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IA Portugal lança loja online de inteligência artificial para PME com soluções prontas a implementar

28 October 2026 at 21:52

A IA Portugal anunciou o lançamento de uma plataforma de comércio eletrónico dedicada à venda de soluções de inteligência artificial para pequenas e médias empresas (PME), num modelo que promete simplificar o acesso a esta tecnologia através de preços fixos, contratação online e implementação em poucos dias.

Segundo a empresa, a nova loja digital disponibiliza serviços nas áreas de diagnóstico e estratégia, formação, desenvolvimento de soluções de inteligência artificial e marketing, com preços a partir de 97 euros por mês. A oferta inclui chatbots, automações, ferramentas de governança de IA e produção de conteúdos, estando todas as soluções sujeitas a validação humana antes da entrega ao cliente.

“As PME portuguesas não precisam de mais reuniões sobre IA. Precisam de colocar a inteligência artificial a funcionar o mais depressa possível”, afirma Ricardo Gil, fundador da IA Portugal.

A empresa justifica a iniciativa com os obstáculos que muitas PME continuam a enfrentar na adoção de inteligência artificial, apesar do crescente reconhecimento da importância destas tecnologias para a competitividade empresarial. Entre as principais barreiras identificadas estão a falta de recursos técnicos, limitações orçamentais e a complexidade dos processos habitualmente associados à consultoria tecnológica.

De acordo com a IA Portugal, o objetivo passa por oferecer uma alternativa aos modelos tradicionais de consultoria, frequentemente caracterizados por processos comerciais prolongados, propostas técnicas complexas e custos difíceis de antecipar. Com a nova plataforma, as empresas podem consultar os serviços disponíveis, conhecer previamente os preços e contratar soluções sem necessidade de reuniões iniciais ou contratos de fidelização.

No catálogo constam diagnósticos de maturidade digital a partir de 197 euros, com entrega prevista em 48 horas, além de soluções de automatização, assistentes virtuais e um pacote de governança destinado a apoiar a utilização da inteligência artificial em conformidade com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD).

Na área do marketing, a empresa disponibiliza serviços de criação de conteúdos para redes sociais, artigos, imagens, vídeos e newsletters. Já na vertente de formação, a oferta inclui workshops online e presenciais com preços a partir de 247 euros por sessão.

A IA Portugal disponibiliza ainda ferramentas destinadas a ajudar as empresas a analisar a forma como as suas marcas são apresentadas por assistentes de inteligência artificial, como o ChatGPT, e a otimizar a sua presença nestes novos canais de descoberta e recomendação.

Segundo a empresa, o processo de contratação e implementação pode ser concluído entre dois e 15 dias úteis, dependendo do serviço escolhido. As subscrições mensais não incluem períodos mínimos de permanência, permitindo aos clientes cancelar o serviço a qualquer momento.

A tecnológica defende que a combinação entre inteligência artificial e supervisão humana permite disponibilizar soluções a custos mais reduzidos do que os modelos tradicionais de consultoria. A empresa estima que os clientes possam alcançar ganhos de produtividade até 50% e reduções de custos operacionais até 40%, sobretudo em áreas como atendimento ao cliente, criação de conteúdos, processamento documental e elaboração de relatórios.

“A nossa missão é colocar a inteligência artificial a trabalhar em todas as PME portuguesas, independentemente da sua dimensão, da existência de uma equipa técnica ou do orçamento disponível”, sublinha Ricardo Gil.

2027 State Budget approved in general terms thanks to PS abstention

28 October 2026 at 20:07

With no last-minute surprises, the proposed State Budget for next year was approved, in general terms, with only the governing parties voting in favor and PS, PAN and JPP abstaining.

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Ex-vereador de Penafiel acusado de favorecer empresa a troco de bilhetes para futebol

28 October 2026 at 19:43

O Tribunal de Instrução Criminal de Penafiel decidiu levar a julgamento um ex-vereador da câmara local por alegado favorecimento, entre 2014 e 2020, a uma sociedade comercial, recebendo em troca, nomeadamente, 18 bilhetes para jogos de futebol.

Segundo nota hoje publicada na página da Procuradora-Geral Regional do Porto, o arguido consideraria que aquela sociedade e o seu representante legal “poderiam vir a ser úteis para organizar a publicidade da campanha da sua candidatura às eleições autárquicas que teriam lugar a 26 de setembro de 2021”.

A nota não revela o nome do arguido, que foi pronunciado pela prática dos crimes de prevaricação e de recebimento indevido de vantagem, mantendo-se a factualidade e respetiva qualificação jurídica que lhe eram imputadas na acusação proferida pelo Ministério Público.

