❌

Reading view

19h. Parlamento aprovou voto de pesar pelo acidente Espanhol

O voto apresentado por Aguiar Branco foi aprovado por unanimidade e o Governo associou-se à homenagem, cumprindo 1 minuto de silêncio no final do debate do OE 2027, aprovado na generalidade.

  •  

Economia. Orçamento aprovado, orçamento alterado?

O orçamento, como se esperava, foi aprovado na generalidade. Agora passa para a especialidade. PS já prometeu alterações. A semana foi marcada pelo fim do negócio da Galp com a Moeve.

  •  

Orçamento do Estado passa na generalidade com abstenção do PS e voto contra do Chega

O Orçamento do Estado para 2027 foi aprovado esta quarta-feira na generalidade, com a abstenção do PS, do PAN e do JPP, e os votos contra da restante oposição — Chega, Iniciativa Liberal, Livre, PCP e Bloco de Esquerda. Apenas o PSD e o CDS votaram a favor.

O documento segue agora para a discussão na especialidade, em que a oposição tentará forçar alterações. O líder do PS, José Luís Carneiro, já prometeu insistir nas medidas para mitigar o aumento do custo de vida, embora garanta que não vai pôr em causa o saldo orçamental. Também o PAN deixou claro que a posição na votação final global dependerá de como decorrer a discussão na especialidade.

No encerramento do debate na generalidade, José Luís Carneiro sinalizou que as prioridades do PS são “o custo de vida e a resposta às necessidades urgentes da habitação” — dois dos temas que mais marcaram a discussão desta terça e quarta-feira —, mas também a saúde, as pensões, a educação, a formação profissional, a cultura e o conhecimento.

O secretário-geral do PS insistiu com o Governo para que deixe cair a nova lei de rendas “viabilizadas pelo Chega e pela Iniciativa Liberal”, aceitando “construir com o PS uma garantia pública para dinamizar o mercado do arrendamento, dando segurança aos proprietários e proteção aos inquilinos”. Propôs também “a adoção de uma moratória para os contratos de arrendamento que expiram até ao final do ano”, porque “estão milhares de pessoas por todo o país, muitas delas idosas, nesta circunstância e com medo dos despejos”. E diz ser necessário “rever a renda moderada de 2.300 euros”, bem como “transferir, com caráter urgente, os imóveis que se encontram no IHRU [Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana] para as câmaras municipais, com o envelope financeiro necessário à recuperação e à mobilização desses imóveis para a habitação pública acessível”.

Mas não só: entre várias outras medidas, José Luís Carneiro quer “a suspensão das comissões bancárias por reembolso antecipado do crédito à habitação, a isenção de mais-valias na venda de casas destinadas à habitação própria e permanente, o agravamento do IMT para os imóveis adquiridos por não-residentes e que não se destinem à habitação e o agravamento do IMI dos imóveis devolutos situados nas zonas de pressão urbanística”.

Já André Ventura responsabilizou o PS pela subida dos preços da habitação e criticou José Luís Carneiro por aceitar, “no meio de uma crise da habitação, o aumento do IMI sobre as pessoas, sobre as suas propriedades e sobre a sua habitação”.

Relativamente à lei das rendas, Ventura afirma que “o Chega fez aquilo que o PS não teve coragem de fazer”, ou seja, “reconheceu que o país tem um problema” de menos habitação, custos elevados e famílias que não conseguem pagar a casa. “Dissemos que não aceitaríamos atualizações de rendas sem limites, que não aceitaríamos cauções sem limites, por serem injustas e que os senhorios e os proprietários não são nem o PCP nem a Segurança Social deste país”. Já o PS, acusa, quis “deixar tudo na mesma”. Ventura entende que a posição do partido não tem “os devaneios habituais” sobre a capacidade do mercado para resolver o problema nem aponta para “a penalização permanente a quem fez das casas o seu investimento e a sua vida”.

Como habitualmente, André Ventura ‘colou’ os problemas da habitação à política migratória do Governo de António Costa, incluindo a “destruição do SEF”, apontando para uma entrada “descontrolada” de estrangeiros no país.

