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Colégio Internacional de Vilamoura lidera no Algarve no ranking Expresso/SIC

30 October 2026 at 18:28

O Colégio Internacional de Vilamoura (CIV), colégio com mais de 40 anos de história que oferece currículo nacional e internacional e que integra o Inspired Education Group desde 2024, ocupa o 12.º lugar nacional na lista geral do ensino secundário do ranking Expresso/SIC, publicado esta sexta-feira, 30 de outubro, sendo também a primeira escola do Algarve.

O resultado representa uma subida de cinco lugares face à edição anterior, em que o CIV ocupava a 17.ª posição. A média dos exames nacionais passou de 14,94 para 15,70 valores, de acordo com os dados comparativos do ranking, que se referem aos exames realizados em 2025.

“Estes resultados são motivo de orgulho para a nossa comunidade e refletem o empenho dos alunos, a dedicação dos professores e a colaboração das famílias. Queremos que cada aluno encontre neste Colégio as condições para desenvolver os seus conhecimentos, ganhar autonomia e preparar com confiança a etapa seguinte do seu percurso”, afirma Rui Morais, diretor do Colégio Internacional de Vilamoura.

“A integração no Inspired Education Group, em 2024, abriu uma nova etapa no percurso do CIV, mantendo o compromisso com a exigência académica e o acompanhamento de cada aluno”, acrescenta Rui Morais.

Estes resultados no currículo nacional somam-se aos já divulgados no percurso internacional. Em julho de 2026, a primeira geração de alunos do CIV a concluir o International Baccalaureate Diploma Programme (IBDP) obteve excelentes resultados. Este programa de dois anos, destinado ao ensino secundário, é reconhecido por universidades em Portugal e no estrangeiro e amplia as opções de acesso ao Ensino Superior.

COP17 longe de um acordo a poucas horas de encerrar

30 October 2026 at 21:37
A conferência da ONU sobre biodiversidade arriscava prolongar-se pela noite de sexta-feira, com bloqueios no financiamento e nos subsídios a atividades prejudiciais ao ambiente.

© NIC BOTHMA/EPA

Os Estados estão a ter dificuldades sobretudo em ultrapassar questões relativas às subvenções a atividades nefastas

Expertos alertan sobre arroz editado genéticamente en Ecuador

30 October 2026 at 21:30

Quito, 30 oct (Prensa Latina) Representantes de organizaciones campesinas y expertos de Ecuador cuestionaron hoy la existencia de una normativa que permitiría el uso de semillas de arroz modificadas con técnicas de edición génica.

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Plano de cheias de Faro recebe 85% de cofinanciamento da UE

30 October 2026 at 21:11
Um ano após as cheias em São Luís, Faro garantiu cofinanciamento europeu de 85% para o plano de drenagem. O município suporta apenas cerca de 2 milhões de euros.

© LUÍS FORRA/LUSA

A execução do plano geral de drenagem de águas pluviais de Faro, apresentado no dia 23 de outubro, decorrerá em duas fases, sendo a primeira "tecnicamente bastante mais complexa"

Reconstruyen el rostro de un hombre que fue decapitado hace 2.000 años: "Es posible que fuera un castigo"

30 October 2026 at 21:01

Científicos en Escocia han reconstruido digitalmente el rostro de un hombre que murió hace 2.000 años y fue decapitado posteriormente cerca de un fuerte militar romano.

Investigadores de los Museos Nacionales de Escocia, que colaboraron con el antropólogo craneal Christopher Rynn para realizar la reconstrucción, creen que tenía alrededor de 50 años cuando falleció, entre los años 142 y 165 d. C.

Los análisis revelaron que el hombre había sido decapitado después de muerto, aunque los expertos no creen que fuera un criminal ejecutado. En cambio, su entierro parece haber sido llevado a cabo con cuidado y respeto.

"El rito de la decapitación post mortem no era infrecuente, pero las razones que lo motivaban son difíciles de determinar y probablemente cambiaron con el tiempo", afirman los investigadores.

"Es posible que se utilizara como forma de castigo, estuviera relacionado con creencias sobre la forma en que moría una persona o estuviera motivado por temores sobrenaturales", añaden.

El esqueleto del hombre fue hallado cerca del fuerte romano de Inveresk, en las afueras de la actual Edimburgo. Los investigadores afirman que las pistas químicas conservadas en sus restos sugieren que creció en el sur de Gran Bretaña antes de acabar allí.

