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Quatro arguidos ouvidos no julgamento de Conceição Cabrita, ex-autarca de VRSA

By: Lusa
27 October 2026 at 19:32

João Faustino, antigo funcionário da autarquia, negou ter participado em acordo de que retirasse benefício pessoal ou que lesasse o município.

O conteúdo Quatro arguidos ouvidos no julgamento de Conceição Cabrita, ex-autarca de VRSA aparece primeiro em Barlavento.

Houthis dizem ter repelido avanço de forças apoiadas pela Arábia Saudita

27 October 2026 at 17:35

Os houthis do Iêmen, alinhados ao Irã, afirmaram nesta terça-feira (27) que repeliram o avanço de forças que descreveram como apoiadas pela Arábia Saudita, vindas do sul em direção ao estreito de Bab el-Mandeb.

Segundo o comunicado, os houthis atacaram as forças que avançavam com mísseis balísticos e armas pesadas, provocando um grande número de baixas. O grupo afirmou ainda ter destruído vários veículos militares.

A Arábia Saudita não confirmou imediatamente as informações.

*Reportagem de Ahmed Tolba e Yasmine Ghania, no Cairo; edição de Barbara Lewis.

O que é o Knesset, o Parlamento de Israel?

 

Houthis dizem ter atingido maior refinaria de petróleo da Arábia Saudita

27 October 2026 at 16:50

Os houthis do Iêmen, alinhados ao Irã, afirmaram nesta terça-feira (27) que atingiram com um míssil balístico a refinaria de petróleo de Ras Tanura, na Arábia Saudita, a maior do reino.

Os houthis também disseram ter atacado aeronaves militares sauditas e repelido uma ofensiva de forças apoiadas pela Arábia Saudita nas proximidades do estreito de Bab el-Mandeb, uma importante rota de navegação no Mar Vermelho.

A intensificação das hostilidades entre o Iêmen e a Arábia Saudita agravou as interrupções no abastecimento de petróleo e aumentou o risco de um conflito regional mais amplo, oito meses após o início da guerra com o Irã.

O porta-voz militar dos houthis, Yahya Saree, afirmou que o ataque à refinaria de Ras Tanura provocou um incêndio no complexo, que também inclui um terminal marítimo e está localizado no Golfo, a oeste do estreito de Ormuz.

As autoridades sauditas não confirmaram imediatamente o ataque.

Com capacidade para processar 550 mil barris por dia, a refinaria de Ras Tanura ficou fechada por um período nos primeiros meses da guerra com o Irã, como medida de precaução.

Quase todas as exportações de petróleo da Arábia Saudita passam por dois portos principais: Ras Tanura, no Golfo, e Yanbu, no Mar Vermelho. Ambos já foram atacados pelos houthis.

A agência Bloomberg News citou uma fonte familiarizada com o assunto que afirmou que a Arábia Saudita havia conseguido controlar um incêndio nas proximidades do terminal de Ras Tanura.

Ataques aéreos

Os houthis disseram ter atacado duas aeronaves militares de transporte no aeroporto de Najran e uma base aérea em Khamis Mushait. Não houve confirmação imediata dos ataques por parte da Arábia Saudita.

Na tarde desta terça-feira, as autoridades de defesa civil emitiram brevemente um alerta de ataque aéreo na capital saudita, Riad.

A coalizão liderada pela Arábia Saudita que combate os houthis em apoio ao governo internacionalmente reconhecido do Iêmen afirmou ter interceptado e destruído dois mísseis balísticos lançados pelos houthis em direção a Riad.

Os houthis disseram ter repelido uma ofensiva de forças que descreveram como apoiadas pela Arábia Saudita, vindas das aproximações ao sul do estreito de Bab el-Mandeb.

No início deste mês, forças do governo iemenita apoiadas pela Arábia Saudita expulsaram os houthis de áreas costeiras que o grupo havia conquistado em setembro, enfraquecendo o controle da organização sobre uma importante rota petrolífera no Mar Vermelho.

A emissora Al Masirah TV, ligada aos houthis, noticiou ataques sauditas contra a cidade iemenita de Mocha. Não houve confirmação imediata por parte da Arábia Saudita.

Os combates romperam uma trégua mediada pela ONU Organização das Nações Unidas) em 2022 entre a coalizão e os houthis, que controlam a capital do Iêmen, Sanaa.

Na segunda-feira, Arábia Saudita, Turquia e Paquistão se reuniram com autoridades iranianas em Teerã para tentar reduzir as tensões regionais.

O Parlamento do Egito, que afirmou estar considerando aderir aos três países em um pacto de defesa mútua, autorizou nesta segunda-feira as Forças Armadas egípcias a ajudar na defesa da Arábia Saudita, caso haja um pedido nesse sentido.

*Reportagem de Yasmine Ghania; redação de Nayera Abdallah; edição de Michael Georgy, Peter Graff e Timothy Heritage.

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Ex Ilva e autotrasportatori a Palazzo Chigi: al via i due vertici

27 October 2026 at 15:42

Alle 17:00 a Palazzo Chigi sono stati convocati due tavoli della massima importanza: quello sull’ex Ilva, per definire il futuro del polo siderurgico, e quello con le rappresentanze degli autotrasportatori. Ed è solo martedì.

Sebbene si tratti di due confronti distinti, le vicende nelle scorse settimane si sono intrecciate a fronte di un’intensa agitazione che attraversa diversi settori lavorativi, con numerose piazze che chiedono al Governo interventi e misure più decise contro il carovita.

Vertice ex Ilva a Palazzo Chigi

Al tavolo convocato a Palazzo Chigi si sono seduti il Sottosegretario alla Presidenza del Consiglio Alfredo Mantovano, il ministro dell’Economia Giancarlo Giorgetti e il ministro dell’Ambiente Gilberto Pichetto Fratin (in videocollegamento), il ministro delle Imprese e del Made in Italy Adolfo Urso, la ministra del Lavoro Marina Calderone e il sottosegretario con delega al Sud Luigi Sbarra. Insieme all’Esecutivo, presenti i vertici di Invitalia, i commissari straordinari di Acciaierie d’Italia e del Gruppo Ilva, e la delegazione dei sindacati al completo con Fiom-Cgil, Fim-Cisl, Uilm-Uil, Ugl Metalmeccanici, Usb e Federmanager.

L’appuntamento arriva dopo settimane segnate da forti proteste, mobilitazioni negli stabilimenti di Taranto e con l’occupazione dell’aeroporto da parte degli operai di Genova Cornigliano a seguito della proclamazione dello sciopero. Al centro delle richieste vi è la ricerca di garanzie da parte dell’Esecutivo sul piano produttivo e sulla tenuta occupazionale. Pesa l’ombra dei possibili licenziamenti collettivi per l’esubero di dirigenti e la gestione della cassa integrazione, in un quadro privo di certezze sul piano di decarbonizzazione. Sul fronte operativo, scaduti i 90 giorni fissati dalla Corte d’Appello di Milano per lo spegnimento degli altoforni, gli impianti continuano a marciare in assetto di pre-riscaldo autorizzato dall’ultimo decreto governativo.

Il vertice giunge inoltre a poche ore dalle notizie sull’inchiesta della Procura di Taranto con la richiesta di arresti domiciliari per l’ex Amministratrice Delegata Lucia Morselli in merito a presunte irregolarità sulle emissioni. Su questo punto, Mantovano si è detto “fiero del fatto che questo governo abbia estromesso il socio Mittal tre anni prima dei recenti sviluppi giudiziari”.

Il mondo industriale resta intanto alla finestra. Antonio Gozzi, presidente di Federacciai, ha accolto positivamente il recente decreto varato dall’Esecutivo per la tutela del comparto, mantenendo tuttavia la massima cautela sulle indiscrezioni relative a una possibile cordata d’imprese italiane per il rilancio del gruppo.

Mantovano: “Nessun cronoprogramma ma impegno su acciaio e ammortizzatori”

Ad aprire le comunicazioni per il Governo è stato il Sottosegretario Alfredo Mantovano, che ha ribadito la volontà di garantire la continuità produttiva dell’acciaio italiano e il rilancio di Taranto con forni elettrici e decarbonizzazione. Tuttavia, ha frenato sulle richieste sindacali di fissare un cronoprogramma immediato, citando due grandi fattori di incertezza ancora aperti:

  • la gara per la vendita del gruppo, con termine per le offerte vincolanti fissato all’8 novembre;
  • la pendente decisione delle Sezioni Unite della Cassazione sull’area a caldo.

Per mitigare l’impatto sociale, il Governo intende inserire nella manovra di bilancio misure di incentivo all’esodo, prepensionamenti e sostegni al reddito. È stato inoltre avviato un tavolo con i grandi gruppi industriali partecipati, Fincantieri, Rheinmetall, Leonardo e Ferrovie dello Stato, cui i commissari forniranno entro quattro giorni i database del personale per valutare possibili assorbimenti o progetti sul territorio. Sul fronte degli ammortizzatori, Quaranta ha presentato uno schema operativo per i poli di Taranto, Genova e Novi Ligure, con l’impegno che la cifra richiesta per la cassa integrazione rappresenti un tetto massimo di garanzia e prevederà la rotazione dei lavoratori.

