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Esperados mais de 100 mil visitantes e cerca de 600 expositores

30 October 2026 at 11:52

VTM

A organização procura aumentar o número de participantes sem comprometer a presença dos comerciantes locais e dos expositores habituais

A Feira dos Santos regressa a Chaves, reunindo perto de 600 expositores e com expectativas de trazer mais de 100 mil visitantes. Considerada pela organização a maior feira de rua do país, a iniciativa ocupa cerca de cinco quilómetros de arruamentos urbanos e mantém uma forte ligação à tradição, à agricultura, à pecuária e ao comércio.

A organização estima que o número de expositores aumente face aos cerca de 530 registados no ano passado, aproximando-se agora dos 600. O crescimento resulta de uma melhor gestão dos espaços disponíveis, sem alterações significativas ao percurso. “Conseguimos fazer isto sem grandes alterações ao percurso”, explica Vítor Pimentel, referindo que a ocupação de ambos os lados do Largo General Silveira permite aumentar a capacidade.

EVENTO DIFERENTE

“Mais do que vender uma feira, nós aqui vendemos uma cultura”, afirma Vítor Pimentel, defendendo que o certame permite preservar costumes e tradições que se têm perdido com a passagem do tempo. Para o responsável, a capacidade de reunir expositores de diferentes proveniências e visitantes portugueses e estrangeiros torna a feira um acontecimento distinto de outras iniciativas realizadas ao longo do ano.

“É um evento que é diferente de todos os outros. A Feira dos Santos é diferente”, sublinha, considerando que o certame poderá ser “o evento mais importante da cidade durante o ano”. O presidente da ACISAT destaca ainda a dimensão do percurso, que atravessa o centro histórico e condiciona a circulação automóvel durante os dias de maior afluência.

A seleção dos participantes procura conciliar a entrada de novos vendedores com a permanência de quem participa há vários anos. “Não queremos, naturalmente, que alguém que esteve nas edições anteriores fique de fora da feira querendo continuar a participar nela”, afirma, acrescentando que a organização também pretende garantir espaço aos comerciantes de Chaves que queiram integrar o certame.

O orçamento mantém-se próximo dos 150 mil euros, valor que deverá ser compensado por receitas de montante semelhante. Apesar de a edição deste ano decorrer ao longo de três dias, a redução da duração não representa uma diminuição significativa dos custos, devido ao aumento das despesas operacionais. “A nossa preocupação aqui é que a feira se pague a ela própria”, explica o responsável, que reconhece a dificuldade de acompanhar a inflação sem aumentar os encargos dos expositores na mesma proporção.

“Não conseguimos aumentar aos expositores na medida em que aumenta a inflação e os produtos, porque isso também inviabilizava a feira para eles”, acrescenta, defendendo a necessidade de uma gestão cuidada para garantir a continuidade do evento. Nesse processo, considera fundamental a colaboração do município de Chaves.

LOTAÇÃO

O impacto do evento de rua estende-se à hotelaria, à restauração e ao comércio local. Embora seja difícil contabilizar com rigor o número de visitantes, a organização estima que possam passar pela cidade mais de 100 mil pessoas. “Sabemos que efetivamente é muita gente e que a hotelaria e a restauração estão completamente lotadas durante os três dias, nos dias anteriores e nos dias seguintes”, refere Vítor Pimentel.

Para o presidente da ACISAT, a feira contribui também para promover Chaves enquanto destino turístico, levando muitos visitantes a descobrir outros recursos da cidade, como as termas e o património cultural. O responsável destaca ainda a dimensão intergeracional do evento, que continua a ser um ponto de reencontro para quem vive fora do concelho.

“Cada vez mais, o que esta feira tem de fantástico é que nós conseguimos manter as tradições, mas, ao mesmo tempo, criar aqui um relacionamento intergeracional”, afirma. A programação procura, por isso, conjugar as atividades tradicionais com propostas dirigidas aos mais jovens, nomeadamente através da música e da animação noturna.

A vertente rural mantém-se como um dos pilares do certame, com a Feira do Gado e os concursos pecuários e o Festival Gastronómico do Polvo. A animação musical inclui a atuação da Belcanto Show Orquestra e uma noite dedicada aos DJ que assinala os 30 anos de carreira de DJ Wild.

A ACISAT prepara já, entretanto, os projetos seguintes, num calendário que inclui iniciativas comerciais e de animação ao longo de todo o ano. “Não há muito tempo para pensar no que aconteceu. Fazemos uma análise daquilo que correu menos bem e que é preciso mudar, procuramos alterar, mas imediatamente estamos com o foco no evento seguinte”, conclui Vítor Pimentel.

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Un juzgado admite una demanda del exjuez García-Castellón contra el portavoz de Podemos por llamarle prevaricador

30 October 2026 at 11:22

Continúa la batalla en los tribunales del magistrado jubilado Manuel García-Castellón contra los dirigentes de Podemos que le llaman corrupto. Han pasado cuatro meses desde que un juzgado de Madrid condenó a la líder del partido, Ione Belarra, a pagarle 9.000 euros. Ahora, el que fuese instructor de la Audiencia Nacional ha presentado una nueva demanda ―que ya ha sido admitida a trámite― contra el portavoz de la formación morada, Pablo Fernández, por acusarle en público de ser un “mentiroso, mafioso, corrupto y prevaricador”. Reclama una indemnización de 100.000 euros.

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© Borja Sanchez-Trillo (EFE)

El secretario de organización y portavoz de Podemos, Pablo Fernández, en una rueda de prensa.

Comércio fica a ganhar com milhares de visitantes

30 October 2026 at 10:22

VTM

Com hotelaria e restauração “completamente lotadas”, como disse Vítor Pimentel, da ACISAT, os visitantes procuram também os segredos dos comerciantes flavienses, que têm dias de muito trabalho pela frente.

Juliana Ferreira, da Boitique de Carnes, refere que muitos clientes habituais antecipam as compras para evitar os constrangimentos de trânsito. “Alguns dizem que vinham, mas que não podem porque não têm onde estacionar”, conta. Ainda assim, reconhece que o certame atrai visitantes “mais pela curiosidade e pela variedade” que o seu negócio apresenta. Ainda assim, nota que o número de visitantes dos “Santos” parece aumentar de ano para ano.

Na pastelaria Mil Doce, Paula Vaz destaca a chegada de visitantes espanhóis e de outras zonas do país, mas considera que o negócio já teve melhores dias. “Há muitos anos atrás era melhor. Vendia-se muito mais”, recorda, apontando o aumento generalizado dos preços como uma das razões para a quebra nas vendas.

Ainda assim, conta que “como os Santos são três dias, geralmente vêm muitos espanhóis para cá e também do Porto vem muita gente”. Desta forma, também “sentem curiosidade em vir aqui comer o pastelinho de Chaves e os espanhóis, as natas”.

Também Fátima Costa, que trabalha num quiosque junto ao Jardim do Bacalhau, com vários anos de experiência durante o certame, considera que a feira perdeu parte da dinâmica de compras de outros tempos. “As pessoas vêmpara a Feira dos Santos para relaxar as ideias, passear acima e abaixo”, observa, notando que a restauração parece beneficiar mais da afluência do que o restante comércio.

TRANSPORTE

Pedro Barroco, da Auto Viação do Tâmega, antecipa um aumento da procura de transportes públicos por ocasião da Feira dos Santos. O responsável explica que a afluência está ligada tanto ao certame como à tradição de visitar os cemitérios por ocasião do Dia de Todos os Santos. “A Feira dos Santos, para nós, começa uns dois dias antes”, afirma, referindo que muitas pessoas procuram chegar mais cedo.

