas psicológicos negativos após o diagnóstico. Admira-me não ser 100%. Ninguém recebe uma notícia de cancro e fica igual. Tudo muda naquele momento.
Já sabemos quais são os 4 sintomas mais experienciados: tristeza (58.5%), medo (56.5%), ansiedade (56.3%) e incerteza (55.2%). Medo de sofrer, medo que os tratamentos não resultem, medo dos efeitos secundários.
A família sofre em silêncio para que o doente não perceba. O doente sofre porque sabe do impacto na família: 9 em cada 10 doentes tem a sua vida afetada após o diagnostico (vida social, trabalho, rotinas).
E continuamos a tratar do cancro, sem cuidar da pessoa
Depois do primeiro impacto do diagnóstico, vem o estigma. Primeiro o estigma internalizado – sentimentos de culpa, de vergonha, arrependimento e auto-culpabilização. Em seguida vem o estigma externalizado (vindo dos outros) – traduz-se em atitudes de julgamento, discriminação e falta de empatia por parte de familiares, colegas e até profissionais de saúde, que frequentemente associam a doença a um comportamento de risco autoimputável. Importa ressalvar que 15 a 20% dos tumores do pulmão ocorrem em não fumadores.
A evidência científica demonstra que o estigma está associado a maior sofrimento psicológico, depressão, ansiedade e pior qualidade de vida. Os doentes estigmatizados tendem a atrasar a procura de cuidados médicos, a ocultar o diagnóstico e a apresentar menor adesão terapêutica — fatores que comprometem diretamente os resultados clínicos e a sobrevivência.
Paradoxalmente, as campanhas de saúde pública antitabágicas, embora essenciais na prevenção, podem reforçar inadvertidamente a perceção de culpabilidade nos doentes.
E continuamos a tratar do cancro, sem cuidar da pessoa
Os doentes com cancro do pulmão acarretam assim 2 pesos: a doença em si e o julgamento silencioso dos outros. Todos temos um papel para reduzir este fardo. Nós pessoas, nós profissionais de saúde.
A saúde mental deve caminhar de braço dado com o tratamento oncológico. Uma mente forte traduz-se num corpo são. O caminho não precisa ser feito sozinho e não se faz do dia para a noite, faz-se caminhando. O diagnóstico atinge o corpo, mas é a saúde mental que determina como é que o doente enfrenta cada dia da sua jornada.
Empresa reforça compromisso com a inclusão social e a sustentabilidade
Depois do sucesso das edições anteriores, a Águas do Algarve volta a desafiar as instituições da região a transformar a arte numa forma de expressão, participação e sensibilização ambiental, cuja 5.ª edição do concurso ‘A Água e o Mar para Mim’ decorre em 2026/2027, sob o mote ‘A Obra conta uma história’.
A iniciativa tem-se afirmado ao longo dos últimos anos como um projeto de referência na ligação entre a educação ambiental, a responsabilidade social, a criatividade e a inclusão.
Dirigido a instituições do Algarve que trabalham com pessoas idosas, pessoas com deficiência e outros públicos acompanhados por respostas sociais, o concurso procura dar voz e protagonismo a quem nem sempre encontra oportunidades de participação e reconhecimento na sociedade.
Nesta nova edição, o desafio mantém a sua essência: transformar um simples chapéu de chuva numa obra de arte, recorrendo à criatividade, à reutilização de materiais e às experiências de vida dos participantes, tendo a água e o mar como inspiração.
A inclusão como compromisso, a arte como forma de expressão
Numa sociedade cada vez mais envelhecida e perante a necessidade de construir comunidades verdadeiramente inclusivas, projetos como “A Água e o Mar para Mim” assumem uma importância que ultrapassa a dimensão ambiental.
A iniciativa procura valorizar as capacidades individuais, estimular a criatividade, promover o convívio e proporcionar momentos de participação ativa, reconhecendo que todas as pessoas, independentemente da idade ou condição, têm experiências, conhecimentos e histórias que merecem ser partilhados.
Mais do que criar obras de arte, pretende-se criar oportunidades. Oportunidades para participar, para ser ouvido, para desenvolver competências e, sobretudo, para sentir que se faz parte de um projeto coletivo.