Aún se desconoce el motivo de su viaje cientos de kilómetros hacia el norte. Sin embargo, los expertos sospechan que pudo haber colaborado con el ejército romano estacionado en Escocia.

Las pruebas extraídas de su esqueleto también indican que llevó una vida físicamente exigente: se había roto la nariz en algún momento, pero posteriormente sanó, y también sufrió un crecimiento óseo considerable alrededor del codo derecho.

Esto posiblemente fue causado por artritis o una lesión antigua, y tenía el brazo derecho con movilidad muy limitada. "El marcado desgaste de sus dientes frontales sugiere que compensaba esta movilidad reducida sujetando objetos entre los dientes", dicen los investigadores.

Por lo tanto, creen que era poco probable que hubiera servido como soldado de primera línea empuñando una espada. En cambio, es posible que trabajara en un puesto de apoyo, como artesano, sirviente o empleado militar.

Se reducen a 52 los sismos en última semana de Venezuela

30 October 2026 at 20:33

Caracas, 30 oct (Prensa Latina) El Servicio Sismológico y de Alerta de Tsunami Venezolano registró 52 sismos en la semana comprendida entre el 23 y el 29 de octubre, con mayor incidencia en la región occidental del país, se informó hoy.

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BioCubaFarma: el bloqueo de EEUU a Cuba existe y es real

30 October 2026 at 19:49

La Habana, 30 oct (Prensa Latina) El Grupo Empresarial de las Industrias Biotecnológica y Farmacéutica de Cuba (BioCubaFarma) ratificó que el bloqueo económico, comercial y financiero de Estados Unidos que hoy sigue asfixiando a Cuba existe y es real.

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Emiratos Árabes Unidos controla derrame de petróleo de buque cisterna

30 October 2026 at 19:20

Abu Dabi, 30 oct (Prensa Latina) Las autoridades de Emiratos Árabes Unidos (EAU) informaron hoy que lograron controlar un derrame de petróleo de un buque cisterna tras incidente en aguas territoriales del país, mientras continúan las labores para contener la contaminación.

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Investigadoras da UMinho mostram caminhos para novos tratamentos contra o cancro

30 October 2026 at 19:16

Uma equipa coordenada pelo Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Universidade do Minho analisou evidências de que “certas proteínas ajudam as células malignas a sobreviver e a desenvolver-se, podendo constituir alvos para futuras terapias”, foi hoje divulgado pela instituição.

A revisão científica foi agora publicada na “Physiological Reviews”, a revista com maior impacto mundial na área da fisiologia.

O artigo é assinado por Julieta Afonso, Joana Pereira-Vieira e Fátima Baltazar, do ICVS da Escola de Medicina da UMinho, a par de colegas do IPO-Porto, da Universidade Politécnica do Porto e do Hospital de Câncer de Barretos (Brasil).

De acordo com a UMinho, o trabalho avalia o papel das proteínas chamadas transportadores de monocarboxilatos (MCT), que permitem às células transportar moléculas como o lactato, envolvido na produção e utilização de energia e na regulação do ambiente celular.

“Embora este processo seja essencial para o funcionamento normal das células, as células malignas podem aproveitar os mesmos mecanismos para sustentar o seu crescimento rápido. Os MCTs ajudam-nas a gerir as grandes quantidades de lactato que produzem, a manter o metabolismo e a adaptar-se ao microambiente tumoral”, explica.

As autoras abordam o papel dessas proteínas nos tecidos saudáveis e o seu envolvimento na progressão do cancro e na resistência aos tratamentos. Discutem ainda o “potencial desses transportadores como alvos terapêuticos e os desafios até à sua prática clínica”. Embora existam “inibidores em fase inicial de avaliação clínica, é preciso mais investigação e validação para determinar em que tipos de tumor estas abordagens poderão ser eficazes”.

O trabalho contribui assim para o “estudo do metabolismo do cancro e do papel do lactato na biologia do tumor, aproximando a investigação fundamental da procura de novas estratégias terapêuticas”.