Este ano, com o feriado de 1 de novembro a coincidir com um domingo, a empresa espera que a movimentação se concentre sobretudo entre sexta-feira e o fim de semana. A procura leva a reforçar a operação em determinados horários. “Em vez de os horários serem apenas de um carro, há horários em que saem três ou quatro veículos”, explica, destacando as deslocações de trabalhadores e estudantes à sexta-feira e os regressos ao domingo.

O responsável considera que o custo de viajar de automóvel pode levar mais pessoas a optar pelo autocarro. Uma vez que “é muito caro” fazer a viagem, observa, defendendo que o transporte público pode representar uma poupança significativa, sobretudo para quem beneficia de passes ou outros títulos de transporte. “Não há esse conforto que todos nós temos e gostamos, o do veículo próprio”, reconhece, mas acredita que o aumento das despesas com o automóvel poderá levar mais passageiros a deixar o carro em casa.

Pedro Barroco destaca também o crescimento do turismo na região e o aumento do tráfego rodoviário, incluindo de visitantes espanhóis.

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Feira dos Santos é “um momento de celebração da família”

30 October 2026 at 09:59

VTM

A Feira dos Santos é um dos momentos mais marcantes do calendário de Chaves, pela dimensão comercial, pela preservação das tradições e pela capacidade de reunir famílias que regressam à cidade nesta altura do ano. Nuno Vaz, presidente da câmara municipal, considera que o certame mantém uma identidade própria, apesar das transformações que sofreu ao longo do tempo.

“É um evento absolutamente singular e excecional”, afirma o autarca, lembrando que a origem da feira se perde no tempo. Sem uma data conhecida da sua primeira realização, a iniciativa terá surgido como resposta às necessidades das comunidades rurais, num período em que os produtores procuravam vender os excedentes agrícolas e os animais para assegurar o aprovisionamento durante o inverno.

Hoje, a feira mantém essa ligação à agricultura e à pecuária, mas ganhou também uma dimensão festiva e familiar. “É um momento de celebração da família”, sublinha Nuno Vaz, referindo os reencontros de pessoas que vivem noutras cidades ou no estrangeiro e que aproveitam os Santos para regressar a Chaves.

Matriz

Inserida num “conjunto muito significativo de iniciativas”, considera o autarca que, apesar de atualmente ter “uma matriz diferente”, a Feira dos Santos “continua a estar muito ligada à pecuária, à agricultura, às tradições e àquilo que são os momentos marcantes das nossas comunidades”. E por isso, tem uma “dimensão de feira, mas também de festa”.

O facto de acontecer no Dia de Todos os Santos leva as comunidades a visitarem os cemitérios e recordarem os seus entes queridos. A feira tem, por isso, a capacidade de ser um “momento de encontro de famílias”.

“É, de facto, uma feira de uma expressão muito grande”, assume Nuno Vaz, acrescentando que “dizemos que é das maiores feiras de rua do país. Este ano, teremos cerca de 550 expositores, trata-se de uma feira com uma exposição muito grande. Prevemos que cerca de 5 quilómetros de vias, de arruamentos urbanos fiquem perfeitamente preenchidos”.

O presidente da câmara destaca ainda o contributo do evento para a economia local, através da dinamização do comércio, da restauração, da hotelaria e dos produtores. A afluência de visitantes, muitos provenientes da Galiza, cria oportunidades para os agentes económicos da cidade e da região.

“Também queremos que essa dinâmica possa ser aproveitada pelos nossos agentes económicos, seja a restauração, a hotelaria, o artesanato ou os produtos locais”, sublinha o autarca flaviense. “Acreditamos muito que, e sobretudo em concelhos do interior, que é com uma relação colaborativa que podemos garantir a sustentabilidade dos micro e pequenos negócios. Porque é nessa multiplicidade de atividades que podemos garantir a sustentabilidade e por esta via, a manutenção das famílias”, acrescenta.

A vertente rural continua a ocupar um lugar central no programa, com a Feira do Gado e os concursos de diferentes raças pecuárias, agendados para 31 de outubro, junto ao Forte de São Neutel. A iniciativa pretende dar visibilidade ao trabalho dos produtores e à importância da atividade agropecuária na preservação da paisagem e das comunidades do interior.

Nuno Vazdestaca, em particular, a valorização da raça Bísara, associada à produção de fumeiro, presuntos e enchidos tradicionais. Os concursos de bovinos, ovinos e do Cão de Gado Transmontano completam o programa dedicado ao património rural. “Queremos continuar a preservar esta nossa herança”, afirma.

Famílias

A programação inclui ainda artesanato, exposições, animação musical e arruadas, além do Festival Gastronómico do Polvo, que reforça os laços históricos e culturais entre Chaves e a Galiza.

O autarca reconhece que a dimensão do evento implica condicionamentos no trânsito e na circulação, mas considera que estes são temporários e devem ser enquadrados no interesse coletivo. “São três dias vividos de forma mais intensa”, refere, apelando à compreensão dos moradores.

Para o município, a Feira dos Santos deve continuar a conjugar comércio, tradição e diversão, mantendo viva uma herança que atravessa gerações e reforça a atratividade de Chaves. “O que nós queremos é que esta feira seja também uma festa da família”, conclui.

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Dos eventos mais marcantes do Norte do país

30 October 2026 at 09:12

VTM

A iniciativa é promovida pela Associação Empresarial do Alto Tâmega (A CISAT), em parceria com o município de Chaves, e volta a levar diferentes atividades ao centro da cidade e a vários espaços do concelho.

São 5 quilómetros preenchidos pela Feira dos Santos, com perto de 600 expositores, que atraem milhares de pessoas dos “quatro cantos do mundo”, como salienta Vítor Pimentel, presidente da ACISAT, que considera esta “a maior feira de rua do país”.

Em termos de orçamento, a edição de 2026 mantém-se ao nível da feira do ano passado, a rondar os 150 mil euros. De acordo com o responsável da ACISAT, “a feira paga-se a si própria”, gerando receitas ao mesmo nível do valor do investimento para a sua concretização.

A abertura oficial da feira, que tradicionalmente levava os habitantes das localidades situadas fora da malha urbana de Chaves à cidade para se prepararem para o inverno, está marcada para 30 de outubro, às 17h00, no Aquanatur Palace. O primeiro dia inclui ainda arruadas de grupos tradicionais e, à noite, pelas 21h30, a atuação da Belcanto Show Orquestra, no Largo General Silveira.

Sem nunca esquecer aquilo que esteve na génese desta feira, cuja data original ainda não foi encontrada em registos históricos, como conta o presidente da Câmara de Chaves, Nuno Vaz, os produtores e a agricultura não são esquecidos na edição de 2026.

No dia 31 de outubro, a vertente pecuária assume particular destaque, com a Feira do Gado, a partir das 08h00, no Mercado do Gado. Pelas 11h00, junto ao Forte de São Neutel, realizam-se os concursos pecuários, que abrangem as raças bovinas Barrosã, Maronesa e Mirandesa, os suínos de raça Bísara, os ovinos de raça Churra Galega Bragança na Branca e o Cão de Gado Transmontano.

O programa inclui também, às 13h00, o Festival Gastronómico do Polvo, junto ao Forte de São Neutel, uma das influências que vem do lado de lá da fronteira.

Homenagem

A animação musical na Feira dos Santos de 2026 assume o carácter de demonstração de apreço do concelho por um artista local que honra as suas origens. Durante a noite de 31 de outubro, o DJ’s Night Festival assinala os 30 anos de carreira de DJ Wild, que arrecadou prémios internacionais. A noite conta ainda com DJ Fino e DJ Tabuada, a partir das 21h30, no Largo General Silveira.

