Idoso atirado a poço: casal julgado em Beja na terça-feira


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A Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, preside esta sexta-feira, 30 de outubro, em Faro, à Assinatura do Contrato de Cooperação entre a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, em colaboração com as Universidades de Aveiro e do Algarve, com vista ao Estudo do Tratamento de Resíduos no Algarve, cujo Estudo deverá apresentar soluções técnicas para o tratamento de resíduos urbanos numa região onde a sua produção ultrapassa as 400 mil toneladas por ano e onde as taxas de deposição nos dois aterros existentes ultrapassam os 80%.
A cerimónia de assinatura do Estudo do Tratamento de Resíduos no Algarve, realiza-se pelas 15h00, na Sede da AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve, sita na Rua General Humberto Delgado 18, em Faro.
Uma hora depois, ou seja, às 16h00, na Câmara Municipal de Faro, perante António Miguel Pina, Presidente da Câmara Municipal, Maria da Graça Carvalho, preside à Assinatura do Protocolo de Colaboração Técnica entre a APA e o Município de Faro com vista à mitigação das cheias urbanas, em particular da Rua de São Luís.
Através deste Protocolo, a APA garante o acompanhamento técnico especializado nas fases de contratação e estudos, cabendo ao Município de Faro preparar e lançar os processos para a captação de fundos para as empreitadas, apontando-se como veículo prioritário os avisos do Programa Sustentável 2030.
Do Algarve para o Alentejo, a Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, desloca-se para Alvito, onde às 19h30 preside à Cerimónia Oficial de Inauguração da Feira dos Santos e Frutos Secos 2026, que se realiza no Pavilhão Institucional no Recinto da Feira do Alvito.
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Castelo de Vide ocupa uma posição muito especial na vertente norte da Serra de São Mamede, um espaço de fronteira onde a história deixou marcas densas ao nível da arquitetura, das práticas devocionais e da própria organização da paisagem.
É neste quadro que o Terras sem Sombra (TSS) regressa a Castelo de Vide a 7 e 8 de novembro, colocando a música no centro de uma programação que entretece criação artística, património e natureza.
O momento crucial da passagem pelo concelho alentejano materializa-se no concerto ‘Sentir o Pulsar do Universo: Música para Quatro Trompas’, na igreja do convento de São Francisco. O concerto oferece ao polaco Hornet Quartet a oportunidade de explorar a amplitude expressiva de uma formação pouco habitual, com incidência na música dos séculos XX e XXI. O Festival propõe ainda uma leitura da religiosidade inscrita no tecido urbano e uma aproximação à diversidade ecológica da Serra de São Mamede.
A trompa nasceu como instrumento de sinal e de chamamento, concebido para projetar o som a grande distância, muito antes de conquistar lugar próprio na orquestra e na música de câmara. Dessa origem conserva ainda uma vocação expansiva, que a tradição europeia transformou numa linguagem de notável riqueza tímbrica e expressiva, capaz de oscilar entre a solenidade e a delicadeza, entre a projeção sonora e uma quase intimidade vocal. É nessa plasticidade sonora que se estrutura o concerto «Sentir o Pulsar do Universo: Música para Quatro Trompas», apresentado a 7 de novembro (21h30), na igreja do convento de São Francisco, em Castelo de Vide.

Fundado em 2012, o Hornet Quartet reúne Gabriel Czopka, Michał Szczerba, Łukasz Łacny e Piotr Kowalski, solistas de algumas das mais importantes orquestras sinfónicas polacas da atualidade. A formação tem desenvolvido um trabalho continuado em torno das possibilidades expressivas da trompa, com particular atenção à música contemporânea e à criação de novo repertório para o instrumento. Em Castelo de Vide, o programa concede lugar de destaque à música polaca, com obras de Włodzimierz Kotoński, Jan Stokłosa, Feliks Rybicki e Witold Lutosławski. A este núcleo juntam-se as Fripperies, de Lowell E. Shaw, e as Trois Chansons, de Claude Debussy, aqui transpostas para quatro trompas.
A igreja do convento de São Francisco acrescenta ao concerto uma expressiva dimensão histórica, além de excelentes condições acústicas. Fundado em 1585, o antigo convento de Nossa Senhora da Conceição dos Frades Recoletos de São Francisco conserva a memória de sucessivas campanhas arquitetónicas, entre as quais avulta a renovação barroca do século XVIII.