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Las científicas leonesas Marta Shahbazi Alonso y Tamara González Costa, entre los desaparecidos en el accidente de tren de Urda

30 October 2026 at 20:53
Ambas viajaban en el vagón 8 del AVE que chocó contra un tren de Iryo y se encuentran en paradero desconocido, según sus familias. La bióloga Marta Shahbazi, residente en Reino Unido, dirige un grupo en el Laboratorio de Biología de la Universidad de Cambridge, mientras que la biotecnóloga Tamara González investiga en el Instituto de Biotecnología Molecular de Viena. Leer

Ambas viajaban en el vagón 8 del AVE que chocó contra un tren de Iryo y se encuentran en paradero desconocido, según sus familias. La bióloga Marta Shahbazi, residente en Reino Unido, dirige un grupo en el Laboratorio de Biología de la Universidad de Cambridge, mientras que la biotecnóloga Tamara González investiga en el Instituto de Biotecnología Molecular de Viena.

Ministra garante que obras da dessalinizadora continuam

30 October 2026 at 18:51
Maria da Graça Carvalho reagiu ao embargo anunciado pela Câmara de Albufeira às obras da dessalinizadora, garantindo que o Governo tem mecanismos para reagir.

© LUÍS FORRA/LUSA

A ministra considerou positivo o facto de o autarca ter afirmado que não é contra a dessalinizadora, mas ressalvou que continua a analisar os contornos da decisão

Un fármaco contra la calvicie pasa el último examen clínico antes de su comercialización

By: Juan · Scaliter
30 October 2026 at 17:47

El viejo adagio de “lo único que detiene la caída del cabello es el suelo” podría estar a punto de caducar. Pero empecemos el relato por el principio. La calvicie tiene una paradoja: uno de los medicamentos más conocidos para combatirla nació para tratar un problema completamente distinto. El minoxidil se desarrolló como tratamiento contra la hipertensión arterial y, durante su uso, se observó que también estimulaba el crecimiento del pelo. Décadas después, una empresa estadounidense quiere aprovechar ese efecto con una formulación oral diseñada específicamente para combatir la pérdida de cabello. Su nombre es VDPHL01 y acaba de superar una nueva prueba importante en su camino hacia una posible aprobación en Estados Unidos.

La compañía Veradermics anunció resultados positivos de un ensayo clínico de fase 3 realizado con 536 hombres que sufrían alopecia androgenética leve o moderada, la forma más común de pérdida progresiva del cabello. El medicamento alcanzó los dos objetivos principales y todos los secundarios del estudio, según los resultados preliminares publicados por la empresa. Estos datos se suman a los de un ensayo anterior, denominado 302, con otros 519 participantes. En conjunto, los dos estudios han aportado resultados de seis meses de tratamiento con placebo como grupo de comparación en más de 1.000 hombres.

¿Qué significa que un ensayo de fase 3 dé resultados positivos? El desarrollo de un medicamento atraviesa distintas etapas de evaluación clínica. En las fases iniciales se estudian, entre otras cuestiones, la seguridad, la tolerancia y el comportamiento del fármaco en el organismo. La fase 3 suele incluir a un número mayor de pacientes y busca confirmar que el tratamiento ofrece beneficios frente a una alternativa de comparación, como un placebo, y evaluar su seguridad en las condiciones para las que se pretende utilizar.

En este caso, los científicos midieron dos aspectos principales: el cambio en el número de cabellos no vellosos (los más gruesos y desarrollados) dentro de una zona definida del cuero cabelludo y la proporción de participantes que percibían una mejoría de la cobertura capilar. Así, la fase 3 sería el último gran examen clínico de un medicamento antes de solicitar su comercialización: debe demostrar, en cientos o miles de pacientes, que funciona y que sus beneficios compensan los riesgos. Después, la autoridad sanitaria revisa los resultados y decide si permite que llegue a las farmacias. Obviamente, superar esta etapa es importante, pero no significa que el medicamento esté aprobado, que sus efectos estén garantizados en todos los pacientes o que se hayan descartado todos los riesgos. Los resultados anunciados son, además, los datos preliminares principales del ensayo; la evaluación regulatoria debe considerar el conjunto de la documentación clínica y de seguridad.

La diferencia entre VDPHL01 y el minoxidil oral convencional no reside en una nueva molécula, sino en la forma de administrarla. La formulación experimental utiliza una matriz de gel diseñada para liberar el principio activo de manera prolongada. El objetivo es mantener su absorción durante más tiempo y evitar los picos elevados de concentración en sangre que se producen con las formulaciones orales de liberación inmediata. Se trata de una estrategia farmacológica prometedora, no de una garantía de que desaparezcan los efectos adversos.