No dia 1 de novembro, as arruadas voltam a animar a cidade, com a participação de grupos tradicionais e da Banda de Gaitas de Verín.

Ao longo dos três dias, a Feira dos Santos integra ainda uma feira de artesanato, uma exposição de automóveis, no Largo da Lapa, uma exposição de máquinas agrícolas, no Largo do Monumento, e o Stock Out, no centro da cidade, com início diário previsto para as 13h00.

Organizada pela ACISAT, em parceria com o município de Chaves, a Feira dos Santos continua a ser uma referência das tradições e da valorização da identidade cultural de Chaves e de Trás-os-Montes.

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“É bem possível que em 2027 já haja condições para fazer pagamentos” aos credores do BES

30 October 2026 at 07:01

Luís Máximo dos Santos, vice-governador do Banco de Portugal que cessa esta sexta-feira funções, acredita que é possível que em 2027 já haja condições para começar fazer pagamentos aos credores comuns do BES, ao abrigo do princípio “no creditor worse off”. Anuncia ainda que há mudanças significativas em curso na lei bancária e diz que o Fundo de Resolução terá condições para pagar entre 1,7 mil milhões e 1,9 mil milhões de euros ao Estado e aos bancos no fim deste ano ou início do próximo.

Terminou o mandato a 20 de junho e sai nesta sexta-feira. Passou mais de dez anos na administração do Banco de Portugal (BdP). Que balanço faz do que fez e ficou por fazer?

O balanço essencial é o de ter contribuído para um processo de grande melhoria do Banco. Melhorou o desempenho das missões centrais do Banco de Portugal, mas também a organização, os recursos tecnológicos e as políticas para reter talento. O Banco é hoje uma instituição mais próxima da comunidade a vários níveis, mais ligada à academia e à sociedade, e com um projeto para permitir que mais colaboradores aproveitem as condições das delegações regionais e das agências.

O Banco é liderado por um governador – lidei com três – e tem um conselho de administração que funciona de forma colegial. Somos todos, em alguma medida, responsáveis pelo que de bom ou de menos bom acontece na instituição e a evolução nestes dez anos é bastante positiva. A situação do setor bancário em 2016 era muitíssimo mais negativa. O mérito primordial é das instituições supervisionadas, que limparam balanços, racionalizaram recursos e ajustaram o modelo de negócio. Mas o novo quadro regulatório pós-crise e uma atuação supervisora muito mais efetiva também contribuíram. Os resultados recentes da avaliação do FMI (FSAP) são gratificantes, tanto para o sistema bancário como para a ação do Banco enquanto supervisor, na prevenção do branqueamento de capitais e na gestão de crises, onde se inclui a resolução.

O dossier Novobanco foi a tarefa mais difícil? Não será também uma medalha ver o banco que saiu das cinzas do BES a ser comprado pelo francês BPCE?

Medalha não tenho, porque não fui condecorado [risos]. O mais difícil foi fazer aplicar, com rigor, o acordo de capital contingente, defendendo o interesse público ao longo de todo o processo, em especial na aplicação rigorosa do contrato, e procurando minimizar os pagamentos que tínhamos de fazer ao abrigo do CCA [Mecanismo de Capital Contingente]. Não me lembro de nenhum acordo deste tipo aplicado em Portugal, e isto nem sequer é típico das funções de um banco central. Obrigou a uma minúcia e a um rigor enorme e convocou competências particulares, que foi possível reunir com uma equipa dedicada constituída no departamento de resolução.

O Acordo de Capitalização Contingente teve um impacto público significativo, porque falamos de verbas muito avultadas, assentes nas contribuições das instituições financeiras para o fundo e em empréstimos do Estado e das próprias instituições. Houve muita incompreensão, o que é natural. O escrutínio foi muito exigente, mas acabou por ajudar-nos a cumprir a missão, porque tivemos de verificar ao pormenor o racional das nossas decisões e de como as fundamentávamos. O Estado será reembolsado, e as instituições também.

Os meus mandatos ficam marcados pelas questões da resolução, o que é normal por serem os temas mais mediáticos, mas houve muitas outras coisas. Por exemplo, quando tive o Departamento de Supervisão Comportamental, integrou-se no perímetro da supervisão os intermediários de crédito, vários milhares, o que foi um grande desafio. Significou trazer todo um setor para o perímetro da supervisão.

Compensou ter havido o mecanismo de capital contingente?

Em 2017 não havia modo de encontrar alguém disposto a comprar o Novobanco sem um mecanismo como este. Não foi um apoio direto às perdas de um conjunto de ativos (que aliás se verificou serem bem maiores do que aquilo que foi despendido), era um mecanismo original, no sentido em que estava limitado ao menor de dois valores, entre as perdas desses ativos e o necessário para manter determinados rácios de capital no Novobanco. Sem ele, a venda não existia. O balanço final acaba por ser positivo para o país.

A venda do Novobanco foi um bom negócio para o Fundo de Resolução e para o Estado?

Aderimos [o FdR] a uma venda que a Lone Star promoveu e há pouco balizei o meu contributo no Novobanco como a defesa do interesse público na aplicação do mecanismo de capital contingente [antes da venda ao BPCE] e em todas as fases do processo, incluindo a venda final. Mas é objetivo que o valor obtido ultrapassou as melhores expectativas, o que é muito positivo. E o comprador ser uma grande instituição bancária de um mercado, o francês, que não tinha uma presença extraordinária em Portugal, abre novas possibilidades de interconexão para a economia portuguesa. O desfecho final foi positivo.

Em 10 anos também teve de lidar com um contencioso gigantesco…

Em 2016, os processos contra o Banco de Portugal eram da ordem do milhar. Claro que os processos, por causa do contencioso das medidas de resolução, tiveram um peso importante aqui. Não é normal um banco central ter um contencioso tão extenso, e alguns com ramificações no Tribunal Europeu e noutras ordens jurídicas, como Espanha e Reino Unido. As decisões que fomos tomando foram sendo avaliadas por tribunais, que no fundo é o escrutínio mais imparcial possível…

O Banco de Portugal ganhou os processos?

Todos não, mas quase todos, e sem dúvida os mais importantes: aqueles em que se procurava responsabilizar o Banco por falhas de supervisão e os do contencioso da resolução. Como por exemplo a retransmissão das obrigações do Novobanco para o BES.

Noutro plano, nos processos contraordenacionais, em que tivemos de aplicar sanções com todas as garantias, nos universos BES e Banif, as decisões judiciais confirmaram no essencial as posições do Banco. Se não fosse assim teria sido mais difícil.

A resolução devia ter saído da órbita do Banco de Portugal?

Não acho que esse fosse uma boa solução. A decisão de fazer do Banco de Portugal a autoridade nacional de resolução foi acertada e recentemente até foi estendida às contrapartes centrais. Seria muitíssimo pior lidar com uma instituição nova, sem recursos, quando o Banco tem os recursos humanos e o conhecimento para o fazer.

Quando é que o Fundo de Resolução vai pagar entre 1,7 mil milhões e 1,9 mil milhões de euros ao Estado e aos bancos?

Tencionamos pagar no final de 2026 ou início de 2027.

Essa receita decorre da venda do Novobanco?

Também, mas não apenas. Temos ainda os dividendos da Oitante, rendimentos das aplicações dos recursos do fundo e, naturalmente, as contribuições do setor bancário, que se mantém.

Vamos cumprir os contratos e, ao reembolsar capital, deixamos de pagar os juros que teríamos se mantivéssemos a dívida, o que significa um ganho substancial, na ordem das dezenas de milhões de euros.

