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Super-ricos geram mais poluição e lucram com desastres climáticos

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A parcela de 0,1% mais ricos da população mundial - 8 milhões de pessoas - gera mais poluição por carbono do que os 3,5 bilhões de pessoas mais pobres.

Os super-ricos impulsionam o colapso climático por meio de emissões desproporcionais, enquanto conseguem se proteger das consequências e ainda lucram a partir da destruição.Por outro lado, as pessoas em maior vulnerabilidade sofrem os piores impactos, como casas e plantações destruídas por enchentes ou incêndios, além de meios de subsistência perdidos e fome.

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A conclusão é de um relatório produzido pela Oxfam, publicado antes da conferência climática da ONU (COP31), na Turquia, que será realizada de 9 a 20 de novembro de 2026.

“A crise climática é frequentemente descrita como um desafio humano compartilhado. Mas não é. Aqueles que menos contribuíram para causá-la estão perdendo suas casas, suas colheitas e, cada vez mais, suas vidas”, afirmou Amitabh Behar, diretor executivo internacional da Oxfam, em nota.

Uma pessoa pertencente aos 0,1% mais ricos contribuiu quase 400 vezes mais para as atuais ondas de calor extremo do que alguém que faz parte dos 50% mais pobres, segundo dados reunidos no estudo.

Análise da Oxfam indica que apenas um ano de emissões dos 1% mais ricos causará 1,9 milhão de mortes adicionais relacionadas ao calor. Dessas, 78% vão ocorrer em países de renda baixa e média-baixa, ainda que esses países sejam responsáveis por apenas 8% das emissões globais.

“Enquanto isso, os super-ricos podem comprar sua segurança, refugiando-se em bunkers subterrâneos de alta tecnologia, contratando equipes privadas de combate a incêndios e adquirindo seguros privados, além de lucrarem ativamente com as consequências da poluição que geram”, acrescentou Behar.

Além disso, o relatório aponta que as emissões dos 1% mais ricos causarão quase US$53 trilhões em danos econômicos até 2050. Até essa data, há ainda a estimativa de que até 1 bilhão de pessoas possam ser deslocadas pela crise climática, sendo a maioria no Sul Global.

“Isso não é uma tragédia de destino compartilhado; é um crime de desigualdade extrema”, concluiu o diretor da Oxfam.

O relatório alerta ainda que desastres climáticos são cada vez mais explorados para promover políticas que aprofundam a desigualdade, como a privatização da ação climática e dos serviços públicos, apropriações de terras, desregulamentação e benefícios fiscais para os super-ricos.

“Os super-ricos estão incendiando o planeta e depois cobrando do resto de nós pelos extintores”, afirmou Behar. “Eles lucram com a poluição. Eles lucram com o desastre. E lucram novamente com a reconstrução.”

O novo índice Destruir e Reconstruir (Destroy & Rebuild Index) da Oxfam identificou 217 empresas que lucram simultaneamente com setores que impulsionam o colapso climático e com atividades de preparação, resposta, recuperação e reconstrução pós desastres.

Recomendações

Diante do cenário relatado, a Oxfam fez algumas recomendações. Uma delas é que os grandes poluidores paguem e reduzam de forma rápida e significativa suas emissões de carbono, por meio de impostos sobre riqueza e renda, tributação sobre empresas de combustíveis fósseis e impostos punitivos sobre bens de luxo altamente poluentes, como jatos privados.

Outra medida seria aumentar o financiamento climático para o Sul Global, priorizando recursos públicos e doações, em vez de empréstimos que ampliam o endividamento. Os recursos destinados à adaptação climática precisariam ser triplicados até 2035.

Além de garantir uma infraestrutura pública resiliente ao clima e serviços públicos fortalecidos, a entidade recomenda acabar com o lucro obtido a partir dos desastres climáticos, limitando o poder corporativo em áreas como resposta a emergências, reconstrução e sistemas alimentares durante crises.

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GNR alertada para esquema de falsas visitas no Alentejo

Falsos técnicos contactam clientes por telefone para agendar visitas a casas. A empresa intermunicipal cobre 10 municípios do distrito de Portalegre.

