Provedora pede com urgência informações à PSP sobre carga policial em Lisboa e Porto


O grande desafio do governo Lula será estancar a sangria com o mercado financeiro. A avaliação é do cientista político e sócio da Arko Advice, Lucas de Aragão, em entrevista ao Hora H desta segunda-feira (26).
Para ele, a recuperação da credibilidade econômica exigirá uma série de medidas que vão além da simples escolha de um nome para o Ministério da Fazenda.
“Acho que está entre o Geraldo Alckmin e o Rafael Fonteles, talvez com uma leve vantagem em direção ao Alckmin. Também não pode se descartar um nome do próprio mercado, apesar de achar que esse cenário é menos provável”, afirmou.
Aragão destacou que a reconstrução da credibilidade com o mercado precisa ocorrer em etapas. Para ele, a escolha de um novo nome para a Fazenda seria apenas o primeiro passo. “Não tem bala de prata nessa reconstrução de credibilidade”, disse.
O especialista lembrou que tanto Fernando Haddad quanto Dario Durigan foram vistos como ministros que tiveram suas visões atropeladas pela política, especialmente pelo próprio Lula e pela Casa Civil, e que houve tensões constantes entre a Fazenda e a Casa Civil ao longo do governo.
Para que a recuperação seja efetiva, seria necessário, além de um nome de credibilidade, uma mudança de postura do próprio Lula e um conjunto de propostas econômicas consistentes.
“Não vai adiantar um ministro da Fazenda que, individualmente, tenha boa vontade do mercado se ele não conseguir impor algumas agendas que são amargas e não conversam com as propostas de campanha”, alertou Aragão.
Aragão também chamou a atenção para a necessidade de o governo construir pontes com o Centrão para garantir governabilidade mínima.
Segundo ele, ignorar esse bloco político seria uma estratégia “um pouco suicida” do ponto de vista das possibilidades legislativas. “O Centrão vai ser o fiador de qualquer mínima governabilidade desse governo”, afirmou.
O especialista citou a gestão de Jair Bolsonaro (PL) e a derrota de Lula na indicação de Jorge Messias ao STF para lembrar que governos que tentaram ignorar o Centrão enfrentaram consequências como falta de governabilidade e derrotas legislativas.
Para Aragão, tanto na Câmara quanto no Senado será necessário um nome que dialogue com esse bloco. “Alguns nomes fora do PT podem ajudar nesse diálogo”, acrescentou.
O dólar fechou em alta de 8,21%, a R$ 5,403. O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, recuou 13,88% e atingiu os 176.608,23 pontos. Durante a manhã, a bolsa acionou o mecanismo de circuit breaker, que interrompe temporariamente as negociações diante de quedas acentuadas.
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 8,21%, cotado a R$ 5,403. Foi a maior valorização percentual diária da moeda americana desde 13 de janeiro de 1999, período marcado por mudanças no regime cambial brasileiro.
Durante a manhã, a divisa chegou a R$ 5,605, ultrapassando a marca de R$ 5,60. Ao longo do dia, porém, perdeu força e recuou para a faixa de R$ 5,40, em um movimento de realização de lucros (venda de dinheiro para embolsar ganhos) e entrada de recursos de exportadores que aproveitaram a alta para internalizar divisas.
O resultado eleitoral alterou as posições que investidores haviam montado antes da votação. Parte do mercado esperava a vitória de Flávio Bolsonaro, que havia liderado o primeiro turno, e precisou ajustar suas estratégias após a confirmação da reeleição de Lula.
O Tesouro Nacional também atuou no mercado por meio da recompra de títulos públicos. Apesar da disparada diária, a moeda estadunidense ainda acumulava queda de 1,57% em 2026.
O Ibovespa fechou em baixa de 13,88%, aos 176.608,23 pontos, no menor nível de fechamento desde 31 de agosto. O resultado representou a maior queda diária desde março de 2020, período marcado pelo início da pandemia de covid-19.
Durante a manhã, o índice chegou a recuar mais de 17%, atingindo 169.516,43 pontos. A intensidade da queda levou à ativação do circuit breaker, mecanismo utilizado pela bolsa para interromper temporariamente as negociações em momentos de forte desvalorização.
O volume financeiro movimentado no pregão foi de R$ 88,6 bilhões, muito acima da média diária de aproximadamente R$ 25 bilhões.