En el ensayo más reciente, los participantes recibieron 8,5 miligramos del medicamento una vez al día, dos veces al día o un placebo. Tras seis meses, quienes tomaron una dosis diaria registraron un aumento medio de 28,6 cabellos no vellosos por centímetro cuadrado en el área evaluada. En el grupo que recibió dos dosis diarias, el incremento alcanzó los 36,4 cabellos. Entre quienes recibieron placebo, el aumento fue de 6,6 cabellos por centímetro cuadrado. La percepción de los propios participantes también mejoró. Después de seis meses, el 78,8% de quienes tomaron una dosis diaria y el 85% de los tratados dos veces al día declararon alguna mejoría en la cobertura capilar, frente al 35,3% del grupo placebo.

La seguridad es la otra mitad de la historia. Según Veradermics, no se registraron acontecimientos adversos graves relacionados con el tratamiento ni acontecimientos adversos de especial interés de origen cardíaco durante los seis meses de la primera parte del ensayo. Estos resultados son alentadores, pero seis meses de seguimiento no bastan para descartar todos los riesgos de un tratamiento que podría utilizarse durante años.

Si recibe la aprobación, VDPHL01 podría convertirse en una nueva opción oral específicamente autorizada para la alopecia androgenética. Su interés no está en prometer una cura definitiva de la calvicie, sino en intentar mejorar el equilibrio entre crecimiento capilar, tolerancia y seguridad de un tratamiento pensado para un uso prolongado. Por ahora, los resultados son prometedores; el siguiente paso será comprobar si la evidencia clínica y el perfil de seguridad justifican su autorización.

© La Razón

La calvicie tiene solución: Elaboran un fármaco basado en un remedio casero chino que regenera el pelo

UAlg lidera estudo que liga fixação humana nos desertos da Arábia à água e à pedra

30 October 2026 at 16:50

Publicado na Nature, o trabalho identifica a pedra para ferramentas como um recurso decisivo. Uma expedição encontrou antigos lagos sem vestígios de ferramentas no interior do Rub' al Khali.

O conteúdo UAlg lidera estudo que liga fixação humana nos desertos da Arábia à água e à pedra aparece primeiro em Barlavento.

Chuva volta no próximo fim de semana. Depois, uma tempestade

30 October 2026 at 16:33
A partir do final da semana há uma mudança na circulação da circulação atmosférica que pode abrir a porta a um comboio de tempestades. A primeira pode atingir-nos na segunda semana de novembro.

Madeira com aviso amarelo para chuva forte no fim de semana

30 October 2026 at 15:20
Aviso amarelo entra em vigor entre as 21h00 de sábado e as 9h00 de domingo na costa sul e nas regiões montanhosas da Madeira, com previsões de aguaceiros podendo ser acompanhados de trovoada.

© Getty Images/EyeEm

Serviço Regional de Proteção Civil da Madeira alertou para a necessidade do reforço de medidas preventivas, sugerindo que, nas habitações e nas áreas envolventes, devem ser mantidos limpos os sistemas de drenagem, caleiras, sarjetas e escoamentos de águas pluviais

Esta roca cayó en la Tierra, pero tiene los secretos del nacimiento de Marte

By: Juan · Scaliter
30 October 2026 at 15:03

Es una roca de apenas 800 gramos, el peso de 5 naranjas medianas, pero ha viajado desde los primeros tiempos de Marte hasta un laboratorio terrestre para contar una historia de más de 4.100 millones de años. Su nombre es Teghaza 001, un meteorito hallado en el Sáhara en 2022, pero su verdadera importancia no se conoció hasta que los científicos estudiaron sus minerales. Lo que parecía una piedra más resultó ser una muestra excepcional de la corteza marciana primitiva, formada cuando el planeta todavía estaba definiendo su estructura y el agua interactuaba con sus rocas.

El hallazgo, descrito en Science, permite asomarse a una etapa remota de la evolución de Marte. La mayoría de los meteoritos marcianos identificados hasta ahora proceden de rocas mucho más jóvenes. Teghaza 001, en cambio, pertenece a una época en la que el planeta tenía una geología muy diferente de la actual. Su composición y su textura ofrecen pistas sobre cómo se formaron sus primeras rocas y qué ocurrió después, cuando el agua alteró parte de sus minerales.