Na tarde de sábado, 7 de novembro (15h00), o Jardim Grande – Parque João José da Luz constitui o ponto de partida para ‘Património que Protege: Oratórios, Nichos e Capelas’. A atividade é orientada por Rosário Salema de Carvalho, historiadora de arte e diretora do Museu Nacional do Azulejo, e por Carolino Tapadejo, profundo conhecedor e divulgador da história local.
O percurso propõe uma alteração deliberada da escala com que habitualmente se observa o património, ao privilegiar um olhar de minúcia sobre as formas através das quais a devoção se inscreveu no quotidiano: um nicho aconchegado numa fachada, uma imagem destinada a proteger uma rua ou uma casa, um pequeno oratório, uma capela. De acordo com José António Falcão, diretor-geral do TSS, «a sua leitura permite recuperar não apenas uma história artística, mas também gestos, crenças e práticas sociais que moldaram a experiência da vila».
A Serra de São Mamede introduz uma particularidade na paisagem do Alto Alentejo. A altitude, o relevo e o clima permitem que, numa região dominada pela influência mediterrânica, sobrevivam comunidades vegetais de características distintas das planícies envolventes. O Parque Natural regista cerca de 800 espécies de plantas e constitui o limite meridional da distribuição do carvalho-negral em formações boscosas e de montado.

É a esta diversidade que se dedica o itinerário «Do Bosque ao Montado: Os Carvalhos da Serra de São Mamede», na manhã de domingo, 8 de novembro (09h30), com partida da Praça D. Pedro V. A visita é orientada por Carlos Vila-Viçosa, biólogo e investigador do CIBIO – Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, cujo trabalho se tem centrado na biodiversidade, ecologia e evolução do género Quercus, nas florestas mediterrânicas e no restauro de habitats.
Aqui coexistem carvalhais de carvalho-negral (Quercus pyrenaica) e montados de sobreiro (Quercus suber) e azinheira (Quercus rotundifolia). Entre o bosque e o montado revela-se, assim, mais do que uma diferença de fisionomia vegetal: tornam-se legíveis modos distintos de relação com a terra.
Na distribuição das espécies inscrevem-se clima, geologia e evolução; no montado, séculos de trabalho humano e adaptação; na sua regeneração, joga-se parte do futuro destes ecossistemas. É esta leitura, simultaneamente ecológica e histórica, que a atividade propõe aprofundar no terreno.
Na sua passagem por Castelo de Vide, o Terras sem Sombra conta com a parceria do Município de Castelo de Vide, da Embaixada da República da Polónia, do Ministério da Cultura da Polónia, do PCMA e da Fundação Nossa Senhora da Esperança. Mantêm-se igualmente os apoios institucionais da Direção-Geral das Artes, do BPI-Fundação «la Caixa» e da CCDR Alentejo. O Festival decorre sob o Alto Patrocínio da Presidência da República. A programação do Terras sem Sombra prossegue a 21 e 22 de novembro, em Beja.
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O ano começou com chuva recorde e barragens cheias. A barragem de Alqueva está a 80% da capacidade e a média nacional supera os 70%, no entanto, há zonas do distrito de Évora onde as reservas de água continuam a ser motivo de preocupação, como demonstra a reportagem da SIC.
Janeiro e fevereiro foram os meses mais chuvosos dos últimos 50 anos, num início de ano que parecia promissor para os recursos hídricos.
Alqueva, o maior reservatório de água do país, atingiu a cota máxima no início de fevereiro, o que obrigou à libertação de água. Atualmente, encontra-se a 80% da capacidade de armazenamento.

Em média, as barragens, os reservatórios e as bacias hidrográficas estão acima dos 70% da capacidade. Ainda assim, há exceções. A barragem da Vigia, no distrito de Évora, está apenas a 25% da capacidade.
A água armazenada é importante para uma área de 1500 hectares, explorada por cerca de uma centena de agricultores, sobretudo dedicados ao olival e à vinha. Se a chuva não regressar, poderá ser necessário recorrer ao rateio da água, apesar de este ter sido um ano favorável em termos de precipitação.
A situação é ainda mais difícil para os produtores e agricultores da zona de Assumar, no distrito de Portalegre. Sem reservas de água nas proximidades, estão dependentes das condições meteorológicas, numa altura em que a água da chuva que caiu no início do ano já se esgotou.