Com o resultado da sessão, o Ibovespa eliminou os ganhos acumulados em outubro e passou a registrar queda de 5,22% no mês. No acumulado de 2026, o índice manteve valorização de 9,61%.
*Com informações da Reuters

Quatro em cada dez empresários apontaram as taxas de juros elevadas como o principal problema enfrentado pelo setor no terceiro trimestre de 2026, segundo a Sondagem Indústria da Construção, divulgada nesta segunda-feira (26) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), em parceria com a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).
O resultado representa aumento de 3,8 pontos porcentuais em relação ao segundo trimestre e é o segundo maior da série histórica, iniciada em 2015.
“É um problema que ocupa a primeira posição do ranking há algum tempo e continua ganhando importância mesmo com as sucessivas reduções da taxa Selic pelo Banco Central. Apenas no segundo trimestre de 2023 o porcentual de assinalação do problema foi maior”, afirmou o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.
Na sequência, a alta carga tributária, assinalada por 31% dos empresários, manteve-se como a segunda maior preocupação da indústria da construção. No trimestre anterior, o entrave foi apontado por 33,6% dos entrevistados.
Já a falta ou o alto custo da mão de obra não qualificada subiu da quarta para a terceira posição do ranking, saltando de 28,6% para 29% das assinalações entre o segundo e o terceiro trimestres.
No terceiro trimestre, as condições financeiras da indústria da construção continuaram negativas. O índice que mede a facilidade de acesso ao crédito, por exemplo, caiu 1,4 ponto, passando de 39,3 para 37,9 pontos.
Por ter se distanciado ainda mais da linha divisória de 50 pontos, o indicador revela maior dificuldade dos empresários na obtenção de empréstimos e de financiamentos.
O índice de satisfação com o lucro operacional também caiu no período: 1 ponto, para 40,7 pontos, o menor nível desde o primeiro trimestre de 2021, indicando maior insatisfação.
Apesar disso, o índice de satisfação com a situação financeira se manteve em 45,2 pontos e permaneceu abaixo da linha divisória, o que sinaliza descontentamento dos empresários com as finanças dos negócios.
Por outro lado, o indicador que mede a evolução do preço médio de insumos e matérias-primas diminuiu 0,6 ponto, de 66,2 para 65,5 pontos. O índice segue acima da linha de 50 pontos e revela percepção de encarecimento de insumos e matérias-primas.
Nesse cenário, mesmo após subir 2,2 pontos em relação a setembro, atingindo 41,9 pontos, o índice que mede a intenção de investimento do setor teve o pior mês de outubro desde 2020.
Os índices que medem as expectativas do setor para os próximos meses subiram entre setembro e outubro, mas a maior parte deles segue sinalizando perspectivas negativas. Além disso, todos eles estão abaixo da média histórica:
Com os resultados, as expectativas para o nível de atividade deixaram o pessimismo e se tornaram neutras. Já as perspectivas para compras de insumos e matérias-primas, novos empreendimentos e serviços e número de empregados se tornaram menos negativas.
Para esta edição da Sondagem Indústria da Construção, a CNI consultou 305 empresas, sendo 120 pequenas, 125 médias e 60 grandes, entre 1º e 13 de outubro, antes do resultado do segundo turno das eleições presidenciais.
Luanda, 26 oct (Prensa Latina) El Gobierno de Angola propuso hoy un incremento salarial en la función pública del 10 por ciento para 2027, pero algunos dirigentes sindicales señalan está por debajo de lo acordado en 2024.
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Santo Domingo, 26 oct (Prensa Latina) La industria turística de República Dominicana compra hoy más de 98 mil millones de pesos (unos 1,5 mil millones de dólares) anuales al sector agropecuario, un vínculo que contribuye al desarrollo productivo y a la seguridad alimentaria.
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O índice de Small Caps, que engloba as empresas com menor capitalização de mercado na B3, marcou queda de 26,9% no fechamento de desta segunda-feira (26).
O resultado reflete a aversão ao risco dos investidores após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa à Presidência da República, neste domingo (25).
O Ibovespa, principal índice do mercado brasileiro, encerrou a sessão com perda de 13,8%, aos 176.608 pontos – o pior desempenho desde a pandemia da Covid-19, em 2020.