Le dichiarazioni dei sindacati

Le reazioni dei rappresentanti dei lavoratori al termine dell’incontro esprimono la richiesta di garanzie immediate e impegni vincolanti. Il segretario generale della Fiom, Michele De Palma, ha ricordato la necessità di una soluzione industriale più concreta, chiedendo al Governo di confermare la volontà di investire sull’acciaio primario e di garantire l’occupazione anche mediante il coinvolgimento diretto delle grandi aziende partecipate pubbliche.

Dal canto suo, il segretario generale della Fim Cisl, Ferdinando Uliano, ha sollecitato interventi chiari sui processi di incentivo alle uscite volontarie, sul prepensionamento e sulla tutela per i lavori usuranti, evidenziando come queste misure non abbiano ancora trovato risposta soddisfacente negli ultimi decreti. Restano inoltre forti perplessità emerse anche nelle commissioni Industria e Sanità del Senato sui requisiti d’accesso alla Cigs, che rischiano di escludere molte aziende dell’indotto.

Infine, il segretario generale della Uilm di Taranto, Davide Sperti, ha ribadito l’urgenza di impegni precisi per il futuro occupazionale, chiedendo di superare la fase delle semplici dichiarazioni d’intenti e di fornire una progettualità concreta per il rilancio del polo siderurgico.

La riunione a Palazzo Chigi conferma, per quanto riguarda Genova, che la produzione è garantita come dichiarato dai commissari in Prefettura. Con tali tonnellaggi non si giustifica la richiesta di 870 lavoratori in cassa integrazione.

Queste le parole di Andrea Palombo, rappresentante sindacale dello stabilimento ligure di Cornigliano.

Autotrasporto alla prova del carovita e dei carburanti

Parallelamente alla vertenza industriale della siderurgia, la Presidenza del Consiglio ospita il confronto con le associazioni di categoria degli autotrasportatori. Al centro della discussione vi sono le pesanti ripercussioni legate ai prezzi del gasolio e all’aumento dei costi gestionali per le flotte aziendali.

Le tensioni accumulatesi nei giorni scorsi, segnati dal timore di nuovi fermi dei veicoli pesanti e dal potenziale rischio di disagi con il carburante esaurito nei distributori della rete stradale e autostradale, rendono l’incontro di oggi un passaggio determinante per trovare una sintesi che provi a superare le misure emergenziali.

“Mia madre ha 83 anni ma io e lei ci alleniamo insieme. Sviluppare i muscoli è una delle migliori forme di protezione che abbiamo”: il programma della personal trainer Kate Nolte

27 October 2026 at 13:31

“Mia madre Suki ha 83 anni ed è la prova vivente che non è mai troppo tardi per sentirsi forti, agili e pieni di gioia”: parla così Kate Nolte che ha 47 anni, fa la personal trainer e si allena anche insieme alla sua mamma. La storia la racconta Women’s Health UK, in un articolo firmato da Kate Cheng e dalla stessa Nolte. “Ha cominciato a seguire Quick Minutes lo scorso settembre e da allora non ha più smesso. Dice di sentirsi più giovane della sua età e vuole continuare a fare le cose che ama”, ha spiegato la 47enne.

Quick Minutes è il metodo ideato dalla coach: una serie di movimenti a corpo libero eseguiti per un minuto ciascuno, con l’obiettivo di lavorare su forza, mobilità, coordinazione e condizionamento generale. Nolte, che allena donne di tutte le età, lo considera anche una pausa dai pensieri: “È il mio rimedio preferito quando ho bisogno di uscire dalla mia testa e tornare in contatto con il corpo”.

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Receita do HSBC no 3º tri fica abaixo das estimativas; ações caem

27 October 2026 at 12:31

O HSBC divulgou nesta terça-feira (27) um salto no lucro trimestral, mas a receita ficou abaixo ​das estimativas, em parte devido ao crescimento mais lento ​em seu segmento de gestão de patrimônio, o que levou as ações do banco a uma queda de 6%.

O maior banco da Europa divulgou que o lucro antes dos impostos subiu 32%, para US$ 9,6 bilhões, no trimestre de julho a setembro, em linha com as estimativas, e lançou um programa de recompra de ações de até US$1 bilhão, o mesmo valor do trimestre anterior.

No ⁠entanto, a receita ficou abaixo das ​previsões dos analistas, que apontavam para US$ 19 bilhões, registrando um crescimento de 5%, ​para US$ 18,6 bilhões.

A queda nas ações do banco listadas em Hong Kong ressalta como os recentes ⁠resultados sólidos dos bancos europeus aumentaram as ⁠expectativas dos investidores em relação ao desempenho, mesmo com o impacto da guerra ​no ‌Irã sobre a inflação e as taxas de juros tornando o ambiente mais difícil para ⁠os bancos.

As ações continuam com alta de 9% no acumulado do ano.

“Às vezes, há uma expectativa do mercado de que revisemos para cima nossas orientações ou metas”, disse a diretora financeira Pam Kaur ‌a ⁠repórteres em uma teleconferência, ‌quando questionada sobre a queda das ações.

A receita da divisão de gestão de patrimônio do HSBC ficou estável em US$ 2,7 bilhões. Isso se compara a um crescimento de receita de 15% e 23% ⁠em relação ao mesmo período do ano anterior ⁠nos dois primeiros trimestres.

Banco britânicos se preparam para aumentos de impostos

O HSBC se beneficiou da ausência de provisões legais contabilizadas ‌no mesmo trimestre do ano anterior.

O banco também informou que as perdas de crédito esperadas caíram 17%, para US$ 800 milhões, graças a uma redução nas despesas relacionadas ao setor imobiliário de Hong Kong, bem como aos seus negócios de gestão de patrimônio no Reino Unido ‌e no México.

O HSBC afirmou que está no caminho para atingir suas metas de lucratividade principal até 2028, mais um sinal de como as instituições financeiras da região têm mantido ⁠lucros robustos nos últimos anos.

O forte desempenho intensificou os apelos de ativistas no mercado doméstico do HSBC, no Reino Unido, por aumentos de impostos sobre os bancos no primeiro orçamento do ministro das ​Finanças, John Healey, previsto para quarta-feira (28).

Os executivos dos bancos têm feito forte lobby para evitar tal ​aumento nas tributações do setor, argumentando que isso restringiria os empréstimos e tornaria o Reino Unido menos competitivo.

O HSBC anunciou um dividendo intermediário de US$ 0,1 por ação, o mesmo valor do trimestre anterior.

Sareste contenti di salire in aereo e trovarvi accanto un cane di oltre 50 chili? Il video dell’influencer con il suo alano da assistenza diventa virale: “Come mai non posso accarezzarlo?”

27 October 2026 at 11:26

Sareste contenti di salire in aereo e trovarvi accanto un cane di oltre 50 chili? Può succedere ai passeggeri che viaggiano sullo stesso volo di Piêtra Luccas, influencer brasiliana che porta con sé Charlie, un enorme alano da assistenza. La sua presenza non passa certo inosservata, ma a colpire è anche la naturalezza con cui si muove tra corridoi e sedili. I video di Charlie e Piêtra diventano spesso virali sui social. In uno dei più condivisi, l’alano sale a bordo di un volo United Airlines. Prima dell’imbarco, un assistente di volo spiega all’influencer di aver parlato con i passeggeri seduti vicino a loro e che questi hanno accettato di viaggiare accanto al cane. Per avere più spazio e non creare problemi agli altri, Piêtra ha raccontato di acquistare tre posti quando vola con Charlie.

L’alano indossa una pettorina che segnala il suo ruolo di cane da assistenza e invita i passeggeri a non accarezzarlo mentre sta lavorando. Charlie, dal canto suo, appare curioso e si avvicina alle persone, annusandole e attirando inevitabilmente l’attenzione. Va da sé che i pareri sull’opportunità di avere a bordo un cane di quelle dimensioni sono molto diversi. “Io presenterei sicuramente un reclamo alla compagnia aerea. È inaccettabile. La gente è impazzita! Come sarebbe a dire che il cane sta seduto accanto a me e io non posso accarezzarlo?”, ha scherzato un utente nei commenti al video.

C’è chi contesta la presenza in cabina di un cane così grande, chi solleva il tema delle allergie e chi mette in dubbio che Charlie sia davvero un cane di assistenza, accusando la proprietaria di cercare soprattutto visibilità. Altri utenti ricordano invece che, se l’animale è effettivamente addestrato e autorizzato dalla compagnia, il problema non si pone. Non manca poi chi lancia un allarme più generale: “La situazione dei ‘cani di assistenza’ è fuori controllo. I certificati si possono comprare online”, scrive qualcuno, chiedendo regole più chiare per distinguere gli animali effettivamente addestrati per assistere persone con disabilità da quelli presentati come tali senza averne i requisiti.

