Russell Brand ‘snapped from nice to nasty as he groped and raped women’

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Si chiama Proof of Love il nuovo singolo di Jennifer Lopez e la cantante, attrice e produttrice ne ha parlato con Variety, raccontando anche il momento personale che l’ha spinta a tornare in studio di registrazione: la partenza per il college dei figli Max ed Emme Muñiz, avuti dall’ex marito Marc Anthony. “Per tantissimo tempo i figli occupano una parte enorme dei tuoi pensieri e, quando se ne vanno, è devastante, triste e spaventoso. Ti ritrovi davanti a una vita completamente diversa e ti chiedi: ‘Che cosa farò con tutto questo spazio e questo tempo?’”, ha spiegato J.Lo.
Come ha affrontato questa nuova fase della vita? “Sono semplicemente tornata in studio di registrazione. Ho scritto alcune delle canzoni più belle che abbia mai scritto e ne sono davvero entusiasta”. Una scelta che ha dato il via a un periodo particolarmente creativo. Lopez racconta infatti di essere al lavoro su un progetto musicale che rispecchia “una fase molto felice” della sua vita, con “alcune delle canzoni più gioiose e belle” che abbia mai realizzato. Anche se, precisa, in ognuna c’è “un piccolo velo di malinconia“.
È proprio questo contrasto tra felicità e tristezza a caratterizzare Proof of Love, che la popstar descrive come una canzone dance allegra, ma capace di raccontare anche il dolore dell’assenza: “Una delle prove dell’amore è il dolore e la sofferenza che provi quando qualcuno se ne va. Senti dolore, soffri. Ed è proprio questa la prova dell’amore”. Dopo Proof of Love arriveranno anche “un altro paio di canzoni superdivertenti e sfacciate, pensate per i miei fan gay”, ha anticipato la cantante a Variety.
Il nuovo brano sarà pubblicato a novembre come traccia aggiuntiva della prima edizione in vinile di Love?, il settimo album in studio di Jennifer Lopez, uscito nel 2011. Un disco che comprende successi come On the Floor, realizzato con Pitbull e I’m Into You, con Lil Wayne, e Papi.
L'articolo “Quando i miei figli sono andati al college è stato devastante, triste e spaventoso. Mi sono chiesta cosa fare della mia vita”: Jennifer Lopez si racconta proviene da Il Fatto Quotidiano.
Hoy me duele el corazón. Con ese dolor físico que solo se siente cuando se va quien quieres de veras. Y no tengo más consuelo que recordar tus palabras la última vez que mi corazón sonaba tan triste. Porque el tuyo sabía latir siempre alegre. Llenando nuestra vida con esa energía apasionada que veía el vaso siempre casi lleno, cuando no rebosante.

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Russian analysts can locate Ukrainian weapons plants from details in published photos and TV footage, Ukrainian defense outlet Oboronka reported on 29 October. Open-source researchers told the outlet how to hide those details.
Ukraine plans to build 7 million drones this year, and Russia is hunting the plants that make them. In June, the Security Service of Ukraine (SBU) said Russia’s GRU military intelligence was gathering data to prepare air strikes on defense plants and attacks on their engineers.
On 7 April 2022, Ukrainian channel 1+1 aired a report from a workshop at the Kyiv Armored Plant converting captured Russian military equipment for Ukraine’s forces. On 14 April, Rybar, an anonymous pro-Russian Telegram channel, posted the factory’s location. Russian missiles hit the workshop on 16 April, killing at least three civilians, the Centre for Information Resilience (CIR) found.

Retracing the likely method, CIR wrote that wall colors, window size, and ceiling height could single out the plant, and Google Earth imagery the workshop. InformNapalm researcher Andrii Lisitsyn told Oboronka that matching a frame with old photos, satellite images, job ads, or staff profiles quickly narrows the search.
A Gaussian blur smears pixels but keeps part of the information, Oboronka wrote. In a 2020 blog post, aerospace engineering student Gonçalo Raposo showed it can be fully reversed if the exact filter and edge handling are known. Pixelation fails too: a 2022 neural network reconstructs plausible faces from pixelated images. Lisitsyn advises cropping or fully opaque masking instead, plus checking file metadata.
Some Ukrainian defense enterprises still keep accounts and procurement records in Russian 1C software, Oboronka wrote. Since 6 January 2026, 1C products have been on the State Special Communications Service’s list of banned software. The ban covers systems with state information resources and critical information infrastructure owned or managed by state bodies, state enterprises, and local governments, the service said.
Oboronka also wrote that days before the full-scale invasion, Spanish journalist Pablo González photographed production lines at engine maker Motor Sich. Poland held him from February 2022 until a prisoner swap sent him to Russia in August 2024. Prosecutors then indicted him under both his names, Pablo González and Pavel Rubtsov, for spying for Russian military intelligence.
Un nuevo canal de TDT en abierto está a punto de aterrizar a nivel nacional. El 5 de noviembre a las 12.00, los españoles podrán sintonizar La Séptima, la cadena impulsada por José Miguel Contreras como un espacio de programas de debates y tertulias muy centrado en la política.