O índice de Small Caps vinha em um movimento de alta após o resultado do 1º turno, quando valorizou 10% após o início do pregão da B3.
As small caps são empresas listadas na Bolsa de Valores que são consideradas com baixo valor de mercado. Essa categoria apresenta menor liquidez e um volume menor de negócios por dia.
As small caps tendem também a serem mais voláteis que as empresas de grande porte.
Por se tratarem de empresas em crescimento, as small caps podem apresentar um potencial de retorno acima das outras empresas já consolidadas. Mas, também oferecem o risco de não se desenvolverem e acabarem quebrando.
O índice de small caps da B3 trata-se de um indicador de desempenho médio das cotações das empresas. Atualmente, o índice conta com empresas como Alpargatas, Brava, Copasa e Minerva.
O empresário Mário Ferreira inaugurou, esta segunda-feira, o novo centro de escritórios Regus, após um investimento de 2,2 milhões de euros, em Ribeirão, Famalicão.
A cargo do Grupo Pluris Investments, de Mário Ferreira, o projeto contemplou a requalificação de um edifício de cinco andares no antigo Lago Discount, atualmente denominado Famalicão Central Park.
O espaço de ‘coworking’ será gerido pelo International Workplace Group (IWG) que se assume como “líder mundial” em soluções de trabalho híbrido e tem escritórios em mais de 120 países. Com mais de 2.000 m² e capacidade para 400 postos de trabalho, vai acolher empresas estabelecidas e ‘startups’ de diferentes setores de atividade, incluindo a indústria automóvel, têxtil, eletrónica, engenharia mecânica e o setor agroalimentar.



“Mais do que a abertura de um novo centro empresarial, esta inauguração traduz a concretização de uma visão estratégica: recuperar um empreendimento degradado e transformá-lo num complexo multiusos, moderno, sustentável e gerador de valor para a região”, referiu hoje Mário Ferreira, numa publicação nas redes sociais.
Com a intervenção da RProperties, o Famalicão Central Park contará com várias valências como 80 novos apartamentos T1 para arrendar, lares de idosos ou um infantário.
“A nossa ambição é que o Famalicão Central Park seja muito mais do que um parque empresarial. Queremos criar um verdadeiro ecossistema onde empresas, famílias e diferentes gerações possam trabalhar, viver e crescer. Tudo isto privilegiando a reabilitação do património existente, a sustentabilidade e a criação de novas oportunidades económicas e sociais”, refere o empresário.
O conteúdo Empresário Mário Ferreira inaugura investimento de 2,2 milhões em Famalicão aparece primeiro em O MINHO.

O mercado financeiro aguarda com expectativa novos anúncios do governo em relação às contas públicas. Para Zeina Latif, sócia-diretora da Gibraltar Consulting, as medidas discutidas até o momento vão na direção correta, mas ainda são insuficientes diante dos desafios fiscais que se apresentam.
“Vão na direção correta, mas precisa mais coisa, até porque foram feitas promessas na campanha, como por exemplo o passe livre no final de semana, coisas que precisam entrar no orçamento“, afirmou Zeina Latif.
Para ela, é necessário um anúncio robusto e tempestivo, especialmente diante de uma dinâmica de mercado que considera muito preocupante.
Zeina Latif destacou que o momento exige uma postura clara e rápida.
“Nós estamos vendo uma dinâmica de mercado muito preocupante, mercado muito sem parâmetros. Tem reunião do Copom [Comitê de Política Monetária] na semana que vem, alguns já discutindo alta de juros”, observou.
Segundo ela, é fundamental que haja uma sinalização forte das intenções e dos planos do governo para interromper a dinâmica negativa nos preços dos ativos, que, em suas palavras, “machucam sim a economia”.
Questionada sobre o arcabouço fiscal, Zeina Latif reconheceu que o instrumento apresenta problemas, mas defendeu ajustes em vez de uma reformulação completa.
“É muito mais uma questão de fazer ajustes do que tentar uma fórmula nova”, disse. Para a especialista, o mais importante não é o formato das regras, mas a credibilidade na sua execução.
“Não adianta você apertar as regras do jogo e aí, com o tempo, perceber que o governo não tem nem capacidade política, nem intenção, nem convicção do que é preciso ser feito”, alertou.
