Cerco. Câmara do Porto contrata segurança privada

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O Governo assumiu publicamente que as decisões da nova Comissão de Avaliação de Segurança do Ciberespaço (CASC), entidade que sucedeu ao organismo responsável pela decisão que expulsou a Huawei das redes 5G em Portugal, também são tomadas com base em critérios políticos, e não exclusivamente técnicos.
A orientação surge no mês em que o Ministério da Presidência confirmou ao ECO ter renovado as "restrições" inicialmente adotadas em maio de 2023, e que afetaram principalmente a empresa chinesa.
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Descarbonização e Transição Energética, Prevenção e Segurança ao Serviço da Sustentabilidade e Resiliência e Riscos no Transporte Multimodal de Produtos Perigosos, foram temas em discussão. A APS – Administração dos Portos de Sines e do Algarve realizou, nos dias 28 e 29 de outubro, no Auditório do Porto de Sines, a Conferência “Ambiente, Proteção e […]


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A Loovi é uma insurtech, startup que trabalha com tecnologia para desburocratizar o segmento de seguros, e comercializa planos da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP. Por esse motivo, quando se trata de pesquisas no sistema da Superintendência de Seguros Privados para entender a reputação da empresa, a busca deve ser feita para a LTI Seguros S.A., que é a seguradora responsável pela garantia financeira, o registro de produtos e pelas apólices contratadas.
A Loovi atua como facilitadora da contratação dando suporte através do aplicativo e simplificando o acesso aos seguros e barateando os custos.
Na prática acontece da seguinte maneira:
Para verificar se o seu seguro possui respaldo legal e garantia regulada, a pesquisa no site da SUSEP deve ser realizada utilizando os dados da seguradora parceira indicada na sua apólice ou proposta de seguro.
Passo a passo para consulta:
Essa divisão de papéis é extremamente comum no setor financeiro e tecnológico e traz garantias claras para o consumidor:
Segurança Jurídica: O contrato (apólice) é backed, ou seja, possui o apoio garantido por uma seguradora autorizada a operar no Brasil, assegurando o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor e das regras da SUSEP (como o prazo máximo de 30 dias para pagamento de indenização por perda total).
Agilidade no dia a dia: Todo o relacionamento prático — cotação, vistoria por foto, suporte 24h, gerenciamento de coberturas e aviso de sinistro — continua sendo gerido de forma simples pelo aplicativo da Loovi.
Sim, é um seguro de verdade. Ao contrário de associações de proteção veicular (que operam por rateio sem regulamentação da SUSEP), a Loovi comercializa planos vinculados a uma seguradora devidamente fiscalizada e auditada pelo governo federal, garantindo que o seu veículo esteja protegido de acordo com a lei.
O número de registro do produto na SUSEP consta diretamente no documento da sua apólice ou proposta de seguro recebida no e-mail cadastrado e disponível na área do cliente no aplicativo da Loovi. Com esse número, é possível verificar todas as condições gerais aprovadas do plano.
Sim, possui total validade jurídica. Embora toda a jornada (cotação, vistoria por foto, pagamento por assinatura mensal e acionamento de guincho/sinistro) ocorra pelo aplicativo da Loovi, o contrato é garantido pela LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, sob as regras do Código de Defesa do Consumidor.
Ao fazer a consulta de regularidade, você deve pesquisar pela razão social da seguradora responsável pela emissão dos planos comercializados pela Loovi: a LTI Seguros S.A. (ou a razão social exata informada na sua proposta de seguro/apólice).

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Celorico da Beira vai acolher uma unidade industrial de produção de drones “de dimensão relevante”, num investimento de 30 milhões de euros, que deverá criar 50 postos de trabalho numa fase inicial, foi esta quarta-feira divulgado.
“A Vertical Connect, Lda adquiriu quatro lotes no parque empresarial da A25 para produzir aeronaves elétricas não tripuladas, drones de elevada capacidade e plataformas eVTOL para a vigilância, deteção, apoio operacional e combate a incêndios, mas também para a atividade agrícola”, disse à agência Lusa Carlos Ascensão (PSD), presidente da Câmara de Celorico da Beira.
O projeto envolve um investimento de 30 milhões de euros e a criação, na fase inicial, de 50 postos de trabalho, com potencial de crescimento até cerca de 100.
“Será maioritariamente mão de obra altamente qualificada e, tendo em conta a tecnologia em questão, está também prevista a cooperação com universidades, universidades politécnicas e centros tecnológicos da região”, acrescentou o autarca.
Carlos Ascensão disse tratar-se de uma unidade tecnológica e industrial “de dimensão relevante, tecnologicamente diferenciada e vocacionada para o mercado nacional e a exportação”.
“É uma indústria muito interessante, que traz uma mais-valia grande para Celorico da Beira, pois vai fazer investigação, desenvolvimento, engenharia, produção, montagem, controlo, qualidade e apoio logístico”, adiantou.
Eate investimento “vai alterar e valorizar o perfil do nosso parque industrial e aumentar a notoriedade do concelho de Celorico da Beira”, sustentou.
A Vertical Connect, de capitais brasileiros, vai desenvolver tecnologia aeronáutica aplicada ao problema dos incêndios e à agricultura.
O projeto vai ocupar um total de 6.000 metros quadrados no parque empresarial de Celorico da Beira, no distrito da Guarda, junto à A25 – Autoestrada das Beiras Litoral e Alta, que liga Aveiro à fronteira de Vilar Formoso.
Os promotores tencionam construir laboratórios, linhas de produção, um centro de operações, armazéns e uma pista de ensaios e aterragem de drones.
“Os investidores escolheram Celorico da Beira pela centralidade do concelho em termos de acessibilidades. Somos servidos pela A25 e o IP2, pela ferrovia [Linha da Beira Alta], estamos perto da A23 e a um passo da fronteira espanhola e da entrada para a Europa”, realçou Carlos Ascensão.
O presidente da Câmara de Celorico da Beira revelou que é intenção da Vertical Connect iniciar a construção das infraestruturas no início de 2027.
“O município vai já fazer obras de terraplanagem para criar as condições necessárias à construção de um pavilhão, porque eles pretendem trazer alguns drones da empresa que têm no Brasil”.
Carlos Ascensão indicou que “aquilo que manifestaram e são os compromissos estabelecidos, é ainda este ano começar-se com todo este processo para, no início do próximo ano, se iniciar a construção faseada de pavilhões”.
“Eles também têm urgência de começar, já para o ano, essa atividade de fabrico das aeronaves e dos drones”, garantiu.