Em atualização

  •  

Elétricos para carenciados com apoio até 80% no OE2027

Dotação de 50 milhões para incentivos à população em geral e 9.000 veículos para microempresas. Ministra do Ambiente anunciou medidas no debate parlamentar do OE2027.

© Getty Images

Em junho, o Governo abriu um novo concurso de 10 milhões de euros para apoiar compra de veículos elétricos, que esgotou em poucas horas
  •  

16h. Continua a contagem dos votos nas eleições em Israel

Numa altura em que nenhum dos blocos liderados por Netanhyau e Esenkot conseguiu os desejados 61 lugares no Parlamento. Ainda, foi retomado o debate na generalidade do Orçamento do Estado. 

  •  

Chega e Livre contra o OE, PAN abstém-se

Ventura diz que o OE não responde ao custo de vida e aumenta impostos, mas garante abertura a propostas "orçamentalmente aceitáveis". A votação na generalidade acontece esta quarta-feira.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

André Ventura anunciou ao final da manhã que o Chega votará contra o Orçamento para o próximo ano.
  •  

Livre vai votar contra Orçamento na generalidade

O Livre vai votar contra a proposta de Orçamento do Estado para 2027 na generalidade, documento que já tem aprovação garantida com a abstenção do PS, anunciou hoje o porta-voz Jorge Pinto.

“Um Orçamento que é contra o país tem apenas um voto possível que é o voto contra”, anunciou Jorge Pinto, em declarações aos jornalistas no parlamento, depois de a Assembleia do Livre – órgão máximo entre congressos – ter reunido na terça-feira à noite e aprovado a decisão por unanimidade. O Livre tem criticado a proposta desde que foi apresentada pelo executivo, considerando que não responde ao aumento do custo de vida e privilegia os grandes grupos económicos através de medidas como a descida do IRC.

O partido já avançou com algumas das propostas que tenciona apresentar no período de especialidade, como a descida do IVA de 23% para 21%, a criação de um passe de mobilidade nacional, o reforço do abono de família ou uma rede pública de lares.

Além destas propostas, o Livre insistirá no reforço do programa de combate à pobreza energética “3 C – Casa, Conforto e Clima” e a criação de uma “herança social”, um “pé-de-meia” de cerca de 5.000 euros que o partido quer atribuir a todos os bebés nascidos no país, acessível aos 18 anos.

O conteúdo Livre vai votar contra Orçamento na generalidade aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Freguesias contestam Orçamento do Estado e exigem reforço de verbas

VTM

Esta iniciativa proporcionou um espaço de diálogo e reflexão sobre o impacto da proposta orçamental nas freguesias, possibilitando a recolha de contributos e a expressão das preocupações dos presidentes de junta e dos respetivos executivos.

Este encontro insere-se nas ações que a ANAFRE tem vindo a desenvolver a nível nacional com vista a defender os interesses das freguesias e das populações, nomeadamente no que se refere ao reforço dos recursos financeiros necessários para garantir os serviços de proximidade e dar resposta às necessidades das comunidades.

Em declarações à VTM, Ricardo Marques, vice-presidente da ANAFRE, afirmou que a proposta de Orçamento do Estado representa um “ataque brutal” à capacidade financeira das freguesias, tendo apelado à união dos autarcas em defesa do aumento das verbas destinadas ao poder local.

O responsável explicou que o objetivo destes encontros é alertar os presidentes de junta e os respetivos executivos para o impacto das medidas previstas, bem como mobilizá-los para uma possível decisão de encerrar os serviços, de forma generalizada, no dia 4 de novembro, caso não haja progressos nas negociações com o Governo. Segundo o dirigente, a proposta orçamental atual fica “totalmente aquém” das expetativas das freguesias, que esperavam recuperar parte da sua capacidade financeira perdida nos últimos anos, devido à falta de atualização das transferências do Estado.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar

The post Freguesias contestam Orçamento do Estado e exigem reforço de verbas appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  
❌