"O controlo da qualidade da água é feito na rede pública, por técnicos identificados com cartão da empresa e fardamento", acrescenta a AAA
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Engenheiros de Barcelos ganham prémio de 7.500 euros por inovação na gestão dos resíduos têxteis

O projeto “Novelo”, desenvolvido pelos engenheiros Flávio Fernandes e Hélder Gonçalves, de Barcelos, foi o grande vencedor do concurso Hack4Guimarães 2035, conquistando também o desafio TextVitrus: Dar Destino aos Têxteis, lançado pela Vitrus Ambiente.

De acordo com a empresa municipal de Guimarães, o “Novelo” apresenta uma abordagem à gestão dos resíduos têxteis, contribuindo para a “reflexão sobre novas soluções para a economia circular e a valorização destes materiais”.

Engenheiros de Barcelos ganham prémio de 7.500 euros por inovação na gestão dos resíduos têxteis
Foto: Vitrus Ambiente

Os projetos vencedores de cada desafio receberam um prémio de 1.000 euros, tendo o projeto “Novelo”, enquanto vencedor do concurso geral, recebido ainda 7.500 euros adicionais.

Os dois jovens vencedores são ex-alunos da Universidade Politécnica de Viana do Castelo e, para além disso, têm em comum uma ligação ao ciclismo. Ambos cumpriram a formação desportiva na academia da Associação Cultural e Recreativa de Roriz, de Barcelos, sendo que Hélder Gonçalves chegou mesmo a ciclista profissional no pelotão nacional, carreira que abandonou aos 25 anos.

Engenheiros de Barcelos ganham prémio de 7.500 euros por inovação na gestão dos resíduos têxteis
Foto: Vitrus Ambiente

A cerimónia de entrega dos prémios decorreu esta quarta-feira, no âmbito do Mês da Economia de Guimarães, e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, e do presidente da CCDR-Norte, Álvaro Santos.

A Vitrus Ambiente refere que se associou a esta iniciativa no âmbito do Mês da Economia de Guimarães, reforçando o seu “compromisso com a sustentabilidade, a inovação e a procura de soluções que promovam uma gestão mais eficiente dos resíduos”.

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Lista das espécies da flora ameaçadas de extinção é atualizada

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) atualizou, nesta quarta-feira (28), a Lista Nacional Oficial de Espécies da Flora Ameaçadas de Extinção. Ao todo, 3.730 espécies foram avaliadas e classificadas pelo Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), de acordo com o atual estado de conservação.

São árvores, arbustos e plantas de pequeno porte, que aparecem em uma lista de quatro categorias:

  • Vulnerável (VU);
  • Em Perigo (EN);
  • Criticamente em Perigo (CR) e
  • Criticamente em Perigo - Possivelmente Extinta (CR-PE).

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Ao todo, 838 espécies da flora oram classificadas como vulneráveis, como a castanha-do-pará (Bertholletia excelsa), que integra a lista desde 1992, e o palmito-juçara (Euterpe edulis), de grande importância para a economia da floresta.

O maior grupo reúne 2.162 espécies em perigo de extinção. Figuram entre elas a araucária (Araucaria angustifólia) e o jequitibá-rosa (Cariniana legalis). Das 728 espécies que foram classificadas como criticamente em perigo, está o pau-brasil (Paubrasilia echinata).

Apenas duas espécies foram listadas como possivelmente extintas: o Symplocos rizzinii, uma árvore da Mata Atlântica, presente na região da Serra do Itatiaia, no Rio de Janeiro, e a Plinia rogersiana, espécie do mesmo gênero da jabuticaba, também nativa da Mata Atlântica, com ocorrência em São Paulo.

A atualização da lista adota critérios como tamanho, fragmentação e declínio das populações, distribuição geográfica, ameaças e medidas de conservação existentes. De acordo com a Portaria 43/2014, do Ministério do Meio Ambiente, a lista deve ser revisada a cada cinco anos.

A última revisão foi publicada em 7 de junho de 2022, quando estavam classificadas na lista 3209 espécies.

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Sismo de magnitude 4,0 sentido em São Miguel

O CIVISA registou o evento às 14h18 locais desta quarta-feira, a 40 km a oeste de Ginetes. A zona já tinha sido afetada a 20 de outubro por um sismo de 5,2.