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VTM
“Dizemos que cheira a Santos e o que é? É o cheiro das farturas”, diz Nuno Vaz, presidente da Câmara de Chaves sobre a presença assídua dos vários espaços de confeção e venda de farturas. O doce tradicional em todas as feiras e festas de Portugal está espalhado pela cidade flaviense, permanecendo algumas semanas.
Entre jornadas de muitas horas, custos crescentes e clientes mais cautelosos nas compras, as vendedoras com quem falámos esperam que os dias de maior afluência compensem o investimento e o trabalho de várias semanas.
“As pessoas, devido à crise económica que estamos a passar, ressentem-se um bocadinho”
ANA SILVA
VENDERORA
Fernanda Dias vende farturas há 46 anos, participa na Feira dos Santos há 35 anos e reconhece que o início desta edição ficou aquém das expectativas. “Está muito fraco”, resume, apontando o calor dos primeiros dias como um dos fatores que prejudicaram o negócio.
A subida dos custos também pesa nas contas. “Tudo aumentou, o material, tudo”, lamenta, referindo que o preço de venda se mantém há cerca de três anos, apesar de as despesas com matérias-primas e combustível continuarem a aumentar. Para quem se desloca de longe e permanece em Chaves desde o início do mês, os três dias principais da feira nem sempre chegam para compensar o investimento.
Ana Silva, que está presente em Chaves há 11 anos, numa atividade com mais de quatro décadas, também sente os efeitos do aumento dos custos. Além da matéria-prima, destaca as despesas de transporte e de ocupação do espaço, que nem sempre são consideradas pelos consumidores. “As pessoas olham para nós e acham que é água e farinha. Isto tem outros custos por trás e nós também comemos”, observa.
Rosa Ribeiro, que vem de Paços de Ferreira e acompanha a cunhada, presente na Feira dos Santos há mais de 17 anos, destaca a diferença entre as primeiras semanas e os dias de maior movimento. “Ultimamente não tem sido muito bom, porque as pessoas têm que comer. Não há muito poder de compra”, refere, explicando que a atividade ganha normalmente outro ritmo a partir dos últimos dias de outubro.
Já Ana Alves, que trabalha na área há 18 anos, numa casa com quase meio século de presença na feira, olha para o evento como uma oportunidade de negócio, mas também como uma celebração coletiva. A Feira dos Santos “é muito alegre, porque há muitos visitantes”, afirma, apesar das jornadas que podem chegar às 14 horas.
A vendedora nota que o poder de compra já não é o mesmo, mas observa também a chegada de novos visitantes e a crescente divulgação da feira. “Não podemos deixar acabar as tradições”, defende, considerando que as farturas, os cachorros e outras ofertas de comida de rua fazem parte da diversidade que dá vida à cidade durante o certame.
Apesar das dificuldades, a mensagem é comum às vendedoras. A Feira dos Santos continua a ser um ponto de encontro entre gerações e uma oportunidade para manter negócios familiares. Porque não há “Santos” sem farturas.
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Alberto Núñez Feijóo ha cambiado el paso y ha acusado este viernes directamente al Gobierno de ser el responsable de las muertes de los dos accidentes ferroviarios de este año en Adamuz y Urda. “Han muerto 46 personas por un mantenimiento deficiente por parte del Gobierno en Adamuz, y al menos 69 en Toledo porque no renovó un sistema de seguridad obsoleto cuando debería haberlo hecho”, ha afirmado en una comparecencia en la sede del PP tras una reunión con expertos en el sistema ferroviario. El líder del PP ha responsabilizado al Ejecutivo de la tragedia, y no solo al ministro de Transportes, Óscar Puente, que hoy ha descartado dimitir, sino también al presidente del Gobierno, Pedro Sánchez. “Quien ha faltado a su deber de gestionar con seriedad el Ministerio de Transportes tiene que cargar con ello. Ahora bien, quien lo ha nombrado y lo ha mantenido, con más motivo”, ha acusado el líder popular. “Si no dimiten ellos, les dimitiremos en las urnas”.

