PS e PSD são "amor para a vida toda"?




© CARLOS BARROSO/LUSA

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

© MIGUEL A. LOPES/LUSA




Portugal’s right-wing populist party CHEGA has said today that the “solution to the housing crisis is remigration”, challenging the government to “enforce the law” and encourage foreigners who may disrupt
The post Right wing CHEGA claims “remigration” will solve housing crisis appeared first on Portugal Resident.
O vereador do Chega na Câmara de Braga, Filipe Aguiar, apresentou, esta semana, ao executivo municipal os contributos do partido para o Plano e Orçamento Municipal de 2027, através de um documento estruturado em “cinco grandes áreas” consideradas “fundamentais para o futuro do concelho”: Urbanismo, Educação, Cultura, Saúde e Segurança.
Em comunicado, o partido salienta que as propostas agora apresentadas integram o programa eleitoral com que se apresentou nas eleições autárquicas de 2025.
“Estas propostas não nasceram agora. Fazem parte do compromisso que assumimos com os bracarenses nas eleições autárquicas de 2025. Entendemos que um programa eleitoral não deve ficar fechado numa gaveta depois das eleições; deve servir de orientação ao longo de todo o mandato. É por isso que, em cada Orçamento Municipal, procuramos apresentar medidas concretas que permitam implementar, de forma gradual e responsável, aquilo que defendemos para Braga”, afirma Filipe Aguiar.
“Enquanto outros se limitam a reagir aos acontecimentos ou apresentam propostas avulsas, o Chega trabalha com uma estratégia para o concelho. Estas cinco áreas representam prioridades para melhorar a qualidade de vida dos bracarenses e preparar Braga para o futuro, sempre com rigor na gestão dos recursos públicos e proximidade às necessidades reais da população”, acrescenta o vereador.
Na área do Urbanismo, o Chega propõe a criação da Plataforma Municipal de Cadastro Inteligente de Braga, “um instrumento inovador que permitirá conhecer melhor o território, apoiar o planeamento urbano, melhorar a gestão do património municipal e reforçar a transparência através da disponibilização gradual de informação geográfica de interesse público”.
Na Educação, o partido defende a concretização da recomendação já aprovada por unanimidade em reunião de Câmara, assumindo plenamente a Ludoteca da Estufa como equipamento municipal de educação não formal e inovação social, garantindo a sua requalificação, programação permanente e valorização enquanto espaço de aprendizagem, criatividade e convívio entre gerações.
Na Cultura, o Chega propõe a criação do programa “Orgulho Bracarense”, destinado a apoiar artistas, artesãos e grupos culturais ligados à identidade de Braga e do Minho, promovendo a transmissão de saberes, a renovação das tradições e a valorização da criação artística local.
Na área da Saúde, o partido apresenta uma solução para dotar o rastreio do cancro da mama de instalações fixas e dignas, assegurando melhores condições de privacidade, conforto e atendimento às utentes, bem como melhores condições de trabalho para os profissionais envolvidos.
Já na Segurança, o Chega reafirma uma prioridade que tem vindo a defender desde o início do mandato: “Encontrar uma solução definitiva para as instalações da Guarda Nacional Republicana em Braga, onde parte dos militares continua, há mais de uma década, a trabalhar em estruturas provisórias. O partido considera que a dignidade das forças de segurança é também uma questão de respeito pelos cidadãos e de qualidade do serviço público”.
Para Filipe Aguiar, estas propostas refletem uma forma diferente de encarar a governação municipal: “Braga precisa de olhar para o futuro com ambição, mas também com planeamento, rigor e prioridades bem definidas. Apresentámos propostas concretas, exequíveis e pensadas para melhorar a vida dos bracarenses, reforçando áreas essenciais como a educação, a cultura, a saúde, a segurança e o conhecimento do território”.
O vereador acrescenta que o Chega pretende afirmar-se como uma força política de propostas e de soluções: “Enquanto outros apresentam medidas pontuais, o Chega apresenta uma visão estratégica para o concelho. Queremos uma Braga mais organizada, mais transparente, mais segura, que valorize a sua identidade e que coloque os recursos municipais ao serviço das pessoas”.
O CHEGA considera que estas cinco áreas constituem prioridades estratégicas para o desenvolvimento equilibrado de Braga e manifesta “disponibilidade para colaborar na concretização das medidas que venham a ser acolhidas pelo executivo municipal”.
O conteúdo Braga: Chega defende “solução definitiva” para posto da GNR e programa de apoio a artistas aparece primeiro em O MINHO.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
O Chega vai votar contra o Orçamento do Estado do próximo ano na generalidade, anunciou hoje o líder do partido, argumentando que o Governo “não consegue reconhecer o momento de dificuldade” e não apresenta medidas para ajudar os portugueses.
O anúncio foi feito por André Ventura em declarações aos jornalistas na Assembleia da República.
O líder do Chega considerou que o “Governo não consegue reconhecer o momento de dificuldade em que as pessoas se encontram neste momento” e não apresenta medidas para ajudar as pessoas.
André Ventura acusou também o executivo de ter uma “voragem e obsessão de cobrar impostos”.
“Mantemos esperança que a especialidade traga outra atitude do Governo”, indicou.
O Orçamento do Estado para 2027, que será votado esta tarde, tem aprovação garantida, uma vez que o PS anunciou que se vai abster.
O conteúdo Chega anuncia voto contra Orçamento aparece primeiro em O MINHO.