© MÁRIO CRUZ/LUSA

O evento foi ainda sentido com intensidade III (escala de Mercalli Modificada) no concelho da Ribeira Grande
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Governo libera R$ 68,6 milhões para combater incêndios e seca no Norte

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O Governo Federal informou nesta quarta-feira (28) que liberou R$ 68,6 milhões para ações de combate a incêndios em estados da Região Norte. Os recursos, enviados para o Amazonas, Pará e Acre, também se destinam ao combate à estiagem e à seca.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) informou ainda que enviou técnicos da Defesa Civil Nacional para os estados. Eles vão auxiliar, especialmente os municípios amazonenses e paraenses, nos processos de solicitação federal de situação de emergência e de liberação de recursos para assistência humanitária.

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Cidades com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. Até o momento, o ministério aprovou para o Amazonas 47 planos de trabalho, somando R$ 45,2 milhões. O estado tem 48 municípios com reconhecimento federal de situação de emergência vigente.

“Algumas cidades foram contempladas com mais de um decreto, resultando em 66 reconhecimentos, sendo 29 em razão da estiagem e 37 por causa dos incêndios”, disse o MIDR.

O Pará recebeu R$ 3,9 milhões, resultantes da aprovação de seis planos. Ao todo, 24 municípios estão reconhecidos com situação de emergência. Algumas cidades paraenses também foram contempladas com mais de um decreto, somando 28 reconhecimentos, sendo 16 em função das queimadas e o restante devido à falta de chuva.

Já o Acre recebeu R$ 19,3 milhões para o enfrentamento da seca, após a aprovação de 15 planos de trabalho. No total, 22 cidades estão em situação de emergência no estado.

Segundo o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, as equipes em campo estão dedicadas a agilizar o reconhecimento federal da situação de emergência e, consequentemente, a liberação de recursos para assistência humanitária.

“Trabalharemos para agilizar o reconhecimento da situação de emergência e a liberação de recursos a cada demanda manifestada. Não há como mensurar quanto de recurso será disponibilizado. Tudo o que for necessário será liberado, conforme os planos de trabalho municipais e estaduais", afirmou.

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Elétricos para carenciados com apoio até 80% no OE2027

Dotação de 50 milhões para incentivos à população em geral e 9.000 veículos para microempresas. Ministra do Ambiente anunciou medidas no debate parlamentar do OE2027.

© Getty Images

Em junho, o Governo abriu um novo concurso de 10 milhões de euros para apoiar compra de veículos elétricos, que esgotou em poucas horas
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Nucleare, l’ultima di Pichetto sul deposito: “Se non arrivano candidature, ci sono le aree militari”. Ma dimentica la lezione di Scanzano

Deposito nazionale delle scorie nucleare, il ministro dell’Ambiente e della Sicurezza energetica, Gilberto Pichetto Fratin, ne spara un’altra: “Stiamo riaprendo la fase delle candidature (dei Comuni per ospitarlo, ndr). Se non ci fossero candidature, ci sono le aree militari”. Lo ha detto, intervenendo all’Assemblea di Confindustria Energia, a Roma. Premessa: l’Italia ha bisogno di quel deposito per non essere costretta a continuare a pagare a caro prezzo lo stoccaggio tra Francia e Regno Unito e per tenere le scorie in un posto più sicuro almeno rispetto ai depositi temporanei. Ma le parole del ministro aprono all’ennesima ipotesi ventilata negli ultimi anni, anche dallo stesso Pichetto Fratin. Il fatto è che la partita delle candidatura è da giocare tutta in salita. Una manciata di giorni fa, nel corso di un incontro organizzato alla Provincia di Viterbo, il territorio ha fatto fronte comune: nessuno dei siti della Carta Nazionale delle Aree Idonee (Cnai) individuati nella Tuscia – che sono ben 21 su un totale di 51 – rispetta i criteri di sicurezza richiesti. Da anni comitati, sindaci, Provincia di Viterbo e associazioni osteggiano l’ipotesi che il deposito possa finire nel Viterbese, tanto che a giugno scorso la protesta è arrivata anche nella Capitale. Così Pichetto esplora nuove possibilità, ossia le aree militari. Ma dimentica la storia recente del Paese. Perché c’è un precedente storico: non riguarda un sito militare, ma una decisione calata dall’alto, quella sì.