O juiz de instrução considerou suficientemente indiciado que, entre 2014 e 2020, o arguido, “em violação do regime legal de licenciamento de publicidade, sem audição prévia dos serviços técnicos municipais e entidades externas ao município cujo parecer era obrigatório, deferiu diversos pedidos de licenciamento de publicidade a favor de uma sociedade comercial, com intenção de favorecer aquela sociedade e o seu representante legal”.

“O arguido desenvolveria aquela atividade pois sabia que aquela sociedade e o seu representante legal poderiam vir a ser úteis para organizar a publicidade da campanha da sua candidatura às eleições autárquicas que teriam lugar a 26 de setembro de 2021”, acrescenta a nota.

Além disso, foi também considerado indiciado que o arguido, entre 2018 e 2020, recebeu, por parte do representante legal daquela sociedade, 18 bilhetes para assistir a jogos de futebol e frequentar o camarote que aquela possuía no estádio de um clube de futebol, “bem sabendo que aqueles bilhetes apenas lhe eram entregues por ser o decisor daqueles pedidos de licenciamento”.

O Ministério Público requereu a declaração de perda a favor do Estado da quantia de 4.788 euros, correspondente ao valor daqueles bilhetes, “devendo o arguido ser condenado no seu pagamento, por corresponder à vantagem obtida com a sua atividade criminosa”.

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Orçamento de Estado para 2027 aprovado com abstenção do PS

28 October 2026 at 18:57

A proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2027 foi hoje aprovada na generalidade na Assembleia da República, com votos a favor de PSD e CDS-PP e abstenções de PS, PAN e JPP.

Chega, IL, Livre, PCP e BE votaram contra a proposta do Governo PSD/CDS-PP.

Este é o terceiro Orçamento do Estado apresentado pelos governos de coligação PSD/CDS-PP chefiados por Luís Montenegro.

Como nos dois anos anteriores, a viabilização da proposta do Governo foi assegurada com a abstenção do PS.

Ainda antes de ser conhecida a proposta do Governo, o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, anunciou, no fim de setembro, que iria propor a abstenção aos órgãos nacionais do seu partido, posição que se confirmou, para já, para a votação na generalidade.

A opção do Chega, segunda maior bancada parlamentar, pelo voto contra na generalidade foi anunciada hoje aos jornalistas pelo presidente do partido, André Ventura.

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Pouca castanha, seca e com “bichado” marca campanha em Bragança

28 October 2026 at 18:15

A campanha da castanha está a ser um “desastre” para vários agricultores do concelho de Bragança, que apontaram hoje à Lusa quebras significativas, fruto pequeno, seco e “bichado”, devido às temperaturas e à falta de água.

Na aldeia de Salsas, Pedro Zoio não está contente com o que vê. “Estamos a começar, mas está um desastre. Não existem castanhas nos castanheiros, os ouriços ficaram pequenos, as castanhas, as poucas que há, não cresceram”, descreveu.

A campanha já começou, mas o agricultor apanhou até hoje apenas “30 quilos” do fruto, porque embora os castanheiros tenham “muitos ouriços”, estão “sem castanhas”.

“Estão agora a começar a cair as poucas que há. (…) Eu dou a volta aos castanheiros e não vejo castanhas nem em cima, nem em baixo”, afirmou.

A chuva que caiu no mês de agosto e em setembro fazia prever, segundo disse, um bom ano de castanha, mas não se veio a confirmar, prevendo uma quebra de “60 a 70%”.

“Não prevejo um bom ano de castanha, nem de longe, nem de perto. O ano passado já foi mau, este ano ainda vai ser pior, ou seja, de ano para ano, cada vez é pior”, vincou.

Para João Condado, produtor de castanha na aldeia de Vilarinho, a campanha deste ano “pior seria impensável”, estimando que possa ter uma quebra de produção de 40%.

O fruto, afirmou, está “bastante seco”, devido às temperaturas elevadas e à falta de chuva, e há castanha, nomeadamente das variedades precoces, que está “bichada” ou com “fungo”.

“Há pouca e o calibre é pequeno, devido às condições atmosféricas. No verão pouco choveu e então as temperaturas foram elevadas e fez com que a castanha não desenvolvesse”, lamentou.

A situação também não é melhor para Marcelino Rodrigues. O agricultor de Meixedo ainda não começou a apanha da castanha, mas salientou que a campanha está “muito mal”.

“Ainda não apanhei nada, mas diz que são pequenas, estão furadas, que têm tudo, há poucas, segundo ouço”, disse.