Negli Stati Uniti, però, le regole sono abbastanza precise. Il Dipartimento dei Trasporti definisce cane da assistenza un animale addestrato individualmente a svolgere compiti per una persona con disabilità. Non basta quindi un giubbotto o la semplice funzione di supporto emotivo. Le compagnie possono richiedere specifici moduli sullo stato di salute, il comportamento e l’addestramento dell’animale. Possono inoltre rifiutare l’imbarco se il cane è troppo grande o pesante per essere sistemato in sicurezza in cabina, rappresenta un rischio o crea disturbo.

La normativa americana vieta invece di escludere un cane da assistenza soltanto per la razza: la valutazione deve riguardare il singolo animale e il suo comportamento. A bordo, inoltre, non può bloccare il corridoio o le uscite di emergenza. Charlie, almeno nei video diventati virali, sembra affrontare il viaggio con una tranquillità decisamente superiore a quella di molti passeggeri.

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Trazer negócio para Portugal e abrir portas na América Latina

27 October 2026 at 10:34

Trazer negócios para Portugal, atrair investimento da América Latina e abrir mercados às empresas portuguesas naquela região. estes são objetivos da ANUSIM, associação internacional de descendentes de judeus sefarditas que pretende transformar a sua rede de empresários e investidores numa plataforma de negócios entre os dois lados do Atlântico.

Para os próximos cinco anos, tem como meta a concretização de, pelo menos, 200 iniciativas de intercâmbio. Negócios e, também, iniciativas culturais.

“Acho que 200 ainda é um número pequeno para nós”, afirma Hanoj Bar Nissim, presidente da mesa da assembleia geral da ANUSIM, ao Jornal Económico, admitindo que a ambição poderá ser maior.

Já existe um primeiro negócio em curso. Uma empresa produtora de café, ligada à rede da associação, procurou apoio para entrar na Europa através de Portugal e chegou a um acordo de parceria para distribuir os seus produtos no mercado europeu. Os proprietários da empresa já tinham nacionalidade portuguesa, mas um dos filhos participou na operação sem a ter obtido. A ANUSIM quer multiplicar casos semelhantes.

Conta com uma rede de aproximadamente 25 mil contactos, construída sobretudo na América Latina. Tem 11 mil associados, 400 dos quais têm nacionalidade portuguesa.

Colômbia, México e Brasil estão entre os principais mercados da rede, constituída por empresários, investidores e profissionais liberais.

“Há muito espaço para Portugal aproveitar esta ligação histórica e torná-la numa ferramenta de negócio”, afirma Hanoj Bar Nissim. Considera que as comunidades sefarditas podem ajudar a aproximar empresas e abrir mercados onde Portugal tem uma presença ainda limitada.

A ANUSIM nasceu fora de Portugal e desenvolveu primeiro a sua rede internacional. Será apresentada oficialmente em Lisboa, a 27 de outubro. É presidida por Esteban Donoso, advogado do Equador.

A associação representa descendentes dos judeus sefarditas dispersos pelas perseguições e expulsões do final do século XV que preservaram ligações à história, à cultura e às tradições portuguesas, em particular na América Latina. A organização procura aproximar esta comunidade do país através de iniciativas económicas, culturais e sociais.

O regime criado em 2015 para atribuir a nacionalidade portuguesa a descendentes de sefarditas procurou reparar essa injustiça histórica. Parte dos requerentes já obteve a nacionalidade; outra parte continua à espera. Mas a associação quer ir além desse reconhecimento jurídico e construir relações com Portugal que se mantenham no tempo.

“É a relação que podemos construir a partir da nacionalidade”, explica Bar Nissim. A organização prevê encontros empresariais e culturais, seminários online e iniciativas de divulgação da herança sefardita portuguesa.

A nacionalidade é entendida apenas como ponto de partida, não como finalidade. Pretendem-se contactos, mas passar destes à realização de operações comerciais e ao desenvolvimento de relações regulares com instituições portuguesas.

Porta atlântica com dois sentidos
O projeto económico quer ser uma ponte que ligue o Atlântico Norte e Sul. Para empresários latino-americanos de origem sefardita, Portugal pode ser a porta de entrada no mercado europeu. Para empresas portuguesas, a rede da ANUSIM pretende identificar clientes, distribuidores, investidores e parceiros na América Latina, incluindo em países onde a presença nacional não é tão forte como no Brasil.

A associação vê oportunidades na Colômbia e no México, mas também dispõe de contactos a explorar na Argentina, no Chile e no Peru. A vantagem que reivindica está no acesso direto a empresários e pessoas com influência nos mercados locais, capazes de abrir canais comerciais e ajudar a ultrapassar as dificuldades de entrada em novos países.

“Um dos maiores interesses que as pessoas lá têm é poder trazer os seus negócios aqui para a Europa”, explica Bar Nissim. E há setores identificados como de interesse: tecnologia, agroalimentar, turismo, imobiliário e serviços financeiros. “é um mundo de oportunidades”, diz.

Portugal surge como alternativa a Espanha, que aproveitou durante décadas a língua e as relações históricas para consolidar uma presença económica significativa na América Latina.
A ligação de muitas destas famílias a Portugal poderá pesar na decisão sobre onde investir ou instalar atividades destinadas ao mercado europeu.

No sentido inverso, os contactos locais da associação poderão ajudar empresas portuguesas a encontrar parceiros e abrir mercados. Tecnologia, agroalimentar, turismo, imobiliário e serviços financeiros estão entre os setores identificados como promissores. Para já, além do negócio de café, a ANUSIM não apresentou uma carteira de projetos ou compromissos de investimento quantificados.

Para executar esta estratégia, pretende trabalhar com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), o Ministério dos Negócios Estrangeiros e os serviços económicos das embaixadas. Quer articular a sua rede de associados com missões comerciais, promover encontros empresariais e identificar oportunidades de investimento e comércio dos dois lados do Atlântico.

Diplomacia económica complementar
A organização concluiu uma primeira fase de desenvolvimento da rede na América Latina e prepara agora a aproximação às instituições portuguesas. O lançamento em Lisboa deverá permitir promover algumas dessas conversas. Também prepara uma delegação para participar na Cimeira Ibero-Americana, em Espanha.

Tem intenção de funcionar como complemento da diplomacia económica portuguesa. Empresas nacionais que pretendam entrar na Colômbia ou no México poderão encontrar interlocutores através dos membros da associação. E investidores latino-americanos poderão utilizar essa mesma rede para procurar parceiros em Portugal, procurando reduzir a distância entre um primeiro contacto e a concretização de um negócio.

Está também em discussão interna a criação de uma cooperativa financeira para apoiar os associados interessados em fazer negócios em Portugal, nomeadamente através de intermediação de crédito. A iniciativa exigirá enquadramento e autorizações próprios antes de poder operar. A ANUSIM pretende, desta forma, juntar instrumentos financeiros à rede de contactos e facilitar a concretização das operações que quer promover.

Ex Ilva, scatta il licenziamento collettivo: 40 esuberi dopo lo stop all’area a caldo

27 October 2026 at 10:27

Ex Ilva ha avviato la procedura di licenziamento collettivo per 40 dei 51 dirigenti. L’iniziativa fa parte della riorganizzazione aziendale conseguente alla riduzione delle attività produttive dello stabilimento siderurgico di Taranto.

La decisione è stata già formalizzata dai commissari straordinari e comunicata il 22 ottobre 2026. La comunicazione indica anche la distribuzione geografica dei 51 dirigenti a tempo indeterminato: la maggior parte si trova a Taranto. Non è chiaro quanti dei 40 esuberi siano concentrati in ciascun stabilimento. Dalla comunicazione si lascia intendere che la revisione della struttura aziendale potrebbe anche estendersi ad altre figure professionali, come i dirigenti con contratto a tempo determinato.

Licenziamento collettivo in Acciaierie d’Italia

Nuova fase per l’ex Ilva di Taranto, che in data 23 ottobre ha fatto sapere di aver avviato la procedura di licenziamento collettivo per 40 dirigenti assunti a tempo indeterminato. Nella lettera viene precisato che i dirigenti con contratto a tempo determinato saranno i prossimi ad essere interessati da quello che sarà un successivo procedimento di adeguamento organizzativo.

Una necessità nata dalla crisi aziendale, ma anche per il provvedimento della Corte d’Appello di Milano che il 27 luglio ha disposto la sospensione delle attività produttive dell’area a caldo dello stabilimento di Taranto entro il 25 ottobre.

Una decisione che ha portato a una profonda revisione della programmazione industriale, con la revoca di ordini relativi alle materie prime, la dismissione del ciclo integrale di produzione e il ridimensionamento della struttura organizzativa.