Il ministro Pichetto Fratin la spara grossa ma dimentica la lezione di Scanzano

Era il 2003, quando con il decreto-legge 314 il Governo Berlusconi dell’epoca decise d’imperio che le cave di salgemma di Terzo Cavone, a Scanzano Jonico (Matera), in Basilicata, avrebbe ospitato il sito nazionale per le scorie nucleari accumulate dalla dismissione delle centrali italiane e da attività di ricerca. Il decreto era intitolato “Disposizioni urgenti per la raccolta, lo smaltimento e lo stoccaggio, in condizioni di massima sicurezza, dei rifiuti radioattivi” e definita il deposito come un’“opera di difesa militare di proprietà dello Stato”. Il sito quindi, come assicurava il governo non si sa su quali basi, avrebbe dovuto accogliere “in condizioni di massima sicurezza” scorie di seconda e terza categoria, rispettivamente quelle di bassa e media attività e quelle di alta attività che richiedono migliaia di anni per perdere pericolosità. Sono, per intenderci, le scorie che in futuro verranno trasferite definitivamente in un deposito geologico a centinaia di metri di profondità. Quella decisione, presa senza consultare la popolazione locale, scatenò una rivolta popolare di massa, mobilitazione che durò 15 giorni. Iniziò la mattina del 13 novembre, quando i cittadini della Basilicata appresero dai giornali del decreto. I primi blocchi furono organizzati il giorno stesso da un comitato spontaneo di cittadini, agricoltori e sindaci. La protesta si trasformo in pochi giorni in una insurrezione pacifica di tutta la regione: venne occupata la strada statale 106 Jonica che collega Taranto a Reggio Calabria, oltre alla stazione di Metaponto. Vennero montate tende sui binari e la popolazione si organizzò in turni di giorni e turni di notte, cucinando in strada e offrendo solidarietà a chi manifestava. Il 23 novembre 2003, il momento storico, la ‘Marcia dei centomila’, un corteo sterminato sul litorale ionico. Alla fine, il secondo Governo Berlusconi dovette arrendersi: il 27 novembre il decreto venne emendato in Parlamento, ma il riferimento a Scanzano Jonico fu ufficialmente cancellato dal testo.

L’extrema ratio e le altre proposte (con meno ratio) di Pichetto

La domanda è lecita: cosa sarebbe accaduto se le comunità locali non fossero insorte? Di fatto, da allora, è nato un certo orientamento tecnico all’interno dei vari ministeri secondo cui, senza il consenso della popolazione, l’extrema ratio potrebbe essere la zona militare off-limits. Un’area su cui sindaci e presidenti delle province vari non hanno potere, ma comunque un’area del territorio, in alcuni casi interne agli stessi centri urbani. Lo sa bene Pichetto che, prima di parlare delle aree militare, le ha dette tutte. Una delle proposte più eclatanti è stata quella di cui ha parlato a settembre 2024: “Il deposito delle scorie nucleari non lo vuole nessuno? E allora ne facciamo tre: uno al Nord, uno al Centro e uno al Sud. E i rifiuti più radioattivi, quelli delle vecchie centrali, li lasciamo all’estero. A pagamento”.

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Este gadget usa IA para ouvir as plantas e traduzir o que dizem

Preso ao caule por dois parafusos, o Bud lê os sinais elétricos das plantas e usa inteligência artificial para dizer se têm sede ou stress. Por trás está um modelo treinado com 4 milhões de horas de sinais de 1.400 plantas — de tomateiros a sequoias. Se as plantas falassem, talvez nos ajudassem a perceber melhor as condições do ambiente. Foi para isso nasceu um novo sensor, que usa IA para ouvir a fala das plantas e traduzi-la em dados que os humanos entendem. Trata-se do Bud, da Electric Plant Co., um sensor portátil, leve e barato, que se prende

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Europa: el calor del verano de 2026 dejó más de 50.000 muertos

Más de 50.000 personas murieron por causas relacionadas con el calor en las ciudades europeas durante el verano de 2026, según una nueva investigación científica. El estudio estima que alrededor de dos tercios de esos fallecimientos son atribuibles al calentamiento provocado por la actividad humana. Italia, Francia y España registraron las cifras más elevadas de mortalidad. Los investigadores advierten de que el balance podría ser aún mayor: el análisis abarca 854 áreas urbanas de 30 países, que representan aproximadamente el 40% de su población. ¿Qué revela este verano sobre el impacto del cambio climático en la salud pública europea y qué medidas pueden evitar nuevas muertes?

