Encontradas cartas de navegador que Luís XVI procurava





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© J.J. GUILLEN/EPA
El tren AVE que chocó este miércoles contra un Iryo parado en las vías de alta velocidad en Urda (Toledo) impactó cuando circulaba a una velocidad de entre 160 a 200 kilómetros por hora, según estima la Autoridad Independiente para la Investigación Técnica de Accidentes (AITAT), que analiza desde un punto de vista técnico los hechos. El dato aparece recogido en una nota difundida un día después del grave accidente que ha causado la muerte a 69 personas, balance aún provisional.
Lima, 29 oct (Prensa Latina) La senadora peruana Silvana Robles rechazó hoy la abstención de su gobierno en la votación de una nueva resolución de la ONU que demanda el cese del bloqueo económico, comercial, financiero y energético de Estados Unidos contra Cuba.
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The penguins that perished lived on the Danger Islands in Antarctica. The prime suspect was avian flu. Researchers were surprised by what they found.
(Image credit: Ralph Vanstreels)
Los dos se encontraban dentro de la cabina de un modelo de tren que amaban desde pequeños, el AVE. Uno era el maquinista principal y el otro todavía se encontraba en prácticas, pero solo se llevaban cinco años de diferencia. Sus biografías eran muy coincidentes. Se criaron en ciudades del sur de Madrid, eran de familias trabajadoras, y en algún punto de sus vidas habían vivido y disfrutado Barcelona. Soñaban con hacerse viejos sobre raíles, pero la muerte les esperó el miércoles durante 17 minutos, el tiempo que pasó entre que recibieron una llamada de control de Atocha y se estrellaron contra un tren parado en medio de la vía en Urda.

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Lima, 29 oct (Prensa Latina) La presidenta peruana, Keiko Fujimori, inició hoy su programa oficial en El Salvador, mientras aquí afloran el escepticismo y la duda sobre los resultados de la visita, como aporte a la lucha peruana contra la criminalidad.
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O Banco Central Europeu manteve as taxas de juros inalteradas nesta quinta-feira (29), em uma decisão amplamente antecipada, mas alertou que os riscos de inflação estão aumentando devido ao aumento dos custos da energia, o que pode reforçar as expectativas do mercado de um aumento das taxas em dezembro.
O BCE elevou as taxas duas vezes este ano para evitar que um salto nos preços da energia, induzido pela guerra no Irã, se tornasse permanente, e sinalizou que mais aumentos podem ser necessários, mesmo que não haja pressa, na ausência de evidências de efeitos perigosos de inflação de segunda ordem.
Em uma decisão publicada poucas horas depois que a presidente do BCE, Christine Lagarde, anunciou que deixará o cargo antecipadamente, o BCE alertou que os riscos para a inflação estão inclinados para cima, devido ao recente aumento nos preços do petróleo e do gás.
“Os preços da energia continuaram a subir, representando riscos de alta para as perspectivas de inflação e riscos de baixa para as perspectivas de crescimento”, afirmou o BCE em comunicado.
Acrescentou que a inflação subjacente permaneceu “amplamente estável” e que os salários não demonstraram “uma resposta significativa” aos preços mais altos, embora “o aumento da magnitude e da duração do choque energético” provavelmente impulsione a inflação e prejudique o crescimento.
A deterioração das condições de financiamento, particularmente na França, pode complicar a próxima decisão do banco.
Os custos dos empréstimos aumentaram acentuadamente nos últimos meses e espera-se que o fluxo de crédito desacelere, freando o crescimento econômico.
Isso produz o tipo de aperto monetário que um aumento das taxas pelo BCE alcançaria, mas também acarreta o risco de turbulência financeira, já que a França agora precisa pagar um prêmio de 155 pontos-base — o maior em décadas — em relação à Alemanha para se endividar por 10 anos.
“As condições de financiamento se tornaram mais restritivas desde a última reunião do Conselho do BCE, o que provavelmente pesará sobre a inflação e o crescimento”, afirmou o BCE.
Isso sugere que o BCE precisará trilhar um caminho delicado nos próximos meses.
Ele deve impedir que a inflação elevada se torne estrutural — o aumento dos preços já é o dobro de sua meta de 2%. No entanto, o BCE quer evitar provocar turbulências nos mercados que possam induzir uma recessão ou uma instabilidade financeira mais ampla.
É por isso que a grande maioria dos economistas consultados pela Reuters prevê apenas mais um ou dois aumentos antes que o BCE encerre o atual ciclo de aperto monetário.
A atenção agora se volta para a coletiva de imprensa da presidente do BCE, Christine Lagarde, às 10h45, durante a qual ela provavelmente enfrentará perguntas sobre o que o BCE fará caso os custos de financiamento da França subam ainda mais.