Chi riguarda gli esuberi

Nella comunicazione ufficiale viene indicata la distribuzione degli attuali 51 dirigenti a tempo indeterminato:

  • 31 a Taranto;
  • 16 a Milano;
  • 2 a Genova;
  • 2 a Novi Ligure.

Non è stato però specificato quanti dei 40 esuberi siano concentrati in ciascuno stabilimento. È chiaro che Taranto, dove opera la quota maggiore, vedrà più dirigenti allontanati. L’impatto sarà quindi maggiore.

Gli esuberi riguardano però i dirigenti impegnati in attività di supporto tecnico e operativo dell’area a caldo nella maggior parte dei casi.

Altri dirigenti occupano posizioni di comando e staff considerate però non più funzionali per la nuova organizzazione. Quindi la ristrutturazione coinvolge tanto le figure collegate al funzionamento del ciclo a caldo, quanto ruoli di coordinamento e gestione dello stesso.

Ora la riduzione delle attività produttive potrebbe impattare anche sui livelli dirigenziali, mentre prosegue la cassa integrazione fino a giugno 2027.

Futuro dei lavoratori

L’avvio della procedura di licenziamento collettivo non si traduce direttamente in licenziamenti. Il prossimo passaggio sarà un confronto con Federmanager e le rappresentanze sindacali, che dovranno esaminare la procedura e trovare soluzioni alternative o di accompagnamento all’uscita.

Acciaierie d’Italia ha già fatto sapere di essere disponibile a valutare programmi di ricollocamento professionale o altri interventi economici di sostegno per il personale interessato dalla procedura.

Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività

27 October 2026 at 10:00

L’auto da corsa priva di volante che può correre senza pilota, perché dotata di telecamere ed attuatori autonomi per riconoscere il percorso. Il robot-chef capace di preparare gli spaghetti cacio e pepe o il risotto radicchio e speck seguendo la ricetta di un vero cuoco istruttore. E, poi, il casco neurale che capta segnali del corpo trasformandoli in comandi e la mano bionica stampata in 3D capace di replicare movimenti umani in tempo reale tramite webcam. Il futuro è già presente alla quattordicesima Maker Faire Rome – The European Edition, la tre giorni dedicata a innovazione e creatività allestita negli spazi del Gazometro Ostiense.

Oltre 400 gli stand espositivi con makers, realtà produttive fatte di multinazionali, imprese strutturate e startup ambiziose. Ma anche 26 Scuole secondarie e 27 Università e Centri di ricerca che hanno presentato i loro progetti, dalla manifattura digitale, all’Internet of Things, dalla robotica, all’intelligenza artificiale, dall’economia circolare all’agritech, passando per il design e l’aerospazio, fino alle ultime frontiere creative. Promossa e organizzata dalla Camera di Commercio di Roma – attraverso la sua Azienda speciale Innova Camera ed è curata nei contenuti da Alessandro Ranellucci, affiancato da un qualificato team di responsabili di area – la manifestazione è stata realizzata in collaborazione e con il sostegno di Regione Lazio e Lazio Innova con la partnership del Ministero del Lavoro e delle Politiche Sociali, Inail, InfoCamere, Dintec – Unioncamere, Pid, Tecnopolo Roma, Unindustria e CNA Roma. 

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Il Sindaco Roberto Gualtieri ammira Gajarda AWD Hybrid Driverless, una vera auto da corsa senza volante

Innovazione, Creatività e Scoperta

Storie di innovazione e testimonianze si alternano nel racconto no stop dell’area main stage allestita con sedie e tavoli in plastica riciclata disegnati e realizzati da Mediterranea, start up innovativa che produce elementi di interior design e compatibili con stampanti 3D. “Maker Faire Rome – ha spiegato Lorenzo Tagliavanti, Presidente della Camera di Commercio di Roma– è ormai un esempio consolidato di come la creatività e la forza delle idee possano generare modelli innovativi grazie alla contaminazione e divulgazione di conoscenze e capacità. Siamo un ecosistema aperto e inclusivo che coinvolge imprese, scuole, atenei e appassionati in percorsi di co-progettazione, apprendimento, formazione e matchmaking. La Camera di Commercio di Roma agevola costantemente questo processo avvalendosi del prezioso impegno di tutti i partner che, da anni, hanno condiviso con noi questo tipo di lavoro”.

Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Un robot al Maker Faire Rome risponde alle domande del pubblico

Educational e gaming

Migliaia di giovani provenienti da tutta Italia hanno invaso i percorso della kermesse, segno che la tecnologia occupi il primo posto negli interesse dei ragazzi. L’ampia area Educational e Gaming ha raccolto numerose proposte di attività didattiche, lezioni e laboratori, coinvolgendo intere famiglie. Lunghe soste di fronte al piccolo campo di calcio con in robot umanoidi e per ricevere informazioni sui droni di ultima generazione. Non solo per i giovanissimi, la kermesse ha offerto un ricchissimo calendario di incontri/dibattiti con gli esperti negli spazi dell’ISA – Istituto Superiore Antincendi – in collaborazione con il Corpo Nazionale dei Vigili del Fuoco e l’ISA.

Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Un drone di grandi dimensioni campeggia nello spazio di Regione Lazio dedicato a innovazione, tecnologia e creatività

Gli inventori incontrano gli investitori

C’è la giovane biologa che assieme al fratello presenta la sua invenzione rivolta alla semplificazione della campagne scientifiche in mare che permette di catalogare rapidamente e con precisione anche a bordo di un natante alcune tipologie di pesci, senza subire l’oscillazione delle onde. Di utilità per le famiglie, l’idea di due inventori a sostegno dei genitori: il prototipo di uno speciale braccialetto – non collegato a Gps o Sim, che consente il controllo se il piccolo si allontana al segnale della presenza in auto o l’ingresso in area a rischio. Nel lungo elenco di prototipi, il software per trasformare il voto da fisico in digitale, l’assistente inserita in un cube di design che può assistere nella visita guidata in un museo, stanza dopo stanza. “La manifestazione rappresenta un punto d’incontro fondamentale per inventori, imprese, investitori, scuole e mondo accademico” – ha affermato Maurizio Pezzetta, Presidente di Innova Camera, Azienda speciale della Camera di Commercio di Roma – “A Maker Faire Rome, infatti, le idee più innovative e brillanti spesso si trasformano in start up di successo e progetti aziendali concreti”.

Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Tessuti ed accessori realizzati con stampati 3d, il digital al servizio della moda

La partecipazione di Eni

Main partner di “Maker Faire Rome – The European Edition”, Eni ha presentato un grande spazio interattivo ed immerso – “Pioneers to Makers” – dedicato al racconto di una storia segnata dalla ricerca continua di nuove soluzioni e dalla capacità di guardare all’energia del futuro. Installazioni, giochi, proiezioni ed esperienze di realtà virtuale accompagneranno i visitatori in questo percorso tra storia, tecnologia e innovazione. E, poi, l’Eni2050 Lab, uno spazio dedicato alle tecnologie di punta della Ricerca e Sviluppo Eni, dai biocarburanti alla cattura e allo stoccaggio della CO₂, fino alle nuove soluzioni per la produzione e l’accumulo di energia da fonti rinnovabili.

Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Prototipi di robot di tutte le fogge esposti negli stand degli inventori al Gazometro

Lazio tra le regioni più all’avanguardia

Numerose le proposte anche nello spazio di Regione Lazio, partner dell’evento. “Il Lazio – ha confermato  Roberta Angelilli, Vicepresidente della Regione Lazio e assessore allo Sviluppo economico, Commercio, Artigianato, Industria e Internazionalizzazione – è tra le 50 regioni più all’avanguardia in Europa per investimenti nell’innovazione e seconda in Italia per numero di startup innovative. L’innovazione è un pilastro della strategia regionale e rappresenta una leva fondamentale per la crescita e la competitività del nostro territorio. Per questo stiamo investendo nella ricerca e nello sviluppo di tecnologie avanzate nei settori strategici del digitale, del biotech, dell’aerospazio e della transizione energetica, destinando, a partire da ottobre 2026, oltre 115 milioni di euro per bandi specifici anche con l’obiettivo di rafforzare il collegamento tra università, ricerca e sistema produttivo.

Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Una riflessione sul rispetto dell’ambienta arriva da ByLudo che propone il riciclo di tasti e cavi di computer in disuso che si trasformano in accessori e bijou

Internazionalità e business-oriented

Attorno alla manifestazione – oltre al supporto del Ministero degli Affari Esteri – collaborano partner istituzionali quali l’Agenzia ICE che – attraverso la collaborazione della propria rete di Uffici all’Estero – ha contribuito alla selezione degli operatori – investitori, giornalisti, blogger – invitati da vari Paesi europei e d’oltreoceano al fine di contribuire a potenziare la manifestazione e a renderla sempre più internazionale e business-oriented. Anche Roma Capitale ha rinnovato il proprio sostegno a Maker Faire Rome portando idee, progetti e competenze per mostrare come l’innovazione possa partire dai bisogni concreti di cittadine, cittadini e imprese e tradursi in nuovi servizi, strumenti e opportunità. Inoltre, attraverso la Casa delle Tecnologie Emergenti sono stati presentati startup e progetti sviluppati nei percorsi di accelerazione, con demo e attività interattive pensate per avvicinare il pubblico alle nuove tecnologie e raccontare concretamente il percorso verso una città più sostenibile, connessa e inclusiva.

Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Full immersion in una delle aule insonorizzate per il laboratorio di gruppo

Il futuro dell’artigianato nello spazio AvantCraft

Installazioni e performance, tra artigianato e tecnologia nello spazio AvantCraft, suggestiva esposizione curata da Stefano Micelli – professore di Economia e Gestione delle Imprese all’Università Ca’ Foscari Venezia – dedicata a mobilità, all’ingegneria di precisione, ma anche all’arte della ceramica, del vetro e alla moda con oggetti di gioielleria e accessori di design e nuovi biomateriali. Automobili ad alte prestazioni, biciclette in titanio, sculture in ceramica stampata in 3D, gioielli in titanio incastonati a mano, tessuti ricamati su grande formato e biomateriali nati dagli scarti sono solo alcuni degli oggetti che raccontano, pezzo per pezzo, come il Made in Italy stia reinventando la propria identità produttiva. “Ogni oggetto in mostra” – così il curatore descrive il progetto – “è la prova che le mani di chi lavora la ceramica, il vetro o il metallo possono dialogare con la stampa 3D, la robotica e l’intelligenza artificiale senza perdere nulla della propria identità: anzi, trovando nuovi linguaggi per raccontarla. È questo il volto del Made in Italy che vogliamo portare a Roma, e da qui, un giorno, anche oltre i confini italiani”. 

Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività
Robot umanonidi e start up. Boom di presenze al Gazometro per il Maker Faire Rome: l’innovazione incontra la creatività

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Una scomoda eredità per i territori italiani *

27 October 2026 at 09:35

I territori italiani che prima dell’Unità hanno vissuto frequenti cambi di sovranità registrano oggi una produttività del lavoro più bassa. Il capitale civico può essere il legame tra le vicende del passato e gli attuali divari di sviluppo locale.

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Manovra 2027, dalla flat tax ai bonus per le famiglie: tutte le misure sul tavolo

27 October 2026 at 09:31

La legge di Bilancio 2027 è ormai alle porte. In attesa del testo, l’incontro tra Giorgia Meloni, il ministro dell’Economia Giorgetti, Tajani, Salvini e Lupi ha permesso di fare un sunto delle priorità di spesa. Sarà una manovra ancora prudente, come ci ha insegnato questo governo, resa necessaria anche dal proseguimento dell’interlocuzione con Bruxelles sui margini di flessibilità per i costi energetici.

Ci sono diverse certezze e alcune ipotesi sul tavolo. Al centro della manovra sanità, famiglie, ceto medio e sostegno alle imprese, energia, giovani e sostegno agli anziani. Le risorse sono limitate, ma ogni forza di maggioranza ha potuto portare avanti il proprio cavallo di battaglia.

Cosa ci sarà nella Manovra 2027

Il consiglio dei Ministri dovrebbe riunirsi mercoledì alle 12:00 per dare il via libera al testo definitivo della manovra 2027. Non sono ancora noti tutti i dettagli della legge di bilancio da 23,5 miliardi di euro, sono tante infatti le misure ancora in bilico a cui il vertice di maggioranza tenutosi lunedì 26 ottobre non ha apertamente risposto.

Con al centro famiglia, giovani, sanità ed energia, vediamo cosa ci sarà e cosa potrebbe esserci nella nuova legge di bilancio.

Flat tax under 30-35

Tra le ipotesi sul tavolo c’è la flat tax al 5% per gli under 30-35 con redditi fino a 20-30.000 euro. Dal lato giovani lavoratori si intende rendere le retribuzioni italiane più competitive e quindi frenare l’uscita verso altri Paesi.

Per le imprese invece si punta a maxi deduzioni per le assunzioni, suddivise in:

  • dal 130 al 140% per i giovani;
  • al 180% per le giovani madri.

Detassazione

È allo studio anche una tassazione agevolata al 5% sugli aumenti per rinnovi contrattuali e del 15% sulle maggiorazioni per il lavoro notturno e festivo.

Taglio dell’Irpef

Forza Italia continua a premere per l’estensione dell’aliquota al 33% fino a 55.000 euro. Il costo sarebbe di circa 1,2 miliardi di euro.

Altra proposta che incontra diversi ostacoli (parere della Commissione europea) è l’estensione della flat tax per le partite Iva dagli attuali 85.000 euro fino a 100.000 euro.

Famiglie

Per quanto riguarda il tema famiglie, si punta sul rafforzamento dei congedi parentali, bonus nuovi nati e bonus mamme soprattutto in presenza di tre o più figli.

C’è, inoltre, la proposta di prorogare il bonus per le scuole paritarie fino a 1500 euro per studente.

Aiuti per gli anziani

Forza Italia, invece, ha proposto un aiuto per gli anziani. Si tratta di una carta da 300 a 500 euro per le spese sanitarie degli over 75. Potrebbe esserci una soglia Isee oppure un sistema di rimborsi cashback.

Sanità

Restando sul tema aiuti per la sanità, si stanno studiando risorse per il Fondo sanitario nazionale e l’innalzamento del tetto di spesa per i dispositivi medici per alleggerire il peso del payback sulle imprese.

Pensioni

Lato pensioni la Lega ha rilanciato il pensionamento anticipato a 64 anni con il ricalcolo contributivo dell’assegno.

Sul tavolo però c’è anche la rivalutazione delle pensioni per il recupero dell’inflazione, ma il costo è piuttosto elevato.

Energia e casa

Altro capitolo è quello dedicato all’energia. È previsto il rafforzamento dell’iperammortamento per le imprese e si valutano sconti sull’energia per nuovi impianti da fonti rinnovabili.

Per quanto riguarda il lato casa, le detrazioni potrebbero restare al 50%, mentre l’ecobonus potrebbe arrivare fino al 65%.

Troppi ponti in Italia?

27 October 2026 at 08:20

Weekend lunghi e ponti portano qualche vantaggio al turismo, ma pesano assai poco sull’economia nel suo complesso. Anche perché coinvolgono in genere solo i turisti italiani e non quelli internazionali. Né vale la pena uniformarsi al calendario anglosassone.

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“Vivo con 700 euro al mese e faccio fatica, ora basta”: Vicky a 40 anni scopre che lo “zio” era suo padre, vuole una parte dell’eredità milionaria e un assegno mensile

27 October 2026 at 08:34

C’è una frase che Vicky ripete con amarezza, e racconta meglio di ogni cifra la distanza che la separa dai fratellastri: “Non ho una casa e guadagno 700 euro al mese”. Eppure, secondo quanto ha scoperto da poco, è la figlia di un uomo d’affari milionario, proprietario di quasi un centinaio di immobili sparsi per il mondo. Lo riporta Antena 3.

La verità le è arrivata a 40 anni, e di colpo ha riscritto la sua storia. Quello che per tutta la vita aveva considerato suo zio era in realtà suo padre. A svelarle il segreto è stata una zia: un silenzio durato quattro decenni, legato a due matrimoni e a separazioni avvenute all’interno della famiglia. Nella ricostruzione compare anche un dettaglio sorprendente: al momento del parto, in clinica, c’era proprio il padre biologico, che all’epoca esercitava la professione di medico.

Vicky non si è accontentata del racconto. Ha fatto esaminare in un laboratorio privato un campione contenente materiale genetico dell’uomo, e il risultato è stato inequivocabile: era lui il suo vero padre.

Con questa prova ha rivendicato la quota di eredità che la legge riconosce a ogni figlio. Non è cresciuta come tale, ma pretende gli stessi diritti degli altri eredi. I fratellastri, però, si sono opposti, e la contesa è approdata in tribunale. I legali della donna parlano di “manovre fittizie e fraudolente”, architettate secondo loro per svuotare il patrimonio ereditario ed evitare che i beni finissero a una figlia tenuta nascosta per quarant’anni.

Ora Vicky alza il tiro. Oltre alla sua parte di patrimonio, chiede un assegno mensile superiore ai 2.000 euro, per poter vivere come i fratelli. Secondo lei, finché la partita ereditaria non sarà chiusa, la famiglia dovrebbe garantirle un sostegno economico o concederle l’uso di una delle proprietà rimaste vuote, in modo da avere almeno un tetto sopra la testa. Il contrasto è tanto più doloroso se si pensa alla vita dorata in cui sono cresciuti i fratellastri, con cui dovrà dividere il patrimonio del padre.

