Uma no cravo e outra na ferradura resolve crise das casas?



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Comemoração de seguidores da Igreja Católica e cristãos de outras tradições, que também é conhecida como Dia dos Mortos. É celebrada como feriado no Brasil de acordo com a Lei Nº 10.607 de 19 de dezembro de 2002.
A data de 20 Novembro remete à morte do líder do Quilombo dos Palmares, Zumbi, assassinado em 1695. O local foi um dos maiores quilombos do Brasil durante o período colonial, símbolo de resistência contra a escravização negra no país. Antes de ser feriado nacional, a data era oficial apenas em alguns estados, como Rio de Janeiro, Alagoas e São Paulo - e em mais de 1,2 mil cidades por meio de leis municipais e estaduais.

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Presidente da República quebra o silêncio sobre resposta a manifestações pelo acesso à habitação e apela ao diálogo.
O conteúdo Seguro diz «não gostei do que vi», apela ao diálogo «e nunca à violência» aparece primeiro em Barlavento.
O Presidente da República apela ao diálogo entre Governo e Parlamento e anuncia uma reunião com especialistas na quarta-feira.
O conteúdo Seguro pede soluções de habitação acessível a «todas as bolsas» e alerta para «geração bloqueada» aparece primeiro em Barlavento.


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O Presidente da República apelou hoje ao diálogo sobre a habitação “e nunca a violência”, afirmando que não gostou das imagens que viu, mas que aguarda o resultado dos inquéritos sobre a atuação policial sobre manifestantes.
“A cultura portuguesa é uma cultura de diálogo. Não é uma cultura de violência, nem é uma cultura de confronto. Não gostei do que vi nas imagens recentes, designadamente em Lisboa, no passado sábado”, afirmou António José Seguro aos jornalistas, no fim de uma visita à Agência Europeia da Segurança Marítima (EMSA), em Lisboa.
“Não gostei do que vi tal como, estou convencido, a maioria dos portugueses, porque não são imagens normais para uma democracia consolidada”, considerou o chefe de Estado, que apelou a que se recorra ao “diálogo como solução para os problemas e nunca a violência”.
Numa declaração aos jornalistas, antes de responder a perguntas, António José Seguro referiu que “desde as sete da manhã desse domingo” tem estado “sempre atento, preocupado, a recolher a informação, a exigir as informações” e que na segunda-feira se reuniu com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e “este foi um dos temas que foi falado”.
“Esse é o papel do Presidente da República”, defendeu.
Interrogado, a seguir, se estava a condenar a atuação da PSP, o chefe de Estado respondeu: “O que eu estou a dizer é que não gostei do que vi porque a violência não faz parte da cultura portuguesa. Quanto à atuação das autoridades, estão a decorrer inquéritos. Os inquéritos devem apurar se houve desvios ao Estado de direito ou não”.
“O Presidente da República deve respeitar esses inquéritos. Deve pedir todas as explicações, deve exigir todas as explicações – foi aquilo que eu fiz – e, naturalmente, deve aguardar pelos resultados. Ninguém julga antes de saber quais são os factos”, argumentou.
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O Presidente da República não gostou de ver os confrontos da polícia com manifestantes e sugere que o Governo devia ter optado pelo diálogo. Seguro reuniu-se com Montenegro na segunda-feira e vai reunir-se com especialistas em habitação esta quarta-feira

O Presidente da República não gostou de ver os confrontos da polícia com manifestantes e sugere que o Governo devia ter optado pelo diálogo. Seguro reuniu-se com Montenegro na segunda-feira e vai reunir-se com especialistas em habitação esta quarta-feira