Ao analisar a possibilidade de cortes de gastos, Zeina Latif ressaltou que o orçamento da União está praticamente todo comprometido, com uma margem de manobra em despesas não obrigatórias ou discricionárias de não mais que 5%.
“Não existe uma dificuldade técnica aqui, a dificuldade é muito mais política”, afirmou. Ela explicou que o verdadeiro desafio está em conter o crescimento das despesas obrigatórias, muitas delas de caráter constitucional, e que o diagnóstico do que precisa ser feito já existe dentro da máquina pública.
Sobre a expectativa do governo de alcançar superávit no ano seguinte, Zeina Latif apontou que há muito ceticismo no mercado em relação a essa meta. “Tem muito ceticismo em relação a isso, sempre as dúvidas em relação às estimativas de receita e despesa”, disse.
Com a necessidade de aprovação do orçamento e da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), ela avaliou que os próximos passos serão testes concretos para a gestão fiscal.
“Esse timing não pode ser perdido para tentar dar uma sinalização um pouco mais contundente do que vão ser os próximos anos na gestão fiscal. Esse é o momento de dar o sinal”, concluiu.
Veja os 5 sinais de que as contas públicas do Brasil estão em risco
A seguito della diffusione dei principali indicatori economico-finanziari consolidati al 30 settembre 2026, approvati dal Consiglio di Amministrazione del 20 ottobre 2026, Vinext S.p.A. (“Vinext” o la “Società”), gruppo specializzato in biotecnologie e tecnologie per l’enologia, la brassicoltura e le soluzioni innovative per l’agroalimentare e l’industria, prosegue nell’attuazione della propria strategia di crescita, puntando sul rafforzamento delle competenze manageriali, sulla diversificazione delle linee di business e sullo sviluppo dei mercati internazionali. Il percorso si inserisce in una fase di progressivo recupero della redditività operativa: il terzo trimestre, sostenuto dalla ripresa della domanda legata alla stagione vendemmiale, ha generato quasi la metà dei ricavi del periodo e riportato in positivo l’EBITDA dei nove mesi. I risultati confermano il potenziale del modello di business del Gruppo e, al contempo, evidenziano l’importanza di ampliare progressivamente i settori di riferimento, così da ridurre la dipendenza dalla stagionalità del comparto vitivinicolo e costruire una base di ricavi più diversificata.
In quest’ottica si inseriscono due nuovi ingressi manageriali destinati a contribuire allo sviluppo commerciale e industriale di Vinext.
Alessandro Zanolli assume la responsabilità delle attività Food & Beverage e Detergenza Industriale, portando in azienda un know-how specialistico e un’esperienza ventennale maturata presso una multinazionale leader del settore. Il suo ingresso punta a rafforzare il presidio commerciale in comparti nei quali le competenze tecnologiche del Gruppo possono trovare nuove applicazioni, ampliando le opportunità di sviluppo e di collaborazione con clienti industriali.
Franco Brezza, manager con una consolidata esperienza nei settori degli spumanti e dei distillati, maturata inizialmente nel Gruppo Martini e successivamente in Bacardi, contribuirà allo sviluppo del comparto dei distillati, un’area di business nella quale le tecnologie e i prodotti di Vinext possono offrire soluzioni di interesse per gli operatori. Il suo ingresso si inserisce inoltre nel percorso di espansione internazionale del Gruppo, con particolare attenzione a mercati quali Georgia e Francia, e al sostegno dello sviluppo della partecipata in Moldavia.
L’inserimento di nuove competenze specialistiche rappresenta un tassello della strategia di Vinext volta a rafforzare la propria presenza nei mercati di riferimento e a valorizzare il patrimonio tecnologico del Gruppo in settori complementari a quello enologico.
Accanto al consolidamento del business enologico, Vinext intende sviluppare ulteriormente la propria presenza nei comparti alimentare, della detergenza industriale, della brassicoltura e dei distillati, facendo leva sulle competenze maturate, sulle tecnologie proprietarie e sulla capacità di adattare prodotti e processi alle esigenze di differenti applicazioni industriali.