A estes constrangimentos juntam-se os custos dos combustíveis, da energia, dos fertilizantes e das sementes, que têm reduzido as margens de lucro dos produtores. Para já, não se preveem problemas de água no próximo ano agrícola, mas a ocorrência de chuva será essencial para garantir que esse cenário se concretiza.
Ao mesmo tempo, a instabilidade internacional tem provocado um aumento significativo dos custos de produção, de forma transversal. Perante este cenário, a expectativa é de que o próximo ano traga aumentos generalizados dos preços dos produtos alimentares.
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Um espetáculo que cruza teatro, música, dança, palavra e multimédia, “de Sal a Marte” reflete sobre a imigração, a identidade, a memória e o trabalho invisível que sustenta o quotidiano das sociedades contemporâneas.
Partindo do universo das salinas e dos gestos ancestrais da produção do sal – elemento primordial que dá sabor à vida e símbolo do trabalho humano, o espetáculo constrói uma narrativa sobre quem chega, e quem, tantas vezes, permanece sem ser verdadeiramente visto.
“São eles o verdadeiro sal da nossa vida – indispensáveis, mas tantas vezes empurrados para longe. Precisamos deles, mas insistimos em mandá-los ir para Marte, um planeta aparentemente vazio, apresentado como destino possível para aqueles que a sociedade considera incómodos”, explica Carlos Marques
“Afinal, somos todos Homo sapiens, animais que contam histórias e que, através delas, constroem mundos comuns – mas também inventam diferenças entre nós e os outros”.
Carlos Marques apresenta um concerto dançado que cruza a imigração, o trabalho e as fronteiras que criamos para nos separar enquanto seres humanos. Em palco, um músico, um coro comunitário e quatro intérpretes – bailarinos, cantores e atores – entrelaçam música, dança e palavra numa reflexão poética e política sobre o trabalho invisível dos imigrantes, cujo esforço, sustenta grande parte do conforto do quotidiano europeu.
No centro de “de Sal a Marte” está Abalar, músico e alter ego de Carlos Marques. É através desta persona que Carlos Marques desenvolve uma linguagem onde a música, a palavra e a presença cénica se cruzam para dar corpo às questões levantadas pelo espetáculo.
O espetáculo nasce de um processo colaborativo que cruza diferentes linguagens artísticas e contributos criativos.
Cláudia Dias e Beatriz Rodrigues acompanham a criação ao nível do movimento e do apoio dramatúrgico, enquanto Ricardo Almeida é responsável pelos arranjos e pela produção musical, dando forma à dimensão sonora do espetáculo.
A direção coral está a cargo de Mara, que orienta o trabalho do Coro do Sal, coro comunitário de Montemor-o-Novo que integra esta criação, trazendo para o palco as vozes da comunidade e reforçando a dimensão coletiva do projeto. A participação do Coro do Sal, coro comunitário de Montemor-o-Novo, alarga a reflexão de “de Sal a Marte” para além do palco, envolvendo a comunidade num processo de criação e participação coletiva.
Através desta experiência artística partilhada, Carlos Marques convida os participantes a questionar preconceitos, e a pensar coletivamente sobre a sociedade que construímos. A estreia de “de Sal a Marte” acontece a 21 de novembro, às 21h30, no Cineteatro Curvo Semedo, em Montemor-o-Novo, numa sessão que assinala também a apresentação e o lançamento do livro “de Sal a Marte”.
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A antiga Moagem de Sabóia, em Odemira, vai receber a inauguração do Espaço Medronho no próximo dia 30 de outubro, às 16h15, cuja cerimónia contará com a presença do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, Ricardo Pinheiro, e do Presidente da Câmara Municipal de Odemira, Hélder Guerreiro.
O novo equipamento resulta da reabilitação da antiga Moagem e reúne quatro valências complementares: a Destilaria Comunitária, a Praça Central, o Centro Interpretativo do Medronho e o Food Lab. O objetivo é valorizar o medronho e os seus produtores, promover o conhecimento sobre este fruto emblemático do território e criar um novo ponto de encontro e dinamização para a comunidade.