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Sciopero generale il 30 ottobre, l’Usb mobilita il Paese contro carovita e riarmo: dai trasporti alla sanità, oltre 50 manifestazioni. La mappa in aggiornamento

28 October 2026 at 14:30

“Contro l’economia di guerra imposta dal Governo Meloni, contro il carovita che sta strangolando la popolazione, contro la repressione dei giovani e dei lavoratori che protestano per i loro diritti”. Venerdì 30 ottobre sarà una grande giornata di protesta in tutto il Paese: lo sciopero generale, proclamato dall’Unione sindacale di base, coinvolgerà tutte le categorie del lavoro pubblico e privato. Dalla sanità alla scuola, passando per i trasporti (nonostante la precettazione) e i servizi portuali. Cortei e presìdi sono stati indetti in decine di città, per dare continuità allo sciame di manifestazioni che ha attraversato l’Italia, e non solo, nelle ultime settimane. I sindacati chiamano a raccolta tutti. Gli autotrasportatori e gli agricoltori che hanno bloccato il Paese contro il carogasolio. I lavoratori che chiedono salari più alti e condizioni di vita migliori. Le centinaia di migliaia di studenti che il 16 ottobre sono scesi in piazza per il No Meloni Day. I movimenti per la casa, per l’ambiente e i centri sociali. Più in generale, tutti i cittadini che, di fronte alla crescita dell’inflazione e all’erosione dei loro diritti sociali, osservano la politica rispondere alle crisi investendo miliardi in armi. “In questa situazione nessuno può pensare di salvarsi da solo – ha dichiarato l’Usb, lanciando lo sciopero -. C’è bisogno di unire le proteste e costruire una mobilitazione generale di tutte le categorie sociali e del lavoro, per rivendicare la messa sotto controllo dei prezzi, il rilancio di salari e pensioni, una spesa pubblica indirizzata verso i servizi sociali e non alle armi”.

Usb: “Saldiamo tutte le lotte”

Lo sciopero generale avverrà nella stessa giornata in cui, a livello internazionale, incroceranno le braccia i lavoratori portuali contro la guerra e il traffico di armi. Secondo Usb, saranno oltre 100 i porti coinvolti nella mobilitazione, distribuiti su quattro continenti. Anche per questo il sindacato di base ha scelto il 30 ottobre come data. La volontà è di unire le istanze di tutte le proteste, per saldare le lotte contro la guerra, il riarmo e i loro effetti, come il carovita. Numerose le richieste portate in piazza: salari più alti, il ripristino della scala mobile, lo stop alla crescita dei prezzi, la riduzione dell’Iva sui beni di prima necessità, il no alle politiche di riarmo, la difesa del lavoro e dell’industria, l’opposizione alla speculazione immobiliare e finanziaria.

“Il 30 ottobre scioperiamo e blocchiamo tutto, ancora una volta, per dire chiaramente che i soldi vanno investiti nell’istruzione, nella sanità, nei salari, nelle pensioni e non nella guerra – si legge in una nota di Usb -. Per garantire alle future generazioni un futuro di diritti e di pace e non di guerra e di morte come carne da cannone. Contro l’inconsistenza dei provvedimenti assunti dal governo Meloni, schierato apertamente dalla parte delle compagnie petrolifere e delle banche“. Nel mirino anche le politiche industriali dell’esecutivo, accusato di smantellare ciò che resta dell’industria italiana, “dall’Ilva all’automotive“. Ma l’Usb critica anche le altre grandi organizzazioni sindacali, accusate di “restare a guardare”, mentre in diversi Paesi europei si moltiplicano le proteste.

Fermi scuola, trasporti e sanità

Lo sciopero generale coinvolgerà anche il settore dei trasporti (come confermato da Usb, nonostante la precettazione del ministro Matteo Salvini), con possibili cancellazioni e modifiche ai servizi ferroviari, aerei, marittimi e del trasporto pubblico locale. Per le ferrovie, lo stop inizierà alle 21 di giovedì 29 ottobre e durerà 24 ore. Trenitalia garantirà i servizi essenziali previsti nei giorni feriali, mentre non sono previste fasce di garanzia per i collegamenti FrecciaLink. Possibili variazioni anche prima e dopo gli orari dello sciopero. Anche nel trasporto aereo, la mobilitazione durerà dalle 24 ore, a partire dalla mezzanotte del 30 ottobre. Negli aeroporti di Firenze e Pisa si fermerà anche il personale delle società Consulta, GH Toscana e Toscana Aeroporti. Lo sciopero interesserà inoltre i lavoratori portuali e il trasporto marittimo, mentre per autobus, tram e metropolitane gli orari e le fasce di garanzia saranno definiti a livello locale. Nel comparto autostradale, la protesta inizierà alle 22 del 29 ottobre. Anche il servizio taxi sarà coinvolto per tutta la giornata del 30 ottobre.

Possibili ripercussioni anche sui servizi di scuola e sanità. Alla mobilitazione proclamata dall’Usb, si aggiunge lo sciopero generale indetto da Usi-Cit, con l’adesione di Cub Scuola Università Ricerca, Cub Sanità, Fisi e Flmuniti-Cub. Per quanto riguarda il mondo dell’istruzione, la protesta potrò coinvolgere tutto il personale scolastico, con possibili interruzioni delle attività didattiche. Ripercussioni sono attese anche nel sistema sanitario, sia pubblico che privato, dove lo sciopero potrebbe rallentare alcune prestazioni ambulatoriali, visite già programmate e attività non urgenti. Rimane comunque garantita la tutela dei servizi essenziali, comprese le prestazioni di pronto soccorso. La partecipazione non è automatica per tutti gli addetti e l’indizione dello sciopero non comporta necessariamente la chiusura totale dei servizi. L’entità delle ripercussioni dipenderà dalle adesioni registrate

La mappa delle proteste (in aggiornamento)

Sono previste manifestazioni in almeno 50 città, distribuite in 18 regioni, con un calendario ancora in aggiornamento. In Friuli Venezia Giulia, appuntamento a Trieste, alle 9 al Varco 4 del Punto Franco Nuovo. In Veneto si manifesta a Padova, alle 8 alla stazione, Vicenza, alle 8 in piazza Castello, a Verona alle 7.30 in piazzale 25 Aprile, Venezia alle 9, Campo Santa Margherita. Gli appuntamenti in Piemonte: a Torino, alle 9.30 in piazza Palazzo di Città, a Novara, alle 9.30 in piazza Cavour, a Verbania, alle 17 in piazza Ranzoni, ad Alba, alle 8.30, piazza Garibaldi, Cuneo alle 9, piazza Europa. In Lombardia mobilitazioni a Milano, alle 10 in piazza Duca d’Aosta, a Brescia, alle 9 alla stazione della metropolitana San Faustino, e a Bergamo, alle 17 in piazza Gaza, a Porta Nuova.

In Emilia-Romagna appuntamenti a Piacenza, alle 8 al parcheggio Cheope (Facsal), a Bologna, alle 9.30 in piazza Maggiore, e a Rimini, alle 9 all’Arco d’Augusto. A Ravenna la mobilitazione prevede diverse tappe: preconcentramento alle 9 in piazza del Popolo, concentramento alle 10 in Darsena e partenza del corteo alle 11 verso Marina di Porto. Alle 12.30 è previsto un pranzo sociale in piazzale della Marina, da dove partirà un secondo corteo alle 14. In Liguria si manifesta a Imperia, alle 9.30 in piazza Ulisse Calvi, e a La Spezia, alle 9.30 davanti alla Prefettura. A Genova sono previsti due appuntamenti: alle 9.30 al Varco Albertazzi e alle 10 alla stazione Principe.

Le città coinvolte in Toscana: a Massa appuntamento alle 17 in piazza Garibaldi, a Carrara alle 6 al porto, a Pisa alle 9 in piazza Gaza (piazza XX Settembre), a Firenze alle 10 in piazza Bambine e Bambini di Beslan, alla Fortezza da Basso, a Siena alle 9 al terminal bus di Pescaia, a Piombino alle 16 in piazzale Premuda, al porto, a Grosseto 9.30, piazza Rosselli. A Livorno due appuntamenti: alle 6 alla rotatoria Ponte Penova e alle 9 in piazza Cavour. Nelle Marche si manifesta ad Ancona, alle 10.30 in corso Carlo Alberto, sul lato di piazza Ugo Bassi. In Umbria appuntamento a Perugia, alle 8.30 in piazza Partigiani. Le mobilitazioni nel Lazio: a Civitavecchia, alle 9 in corso Centocelle, davanti al Teatro Traiano, a Roma, alle 10.30 in piazza dei Cinquecento, a Latina 9, piazza del Popolo.

