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Já se sabe a data certa da "Noite Estrelada" de Van Gogh?

Estudo sugere que o céu representado por Van Gogh corresponde ao que se podia observar a 22 de julho de 1889. Os investigadores cruzaram astronomia, matemática, meteorologia e cartas do pintor.

O óleo de 73,7 por 92,1 cm de Van Gogh está exposto no Museum de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA)
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CDU: Executivo de Pedro Duarte e PS "acordam tarde"

Sete empresas foram autorizadas a pagar compensações em vez de construir habitação acessível. A CDU lembra que já tinha convocado a Assembleia Municipal para o tema em janeiro.

© JOSÉ COELHO/LUSA

A CDU defendeu "a necessidade de aprofundar as competências do Município do Porto no âmbito da Carta Municipal de Habitação"
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Pintura que Van Gogh fez dois meses antes de morrer e passou os últimos 60 anos escondida pode custar até R$ 900 milhões em leilão

Uma das últimas obras da vida de Vincent Van Gogh (1853-1890), que não foi exposta nos últimos 60 anos, será leiloada em Nova York, nos Estados Unidos. A expectativa é de que os lances para a tela Châtaigniers en fleurs (Castanheiras em flor, em tradução livre), cheguem a US$ 180 milhões (R$ 896 milhões na cotação atual).

A pintura, exposta em Hong Kong no último dia 13 após décadas fazendo parte do acervo de 12 obras dos colecionadores argentinos Nelly Arrieta de Blaquier e Carlos Pedro Blaquier, retrata uma castanheira florida, com um homem – que se assemelha ao autor – caminhando sozinho diante de três mulheres.

Criação

Criada em 1890 na vila francesa de Auvers-sur-Oise durante os dois últimos meses de vida do artista holandês após sua saída do hospital psiquiátrico de Saint-Rémy, a Châtaigniers en fleurs é considerada uma das “mais expressivas e esperançosas desta fase final de sua carreira”, afirma o vice-presidente da casa de leilões Sotheby’s, Scott Niichel, levando em conta as cerca de 70 criações dessa fase.

“Esse frenesi na aplicação da tinta sugere que ele ainda tinha muito a oferecer e que estava com pressa de colocar tudo na tela”, avalia, referindo-se espessura das camadas de tinta.

Recorde

O leilão está marcado para 18 de novembro na Sotheby’s, em Nova York. Se atingido, o valor será recorde para obras de Van Gogh, que morreu aos 37 anos, após um tiro no  peito – o quadro mais caro vendido até agora foi “Pomar de Ciprestes”, arrematado por US$ 117,2 milhões em 2022 (por volta de R$ 583 milhões em valores atuais).

Autorretrato de Van Gogh é descoberto atrás de outra pintura

 

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Construtora de Braga apoia primeira Trienal de Artes das Universidades Católicas em Angola

A construtora bracarense DST, através da dstangola, é um dos parceiros da ART CUT’26, uma iniciativa internacional que reúne mais de uma centena de artistas e que inaugura, esta quinta-feira, em Luanda, Angola.

A Trienal de Arte das Universidades Católicas é promovida no âmbito do Dicastério para a Cultura e a Educação da Santa Sé, presidido pelo cardeal José Tolentino de Mendonça, e envolve 105 artistas, 14 curadores e sete universidades de três continentes, refere a empresa em comunicado hoje enviado a O MINHO.

O apoio do grupo de Braga contempla a realização da exposição em Luanda e a produção de uma obra de arte pública da artista Mónica de Miranda, intitulada Earthworks, que será apresentada na Universidade Católica de Angola.

A instalação, desenvolvida a partir de um projeto apresentado em 2025 na Somerset House, em Londres, Inglaterra, aborda temas como a memória, a ecologia, o território e a relação entre o indivíduo e a comunidade. A participação do dstgroup inclui o apoio técnico e construtivo à produção de estruturas e elementos que integram a obra.

