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A Lindt está em sarilhos. E já percebeu que subiu demasiado os preços do chocolate

By: ZAP
25 October 2026 at 21:30
O presidente da Lindt & Sprüngli reconheceu que a empresa sobrestimou quanto podia aumentar preços sem reduzir a procura, sobretudo na Alemanha. As ações caíram mais de 25% este ano, e o CEO foi despedido. A fabricante já baixou alguns preços. A Lindt & Sprüngli está a passar por dificuldades. A fabricante suíça de chocolate “avaliou mal a reação dos consumidores” aos aumentos de preços, disse o presidente, poucos dias depois de a empresa ter afastado o CEO, Adalbert Lechner. Numa entrevista ao jornal NZZ am Sonntag citada pela Reuters, o presidente executivo, Ernst Tanner, admitiu que a empresa sofria

Carburanti, Italia prima in Europa per le tasse sul gasolio: oltre 1 euro allo Stato per ogni litro. Ecco quanto si paga negli altri Paesi europei

25 October 2026 at 16:43

Fare il pieno di gasolio in Italia significa pagare una quota particolarmente elevata di tasse. Il nostro Paese è infatti al primo posto in Europa per il peso di Iva e accise sul prezzo finale del diesel: il 48%, contro una media europea del 37,9%. In termini concreti, su ogni litro acquistato, circa 1,08 euro finiscono allo Stato. I dati emergono dalle elaborazioni dell’Adusbef sui dati Eurostat aggiornati al 19 ottobre 2026, dopo la scadenza, lo scorso 5 ottobre, del provvedimento che aveva previsto un taglio temporaneo delle accise. Secondo l’associazione, gli automobilisti italiani pagano 29 centesimi di tasse in più per ogni litro di gasolio rispetto alla media europea.

Gasolio, Italia prima per le tasse ma non per il prezzo

Il primato fiscale non coincide con quello del prezzo più alto alla pompa. Nella classifica dei listini medi del diesel, l’Italia si colloca infatti al settimo posto, con 2,244 euro al litro. In cima alla graduatoria ci sono la Finlandia, con 2,531 euro al litro, la Danimarca, con 2,501 euro, e i Paesi Bassi, con 2,456 euro. Tra i Paesi con i prezzi più bassi figurano invece la Polonia, con 1,79 euro al litro, e Bulgaria e Spagna, entrambe intorno a 1,88 euro.

Per quanto riguarda l’incidenza delle imposte, dopo l’Italia si collocano, tra gli altri, Belgio, Danimarca, Francia e Lituania, con percentuali comprese tra il 42% e il 43%. La tassazione più bassa si registra in Polonia, al 25,5%, e in Spagna e Svezia, intorno al 27%. Il confronto esclude Malta, dove è in vigore un particolare regime di prezzi amministrati.

Benzina, tasse al 51,4% del prezzo

La situazione è pesante anche per chi utilizza la benzina. In questo caso l’Italia è al terzo posto in Europa per incidenza fiscale, con imposte pari al 51,4% del prezzo finale, dietro ai Paesi Bassi, al 52,8%, e alla Grecia, al 52%. Su un litro di verde acquistato in Italia, secondo i calcoli dell’Adusbef, 1,036 euro vanno allo Stato sotto forma di Iva e accise. La media europea è di 87,8 centesimi: la differenza è quindi di 15,8 centesimi al litro, che secondo l’associazione si traduce in circa 8 euro in più per un pieno.

Anche in questo caso, però, il prezzo finale non è il più alto d’Europa: l’Italia è all’ottavo posto per il costo medio della benzina. La Danimarca guida la classifica con 2,604 euro al litro, seguita dai Paesi Bassi con 2,390 euro e dalla Finlandia con 2,327 euro.

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Driveway Transfers do Algarve recebe prémio de segurança rodoviária

25 October 2026 at 12:56

A Driveway Transfers, empresa algarvia de transporte de passageiros, recebeu o prémio de segurança rodoviária de 2025 da Horizonte Seguro, numa cerimónia realizada a 20 de outubro de 2026, em Alcobaça, anunciou a empresa em informação enviada ao POSTAL.

De acordo com a operadora de transfers, a distinção reconhece o trabalho desenvolvido na formação e sensibilização dos motoristas, no acompanhamento dos indicadores de condução e na gestão da frota, com atenção à segurança e ao conforto dos passageiros.

Formação e verificações às viaturas entre as práticas destacadas

A empresa identifica as verificações aos veículos, a formação dos profissionais e as iniciativas internas regulares de sensibilização rodoviária como componentes da sua atividade diária. Estas ações procuram incentivar uma condução cuidadosa e responsável.

Na apresentação do trabalho que esteve na origem do reconhecimento, a Driveway Transfers refere uma gestão de frota que procura conciliar a eficiência operacional com a proteção dos passageiros, dos motoristas e dos restantes utilizadores da estrada.

A operadora associa também a distinção ao trabalho da equipa, destacando o profissionalismo e o sentido de responsabilidade dos seus trabalhadores. Na comunicação divulgada, dirige um agradecimento à Cartrack Portugal e à SEGEF pelo prémio.

Empresa pretende manter investimento na prevenção

A Driveway Transfers considera o reconhecimento um incentivo para continuar a investir na formação, na prevenção e na melhoria das suas operações.

A empresa defende ainda a participação de mais operadores de transporte e outras empresas em iniciativas de sensibilização rodoviária. Na sua perspetiva, estes projetos permitem valorizar boas práticas e reforçar a responsabilidade partilhada na prevenção de acidentes e na redução de comportamentos perigosos na estrada.