Os empréstimos não foram contratualizados todos na mesma data nem têm todos as mesmas regras, e alguns passam a pagar juros em 2027. O aspeto central é que temos recursos reunidos para pagar entre 1,7 mil e 1,9 mil milhões, o que melhora a situação líquida do fundo e evita que sejamos onerados com juros. Não é ainda a dívida toda, há muito trabalho a fazer. O Estado será reembolsado e as instituições também.

Qual é o impacto nas contas do fundo da liquidação desses 1,9 mil milhões de euros?

Posso-lhe dizer que a liquidação de 1,9 mil milhões de euros permite uma poupança bruta anual de juros de 67,8 milhões de euros. Em contrapartida, há uma perda de rendibilidade de 42,6 milhões associada à amortização, porque o montante aplicado passa a ser inferior ao atual. A poupança líquida estimada para o Fundo de Resolução é, assim, de 25,2 milhões.

Há bocado perguntou-me o que ficou por fazer, aqui está uma coisa que ficou por fazer, neste domínio da resolução: reembolsar os empréstimos, embora, como já disse, isto não ficou feito, mas ficou bem preparado. Portanto, estamos em condições de o fazer, mas o reembolso não foi ainda efetivado. Até agora só pagámos juros e ainda não começámos a reembolsar capital, o que acontecerá no fim de 2026 e início de 2027.

A segunda coisa que ficou por fazer foi o reembolso aos credores do BES ao abrigo do princípio “no creditor worse off”. As compensações também ficam por resolver. Já constituímos uma provisão…

Os 630 milhões valor da provisão para cumprir o princípio “no creditor worse off” no BES é uma estimativa realista e quando será pago aos credores?

Constituímos essa provisão sabendo que mais cedo ou mais tarde teria de haver este pagamento, porque é um pilar essencial da legalidade da resolução. Quando um credor recebe menos na resolução do que teria recebido numa liquidação, tem de ser compensado. Uma avaliação independente estimou que os credores comuns receberiam 31,7% do seu crédito se o BES tivesse ido para liquidação em agosto de 2014.

Teoricamente teria de se esperar pelo fim da liquidação do BES, mas houve um movimento por parte dos credores no sentido de que, sendo já reconhecido como privilegiado (o crédito do Fundo de Resolução), podem estar reunidos os pressupostos para que a compensação se exerça. Na provisão usámos um critério de prudência, que não quer dizer que seja o valor final, pode ser menos. Mas as contas têm de ter total transparência, e para isso era fundamental que, ao registar a receita decorrente da venda do Novobanco, também se constituísse essa provisão.

O pagamento está sujeito a requisitos que têm de ser verificados em concreto para cada crédito. A única garantia é que receberão, sem dúvida, aqueles que em que se verificarem todos os requisitos previstos na lei.

O que sucederá no momento em que a autoridade de resolução entender que estão verificados todos os pressupostos. Isto é, que sejam reconhecidos como credores comuns e que esteja fixado o montante. Terá de haver um procedimento regulamentar. Fizemos uma consulta pública e acabámos de receber as respostas.

Portanto não darei uma data específica, mas é bem possível que em 2027 já haja condições para fazer pagamentos a alguns. Isto é uma decisão tomada credor a credor, e cada um vai cumprindo os requisitos recebe.

Impulsionou um Código da Atividade Bancária que não saiu da gaveta. Qual era a sua importância?

O atual RGICSF é de 1992 e tem centenas de alterações: é uma manta de retalhos, quase indecifrável em alguns aspetos. O CAB era uma verdadeira reforma da legislação do setor financeiro. O trabalho começou em 2019, com a ideia de revogar o RGICSF e substituir por esse código. Politicamente não foi possível, houve dissoluções do parlamento, mudanças de Governo e o Código tinha de passar pela Assembleia da República.

Mas nem tudo se perdeu. No contexto da transposição da CRD VI há elementos importantes que estavam previstos no CAB e que poderão manter-se no novo RGICSF, como a organização do diploma, o sentido codificador, a sequência das normas e o regime da tramitação eletrónica dos processos contraordenacionais. Há aspetos, quer de forma, quer de substância, que irão agora integrar o novo RGICSF. Portanto, não será um novo código, mas será um novo RGICSF.

A união bancária é essencial para remover obstáculos às fusões transfronteiriças. A concentração bancária deve ser promovida?

As fusões transfronteiriças têm toda a gente a favor, exceto quando lhes toca a eles… Portugal é até um bom exemplo. A venda do Novobanco ao BPCE foi uma operação transfronteiriça e correu bem. Acho que a concentração bancária não se pode fazer por decreto. Percebo que os bancos europeus tenham de ser grandes à escala da União e à escala mundial, e a dimensão conta para ser mais competitivo, mas tem de nascer do mercado, das sinergias que as instituições encontrem entre si. Não deve ser uma política de cima para baixo, até porque temos de salvaguardar a concorrência, hoje a uma escala mais ampla do que a dos mercados nacionais. Para isso existem a Comissão Europeia e as autoridades nacionais de concorrência.

Huesillos extremeños o huesos de San Expedito, una receta para Todos los Santos

30 October 2026 at 04:30
Lo mejor del Día de Todos los Santos

Los huesillos extremeños forman parte de la añeja tradición española de dulces fritos o frutas de sartén, ubicuos en las fiestas tradicionales. Una masa estilo rosquilla aromatizada con anís que se modela en forma de huesito, típica en Extremadura para celebrar el día de Todos los Santos, aunque se encuentran en otras festividades y casi todo el año. Elaboraciones muy similares se conocen por el nombre de huesos de San Expedito en otras zonas como Andalucía o ambas Castillas, entre otras. Que he dicho entre otras, ¿eh?

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Projeto liderado pela UTAD quer transformar a forma de desenvolver talento desportivo em Portugal

29 October 2026 at 21:57
UTAD

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) vai receber 150 mil euros do Comité Olímpico de Portugal (COP) para desenvolver o projeto TALENTODROME-PT – Transdisciplinary Ecosystem for Talent Development and Innovation in Sport.

A candidatura foi uma das cinco aprovadas, entre 20 submetidas, no concurso de Bolsas para Projetos de Investigação Aplicada ao Desenvolvimento Desportivo, e recebe o montante máximo atribuído por projeto.

TALENTODROME-PT quer transformar a forma como o talento desportivo é desenvolvido em Portugal, combinando ciência, inovação tecnológica e novas metodologias de treino.

“O objetivo é aproximar a investigação científica das necessidades concretas de atletas, treinadores, federações e organizações desportivas, transferindo conhecimento para a prática”.

A UTAD revela que durante os próximos 30 meses, os investigadores vão desenvolver e testar, com jovens atletas de diferentes modalidades desportivas, “um modelo inovador de desenvolvimento do talento que integra a diversificação da prática desportiva, a criatividade, novas metodologias de treino, a prevenção de lesões, a saúde mental e a utilização de tecnologias avançadas e inteligência artificial”.

“O talento não é uma fotografia tirada aos 12 ou 14 anos. É uma trajetória que se constrói, muitas vezes de forma imprevisível, através das interações entre pessoas, experiências e contextos. Com o TALENTODROME-PT queremos estudar e transformar esses ecossistemas onde ele possa emergir, desenvolver-se e atingir a excelência”, explica Jaime Sampaio, docente da UTAD e investigador do Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano (CIDESD).

A equipa é composta por oito investigadores do CIDESD. Seis da UTAD: Jaime Sampaio, Sara Santos, Nuno Mateus, Eduardo Abade, Catarina Abrantes e Nuno Leite. Diogo Monteiro é Universidade de Leiria e Oeste e Maria João Lagoa, da Universidade da Maia.

