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Wall Street fecha em alta após Fed manter taxa básica de juros

Os índices de ações dos EUA avançaram na quarta-feira (28) depois que o Fed (Federal Reserve dos EUA) manteve sua principal taxa de juros inalterada, como amplamente esperado, transferindo a probabilidade de um aumento da taxa para sua próxima reunião de política monetária em dezembro.

Em comunicado complementar, o Fed revisou para cima sua avaliação da economia, reconhecendo, porém, que a inflação “permanece elevada”. Na coletiva de imprensa que se seguiu à divulgação, o presidente do Fed, Kevin Warsh, afirmou que o banco central deixou clara sua disposição e prontidão para agir.

Segundo a ferramenta FedWatch da CME, os mercados financeiros estão precificando uma probabilidade de 87,4% de um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros na reunião de dezembro do Fed, acima dos 78,3% registrados na terça-feira.

As previsões de aumento das taxas de juros podem ser influenciadas por dados esperados para quinta-feira, incluindo o relatório de Despesas de Consumo Pessoal do Departamento de Comércio – que inclui o indicador de inflação preferido do banco central – e uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto) terceiro trimestre.

A Microsoft e a Alphabet devem divulgar seus resultados trimestrais após o fechamento dos mercados.

Segundo dados preliminares, o S&P 500 subiu 25,43 pontos, ou 0,33%, fechando em 7.748,03 pontos, enquanto o Nasdaq Composite avançou 83,42 pontos, ou 0,32%, para 26.561,24. O Dow Jones Industrial Average teve alta de 126,21 pontos, ou 0,24%, para 52.503,78.

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Mercado precifica 60,9% de chance de BC interromper queda de juros

Os investidores passaram a apostar majoritariamente que o BC (Banco Central) deve interromper o ciclo de corte da taxa básica de juros, a Selic, em sua próxima reunião. O Copom (Comitê de Política Monetária) se reúne pela penúltima vez no ano entre terça-feira (3) e quarta-feira (4) da semana que vem.

Até sexta-feira (23), os contratos de opção de Copom negociados na B3 apuravam aposta majoritária (76%) em um novo corte de 0,25 ponto percentual pelo colegiado de diretores do BC. Eram 17,5% os que contavam com a possibilidade de manutenção.

As expectativas viraram na segunda-feira (26), após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para um quarto mandato. Na segunda, 63,1% das posições montadas acreditavam que os cortes da Selic seriam interrompidos já na reunião de novembro. Na terça-feira (27), as apostas estavam em 60,9%.

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A B3 disponibiliza os dados referentes ao fechamento do pregão sempre no dia útil seguinte.

O resultado inesperado das eleições presidenciais e a forte deterioração dos ativos financeiros na segunda-feira levou gestores e economistas ouvidos pelo CNN Money a discutirem a possibilidade de a autoridade monetária não somente interromper os cortes, como endurecer a taxa de juros em resposta ao cenário fiscal pior e à disparada do dólar em relação ao real.

A expectativa gerada em torno de Flávio Bolsonaro (PL) era movida pela esperança dos investidores em uma política fiscal mais rígida. Com Lula, espera-se continuidade de uma economia pautada no impulso com gastos públicos.

Juros altos são uma das principais causas de inadimplência no Brasil

 

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Fed mantém juros nos Estados Unidos entre 3,75% e 4%

O Fed (Federal Reserve) manteve os juros nos Estados Unidos nesta quarta-feira (28), preservando a taxa básica no intervalo de 3,75% a 4%. A decisão foi aprovada por 10 votos a 2, sem unanimidade.

A manutenção dos juros ficou em linha com as expectativas do mercado financeiro, que já previa a decisão diante do cenário econômico norte-americano e das incertezas em relação à trajetória da inflação.

Em comunicado, a autoridade monetária afirmou que a inflação permanece elevada e destacou a necessidade de obter mais informações para definir os próximos passos da política monetária.

“A obtenção de mais informações ajudará o Comitê a determinar a postura adequada da política monetária para garantir que a inflação retorne à meta de 2% no prazo apropriado”, afirmou o Fed.

O Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto) também destacou que a geração de empregos tem acompanhado o crescimento da força de trabalho, enquanto a taxa de desemprego permanece relativamente estável.

A decisão mantém o foco do banco central norte-americano em seu mandato duplo de promover o pleno emprego e garantir a estabilidade dos preços.

*Em atualização.

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Ibovespa recua com ajuste pós-eleição, balanços e Fed no radar; dólar cai

O Ibovespa tem queda nesta quarta-feira (28), com a bolsa paulista ainda sob efeito dos ajustes pós-eleição.

