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Acesso à praça de táxis com controlo a partir de dia 3

O prazo para credenciação sem interrupção de acesso é 30 de outubro. Quem falhar a data só consegue ativar o acesso na semana seguinte à credenciação.

© Corbis via Getty Images

A medida surge depois de sucessivas queixas de passageiros, sobretudo turistas, relacionadas com cobranças excessivas e recusas de destino
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Telefonemas de Merz para Lisboa decisivos na venda da TAP. “Apoiou-nos muito”, diz CEO da Lufthansa


Num negócio como a privatização da TAP, que envolve a venda de uma participação do Estado, é habitual os governos colocarem o seu peso institucional ao lado dos campeões nacionais que concorrem à operação. O CEO da Lufthansa afirmou, em entrevista à revista Der Spiegel, que a intervenção de Friedrich Merz foi muito importante para que o grupo alemão batesse a Air France-KLM.

“Na TAP, o chanceler apoiou-nos muito. Sem os seus telefonemas para Lisboa, teria sido consideravelmente mais difícil vencer os franceses, que também tinham o apoio do seu Governo”, disse o CEO da Lufthansa, Carsten Sphor, segundo excertos da entrevista publicados em sites especializados.

Friedrich Merz chegou a defender publicamente, em maio, durante um encontro com Luís Montenegro em Berlim, o interesse da Lufthansa na TAP. “Vejo grandes oportunidades para ambas as partes, por exemplo também através de uma cooperação entre a Lufthansa e a TAP”, disse na altura.

A Lufthansa venceu a privatização com uma proposta de 1.025 milhões por 44,9% da TAP, a que acrescerão 118 milhões de euros referentes à oferta de 5% aos trabalhadores, se estes não subscreverem os títulos. Acrescem ainda 58 milhões relativos ao valor a pagar pela venda da Cateringpor e da SPdH, e um mecanismo de ajuste temporal à evolução dos resultados da empresa.

Analistas e o sindicato dos pilotos alemães consideraram o preço elevado. Uma avaliação rejeitada por Carsten Sphor. “Pelo preço de apenas algumas aeronaves de longo curso, ganhamos acesso a 100 aviões modernos da TAP e subimos da sexta para a primeira posição entre a Europa e a América Latina”, disse o gestor. “Uma oportunidade como esta não se repetirá.”

O CEO do Lufthansa Group voltou também a mostrar interesse numa privatização a 100% da TAP. “As sinergias plenas só se materializam com a propriedade de 100%. Isso faz parte do nosso modelo de negócios e não fazemos segredo disso”, apontou Spohr. “No entanto, também poderíamos ter sucesso com uma participação menor”, acrescentou.

O grupo apresentou uma proposta não-vinculativa para adquirir os restantes 50,1% da TAP. O vencedor da privatização propõe pagar 863 milhões de euros pelas ações e oferece uma participação de 5% no grupo Lufthansa, avaliada em 488 milhões de euros, a realizar através de emissão de novas ações. O Estado português tornar-se-ia o segundo maior acionista de referência, atrás da fundação Kühne, que controla 20%.

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FlixBus expande rede com cinco novos destinos no Centro e Sul do país

A operadora de transporte rodoviário FlixBus alargou a sua rede de expressos em Portugal com o lançamento de novas linhas que integram cinco novos destinos: Vouzela, Termas de São Pedro do Sul, Ovar, Castro Verde e Loulé, anunciou esta terça-feira, 27 de outubro, a empresa.

Com estas entradas, a empresa atinge 13 novas cidades integradas na sua oferta doméstica desde o início de 2026, somando mais de uma centena de destinos servidos em território nacional, com foco no reforço da mobilidade fora dos grandes centros urbanos e em zonas de menor densidade populacional.

Na Região Centro, as localidades de Vouzela e Termas de São Pedro do Sul passam a ter ligações diretas ao Porto, Braga, Guimarães, Aveiro e Viseu através de uma nova linha com dois horários diários. Já a cidade de Ovar junta-se à rede com uma rota direta que a conecta ao Porto, Coimbra, Santarém e Évora.

Na Região Sul, Castro Verde e Loulé passam a estar integradas na rede através de uma linha que liga estes dois municípios a Faro (incluindo o aeroporto), Albufeira, Beja, Setúbal e Lisboa. A operação no Sul conta com quatro horários diários e reforça também a conectividade de Évora, que passa a dispor de ligações diretas diurnas para Santarém, Coimbra, Porto e Ovar.

Em comunicado, o diretor de operações da FlixBus em Portugal, Tiago Cavaco Alves, sublinha que o alargamento reflete o compromisso de aproximação dos territórios e de criação de alternativas ao transporte individual, facilitando o acesso aos principais centros urbanos e a infraestruturas como o Aeroporto de Faro.

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Passageiros da Carris já superaram os 100 milhões este ano

Nos primeiros nove meses do ano, a Carris transportou mais 3,5 milhões de pessoas em comparação com 2025, superando os 100 milhões de passageiros. Até agora, outubro mantém tendência de subida.