Lagarde também deverá ser questionada sobre seu próprio futuro, após ter anunciado que deixará o cargo em 7 de fevereiro, meses antes do término de seu mandato.
A Reuters informou este mês que o Fórum Econômico Mundial poderá nomear Lagarde como sua próxima presidente já em novembro, acelerando uma ampla reorganização na alta cúpula do BCE.
Juros altos são uma das principais causas de inadimplência no Brasil
O imposto de circulação de mercadorias e serviços, o ICMS, sobre a gasolina, diesel e gás de cozinha irá subir a partir de 1º de fevereiro de 2027, de acordo com despacho publicado em DOU (Diário Oficial da União) na última quarta-feira (28).
Com a decisão estabelecida entre os estados e governo federal, os valores do imposto na gasolina, diesel e GLP (gás de cozinha) passarão para R$ 1,64 por litro, R$ 1,30 por litro e R$ 1,54 por quilo.
As altas representam aproximadamente 4,5%, 11,1% e 4,8% dos tributos atuais, cujos valores são: R$ 1,57/L, R$ 1,17/L e R$ 1,47/Kg. A quantia atual já havia sido modificada em janeiro deste ano.
Desde 2023, após mudanças aprovadas pelo Congresso e um acordo entre União e estados mediado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), o ICMS passou a ser cobrado em valor fixo por litro, e não mais como percentual sobre o preço, como era até então.
Esse tipo de imposto é um tributo estadual que incide sobre a venda de produtos e serviços e representa uma das principais fontes de arrecadação dos estados. Sua principal função é arrecadar recursos para os governos estaduais, a fim de financiar serviços públicos essenciais.
Na prática, quem paga o ICMS é o consumidor final, porque o imposto é embutido no preço de produtos e serviços, como combustíveis, energia elétrica, telecomunicações e mercadorias em geral.
Mas quem recolhe e repassa o imposto aos estados são as empresas, que atuam como responsáveis tributárias. No setor de combustíveis, o imposto sempre teve peso significativo na formação do preço final pago pelo consumidor.
O despacho sai um dia depois do governo federal prorrogar por mais 30 dias a subvenção de R$ 2,12 por litro do diesel, medida utilizada para conter os efeitos da guerra no Oriente Médio e que será compensada com receitas extraordinárias de petróleo.
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O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego ficou próximo dos níveis mais baixos em 57 anos na semana passada, em meio à resiliência do mercado de trabalho.
Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego estadual caíram 1.000, para 194.000 (valor ajustado sazonalmente) na semana encerrada em 24 de outubro, informou o Departamento do Trabalho na quinta-feira.
Economistas consultados pela Reuters haviam previsto 199.000 pedidos para a última semana.
Os pedidos têm se mantido, em sua maioria, abaixo de 200.000 desde meados de setembro e estão muito próximos do nível de 189.000 atingido em meados de julho, que foi o menor registro desde 1969.
Os economistas consideram que o mercado de trabalho permanece em um estado de “baixa contratação e baixa demissão”. Eles afirmaram que os lucros sólidos, à medida que a demanda interna se mantém resiliente, estão mantendo as demissões em massa próximas a mínimos históricos.
No entanto, a guerra em curso entre os EUA e Israel contra o Irã está fazendo com que os empregadores hesitem em aumentar o quadro de funcionários, segundo os economistas.
O relatório sobre os pedidos de auxílio-desemprego mostrou que o número de pessoas recebendo o benefício após a primeira semana de auxílio — um indicador de contratações — caiu 21.000, para 1,701 milhão (ajustado sazonalmente) na semana encerrada em 17 de outubro.
Os chamados pedidos contínuos abrangeram a semana durante a qual o governo realizou a pesquisa com as famílias para calcular a taxa de desemprego de outubro.
A taxa de desemprego ficou em 4,2% em setembro e pode permanecer estável ou até mesmo cair ligeiramente neste mês, com uma pesquisa do Conference Board divulgada na terça-feira tendo mostrado que os consumidores estão mais otimistas em relação ao mercado de trabalho em outubro.
A redução da força de trabalho em meio à repressão à imigração do governo Trump é um fator-chave para manter a taxa de desemprego baixa.
O Federal Reserve manteve, nesta quarta-feira, sua taxa básica de juros na faixa de 3,75% a 4,00%, embora tenha reconhecido que a inflação “continua elevada”.
Economistas esperam que o banco central dos EUA aumente os juros em dezembro.
O presidente do Fed, Kevin Warsh, reconheceu a estabilidade do mercado de trabalho, afirmando aos repórteres que “no que diz respeito ao emprego, parte do duplo mandato do Fed, as condições são bastante positivas”.