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En las salas de urgencias de todo el mundo, la fractura que sufre Jorge Martín tiene un diagnóstico y solución clara: ponerle una escayola al antebrazo y tener la muñeca inmovilizada entre cuatro y seis semanas. La fractura de radio distal, en este caso sin desplazamiento, es una de las más comunes que atienden los hospitales. Con el título de MotoGP en juego, el piloto madrileño de 28 años ha logrado completar este viernes 15 vueltas al circuito de Sepang en su bestia de más de 250 caballos y 160 kilos, poniéndose a 336 kilómetros por hora seis días después de haberse roto el hueso a la altura de la muñeca derecha en Phillip Island. Aunque se retiró pronto a los garajes, sin atacar el cronómetro, la intención del puntal de Aprilia es competir todo el fin de semana del GP de Malasia.

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Lejos de mostrar enojo por los nuevos insultos proferidos por Donald Trump contra Noruega, al que definió el domingo como “un país de mierda”, la oficina de turismo noruega ha respondido al presidente tirando de ironía y promocionando de paso los espectaculares paisajes nacionales y la premiada arquitectura vanguardista de sus aseos públicos, que muestra en diferentes fotografías y un vídeo promocional en su web.

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VTM
Com hotelaria e restauração “completamente lotadas”, como disse Vítor Pimentel, da ACISAT, os visitantes procuram também os segredos dos comerciantes flavienses, que têm dias de muito trabalho pela frente.
Juliana Ferreira, da Boitique de Carnes, refere que muitos clientes habituais antecipam as compras para evitar os constrangimentos de trânsito. “Alguns dizem que vinham, mas que não podem porque não têm onde estacionar”, conta. Ainda assim, reconhece que o certame atrai visitantes “mais pela curiosidade e pela variedade” que o seu negócio apresenta. Ainda assim, nota que o número de visitantes dos “Santos” parece aumentar de ano para ano.
Na pastelaria Mil Doce, Paula Vaz destaca a chegada de visitantes espanhóis e de outras zonas do país, mas considera que o negócio já teve melhores dias. “Há muitos anos atrás era melhor. Vendia-se muito mais”, recorda, apontando o aumento generalizado dos preços como uma das razões para a quebra nas vendas.
Ainda assim, conta que “como os Santos são três dias, geralmente vêm muitos espanhóis para cá e também do Porto vem muita gente”. Desta forma, também “sentem curiosidade em vir aqui comer o pastelinho de Chaves e os espanhóis, as natas”.
Também Fátima Costa, que trabalha num quiosque junto ao Jardim do Bacalhau, com vários anos de experiência durante o certame, considera que a feira perdeu parte da dinâmica de compras de outros tempos. “As pessoas vêmpara a Feira dos Santos para relaxar as ideias, passear acima e abaixo”, observa, notando que a restauração parece beneficiar mais da afluência do que o restante comércio.
Pedro Barroco, da Auto Viação do Tâmega, antecipa um aumento da procura de transportes públicos por ocasião da Feira dos Santos. O responsável explica que a afluência está ligada tanto ao certame como à tradição de visitar os cemitérios por ocasião do Dia de Todos os Santos. “A Feira dos Santos, para nós, começa uns dois dias antes”, afirma, referindo que muitas pessoas procuram chegar mais cedo.
Este ano, com o feriado de 1 de novembro a coincidir com um domingo, a empresa espera que a movimentação se concentre sobretudo entre sexta-feira e o fim de semana. A procura leva a reforçar a operação em determinados horários. “Em vez de os horários serem apenas de um carro, há horários em que saem três ou quatro veículos”, explica, destacando as deslocações de trabalhadores e estudantes à sexta-feira e os regressos ao domingo.
O responsável considera que o custo de viajar de automóvel pode levar mais pessoas a optar pelo autocarro. Uma vez que “é muito caro” fazer a viagem, observa, defendendo que o transporte público pode representar uma poupança significativa, sobretudo para quem beneficia de passes ou outros títulos de transporte. “Não há esse conforto que todos nós temos e gostamos, o do veículo próprio”, reconhece, mas acredita que o aumento das despesas com o automóvel poderá levar mais passageiros a deixar o carro em casa.
Pedro Barroco destaca também o crescimento do turismo na região e o aumento do tráfego rodoviário, incluindo de visitantes espanhóis.
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