Leia também: Almoço a 230 metros de profundidade na Mina de Sal-Gema de Loulé vence prémio de inovação turística

A TSMC está a tentar escapar ao aperto chinês nas terras raras

By: ZAP
25 October 2026 at 12:15
Os controlos de exportação impostos por Pequim ameaçam a produção dos semicondutores mais avançados do mundo. Uma eventual escassez de componentes pode afetar setores estratégicos, da inteligência artificial à defesa. A solução: motores sem terras raras. A taiwanesa TSMC está a estudar alternativas aos componentes de terras raras no equipamento das suas fábricas, disseram à Reuters três pessoas a par do assunto. O objetivo é reduzir o risco de que os controlos de exportação de Pequim perturbem as operações nas unidades que fabricam os chips mais avançados do mundo. Esta decisão, noticiada agora pela primeira vez, mostra como o domínio

Como a nova lei do arrendamento desprotege os inquilinos

By: Lusa
25 October 2026 at 11:15
A nova lei do arrendamento proposta pelo Governo desprotege os inquilinos e não responde àquele que é atualmente o maior problema social do país, a crise de habitação, dizem especialistas. A consideração é de dois especialistas ouvidos no podcast Lusa Extra. Gonçalo Antunes, geógrafo, e Rita Silva, economista social, não defendem as mesmas medidas, mas concordam no diagnóstico: a crise de habitação é atualmente o maior problema social do país. Os dois criticam a decisão do Governo de propor uma lei do arrendamento urbano que acelera os despejos e acaba com os limites ao aumento das rendas. Proposta pelo Governo

Renda moderada de 2300 euros faz aumentar as rendas? Ministro não percebe

By: ZAP
25 October 2026 at 10:45
Sarmento lembra que as rendas para lá dos 2300 euros podem baixar e que não se cobrará esse valor quando os interessados não estão dispostos a pagar tanto. Mas não consegue afastar o risco apresentado pela UTAO. O ministro das Finanças afirmou este sábado ter dificuldade em perceber como a definição do conceito de “renda moderada” nos 2.300 euros possa aumentar os preços, argumentando que diminui os valores imediatamente acima, até 2.600 euros. “Tenho muita dificuldade em perceber como é que, ao fixar-se o limite da renda moderada até 2.300 euros, isso pode contribuir para aumentar as rendas. Não tenho

Asili nido, posti in aumento del 3% ma è merito della denatalità

25 October 2026 at 10:06

L’offerta di asili nido e servizi per la prima infanzia mostra segnali di espansione numerica. I posti disponibili nei nidi, pubblici e privati, sono saliti a 378.500 nell’anno educativo 2023/2024, con un incremento del 3,4% rispetto all’anno precedente: l’Italia si trova così a solo un punto percentuale dall’obiettivo storico del 33% recepito con il decreto legislativo 65/2017.

Se si considerano, però, i parametri europei fissati in sede Ue per il 2030, il lavoro da fare resta immenso: la copertura richiesta per soddisfare la domanda della prima infanzia dovrà raggiungere almeno il 45%. Inoltre, il dato di miglioramento va letto all’interno della cornice dell’inverno demografico, che mostra come pura distorsione ottica l’avanzamento dell’indicatore nazionale.

La denatalità

A spingere al rialzo la percentuale di copertura non è soltanto l’aumento dei servizi attivati sul territorio, che pure c’è stato, ma il costante calo demografico. I dati Istat evidenziano come il numero di residenti nella fascia 0-2 anni sia in contrazione da diversi anni: dai 400.000 nati del 2021 si è scesi ai 379.890 del 2023, fino ai circa 370.000 rilevati nel 2024. Un dato drammaticamente distante dagli oltre 576.000 nati del 2008.

A fronte di circa 12.000 posti fisici in più creati nell’ultimo anno, la contrazione della platea dei piccoli beneficiari contribuisce in modo determinante al miglioramento formale dell’indicatore. La forbice delle disuguaglianze, in sostanza, appare meno ampia soltanto perché ci sono meno bambini.

Due Paesi, due servizi

L’andamento dell’offerta è segnato da profonde spaccature geografiche. Come analizzato da Openpolis con Con i Bambini, sono 13 le Regioni che hanno superato la soglia del 33%:

  • Umbria (48,4%);
  • Emilia-Romagna (44,2%);
  • Valle d’Aosta (43,8%);
  • Toscana (42,1%);
  • Friuli-Venezia Giulia (40,8%);
  • Lazio (39,8%);
  • Sardegna (39,5%);
  • Lombardia (38,9%);
  • Trentino-Alto Adige (38,2%);
  • Liguria (36,5%);
  • Piemonte (35,4%);
  • Veneto (34,8%);
  • Marche (33,6%).

Il Mezzogiorno rimane in forte ritardo: la Campania registra un tasso del 15,4%, la Sicilia del 15,5% e la Calabria il 17,2%.

Accanto alla cronica differenza tra Nord e Sud emerge una seconda frattura strutturale, che separa i grandi centri urbani dalle aree interne e di montagna:

  • nei comuni polo la disponibilità raggiunge mediamente il 38,7%, con punte superiori al 60% in capoluoghi come Nuoro, Sassari, Siena e Ferrara;
  • nei comuni di cintura (gli hinterland dei grandi agglomerati) l’offerta scende al 29%, a fronte di un aumento della popolazione residente;
  • nelle aree interne la media crolla al 24,5%, riducendosi fino al 20,4% nei comuni ultraperiferici (distanti oltre un’ora dai servizi essenziali).

In particolare nei territori montani, che costituiscono oltre il 35% della superficie nazionale e dove i redditi medi sono inferiori alla media regionale, la scarsità di infrastrutture educative rappresenta uno dei principali fattori di spopolamento per le giovani famiglie, motivo per cui si è contestata la revisione dei criteri per accedere ai fondi per le comunità montane.

Le periferie delle grandi città

Un ragionamento a parte riguarda le grandi metropoli che, pur raggiungendo o sfiorando a livello aggregato i target europei, nascondono profonde distorsioni interne tra centro e periferie. I dati regionali del Lazio e della Lombardia mostrano ottime medie complessive, ma la reale collocazione dei posti crea cortocircuiti di accesso per i lavoratori.