RAIS: desemprego entre mulheres negras é o dobro de homens não negros
La solitudine, le frasi motivazionali, ma soprattutto il suo rapporto con l’universo femminile e l’interesse per la letteratura sugli stupri. È vasto il materiale emerso dagli hard disk di Andrea Sempio e che è stato considerato di interesse investigativo dagli inquirenti. Nelle ultime ore alcuni di questi filmati sono finiti in tv, a partire da “Verità nascoste” e “Ore 11” di Milo Infante, su Rete 4 e, questa mattina, anche a “Storie italiane”, su Rai 1. Video che contengono frasi deliranti anche di apologia dello stupro.
“Sai amico mio, tu hai fatto tante cose in vita tua, alcune neanche le possiamo dire”, dice Sempio a se stesso in un video del 2015 in cui “appare visibilmente ubriaco”. In auto, nella propria camera o per strada: negli anni il 38enne si è spesso ripreso mentre parlava a se stesso in veri e propri soliloqui. In una clip trasmessa dalle trasmissioni di Infante, Andrea Sempio dice di essersi innamorato di un coltello, in altre invece parla in questi termini del sesso femminile: “C’era una ragazzina davanti a me, che ho avuto diverse occasioni di aprirla e non ho aperto, non ci ho fatto assolutamente niente perché sono un co*****e. Questa è una cosa che voglio che cambi e da domani vediamo di metterci sotto, con le missioni e tutto e vediamo come va. Sarà un po’ un casino trovare il tempo, le donne e tutto il resto però vediamo”. In macchina, commentando un tentato approccio con una donna: “Potevo fare meglio, potevo trattare meglio quella lì perché era gioiosa e un po’ mi dispiace. Forse avrei potuto essere più sessuale con quella ragazzina”. E in un altro ancora si incita così: “È vero che Garlasco non offre tantissime opportunità, tantissimi set, però domani apri, se no prendi la macchina e vai da qualche parte, ma una la apri, è chiaro? Domani un’apertura, almeno una”.
L'articolo I deliri di Andrea Sempio nei video choc inediti mostrati in tv: “Lo stupro è una strategia di riproduzione accettata e voluta dalla natura” proviene da Il Fatto Quotidiano.
Para Rafa Jódar (20), acceder a las Nitto ATP Finals va a ser una agonía. O como dice el tópico futbolístico, tendrá que jugar “una final en cada partido”.

Les essayistes néoconservateurs et la plupart des médias opposent un axe des puissances autoritaires (Chine, Russie, Iran, Corée du Nord) à l'alliance des démocraties libérales. Qu'y a-t-il de réel dans cette dichotomie ? L'historien Emmanuel Todd, qui la conteste, est rarement invité à exposer ses analyses. Il s'interroge aussi sur le lien possible entre menaces américaines et renforcement de l'autoritarisme dans les pays ciblés par l'Occident.
Les plateaux de télévision géopolitiques sont à nouveau désespérés : Donald Trump sadise pour la deuxième fois Volodymyr Zelensky et se remet à copiner avec Vladimir Poutine. Pour expliquer le revirement de « l'homme le plus puissant du monde », les facteurs les plus fréquemment invoqués sont le prix du diesel et l'approche des élections américaines de mi-mandat. Comme il est d'usage, le court terme le plus strict règne. Suivent en général des lamentations sur l'affinité idéologique entre les présidents russe et américain, un déluge de jugements moraux sur le traître Trump et la revendication d'un engagement encore plus fort des Européens aux côtés de l'Ukraine. Emmanuel Macron, leader de la « coalition des volontaires », est à nouveau pris au sérieux tandis que son propre pays, génialement désorganisé par une dissolution, sombre dans le chaos. La « troisième guerre mondiale » se distingue des deux précédentes par un état de confusion interprétative qui n'a pas de précédent historique.
On savait, en 1914, qui se battait contre qui, même si l'Italie sortit en 1915 de l'alliance qui la liait à l'Allemagne et à l'Autriche-Hongrie pour choisir de les combattre aux côtés de la France, du Royaume-Uni et de la Russie. En 1917, l'entrée en guerre des États-Unis et la sortie de la Russie avaient modifié le jeu, mais avec clarté : des États, alliés ou ennemis, un monde sanglant mais simple. Toutefois, pas de cohérence idéologique : la Russie des tsars était l'associée des démocraties française et britannique contre les « empires centraux ».