In Abruzzo appuntamento a Pescara, alle 10 in piazza Italia, mentre in Molise si manifesta a Campobasso, alle 9 in piazza San Francesco, a Termoli 8.30, piazza Donatori di Sangue. Due le mobilitazioni in Campania: a Napoli, alle 9.30 in piazza Mancini, e a Benevento, alla stessa ora in piazza Vittoria Colonna. In Basilicata appuntamento a Potenza, alle 9 in piazza Cagliari. In Puglia si scende in piazza a Bari, alle 9.30 in piazza Prefettura, e a Lecce, alle 9 a Porta Napoli. Due le manifestazioni anche in Calabria: a Cosenza, alle 9 in piazza Loreto, e a Reggio Calabria, alle 9 in piazza De Nava.

In Sicilia sono previsti tre appuntamenti: a Palermo, alle 9 in piazza Politeama, a Catania, alle 9.30 al porto, ad Alcamo 8.30, quartiere Maria Ausiliatrice, e a Pozzallo (Ragusa), alle 17 in piazza dei Marinai. Infine, in Sardegna, si manifesta a Sassari, alle 9.30 in piazza San Vincenzo, a Nuoro, alle 9 in via Dante, e a Cagliari, alle 9.30 in piazza Garibaldi, da dove partirà un corteo diretto al porto.

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Sanità, 12enne cresciuta senza polmone destro torna a respirare grazie a una protesi al Niguarda

26 October 2026 at 16:09

Sanità, raro intervento al Niguarda di Milano: protesi nel torace per riallineare gli organi e liberare il bronco

Era cresciuta senza il polmone destro, asportato completamente nelle prime ore di vita a causa di una grave malformazione congenita, riuscendo per anni a mantenere un equilibrio e a condurre una vita vicina alla normalità. Intorno ai 12 anni, però, respirare era diventato sempre più difficile e anche salire pochi gradini senza fermarsi rappresentava ormai uno sforzo importante. Oggi, grazie a un intervento altamente complesso eseguito all’ospedale Niguarda di Milano, che ha richiesto l’inserimento di protesi e il lavoro congiunto di diversi specialisti, la ragazza ha ritrovato il respiro e una buona qualità di vita.

“E a un mese dall’operazione – racconta Francesco Macchini, direttore della Chirurgia pediatrica del Niguarda che ha seguito il suo caso – è riuscita persino ad andare al concerto della sua band americana preferita”. La storia della giovane paziente comincia proprio al Niguarda, dove nasce 12 anni fa. Le difficoltà respiratorie manifestate subito dopo il parto portano gli specialisti ad approfondire il quadro clinico, fino alla diagnosi di una grave malformazione congenita che interessava tutto il polmone destro.

Il progressivo peggioramento delle sue condizioni rende necessaria la completa asportazione del polmone, una scelta impegnativa ma indispensabile per salvaguardarne la sopravvivenza. Negli anni successivi la bambina cresce conducendo una vita compatibile con la propria condizione, fino alla comparsa di nuovi problemi respiratori. Nell’ultimo periodo comincia ad affaticarsi facilmente, presenta frequenti infezioni e incontra difficoltà anche nello svolgimento delle attività quotidiane più semplici.

Gli accertamenti permettono di individuare una rara complicanza, conosciuta come sindrome post-pneumonectomia. Dopo la rimozione di un polmone, soprattutto quello destro, gli organi presenti nel torace possono infatti spostarsi progressivamente verso lo spazio rimasto vuoto.

Nel caso della ragazza, il polmone sinistro aveva occupato parte di quello spazio, mentre cuore, trachea e bronco si erano dislocati. Questo aveva determinato una progressiva compressione e deformazione dell’unica via aerea attraverso cui l’aria raggiungeva il polmone rimasto, riducendo sempre più la capacità respiratoria e compromettendo la possibilità di svolgere una vita normale.

Per affrontare il caso, gli specialisti del Niguarda hanno seguito un percorso multidisciplinare, coinvolgendo diversi professionisti e radiologi per studiare la situazione e individuare la strategia più adatta. Un approccio reso possibile anche dall’esperienza del Kites Center dell’ospedale, dedicato allo studio delle patologie congenite dell’apparato digerente e delle vie aeree nei bambini.

Le esperienze descritte nella letteratura scientifica internazionale sono pochissime: secondo gli specialisti che hanno seguito la giovane paziente, si contano circa 50 casi in tutto il mondo. L’obiettivo dell’intervento era quello di riportare il più possibile in asse gli organi del torace, liberando il bronco e ripristinando condizioni più favorevoli alla respirazione.

Per raggiungere il risultato, nello spazio toracico rimasto libero dopo l’asportazione del polmone destro sono state inserite delle protesi adattate alle specifiche esigenze della paziente. In particolare è stata utilizzata una protesi mammaria, dal momento che non esistono dispositivi progettati appositamente per questa rara complicanza. Fondamentale, sottolineano gli specialisti, è stato il contributo del chirurgo plastico, insieme a quello dei chirurghi toracici, degli anestesisti e degli altri professionisti coinvolti nell’assistenza.

L’intervento è riuscito e la ragazza è stata dimessa dopo pochi giorni. I risultati sono comparsi rapidamente: già a un mese dall’operazione era tornata a salire le scale di casa e aveva potuto partecipare al concerto della sua band preferita. Anche i successivi controlli hanno confermato un decorso regolare e stabile.

“La soddisfazione più grande – conclude Macchini – è stata riuscire a dimetterla dopo pochi giorni e vedere che, a un mese dall’intervento, aveva ripreso a fare le scale ed era andata al concerto. I controlli stanno dando risultati positivi e vedere la felicità della ragazza e dei suoi genitori è la soddisfazione più grande per noi”.

L’esperienza maturata al Niguarda può rappresentare inoltre una risorsa per la comunità scientifica internazionale. La condivisione del percorso seguito potrebbe infatti aiutare altri specialisti chiamati ad affrontare casi analoghi, offrendo nuove prospettive terapeutiche per pazienti colpiti da una patologia rara e invalidante.

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Tumori, in Italia e in Europa si muore di meno: cure innovative e prevenzione fanno la differenza

26 October 2026 at 09:15

Ogni anno, in Europa, sono 2,7 milioni i nuovi casi di cancro, pari a 5 ogni minuto. Dall’altro lato, grazie alle campagne di prevenzione e a cure sempre più efficaci, dal 1988 a oggi sono stati evitati circa 7,3 milioni di decessi oncologici nell’Unione Europea. Nel 2026 sono stimate circa 1.230.000 morti per tumore, con una diminuzione del 7,8% per gli uomini e del 5,9% per le donne rispetto al periodo 2020-2022.
Lo ricordano gli esperti dall’Associazione Italiana di Oncologia Medica (AIOM), in occasione del Congresso della Società Europea di Oncologia Medica (ESMO), segnalando come la strada da fare sia ancora lunga.

Si stima che in Europa il 5% della popolazione abbia affrontato una diagnosi di tumore, per un totale di 23,7 milioni di persone. In Italia vivono 4 milioni di cittadini dopo la diagnosi di cancro. Nel 2025, nel nostro Paese, sono stati stimati circa 390.000 nuovi casi. In numerose neoplasie i tassi di sopravvivenza e guarigione sono in aumento. Il 63% delle donne e il 54% degli uomini sono vivi a 5 anni e almeno un paziente su quattro è tornato ad avere la stessa aspettativa di vita della popolazione generale e può ritenersi guarito. Per migliorare ulteriormente questi risultati, è fondamentale investire nella ricerca e nei programmi di prevenzione.

I numeri che fanno sperare e riflettere

Il carcinoma polmonare nei maschi fa registrare la diminuzione più consistente (-22,5%). L’innovazione non si traduce solo in vite salvate, ma anche nella possibilità di reinserire nel tessuto sociale e produttivo le persone che hanno vissuto l’esperienza del cancro. In Europa infatti, i costi indiretti, legati soprattutto alla perdita di produttività determinata dalla malattia, sono diminuiti del 16% in circa 30 anni, da 97 miliardi di euro nel 1995 a 82 miliardi nel 2023. Per quanto riguarda il calo dei decessi per cause oncologiche nella popolazione maschile, il merito va soprattutto alla diminuzione dell’abitudine tabagica negli uomini.

Viste le buone notizie, con margini di miglioramento ancora da esplorare, restano però criticità nell’accesso alle terapie innovative. Nel Vecchio Continente, in media, viene reso disponibile solo il 51% dei nuovi farmaci approvati dall’ente regolatorio europeo (EMA) e servono 655 giorni per accedervi (nel 2025).