Segundo explicou à Lusa Abel Pereira, presidente da Arborea – Associação Agro-florestal e Ambiental da Terra Fria Transmontana, o calor está a tardar a queda dos ouriços e um “período quente prolongado” foi favorável ao aparecimento de “bichado”.

A juntar à falta de qualidade, apontada pelos produtores, também o preço está “aquém de anos anteriores”, estando entre 1,2 e 1,5 euros o quilo, podendo, nalguns casos, chegar a 1,8 euros.

Segundo o engenheiro Abel Pereira, num ano bom, o preço da castanha de maior calibre já deveria custar mais de dois euros.

Bragança e Vinhais, no distrito de Bragança, são os maiores produtores de castanha do país.

Numa boa campanha, no concelho de Bragança são produzidas 20 mil toneladas e no concelho de Vinhais entre 15 a 20 mil toneladas.

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Government announces up to 80% support for purchase of electric vehicles for low-income households

28 October 2026 at 16:46
Maria da Graça Carvalho

Portugal’s minister for the environment and energy has announced support for the purchase of electric vehicles – specifically for low-income households – covering around 20,000 vehicles with subsidies of up

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More than 400 lawyers challenge PSP actions at housing protests 

28 October 2026 at 16:31

An open letter signed by more than 400 lawyers accuses the police of resorting to the disproportionate use of force at housing demonstrations in Porto and Lisbon last weekend.  The

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Right wing CHEGA claims “remigration” will solve housing crisis

28 October 2026 at 16:03

Portugal’s right-wing populist party CHEGA has said today that the “solution to the housing crisis is remigration”,  challenging the government to “enforce the law” and encourage foreigners who may disrupt

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Tese de doutoramento analisa impacto da pobreza na saúde mental

28 October 2026 at 15:32

VTM

A investigação incidiu sobre os fatores de risco e proteção da saúde psicossocial de pessoas em situação de vulnerabilidade, com particular enfoque nas comunidades ciganas e não ciganas do concelho de Vila Real.

Este estudo foi realizado em colaboração com o Núcleo Distrital de Vila Real da EAPN Portugal e contou com a coorientação de Catarina Oliveira e a orientação principal de Henrique Pereira, professor catedrático da Universidade da Beira Interior. A recolha de dados contou também com o apoio de várias instituições locais, nomeadamente a Between Dimensions, a Vila Real Social e o IEFP de Vila Real.

Em declarações à VTM, Jóni Ledo revelou que o interesse pelo tema surgiu da necessidade de contribuir para o conhecimento científico sobre populações vulneráveis. “Ninguém estuda estas comunidades, porque, tendencialmente, as pessoas em situação de pobreza ou vulnerabilidade não frequentam as universidades, não têm um papel ativo nas instituições, na Assembleia da República e nos lugares de poder”.

A investigação incluiu dois estudos realizados exclusivamente em Vila Real, um estudo quantitativo com 317 participantes das comunidades cigana e não cigana, todos em situação de pobreza; e um estudo qualitativo baseado em 20 entrevistas clínicas, dez com pessoas de cada comunidade. A recolha de dados junto da comunidade cigana exigiu um trabalho de proximidade, com a aplicação de questionários porta a porta nos bairros, contando com o apoio da EAPN Portugal.

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“Só não venho à boleia para o Parlamento porque não posso”, diz ministra do Ambiente

28 October 2026 at 14:38

A ministra do Ambiente afirmou hoje que gostaria de ter ido à boleia para o Parlamento, simultaneamente uma forma de vida saudável e de poupança energética, mas alegou que as suas funções governativas a impedem.

Maria da Graça Carvalho fez este comentário durante o segundo dia de debate na generalidade da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2027, em resposta a uma intervenção da deputada do Chega Patrícia Carvalho.

Patrícia Carvalho criticou a ministra do Ambiente e da Energia por sugerir a boleia como solução para a generalidade dos portugueses enfrentar o aumento dos custos dos combustíveis. Disse então que, ao contrário de Maria da Graça Carvalho, os portugueses “não têm o Estado para lhes pagar o custo dos combustíveis”.

Na resposta à deputada do Chega, a ministra do Ambiente e da Energia declarou: “Só não venho à boleia porque não posso vir à boleia, e das coisas que mais me custam enquanto membro do Governo é ter de andar com motorista”.

“Eu gosto de andar a pé”, acrescentou, sendo depois muito aplaudida pelos deputados do PSD.