O dia 14 de outubro foi, até ao momento, o de maior procura do ano, tendo viajado na Carris mais de 565 mil passageiros
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CP alerta para perturbações nos comboios a partir de quinta-feira devido a greve

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By: Lusa

A CP – Comboios de Portugal alerta para a ocorrência de perturbações na circulação dos comboios entre quinta-feira e sábado devido à greve dos revisores e dos trabalhadores de bilheteiras.

Os revisores, trabalhadores das bilheteiras e chefias da CP vão cumprir a 30 de outubro um dia de greve por melhores condições de trabalho.

“Por motivo de greve convocada, pelo sindicato SFRCI, para dia 30 de outubro, preveem-se perturbações na circulação de comboios, com possíveis impactos também no dia anterior e no dia seguinte”, lê-se numa nota no site da CP.

Os clientes que já compraram bilhete para os serviços Alfa Pendular, Intercidades, Internacional, InterRegional ou Regional podem pedir o reembolso total do mesmo ou a sua troca.

Na semana passada, Luís Bravo do Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI), disse à Lusa que a greve de 24 horas visa a valorização do trabalho e “dignidade das suas condições de vida”, agravada pelo aumento dos combustíveis, habitação, bens alimentares essenciais e a subida dos preços do gás e da eletricidade.

O SFRCI pede “que a CP e o Governo adotem medidas concretas e eficazes que permitam recuperar o poder de compra perdido, valorizar os trabalhadores ferroviários e garantir condições de vida dignas a quem assegura diariamente o funcionamento de um serviço público essencial ao país”.

Os trabalhadores reivindicam a valorização do subsídio de deslocação/transporte ainda durante o ano de 2026, com efeitos retroativos a julho, de forma a compensar o aumento extraordinário dos custos de mobilidade.

Por outro lado, reclamam a conclusão das negociações relativas à valorização do trabalho prestado em dias de descanso não compensado, a publicação imediata do Boletim do Trabalho e Emprego (BTE) de todos os acordos salariais e regulamentares atualmente em vigor e a abertura urgente de negociações para a revisão do Acordo de Empresa e do Regulamento de Carreiras.

Os trabalhadores exigem também a publicação em BTE dos aumentos salariais alcançado em 2025 e 2026 e dos diversos acordos bilaterais atualmente em vigor.

Denunciam igualmente que “a imagem e o profissionalismo dos seus trabalhadores perante os passageiros e opinião pública estão a ser injustamente afetados pelos sucessivos atrasos provocados por problemas na infraestrutura ferroviária”.

Por isso, o sindicato quer “a adequação dos horários dos comboios às condições reais da infraestrutura sempre que se verifique, de forma sistemática, a ocorrência de atrasos significativos, evitando a degradação da qualidade do serviço prestado e a exposição injusta de trabalhadores perante os passageiros”.

Os trabalhadores vão assegurar a prestação, durante a greve, dos serviços necessários à segurança e manutenção de equipamentos e instalações em todas as vertentes.

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Greves no Metro de Lisboa desconvocadas

As greves parciais de quarta e sexta-feira no Metropolitano de Lisboa vão ser desconvocadas, após os serviços mínimos decretados pelo Tribunal Arbitral, pois as organizações sindicais consideram que a decisão coloca em causa a segurança de utentes e trabalhadores. “Enviámos uma comunicação, portanto, aos trabalhadores e ao próprio Conselho Económico e Social, onde informamos que as greves de 28 e dia 30 serão desconvocadas”, afirmou à Lusa a dirigente sindical Sara Gligó. Segundo a dirigente da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans) e do STRUP – Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal, “o Tribunal

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Número de passageiros da Carris superou os 100 milhões nos primeiros nove meses do ano

Carris

O número de passageiros transportados pela Carris cresceu 3,5% nos primeiros nove meses do ano face ao período homólogo, tendo viajado na empresa municipal de Lisboa mais de 100 milhões de pessoas, informou hoje a transportadora.

“Este aumento corresponde a mais 3,5 milhões de pessoas transportadas, num total de mais de 100 milhões de passageiros verificados até setembro”, refere a empresa em comunicado.

De acordo com a transportadora, o aumento da procura foi registado tanto no segmento de autocarros, como nos elétricos, representando os clientes regulares cerca de 89% da totalidade de passageiros que viajaram na Carris nos primeiros nove meses do ano.

A Carris, que é gerida pelo município de Lisboa, indica que no presente mês de outubro se mantém a “tendência de subida, com uma média diária de cerca de 500 mil pessoas transportadas, o que significa um crescimento de 4% em relação a outubro do ano passado”.

O dia 14 de outubro foi, até ao momento, o de maior procura do ano, tendo viajado na Carris mais de 565 mil passageiros.

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Seguro e Montenegro calados viraram o alvo dos protestos?