O concurso do COP distribuiu cerca de 750 mil euros pelos cinco projetos selecionados, nas áreas da monitorização da performance, inteligência artificial, desenvolvimento de talento e inovação tecnológica. O programa prevê um mínimo de 10 bolsas – cinco financiadas pelo COP e cinco pelo Comité Paralímpico de Portugal (CPP) –, com um teto de 150 mil euros por projeto.

O COP já transferiu a primeira tranche, correspondente a 25% do valor atribuído, o que permite iniciar de imediato a execução do projeto.

Para o presidente do COP, Fernando Gomes, investir em investigação aplicada é dar ao desporto português capacidade para tomar melhores decisões, com “conhecimento que chegue ao treino, às federações, aos atletas e às organizações”.

Orçamento tem “rigorosamente zero para o distrito”

29 October 2026 at 18:54

VTM

Marcou presença o membro do Secretariado Nacional do PS, José Manuel Ribeiro, que ouviu as dúvidas de militantes e simpatizantes socialistas, dando, também, conta da posição do partido quanto ao documento apresentado pelo Governo à Assembleia da República.

O dirigente nacional explicou a posição do PS aos militantes e simpatizantes presentes, sobre este orçamento. Na ótica dos socialistas, a proposta do governo merecia um voto contra, mas não estão “em condições de criar uma crise política no país”, disse José Manuel Ribeiro, assegurando que “o orçamento não é um bom orçamento”.

Em declarações à VTM, Rui Santos, presidente da Federação Distrital do PS de Vila Real, considerou que o Orçamento do Estado para 2027 não responde às necessidades do interior, apontando a ausência de medidas para setores como a agricultura, a habitação e a saúde. “Este orçamento para o interior tem zero, não tem nada, tem rigorosamente zero para o distrito”, afirmou, dando como exemplo as dificuldades que a viticultura e o setor do vinho atravessam há três anos. Também na saúde, nomeadamente no que diz respeito à Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro e à prometida unidade do Alto Tâmega e Barroso, lamentou a falta de respostas orçamentais.

Apesar das críticas, Rui Santos justificou a abstenção do PS com a necessidade de garantir estabilidade política. “O Partido Socialista tem que estar sempre ao serviço do país e, neste caso, o melhor serviço que podemos prestar ao país, num momento complexo a nível internacional, é abstermo-nos e não ir novamente para eleições”, explicou o também deputado na Assembleia da República. Admitiu, contudo, que, se a decisão dependesse apenas dos interesses do distrito, o seu voto seria contra o documento.

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Ser político é ser maior…

29 October 2026 at 16:09

VTM

Imagem

O presidente conseguiu transmitir uma imagem de pessoa bondosa, amável, educada e íntegra. Mas será mesmo assim?

Assembleia Municipal (AM)

Na AM de 28/9, foi questionado sobre se assumiria o lugar de psicólogo, caso ficasse em primeiro lugar no concurso do Conservatório de Vila Real, ou se continuaria como presidente da Câmara. Respondeu de imediato, agradecendo ao deputado a “preocupação com a sua vida pessoal”. Uma resposta demagógica e descontextualizada, pois estava a ser questionado no exercício das suas funções públicas. Acrescentou que a lei não o impedia de concorrer e que, no momento certo, a sua consciência ditaria a decisão. Será que Rui Santos irá pesar na consciência ou decisão…?

De facto, não existe uma proibição que impeça um presidente de câmara, por ser psicólogo, de concorrer a uma vaga numa escola do concelho que dirige. A questão, porém, não é apenas legal, é também de ética e conduta.

No final da AM, disse à Rádio Universidade que a sua candidatura o colocava nas mesmas condições da vereadora do PSD e do chefe de gabinete do Ministério da Agricultura. Mas as situações são incomparáveis. A vereadora tem vínculo laboral ao Ministério da Educação (ME) e foi, posteriormente, nomeada diretora interina do IEFP. O chefe de gabinete terá rescindido com a sua anterior entidade patronal, concorreu ao ensino e ficou colocado numa escola da Grande Lisboa, não sei se chegou a tomar posse….

Nataniel e Alina não têm nenhuma responsabilidade no funcionamento das escolas onde foram colocados. Já Favaios, enquanto presidente da CMVR, tem responsabilidades autárquicas na área da educação, com impacto no funcionamento das escolas – DL 21/2019. A questão central mantém-se, para além da legalidade, que decisão considera mais compatível com a ética, a transparência e as responsabilidades inerentes ao cargo que exerce?

Concurso

Favaios terá afirmado que ficou em primeiro num concurso nacional do ME. É meia verdade, na prova de conhecimentos (PC), realizada por sete candidatos, teve a melhor nota, os restantes 20, por razões da lei, não fizeram PC e em substituição, tiveram a nota da sua avaliação curricular. Houve cinco candidata(o)s com avaliação superior à do edil nº1.

Na entrevista, mas com um júri local, única prova comum aos 31, onde quatro faltaram, apesar de ter havido 8 vintes, sendo um deles o de Favaios, quis o destino que nenhum dos outros cinco tivesse nota para ficar em 1º lugar. Duas avaliações quantitativas, onde a entrevista contribuiu com 30% para o resultado.

O júri que assinou a ata de 8 de outubro era composto por: Presidente e vice: duas psicólogas das escolas Diogo Cão e Morgado de Mateus. Vogais: nº dois e três da direção do Conservatório de Vila Real, sendo a última, candidata independente a vereadora nas listas do PS, liderada por Favaios, nas autárquicas de 2025.

Nos dias de hoje, poderá tudo isto ser considerado normal?

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Cuca desconversa sobre permanência no Santos em 2027: “Não é o momento”

29 October 2026 at 12:16

O técnico Cuca desconversou, na última quarta-feira (28), sobre sua permanência no Santos para a temporada de 2027. Com contrato válido apenas até o fim do ano, o treinador reforçou seu foco em ajudar a equipe a conquistar o maior número possível de pontos na Série A do Campeonato Brasileiro.

Ao explicar sua posição, Cuca destacou que o clube passará por uma eleição presidencial nesta reta final de ano. A indefinição política é um dos fatores que adiam a discussão sobre seu futuro no Peixe.

“Eu estou focado nos jogos que faltam. Tenho contrato até 31 de dezembro, vou cumprir até o final. Vim para ajudar, acho que estou conseguindo, a gente tem passado confiança aos jogadores. Estou focado em conseguir o máximo número de pontos”, disse Cuca em entrevista coletiva após o empate com o Palmeiras.

Eleição presidencial e o futuro do Santos

“Quero terminar meu contrato da melhor forma possível, deixando o Santos da melhor forma possível. Muitas coisas vão acontecer, eleição… Não é o momento de a gente falar isso”, complementou o treinador.

A eleição presidencial do Santos definirá os rumos do clube para o triênio 2027-2029. Quatro candidatos já confirmaram suas postulações: Wladimir Mattos, Maurício Maruca, José Renato Quaresma e Ivan Luduvice.

Situação no Brasileirão

Após passar mais de um turno brigando contra o rebaixamento, o Peixe se recuperou e alcançou a oitava posição do Campeonato Brasileiro, com 47 pontos. A equipe volta a entrar em campo na próxima segunda-feira (2), contra o Red Bull Bragantino, a partir das 20 horas (de Brasília), em Bragança Paulista, em São Paulo.

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil. 

“No somos viciosos, somos creyentes”: los jóvenes que expresan su fervor por San Judas Tadeo en Ciudad de México

29 October 2026 at 03:08

San Judas Tadeo, conocido como el patrón de las causas perdidas, ha reunido a miles de personas en el Templo de San Hipólito y San Casiano, el principal centro de culto a la imagen de este santo en el centro de Ciudad de México desde la noche del martes y a lo largo del miércoles 28 de octubre, día en que los fieles acuden a expresar su devoción y fervor.