A Roma, ad esempio, i nidi del centro storico presentano spesso posti vuoti a causa dello spopolamento e della turistificazione del tessuto abitativo, mentre la domanda delle famiglie si è concentrata in modo esponenziale nei quartieri periferici e lungo il Grande Raccordo Anulare. A questo si aggiunge la rigidità dei criteri di residenza, che esclude gran parte dei lavoratori pendolari

Volkswagen troca ID.4 e ID.5 por um Tiguan totalmente elétrico

By: ZAP
25 October 2026 at 09:30
O novo ID da Volkswagen vai ter o nome do seu SUV mais vendido de sempre. O ID. Tiguan elétrico recupera os botões e puxadores físicos que o ID.4 tinha abandonado, promete até 599 km de autonomia e parte dos 42.695 euros. A Volkswagen desligou a ficha aos modelos ID.4/ID.5 e substituiu-os por um SUV elétrico compacto chamado ID. Tiguan. Esse nome diz alguma coisa? Devia. O Tiguan original vendeu perto de 9 milhões de unidades em todo o mundo, o que deixa o novo modelo elétrico sob pressão. Quanto ao ID.4 e ao ID.5 que vem substituir, venderam mais

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O novo ID da Volkswagen vai ter o nome do seu SUV mais vendido de sempre. O ID. Tiguan elétrico recupera os botões e puxadores físicos que o ID.4 tinha abandonado, promete até 599 km de autonomia e parte dos 42.695 euros. A Volkswagen desligou a ficha aos modelos ID.4/ID.5 e substituiu-os por um SUV

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“Es la inflación, estúpido”: Estados Unidos se sume en el descontento pese al crecimiento económico

24 October 2026 at 16:30

Han pasado 640 días desde que Donald Trump prestó juramento en el Capitolio en un discurso grandilocuente en el que proclamó: “La Edad de Oro de Estados Unidos comienza justo ahora. A partir de hoy, nuestro país prosperará y volverá a ser respetado en todo el mundo”. Casi dos años después, si los sondeos no fallan, está a punto de sufrir una histórica derrota en las elecciones de medio mandato que se celebran el próximo 3 de noviembre debido al descontento de las familias estadounidenses sobre la situación económica. La inflación, los aranceles y la guerra contra Irán explican la gran decepción que se extiende desde una costa a otra de Estados Unidos. Un sentimiento que ha contagiado a las zonas rurales del Medio Oeste y el Sur del país, donde los demócratas no gobiernan desde hace casi un siglo, como Kansas o Mississippi. El malestar de los estadounidenses con la situación económica contrasta con las grandes cifras que sitúan al país como una de las potencias que más crece.

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El motor de la IA, entre el riesgo de burbuja y un nuevo paradigma

La inteligencia artificial está protagonizando la mayor revolución económica de la historia. Nunca se había destinado tanto dinero en tan poco tiempo a desarrollar una nueva industria, ni siquiera en la revolución del ferrocarril de finales del siglo XIX o en la era de la burbuja de las puntocom. La inversión estimada que los grandes laboratorios de IA hasta 2032 ascenderá a 10,3 billones de dólares, una cantidad que representa el 3,6% del PIB, según un reciente estudio del Stijn van Nieuwerburgh, publicado por la Brookings Institution.

El Mapa de Centros de Datos de Estados Unidos, que recopila la información sobre esta actividad, tiene registrados 5098 instalaciones y proyectos en el país: 3172 operativos, 400 en construcción y 1199 planificados, con una capacidad de 395,1 GW. Se prevé que solo este año, la inversión en IA alcance en Estados Unidos el 1,9 % del PIB, según estimaciones de Goldman Sachs.

El sector está teniendo un impacto evidente en la economía, pero también ha provocado malestar social por los efectos nocivos que suponen estas instalaciones. “La mayor parte del gasto de capital, que este año podría alcanzar los 800.000 millones de dólares, va destinada a la construcción de enormes centros de datos”, remarca Jared Franz, economista de Capital Group. “Este nivel de inversión ofrece un fuerte impulso a la economía estadounidense. De hecho, creo que no estamos valorando en su justa medida el impacto que podría tener el auge de la inteligencia artificial”.

Franz cree que se podría estar infravalorando el crecimiento del PIB entre 0,5 y 1 punto porcentual. Las grandes compañías están inmersas en una alocada carrera de inversiones, que está llevando a la industria a protagonizar algunas a Bolsa más rimbombantes de la historia. Los analistas empiezan a hablar del riesgo de burbuja, con un ecosistema de empresas endeudadas y con estrechos vínculos entre ellas.

Las autoridades, sin embargo, tienen depositadas muchas esperanzas en los robustos aumentos de productividad que supondrá la inteligencia artificial cuando la industria esté plenamente desarrollada.

© KENT NISHIMURA (AFP / GETTY IMAGES) (EL PAÍS)

Donald Trump abandona el escenario tras intervenir en un acto de campaña en Park City (Kansas, EE UU), el 19 de octubre.

Protesto pela habitação leva uma centena de pessoas às ruas de Faro

24 October 2026 at 20:23

Cerca de uma centena de pessoas percorreu este sábado, 24 de outubro, a avenida 5 de Outubro, em Faro, para exigir respostas à crise da habitação. A marcha terminou na Praça da Liberdade, onde um microfone aberto deu lugar a testemunhos sobre as dificuldades em pagar renda ou casa própria.

Promovido pelos coletivos que têm organizado a acampada de Faro, o protesto juntou reivindicações pelo fim dos despejos, pela reversão da lei de arrendamento e pela expropriação do património devoluto.

Organizador relata obrigação de sair de casa durante o verão

Sebastião Florêncio, membro da organização da acampada, disse à Lusa que considera esta a pior crise “desde o 25 de Abril”, apontando a situação de pessoas que “trabalham e nem conseguem ter dinheiro para comer”.

“Isto é um caso de calamidade, isto é uma emergência que temos no nosso país e que ainda mais grave se torna quando nos tentam descredibilizar”, afirmou.

O próprio declarou ter “sorte” por conseguir “ter uma casa”, mas explicou que vive sem contrato e é obrigado a “sair três meses durante o verão, o que no Algarve é habitual”.