Il nostro Paese presenta dati migliori, anche se i tempi sono ancora troppo lunghi. L’Italia, infatti, garantisce l’accesso all’89% dei farmaci anticancro approvati da EMA e, in questa classifica, è seconda in Europa dopo la Germania (91%) (Austria 86%; Spagna 73%; Francia 68%). Nel nostro Paese, però, devono trascorrere 470 giorni, cioè circa 15 mesi, per la disponibilità delle nuove cure.
Come segnala Massimo Di Maio, Presidente AIOM,

“le terapie innovative non migliorano solo la sopravvivenza, ma favoriscono anche il ritorno al lavoro e alla vita sociale. La riduzione dei costi indiretti del cancro è un risultato molto importante, determinato da cure sempre più efficaci, che devono essere disponibili per tutti i pazienti, perché si possa parlare di equità nell’innovazione. In un anno si sono allungati di oltre 2 mesi in Europa e di circa un mese in Italia i tempi per disporre dei nuovi farmaci anticancro. Nel 2024 in Europa servivano in media 586 giorni, nel nostro Paese 441. In Italia restano ancora criticità legate alle procedure burocratiche e amministrative perché, dopo l’approvazione della rimborsabilità da parte dell’Agenzia Italiana del Farmaco, in alcune Regioni è necessario attendere l’inserimento nei Prontuari Terapeutici Regionali. E ulteriori ritardi possono essere causati dalle gare regionali e dalla necessità di inclusione anche nei Prontuari Terapeutici Ospedalieri”.

L’impatto della politica

In 10 anni (2014 – 2023), in Europa, la spesa per i farmaci anticancro è aumentata da 24,9 miliardi di euro a 64,3 miliardi. Questa crescita è stata trainata da una combinazione di effetti legati ai prezzi e all’incremento del numero di casi di tumore. L’Italia sostiene il 14% della spesa europea per i farmaci oncologici e si colloca al terzo posto dopo Germania (19%) e Francia (19%). Ma per il futuro potrebbero esserci impatti anche dalle scelte di macroeconomia e di politica che potrebbero giocare un ruolo importante.

I tempi per accedere alle nuove cure potrebbero essere ulteriormente dilazionati a causa della clausola della “nazione più favorita” (MFN, Most Favored Nation), stabilita dall’amministrazione statunitense, che prevede di ridurre i prezzi dei farmaci americani allineandoli a quelli più bassi di altri Paesi, compresa l’Italia. Il provvedimento rischia di dilatare ulteriormente i tempi e di generare pesanti ripercussioni sull’assistenza oncologica nel nostro Paese. Le aziende farmaceutiche, infatti, potrebbero decidere di ritardare il lancio di nuove terapie oncologiche innovative in Europa e in Italia o di non renderle del tutto disponibili, per evitare che un prezzo basso locale condizioni o abbassi i ricavi sul più redditizio mercato statunitense.

Meno chemioterapia

Ma come siamo messi sul fronte delle cure? I progressi si vedono, eccome.

“In Europa, la quota della chemioterapia sulla spesa totale di farmaci oncologici è diminuita dal 22% nel 2014 al 6% nel 2023, superata dalle terapie mirate e dalle immunoterapie. Le sole immunoterapie rappresentano oggi il 29% delle uscite. Questi cambiamenti riflettono il crescente impatto dell’oncologia di precisione, che permette di selezionare la cura adatta per il singolo paziente. Il numero di approvazioni da parte di EMA è aumentato significativamente, passando da una media di un nuovo farmaco all’anno nel periodo 1995-2000 a circa 14 all’anno nel 2021-2024. I Paesi dell’Europa occidentale tendono a rimborsare un maggior numero di terapie e a farlo più rapidamente rispetto all’Europa centrale e orientale. Ad esempio, la Germania ha reso disponibile il 91% dei farmaci oncologici approvati dall’EMA nel periodo 2021-2024 entro poco più di 100 giorni, mentre Romania, Estonia, Malta, Slovacchia e Lettonia si fermano a percentuali pari o inferiori al 20% e il tempo di rimborso si attesta intorno ai 1.000 giorni in Lituania, Romania ed Estonia, determinando forti disuguaglianze, che devono essere superate quanto prima”

ricorda Giuseppe Curigliano, Presidente eletto ESMO.

Aeroporto de Riade. Houthis anunciam lançamento de míssil

26 October 2026 at 08:04
Porta-voz dos houthis reivindicou ainda um ataque com drones e mísseis contra "as estações de bombagem de petróleo bruto do oleoduto Este-Oeste", na Arábia Saudita.

© YAHYA ARHAB/EPA

Yahya Saree, porta-voz dos houthis, afirmou que os ataques "causaram dezenas de baixas nas fileiras inimigas" e provocaram incêndios em materiais militares.

Concorso Carabinieri per 400 Ispettori Marescialli: quali sono i requisiti per partecipare

26 October 2026 at 06:00

Al via un’opportunità d’inserimento nei ranghi dell’Arma dei Carabinieri: il Ministero della Difesa ha indetto il primo concorso straordinario per 400 Marescialli Ispettori, riservato a cittadini già in possesso di diploma di laurea. Con un apposito avviso della Direzione Generale per il Personale Militare, i termini per l’invio delle candidature sono stati prorogati fino al 9 novembre.

La selezione rappresenta un’occasione per giovani laureati e militari già in servizio che intendono accedere direttamente al ruolo degli ispettori, assumendo funzioni di responsabilità e coordinamento operativo. L’immissione avverrà previa frequenza di un corso formativo straordinario della durata non inferiore a sei mesi.

Come sono divisi i posti messi a bando

I 400 posti sono suddivisi in base alle specifiche esigenze dell’Arma e comprendono riserve per categorie tutelate:

  • 390 posti destinati ai cittadini italiani in possesso dei requisiti generali e dei titoli di studio richiesti;
  • 10 posti riservati ai candidati in possesso dell’attestato di bilinguismo (livello B2) riferito alla provincia autonoma di Bolzano.

Della totalità delle unità di personale oggetto della selezione pubblica, 98 saranno riservate ai coniugi e ai figli superstiti del personale delle Forze Armate o di Polizia deceduto in servizio, ai diplomati delle Scuole militari e agli assistiti degli Enti di assistenza per orfani dei militari.

Nell’ambito del contingente generale, 16 vincitori saranno avviati alla formazione specialistica per l’impiego nella tutela forestale, ambientale e agroalimentare.

Requisiti di partecipazione

I candidati che intendono presentare domanda devono possedere i seguenti requisiti:

  • cittadinanza italiana e godimento dei diritti civili e politici;
  • età compresa tra i 18 e i 28 anni non compiuti, limite non applicabile al personale dell’Arma con tre anni di anzianità;
  • possesso di una laurea triennale tra quelle indicate nell’allegato al bando, afferenti alle aree scientifico-tecnologica, umanistico-sociale, sanitaria e ambientale;
  • condotta incensurabile, idoneità fisica, psichica e attitudinale e assenza di condanne per delitti non colposi;
  • per i militari in servizio nell’Arma dei Carabinieri, assenza di sanzioni disciplinari gravi o giudizi negativi nell’ultimo biennio.

Nonostante la proroga del bando al 9 novembre, chi intenderà presentare istanza d’interesse dovrà possedere i requisiti entro il 30 ottobre, il primo termine di chiusura della raccolta delle adesioni.

Quali sono le prove del concorso

L’iter concorsuale si articola in diverse fasi di selezione ordinate per garantire l’accertamento delle competenze e dell’idoneità dei candidati:

  • eventuale prova preliminare consisterà in un test a risposta multipla su argomenti di cultura generale e quesiti di carattere logico-deduttivo;
  • prova scritta di conoscenza della lingua italiana (o tedesca per i posti riservati a Bolzano) basata su 60 quesiti a risposta multipla su ortografia, sintassi e comprensione del testo, superabile con un punteggio minimo di 18 su 30;
  • prova di efficienza fisica che prevede esercizi obbligatori di corsa 1.000 metri, piegamenti sulle braccia e salto in alto;
  • accertamenti psicofisici ed attitudinali per la verifica del profilo sanitario minimo e dell’idoneità motivazionale e caratteriale;
  • prova orale incentrata su argomenti estratti a sorte tra Costituzione e cittadinanza italiana, storia contemporanea e geografia;
  • valutazione dei titoli di merito posseduti ai fini del punteggio incrementale finale.

Come ed entro quando candidarsi

Le istanze di partecipazione devono essere presentate esclusivamente online tramite la sezione concorsi del sito ufficiale dell’Arma dei Carabinieri, a cui si accede anche per reindirizzamento dal Portale unico del reclutamento inPA. L’autenticazione richiede il possesso di credenziali digitali Spid o Cie e di un indirizzo di Posta Elettronica Certificata personale.

A seguito della proroga, la scadenza per l’invio delle domande è fissata alle ore 23:59 del 9 novembre 2026. Si ricorda che i titoli di merito, di studio e di preferenza dichiarati devono comunque essere stati conseguiti entro la data originaria del 30 ottobre 2026.

Altri concorsi attivi

Per chi è interessato alle opportunità di carriera nel settore della difesa e della sicurezza, restano aperte le candidature per diverse procedure di reclutamento nei corpi dello Stato, tra cui quella in Polizia Penitenziaria. Si consiglia di consultare regolarmente la piattaforma inPA per rimanere aggiornati sui concorsi in scadenza a ottobre e verificare le relative date delle prove d’esame.

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