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Devotos a San Judas Tadeo acuden al templo de San Hipólito.Devotos festejan a San Judas Tadeo en Ciudad de México.Jóvenes sostienen una figura monumental de San Judas.

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© DULCE REZA

Figuras de San Judas Tadeo a la venta al exterior del templo de San Hipólito en Ciudad de México.

Cuca revela o que ouviu de Neymar após expulsão pela “Lei Vini Jr.”

29 October 2026 at 03:14

O técnico Cuca, do Santos, voltou a comentar a expulsão de Neymar no jogo contra o Bahia, após o atacante ser acionado pela chamada “Lei Vini Jr.” durante uma discussão com Rodrigo Nestor. Nesta quarta-feira (28), o treinador revelou que conversou com o camisa 10 sobre o ocorrido.

Segundo Cuca, Neymar argumentou que também poderia ter denunciado um gesto semelhante em uma discussão com Samuel Xavier, do Fluminense, mas optou por não fazê-lo.

O comandante santista, assim como Neymar, entende que Nestor poderia ter evitado a denúncia, já que, segundo os dois, não houve ofensas durante a discussão. A chamada “Lei Vini Jr.” foi aplicada para coibir manifestações discriminatórias entre jogadores.

“Conversei com ele (Neymar), essa lei de pôr a mão aqui… Ele disse que em jogo contra o Fluminense passou por isso também e não dedou. Isso é quando ocorre ofensa à pessoa. Ele disse que não falou nada (ao Nestor), não deu tempo”, disse Cuca em entrevista coletiva.

“Essas coisas podem ser evitadas, mas o jogador que denuncia tem que entender que somos adversários, não inimigos. Se formos falar o que realmente ocorre, tudo bem, mas não foi o caso dele. Não foi racista, homofóbico, nada”, completou.

Nesta quarta-feira (28), Neymar foi punido pelo STJD com dois jogos de suspensão, sendo que um deles será cumprido automaticamente. O Santos deve recorrer da decisão.

“Gancho pesado, ele faz muita falta para nós. Vamos ver se nosso Jurídico trabalha também, com certeza está se movimentando para a gente diminuir essa perda”, finalizou Cuca.

Santos 0 x 0 Palmeiras

O Palmeiras empatou com o Santos por 0 a 0 na noite desta quarta-feira (28), na Vila Belmiro, pela 33ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time alviverde não conseguiu assumir a liderança do torneio, atualmente ocupada pelo Flamengo.

O clássico foi equilibrado, com chances para os dois lados. O Santos foi melhor no primeiro tempo e pressionou nos minutos finais, mas o Palmeiras também teve boas oportunidades, parando em grande atuação de Diógenes.

Com o resultado, o Palmeiras segue na segunda colocação do Brasileiro, com 70 pontos, empatado com o líder Flamengo, que enfrenta o Vasco na rodada. Já o Santos se mantém na oitava posição, com 47 pontos.

O Santos volta a entrar em campo na próxima segunda-feira (2), contra o Red Bull Bragantino, a partir das 20 horas (de Brasília), em Bragança Paulista.

O time alviverde, por sua vez, recebe o Vasco, no domingo (1), às 16 horas, pela ida da semifinal da Copa do Brasil. Na liga nacional, o time de Abel Ferreira encara o Remo na próxima quinta-feira (5), em casa.

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Cuca explica discussão com Gabigol no empate entre Palmeiras e Santos

29 October 2026 at 01:37

O técnico Cuca avaliou que o Santos foi superior no empate por 0 a 0 com o Palmeiras, nesta quarta-feira (28), na Vila Belmiro, pela 33ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.

O comandante também explicou a discussão que teve com o atacante Gabigol ao fim do primeiro tempo, a caminho do vestiário.

Cuca valorizou a atuação do Santos, mas reconheceu que o Verdão também teve chances de vencer, especialmente nos minutos finais do clássico. Para o treinador, a equipe demonstrou sinais de cansaço em campo.

“Sobre o jogo, vi a gente melhor. Cada um com sua característica. O Palmeiras com linha de três, que vira 5-4-1 para marcar, é difícil entrar. E nós, com nossa forma de jogar, criamos para vencer. Nos últimos 10 minutos, poderíamos ter perdido. Senti que acusamos o cansaço do jogo passado, o campo, o desgaste de um jogador a menos, e as mexidas não surtiram o efeito que a gente esperava”, disse Cuca.

“Poderíamos ter perdido, sim, mas não seria justo pelo que fizemos ao longo da partida. Controle de jogo, ações na área adversária, tiraram bola em cima… Saio muito feliz com o que vi do Santos. Encerramos a participação no Campeonato Brasileiro em clássicos sem perder. Ganhou dois e empatou quatro. Não deixa de ser uma boa notícia”, completou.

Treta com Gabigol?

No intervalo do clássico, ainda no gramado, Cuca e Gabigol discutiram. Após conversarem no vestiário, os dois voltaram sorridentes e trocaram palavras em tom descontraído. O treinador explicou o que aconteceu.

“Foi uma bola em que, no último lance do primeiro tempo, colocamos a bola na frente. Pedi para ele fazer o pivô, para a gente sair de trás. Ele gesticulou, falou não sei o quê. Entramos, falei que pedi para fazer o pivô, e ele disse que deu um pique e que não conseguiu voltar a tempo. Tá bom, sem problema, corrigimos. Jogador que respeito muito, e ele me respeita. Não tem problema nenhum. Isso ocorre dentro do jogo, vai ocorrer sempre. O importante é a gente se entender”, disse.

Santos 0 x 0 Palmeiras

O Palmeiras empatou com o Santos por 0 a 0 na noite desta quarta-feira (28), na Vila Belmiro, pela 33ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Verdão não conseguiu assumir a liderança do torneio, atualmente ocupada pelo Flamengo.

O clássico foi equilibrado, com chances para os dois lados. O Santos foi melhor no primeiro tempo e pressionou nos minutos finais, mas o Verdão também teve boas oportunidades, parando em grande atuação de Diogenes.

Com o resultado, o Palmeiras segue na segunda colocação do Brasileiro, com 70 pontos, empatado com o líder Flamengo, que enfrenta o Vasco na rodada. Já o Santos se mantém na oitava posição, com 47 unidades.

O Santos volta a entrar em campo na próxima segunda-feira (2), contra o Red Bull Bragantino, a partir das 20 horas (de Brasília), em Bragança Paulista.

O Verdão, por sua vez, recebe o Vasco, no domingo (1), às 16 horas, pela ida da semifinal da Copa do Brasil. Na liga nacional, o time de Abel Ferreira encara o Remo na próxima quinta-feira (5), em casa.

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Brasileirão: Palmeiras fica no zero com o Santos e Flamengo agradece

Logo Agência Brasil

A 33ª rodada do Campeonato Brasileiro teve início nesta quarta-feira (28), com o Clássico da Saudade, entre Santos e Palmeiras, na Vila Belmiro. O empate sem gols foi comemorado pelo Flamengo, que pode aproveitar o tropeço do Verdão para aumentar a vantagem na liderança da competição.

O Alviverde atingiu os mesmos 70 pontos do Rubro-Negro, mas segue na segunda colocação por ter uma vitória a menos. O time da Gávea pode terminar a rodada três pontos a frente se bater o Vasco nesta quinta-feira (29), às 20h (horário de Brasília), no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, pelo Clássico dos Milhões.

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Com 47 pontos, o Peixe - que atuou sem o atacante Neymar, suspenso - perdeu a oportunidade de encostar na zona de classificação à Libertadores, que reúne os cinco primeiros colocados. O Alvinegro Praiano está em oitavo, a sete pontos do chamado G-5.