Na sua avaliação, a crise algarvia “é um problema ao quadrado”, agravado pela “exorbitância do mercado imobiliário e da especulação imobiliária”.

Marcha percorreu 900 metros ao som de José Afonso

O desfile arrancou pelas 15:30, meia hora depois do previsto, ao som de “Os Vampiros”, de José Afonso. O percurso de 900 metros, acompanhado pela polícia, demorou cerca de meia hora, com outras pessoas a juntarem-se ao longo do caminho.

“Teto, chão, direito a habitação” e “Queremos casas para morar, e não para especular” foram algumas das palavras de ordem. Ouviu-se também um cântico dirigido ao primeiro-ministro: “Montenegro, presta atenção, as tuas casas vão virar ocupação”.

Nas faixas exibidas pelos participantes liam-se mensagens como “Eles compram tudo e não deixam nada”, “Não faltam direitos, falta cumpri-los” e “Mais habitação, menos especulação”.

Microfone aberto reúne testemunhos e críticas ao Governo

Na Praça da Liberdade, depois da leitura de um manifesto preparado pelas várias acampadas, mais de uma dezena de pessoas tomou a palavra durante cerca de uma hora.

Os discursos combinaram críticas ao Governo com relatos pessoais sobre as dificuldades em suportar os custos da habitação. Houve também quem se afirmasse “privilegiado por ter casa”, defendendo que isso não contradiz a participação no protesto, porque “todos têm direito a casa própria”.

Para este sábado está ainda prevista uma assembleia popular na praça, destinada a recolher contributos para propostas a apresentar ao Governo e a preparar novas ações de luta.

Protestos alargaram-se a outras cidades

A atual mobilização começou no Porto em 10 de outubro e estendeu-se a Lisboa e a outras cidades, através de manifestações e acampadas. Os protestos surgiram dias depois da aprovação parlamentar da nova lei do arrendamento, agora em discussão na especialidade, refere a Lusa.

Promovidas por movimentos cívicos e divulgadas nas redes sociais, as iniciativas exigem respostas à crise habitacional. Reclamam também o controlo dos preços dos bens essenciais e dos combustíveis e impostos sobre os lucros extraordinários das grandes empresas do setor bancário.

Em 15 de outubro, o movimento que acampava no Porto denunciou uma carga policial violenta durante a madrugada. Segundo a denúncia relatada pela Lusa, ficaram feridos 39 participantes, dois dos quais em estado grave, e um polícia.

Em Lisboa, as autoridades retiraram dezenas de tendas do Rossio na manhã de terça-feira e detiveram 55 manifestantes, que serão presentes a juiz em 27 de outubro.

Leia também: Herdou uma casa e não há acordo para vender? Governo aprova novas regras para desbloquear heranças

São Brás de Alportel volta a dar palco ao empreendedorismo

24 October 2026 at 19:56

O VI Fórum Ideias de Negócios decorre no dia 27 de outubro, às 18h00, no São Brás Cineteatro Jaime Pinto. A participação é gratuita e as inscrições estão abertas.

O conteúdo São Brás de Alportel volta a dar palco ao empreendedorismo aparece primeiro em Barlavento.

De Esposende para 40 países: os fios quase invisíveis que ligam o mundo

24 October 2026 at 18:03

O barulho contínuo e surdo das máquinas pesadas, que giram sem parar, e os estampidos metálicos das roldanas e bobines, espalhadas por toda a fábrica, são música na nossa vida. É da matéria que aqui se cria que nasce o sublime: fios quase invisíveis que nos conectam uns aos outros, sem conhecerem limites ou fronteiras; que conduzem a nossa vida sem darmos por eles, e nos permitem ser mais rápidos, mais ágeis, melhores. 

A NKT, grupo industrial dinamarquês líder no fabrico e instalação de cabos de energia – que em 2024 adquiriu a antiga SolidAl, em Esposende, fundada em 1968 – deu mais um passo no seu programa de investimento com a inauguração, no passado dia 20 de outubro, de uma nova ala que veio reforçar a capacidade e o desempenho da empresa na resposta às crescentes necessidades das redes elétricas europeias.

De Esposende para 40 países: os fios quase invisíveis que ligam o mundo
Cerimónia contou com a presença do secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, do presidente da Câmara Municipal de Esposende, Carlos Silva, e da Assembleia Municipal, Alberto Figueiredo. Foto: Direitos Reservados

“Este é um marco importante na história desta unidade industrial, que tem uma grande importância regional e nacional. É com muito orgulho que olhamos para o caminho percorrido até aqui e para o crescimento que já foi alcançado”, afirmou Dinis Pinto, vice-presidente de operações da NKT, durante o seu discurso de inauguração, seguro de que o futuro da empresa se pautará por mais oportunidades de emprego qualificado, mais inovação e mais “confiança nas pessoas e na região”. 

50 milhões de euros, 150 novos postos de trabalho

Com um investimento global de 50 milhões de euros, a capacidade da fábrica vai aumentar cerca de 50% e vai possibilitar a criação de 150 novos postos de trabalho.

“Nós, neste momento, produzimos quase 30 mil toneladas, vamos aumentar para cerca de 50 mil”, refere Dinis Pinto.

De Esposende para 40 países: os fios quase invisíveis que ligam o mundo
Dinis Pinto (à esquerda) é o vice-presidente de operações da NKT. Foto: Direitos Reservados

“É uma expansão que permite acompanhar a transição energética que está a acontecer, especialmente na Europa. É um investimento necessário para que as redes se tornem mais resilientes e aguentem toda a necessidade de energia que está agora a aparecer, como os data centers, por exemplo, que são consumidores de uma enorme quantidade de energia. Por isso, nós, com esta expansão, temos a oportunidade de acompanhar essa evolução das necessidades do mercado”.

A unidade de Esposende, com mais de 50 anos de experiência na produção de cabos de energia e soluções integradas para a transmissão e distribuição de energia, especializa-se na produção de cabos de média e alta tensão até 225 kV, bem como em soluções de baixa tensão e condutores em alumínio e ACSR. 