Investidores também de olho na temporada de balanços, que incluía os números de Santander Brasil e Klabin, e analisando potenciais desdobramentos da ida de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos.

Às 10h11, o índice de referência do mercado acionário brasileiro perdia 0,71%, a 174.466,83 pontos. O contrato futuro do índice com vencimento mais curto INDZ26, em 16 de dezembro, caía 0,94%.

Enquanto isso, o dólar passou a ceder à espera de decisão de juros nos Estados Unidos. O Federal Reserve deve manter as taxas inalteradas nesta reunião, após ter elevado os juros em 0,25 ponto percentual no mês passado.

Perto das 9h (de Brasília), a moeda norte-americana tinha alta de 0,11%, cotada a R$ 5,35. Na última sessão, o dólar caiu 1,07%, cotado a R$ 5,3488.

Autoridades do Fed, antes da reunião de política monetária de dois dias desta semana, sinalizaram que o banco central pode ser paciente.

Há cerca de 90% de probabilidade de que o banco central americano mantenha as taxas inalteradas quando divulgar sua decisão de política monetária às 15h (horário de Brasília), de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.

Em atualização

*Com informações da Reuters

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Dólar abre em alta à espera de decisão do Fed sobre juros

O dólar abriu a sessão em alta nesta quarta-feira (28), enquanto investidores calibram os ânimos à espera de decisão de juros nos Estados Unidos. O Federal Reserve deve manter as taxas inalteradas nesta reunião, após ter elevado os juros em 0,25 ponto percentual no mês passado.

Perto das 9h (de Brasília), a moeda norte-americana tinha alta de 0,11%, cotada a R$ 5,35. Na última sessão, o dólar caiu 1,07%, cotado a R$ 5,3488. 

Autoridades do Fed, antes da reunião de política monetária de dois dias desta semana, sinalizaram que o banco central pode ser paciente.

Há cerca de 90% de probabilidade de que o banco central americano mantenha as taxas inalteradas quando divulgar sua decisão de política monetária às 15h (horário de Brasília), de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.

Em atualização

*Com informações da Reuters

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Juros da dívida sobem a dois, a cinco e a 10 anos

Os juros da dívida portuguesa subiam hoje 28 de outubro a dois, a cinco e a 10 anos face a terça-feira, alinhados com os de Espanha, Grécia e Itália, bem como com os da Alemanha e de França no prazo mais longo.

Às 08:40 em Lisboa, os juros a 10 anos avançavam para 3,873%, contra 3,856% na terça-feira 27 de outubro.

Os juros a cinco anos também subiam, para 3,450%, contra 3,434%.

No mesmo sentido, os juros a dois anos avançavam, para 3,163%, contra 3,144% na véspera.

Os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, subiam, para 3,365%, contra 3,358%, assim como de França, para 4,943%, contra 4,922%.

O prémio de risco de França, o diferencial dos juros a 10 anos em relação aos da Alemanha, também descia, para cerca de 158 pontos base, depois de ter atingido máximos dos últimos 15 anos na semana passada, e mantinha-se acima dos de Itália, Espanha, Grécia e Portugal.

Os juros da dívida dos EUA subiam, para 5,006%, contra 4,999% na véspera.

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Famílias e empresas pagaram R$ 674 bi em juros no 1º semestre, alta de 7,4%

As famílias brasileiras viram seus gastos com juros subirem quase 10% no primeiro semestre de 2026 – em comparação com o mesmo período do ano anterior -, totalizando despesa da ordem de R$ 515,4 bilhões, segundo levantamento da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).

Já as empresas tiveram de desembolsar R$ 158,6 bilhões com juros nos primeiros seis meses do ano. Somados os valores, pessoas físicas e jurídicas perderam R$ 674 bilhões nesse sentido, alta de 7,4% ante o primeiro semestre de 2025.

Apesar do crédito ficar cada vez mais caro – a taxa nominal ponderada acumulada passou de 24,3% para 25,3% -, o consumidor segue buscando empréstimos – o saldo real do crédito livre às pessoas físicas subiu 6,1%, a R$ 2,353 trilhões, enquanto as concessões avançaram 5,1%.

Não obstante, a FecomercioSP apurou que a inadimplência cresce, com os atrasos acima de 90 dias atingindo 7,37% dos consumidores, após piora de 1,78 ponto percentual do indicador.

“Em apenas dois anos, houve uma deterioração expressiva da capacidade de pagamento. […] Os lares com dívidas permanecem em patamar elevado”, aponta a entidade em nota de pesquisa.