Entre 1939 et 1945, on savait aussi qui se battait contre qui. Les camps étaient en gros les mêmes, avec une Italie qui, cette fois, en changea en juillet 1943 après l'effondrement du régime de Benito Mussolini. On doit alors parler d'idéologie, mais avec cette précision que le libéralisme, britannique, français ou américain, fut l'allié du communisme soviétique contre le nazisme allemand, le fascisme italien et le militarisme japonais. Durant cette deuxième guerre mondiale, l'Union soviétique plutôt que la France supporta le choc principal de l'attaque allemande et, comme on le pensait alors, elle « sauva la civilisation ».
Lorsque l'on dit M. Trump capable de s'allier avec M. Poutine pour gagner une élection américaine, nous sommes dans un autre univers conceptuel. Peut-on même parler d'une guerre mondiale ? Le nombre de morts n'apparaît suffisant qu'en Ukraine, et bien sûr à Gaza. En Iran, seuls les dirigeants, massacrés à deux occasions, ont subi un taux de pertes qui rappelle la guerre des tranchées ou l'action de la Wehrmacht dans la plaine russe en 1941. Une autre lecture géopolitique
Aujourd'hui, les chevaliers européens de l'Occident financent, arment, mais ne se battent pas. Au Proche-Orient, les Américains supportent à peine quelques dizaines de morts. Une telle guerre, asymétrique, menée par des moyens technologiques supérieurs ou par des mercenaires locaux, renvoie plutôt aux guerres coloniales d'antan.
Pourquoi dès lors affirmer que la guerre est mondiale ? Car deux ensembles existent bel et bien, dont l'affrontement va bouleverser l'équilibre du monde. La défaite en cours de l'Occident découle d'une faiblesse industrielle, elle-même conséquence d'une globalisation qui a financiarisé son économie. La Russie, l'Iran et la Chine, sans oublier la Corée du Nord, se révèlent capables de produire plus d'armes, et de loin. Nous retrouvons ici l'équation fondamentale des deux précédents chocs mondiaux qui furent des affrontements économiques autant que des boucheries. Avec une différence : la superpuissance industrielle encore non engagée dans l'affrontement armé est la Chine plutôt que les États-Unis. On vient d'apprendre que les moteurs des nouveaux drones à réaction russes sont chinois. La Chine arsenal des dictatures, comme les États-Unis furent celui des démocraties ?
Nous voici arrivés à la question centrale, celle qui va nous permettre de sortir de la confusion interprétative. L'alliance de la Russie, de l'Iran, de la Chine et de la Corée du Nord est-elle comparable à l'un des systèmes qui structurèrent les première et seconde guerres mondiales ? Et qu'est-ce que le bloc occidental ? Une alliance des États-Unis, des pays européens, du Japon et de la Corée du Sud contre un « axe du mal », ou tout à fait autre chose ?
Dans le cas de la Russie, de l'Iran, de la Chine et de la Corée du Nord, nous sommes effectivement toujours dans un monde d'États, et même, fondamentalement, d'États-nations, dans lesquels un peuple, un État et un gouvernement constituent un tout unifié.
On leur trouve d'ailleurs un idéal commun de souveraineté, laquelle est défendue contre la volonté américaine d'hégémonie. Leur conception défensive repose sur le rejet en pratique du paradigme américain : une seule puissance — les États-Unis — veut régenter l'organisation économique et les valeurs du monde ; ces États-nations s'y opposent.
Ces quatre régimes peuvent être définis comme « autoritaires ». Est-ce un dénominateur commun idéologique suffisant ? L'athéisme chinois, l'orthodoxie russe, le chiisme iranien et le culte ethnicisant coréen de la famille Kim relèvent-ils vraiment d'un même ensemble culturel ? Plus sérieusement, peut-on mettre sur le même plan le totalitarisme nord-coréen, le parti unique chinois, le présidentialisme poutinien et le « régime des mollahs » iranien ? L'intensité du contrôle de l'État sur les individus est très variable selon les cas. La liberté de circulation, par exemple, est intacte en Russie. Le régime iranien est particulièrement difficile à définir : issu d'une révolution religieuse, il avait multiplié des institutions censées s'équilibrer les unes les autres sous l'autorité d'un guide suprême. Un pluralisme électoral contrôlé par celui-ci y était, selon moi, destiné à s'épanouir en une démocratie une fois achevées les agressions occidentales. Mais, ainsi que me l'avait expliqué un diplomate iranien dès le début des années 2000, les attaques américaines aboutissent toujours à renforcer, simultanément, la position stratégique de l'Iran et le camp conservateur du pays. L'agression remet sans cesse le sentiment national au service de l'autoritarisme. Nous venons de voir une illustration ultime de ce mécanisme après la décapitation du régime par l'attaque américano-israélienne.