La diversificazione costituisce una leva strategica per ampliare la base clienti, sviluppare nuove opportunità di cross-selling e favorire una progressiva destagionalizzazione delle attività. In questo percorso, l’attenzione alla sostenibilità e le soluzioni tecnologiche dedicate al recupero della CO₂ possono rappresentare elementi distintivi dell’offerta del Gruppo, contribuendo all’ottimizzazione delle risorse e allo sviluppo di processi produttivi più efficienti.
La partecipazione a SIMEI 2026, salone internazionale dedicato alle tecnologie per il settore vitivinicolo e delle bevande in programma a Fiera Milano (Rho) dal 17 al 20 novembre 2026, rappresenta un’importante occasione per dare visibilità alle soluzioni del Gruppo, consolidare le relazioni commerciali e sviluppare nuove opportunità di business.
In vista della manifestazione, Vinext è già impegnata nell’organizzazione di incontri con aziende internazionali, potenziali importatori e distributori, con l’obiettivo di ampliare la rete commerciale e individuare nuove opportunità di collaborazione nei mercati esteri.
Presso lo stand del Gruppo saranno inoltre organizzate dimostrazioni tecniche e pratiche, pensate per consentire ai visitatori di conoscere direttamente le tecnologie, valutarne le applicazioni e comprenderne i vantaggi operativi. L’approccio dimostrativo intende favorire un confronto concreto con gli operatori e valorizzare le caratteristiche delle soluzioni sviluppate da Vinext, anche in relazione all’efficienza dei processi e alla sostenibilità.
Il rafforzamento della rete distributiva rappresenta un ulteriore elemento della strategia di espansione di Vinext. In questo contesto si inserisce l’accordo distributivo con Compagno, volto a sviluppare la presenza commerciale delle soluzioni del Gruppo attraverso una collaborazione dedicata.
Salvatore Vignola, Amministratore Delegato di Vinext, ha dichiarato: “I risultati dei primi nove mesi del 2026 confermano la capacità di Vinext di esprimere una redditività operativa positiva nei periodi di maggiore attività del mercato enologico. Il terzo trimestre ha generato quasi la metà dei ricavi dei nove mesi e un EBITDA di circa mezzo milione di euro, riportando in positivo il risultato operativo lordo progressivo. Si tratta di un segnale importante, che rafforza la nostra convinzione circa il potenziale delle tecnologie e delle competenze sviluppate dal Gruppo. La nostra ambizione è valorizzare questo patrimonio andando oltre il mercato enologico tradizionale. L’ingresso di Alessandro Zanolli e Franco Brezza ci permette di rafforzare competenze e relazioni in comparti quali Food & Beverage, detergenza industriale e distillati, aprendo nuove prospettive di sviluppo commerciale e internazionale. Vogliamo costruire un Gruppo progressivamente meno esposto alla stagionalità, capace di mettere a fattor comune le proprie tecnologie in settori differenti e di generare nuove opportunità attraverso l’innovazione, la sostenibilità e il recupero della CO₂. In questo percorso, il SIMEI sarà un momento importante di confronto con il mercato, di presentazione delle nostre soluzioni e di sviluppo di relazioni con potenziali partner e distributori internazionali. Continueremo a lavorare per rafforzare il posizionamento di Vinext, ampliare la base clienti e sostenere una crescita equilibrata, mantenendo al centro la disciplina finanziaria e la creazione di valore nel lungo periodo”.
Vinext prosegue nell’attuazione di un piano di sviluppo fondato sul rafforzamento del business enologico, sulla crescita delle attività complementari e sull’espansione internazionale. Il potenziamento delle competenze manageriali, le iniziative commerciali e la partecipazione alle principali manifestazioni di settore sono parte di un percorso volto a valorizzare le tecnologie del Gruppo e a cogliere nuove opportunità applicative.
La Società manterrà al contempo l’attenzione sulla gestione del capitale circolante e sull’equilibrio della struttura finanziaria, elementi essenziali per accompagnare lo sviluppo delle attività e sostenere la crescita nel medio-lungo periodo.
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A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve provocar uma arrumação gradual nos preços dos combustíveis da Petrobras, avalia o presidente da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), que não vê espaço no momento para um reajuste que afete fortemente o preço ao consumidor.
Nesta segunda-feira (26), o Conselho de Administração da Petrobras se reúne para discutir a defasagem dos preços da companhia, considerada insustentável por conselheiros e membros da administração.