A Destilaria Comunitária irá apoiar a transformação e valorização do medronho, reforçando as oportunidades para os produtores locais. O Centro Interpretativo será dedicado à história, características e potencialidades do fruto, enquanto o Food Lab funcionará como cozinha experimental e laboratório para desenvolver novas utilizações do medronho e dos seus subprodutos. A Praça Central criará uma área de convívio aberta à população e disponível para iniciativas culturais, sociais e económicas.
A abertura do Espaço Medronho dá continuidade à requalificação do recinto da antiga Moagem, iniciada com a instalação da Incubadora de Empresas. O investimento municipal na construção da Destilaria e do Centro Interpretativo, incluindo a requalificação dos espaços exteriores, ascendeu a 1.038.050,40 euros, mais IVA.
Os equipamentos serão dinamizados pelo Município de Odemira, em articulação com a Arbutus – Associação para a Promoção do Medronho e a Junta de Freguesia de Sabóia, numa parceria que pretende potenciar os recursos endógenos do território, estimular a participação da comunidade e consolidar Sabóia como um polo de desenvolvimento local.
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A Polícia Judiciária (PJ), através da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, desenvolveu, ontem, uma operação policial, denominada operação ‘SPICE’, no decurso da qual foi possível identificar uma vivenda suspeita no concelho de Santiago do Cacém.
Diz a PJ na sua missiva que na referida vivenda estava a ser montado um laboratório para extração de cocaína, que chegava a território nacional misturada em canela e outras especiarias procedentes de um país da América do Sul, e na qual foram detidos seis suspeitos da prática do crime de tráfico de estupefacientes.
Os detidos, cinco homens e uma mulher, todos estrangeiros e com idades compreendidas entre os 30 e os 58 anos, eram responsáveis pelo transporte e extração de cocaína das especiarias onde vinha dissimulada.
No interior da vivenda em causa foi encontrada e apreendida uma grande quantidade de especiarias em pó contendo cocaína bem como todos os equipamentos e produtos necessários à extração da droga, incluindo produtos químicos.
No decorrer da operação, foram ainda realizadas diversas buscas domiciliárias às residências dos suspeitos e apreendidas três viaturas, dinheiro e diverso material de comunicações.
A quantidade de cocaína que se encontrava misturada nas especiarias apreendidas ainda não foi totalmente determinada, mas estima-se que possa rondar os 100 kgs.
Os detidos serão presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação. A PJ adianta que a investigação prossegue, sendo o respetivo inquérito titulado pelo DIAP de Sintra.

Espaço Medronho abre a 30 de outubro com destilaria comunitária, centro interpretativo, cozinha experimental e uma praça para atividades da comunidade.
O Espaço Medronho vai ser inaugurado na próxima sexta-feira, 30 de outubro, às 16h15, na antiga Moagem de Sabóia, no concelho de Odemira. O novo equipamento pretende apoiar os produtores locais e promover novas formas de valorização e utilização deste fruto.
A cerimónia contará com a presença do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, Ricardo Pinheiro, e do presidente da Câmara Municipal de Odemira, Hélder Guerreiro.
Resultante da reabilitação da antiga Moagem, o espaço reúne quatro valências: a Destilaria Comunitária, a Praça Central, o Centro Interpretativo do Medronho e o Food Lab.
A destilaria irá apoiar a transformação do medronho, enquanto o centro interpretativo dará a conhecer a história, as características e as potencialidades deste recurso do território. Já o Food Lab funcionará como cozinha experimental e laboratório para desenvolver novas utilizações do fruto e dos seus subprodutos.
A Praça Central será uma área de convívio aberta à população, preparada para acolher iniciativas culturais, sociais e económicas.
O investimento municipal na construção da Destilaria e do Centro Interpretativo, incluindo a requalificação dos espaços exteriores, ascendeu a 1.038.050,40 euros, acrescidos de IVA.
A intervenção dá continuidade à recuperação do recinto da antiga Moagem de Sabóia, onde já foi instalada a Incubadora de Empresas.
A dinamização dos equipamentos ficará a cargo do Município de Odemira, em articulação com a Arbutus – Associação para a Promoção do Medronho e a Junta de Freguesia de Sabóia. A parceria pretende valorizar os recursos locais, estimular a participação da comunidade e reforçar o papel de Sabóia no desenvolvimento do concelho.
Apoio municipal para a época 2026/2027 abrange 24 modalidades e cerca de 1.782 atletas, dos quais 1.196 nos escalões de formação.