A primeira grande chance do clássico foi do Palmeiras. Aos nove minutos, o atacante Jhon Arias foi acionado na área pelo volante Marlon Freitas e tocou na saída do goleiro Diógenes. A bola cruzou o gol e sobrou na direita com o lateral Agustín Giay, que completou de carrinho, mandando por cima da meta.

Do lado santista, a melhor oportunidade nos 45 minutos iniciais veio aos 41. Lançado por Everton Cebolinha, o também atacante Gabriel recebeu às costas do zagueiro Gustavo Gómez, ganhou de Giay na velocidade e ficou na frente de Carlos Miguel, sozinho. O chute, no entanto, não saiu preciso e o goleiro salvou o Verdão.

Na etapa final, o Peixe quase saiu na frente aos 31 minutos, com Gabriel Bontempo. Ele pegou a sobra de um cruzamento do também meia Benjamin Rollheiser pela esquerda e não balançou as redes porque o lateral Arthur, praticamente em cima da linha, evitou o gol de cabeça.

Aos 43, foi a vez do Palmeiras ficar no quase. O meia Felipe Anderson entrou na área pela direita e encontrou Vitor Roque pelo meio. O atacante se antecipou ao zagueiro João Alencar e chutou, parando em grande defesa de Diógenes, muito comemorada pela torcida do Santos - e a do Flamengo.

Fluminense vira no fim e complica Inter

Além do Clássico da Saudade, mais dois jogos abriram a 33ª rodada nesta quarta. No Rio de Janeiro, o Fluminense buscou a virada nos acréscimos e venceu o Internacional por 2 a 1 no Maracanã.

O Tricolor carioca, com 54 pontos, manteve o quinto lugar na classificação - independentemente dos jogos de Atlético-MG e Bahia, que ainda jogam pela 33ª rodada. A equipe das Laranjeiras vinha de três derrotas seguidas na competição.

O Colorado segue em 16º lugar, com 35 pontos, apenas um de vantagem para o Grêmio, que abre a zona de rebaixamento (Z-4) - que envolve as quatro piores campanhas da competição. O Tricolor gaúcho vai a campo na quinta, às 21h30, na Arena, em Porto Alegre, diante do Athletico-PR. Em caso de triunfo, o Imortal ultrapassa o arquirrival.

Os jogadores do Internacional foram ao gramado com uma faixa preta no braço, em homenagem ao jornalista Adroaldo Guerra Filho, o Guerrinha, que faleceu na madrugada desta quarta. Referência da imprensa gaúcha, o comentarista de 70 anos foi vítima de uma infecção pulmonar que acabou se agravando. Antes de a bola rolar, houve um minuto de silêncio em respeito ao comunicador.

A rede balançou somente no segundo tempo. Antes mesmo do primeiro minuto, o lateral Matheus Bahia saiu em contra-ataque pela esquerda, entrou na área e rolou para o meia Alan Patrick, que dominou e chutou rasteiro e cruzado, no canto do goleiro Fábio, abrindo o marcador para o Colorado.

Apesar das vaias da torcida, o Fluminense chegou ao empate aos 33. O lateral Renê cobrou falta na área e Rodrigo Villagra afastou na marca do pênalti, mas o também volante Hércules, quase da meia lua, chutou forte e de primeira, acertando o canto esquerdo do goleiro Kauan Jesus.

Nos acréscimos, veio o gol da vitória tricolor. Aos 51 minutos, o lateral Guga cruzou pela direita e o atacante Rodrigo Castillo concluiu, mas parou em defesa de Kauan Jesus. Na sobra, o meia Lucho Acosta mandou para as redes e decretou a virada no Maracanã.

Bragantino encaminha queda da Chape

Em outra partida desta quarta, o Red Bull Bragantino venceu a praticamente rebaixada Chapecoense por 3 a 0 no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP). O Massa Bruta, agora com 44 pontos, abriu dez para o Grêmio, primeiro time do Z-4. O Verdão do Oeste, lanterna com 21 pontos, está a 14 pontos do Inter, primeiro time fora do Z-4, com apenas 18 a disputar.

O atacante Wallace Yan marcou duas vezes para a equipe paulista. Aos 42 minutos do primeiro tempo, ele aproveitou a sobra na pequena área e finalizou na saída do goleiro Anderson. Na etapa final, aos cinco, o camisa 47 anotou um golaço de primeira.

Aos 44 minutos da segunda etapa, o Bragantino liquidou o duelo, com Henry Mosquera. Após cruzamento pela direita do também atacante José Herrera, o colombiano, livre na área, apareceu para concluir.

Morre Irene Santos, fotógrafa e pesquisadora da memória negra

Logo Agência Brasil

A fotógrafa, pesquisadora e historiadora Irene de Figueiredo Santos morreu nesta terça-feira (27), aos 78 anos, em Porto Alegre, mesma cidade em que nasceu e onde construiu uma carreira dedicada à imagem, à pesquisa histórica e à valorização da cultura afro-brasileira. 

Nascida em 1947, Irene se formou em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Se dizia uma fotógrafa autodidata e trabalhou por toda a vida com imagens, unindo a fotografia com a pesquisa histórica e criando uma linguagem própria que valorizava as pessoas, as expressões culturais e a memória coletiva. Também transitou por áreas como artes cênicas, música e artes visuais. 

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"Irene foi uma referência na fotografia do Rio Grande do Sul. Publicou os livros Negro em Preto e Branco, registro da população negra de Porto Alegre; Quilombos e Quilombolas; e Carnaval. Perspicaz, e deixa um legado significativo", diz a jornalista Jeanice Ramos, do Núcleo de Jornalistas Afro-brasileiros do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul.

Negro em Preto e Branco

Irene Figueiredo Santos. Livro História fotográfica. Foto: Organização Irene Santos/Divulgação Irene Figueiredo Santos. Livro História fotográfica. Foto: Organização Irene Santos/Divulgação
Livro Negro em Preto e Braco. Foto - Organização Irene Santos/Divulgação

O trabalho mais conhecido de Irene é o livro Negro em Preto e Branco - História Fotográfica da População Negra de Porto Alegre, publicado em 2005.

A obra reúne fotografias e histórias que ajudam a reconstruir a presença de pessoas negras da formação social e cultural da capital gaúcha. As fotografias e as histórias do livro resgatam trajetórias e experiências de famílias negras, população quase sempre relegada ao esquecimento na historiografia oficial.

Em 2006 o livro recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura, na categoria Literatura Especial.  

Ao falar sobre a obra durante uma entrevista em 2021 ao jornal Brasil de Fato, Irene afirmou que o livro provou a existência de negros honestos e trabalhadores em uma cidade racista como Porto Alegre.

“A fotografia analógica garantiu a heroica resistência de uma “população invisível” e que corria o risco de ser eliminada dos anais da História da cidade”, disse. 

Outros trabalhos

Irene Santos também é autora do livro Colonos e Quilombolas - Memórias das Colônias Africanas de Porto Alegre e do webdocumentário Outros Carnavais - Memória do Carnaval de Rua de Porto Alegre, 1930-1969, além de diversas outras publicações, exposições e peças de teatro.

Este ano, o trabalho de Irene voltou a ganhar destaque no Museu da Universidade Federal do Rio Grande do Sul com a exposição A Força da Memória. 

Mergulhadores retiram 33 kg de cocaína de casco de navio em Santos

28 October 2026 at 23:22

Mergulhadores da Marinha do Brasil e da Polícia Federal apreenderam mais de 30 kg de cocaína, nesta última terça-feira (27), em um compartimento submerso de um navio que estava atracado no Porto de Santos, litoral paulista.  