C'est le lien anthropologique général entre système familial ancien et tempérament politique présent qui me conduit à accepter cette vision : le système familial central de l'Iran est nucléaire, comme celui du Bassin parisien ou du monde anglo-saxon, avec un trait patrilinéaire (1), mais qui n'est pas aussi puissant qu'on le croit. La place des femmes iraniennes dans le développement éducatif le démontre, tout comme leur fécondité, alignée depuis vingt ans sur celle des Françaises. La famille russe est en revanche communautaire, c'est-à-dire autoritaire et égalitaire, avec une prédominance du trait égalitaire des relations entre frères sur le trait autoritaire des rapports entre père et fils. Ainsi s'explique la capacité de la Russie à faire, au XXe siècle, deux révolutions : abattre le régime des tsars en 1917, puis le régime communiste en 1989-1991. La famille chinoise aussi est communautaire, mais avec une prédominance du trait vertical autoritaire qui explique la résilience du Parti communiste chinois. La famille souche coréenne n'est pas égalitaire et le communisme y est devenu lignager.
Une idée me vient. Et si le renforcement de l'autoritarisme en Russie, sous M. Poutine, résultait, comme en Iran, de la menace américaine ? L'État russe a dû se protéger contre les interventions occidentales, menées par des organisations « non gouvernementales » patronnées, par exemple, par la CIA. Allons jusqu'au bout de cette hypothèse politologique terrifiante : en régime d'hégémonie américaine, il est possible que la souveraineté nationale ne puisse être préservée que par un système politique autoritaire.
Cette hypothèse sur les conditions de la souveraineté nous conduit aussi à une compréhension de la nature du camp occidental. Ses régimes politiques sont assurément pluralistes, mais définir le bloc comme une alliance d'États-nations souverains serait tout à fait ridicule.
D'abord parce que la majorité des pays « alliés » des États-Unis, membres de l'Union européenne, adhèrent explicitement à une idéologie de dépassement de l'État-nation qui renonce à la notion de souveraineté. Un projet assez avancé. Un pays membre, la France par exemple, parce qu'il appartient à la zone euro et accepte le contrôle de sa politique commerciale par « l'Europe » (en réalité zone de domination diffuse de l'Allemagne), n'a plus de souveraineté économique. L'élection présidentielle qui approche ne sera qu'une comédie si l'appartenance à l'Union interdit d'avance au président toute action économique dans une période de débâcle industrielle et budgétaire. La France présente au géopoliticien le cas fascinant d'un État qui perd sa souveraineté malgré sa possession de l'arme nucléaire.
Considérons schématiquement mais dans son ensemble l'Europe occidentale. Des classes moyennes supérieures détachées des milieux populaires par divers mécanismes éducatifs, religieux et économiques y ont renoncé à la notion de souveraineté dans un unique mouvement d'adhésion à l'Europe et à l'atlantisme (2). Cette structure des sociétés européennes définit la nature géopolitique du camp occidental et explique la forme très surprenante que prend sa dislocation, résultat de la défaite des États-Unis face à la Russie et à l'Iran.
Le bloc occidental, c'est — très simplement depuis M. Nicolas Sarkozy et le retour de la France dans l'OTAN — l'espace de domination militaire, politique et culturel américain, ensemble impérial où les classes moyennes supérieures ont renoncé à un idéal de souveraineté. Le pluralisme interne des régimes politiques européens y est un leurre. Partout en Europe, des classes moyennes supérieures animées par l'idéologie des valeurs occidentales et contrôlées par le système politico-militaire atlantiste ont vocation à résister à des partis populaires décrits par les médias officiels comme d'extrême droite ou d'extrême gauche.
Les États-Unis, patrons du système, restent, eux, authentiquement pluralistes — même si le financement massif de leur vie politique par les couches supérieures en a fait une ploutocratie pluraliste. Milliardaires du pétrole, de la tech et de la finance s'y affrontent en un jeu qui assure la possibilité de vrais changements d'orientation, dans le domaine géopolitique notamment.