Os milhares de quilómetros de fios e cabos elétricos que todos os dias são produzidos e saem das suas instalações, já chegaram a mais de 40 países, ligando pessoas e comunidades, gerando energia em fábricas e indústrias e fazendo funcionar fontes de energia renovável em todo o mundo.

Esta é, na verdade, uma das grandes preocupações da NKT: o desenvolvimento de soluções energéticas que apoiam a transição para um futuro mais sustentável. A outra, são as pessoas.

Mão de obra qualificada, séria e competente

“Juntos conectamo-nos a um mundo mais verde”, atirou Michael Hjorth, CCO da NKT, durante a cerimónia de apresentação, impressionado com o facto de 75% da eletricidade produzida em Portugal Continental ter origem em fontes renováveis.

De Esposende para 40 países: os fios quase invisíveis que ligam o mundo
Michael Hjorth, CCO da NKT. Foto: Direitos Reservados

“Tanto caminho percorrido em tão pouco tempo. Antigamente, a SolidAl e NKT eram empresas concorrentes e competiam uma contra a outra, mas agora estão juntas. Aqui, vimos potencial para construir algo ainda maior”, disse, reforçando o compromisso de longo prazo da NKT com Portugal, valorizando a tradição industrial existente na unidade.

Aproveitou e elogiou também a “forma de trabalho muito educada e competente” dos trabalhadores locais. São eles o coração da empresa, músculo que gera energia. E são eles que estão também no topo das prioridades.

Por todo o lado há avisos e normas de segurança, vestem-se equipamentos de proteção individual adequados às funções e, num ecrã, mesmo ao lado de um parque de bobines trefiladas, é possível ler um orgulhoso aviso: 292 dias sem acidentes.

De Esposende para 40 países: os fios quase invisíveis que ligam o mundo
Inauguração da nova ala aconteceu na passada terça-feira, 20 de outubro. Foto: Direitos Reservados

A fábrica de Esposende, parte essencial da rede de produção europeia da empresa dinamarquesa, conta, atualmente, com 580 colaboradores mas, em breve, serão muitos mais.

“A expansão que hoje inauguramos representa o crescimento de uma unidade industrial que tem confiança num projeto sólido e inovador, em que há confiança nas pessoas e em Esposende para atrair investimento. Esta é uma empresa que cria emprego, gera riqueza e melhora a qualidade de vida das pessoas, e que tem um impacto real no território”, avança Carlos Silva, presidente da Câmara Municipal de Esposende.

De Esposende para 40 países: os fios quase invisíveis que ligam o mundo
Carlos Silva, presidente da Câmara Municipal de Esposende. Foto: Direitos Reservados

“E isso é o melhor programa social que se pode apresentar. Mais do que atribuir subsídios, é fazer com que todos tenham um emprego digno, com o qual possam fazer face às suas despesas do dia a dia e criar as suas famílias em tranquilidade”, sublinhou o autarca.

Através da sua mão de obra qualificada e de um trabalho desenvolvido em equipa; do apurado conhecimento técnico e da avançada tecnologia que investe em materiais de qualidade; das novas instalações bem equipadas e de um forte sentido ético que aposta em políticas de sustentabilidade, a NKT projeta o território muito além das fronteiras.

E dá a volta ao mundo conectando-nos de mil e uma formas – que apesar de quase invisíveis, estão sempre lá.

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Herdou uma casa e não há acordo para vender? Governo aprova novas regras para desbloquear heranças

24 October 2026 at 18:00

O Governo aprovou, em 22 de outubro de 2026, um decreto-lei que pretende desbloquear imóveis integrados em heranças ainda por partilhar. A principal mudança permitirá que um único herdeiro desencadeie um processo judicial de venda, mesmo sem o acordo dos restantes, depois de o novo regime entrar em vigor.

O objetivo é evitar que casas e terrenos permaneçam bloqueados durante anos por desentendimentos familiares. Na apresentação da medida, o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, explicou que um herdeiro passará a poder desencadear o procedimento sem depender do consentimento de todos os outros, segundo as declarações noticiadas pelo ECO.

Prazo de dois anos tem exceções

A Lei n.º 49/2026, de 17 de agosto, que autorizou o Executivo a legislar sobre esta matéria, estabelece que o processo poderá ser iniciado, em regra, decorridos dois anos desde a abertura da sucessão.

Se já tiver sido requerido um processo de inventário, a autorização legislativa admite avançar sem esperar por esse prazo. Ressalva, contudo, situações como a existência de uma convenção para manter a herança indivisa, impedimentos legais ao exercício do direito à partilha ou a insolvência da herança.

O herdeiro terá de recorrer ao processo judicial próprio para pedir a venda do imóvel. A iniciativa individual permite desencadear o procedimento, mas não equivale a uma autorização para vender diretamente a casa contra a vontade dos restantes interessados.

Herdeiros terão oportunidade para chegar a acordo

Segundo a explicação apresentada pelo ministro, está previsto um período de seis meses para os herdeiros tentarem alcançar um entendimento sobre a partilha ou concretizar uma venda por negociação particular, evitando a venda judicial.

Caso o impasse continue, o processo poderá avançar para a venda, preferencialmente através de leilão eletrónico. A autorização legislativa determina que, quando exista desacordo sobre o preço base, este seja fixado pelo tribunal com recurso a avaliações objetivas. Prevê também a possibilidade de redução desse preço quando os leilões não permitam concretizar a venda.

Casa de morada de família terá proteção

A autorização legislativa prevê salvaguardas para determinados direitos sobre a casa de morada de família. Entre eles estão a atribuição preferencial ao cônjuge sobrevivo, salvo consentimento expresso deste para a venda, e direitos de habitação reconhecidos legalmente em situações de união de facto. Não se trata, portanto, de uma proteção indistinta de qualquer imóvel onde resida um herdeiro.

Quando existam herdeiros legalmente incapazes ou ausentes, a venda fica sujeita ao consentimento do Ministério Público e a autorização judicial, conforme estabelece o artigo 2.º da mesma lei.

