Antigo secretário-geral do PS diz que o PM está a instrumentalizar as forças de segurança para se proteger a si e ao Governo. Ainda nesta edição, milhares em Lisboa e no Porto em novos protestos.
Do lahmajun turco à magoga angolana, a We Cheffes reúne iguarias e cozinheiras de diferentes coordenadas, que a partir de Lisboa dão a conhecer o mundo à mesa.
Bugalho destaca alegado arremesso de objetos por parte dos manifestantes. E Montenegro “não ficou nem cego, nem surdo, nem mudo”, garante. Luís Neves disse: “só vi um bastão a ser usado”. O porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, defendeu este domingo que existiu proporcionalidade na resposta policial às manifestações desta madrugada pelo direito à habitação, e acusou o secretário-geral do PS de irresponsabilidade e hipocrisia. Em declarações aos jornalistas transmitidas pelas televisões a partir de Aveiro, Bugalho afirmou que o PSD recusa “uma falsa clivagem” entre a autoridade dos polícias e a liberdade de expressão dos manifestantes, dizendo que houve arremesso
Iniciativa em Lisboa marcada para as cinco da tarde, na Praça do Rossio. No Porto, protesto marcado para as sete da tarde na Praça D. João I. Ainda, Pedro Duarte acredita numa resposta democrática.
É permitido manifestar depois das 00h30? É permitido montar e manter as tendas nestes espaços? Como se defende a PSP e o que dizem os manifestantes a seu favor? A Constituição sobrepõe-se à lei de 1974? A intervenção da PSP nas acampadas pelo direito à habitação, em Lisboa e no Porto, está a dividir opiniões por várias razões. Até onde vai o direito à manifestação protegido pela Constituição? Podem ser mantidas tendas desta forma no espaço público? A atuação da polícia foi legal ou não? É permitido manifestar depois das 00h30? A constitucionalidade desta restrição horária parece estar em causa.
Depois de vários avisos para desmontarem as tendas, manifestantes decidiram não acatar a ordem. Polícia cercou a Praça D. Pedro IV e avançou para a carga policial. Acampada regressa já este domingo.
Jorge Pinto pede explicações sobre a ação da PSP nos protestos pela habitação. Ainda, manifestantes detidos durante a madrugada começam a ser libertados.
Número exato de feridos ainda por apurar: a versão da PSP é muito diferente da versão das acampadas. Manifestantes estarão hoje, novamente, pelas 19h, em assembleia popular e já há pelo menos mais duas manifestações agendadas. A madrugada deste domingo foi palco de intervenções policiais simultâneas no Porto e em Lisboa, para retirar à força os manifestantes que se recusaram a desmontar as dezenas de tendas montadas pelo direito à habitação nas duas cidades. O balanço oficial da PSP mais recente aponta para 31 detidos e 11 feridos (5 no Porto e 6 em Lisboa, e três são polícias) nas
Na primeira volta das eleições do Brasil, a abstenção em Lisboa foi superior a 63%. Ainda, Rui Borges não desvendou quem vai ser o titular na baliza no jogo contra o Académico de Viseu.
O número de feridos foi confirmado pela PSP, que fala numa ocupação do espaço público de forma indevida. Ainda, Lula da Silva ou Flávio Bolsonaro, um deles vai ser eleito hoje presidente do Brasil.
A PSP dá conta de 31 cidadãos detidos por desobediência e também 11 feridos, seis em Lisboa e cinco no Porto. Ainda, os brasileiros vão hoje às urnas escolher entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.
Dezenas de polícias da PSP estão ainda nos arredores d a Praça Dom João I no Porto e da Praça do Rossio em Lisboa. Ainda, o futebol clube do porto venceu o Gil Vicente por 1-0.
Milhares manifestaram-se em Lisboa pelo direito à habitação, do Marquês ao Rossio. Encabeçado por Alfredo, de 98 anos, o protesto acabou com tendas montadas e o aviso da polícia à desobediência civil.
Dezenas de polícias cercam a esta hora a Praça do Rossio e a Praça D. João I. Ainda, em Barcelona os manifestantes partiram lojas e vandalizaram a cidade.
As ordens das autoridades a esta hora são que as pessoas podem ficar, mas as tendas têm de sair agora. Ainda, o líder do Partido Socialista diz que está em solidariedade com os manifestantes.
Do Funchal a Portalegre, os números mostram que as noites quentes deixaram de ser exceção. Em 2026, 18 dos 23 novos extremos de temperatura foram de mínimas, não de máximas.