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Sismo de magnitude 2,7 sentido na ilha Terceira

O sismo insere-se na crise sismovulcânica em curso na ilha Terceira. Em algumas regiões o abalo foi sentido com intensidade de IV e noutra com intensidade de III na escala de Mercalli Modificada.

© ANTÓNIO ARAÚJO/LUSA

Segundo o CIVISA, o abalo foi registado às 22h53 locais e teve epicentro a cerca de seis quilómetros a norte-nordeste de São Bartolomeu
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Paredes de Coura: 757 mil euros em abastecimento de água

Construção de um novo reservatório num ponto elevado adjacente à zona industrial é projeto previsto para reforçar abastecimento doméstico, das empresas e da rede de combate a incêndios da freguesia.

© ANT

O prazo para apresentação de propostas termina às 16h00 do dia 26 de novembro
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Amazônia e Cerrado evitaram emissões equivalentes às do Japão

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O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou que avanços no combate ao desmatamento evitaram que os impactos dos recentes incêndios florestais fossem maiores.

De acordo com ele, de julho de 2025 até o mesmo mês de 2026, a redução do desmatamento na Amazônia e no Cerrado evitaram emissões equivalentes às que são emitidas pelo Japão em um ano.

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Ao participar do programa Bom Dia Ministro, no CanalGov, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Capobianco voltou a destacar o recorde na queda do desmatamento de 41,8% na Amazônia, a menor desde 1988, e de 23,8% no Cerrado.

“O desmatamento caiu em todos os seis biomas brasileiros. Amazônia, Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica, Caatinga e Pampa tiveram redução do desmatamento em 2025”, reforça o ministro.

Os dados citados pelo o ministro são os números oficiais registrados pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (Prodes) e divulgados no último dia 16.

“Não haverá fumaça suficiente para encobrir esse resultado excepcional que a sociedade brasileira conseguiu”, destacou Capobianco, ao fazer uma relação com as recentes ondas de incêndios florestais nos estados do Amazonas, que avançaram sobre a divisa com o estado do Pará e ainda afetam a região oeste do estado vizinho.

Segundo o ministro, os esforços conjuntos dos governos federal, estaduais e municipais resultaram na contenção dos focos de calor no Amazonas. No estado do Pará, as ações ainda estão em curso, mas já extinguiram 361 grandes incêndios florestais, com centenas de focos de calor.

“A Casa Civil convocou a sala de situação para tratar especificamente do Pará, já que já tínhamos tratado o Amazonas”, explicou.

Investigação

Capobianco voltou a destacar que as Polícias Federal, Rodoviária Federal e forças de segurança local investigam a origem dos incêndios florestais, mas há indícios de ação humana. E uma coincidência com o período eleitoral.  

“A partir do primeiro turno, quando tivemos o quadro que todos já conhecem, multiplicaram exponencialmente os focos de calor e os eventos de incêndio, então, há uma correlação. Mas, se isso foi uma coincidência ou se foi proposital em uma expectativa de impunidade futura, quem vai dizer para nós é a Polícia Federal”, diz.

O ministro ressaltou ainda que alguns suspeitos já foram presos pela Polícia Militar do Amazonas, fazendo referência à prisão de onze pessoas no município de Autazes (AM), no dia 18 de outubro.

Capobianco também destacou que, conforme cada caso e os crimes cometidos, os responsáveis por provocar incêndios florestais estão sujeitos a penas que podem somar até quatro anos de reclusão.

 

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Pandemia climática, siete de cada diez muertes por calor se deben al calentamiento global

Una mujer pasea por Madrid Río, en Madrid, en plena ola de calor de julio de 2026.

Entre 2016 y 2023, el calor se relacionó con una media de 540.800 muertes al año en todo el mundo, casi un 36% más que durante el periodo 2006-2015, según el informe de 2026 de Lancet Countdown sobre salud y cambio climático. El estudio estima que el calentamiento provocado por las actividades humanas fue responsable del 68% de esos fallecimientos: unas 369.900 muertes anuales y casi tres millones en el conjunto de los ocho años analizados. Esto es, sin cambio climático hubieran muerto casi tres millones menos de personas.

El balance más grave corresponde a 2023, el año más caluroso del periodo estudiado, cuando las altas temperaturas se relacionaron con unas 710.000 muertes, más que las causadas por la malaria o el VIH, según el informe. De ellas, el 71,5% se atribuye al cambio climático.