Os herdeiros e o cônjuge meeiro terão também direito de remição: poderão adquirir o imóvel pelo preço da venda efetivamente realizada, nas condições legalmente estabelecidas. A autorização prevê este direito mesmo quando tenha ocorrido uma redução do preço base.

Reforma abrange heranças já abertas

A autorização legislativa estabelece, como regra geral, a aplicação das alterações às heranças já abertas e ainda não partilhadas na data de entrada em vigor do decreto-lei. A reforma inclui também a figura do testamenteiro com poderes de partilha e a possibilidade de determinar, através de testamento, o recurso à arbitragem para certos conflitos patrimoniais relativos à sucessão.

A aprovação em Conselho de Ministros não permite, por si só, utilizar imediatamente o novo mecanismo. A aplicação das regras depende da conclusão do processo legislativo, incluindo a promulgação, a publicação do decreto-lei em Diário da República e a respetiva entrada em vigor.

Leia taambém: Prestação da casa deverá subir nos créditos a taxa variável revistos em novembro: veja o impacto

Huelva avalia regras das esplanadas que exigem 1,80 metros livres para peões

24 October 2026 at 17:28

O funcionamento das esplanadas de Huelva voltou ao debate municipal, com os horários de fecho, o ruído e a acessibilidade no centro de uma reunião da comissão que acompanha o regulamento. O objetivo é conciliar a atividade dos estabelecimentos com o descanso dos moradores e a circulação sem obstáculos nas ruas e praças.

De acordo com o Diario de Huelva, o encontro juntou representantes da autarquia, da Polícia Local, do setor da restauração e das associações de moradores para analisar a aplicação das regras e as dificuldades detetadas desde a sua entrada em vigor.

O regulamento foi aprovado em junho de 2025 e contou com um período de adaptação de seis meses, antes da aplicação definitiva a 13 de dezembro.

Até à uma da madrugada entre junho e setembro

Os horários são um dos aspetos regulados. As esplanadas sem elementos musicais ou audiovisuais podem permanecer abertas até à uma da madrugada entre junho e setembro. Nos restantes meses, o limite geral é a meia-noite.

As regras incluem também medidas para prevenir incómodos provocados pelo ruído e estabelecem condições para a retirada do mobiliário após o fim do horário autorizado.

A análise da comissão incide sobre a aplicação destas disposições, num esforço para compatibilizar o funcionamento dos negócios com os direitos de quem reside nas zonas envolventes.

Passagem livre e acessos garantidos

Na acessibilidade, o regulamento exige uma faixa de circulação pedonal com 1,80 metros de largura livre de obstáculos.

Além dessa passagem, têm de ficar garantidos os acessos a garagens, paragens de transportes públicos, ciclovias e vias destinadas à circulação de veículos de emergência.

A área ocupada por cada esplanada deve corresponder à autorização municipal. Como regra geral, as instalações têm de ficar em frente à fachada do respetivo estabelecimento, embora o regulamento contemple exceções.

Autarquia defende diálogo entre empresários e moradores

Pilar Miranda, presidente da Câmara de Huelva, destacou a importância de manter o diálogo entre os setores envolvidos para acompanhar a aplicação das medidas.

“Esta norma nasceu para compatibilizar o direito ao descanso dos moradores, a atividade económica dos estabelecimentos de restauração e o uso ordenado do espaço público”, afirmou.

A autarca acrescentou que a comissão permite “continuar esse diálogo já iniciado e perceber em que ponto nos encontramos”.

O acompanhamento pretende manter abertos os canais de comunicação entre a autarquia, os empresários e os moradores, permitindo abordar os problemas que surjam na utilização partilhada das ruas e praças.

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Em Vilamoura, ministro recusa “braço de ferro” com manifestantes pela habitação

24 October 2026 at 15:57

O ministro da Administração Interna, Luís Neves, afirmou este sábado, 24 de outubro, em Vilamoura, que o Governo encara os protestos pela habitação “com toda a tranquilidade”. O governante sublinhou que a maioria dos manifestantes é pacífica e rejeitou a existência de um confronto com o movimento.

“Não há de modo nenhum um braço de ferro”, declarou à CNN, à margem da cerimónia de aniversário da Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras da GNR no Algarve, em declarações citadas pela Lusa.

Ministro reconhece legitimidade dos protestos

Luís Neves frisou que “a maior parte dos manifestantes são pessoas absolutamente pacíficas” e que “o direito à manifestação é absolutamente legítimo”.

“O que leva as pessoas a manifestarem-se é um motivo absolutamente legítimo, muito humano. Estamos a falar de habitação”, afirmou.

O ministro assegurou que o Governo está “muito focado em encontrar todos os instrumentos” e “soluções que possam mitigar” o problema. Acrescentou que os promotores dos protestos estão “em articulação com a Polícia de Segurança Pública”.

Sobre as manifestações previstas para a tarde deste sábado, manifestou a expectativa de que sejam “ordeiras e pacíficas”, como “regularmente acontece” em Portugal.

Declarações surgem após aviso sobre o fim das acampadas

A posição foi expressa numa altura em que continuam a ser convocadas manifestações e assembleias populares em várias cidades, por movimentos cívicos que exigem respostas à crise da habitação.

Durante a semana, depois da polícia ter removido as tendas do Rossio, em Lisboa, e da Praça D. João I, no Porto, Luís Neves afirmou que a PSP passaria a atuar “por antecipação” nos protestos e avisou que as “acampadas e acampamentos terminaram”.

Em 15 de outubro, o movimento que acampava no Porto denunciou uma carga policial violenta durante a madrugada. Segundo a denúncia, ficaram feridos 39 participantes, dois dos quais em estado grave, e um polícia.

Em Lisboa, as autoridades retiraram dezenas de tendas do Rossio na manhã de terça-feira e detiveram 55 manifestantes, que serão presentes a juiz em 27 de outubro.