Les oscillations de M. Trump sont, à cet égard, assez faciles à expliquer (3). Il arrive au pouvoir en président de la défaite et essaie (phase 1) de sortir de la guerre en Ukraine en masquant l'échec des États-Unis par une stratégie de diversion : sadisation de M. Zelensky et humiliation des Européens, menaces sur le Canada, sur Cuba, etc. En mai 2025 toutefois, l'élection de M. Friedrich Merz, belliciste et russophobe, donne aux stratèges de Washington le sentiment qu'avec l'engagement industriel de l'Allemagne une guerre d'usure à petit prix peut être reprise contre la Russie (phase 2). Ainsi, en juin dernier, M. Trump donne l'ordre à M. John Ratcliffe, directeur de la Central Intelligence Agency (CIA), d'aider les Ukrainiens à cibler les raffineries de pétrole russes. Dès juillet, les frappes s'intensifient. L'espoir renaît sur les plateaux de télévision. Le camp occidental semble retrouver son unité antirusse. Mais, en janvier, le succès spectaculaire de l'enlèvement du président vénézuélien Nicolás Maduro, élément de la stratégie de diversion, avait aveuglé jusqu'à M. Trump lui-même sur les ressources américaines. En février, il lançait l'opération — si bien nommée « Epic Fury » — qui ouvrait le fiasco iranien. L'épuisement des stocks de missiles américains, la montée en puissance de l'industrie militaire russe, la coordination des ressources russes, iraniennes et chinoises créaient une situation d'urgence (phase 3). Le détroit d'Ormuz est bloqué, l'économie occidentale vacille. La débâcle menace dans une Ukraine martyrisée. Il faut abandonner Kiev, et au plus vite puisque 2027 sera vraisemblablement l'année du dénouement. M. Trump, de nouveau, doit faire diversion : re-sadisation de M. Zelensky et re-copinage avec M. Poutine. Joueurs d'échecs, les Russes acceptent à nouveau d'aider le président américain dans son tour d'illusionniste.
Les concepts sont posés. Le moment est venu pour nous de comprendre en quelques phrases seulement le comportement de ces dirigeants européens qui veulent maintenir leurs peuples dans l'affrontement avec la Russie et les mener à une nouvelle pauvreté. Continuer la guerre, au nom de l'Europe : là est la blague.
Il existe en anthropologie un principe cartographique du conservatisme des zones périphériques : si une innovation définit un centre de diffusion, les zones périphériques observables sur la carte, non touchées par l'innovation, représentent l'état ancien du système. L'actuel président des États-Unis, avec sa conscience oscillante de la défaite, est l'innovation. Il est le centre. Les dirigeants européens sont la périphérie. Ils n'ont pas compris. Ils retardent. Ils veulent continuer la guerre, mais certainement pas pour protéger l'Europe. Ils sont le parti américain d'autrefois toujours au pouvoir chez nous, archaïsme dans un empire en cours de dislocation. C'est donc au nom de l'Amérique d'autrefois que les peuples d'Europe continuent la guerre.
La montée en puissance du Parti communiste italien, l'industrialisation des années 1960 et l'assassinat d'Aldo Moro en 1978 ont ébranlé l'hégémonie de la Démocratie chrétienne. Mais cette dernière a su préserver sa domination jusque dans les années 1990 en théorisant son indépassable « centralité » face aux « extrêmes ». Une matrice toujours mobilisée aujourd'hui, y compris dans le paysage politique français.
Le 1er février 1975, dans le Corriere della Sera, Pier Paolo Pasolini publie un article intitulé « Le vide du pouvoir en Italie », également connu comme l'« Article des lucioles » (1). Il y évoque un phénomène écologique dramatique survenu au début des années 1960 dans les campagnes italiennes : la disparition des lucioles, provoquée par la pollution de l'air et de l'eau.
L'écrivain mobilise cette métaphore pour décrire la mutation de la société transalpine de l'époque, qui passe d'« un ancien univers agricole et paléo-capitaliste » à « un nouveau type de civilisation », issu de l'« homogénéisation violente de l'industrialisation ». Une transformation à l'origine, selon lui, de l'avènement du « pouvoir de la consommation » et de la marchandisation du monde.
Dans cette transition historique, Pasolini analyse — autre intérêt de sa métaphore — la manière dont les dirigeants de la Démocratie chrétienne (DC) ont tenté de changer de peau, abandonnant les anciennes valeurs de la société italienne pour se rallier aux nouvelles, dans le seul but de « conserver le pouvoir à tout prix ».
Le jugement de l'auteur est alors sans appel. Dans cette Italie qui émerge, « le pouvoir réel poursuit son cours sans eux », estime-t-il. Ce pouvoir, c'est celui de la marchandise, servi par « des polices technocratiques » transnationales. Et, face à lui, les responsables démocrates-chrétiens, qui dirigent le pays depuis la chute du fascisme, « n'ont plus entre les mains que [des] appareils inutiles qui, chez eux, ne rendent tangible rien d'autre que leur sinistre costume croisé ». Au moment où Pasolini écrit ces lignes, ils seraient ainsi devenus, depuis une dizaine d'années, les « hommes de paille » de ce nouveau « pouvoir réel ».
La journaliste Simona Zecchi attribue son assassinat en novembre 1975 à cette virulente mise en accusation de la démocrate-chrétienne (2).
Dans l'incipit de L'Affaire Moro, publié en 1978, quelques mois après l'enlèvement et l'assassinat d'Aldo Moro, président du parti démocrate-chrétien, l'écrivain sicilien Leonardo Sciascia (1921-1989) (3) rappelle, en hommage à son ami Pasolini, que ce dernier « voulait faire le procès du Palais, presque au nom des lucioles (4) ».