"Las pruebas son innegables: el cambio climático es una de las mayores amenazas para la salud a las que se enfrenta la humanidad", afirma el director general de la Organización Mundial de la Salud (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus. Sus efectos, advierte, ya se manifiestan en "un mayor estrés térmico, fenómenos meteorológicos extremos, inseguridad alimentaria y enfermedades". 

El décimo informe anual de Lancet Countdown, dirigido por el University College de Londres y elaborado en colaboración con la OMS, reúne el trabajo de 146 investigadores de más de un centenar de instituciones de más de 30 países. A través de 54 indicadores, sus autores concluyen que muchos de los riesgos y daños para la salud asociados al cambio climático crecieron más deprisa en la década 2016-2025 que en la anterior.

"Una década después del Acuerdo de París, nuestros resultados son inequívocos: los daños del cambio climático para la salud están creciendo más rápido que la respuesta mundial y, en muchos casos, incluso se están acelerando", señala Marina Romanello, directora ejecutiva de Lancet Countdown. Por ello, los autores reclaman que el cambio climático sea reconocido formalmente como una emergencia sanitaria mundial y que la protección de la salud oriente las decisiones sobre emisiones, adaptación y financiación. 

Un impacto desigual 

Las consecuencias no se distribuyen de manera uniforme. Alan Dangour, director de Clima y Salud de Wellcome, advierte de que los daños recaen con mayor intensidad sobre "los niños, las embarazadas, las personas mayores, quienes trabajan al aire libre y las personas con problemas de salud previos". A su juicio, la escalada de estos impactos constituye "el mayor desafío sanitario de nuestro tiempo". 

El calor también limita la capacidad para trabajar y agrava las desigualdades económicas. En 2025, la pérdida de ingresos potenciales asociada a esa reducción de la capacidad laboral se estimó en 1,07 billones de dólares, equivalentes al 0,91% de la producción económica mundial. Fue el tercer año consecutivo en el que esta factura superó el billón de dólares. La agricultura y la construcción concentraron, respectivamente, el 38% y el 29% de las pérdidas. 

El 51,8% de la superficie terrestre mundial sufrió sequías extremas durante al menos un mes

El sudeste asiático y África fueron las regiones más afectadas, con pérdidas equivalentes al 3,9% y al 3,2% de su PIB, frente al 0,2% de Europa. En África, la agricultura acumuló el 71% de los ingresos potenciales perdidos por el calor, lo que ilustra la vulnerabilidad de las economías con una fuerte dependencia del trabajo físico al aire libre. 

A estos impactos se suman otros riesgos climáticos. En 2025, el 51,8% de la superficie terrestre mundial sufrió sequías extremas durante al menos un mes, el segundo valor más alto registrado, después del de 2023. Las precipitaciones extremas también afectaron a una mayor extensión del planeta durante la última década, con el consiguiente aumento del riesgo de inundaciones, deslizamientos de tierra y enfermedades transmitidas por el agua. 

"Desde olas de calor e inundaciones mortales hasta inseguridad alimentaria, contaminación y más enfermedades, los impactos climáticos ya están golpeando la salud humana a gran escala y sometiendo a una enorme presión a los sistemas sanitarios y sus trabajadores", sostiene Simon Stiell, secretario ejecutivo de ONU Cambio Climático, en las declaraciones de apoyo al informe. 

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Chuvas continuam favorecendo região do Matopiba no Nordeste

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Nesta quarta-feira (28), chove em uma extensa área do Brasil que alcança desde o oeste e sul do Amazonas passando pelo Acre, Rondônia e centro-sul do Pará, também pela região do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, chamada de Matopiba, pelo Centro-Oeste do país, até parte do Sudeste.

O Instituto Nacional de Meteorologia mantém um aviso amarelo de perigo potencial para tempestades em todas essas regiões até o fim do dia.

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No Nordeste do país, chove com trovoadas no centro e sul do Maranhão, em grande parte do Piauí e no noroeste e oeste da Bahia. Nas demais áreas do Maranhão e do Piauí, além do Recôncavo Baiano chove com intensidade, de forma isolada.

Já no setor oeste do Ceará e de Pernambuco e na região central da Bahia a possibilidade de chuva é menor, mas existe.