Sem defenderem a polícia nem os manifestantes, o presidente e o primeiro-ministro fragilizam o Governo. A Galp em descida com negócio falhado com a Moeve e a greve de metro caiu nos serviços mínimos.

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Porto já retirou 300 trotinetas da rua, Lisboa prefere medida mais radical. Prioridade às bicicletas


O município do Porto já retirou 300 trotinetas das ruas desde setembro e prepara-se para substituir gradualmente parte da frota em circulação por bicicletas partilhadas. Há vários meses que o Executivo de…

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IL: trânsito em Coimbra piora após reforma

Vereador da IL acusa dados do município de estarem "desfasados da realidade" e pede medidas para as filas nas entradas e saídas de Coimbra e nos HUC.

© PAULO NOVAIS/LUSA

"Temos esta perceção de que o trânsito em Coimbra sempre foi um problema, não é de agora", disse a presidente da Câmara de Coimbra
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Sindicatos desconvocam greves parciais de quarta e sexta-feira no Metropolitano de Lisboa

As greves parciais de quarta e sexta-feira no Metropolitano de Lisboa vão ser desconvocadas, após os serviços mínimos decretados pelo Tribunal Arbitral, pois as organizações sindicais consideram que a decisão coloca em causa a segurança de utentes e trabalhadores.
“Enviámos uma comunicação, portanto, aos trabalhadores e ao próprio Conselho Económico e Social, onde informamos que as greves de 28 e dia 30 serão desconvocadas”, afirmou à Lusa a dirigente sindical Sara Gligó.

Segundo a dirigente da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans) e do STRUP – Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal, “o Tribunal Arbitral decidiu pela fixação de serviços mínimos, pela circulação de composições, e nos moldes em que, efetivamente, a empresa solicitou”.

“Entendemos que esta decisão contraria a jurisprudência existente, coloca em causa a segurança dos utentes e dos próprios trabalhadores a operar nas condições que foram decretadas, inclusive, este acórdão permite a substituição de trabalhadores em greve por trabalhadores que não estão habilitados para estas funções”, apontou.

Nesse sentido, Sara Gligó adiantou que as organizações sindicais vão “agora reunir os trabalhadores em plenário” para determinar as próximas ações.

“Desconvocámos obviamente esta greve, mas não desconvocámos a luta e, portanto, iremos com os trabalhadores encontrar novas formas de luta”, salientou.

O Tribunal Arbitral tinha definido serviços mínimos para as greves parciais de quarta e sexta-feira, entre as 5h00 e as 10h00, com abertura de 26 estações, segundo o Metropolitano de Lisboa.

“Os serviços mínimos assegurarão a abertura das estações terminais, de correspondência entre linhas ou de interface com outros operadores e as que servem hospitais, universidades e tribunais, num total de 26 estações (10 na linha Azul, seis na Amarela, cinco na Verde e cinco na Vermelha), com início do período de trabalho às 6h30 para preparação dos comboios”, informou a empresa.

Das 56 estações da rede, as 26 estações estariam abertas e em funcionamento “a partir das 7h00”, nas linhas Azul, Amarela, Verde e Vermelha, enquanto as restantes permaneceriam “encerradas ao público até às 10h00”, prevendo-se que a circulação fosse “significativamente reduzida, com tempos de espera superiores ao habitual”.

Para a dirigente da Fectrans e do STRUP, “o tribunal aceitou tudo o que o Metropolitano de Lisboa pediu”, o que “põe em causa o direito à greve dos trabalhadores” e “coloca em causa a segurança do serviço público de transporte”.

“A questão nem sequer se coloca com o número de estações abertas, a questão central coloca-se que o Metropolitano, além de dizer no próprio pedido de serviços mínimos que efetivamente hoje a segurança e a circulação é assegurada por sistemas automáticos e que em nada dependem da circulação com trabalhadores, não é verdade”, contrapôs.

Com os serviços mínimos, explicou, um trabalhador “tem que garantir, mesmo que seja das cinco às 10 da manhã, operacionalidade de quatro linhas, o que não é humanamente possível e coloca, obviamente, em causa a segurança, porque quem monitoriza uma linha não consegue monitorizar as outras todas ao mesmo tempo”.

“Portanto, se tiver um problema numa linha, deixa de monitorizar as outras, e isto para nós é efetivamente colocar em causa a segurança dos passageiros, dos próprios trabalhadores, que depois também estão, quer no posto de comando central, quer no âmbito da operação, a garantir a abertura das estações e da circulação de comboios”, sublinhou.

A greve, de acordo com Sara Gligó, dirigente da Fectrans e do STRUP, resulta de problemas persistentes no Posto de Comando Central e nos Postos de Tração, nomeadamente a falta de trabalhadores, recurso excessivo a trabalho suplementar, existência de turnos prolongados, atrasos na formação de encarregados e inspetores e esvaziamento das funções das chefias.

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