O Município de Odemira vai atribuir 515 mil euros a 32 clubes e associações desportivas do concelho, através do programa municipal Odemira Ativa. Os contratos-programa de desenvolvimento desportivo foram assinados no dia 27 de outubro, nos Paços do Concelho.
O financiamento destina-se a apoiar a atividade desportiva na época 2026/2027 e representa cerca de 97% da dotação global de 530 mil euros prevista para o programa.
Segundo a autarquia, os apoios abrangem 24 modalidades e aproximadamente 1.782 atletas. A formação concentra a maioria dos praticantes, com 1.196 atletas, enquanto os escalões seniores reúnem os restantes 586.
Entre as modalidades apoiadas encontram-se futebol, andebol, voleibol, canoagem, surf, bodyboard, atletismo, natação, patinagem, ténis, padel e xadrez. O programa contempla também artes marciais, como karaté, kickboxing e muay thai, além de BTT, orientação, bilhar, columbofilia, caça e pesca desportivas, tiro desportivo e petanca.
A oferta inclui ainda desportos de natureza e lazer e desporto adaptado, procurando responder a diferentes públicos e formas de participação.
Com este financiamento, a Câmara Municipal pretende promover o acesso à prática desportiva, incentivar hábitos de vida saudáveis e apoiar o trabalho das coletividades na dinamização social e desportiva do concelho.
VTM
Subordinada ao tema “O Rumo do Vinho em Portugal”, a iniciativa foi organizada pela Associação Nacional de Estudantes de Enologia e Viticultura (ANEEV), em conjunto com a Direção da Licenciatura em Enologia da UTAD, reunindo representantes de várias regiões vitivinícolas do país, profissionais, docentes e estudantes.
Num contexto marcado pelas dificuldades enfrentadas pela atividade vitivinícola, nomeadamente as alterações climáticas e a necessidade de atrair novas gerações, o encontro procurou consciencializar os estudantes para a importância do setor e para as perspetivas de futuro nesta área.
Em declarações à VTM, Filipe Oliveira, presidente da ANEEV, destacou a importância de envolver os jovens na valorização do vinho português e de incentivar a sua entrada no mercado de trabalho, afirmando que “o setor primário é o mais importante”.
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Comprar este artigo — 1,00€The post Profissionais e estudantes refletiram sobre os desafios do setor vitivinícola appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.
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A Associação de Agricultores do Sul (ACOS) promove, nas suas instalações em Beja, a comemoração do Dia Nacional das Raças Autóctones que se vai assinalar no próximo dia 11 de novembro.
O evento é organizado em parceria com a Associação de Criadores do Porco Alentejano (ACPA), Associação de Agricultores do Campo Branco (AACB), Associação de Criadores de Bovinos Mertolengos (ACBM), Associação de Criadores de Bovinos de Raça Alentejana (ACBRA), Associação Portuguesa de Caprinicultores da Raça Serpentina (APCRS) e Associação Nacional de Criadores de Raça Merina (ANCORME), com cofinanciamento do Projeto Pastonatur.
“Como valorizar as raças autóctones?” é o tema da Mesa Redonda que, com início às 10h30, vai ter como participantes, António Aires da AACB, em representação da Raça Bovina Garvonesa, Nuno Faustino (ACPA), Miguel Madeira (ACOS – Raça Ovina Campaniça), Carolina Maio (ACBM e Promert, Agrupamento de Produtores de Bovinos Mertolengos), António Cachatra, da APCRS e Rafael Silva da ANCORME.
A moderação da Mesa Redonda vai estar a cargo de Claudino Matos, Diretor Geral da ACOS e Secretário Técnico da Raça Ovina Campaniça e María Bastidas da ADPM (Associação de Defesa do Património de Mértola) em representação do Projeto Pastonatur.
O evento vai contar com as presenças de criadores das diferentes raças autóctones da região, deputados, representantes de organismos oficiais ligados à agropecuária, técnicos e investigadores.
A celebração do Dia Nacional das Raças Autóctones, irá culminar com um almoço convívio para degustação de produtos derivados de várias raças do Alentejo, cedidos pelas associações participantes, com confeção a cargo do Chef João Mourato.
A ACOS informa ainda que a comemoração do Dia Nacional das Raças Autóctones integra-se também nas atividades dinamizadas no âmbito do Ano Internacional das Pastagens e dos Pastoralistas 2026, instituído pela FAO.
