17h. PR acusa partidos políticos de inação


O ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou nesta sexta-feira (30) que há pelo menos quatro grupos interessados na nova concessão ferroviária do Corredor Minas-Rio.
Primeiro leilão de ferrovias em cinco anos, usando o modelo de chamamento público, esse trecho abrange 733 quilômetros de trilhos e será dividido em dois lotes. O certame está marcado para 17 de dezembro.
Em entrevista à CNN, Santoro se mostrou otimista com o sucesso do leilão.
“Temos pelo menos quatro investidores estudando esse projeto e acredito que haverá ‘bid’ [proposta], com certeza”, disse o ministro.
Santoro está em Londres, apresentando a carteira de projetos em infraestrutura do governo federal para grandes investidores, principalmente europeus.
“Temos feito road shows com muita frequência, dentro e fora do Brasil. Fizemos um específico recentemente, na Alemanha, sobre ferrovias.”
Questionado sobre os atrasos no calendário de leilões ferroviários inicialmente planejado pelo ministério, Santoro observou que as novidades na modelagem proposta “geram a necessidade de mais esclarecimentos” no TCU (Tribunal de Contas da União).
De acordo com ele, há novidades na matriz de risco, mas a aprovação do edital da EF-118 (Anel Ferroviário do Sudeste) pelo órgão de controle deve servir como um “paradigma”, servindo como referência para outros certames e permitindo “celeridade” nos projetos seguintes.
O Corredor Minas-Rio está dividido em dois lotes: o primeiro entre Iguatama (MG) e Barra Mansa (RJ), incluindo o ramal ferroviário entre Varginha (MG) e Lavras (MG); e o segundo entre Barra Mansa e Angra dos Reis (RJ).
O modelo de chamamento público busca abrir caminho para a reativação de ferrovias
Vox ha sido el único partido que no ha suspendido la precampaña electoral tras la tragedia ferroviaria del pasado miércoles en Urda (Toledo) y, desde entonces, no ha perdido la oportunidad de arremeter contra el Gobierno. El secretario general del grupo parlamentario de Vox en el Congreso, José María Figaredo, ha indicado en declaraciones a los medios en Barcelona que el accidente de trenes pone de manifiesto que el Estado es “incapaz de gestionar el bienestar de los españoles”. “Tenemos unos servicios, unas infraestructuras y una red del Estado que no funcionan y cada vez fallan más”, ha asegurado Figaredo, que no solo ha culpado al Ejecutivo del accidente sino que ha atribuido responsabilidades penales: a su juicio, el ministro de Transportes, Óscar Puente, es “un criminal que debería ponerse a disposición judicial”.

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Los trágicos accidentes ferroviarios ocurridos en un periodo de diez meses en Adamuz (Córdoba) y ahora en Urda (Toledo), ambos en la línea de alta velocidad Madrid-Sevilla, pueden marcar un antes y un después en la obra pública española y también en el servicio que utilizaron 14,3 millones de ciudadanos en 2025. El ministro de Transportes, Óscar Puente, ha reconocido este viernes en rueda de prensa que su departamento, también el gestor de la infraestructura Adif, barajan suspender el uso de la línea Madrid-Barcelona para acometer la remodelación completa prevista y cuyo inicio está fijado en 2027. Es una seria opción sobre la mesa.