El primer desafío fue determinar su antigüedad. Los autores del estudio, liderados por Yang Liu, encontraron en la roca pequeños cristales de circón, un mineral especialmente valioso para la geología porque puede conservar información sobre el momento en que se formó. Mediante el análisis de sus isótopos, el equipo de Liu estableció que el meteorito se originó hace al menos 4.100 millones de años. Para hacerse una idea de esa distancia temporal, la Tierra también se encontraba entonces en una etapa muy temprana de su historia, apenas unos cientos de millones de años después de la formación del sistema solar.

Pero la edad no es lo único que hace especial a Teghaza 001. La roca contiene una combinación de minerales ígneos (formados a partir del enfriamiento del magma) que permite reconstruir parte de la evolución de la corteza marciana. Su composición corresponde a una roca conocida como diorita gabroica, rica en minerales que cristalizaron a partir de material fundido. A diferencia de otros meteoritos marcianos antiguos, que reúnen fragmentos de distintas rocas, esta muestra conserva un tipo de roca que ofrece una lectura más directa de aquel entorno geológico.

La historia no termina cuando el magma se enfría. Algunos de los minerales de Teghaza 001 muestran señales de alteración posterior por fluidos que circularon por la roca. La química y los isótopos estudiados apuntan a una interacción con agua marciana hace unos 4.100 millones de años. No se trata de una prueba de que hubiera vida, sino de una evidencia de que el agua llegó a participar en los procesos geológicos que transformaron parte de la corteza del planeta.

La muestra también podría ayudar a conocer regiones de Marte que todavía no se han estudiado directamente. Con esto en mente, el equipo de Liu comparó su mineralogía y su composición química con las observaciones realizadas desde la órbita por la sonda Mars Reconnaissance Orbiter. El resultado fue una lista de 13 posibles zonas de procedencia, varias de ellas situadas en las antiguas tierras altas del hemisferio sur, una región muy castigada por impactos y que conserva parte de la historia más temprana del planeta. Sin embargo, no es posible identificar con certeza el lugar exacto del que salió despedida la roca.

De acuerdo con un comunicado de la NASA, los autores consideran que futuras investigaciones podrán extraer más información de la muestra, cuyo análisis apenas ha comenzado. Su composición puede ayudar a orientar la búsqueda de otras rocas antiguas y a seleccionar lugares de interés para futuras misiones. También ofrece una referencia con la que interpretar los datos obtenidos por los vehículos que exploran la superficie marciana.

© Darryl Pitt / Maine Mineral & Gem Museum

Teghaza 001 habría formado parte de la infancia de Marte

La Generalitat busca la voz de la ciencia valenciana para definir el nuevo Plan de Innovación 2027-2030

30 October 2026 at 13:54

La Generalitat ha abierto una consulta pública dirigida a la comunidad científica e investigadora de la Comunitat Valenciana con el fin de incorporar sus aportaciones al Plan de Ciencia, Innovación y Emprendimiento Científico 2027-2030. Con esta iniciativa, el Ejecutivo autonómico pretende fundamentar sus próximas políticas en la experiencia directa del personal del sector.

El proceso participativo está coordinado por la Dirección General de Ciencia e Investigación. Asimismo, la actuación destaca por su carácter transversal, al involucrar conjuntamente a la Conselleria de Educación, Cultura y Universidades, la Conselleria de Sanidad y la Conselleria de Industria, Turismo, Innovación y Comercio.

El canal habilitado para recoger la visión de los profesionales es un cuestionario en línea que permanecerá activo hasta el viernes 6 de noviembre. A través de esta plataforma, el personal investigador puede remitir sus necesidades, diagnósticos y propuestas para orientar las prioridades del sistema valenciano.

La presencia de tres consellerias responde a la voluntad de conectar la investigación académica con la protección de la salud y el desarrollo competitivo del tejido industrial. La meta principal consiste en identificar las deficiencias del entorno y estructurar las medidas que regirán la I+D+i autonómica en los próximos años.

Este trámite da continuidad a los debates iniciados en el Focus Day dedicado al sistema científico, celebrado el pasado mes de marzo. Los datos reunidos en ambas convocatorias permitirán contrastar distintas perspectivas para redactar la versión final del documento estratégico.

El objetivo último es consolidar una hoja de ruta compartida que fortalezca la ciencia y estimule el emprendimiento derivado del conocimiento. Quienes deseen revisar los balances de la fase previa y su resumen ejecutivo tienen a su disposición los documentos en la web oficial del organismo autonómico.

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