Os agentes das duas organizações acessaram os compartimentos do Navio Mercante “Omicron Atlas” e retiraram os 33 kg de cocaína que estavam ocultos em tabletes com a substância.  

Em nota, a Polícia Federal destacou que após a localização do entorpecente, foram realizados os procedimentos de polícia judiciária e os exames periciais necessários, que confirmaram a natureza da substância.  

Com todo o material apreendido, será instaurado um inquérito para apurar as circunstâncias da ocorrência, para identificar os responsáveis e para verificar eventual vínculo com organizações criminosas voltadas ao tráfico internacional de drogas. 

Segundo a Marinha, a apreensão foi realizada após a embarcação chegar da Índia e antes de sua partida, rumo ao próximo destino em Singapura.  

A Força Naval explicou que os Navios Mercantes são frequentemente utilizados como forma de transporte de substâncias ilícitas por organizações criminosas. O órgão ainda reforçou a importância das ações interagências.  

*Sob supervisão de André Rigue.

Santos: Polícia apreende dois menores suspeitos da morte de engenheiro

Logo Agência Brasil

Dois adolescentes foram apreendidos por suspeita de participação do roubo seguido de morte do engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira da Rocha, de 30 anos, em Santos (SP), na madrugada de sábado (24). De acordo com a Polícia Civil, sete suspeitos do crime foram identificados.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que Rocha caminhava pela rua, após participar de show em apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva a presidente da República, quando foi abordado por dois homens exigindo a entrega de seu aparelho celular. Em seguida, mais cinco pessoas se aproximaram, cercaram Marcelo e passaram a agredi-lo com socos e chutes. 

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Socorrido inicialmente na Santa Casa de Santos, a vitima foi transferida para o Hospital São Paulo, unidade universitária vinculada à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e faleceu no domingo, por causa dos ferimentos decorrentes das agressões.

Marcelo era formado em engenharia e cursava mestrado na Unifesp. Em nota oficial, a universidade manifestou pesar e cobrou celeridade na apuração do crime. A banda que se apresentava também manifestou pesar e realizará um ato no sábado, dia 31, em homenagem ao jovem.

Renan Santos critica “oposição EAD” de Flávio Bolsonaro após fuga aos EUA

28 October 2026 at 22:42

O ex-candidato à Presidência da República Renan Santos, do partido Missão, criticou nesta quarta-feira (28/10) a carta divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após sua chegada aos Estados Unidos. Em vídeo publicado nas redes sociais, Renan questionou a decisão do adversário de deixar o Brasil e anunciar uma atuação política a partir do exterior. “Eu sou oposição natural ao governo Lula, mas o Brasil não ganha em nada com esta oposição EAD”, declarou.

No documento, Flávio se apresentou como “presidente da República”, contestou o resultado das eleições e alegou, sem apresentar provas, que a votação teria sido fraudada. O senador também criticou o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), por sua atuação no processo eleitoral.

Renan lembrou que o próprio Flávio apoiou a indicação de Zanin à Corte. Outro ponto abordado foi a decisão de atuar politicamente a partir dos Estados Unidos. Renan questionou a comparação com governos que se organizaram no exílio em outros momentos históricos. Para ele, a situação brasileira é diferente, uma vez que o Partido Liberal continua funcionando normalmente, com representação no Congresso Nacional e participação nas instituições políticas.

Renan também comparou a iniciativa ao movimento liderado pelo opositor venezuelano Juan Guaidó, que reivindicou a Presidência da Venezuela. Durante a manifestação, o ex-candidato criticou a relação da família Bolsonaro com Donald Trump e avaliou que o presidente americano poderá deixar de apoiar Flávio caso a aproximação deixe de atender aos seus interesses políticos e econômicos.

Embora tenha ressaltado que também faz oposição ao presidente Lula, Renan afirmou não considerar que a iniciativa de Flávio represente uma ameaça à democracia brasileira. O ex-candidato também criticou a possibilidade de que a atuação política de Flávio nos Estados Unidos contribua para pressionar o Brasil por meio de medidas comerciais. Ao encerrar, Renan defendeu que as lideranças políticas permaneçam no país e assumam as consequências de suas decisões. “Eu tô aqui, vou lutar daqui e vou pagar as consequências das minhas ações aqui. Gostaria que o Flávio também o fizesse, mas isso demandaria dele ser um líder, coisa que ele não é”, afirmou.

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Diogo Cão impõe goleada no segundo tempo

28 October 2026 at 20:45

VTM

Jogo muito movimentado, com a Diogo Cão a ter mais posse de bola e a aproximar-se com muita frequência do último reduto adversário, mas sem criar perigo.

Aos 14’, Tomás Peixoto, de livre, obriga Daniel Lopes a uma defesa a dois tempos. Aos 20’, o Constantim conseguiu a primeira aproximação às redes locais, através de um remate colocado de João Gaspar. Aos 23’, repetiu a proeza através de um pontapé de canto, Guilherme Miranda coloca o esférico no coração da área, com Pedro Ribeiro, de cabeça, a proporcionar uma boa defesa a Daniel Machado. Aos 32’, Guilherme Miranda inaugura o marcador contra a corrente do jogo. Aos 33’, brilhou Daniel Machado ao deter um remate de Afonso Martins. A resposta dos locais surgiu com o golo da igualdade por Tomás Duro, após excelente passe de Afonso Santos.

A etapa complementar iniciou-se praticamente com o golo da Diogo Cão, por Afonso Santos, um prémio para a sua prestação ao longo da partida. Aos 51’, Tomás Peixoto aumenta a vantagem, num remate que não deu hipóteses de defesa a Daniel Lopes. A Diogo Cão aproveitava as facilidades dadas pelo adversário. As alterações na formação do Constantim começaram a surgir na tentativa de inverter o rumo do jogo.

Aos 74’, acabou por surgir novo golo, desta feita pelo recém-entrado Gonçalo Cabral, após lance de insistência na área do Constantim. Aos 79’, novo golo dos visitados por Santiago Veiga.

Vitória justa da Diogo Cão, mas demasiado pesada para o Constantim.


FICHA TÉCNICA
Complexo Desportivo da UTAD
Árbitro: João Moreira
Auxiliares: Sérgio Faceira e Diogo Pereira

DIOGO CÃO B: Daniel Machado (Miguel Alves, 80’); João Monteiro, Afonso Fraguito (Fernando Fortunas, 81’), Afonso Santos (Vasco Nóbrega, 81’) e Kevin Rodrigues (Pedro Castanheira, 81’); Francisco Almeida, Tomás Peixoto (Gonçalo Pereira, 80’) e Tomás Duro; Miguel Moura, Santiago Veiga (Bernardo Marques, 81’) e Cristiano Oliveira (Gonçalo Cabral, 70’)
Treinador: Rui Gonçalves

CONSTANTIM A: Daniel Lopes; Guilherme Correia (Simão Fernandes 79’), Tiago Teles (Alexandre Borges, 63’), Guilherme Miranda (João Rolo, 79’) e Simão Pereira; Gabriel Duarte, João Gaspar e Afonso Martins (Lucas Oliveira, 52’); Rodrigo Roque (Rodrigo Pereira, 79’), Pedro Ribeiro (Tomás Rodrigues, 52’) e Francisco Pereira
Treinador: Ricardo Guerra

Ao intervalo: 1-1
Cartão amarelo: Guilherme Correia (6’)
Marcadores: Guilherme Miranda (32’), Tomás Duro (40’), Afonso Santos (46’), Tomás Peixoto (51’), Gonçalo Cabral (74’) e Santiago
Veiga (79’)

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