Das acampadas com minutos de silêncio no chão ao fumo duvidoso a pairar no Rossio. Já o parlamento oscila entre uma acampada e uma garraiada com troca de mimos entre Paulo Núncio e Fabian Figueiredo.
Ainda no rescaldo da entrevista de Passos Coelho, os ouvintes questionaram Nuno Garoupa sobre cenários e a possibilidade de uma relação política entre o ex-primeiro-ministro e Ventura.
Em semana de acampadas e reações políticas ao tema da habitação, os ases do Fora do Baralho discutem a postura do Governo e do Presidente da República.
O governante insular recebe esta em audiência prévia os representantes dos seis partidos com assento no parlamento regional, tendo já ouvido a IL, falta o encontro com Chega, PS, JPP e PSD.
O Conselho Regional do CDS-PP da Madeira repudiou a alegada instrumentalização da crise de habitação por "radicais e extremistas" e apresentou seis prioridades para o Orçamento Regional de 2027.
O líder da bancada do CDS vai recordando a postura do Chega com a lei laboral para deixar avisos sobre um eventual recuo de André Ventura quanto à lei do arrendamento.
Paulo Núncio antecipa um recuo de Ventura e pede ao líder do Chega para não se "amedrontar com os arruaceiros e acampados" e critica ainda a presença de "anarcas espanhóis e brasileiros".
Na semana em que o Governo escolheu a Lufthansa para comprar até 49,9% do capital da TAP por 1,2 mil milhões de euros, Aguiar-Conraria responde a perguntas sobre o negócio e as contas de "merceeiro".
Passos Coelho foi claro sobre as intenções que tem na entrevista a Maria João Avillez e os ases falam sobre o eleitorado, as condições para lá chegar e a vida do PSD.
Projeto de lei de PSD/CDS prevê reforço dos mecanismos de cobrança e exigência de seguro de saúde. Já a proposta do Chega que previa que não residentes pagassem cuidados na íntegra não foi aprovada.
PSD, Chega e CDS-PP defendem pagamento de cuidados de saúde por não residentes. PS, BE, Livre e PCP acusam a direita de desviar atenção dos problemas reais do SNS.
João Almeida alertou para "ameaças graves" nas fronteiras portuguesas — tráfico de droga e de pessoas — e acusou o PS de ter seguido política semelhante à do PSOE espanhol.
O líder parlamentar do CDS foi acusado de gritar "assassinos" durante um debate relativo à revisão da lei sobre autodeterminação da identidade de género. Esta queixa é a segunda que visa Paulo Núncio.
João Almeida, deputado do CDS, considera que Pedro Passos Coelho não é um inimigo da AD. O centrista diz ainda que Santos Silva merecia uma "estátua na sede do Chega" pelos votos que "deu" ao partido.
Paulo Raimundo elogiou dotes de dança do primeiro-ministro enquanto Paulo Núncio atacou previsões de Mário Centeno e chamou-o de "Professor Chibanga". Ainda houve tempo para provérbios desastrosos.
No Fora do Baralho ouvintes, Jorge Fernandes responde a questões sobre os investimentos europeus que fogem para os EUA e regressa à questão dos comentadores e das notas atribuídas.