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A aldeia de Lousal, no concelho de Grândola, recebe nos dias 30 e 31 de outubro e 1 de novembro, a 5.ª edição do Nature Weekend, um evento que reúne natureza, património, ciência, cultura e animação, com atividades gratuitas dirigidas a visitantes de todas as idades.
Ao longo dos três dias, o programa incluí caminhadas e percursos de descoberta do património arqueológico, atividades desportivas e náuticas, como stand up paddle, canoagem e wakeboard, bem como workshops de construção de papagaios e moinhos de vento.
A animação estará presente nas ruas da aldeia, com espetáculos de teatro-circo, comédia, música e performances. A programação integra ainda iniciativas de observação de morcegos e uma palestra, intitulada de “O Feitiço dos Bichos”, além de atividades temáticas de Halloween, entre as quais o Halloween Cluedo e o Baile de Halloween.
No último dia, o evento termina com a iniciativa “As Bruxas Voltam a Casa”, que contempla o lançamento de papagaios e a implantação de moinhos de vento na Corta da Mina.
Com atividades distribuídas por vários espaços da aldeia, nomeadamente o Centro Ciência Viva do Lousal, o Museu Mineiro, a Tapada, a Corta da Mina e o Salão do Lousal, o Nature Weekend pretende valorizar o património natural, mineiro e cultural do território, proporcionando experiências de descoberta, convívio e entretenimento. Para consultar o programa clique aqui.
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O Comando Territorial de Setúbal da Guarda nacional Republicana (GNR), através do Posto Territorial de Sines e do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) de Santiago do Cacém, em colaboração com a Autoridade Tributária, realizou, esta segunda-feira, 26 de outubro, uma ação conjunta de fiscalização a oficinas, resíduos automóveis e veículos em fim de vida, no concelho de Sines.
No decorrer da ação, foram elaborados 50 autos de contraordenação e 15 relativos a infrações de natureza ambiental relacionadas com resíduos automóveis. A GNR adianta que esta ação teve como objetivo reforçar a fiscalização e promover o cumprimento da legislação aplicável, contribuindo para a proteção ambiental, a segurança de pessoas e bens e a preservação dos recursos naturais.
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A Serra de Grândola prepara-se para receber a 11.ª edição do Ultra Trail Serra de Grândola (UTSG) já no próximo domingo, 1 de novembro, cujo evento é organizado pelo Município de Grândola e pelo Clube Amiciclo, com o apoio do movimento associativo do concelho, o evento integra três distâncias competitivas e uma caminhada, com partidas e chegadas junto ao Complexo Desportivo Municipal José Afonso.
O Trail Ultra, a distância mais longa da competição, apresenta um percurso de 46km e 2500 metros de desnível positivo (D+). Seguem-se o Trail Sprint, com 26km e 1400 metros D+, e o Mini Trail, com 14km e 600 metros D+. Paralelamente, realiza-se uma caminhada de 11km e 350 metros de desnível positivo, de caráter não competitivo.
Maioritariamente disputados por trilhos e caminhos da Serra de Grândola, os percursos atravessam um território caracterizado pelo relevo acentuado e pela presença dominante do montado de sobro, um dos elementos mais representativos da paisagem natural do concelho.
É neste cenário que os atletas irão enfrentar sucessivas subidas e descidas, em percursos que exigem preparação física, resistência e capacidade de gestão do esforço.
Apesar da altitude relativamente moderada da serra, a acumulação de desnível ao longo dos percursos constitui um dos principais desafios da competição.
O programa tem início às 8h00, com a partida dos participantes do Trail Ultra, seguindo-se o Trail Sprint, às 8h30, o Mini Trail, às 9h30, e a Caminhada, às 9h35.
As primeiras chegadas à meta estão previstas para as 10h35, no Mini Trail, 11h15, no Trail Sprint, e 12h30, no Trail Ultra.
A cerimónia de entrega de prémios terá início a partir das 12h00, junto à meta, à medida que forem conhecidos os resultados das diferentes distâncias competitivas. Serão distinguidos os melhores classificados individuais, por escalão e por equipas, bem como a equipa com maior número de atletas a concluir o conjunto das três provas.
O secretariado do evento funcionará no Complexo Desportivo Municipal José Afonso, no sábado, 31 de outubro, entre as 15h00 e as 19h00, e no domingo, 1 de novembro, com horários diferenciados para cada distância, a partir das 6h30.