Movimentos exigem mudanças nas rendas e alternativas aos despejos

Duas semanas depois do início dos protestos no Porto, os participantes mantêm a promessa de continuar nas ruas até que o Governo deixe cair a nova lei das rendas e adote outras medidas para responder à crise habitacional.

Entre as reivindicações estão o fim das demolições e dos despejos sem alternativa habitacional, a proibição da compra de habitação por fundos imobiliários e o aumento da oferta pública de casas.

Os movimentos defendem também a aplicação de tetos às rendas e a recuperação de imóveis devolutos para fins habitacionais.

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Chigi: “Anche Q8 disponibile a prorogare il tetto al prezzo dei carburanti”. Che non vale per i tir

24 October 2026 at 15:51

La prima a introdurlo a fine settembre era stata Eni, poi altre compagnie si sono adeguate. Venerdì il gruppo guidato da Claudio Descalzi ha annunciato che il price cap su benzina e gasolio verrà mantenuto fino a fine anno. E in contemporanea anche Q8 si è detta disponibile a prorogare il tetto. La novità arriva dalla missione della presidente del Consiglio Giorgia Meloni in Kuwait, dove nei colloqui con l’emiro Sheikh Mishàal Al-Ahmed Al-Jaber Al-Sabah è emersa l’intenzione di estendere la misura già adottata dalla compagnia petrolifera kuwaitiana in Italia “con l’obiettivo di contenere i costi energetici e tutelare famiglie e imprese”, secondo la premier. Per Palazzo Chigi, la disponibilità dell’emiro è “un segnale concreto della solidità delle relazioni tra Italia e Kuwait e della capacità del governo italiano di promuovere un dialogo costruttivo con i partner strategici”.

Il tetto attuale fissato da Eni è 1,99 euro al litro per la benzina e 2,25 euro per il gasolio, ma l’ad Claudio Descalzi ha precisato che i livelli potranno essere rivisti in base all’andamento del mercato e agli approvvigionamenti. Q8 fin dall’inizio non ha imposto un tetto fisso nazionale unico, ma lo adatta in modo “coerente con le diverse realtà che compongono il sistema di distribuzione dell’Azienda”. Secondo gli ultimi dati dell’Osservatorio del ministero delle Imprese e del Made in Italy, sabato 24 ottobre il prezzo medio nazionale in modalità self service è di 2,020 euro al litro per la benzina e 2,261 euro per il gasolio. In autostrada si sale rispettivamente a 2,042 e 2,301 euro al litro.

Va sottolineato che il tetto non risolve i problemi degli autotrasportatori che fino all’altro ieri hanno fermato mezza Italia chiedendo aiuto al governo contro il caro carburanti: quasi tutti si approvvigionano extrarete, all’ingrosso. Al momento, su quel canale le quotazioni sono superiori rispetto a quelle dei normali circuiti di distribuzione.

L'articolo Chigi: “Anche Q8 disponibile a prorogare il tetto al prezzo dei carburanti”. Che non vale per i tir proviene da Il Fatto Quotidiano.

BMW chegou a oferecer mais de 650.000€ para trabalhadores saírem: procura foi tanta que a marca fechou inscrições

24 October 2026 at 15:40

Receber mais de 650.000 euros para abandonar o emprego foi uma das propostas apresentadas pela BMW a alguns dos seus trabalhadores, no âmbito de um programa de saídas voluntárias. A iniciativa despertou tanto interesse que o sistema informático da empresa chegou a ficar temporariamente indisponível, levando o fabricante automóvel alemão a encerrar antecipadamente as inscrições.

O objetivo passa por reduzir os custos de funcionamento e eliminar cerca de 8.000 postos de trabalho até ao final de 2027. Segundo o Observador, a BMW decidiu oferecer indemnizações superiores às praticadas por outros fabricantes automóveis, procurando incentivar os funcionários a aceitar a saída da empresa. Contudo, os valores mais elevados dizem respeito a situações individuais e não representam uma compensação garantida a todos os trabalhadores.

Indemnizações podem ultrapassar os 650.000 euros

As condições apresentadas pela BMW variam consoante o perfil de cada funcionário, sendo considerados fatores como a remuneração, a idade e os anos de serviço. O jornal alemão Handelsblatt teve acesso a informações sobre o programa e identificou casos em que as propostas ultrapassaram os 650.000 euros, embora a empresa não tenha confirmado publicamente os montantes individuais.

Os valores colocam algumas destas compensações acima das oferecidas por outros fabricantes alemães. A Volkswagen chegou a apresentar indemnizações próximas dos 400.000 euros em programas anteriores, enquanto a Mercedes disponibilizou propostas na ordem dos 500.000 euros para determinados trabalhadores. No entanto, estes montantes também estavam associados a condições específicas, não correspondendo a valores uniformes para todos os funcionários.

Quem sair mais cedo pode receber um bónus adicional

Além das indemnizações, a BMW criou um incentivo financeiro denominado “Turbo Bónus”, destinado aos trabalhadores que aceitem antecipar a saída. Segundo o Handelsblatt, o programa estabelece duas datas de cessação dos contratos: 31 de março e 31 de outubro de 2027. Os funcionários abrangidos pela primeira modalidade podem receber uma compensação adicional.

A empresa prevê ainda condições específicas para trabalhadores mais velhos, incluindo benefícios associados à aquisição de automóveis da marca. Porém, o programa funciona através de acordos voluntários, o que significa que não basta um funcionário manifestar interesse em abandonar a empresa. Tanto o trabalhador como a BMW têm de concordar com a cessação do contrato.

Procura foi tão elevada que o sistema deixou de funcionar

Quando o programa ficou disponível, a 8 de outubro, dezenas de milhares de funcionários receberam informações sobre a possibilidade de consultar as respetivas propostas. O número de acessos simultâneos ao portal interno foi tão elevado que o sistema ficou temporariamente indisponível, impedindo vários trabalhadores de conhecer imediatamente os valores que poderiam receber.