Sciascia partage avec Pasolini le mérite d'avoir saisi quelque chose de cette mutation du pouvoir italien. Tout au long des années 1960 et 1970, dans son œuvre de romancier comme d'essayiste, il décrit l'hybridation réciproque du fait mafieux et du fait politique. Il présente ainsi son roman noir Le Contexte, initialement publié en 1971, comme « un apologue sur le pouvoir dans le monde, sur le pouvoir qui, de plus en plus, prend la forme obscure d'une chaîne de connivences, approximativement la forme de la mafia (5) ».
Pour qualifier ce phénomène, Sciascia forge l'expression de « sicilianisation » du monde. Le Contexte décrit ainsi le lien étroit entre la « stratégie de la tension » et l'émergence d'un pouvoir de type mafieux, dont certaines caractéristiques se retrouveront, deux décennies plus tard, sous Silvio Berlusconi. Fondé sur des réseaux de relations personnelles et d'influence, et se constituant comme l'espace des intérêts marchands, ce pouvoir entend devenir le centre à partir duquel sont neutralisées toutes les forces qui le contredisent.
Cette « sicilianisation » du monde n'est nulle part mieux illustrée aujourd'hui que par la pratique du pouvoir de M. Donald Trump : privatisation de la chose publique, hubris obscène et sentiment d'impunité, clanisme agressif, intimidation mafieuse, primat du deal sur toute autre forme de médiation et transformation de quiconque lui résiste, même peu, en ennemi à abattre.
Dans L'Affaire Moro, Sciascia poursuit son entreprise de dévoilement de la nature politique de la DC. L'enlèvement d'Aldo Moro, le 16 mars 1978, et son assassinat, le 9 mai suivant, par les Brigades rouges constituent l'événement politique majeur de la fin des années 1970 en Italie (6). Cette tragédie conduit alors Guy Debord à qualifier la Péninsule de « laboratoire le plus moderne de la contre-révolution internationale (7) ».
À la suite de l'assassinat du dirigeant politique, le Parti communiste italien (PCI), alors le plus puissant d'Europe occidentale et le plus indépendant à l'égard de l'Union soviétique, s'aligne sur l'orientation atlantiste de la DC. Dans le même temps, la contestation sociale et révolutionnaire, née au cœur de l'industrie italienne, se radicalise, une évolution qui se traduit notamment par le recours à la lutte armée.
À travers les lettres que Moro adresse, durant sa captivité, à sa famille et aux dirigeants de son parti, Sciascia saisit la manière dont le responsable démocrate-chrétien interprète lui-même sa situation. Face au refus catégorique des hiérarques de la DC d'engager toute négociation avec les Brigades rouges, Moro prend progressivement la mesure de sa propre condamnation à mort.
Cette dernière modifie les rapports de forces au sein de la DC, du PCI et des Brigades rouges. Sciascia montre que Moro avait compris cette évolution, accédant à une conscience lucide et tragique du moment historique dont il était, à son corps défendant, l'acteur-clé. Dans l'une de ses dernières missives, il fustige, dans un style tout pasolinien, les « hommes du pouvoir ».
La singularité de l'affaire Moro réside, pour Sciascia, dans le fait que son issue était réglée d'avance. Cette conviction tient d'abord à la manière dont elle s'est déroulée. Les motifs de perplexité furent en effet nombreux : l'insuffisance manifeste de la protection policière dont bénéficiait Moro ; l'incapacité des forces de police à découvrir, pendant deux mois, une cache au cœur de Rome ; un pape plaçant soudainement la raison d'État au-dessus de la charité ; un PCI communiant avec la DC dans « ce mélodrame d'amour pour l'État » ; mais aussi des brigadistes qui ne tremblent pas en mitraillant un homme dont ils ont pourtant perçu le désarroi et le chagrin, et qui semblent ignorer les conséquences de leur geste sur la légitimité d'un mouvement révolutionnaire dont ils se veulent les héritiers les plus fidèles.
Par le fond même de l'opération, ensuite : elle constitue ce que Sciascia appelle une « opération de pur pouvoir », qui transforme radicalement l'alternative entre « État capitaliste ou révolution démocratique » en une autre, appelée à faire date : « État autoritaire ou terrorisme ».
Cette « opération de pur pouvoir » se déploie, écrit-il, dans cette « aire circonscrite entre les partis où, à l'abri des vents idéologiques, vit désormais le pouvoir ». Pour lui, c'est précisément au moment où ce pouvoir est le plus sérieusement critiqué qu'il se soustrait à la contestation en refondant son assise au nom de la raison d'État.
