Julgamento por sequestro de um homem decorre à porta fechada

© Wavebreakmedia/Getty Images/iStockphoto

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Arrendamento: Segurança para o senhorio não pode significar insegurança para as famílias – PARTE 1
Para a DECO um mercado de arrendamento equilibrado precisa de confiança dos senhorios e inquilinos. Reforçar uma das partes sem proteger a outra não equilibra o mercado: faz exatamente o inverso.
A proposta de lei do Governo altera o regime do arrendamento urbano com um objetivo assumido: reforçar a posição dos proprietários e tornar mais rápidos os mecanismos de cobrança e de despejo. Mas esta reforma chega num momento em que as rendas dos novos contratos subiram mais de 10% num ano, a oferta continua escassa e cada vez mais famílias não conseguem suportar o custo da casa.
A DECO analisa as principais medidas propostas e apresenta as suas preocupações e propostas para a apreciação na especialidade.
Custos de entrada: arrendar pode tornar-se mais caro
A proposta aumenta de dois para três meses o limite da renda que pode ser exigida antecipadamente e elimina o limite específico atualmente previsto para a caução.
A DECO defende a manutenção de limites para a renda antecipada e para a caução, bem como a definição de um limite global para o conjunto das garantias exigidas ao arrendatário.
Incumprimento: uma dificuldade temporária não deve conduzir à perda da habitação
A proposta reduz de três para dois meses o período de mora relevante para efeitos de resolução do contrato.
A DECO defende que, sobretudo nos contratos destinados a habitação permanente, deve existir uma oportunidade real de regularização da dívida antes da resolução do contrato, sempre que exista capacidade de recuperação financeira.
Renovação dos contratos: garantir estabilidade e previsibilidade
A proposta altera os períodos de renovação dos contratos e as regras relativas à oposição à renovação pelo senhorio.
A DECO defende períodos mínimos razoáveis de estabilidade e previsibilidade nos contratos destinados a habitação permanente, permitindo às famílias reorganizar a sua situação habitacional e financeira.
Informe-se connosco.
Conte com o apoio da DECO MADEIRA através do número de telefone 968 800 489/291 146 520, do endereço electrónico deco.madeira@deco.pt. Pode também marcar atendimento via Skype. Siga-nos nas redes sociais Facebook, Bluesky, Instagram, Linkedin e Youtube!

Criar o hábito da poupança não precisa de ser complicado. Com alguns passos simples e disciplina, qualquer consumidor pode aprender a gerir melhor o seu dinheiro e começar a poupar de forma eficaz.
Deixamos-lhe algumas sugestões práticas para transformar a poupança num estilo de vida:
1- Identifique os seus rendimentos e despesas:
O primeiro passo a dar será perceber quanto dinheiro entra em casa e quanto sai todos os meses. Anote todos os seus rendimentos e as despesas, mesmo as mais pequenas. Este exercício permite perceber onde o dinheiro está a ser gasto e onde poderá cortar, se necessário.
Poupar sem ter um objetivo pode ser desmotivante. Quer seja para criar um fundo de emergência, comprar um carro ou fazer uma viagem, é importante definir uma meta e um prazo. Ter um propósito ajuda a manter o foco e a disciplina.
Estabeleça um plano onde cada euro tem um destino. Mal recebe o ordenado reserve uma percentagem fixa para a poupança, idealmente entre 10% e 20% do seu rendimento e considere-a uma “despesa obrigatória”: Pague-se a si mesmo em primeiro lugar!
Pode programar transferências automáticas para a sua conta bancária, ou para uma conta poupança. Incentiva-o a resistir à tentação de gastar o dinheiro antes de o guardar.
Não espere ter muito dinheiro para começar a poupar. O importante é criar o hábito. Mesmo 5 euros por semana fazem a diferença ao longo do tempo.
Reavalie os seus hábitos de consumo. Pequenos gastos diários, como cafés ou compras por impulso, podem representar valores significativos ao fim do mês. Ao cortá-los, pode redirecionar esse dinheiro para a poupança.
Reveja regularmente os seus objetivos de poupança, que dependerão dos seus objetivos e da sua idade, assim como do seu perfil de risco.
Se os seus rendimentos aumentarem, acrescente também a percentagem que guarda. Se houver imprevistos, ajuste o orçamento, mas tente manter o hábito de poupar.
Cultivar o hábito de poupar exige paciência, mas os resultados são duradouros. Com o tempo, vai perceber que tem mais controlo sobre o seu dinheiro e mais liberdade para fazer escolhas conscientes e seguras.
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O Gabinete de Proteção Financeira dá-lhe orientação e aconselhamento. Informe-se connosco e tenha o apoio da DECO MADEIRA através do número de telefone 968 800 489/291 146 520, do endereço electrónico deco.madeira@deco.pt. Siga-nos nas redes sociais Facebook, bluesky, Instagram, Linkedin e Youtube!

© dpa/picture alliance via Getty I

Eyes are on the Azores airbase of Lajes today, as the international press discusses the possibility of America launching new strikes against Iran ‘after the U.S. and Israeli elections’. Given
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É na madrugada deste domingo, 25 de outubro, que quando forem 02h00 em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, os relógios atrasam 60 minutos, passando para a 01h00, entrando assim no dito Horário de Inverno.
Na Região Autónoma dos Açores, a mudança será feita à 01h00 da madrugada de domingo, passando para o relógio para as 00h00, ou seja, para a meia-noite.
Sobre esta mudança de horário, no último domingo de outubro e no último domingo de março, entrando neste último no Horário de Verão, vários estudos têm associado a mudança da hora a efeitos nos padrões de sono, na produtividade e na saúde mental e cardiovascular.
As teorias não são consensuais, mas a prática revela por vezes dificuldades na adaptação aos novos horários. Por outro lado, a dita poupança de energia, também não é consensual, e por isso os países da União Europeia não se entendem sobre o abandono desta prática que já foi abandonada por vários países, incluindo o Brasil.
Recorde-se que em março, fonte da Comissão Europeia disse à agência Lusa que seria apresentado este ano um estudo com vista ao fim da mudança da hora, caso para questionar: Mudança da hora vai mesmo acabar?
A Comissão Europeia considera que é possível e vai apresentar estudo. O debate sobre o acerto sazonal tem acontecido na União Europeia desde pelo menos 2018. Em 2019, o Parlamento Europeu votou a favor do fim da mudança horária até 2021, na sequência de uma consulta pública da Comissão Europeia, em que 84% dos 4,6 milhões de inquiridos manifestaram essa posição.

A medida nunca avançou por falta de consenso no Conselho da União Europeia, onde os ministros dos estados-membros não concordaram numa posição comum própria para responder à proposta legislativa. Resta esperar, sabe-se lá até quando, que os ministros se entendam.

© HOMEM DE GOUVEIA/LUSA

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With ‘right to housing protestors’ calling for ‘participation’ in a new protest scheduled for Lisbon on Saturday, president of the government of Madeira, Miguel Albuquerque, has said the equivalent of
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CIVISA, the Azores Seismovolcanic Information and Monitoring Centre (CIVISA) has recorded nearly a hundred aftershocks following the magnitude 5.2 earthquake on the Richter scale that occurred in the region yesterday.
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