Entretanto, a BMW confirmou, a 20 de outubro, que tinha atingido antecipadamente o objetivo de adesões e encerrado as inscrições. Milhares de funcionários manifestaram interesse em sair, mas nem todos deverão conseguir celebrar um acordo. A empresa pretende concluir a análise das candidaturas até meados de novembro, embora algumas saídas só venham a concretizar-se durante 2027.

BMW pretende poupar mil milhões de euros por ano

A redução do número de trabalhadores integra uma estratégia destinada a melhorar os resultados financeiros da fabricante alemã. A empresa pretende aumentar a rentabilidade das suas operações e, segundo as informações divulgadas, estima conseguir poupanças anuais de aproximadamente mil milhões de euros a partir de 2028, através da reorganização da sua estrutura.

O plano está associado à liderança de Milan Nedeljkovic, que assumiu a presidência executiva da BMW em maio de 2026. A redução de pessoal deverá afetar sobretudo áreas administrativas, de desenvolvimento e de gestão, não abrangendo diretamente os trabalhadores da produção no programa alemão de saídas voluntárias. A fabricante pretende ainda diminuir o número de cargos de chefia, numa reorganização que deverá prolongar-se até ao final do próximo ano.

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Desertificazione negozi, 460mila locali sfitti ci costano quasi 5 miliardi l’anno

24 October 2026 at 14:55

Le città italiane sono a rischio desertificazione. Gli esercizi commerciali locali e le piccole attività stanno lasciando spazio ai punti vendita delle multinazionali o all’acquisto online. Secondo la stima condotta dall’Ufficio Studi di Confcommercio in collaborazione con l’Istituto Tagliacarne, entro il 2026 i negozi sfitti sul territorio nazionale raggiungeranno quota 458.000.

La mappa che emerge dall’analisi dei dati condotta è quella di una crisi strutturale che colpisce in maniera disomogenea il Paese, con criticità profonde soprattutto nel piccolo commercio e nei servizi. E a pagare il prezzo più alto di questa trasformazione economica, si legge, sono il piccolo commercio non alimentare e il settore della ristorazione e dei bar.

I numeri del fenomeno

Le dimensioni del fenomeno sono importanti. La fotografia scattata dall’ufficio di Confcommercio segnala 460.000 locali commerciali sfitti, di cui uno su quattro nelle zone rurali. Il dato va di pari passo con la proprietà degli stessi locali: solo 1 imprenditore su 3 è proprietario dell’immobile.

La quota più bassa di proprietà del locale è stata registrata nel Lazio (31,5%), mentre la quota più alta è registrata in Basilicata con il 46,5%.

Basta camminare per le città per accorgersi di questo fenomeno sempre più ampio, dove a pagare sono soprattutto i piccoli commerci non alimentari (171 mila negozi chiusi) e il settore della ristorazione e dei bar, dove si stimano quasi 90.000 locali vuoti.

I picchi si registrano in:

  • negozi tradizionali;
  • abbigliamento;
  • calzature;
  • articoli per la casa;
  • agenzie di viaggio;
  • cura della persona (saloni di parrucchieri ed estetiste).

Dove chiudono più negozi?

Il fenomeno, come altri registrati in Italia, appare più profondo e complesso nel Mezzogiorno, dove raggiunge il 19,4% rispetto a un Nord-Est che registra l’incidenza più contenuta, pari al 13,8%. A giocare un ruolo cruciale nella tenuta del tessuto commerciale, secondo l’analisi, è il livello di urbanizzazione.

Nei piccoli comuni o nei comuni rurali o scarsamente popolati si tocca la punta massima del 18,7% di saracinesche abbassate, mentre nelle grandi città e nei centri urbani intermedi si registra la quota più bassa, intorno al 16%.

Desertificazione, quanto ci costa

A preoccupare non è però soltanto la quantità dei negozi chiusi, ma anche da quanto tempo questo fenomeno va avanti. Tra il 2012 e il 2023 la durata dell’inutilizzo di un locale commerciale è stata calcolata in 7,2 anni. Secondo l’Osservatorio del Mercato Immobiliare, il canone medio annuo stimato è di circa 16.000 euro a prezzi attuali.

Un negozio vuoto genera un guadagno mancato complessivo di 116.000 euro lungo l’intero periodo di sfitto. Questo si traduce, per il sistema economico italiano, in una perdita di 53 miliardi di euro complessivi, pari a circa 4,4 miliardi di euro all’anno (0,2% del Prodotto Interno Lordo nazionale).

Paolo Testa, responsabile del settore Urbanistica e Rigenerazione Urbana di Confcommercio, ha commentato:

Il negozio di vicinato sta attraversando una profonda trasformazione culturale e politica: non viene più considerato semplicemente come un’attività d’impresa, ma come una vera e propria infrastruttura civica indispensabile per la vita urbana.

Riqualificazione urbana: la strategia

Da qui nascono progetti come quello di Confcommercio che vuole riportare il valore sociale delle imprese di prossimità al centro dell’agenda delle istituzioni nazionali ed europee. Si chiama “Cities”, e sottolinea come un locale di vicinato garantisca un presidio, anche di sicurezza grazie alle sue vetrine accese, crei legami umani che alimentano la rete di welfare invisibile nei quartieri e contribuisca a mantenere lo spazio pubblico curato, vivo e vivibile.

Per Confcommercio è necessario intervenire sulle condizioni generali di vivibilità, sicurezza, attrattività e qualità dell’abitare per spingere i cittadini a tornare a vivere, frequentare e fare acquisti nei propri quartieri. Serve che ogni città si doti, si legge nel report, di un proprio Piano d’azione territoriale pensato per riaprire i locali sfitti e rivitalizzare i centri storici, restituendo energia ai quartieri periferici.

Per farlo funzionare servono risorse ai Comuni per riaprire i quartieri vuoti. Il Governo, chiede il presidente di Confcommercio, deve destinare adeguate risorse ai Comuni per realizzare i piani di sostegno alle economie di prossimità, con l’obiettivo di riaprire i locali vuoti e favorire nuove attività per ridare vita alle comunità.

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