Através da arte, os participantes são convidados a expressar a sua relação com a água e o mar, abordando questões como a preservação dos recursos hídricos, a biodiversidade, a poluição dos oceanos, as alterações climáticas e as memórias associadas à água.
Um projeto que cresce a cada edição
O crescimento de ‘A Água e o Mar para Mim’ demonstra o interesse e o envolvimento das instituições algarvias. Na 4.ª edição, realizada em 2025/2026, foram registadas 44 candidaturas e apresentados 55 projetos, o maior número de sempre, tendo a cerimónia de entrega de prémios, realizada na Fundação Pedro Ruivo, em Faro, reunido cerca de 300 participantes provenientes de vários municípios da região.
Estes números representam muito mais do que o sucesso de uma iniciativa. Refletem o empenho dos profissionais das instituições, a dedicação dos participantes e a vontade coletiva de contribuir para uma sociedade mais participativa, solidária e ambientalmente consciente.
O reconhecimento nacional chegou também em 2025, quando o projeto conquistou o 1.º prémio na categoria de Responsabilidade Social e Ambiental, nos Prémios Essência do Ambiente, reforçando a importância desta iniciativa enquanto exemplo de boas práticas de responsabilidade social e comunicação ambiental.
Uma obra, muitas histórias para contar
A 5.ª edição pretende continuar a valorizar não apenas o resultado artístico, mas também as pessoas e as histórias que estão por detrás de cada trabalho. Cada chapéu de chuva transformado representa um processo de descoberta, aprendizagem e colaboração. Nele encontram-se memórias, vivências, preocupações ambientais e diferentes formas de olhar para o mundo.
Os trabalhos desenvolvidos integram posteriormente exposições itinerantes em vários municípios do Algarve, permitindo que estas mensagens cheguem a um público mais alargado.
Esta componente é fundamental para o projeto: levar a arte para fora das instituições, dar visibilidade aos seus autores e aproximar a sociedade de realidades que merecem maior atenção e reconhecimento.
A sustentabilidade também se constrói com pessoas
Para a Águas do Algarve, a proteção dos recursos hídricos e a promoção de comportamentos ambientalmente responsáveis devem envolver toda a comunidade.
Através de “A Água e o Mar para Mim”, a empresa reforça a sua estratégia de educação ambiental e responsabilidade social, demonstrando que a sensibilização para a importância da água pode assumir diferentes formas e chegar a públicos que nem sempre são contemplados pelas iniciativas tradicionais.
A 5.ª edição representa, assim, a continuidade de um compromisso que se pretende cada vez mais abrangente, participativo e próximo das pessoas.
Porque cuidar da água é também cuidar das pessoas. E construir um futuro sustentável significa garantir que todos têm a oportunidade de fazer parte dele.
Como participar?
As instituições interessadas em participar na 5.ª edição, referente a 2026/2027, poderão consultar o regulamento do concurso, em www.aguasdoalgarve.pt onde se encontram disponíveis as condições de participação, os procedimentos e os prazos aplicáveis.
Para mais informações, poderá ser contactada a Área de Comunicação e Educação Ambiental da Águas do Algarve, através do endereço: comunicacao.ada@adp.pt .
Arte, Sustentabilidade e Inclusão. A Obra conta uma história.
As ruas da cidade de Albufeira encheram-se de cor, convívio e desporto no passado domingo, 11 de outubro, com a realização da primeira edição do Bike Fun Marathon.
Um acidente rodoviário grave provocou a morte a um homem de 23 anos e fez mais cinco feridos, esta tarde de domingo, em Santa Maria da Feira. A colisão, que envolveu três veículos automóveis, ocorreu na estrada EN223 (rua do Comércio), no quilómetro 9+,364, em Lobão, em frente à discoteca Hollywood.
O alerta para a ocorrência foi dado por volta das 15h30 aos Bombeiros Voluntários de Arrifana, tendo também sido mobilizadas para o local as equipas de emergência pré-hospitalar da Cruz Vermelha de Sanguedo e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Feira.
Segundo a Guarda Nacional Republicana, da violenta colisão resultou um óbito no local, além de dois feridos graves e três feridos ligeiros.
As causas do acidente estão ainda por apurar, encontrando-se sob investigação a cargo da GNR de Canedo e do Núcleo de Investigação de Crimes em Acidentes de Viação (NICAV) da GNR.