Os termômetros variam nas capitais entre a temperatura mínima de 22 graus Celsius (°C) e a máxima de 32 °C em Recife.

Na Região Norte, pancadas de chuva e trovoadas isoladas alcançam o leste do Acre, centro e sul do Amazonas, sul do Pará, Tocantins e Rondônia. Também chove de forma isolada nas demais áreas do Amazonas, no sudoeste de Roraima, no centro e oeste do Acre e no noroeste e centro do Pará.

Entre as capitais a temperatura varia da mínima de 20 °C em Rio Branco até a máxima de 38 °C em Boa Vista.

No Centro-Oeste brasileiro chove com trovoadas em praticamente toda a região. No extremo sul de Mato Grosso do Sul e na divisa com o Paraná as chuvas terão menos intensidade.

A temperatura mínima nas capitais será de 18 °C em Brasília e a máxima será de 30 °C.

Na Região Sudeste, as chuvas se concentram principalmente no oeste de Minas Gerais, Triângulo Mineiro e nas regiões central, oeste e norte de São Paulo. Também há previsão de chuvas isoladas no sul de Minas Gerais e na divisa entre São Paulo e Rio de Janeiro.

Nas capitais a temperatura mínima registrada em São Paulo é de 16 °C. A máxima será em Belo Horizonte, onde os termômetros chegam a 28 °C.

No Sul do país, o sol aparece entre muitas nuvens, com possibilidade de chuvas isoladas à tarde no norte, oeste, sudoeste e centro do Paraná, no centro, oeste e litoral sul de Santa Catarina e no nordeste do Rio Grande do Sul.

Entre as capitais, a temperatura mínima será de 12 °C em Curitiba e a máxima de 23 °C em Porto Alegre.

 

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Crisi climatica, 3 milioni di vittime in otto anni solo per il caldo estremo. L’allarme di Lancet: “Si dichiari l’emergenza sanitaria”

Molti danni alla salute legati al climate change si stanno aggravando più rapidamente rispetto a 10 anni fa perché le azioni per il clima non sono riuscite a tenere il passo. Basti pensare che, dopo l’entrata in vigore dell’Accordo di Parigi del 2015, la media annuale dei decessi legati al caldo è aumentata di quasi il 36% a livello globale. Tra il 2016 e il 2023 si stima che il caldo estremo abbia causato quasi 3 milioni di decessi, 710 mila nel solo 2023, di cui oltre il 70% attribuibile ai cambiamenti climatici causati dall’uomo. Per questa ragione “il cambiamento climatico deve essere formalmente dichiarato un’emergenza sanitaria globale” e la salute deve influenzare sia le politiche climatiche sia le priorità di finanziamento per la prevenzione del climate change. È questo l’appello lanciato dagli esperti alla luce del decimo rapporto ‘The Lancet Countdown on Health and Climate Change’, frutto del lavoro di 146 ricercatori provenienti da oltre 100 istituzioni di più di 30 Paesi, coordinato dall’University College London e realizzato in collaborazione con l’Organizzazione mondiale della sanità. Il report monitora 54 indicatori relativi agli impatti del cambiamento climatico e agli effetti delle azioni per il clima sulla salute, inclusi quattro nuovi indicatori che riguardano la disponibilità di acqua nel territorio, la valutazione dell’impronta di gas serra del settore sanitario, i finanziamenti per la ricerca sanitaria legata al clima e l’impegno legislativo sui temi della salute e del cambiamento climatico.

I piani di adattamento e il trattato contro i combustibili fossili

Il lavoro è stato pubblicato in vista della 31esima Conferenza Onu Cop31, che inizierà il 9 novembre in Turchia ma anche a poche ore dalla presa di posizione della Commissione Ue. Il nuovo quadro sulla resilienza climatica adottato da Bruxelles, infatti, prevede che siano i singoli Paesi a elaborare i piani strategici per adattarsi all’aumento delle temperature globali . E, per la cronaca, sempre in vista della Cop, per la quarta volta nella storia il Parlamento Europeo ha votato una risoluzione in cui chiede che sia adottato un trattato di non-proliferazione dei combustibili fossili appoggiato, tra gli altri, proprio dall’Organizzazione Mondiale della Sanità.