Dans son journal Noir sur noir (1979), Sciascia qualifie d'« extrémisme du centre » ce « nouveau pouvoir » sous lequel « tous les événements survenus en Italie au cours des dernières années (…) ont servi en réalité à maintenir les choses intactes telles qu'elles sont (8), ne leur ôtant en contrepartie que du prestige ».
Cette notion d'« extrémisme du centre » n'est un oxymore qu'en apparence. Elle montre que la force politique qui se veut centrale n'est ni résiduelle ni modérée, mais dominante et hégémonique, et qu'elle entend perdurer sans avoir à faire de compromis. Elle ne compose avec ses marges que lorsqu'elle peut les annexer, les métaboliser ou les hybrider à son avantage, en s'appropriant son autre pour le digérer et le transformer en même.
Si elle ne peut y parvenir, elle rejette cette altérité dans l'« extrême ». L'« extrémisme » se définit ainsi par le monopole que le centre s'arroge pour définir les « extrêmes », face auxquels il se pose en force « raisonnable ». Est « extrême » tout acteur politique qui ne consent pas à sa neutralisation. Mais, lorsqu'il faut choisir, le « nouveau pouvoir » se tourne sans hésiter vers la droite, toujours plus à droite, dès lors que c'est dans cette direction que son assise idéologique profonde est le moins menacée. Il prend même les devants en métabolisant les mots d'ordre qui accompagnent son virage autoritaire à mesure que son socle électoral s'effrite.
La notion d'« extrémisme » permet ainsi de construire une continuité entre la forme politique dite « centrale » et la radicalisation de sa droite, qui se manifeste notamment, dans le cas français, par l'hybridation progressive de différentes composantes de cette famille. Dans Récidive. 1938 (PUF, 2021), Michaël Fœssel a montré comment un tel processus était déjà à l'œuvre en 1938, deux ans avant l'instauration de la « révolution nationale », en juillet 1940. Certains aspects de l'événement à venir étaient déjà bel et bien présents dans la réalité politique de l'époque.
À titre d'exemple contemporain, l'inversion de la charge de la preuve en matière de légitime défense des forces de l'ordre — une revendication ancienne de l'extrême droite — a trouvé son expression dans ce que ses opposants surnomment désormais la loi « permis de tuer », adoptée en première lecture à l'Assemblée nationale début juillet. Il s'agirait là d'un changement majeur dans un pays dont la tradition républicaine a fait de la sûreté une liberté fondamentale. Cette présomption de légitime défense prend un relief particulier dans le contexte actuel de brutalisation assumée du maintien de l'ordre et de remise en cause du droit constitutionnel à manifester.
Lorsque l'historien Pierre Serna forge le concept d'« extrême centre » pour qualifier la nature du pouvoir en France depuis 2017, il fait écho à la notion élaborée par Sciascia dans les années 1970. Revenir au « contexte » italien de cette décennie permet de prendre la mesure d'un phénomène politique dans lequel on ne peut se contenter de voir un « girouettisme » (9).
Non réductible à un cynisme opportuniste, la logique de l'« extrême centre », consiste à redistribuer les positions politiques en fonction d'un objectif stratégique : préserver sa centralité hégémonique, quitte à faire de la place à des demandes d'extrême droite dès lors qu'il estime pouvoir les incarner. La transformation autoritaire d'un appareil d'État au service de la marchandisation du monde — autre mot du capital — est alors pleinement assumée.
Penser ensemble la « disparition des lucioles », la « sicilianisation » du monde et l'« extrémisme du centre » permet de comprendre les mécanismes d'une emprise qui dévitalise la politique, mais également de concevoir ce qui s'y oppose radicalement : une association démocratique fondée sur l'égalité des conditions et la contestation radicale de l'ordre marchand.
(1) Pier Paolo Pasolini, « “Il vuoto del potere” ovvero “l'articolo delle lucciole” », Corriere della Sera, Milan, 1er février 1975.
(2) Simona Zecchi, Pasolini. Massacro di un poeta, Ponte alle Grazie, Milan, 2015.
(3) Lire Antony Burlaud, « Au pays sans vérité », Le Monde diplomatique, mai 2021.
(4) L'Affaire Moro, Grasset, Paris, 1978.
(5) Le Contexte, Gallimard, Paris, 1979.
(6) Lire Leonardo Sciascia, « L'antique tragédie du pouvoir », Le Monde diplomatique, novembre 1978.
(7) Préface à la quatrième édition italienne de La Société du spectacle, Éditions Buchet/Chastel, Paris, 1967.
(8) Souligné dans le texte par Sciascia.
(9) Voir Pierre Serna, L'Extrême entre ou le poison français. 1789-2019, Éditions Champ Vallon, Ceyzérieu, 2019.