No debate, pela parte da Iniciativa Liberal, Jorge Miguel Teixeira levantou a questão da compra da REN, na ordem dos 500 milhões de euros, decidida pelo atual Governo, tendo requerido à ministra que explicasse em que medida a entrada do Estado nessa empresa contribuirá para a descida dos preços da eletricidade.

Maria da Graça Carvalho observou que a REN é uma empresa de um ramo estratégico em termos de soberania nacional e que Portugal era o único país da União Europeia que estava ausente. Defendeu, ainda, que a entrada do Estado nessa empresa de transporte de energia será relevante para cumprir o objetivo de assegurar a “competitividade” da economia.

Pela parte do PCP, a líder parlamentar, Paula Santos, insurgiu-se contra a “especulação em torno dos preços dos combustíveis” e contra “os lucros obscenos das petrolíferas”. Manifestou ainda preocupação pelo eventual fim das tarifas reguladas da eletricidade em 2027.

De acordo com a ministra, em matéria de tarifas reguladas da eletricidade, o Governo “terá ainda este ano para decidir como proceder em relação a isso”.

Já o deputado do PS Pedro Vaz fez uma intervenção genérica do ponto de vista político e acusou o Governo PSD/CDS de “ser passado, não tendo ideias novas”, limitando-se “a gerir a herança” deixada no setor.

“Este Governo e este primeiro-ministro já não são presente”, declarou Pedro Vaz, numa interpelação que se seguiu à do co-porta-voz do Livre, Jorge Pinto, que levantou a questão dos protestos das populações do concelho de Boticas devido ao projeto de exploração de lítio em Cova do Barroso.

“Esse projeto foi declarado de interesse nacional, com licença ambiental em 2023. Segundo toda a gente, não houve diálogo com a população. Neste momento, cumprimos a lei e deixamos executar este projeto”, esclareceu Maria da Graça Carvalho.

Em resposta à deputada do PAN Inês de Sousa Real, que atacou os “lobbies” da agricultura, a ministra do Ambiente defendeu que o Governo “tudo tem feito para proteger o lobo ibérico, ao contrário da tendência registada em outros países europeus”.

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Europa e Portugal “não estão preparados” para o 6G, refere CEO da Ericsson Portugal

28 October 2026 at 14:00

O CEO da Ericsson Portugal, Juan Olivera, revelou que o 6G já está a ser planeado, sendo que a empresa já está a investir nesta sexta geração de redes móveis globais, prevendo que a primeira prova de conceito seja conhecida em 2028-2029.

Numa conversa com os jornalistas, o CEO da Ericsson Portugal referiu a chegada da próxima geração de redes móveis, salientando que nem Portugal nem a Europa “estão preparados” para a receber. Na sua opinião, o Digital Networks Act (DNA) e o Cybersecurity Act (CSA2), duas propostas da União Europeia (UE) para garantir a sua soberania digital e mitigar dependências externas críticas, “servem para que a Europa não fique para trás na adoção do 6G”.

Uma das causas apontadas para a Europa não estar preparada para o 6G, passa pelo facto de ainda não ter completado a implementação do 5G avançado, com as infraestruturas a estarem ainda muito atrasadas. O bloco ainda comercializa muito o 5G non-standalone (NSA), uma rede que ainda depende da antiga infraestrutura do 4G, em vez de comercializar o 5G standalone, que depende totalmente de redes independentes e criadas de raiz.

A chegada do 6G vai além de descarregar dados mais rápido, sendo esperado que integre comunicações com funcionalidades de deteção e radar, que tenham aplicações na defesa, segurança, deteção de drones e na proteção de infraestruturas.

 Portugal não tem “alinhamento entre o regulador e operadores”

No mercado português, o CEO vê um “panorama mau”, devido à falta de alinhamento entre operadores, regulador e governo.

“Os principais players deviam de estar alinhados”, sublinha, revelando que na opinião da empresa os players deviam “ter uma política de espetro que favorecesse os investidores, favorecesse a estabilidade, para quando se investe um euro saber-se o que acontece esse um euro”.

Na sua opinião dever-se-ia seguir as recomendações do DNA, onde é defendido o alargamento e a otimização do acesso ao espetro radioelétrico.

Portugal offers help in wake of Spanish train carnage

28 October 2026 at 13:59

Portugal’s government announced that it has offered Spain support through organisations such as CP and Infraestruturas de Portugal, following the train crash in Toledo today that has claimed at least

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€100,000 spent on cleaning graffiti from Rossio statue. Really?

28 October 2026 at 13:36

PS Socialists on Lisbon City Council are highly sceptical of the Mayor’s statements that it is costing the city €100,000 to clean graffiti from the iconic statue in Rossio square

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