Por: Dino Frazão Data: 27 de setembro de 2026
Redes sociais
O site OSMONHACAS.COM continuará a acompanhar o desenvolvimento desta notícia.
A freguesia da Guia voltou a acolher, no passado domingo, 13 de setembro, o Encontro Solidário de Motorizadas Antigas. A iniciativa reuniu perto de 400 participantes, que se juntaram para um dia de passeio e convívio sobre duas rodas.
O percurso matinal passou por vários pontos do concelho e incluiu uma paragem no quartel dos Bombeiros Voluntários de Albufeira. Ao final da manhã, o grupo juntou-se para o habitual almoço de confraternização, com o frango à Guia a servir de prato principal.
A vertente solidária do evento permitiu angariar 4.782,50 euros, valor que reverte integralmente para apoiar a atividade diária dos Bombeiros Voluntários de Albufeira. O montante foi entregue no final do encontro por Dinis Nascimento, presidente da Junta de Freguesia da Guia, a Paulo Afonso, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albufeira.
O Presidente da Junta de Freguesia da Guia, Dinis Nascimento, fez um balanço positivo da iniciativa, referindo que “ano após ano, é gratificante ver o enorme envolvimento de quem nos visita.” O autarca acrescenta que “há muito trabalho de organização para acolher da melhor forma quem vem de fora e garantir que tudo corre bem, pelo que ver esta adesão crescer e saber que esse esforço conjunto se traduz numa ajuda de quase 4.800 euros para os nossos bombeiros é o maior reconhecimento que podemos ter.”
O Encontro Solidário de Motorizadas Antigas regressa em 2027 com o compromisso de voltar a juntar os entusiastas das duas rodas à volta deste evento que junta convívio e solidariedade.
As Festas da Guia, decorridas nos dias 29 e 30 de agosto nesta localidade do concelho de Albufeira, registaram uma das maiores adesões de público de sempre. O evento voltou a reunir fregueses e visitantes em torno das tradições locais, da gastronomia e da vertente religiosa.
O programa religioso, um dos pilares do evento, cumpriu-se no sábado, dia 29, com a Missa e Procissão a partir da Capela de Nossa Senhora da Guia. No domingo, 30 de agosto, as celebrações continuaram com a Missa e Procissão a partir da Igreja Matriz, em honra de Nossa Senhora da Guia e de São Luís.
A maior afluência de público registou-se no sábado, com o recinto a bater o recorde de visitantes numa noite que contou com o concerto de Bonga. Refira-se que, na noite de domingo, e por motivos de saúde, a cantora Ruth Marlene viu-se obrigada a cancelar o seu concerto, tendo a animação musical sido assegurada pelos restantes músicos e pela sua banda de apoio até ao espetáculo de fogo de artifício.
Dinis Nascimento, Presidente da Junta de Freguesia da Guia, assinalou o impacto da iniciativa, referindo que “o número de pessoas que passou pela Guia ao longo destes dois dias demonstra a importância destas festas para a freguesia. Cumprimos o objetivo de manter vivas as nossas tradições religiosas e culturais, acolhendo quem nos visita com a dignidade que a nossa terra merece.”
A Junta de Freguesia da Guia agradece publicamente a todos os envolvidos na organização e segurança do recinto, fregueses, voluntários, associações, artistas, equipas técnicas, forças de segurança, corpos de socorro, Paróquia da Guia e Câmara Municipal de Albufeira.
Estoi prepara-se para receber mais uma edição da Feira do Cavalo, de 2 a 6 de setembro, um dos momentos de maior destaque no calendário cultural da freguesia.
Durante cinco dias, o cavalo, a cultura e as tradições algarvias voltam a ocupar o centro das atenções, num encontro que promete reunir população, visitantes e amantes do mundo equestre.
A XXIII edição apresenta-se como uma celebração das raízes locais, valorizando o património equestre e as tradições que continuam a marcar a identidade do Algarve. Entre demonstrações, momentos de convívio e atividades ligadas ao universo do cavalo, o programa convida a descobrir uma Estoi onde a tradição permanece viva.
Mais do que uma feira dedicada ao cavalo, o evento afirma-se como um espaço de encontro entre gerações e de divulgação da cultura algarvia. O ambiente festivo, a gastronomia, os costumes e a ligação ao mundo rural completam uma programação pensada para proporcionar cinco dias de animação e experiências para toda a comunidade.