A FecomercioSP afirma que 3,4 milhões de lares registram dívidas, o maior patamar desde 2022.

Já olhando para as empresas, o levantamento nota outro comportamento alarmante: o gasto total com juros se manteve quase o mesmo entre 2025 e 2026, enquanto as operações de crédito recuaram; com menor saldo de crédito, o que manteve a despesa elevada é o fato do encarecimento das concessões.

Juros altos desencorajam consumo e podem frear economia; entenda

 

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Bolsas da Ásia fecham sem direção única após rali de IA em Nova York

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira (27), após ganhos em Nova York, liderados por um rali de ações de inteligência artificial, e com investidores à espera de balanços corporativos e decisões de juros.

O índice sul-coreano avançou 3,09% em Seul, para 5.638,34 pontos, impulsionado pelas gigantes de chips Samsung Electronics (+4,2%) e SK Hynix (+5,2%).

A SK Hynix divulga seu balanço do terceiro trimestre na quarta-feira (28), um dia antes de a Samsung apresentar seus resultados. A Samsung estimou lucro operacional recorde no último trimestre de 107,4 trilhões de won (US$ 80 milhões), quase oito vezes maior do que um ano antes.

Em outras partes da Ásia, o Nikkei subiu 1,73% em Tóquio, para 63.268,37 pontos, enquanto o Taiex registrou leve ganho de 0,12% em Taiwan, no retorno de feriados.

Na China continental, o pregão foi negativo, com baixa de 1,33% do Xangai Composto, para 3.648,30 pontos, e queda de 2,55% do Shenzhen Composto, para 2.132,02 pontos, após dados mostrarem desaceleração no crescimento do lucro industrial chinês.

Em Hong Kong, o Hang Seng recuou 0,73%, para 23.041,32 pontos. A ação local do banco britânico HSBC, que divulgou lucro abaixo do esperado, tombou 5,6%.

Ontem, as bolsas de Nova York encerraram com altas de 0,3% a 0,8%, à medida que o pedido de IPO da Anthropic reavivou o entusiasmo com ações ligadas à IA.

Investidores também aguardam decisões de juros nos EUA, na zona do euro e no Japão nos próximos dias. Não há, porém, expectativa de ajustes nesta semana.

Na Oceania, a bolsa australiana terminou o pregão em alta moderada de 0,46%, com o S&P/ASX 200 a 8.850,10 pontos.

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Juros da dívida sobem a dois, a cinco e a 10 anos

Os juros da dívida portuguesa subiam hoje a dois, a cinco e a 10 anos face a segunda-feira, alinhados com os de Itália, enquanto os da Alemanha desciam no prazo mais longo.

Às 08:45 em Lisboa, os juros a 10 anos avançavam para 3,876%, contra 3,865% na segunda-feira.

Os juros a cinco anos também subiam, para 3,455%, contra 3,446%.

No mesmo sentido, os juros a dois anos avançavam, para 3,172%, contra 3,166% na véspera.

Os juros de Espanha recuavam a dois anos e avançavam a cinco e a 10 anos, enquanto os da Grécia desciam a dois e cinco anos e subiam a 10 anos.

Os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, desciam, para 3,358%, contra 3,366%, enquanto os de França se moderavam, para 4,942%, contra 4,900%.

O prémio de risco de França, o diferencial dos juros a 10 anos em relação aos da Alemanha, também descia, para cerca de 160 pontos base, depois de ter atingido máximos dos últimos 15 anos na semana passada, e mantinha-se acima dos de Itália, Espanha, Grécia e Portugal.

Os juros da dívida dos EUA subiam, para 4,992%, contra 4,989% na véspera.

Juros da dívida soberana em Portugal, Espanha, Grécia e Itália às 08:45:

2 anos…5 anos…10 anos

Portugal

27/10…….3,172…3,455…..3,876

26/10…….3,166…3,446…..3,865

Espanha

27/10…….3,235…3,520…..4,005

26/10…….3,236…3,518…..3,998

Grécia

27/10…….3,228…3,753…..4,326

26/10…….3,242…3,756…..4,311

Itália

27/10…….3,511….3,984…..4,511

26/10…….3,507….3,970…..4,487

Fonte: Bloomberg Valores de ‘bid’ (juros exigidos pelos investidores para comprarem dívida) que compara com fecho da última sessão.

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Passos Coelho quer salvar a direita ou afundar Montenegro?

Passos quer salvar a direita aliando-se a André Ventura. Já algumas figuras políticas ainda estão a tentar perceber porque é que a subida dos juros faz cair o fundo das pensões. 

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