Apesar da defasagem em relação ao preço internacional, principalmente do diesel, ser alta, um esperado aumento deve vir aos poucos, explica Araújo. Na semana passada, a defasagem do diesel ultrapassou a subvenção ao combustível ao atingir R$ 3,53 o litro, contra R$ 3,52 da subvenção.
“O sistema de preços de combustíveis está muito desarrumado. Os preços da Petrobras estão muito defasados. Existem diversas camadas de subsídio para o diesel e a gasolina está desonerada, o que é explicado pelo momento eleitoral que se estava.
Passado esse momento, vão ter que arrumar a casa, mas terá que ser de maneira lenta e gradual”, afirma.
Para Araújo, o governo tem que fazer a conta do que está arrecadando com os impostos do setor, como royalties, participações especiais, imposto de exportação, e fazer um balanço do que pode reduzir na subvenção para poder organizar o setor.
“O que se espera é que gradualmente o governo arrume a casa e a Petrobras possa praticar preços mais racionais”, conclui.
Lei que isenta IR até R$ 5 mil é sancionada; entenda o que muda

Unipol ha raccolto 2,46 miliardi di euro nell’aumento di capitale finalizzato all’acquisto degli sportelli di Monte dei Paschi di Siena. Sottoscritto il 98,42% delle nuove azioni offerte, con le cooperative azioniste che hanno rispettato tutti gli impegni. Il restante 1,58% sarà offerto in Borsa.
Unipol chiude la prima fase dell’aumento di capitale da circa 2,5 miliardi di euro con adesioni al 98,42%, raccogliendo complessivamente 2.460.280.120,80 euro. L’operazione, destinata a finanziare l’acquisto degli sportelli di Monte dei Paschi di Siena, ha registrato una sottoscrizione quasi integrale delle nuove azioni offerte.
La società ha annunciato che il periodo di offerta in opzione si è “concluso con successo”. Nel dettaglio, sono stati esercitati 706.014.237 diritti di opzione, che hanno consentito la sottoscrizione di 119.663.430 nuove azioni Unipol, pari al 98,42% del totale.
A contribuire in maniera significativa sono state le cooperative azioniste aderenti al patto di sindacato, che “hanno dato integrale esecuzione agli impegni di sottoscrizione”. Complessivamente hanno acquistato 61.126.720 nuove azioni, per un controvalore di circa 1,257 miliardi di euro, corrispondente al 50,27% dei titoli offerti.
Per completare l’aumento rimangono 11.321.451 diritti di opzione non esercitati, che consentono di sottoscrivere il restante 1,58% delle nuove azioni, per un controvalore complessivo di 39.452.378,40 euro.
Unipol offrirà i diritti residui in Borsa nelle sedute del 28 e 29 ottobre. L’offerta potrà concludersi già il 28 ottobre qualora tutti i diritti inoptati vengano venduti nella prima giornata.
La sottoscrizione dell’aumento di capitale è così vicina al completamento. L’esito dell’asta riguarderà la quota residua dell’offerta, mentre l’acquisizione degli sportelli Mps rimane un’operazione distinta, legata al più ampio riassetto bancario.
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Os negócios que desejarem recolher o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) pelo regime regular terão até sexta-feira para registrar a opção. Quem não fizer a escolha continuará a recolher pelo regime simplificado, que tem uma alíquota variável por tipo e tamanho de negócio posteriormente rateada em diversos tributos.
O Simples Nacional é um regime simplificado de tributação para quem fatura até R$ 4,8 milhões por ano. Por causa do novo sistema tributário, o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) antecipou a escolha do regime tributário.
As empresas que desejarem ingressar no regime em 2027 devem fazer o pedido até 30 de outubro. Até então, a opção pelo Simples era realizada em janeiro de cada ano.
A data limite acabaria em 30 de setembro, mas, após diálogo com o Conselho Federal de Contabilidade e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o CGSN estendeu o prazo para 15 de outubro.
O novo prazo foi regulamentado por resolução do CGSN editada no fim de setembro. As normas incorporaram ao regime simplificado o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributos criados pela reforma tributária sobre o consumo.
As micro e pequenas empresas têm de 3 de novembro a 20 de dezembro para desistir das opções. O prazo vale tanto para reverter a inclusão no Simples como para cancelar o recolhimento do IBS e da CBS a partir de 2027.