Com uma história já consolidada, a Feira do Cavalo regressa assim a Estoi para reafirmar a importância das tradições locais e celebrar a relação entre o homem, o cavalo e a cultura que atravessa gerações.
Durante cinco dias, Estoi volta a ser palco de uma festa onde o passado e o presente se encontram, mantendo viva uma das tradições equestres que fazem parte da identidade algarvia.
Situada longe da pressão dos núcleos urbanos e rodeada por sistemas naturais sensíveis, a Praia de São Rafael, em Albufeira, é um autêntico refúgio de areia dourada e águas cristalinas.
Localizada junto ao empreendimento turístico com o mesmo nome, esta zona balnear destaca-se pela sua beleza cénica e pela atmosfera exclusiva de uma praia equipada, mas de uso condicionado.
O que torna São Rafael verdadeiramente única é o seu cenário geológico.
O areal é abraçado por arribas calcárias que, moldadas pela força do mar e da chuva, criaram esculturas naturais fascinantes.
Em seu redor, entre arcos, algares e leixões, a natureza exibe aqui toda a sua criatividade.
Nas dunas, as plantas salgadeiras completam o quadro: ao início ou final do dia, é possível ver os cristais de sal a brilhar nas suas folhas.
Nas suas imediações existem pelo menos duas outras praias, pequenas, mas deslumbrantes, que também vale bem a pena visitar.
Uma delas, a encantadora Praia dos Arrifes, situa-se a nascente e a outra, a idílica e quase secreta Praia do Ninho das Andorinhas, do lado contrário.
A Guia é a verdadeira capital do frango assado, famosa em todo o país por esta especialidade gastronómica deliciosa e estaladiça.
Situada em pleno coração do Algarve, no concelho de Albufeira, junto à estrada EN125, esta vila consegue a proeza de juntar tradição, lazer e ótimas compras num único lugar.
Visitar a Guia e não comer um frango assado é quase um pecado. É o grande ex-líbris da terra e as dezenas de restaurantes locais servem-no como ninguém.
Antes ou depois de provar este prato típico, pode dar uma volta pela localidade para apreciar, sobretudo, os seus monumentos religiosos.
Igreja Matrizda Guia
A Igreja Matriz é dedicada a Nª Sra. da Visitação. Foi edificada no século XVII e no seu interior podem ser admirados o retábulo da Capela-Mor, uma imagem de Nossa Senhora da Visitação, provavelmente do século XVIII, as imagens de Santo António e de Cristo Crucificado.
A Ermida de Nossa Senhora da Guia é mais antiga, data do século XV, mas teve de ser reconstruída depois do terramoto de 1755 Terá, inclusivamente, estado na origem da povoação e, reza a lenda que naquele local apareceu a Virgem.
A umas centenas de metros encontramos outra ermida, a de São Sebastião, feita com o objetivo de ajudar a afastar a peste negra.
A Guia é, também, um ponto de paragem obrigatório para quem gosta de fazer compras. A poucos quilómetros do centro da vila, fica um enorme espaço comercial que serve toda a região. O grande destaque vai para o famoso Algarve Shopping, um centro comercial ao ar livre onde pode encontrar lojas para todos os estilos e gostos, um grande supermercado e uma ampla zona de restauração.
Se for em direção ao mar, encontra, também, a cerca de 6 quilómetros, praias famosas, como a da Galé e a dos Salgados.
A Praia do Evaristo é um refúgio de biodiversidade em Albufeira, perfeito para quem procura uma ligação direta com a natureza pura.
Situada longe da influência urbana e integrada em sistemas naturais sensíveis, esta pequena enseada de areia dourada destaca-se pelo seu caráter rochoso e pelas arribas baixas, artisticamente recortadas pelo tempo.
O grande diferencial do Evaristo está “escondido” à vista de todos: enormes blocos rochosos espalham-se pelo areal e mergulham no mar, criando um autêntico aquário natural.
Nas rochas é possível encontrar cracas, mexilhões, lapas e anémonas que dão cor às paredes e dentro de água, os banhistas podem encontrar cardumes de safias, sargos e peixes-rei que nadam tranquilamente entre os rochedos.
O acesso é feito por estrada alcatroada (ligação Guia-Galé).