A viabilização do Orçamento de Estado parecia uma garantia de paz, mas discussão está longe de ser tranquila. Desde a esquerda radical nas ruas e um primeiro-ministro desaparecido, todos rumarão à AR.
Prudência e minimalismo são as apostas do Governo para um país em tempos turbulentos. Quem acreditou que um OE viabilizado à partida era uma garantia de paz enganou-se redondamente.
Luís Montenegro e António José Seguro têm agenda pública, num dia marcado pelo início do debate sobre o OE 2027. Ainda, a reportagem em direto a partir de Israel, em dia de eleições legislativas.
Luís Montenegro abre hoje debate do Orçamento do Estado, sob pressão da oposição pelo silêncio sobre os protestos pela habitação. Ainda, Israel vai hoje a votos nas primeiras legislativas desde 2023.
A polícia (que não está ao serviço do "fascismo"), Luís Montenegro (que devia ter falado ao país) e o PS (que no seu tempo proibia manifestações invocando esta lei) são o Bom, o Mau e o Vilão.
Antigo secretário-geral do PS diz que o PM está a instrumentalizar as forças de segurança para se proteger a si e ao Governo. Ainda nesta edição, milhares em Lisboa e no Porto em novos protestos.
Ainda no rescaldo da entrevista de Passos Coelho, os ouvintes questionaram Nuno Garoupa sobre cenários e a possibilidade de uma relação política entre o ex-primeiro-ministro e Ventura.
Bolsonaro pede a anulação das eleições brasileiras e contesta o prolongamento da votação por duas horas. Ainda, Académico de Viseu vence Sporting e soma a quinta vitória consecutiva no campeonato.
Aguiar-Branco (que acompanha as investigações do MP), o presidente do IHRU (que não é pago para falar) e Luís Montenegro (que faz visitas secretas) são o Bom, o Mau e o Vilão.
Para Luís Dias, o MAI já devia ter saído e critica o PM por não assumir liderança perante as polémicas da tutela. O deputado do PS critica a nova lei das rendas, que diz ser "profundamente desumana".
Carneiro quer também que o Governo se junte ao PS para viabilizar uma garantia pública que facilite o cumprimento das obrigações com as rendas e ofereça uma maior segurança aos proprietários.
Protestos continuam hoje e é esperada uma forte mobilização sobretudo em Lisboa e no Porto. Ainda, as mais recentes declarações de Luís Neves sobre mais uma polémica no MAI.
Seleção nacional perdeu com a França por 6-3 nas meias-finais da competição. Ainda, Movimento pelo Direito à Habitação demarca-se das ameaças ao Primeiro-ministro. Montenegro está preocupado.
Montenegro rejeitou, esta quinta-feira, compras conjuntas de petróleo "solução". Esta sexta, defendeu a compra conjunta de gás e o reforço da refinação europeia para reduzir o preço dos combustíveis.
Em causa está um vídeo feito ontem, onde um manifestante deixava ameaças diretas a Luís Montenegro. Ainda, Carlos Moedas acredita que a manifestação agendada para amanhã em Lisboa “vai correr bem”.
Líder do Governo assegura que o alvo das palavras não foram os manifestantes e que respeita o direito à manifestação. Ainda, movimento pela habitação no Porto quer voltar a montar tendas amanhã.
Luís Montenegro garante que o Governo está a resolver "os problemas que se foram avolumando" na área da administração interna. E isso inclui os "problemas" no SIRESP.
Luís Montenegro considera que instabilidade vista no Porto não reflete a realidade do país. Ainda, novo tarifário fixo dos táxis no Aeroporto de Lisboa entra em vigor, mas gera dúvidas e problemas.
O primeiro-ministro mostrou dentes e firmeza a Passos Coelho para travar a oposição interna. Já Ferro Rodrigues voltou sem réstia de autocrítica e desmarcou-se da responsabilidade no subir do Chega.
A PSP (que atuou de forma rápida), Luís Montenegro (que reagiu a Passos) e as juventudes partidárias de Coimbra (que se meteram numa confusão) são o Bom, o Mau e o Vilão.