Sob o tema Exercícios de Empatia, a ART CUT’26 pretende promover a reflexão sobre o papel da arte na aproximação entre pessoas, culturas e diferentes formas de pensamento.

Em Luanda, o capítulo da Trienal, intitulado Ubuntu / Humanity, é desenvolvido em colaboração com a Universidade Católica de Angola. Inspirado no conceito africano de Ubuntu, que destaca a interdependência entre as pessoas e a dimensão comunitária da existência, o projeto reúne artistas angolanos e internacionais para refletir sobre identidade, memória, pertença e convivência.

A programação distribui-se por três espaços da capital angolana: a Universidade Católica de Angola, o Palácio de Ferro e o Hotel Globo. O programa inclui exposições, escultura, instalação, cinema, fotografia, vídeo e performance, com a participação de artistas como Mónica de Miranda, Kiluanji Kia Henda, Deborah Stratman, Julianknxx e Sarah Maldoror.

Além das exposições, estão previstas conversas, encontros, visitas comentadas e oficinas, em colaboração com instituições académicas locais, com o objetivo de aproximar a arte dos diferentes públicos e estimular o diálogo com novas gerações de criadores angolanos.

“O projeto, concebido e proposto pelo cardeal Tolentino de Mendonça, entusiasmou-nos por, também em Angola, podermos ajudar todos a interrogarem-se através da arte”, afirma José Teixeira, presidente da DST, citado no comunicado.

O empresário considera que a arte permite encontrar “propósito, sentido e significado” e destaca a sua capacidade de dar a conhecer novas realidades e de proporcionar diferentes formas de liberdade.

A cerimónia inaugural realiza-se às 15:30 de quinta-feira, no polo Palanca da Universidade Católica de Angola, e contará com intervenções de José Teixeira, Nuno Crespo, curador-geral da Trienal, e Maria da Assunção, reitora da instituição. Está também prevista a participação do arcebispo de Luanda, Filomeno do Nascimento Vieira Dias, e do ministro da Cultura de Angola, Filipe Zau.

A exposição estará patente até 20 de dezembro de 2026. A ART CUT’26 estende-se a oito cidades de três continentes, incluindo Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro, Bogotá, Santiago do Chile, Boston e Milão, e culminará numa apresentação em Veneza, no final de 2027.

A participação nesta iniciativa dá continuidade ao investimento cultural do dstgroup em Angola, onde o grupo tem promovido projetos de valorização da literatura, da língua portuguesa e do acesso ao conhecimento, nomeadamente através do Prémio de Literatura dstangola/Camões.

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Vídeos de ajedrez | Arte con la luz de un candil

No sólo es arte. Además, es artesano. Lo produjo, en los primeros años del siglo XX, uno de los mejores compositores de finales artísticos de todos los tiempos, el francés Henri Rinck (1870-1952). Hoy, las dos maravillas de este vídeo serían relativamente fáciles de elaborar, porque ambas constan de muy pocas piezas, con ayuda de programas informáticos muy potentes que corren en un teléfono móvil y juegan mejor que el campeón del mundo.

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El Rincón de los Inmortales 580
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“Adda venì Vannacci”: chi è davvero il generale e perché una parte d’Italia lo aspetta? Dalla carriera militare alla Lega, il nuovo libro di Francesco Bonazzi indaga il fenomeno politico – L’estratto

È in uscita il 27 ottobre per l’editore Aliberti Adda venì Vannacci. Chi è davvero il Generale e perché una parte d’Italia lo aspetta del giornalista Francesco Bonazzi. Dalla carriera militare ai rapporti con la Lega fino alla nascita di Futuro Nazionale, l’autore passa al vaglio le posizioni di Roberto Vannacci su sicurezza, famiglia, lavoro, immigrazione, Europa. In un ritratto tagliente e a tratti impietoso, in cui non si concedono scorciatoie nemmeno ai suoi avversari, mette alla prova quella promessa di buonsenso che attraversa i suoi discorsi. Per capirlo, sostiene Bonazzi, dargli del fascista non basta. Bisogna leggere ciò che scrive, osservare come si muove e guardare ai vuoti lasciati dalla politica che vorrebbe fermarlo. Pubblichiamo, per gentile concessione dell’editore, un estratto del volume:

Il dividendo dell’incertezza

Il fenomeno FN non è il trionfo della destra identitaria e non è neppure portatore di una qualche identità, come si cerca di far credere. V si piazza a gambe divaricate, sia fisicamente che idealmente, al centro di mille paure fomentate negli anni e indica un nuovo percorso politico e di conquista del potere alla nuova destra nazionalista e xenofoba. La destra di FN è orgogliosa, muscolare, giovane, senza grossi scheletri negli armadi e si rivende come la destra autentica e senza filtro che scaccia la falsa destra accomodante e imborghesita. V è la moneta cattiva che tenta di scacciare la moneta buona, come nella legge di Gresham.

O, se si vuole essere più brutali, come la nuova agenzia di vigilanza che viene ingaggiata dopo che quella presente non ha “performato” in modo adeguato.

In tutti questi mesi V ha tentato di accreditarsi sul mercato dell’offerta politica come la risposta baldanzosa e movimentista, a tratti persino spiritosa e futurista, alla destra grigia di Giovambattista Fazzolari, alla destra familista di Arianna Meloni e Francesco Lollobrigida, alla destra nepotista di Ignazio La Russa, alla destra inefficiente e tromboneggiante di Adolfo Urso, alla destra delle circolari torve e vagamente inquisitorie del ministro Giuseppe Valditara e a quella dandy e leggiadra di Alessandro Giuli.

V è la naturale evoluzione del generale Francesco Paolo Figliuolo, l’eroe della campagna vaccinale, che tutto può e tutto risolve in un delirio di paure inedite e tecnocrazie in divisa, innescato da una classe politica inetta e che non vuole assumersi delle responsabilità che teme essere impopolari.

V è la prosecuzione sui social media del mitico onorevole Giuseppe Tritoni di Vogliamo i colonnelli, impersonato da Ugo Tognazzi. Più che un’identità, la sua destra è un eterno ritorno, una reincarnazione dell’uomo forte, perfetto per un popolo che forse è stato più mussoliniano che realmente fascista. Un popolo che oggi è in una certa misura già pronto a diventare vannacciano.

V pilota con fiero cipiglio questa nuova destra che si proclama efficiente e identitaria, ha gli stivaloni ben piantati nella tradizione italica più retorica e autocompiaciuta,

ma fonda il suo sistema di valori su una categoria farlocca come il concetto di identità e su un’elaborazione teorica debole o inesistente. Questa famosa identità esiste? Non esiste? Alla fine poco importa. Tanto serve solo a escludere.

L’identità e la sua estrema difesa diventano la giustificazione di ogni deriva securitaria, di ogni xenofobia, di ogni pulsione razzista e della fatidica remigrazione.

Senza la bandierina della «nostra identità» restano sul campo, nudi e impresentabili come il culo della scimmia, razzismo, discriminazioni e gli abusi di potere in divisa dell’ICE (Immigration and customs enforcement). Alla fine, come recita uno slogan di chi si è opposto alla polizia speciale di Trump «Police everywhere, justice nowhere» («polizia ovunque, giustizia da nessuna parte»). Vogliamo arrivarci anche in Italia?

L'articolo “Adda venì Vannacci”: chi è davvero il generale e perché una parte d’Italia lo aspetta? Dalla carriera militare alla Lega, il nuovo libro di Francesco Bonazzi indaga il fenomeno politico – L’estratto proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Falar mal de professores no WhatsApp dá indemnização?

Uma aluna suspensa por conversas privadas ganhou o processo contra o colégio de Braga. Já em Milão, a Monalisa surge de peito nu com cicatrizes para alertar para o cancro da mama.

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