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El Gobierno entrega al Supremo la lista con los nacionalizados por la ‘ley de nietos’

El Gobierno ha entregado este miércoles al Tribunal Supremo la lista con las identidades de los nacionalizados por la llamada ley de nietos que le reclamó el pasado viernes. Aunque la Abogacía del Estado cifró en 163.020 personas los inscritos en el Censo Electoral de Residentes Ausentes (CERA) afectados por la suspensión del derecho al voto decretada por la Sala de lo Contencioso-Administrativo, fuentes del Gobierno señalan que la relación final, tras repasar todos los expedientes, contiene un total de 163.355 nombres, de los que hay 901 cuyos expedientes acreditan la condición de exilio, que ha sido certificada por los cónsules. Según la orden dictada por el Supremo, solo estos podrán votar en las elecciones del 29-N.

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© Juan Ignacio Roncoroni ((EPA) EFE)

Personas hacen fila en el Consulado General de España la semana pasada, en Buenos Aires (Argentina).
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Imigração. Jurista diz que lei é excessivamente restritiva

A jurista Ana Rita Gil criticou a falta de resposta da administração aos imigrantes, afirmando que AIMA não tem uma linha de atendimento. Neste momento há 85 processos de imigrantes pendentes.

© MIGUEL A. LOPES/EPA

Os imigrantes são residentes no território português e ficam em situação irregular por "problemas criados pela própria AIMA", afirma a jurista
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Burocracia dificulta integração dos imigrantes

VTM

O problema foi destacado por Vânia Holanda, presidente da Associação de Brasileiros do Distrito de Vila Real (ABRAVIR), à margem do I Fórum das Migrações, promovido pelo município em parceria com a associação, no âmbito da Semana da Igualdade.

“Temos sentido uma grande dificuldade, inclusive muitos infelizmente têm até ido embora devido às questões burocráticas, às dificuldades de regularização”, afirmou à VTM. Apesar dos obstáculos, continuam a chegar pessoas de várias nacionalidades, por motivos profissionais, académicos e de investimento.

Vânia Holanda considera que Portugal precisa de mão de obra e de estudantes, mas defende maior clareza nos procedimentos. “A comunidade brasileira, os imigrantes, não querem que a coisa perca o controlo, mas que isso seja um pouco mais célere e descomplicado”, sublinhou.

A presidente da ABRAVIR explicou que a realização do fórum respondia a uma necessidade sentida há algum tempo, perante o aumento da população migrante e a diversidade de problemas relacionados com o trabalho, a universidade e a regularização documental. O objetivo passou por criar um espaço para esclarecer dúvidas e aproximar a comunidade das entidades públicas.

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Deportados por EE. UU.: migrantes LGBTIQ+, atrapados entre dos persecuciones

Huyeron de sus países para escapar de la persecución, pero las deportaciones impulsadas por Estados Unidos los han situado de nuevo en peligro. Migrantes LGBTIQ+ expulsados a terceros países denuncian amenazas, discriminación y el temor a ser devueltos a lugares donde su orientación sexual o identidad de género puede ponerlos en riesgo. Una investigación de Human Rights Watch documentó casos de personas deportadas a países africanos que criminalizan las relaciones entre personas del mismo sexo o donde las personas LGBTIQ+ sufren abusos. ¿Qué ocurre cuando la deportación no conduce a un lugar seguro? En esta emisión de Migrantes, escuchamos a algunas de las personas afectadas y analizamos las consecuencias de esta política para los derechos humanos.

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Leitão Amaro: "Somos um Governo orgulhoso das polícias"

Sem mencionar os protestos pela habitação, Leitão Amaro disse que "há quem esqueça que não há convivência sã em democracia sem regras". "A função das nossas polícias é defender regras".

© JOSÉ COELHO/LUSA

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Ceuta. Retiradas 300 toneladas de resíduos em acampamentos

Cerca de 200 trabalhadores mobilizados para limpar zonas onde viviam 500 migrantes desde finais de julho, após entrada massiva de mais de 80.000 pessoas.

© RAFAEL PENA/EPA

A Polícia Nacional retirou cerca de 500 migrantes que viviam nestes acampamentos finais de julho
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4.400 mortes de crianças migrantes: número é maior, diz ONU

Organizações dizem que mortes de crianças nas rotas migratórias podem não estar a ser notificadas e ser registadas erradamente como mortes de adultos. Em onze anos morreram 4.400 menores.

© SHAHZAIB AKBER/EPA

As crianças são frequentemente negligenciadas nestas estatísticas, denunciam a OIM e outras organizações agrupadas na Aliança Internacional de Dados sobre Crianças em Movimento (IDAC)
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