Thousands of protesters gathered outside Portugal’s parliament in Lisbon on 27 October, demanding action over soaring housing costs and criticising police operations against housing activists, as the country’s long-running property crisis developed into a broader political confrontation.
The demonstration coincided with parliamentary debate on the government’s proposed 2027 budget and followed several days of protests in Lisbon and Porto.
At the centre of the dispute is an increasingly familiar European contradiction: property values continue to rise, while wages and household incomes have failed to keep pace with the cost of obtaining accommodation.
For Portugal, the problem has become particularly pronounced.
House prices have more than doubled since 2017, while rents for newly agreed tenancies have almost doubled over the same period.
According to figures reported during the demonstrations, the cost of housing in Portugal increased by 147 per cent between 2015 and 2025, compared with an EU average of 60.5 per cent.
The result is a growing disparity between earnings and the cost of independent living, particularly among younger adults.
In Lisbon, a one-bedroom flat can routinely command monthly rent of approximately €1,500.
Portugal’s minimum wage stands at €920 per month before tax.
Although these figures do not represent every household or property, they illustrate the scale of the affordability problem for lower-paid workers.
Between the first quarters of 2025 and 2026, Portuguese house prices increased by almost 20 per cent, according to national statistical figures cited in recent reporting.
Rental costs have also continued rising, recording an increase of approximately 68 per cent since 2020.
The country’s attractiveness to foreign investors, retirees and remote workers has contributed to demand, particularly in Lisbon, Porto and coastal areas.
Tourism has introduced additional competition for residential property, with some homes converted into short-term accommodation.
However, investment and tourism are only part of the explanation.
Restrictions on construction, administrative delays, limited affordable housing supply and the geographical concentration of employment have also contributed to pressure on the market.
These conditions have produced a widening gap between those who already own property and those seeking to purchase or rent their first home.
The immediate political confrontation concerns government proposals that would accelerate certain eviction procedures and remove restrictions on rents for new tenancy agreements.
The legislation passed its first parliamentary reading, with the right-wing Chega party abstaining.
Housing campaigners argue that removing protections without first increasing affordable supply could leave tenants more exposed to rising rents and displacement.
The minority centre-right government, led by Prime Minister Luís Montenegro, has pursued measures intended to encourage construction and increase the availability of housing.
These include tax reductions for new building projects and a commitment to deliver 145,000 homes.
Such measures, however, require time before additional properties become available, while many households face immediate financial pressures.
The housing dispute intensified following police operations to remove protest encampments in Lisbon and Porto during the weekend.
Police used batons during the clearances, while campaigners alleged excessive force.
According to accounts of the subsequent parliamentary demonstration, police reported 11 minor injuries, including three officers. The housing organisation Casa para Viver claimed that 60 people had been injured.
Portugal’s internal affairs watchdog has opened an inquiry, while prosecutors are conducting a separate investigation into officers’ conduct.
Montenegro defended the police response in parliament, arguing that officers had acted according to the principles of necessity, proportionality and adequacy.
President António José Seguro has convened a meeting of the Council of State to consider the growing protests.
The dispute has consequently expanded beyond housing economics to include questions about policing, public demonstrations and political accountability.
Portugal’s demonstrations follow similar protests in Spain and growing political scrutiny of housing affordability elsewhere in the EU.
The European Commission has begun addressing the issue through initiatives intended to encourage construction, facilitate investment and give authorities greater legal certainty over short-term rental restrictions.
As EU Today recently reported, the proposed European Affordable Housing Act would provide additional regulatory tools for areas facing severe housing pressure.
Yet the principal responsibilities for housing supply, planning and tenancy law remain with national and local governments.
This division creates a political challenge: Brussels can support investment and coordinate legislation, but the most immediate decisions affecting rents, construction and evictions are taken elsewhere.
For Portugal, the next test will be whether the government’s housing measures can deliver sufficient additional supply while responding to demands for immediate tenant protection.
The demonstrations outside parliament show that housing affordability has become more than a question of property prices. It now affects the government’s legislative agenda, the 2027 budget debate and the relationship between the authorities and an increasingly organised protest movement.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

© JOSÉ COELHO/LUSA