O transporte ferroviário de passageiros na União Europeia (UE) aumentou 2,6% em 2025, face ao ano anterior, para 457 mil milhões de passageiros por quilómetro, o valor mais elevado desde o início da recolha de dados, em 2004.
Os dados foram hoje divulgados pelo gabinete estatístico da UE, o Eurostat, e indicam que, “em 2025, foram realizados 457 mil milhões de passageiros-quilómetro por transporte ferroviário na UE, acima dos 445 mil milhões registados em 2024, o que representa um aumento de 2,6%”.
“Este é o valor mais elevado registado pelas principais empresas ferroviárias desde o início da recolha de dados, em 2004”, destaca o Eurostat.
Segundo os dados hoje divulgados pelo serviço estatístico da UE, o número de passageiros-quilómetro aumentou face aos 445 mil milhões registados em 2024.
A Alemanha registou o maior número de passageiros transportados, com 2.954 milhões, seguida de França (1.312 milhões) e Itália (844 milhões).
No extremo oposto, a Lituânia contabilizou cinco milhões de passageiros, a Estónia oito milhões e a Grécia 14 milhões.
Em relação à população, o Luxemburgo apresentou o maior rácio de passageiros por habitante, com 46,1, seguido da Hungria (35,9) e da Dinamarca (35,6). A Grécia (1,4) e a Lituânia (1,9) registaram os valores mais baixos, seguidas da Bulgária e da Roménia, ambas com 3,3.
Já no indicador de passageiros-quilómetro por habitante, a Hungria liderou, com 1.692, à frente de França (1.606) e da Áustria (1.588). A Grécia (69), a Lituânia (164) e a Bulgária (226) registaram os valores mais baixos.
O indicador de passageiros-quilómetro mede a distância percorrida pelos passageiros e permite avaliar o volume de transporte ferroviário, combinando o número de passageiros com a distância das viagens.
A China Southern Airlines registou um crescimento homólogo de quase 90% no volume de vendas no mercado português entre janeiro e setembro de 2026. A companhia aérea chinesa, que não tem atualmente voos diretos para Portugal, prevê reforçar a ligação Madrid–Guangzhou (Cantão) para uma operação diária no verão de 2027. 


Os preços das portagens das autoestradas poderão subir mais de 3,8% a partir de 1 de janeiro do próximo ano. As contas resultam da estimativa rápida da inflação de outubro divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística, divulgada esta sexta-feira.
A taxa de inflação homóloga, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) acelerou para 3,8% em outubro, mais 0,2 pontos percentuais face ao mês anterior. Os dados preliminares avançados pelo organismo de estatística nacional permitem já antecipar que a generalidade das portagens nas autoestradas portuguesas deverão subir 3,82%.
Isto porque a inflação excluindo a habitação ter-se-á fixado em 3,72% em outubro, a que acrescem 0,1 pontos percentuais, conforme foi negociado e acordado em 2023, quando o então Governo de António Costa teve de intervir para travar um aumento muito significativo dos custos das portagens, devido ao surto inflacionista provocado pela invasão da Ucrânia pela Rússia.
A taxa de referência, que ainda terá de ser confirmada pelo INE em novembro, para utilização das portagens não se aplica, contudo, às portagens da Lusoponte, que têm como orientação o mês de setembro.
Por lei, as concessionárias de autoestradas têm de entregar ao Governo, até 15 de novembro, a sua proposta para a revisão das portagens para entrar em vigor a 1 de janeiro do ano seguinte, tendo o Estado 30 dias para se pronunciar. Só então ficará definido o aumento específico para cada autoestrada ou troço.






El ministro de Transporte, Óscar Puente, ha descartado dimitir tras el accidente ferroviario de Urda (Toledo). Ha admitido que la presión es fuerte, pero subraya que su “forma de asumir la responsabilidad es dar la cara”. “Mi obligación es resolver el problema y ofrecer explicaciones”, ha dicho en una comparecencia en el Ministerio en la que ha revelado que el sistema de seguridad LZB, que se cayó dando origen al accidente, ha fallado este año 170 veces, “dentro de la normalidad europea”. Esta mañana, el PP ha pedido por primera vez su dimisión abiertamente. La portavoz del PP, Ester Muñoz, considera que si no dimite por el accidente, debería ser cesado. “No debería llegar al martes”, ha asegurado. Por la mañana, el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, ha admitido que “la confianza en el sistema de alta velocidad está quebrada” y que ahora es labor del Gobierno no solo investigar las causas del siniestro sino “ofrecer soluciones para que una tragedia como esta no se repita”. Ha dicho que el Estado trabaja en ello. Junto a él, el presidente de Castilla-La Mancha, Emiliano García-Page, ha anunciado que se rebaja a 1 el nivel de emergencia, lo que significa la retirada de parte de los efectivos desplegados en el lugar del accidente, que han llegado a ser 1.300.