A nova regra vale para empresas que ainda não são optantes pelo Simples Nacional e querem utilizar o regime a partir de janeiro de 2027.
Os novos prazos são:
As seguintes datas estão mantidas:
Criada por causa da transição para o novo sistema tributário, a alteração busca dar mais previsibilidade às empresas antes do início do ano-calendário.
Outra mudança envolve a forma de recolhimento do IBS e da CBS. A empresa poderá permanecer no Simples Nacional e, simultaneamente, optar pelo recolhimento desses dois tributos pelo regime regular.
Para o primeiro semestre de 2027, a escolha deveria ter sido feita em setembro, com validade de janeiro a junho.
Quem não fez a opção pelo regime regular nesse período permanecerá, no primeiro semestre, com IBS e CBS dentro da sistemática do Simples.
A decisão poderá ser revista em março de 2027, com efeitos para o segundo semestre.
A escolha pode ter impacto especialmente para empresas que vendem para outras empresas, devido à possibilidade de geração e aproveitamento de créditos tributários.
Por isso, a avaliação do regime não deve considerar apenas a alíquota. Também entram na análise fatores como:
Quem já está no Simples Nacional, em regra, não precisa solicitar novamente a permanência no regime.
Ainda assim, é recomendado verificar a situação fiscal da empresa em setembro deste ano para identificar eventuais pendências ou exclusões para 2027.
As empresas que permanecerem no Simples e não quiserem recolher IBS e CBS pelo regime regular não precisarão fazer uma nova opção.
Quem quiser retirar esses dois tributos da sistemática do Simples deverá formalizar a escolha dentro do prazo estabelecido.
As empresas abertas entre 1º de outubro e 31 de dezembro de 2026 terão uma regra específica.
Nesse caso, a opção pelo Simples Nacional feita no momento da inscrição do CNPJ produzirá efeitos tanto para o período restante de 2026 quanto para todo o ano de 2027.
A escolha relacionada ao IBS e à CBS pelo regime regular também poderá ser feita na abertura da empresa, com efeitos a partir de janeiro de 2027.
Se o empresário não quiser permanecer no Simples em 2027, poderá solicitar a exclusão por opção até o último dia de 2026.
A antecipação da opção também criou uma possibilidade de desistência.
Quem fez o pedido até 15 de outubro poderá cancelar a solicitação até 30 de novembro de 2026.
O cancelamento, porém, será irretratável. Isso significa que, depois de desistir, a empresa não poderá fazer uma nova opção para produzir efeitos em 2027.
A antecipação também permite que eventuais pendências sejam identificadas antes do início do ano. Em caso de indeferimento por problemas que possam ser regularizados, a empresa terá prazo para corrigir a situação.
A mudança não altera o calendário de opção pelo Simei, sistema aplicável ao Microempreendedor Individual (MEI).
Para o MEI, a opção pelo Simei continua sendo realizada em janeiro de cada ano, até o último dia útil do mês.
Dessa forma, a antecipação para setembro não deve ser confundida com as regras específicas aplicáveis aos microempreendedores individuais.
Outra mudança anunciada pelo CGSN envolve a emissão da Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) no emissor nacional.
A obrigatoriedade para empresas optantes pelo Simples Nacional foi adiada de 1º de setembro para 1º de novembro de 2026.
O adiamento busca dar mais tempo para municípios e empresas realizarem adaptações tecnológicas e operacionais.
Entre as providências recomendadas estão:
A regulamentação também altera a forma de prestação de informações fiscais e socioeconômicas.
A Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis) deixará de ser apresentada como declaração separada. As informações passarão a ser incorporadas ao Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional – Declaratório (PGDAS-D), com entrega anual de janeiro a março.
A mudança faz parte da adaptação do Simples Nacional ao novo modelo tributário.
Com setembro concentrando decisões relevantes para o próximo ano, especialistas recomendam que empresas e contadores antecipem a análise tributária.
A escolha entre manter IBS e CBS no Simples ou recolhê-los pelo regime regular pode produzir efeitos diferentes dependendo do setor, dos fornecedores e do perfil dos clientes.
Por isso, antes de formalizar a opção, a recomendação é que a micro e pequena empresa simule os dois cenários, além de revisar os sistemas, a emissão de notas fiscais e planejar o caixa para 2027.