Gli sforzi insufficienti analizzati nel rapporto

Dal rapporto emerge quanto gli investimenti in energie pulite, la preparazione dei sistemi sanitari e la regolamentazione a tutela della salute, che pure hanno apportato benefici alle comunità locali, non sono comunque riusciti a compensare i danni in rapida crescita causati dai cambiamenti climatici indotti dai combustibili fossili. Nel 2025 una siccità estrema ha colpito quasi il 52% delle terre emerse del pianeta per almeno un mese (il secondo livello più alto mai registrato), mentre una nuova analisi basata su immagini satellitari suggerisce che, dal 2003, l’80% delle terre emerse ha subito variazioni significative nei modelli di aumento delle condizioni di accumulo di acqua sotterranea, sia secca che umida, con implicazioni per la sicurezza alimentare e i servizi igienico-sanitari. A livello globale, gli investimenti nelle energie pulite hanno raggiunto la cifra record di 2,1 trilioni di dollari nel 2025, quasi il doppio di quanto investito nei combustibili fossili, e un’aria più pulita ha evitato circa 323mila decessi l’anno in almeno 77 Paesi in cui l’inquinamento atmosferico derivante dai combustibili fossili è diminuito dal 2016. Eppure, nonostante questa nota positiva, i combustibili fossili forniscono ancora oltre l’80% dell’energia mondiale e le 100 maggiori compagnie petrolifere e del gas sono in procinto di superare del 150% i livelli di produzione compatibili con un aumento della temperatura di 1,5°C entro il 2040, rispetto al 138% dell’anno scorso. “Adesso abbiamo la prova che l’azione climatica incentrata sulla salute funziona: aria più pulita, sistemi sanitari e di allerta più resilienti proteggono la salute e salvano vite umane in tutto il mondo” spiega Anthony Costello, co-presidente del Lancet Countdown, ma “il ritmo e la portata della riduzione delle emissioni rimangono completamente sproporzionati rispetto al ritmo e alla portata del danno”.

Uno sguardo all’Italia

L’Italia è uno dei Paesi più colpiti in Unione Europea. il caldo estremo grava sempre più sulla salute e sui mezzi di sussistenza, con un’esposizione alle ondate di calore nettamente superiore tra i bambini piccoli e gli anziani, un aumento delle perdite economiche dovute ai decessi legati al calore e perdite sostanziali nella capacità lavorativa, in particolare nel settore dell’edilizia. Ma anche in altri ambiti, come ad esempio l’agricoltura (Leggi l’approfondimento). Secondo il report, senza il cambiamento climatico, non si sarebbe mai verificato l’82,7% dei giorni soggetti a ondate di calore a cui la popolazione in Italia è stata mediamente esposta tra il 2021 e il 2025. La perdita potenziale di reddito dovuta alla ridotta capacità lavorativa causata dal calore è stata di 4,6 miliardi di dollari nel 2025. I lavoratori del settore dell’edilizia sono stati i più gravemente colpiti, subendo il 44% delle perdite.

Marina Romanello (direttore esecutivo Lancet Countdown): “È emergenza sanitaria”

“A 10 anni dall’Accordo di Parigi, i nostri risultati sono inequivocabili: i danni alla salute causati dai cambiamenti climatici stanno crescendo più rapidamente della risposta globale e, in molti casi, stanno addirittura accelerando” afferma Marina Romanello, direttore esecutivo del Lancet Countdown, secondo cui “i progressi sono stati troppo lenti, troppo modesti e non raggiungono coloro che ne hanno più bisogno. Per questo chiediamo che i cambiamenti climatici vengano formalmente riconosciuti come un’emergenza sanitaria globale, con la salute posta al centro di ogni decisione in materia di clima”. I numeri illustrati nel report, continua, “indicano chiaramente un’emergenza” e “i rischi diventano ancora più gravi se si considera come i diversi pericoli interagiscono e si sommano”. Romanello pone l’accento sul fatto che non si tratta di “un peggioramento graduale, ma di un cambiamento improvviso che deve essere riconosciuto come l’emergenza sanitaria globale che è”. La giusta direzione è già nota, il problema è la velocità.

L'articolo Crisi climatica, 3 milioni di vittime in otto anni solo per il caldo estremo. L’allarme di Lancet: “Si dichiari l’emergenza sanitaria” proviene da Il Fatto Quotidiano.

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