O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, pretende avançar já em 2027 com um projeto de serviço militar voluntário destinado aos jovens que, sem quererem seguir uma carreira nas Forças Armadas, gostariam de ter uma experiência militar. Em entrevista ao Público e à Renascença, o ministro revelou que a iniciativa está a ser preparada pela Direção-Geral de Recursos Humanos da Defesa Nacional e será posteriormente articulada com os três ramos das Forças Armadas. O projeto poderá arrancar numa fase experimental, envolvendo um número limitado de participantes. A proposta pretende permitir que os jovens recebam formação militar e façam a recruta
Ainda sem decisão sobre o maior negócio de sempre de defesa em Portugal, a candidata norte-americana à substituição dos F-16 esboça plano de cooperação industrial e diz que “quanto mais cedo, melhor”.
O DN escreve que contrair crédito para comprar uma casa está cada vez mais caro. No Público, o ministro da Defesa defende um serviço militar voluntário para os jovens já no próximo ano.
Bundeswehr classifica ameaça como "significativa". Moscovo terá capacidade e intenção crescente de atacar infraestruturas para enfraquecer apoio alemão à Ucrânia.
Tribunal considerou que as informações enviadas às associações não estavam classificadas e que a acusação do MP foi "imponderada". Defesa fala em "notável honestidade intelectual".
Em causa estão os militares que recusaram embarcar no NPR Mondego. E ainda, interrogatórios judiciais aos 55 manifestantes ontem detidos na Praça do Rossio, só vão ter lugar para a semana.
Acusação classifica a atuação dos três militares – suspeitos de divulgar matéria confidencial depois de recusarem embarcar no NRP Mondego em março de 2023 – como "imponderada, descuidada e omissiva".
Madalena Meyer Resende, especialista em relações internacionais, avisa que a Europa não tem capacidade militar para substituir os Estados Unidos no apoio antiaéreo e de inteligência à Ucrânia.
Ainda não são conhecidos os números oficiais deste incidente, na província de Alberta. E ainda, centenas de manifestantes passaram a noite nas ruas de Lisboa e do Porto.
Os ataques no mar Negro intensificam-se "de dia para dia". O ministro da Defesa búlgaro quer meios aéreos, mísseis terra-ar e patrulhas. Resposta da NATO ainda incerta.
"A falta de uma identificação definitiva sobre quem realiza os ataques não pode servir de justificação para a inação ou a falta de preparação", declarou Stoyanov
Durante uma reunião com os responsáveis pelas finanças e pelos bancos centrais do G7, Satsuki Katayama expressou as preocupações do Japão relativamente à gestão dos riscos que a IA acarreta.
A Coreia do Sul também tem registado vários incidentes relacionados informações de empresas financeiras e bancos, que segundo as autoridades sul-coreanas, poderão ter sido realizados com IA
João Albuquerque, especialista em Relações Internacionais, defende que o eventual uso da maior bomba dos EUA no Irão confirma o falhanço militar e o desespero de Washington.
Investimento de 500 milhões de euros prevê a instalação de uma escola de pilotos na base de Tancos. Projeto poderá criar emprego e aproximar interior a novas oportunidades, considera Ricardo Oliveira.
O investimento global anunciado ascende a 500 milhões de euros, incluindo uma comparticipação pública de cerca de 50 milhões de euros, destinada à intervenção na pista
Bomba é a maior que os EUA têm no seu arsenal, excetuando as bombas nucleares. É capaz de destruir uma área equivalente a nove quarteirões de uma cidade. E Trump já a usou no Afeganistão.
Zelensky mostrou-se irritado com distanciamento de Trump face a Kiev. Falou também sobre bloqueio do acesso do Exército ucraniano a informações recolhidas por meios tecnológicos norte-americanos.
Numa entrevista ao jornal britânico Financial Times, publicada esta quinta-feira, Zelensky afirmou que a Ucrânia se comprometeu apenas a uma pausa de três dias, desde domingo
Presidente ucraniano acusa Trump de estar no "lado errado" do conflito. Kiev queixa-se de falta de informação sobre ataques russos de terça-feira e diz estar a assistir a escalada por parte da Rússia.
Portugal atingiu em 2025 a meta de investimento de 2% do PIB na defesa. Mas Nuno Melo ressalva que "o investimento só por si significa pouco". "Quem não evolui, perde no campo de batalha", advertiu.