A população poderá acompanhar as partidas, as chegadas e a entrega de prémios junto ao Complexo Desportivo Municipal José Afonso, neste dia dedicado ao trail running e à descoberta do património natural da Serra de Grândola.
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A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) promove no próximo dia 5 de novembro, às 11h05, a 14.ª edição do exercício público de sensibilização para o risco sísmico ‘A TERRA TREME’, convidando toda a população a participar nesta iniciativa nacional de preparação e prevenção.
O exercício visa sensibilizar os cidadãos para o risco sísmico e dar a conhecer os comportamentos de autoproteção a adotar antes, durante e depois de um sismo, contribuindo para uma sociedade mais informada, preparada e resiliente.
Durante um minuto, os participantes são desafiados a praticar os três gestos de autoproteção — Baixar, Proteger e Aguardar — que podem fazer a diferença na proteção da vida em caso de sismo.
A participação pode ser individual ou coletiva, envolvendo famílias, escolas, empresas, instituições públicas e privadas, associações e outras organizações da sociedade civil.
Em todo o território nacional, a ANEPC, através dos seus Comandos Regionais e Sub-regionais de Emergência e Proteção Civil, em articulação com comunidades educativas, corpos de bombeiros, serviços municipais de proteção civil e outros agentes e entidades, promoverá ações de sensibilização e iniciativas destinadas a reforçar o conhecimento sobre o risco sísmico e as medidas de autoproteção.
A iniciativa tem tido uma adesão expressiva por parte da população escolar, graças ao envolvimento do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação, I.P. (EduQA) e da Agência para a Gestão do Sistema Educativo, I.P. (AGSE). Assim, em articulação com estes parceiros, a ANEPC promove a ação principal desta edição na Escola Secundária Sebastião da Gama, em Setúbal, no âmbito da mobilização nacional para a preparação face ao risco sísmico.
Para além da realização do exercício, as entidades participantes são incentivadas a promover ações de informação e sensibilização, divulgar medidas preventivas, rever os procedimentos de emergência e envolver trabalhadores, alunos, famílias e comunidades na preparação para situações de emergência.
A participação no exercício ‘A TERRA TREME’ é gratuita e pode ser registada na página oficial www.aterratreme.pt. A inscrição não é obrigatória, mas permite acompanhar a adesão à iniciativa e avaliar a evolução da participação ao longo das sucessivas edições. O portal disponibiliza também materiais de divulgação e informação de apoio à participação.
A ANEPC apela à participação de todos os cidadãos e entidades, sublinhando que conhecer e praticar antecipadamente os comportamentos de autoproteção é fundamental para reduzir a vulnerabilidade e aumentar a segurança em caso de sismo.
No dia 5 de novembro, às 11h05, pare um minuto e pratique os três gestos: BAIXAR, PROTEGER E AGUARDAR.
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A cidade de Serpa vai receber, de 18 a 20 de dezembro de 2026, a 52.ª Exposição Nacional e XXII Ibérica de Columbofilia, que reunirá os melhores pombos-correio e columbófilos de Portugal e Espanha, no Pavilhão de Feiras e Exposições, cujo programa já está disponível e inclui avaliação dos pombos-correio por juízes classificadores, entrega de prémios, atividades com escolas, um colóquio e momentos de convívio e descoberta da cidade.
Promovido pela Federação Portuguesa de Columbofilia (FPC), com o apoio da Câmara Municipal de Serpa e do Instituto Português do Desporto e Juventude, o encontro alia a vertente desportiva à partilha de conhecimentos e à divulgação da modalidade junto de novos públicos. A realização conjunta da Exposição Nacional e da Exposição Ibérica reforça também os laços entre as comunidades columbófilas dos dois países.
O programa contempla, na sexta-feira, 18 de dezembro, a avaliação dos pombos da categoria Standard e a visita de escolas, sob o mote “Pequenos Exploradores, Grandes Voadores”, proporcionando aos mais novos um contacto próximo com os pombos-correio. O dia termina com o Jantar da Amizade.
A abertura ao público está marcada para sábado, 19 de dezembro, às 10h00, seguindo-se a receção às entidades oficiais, às 11h30. Durante a tarde, realizam-se a entrega de prémios de Valência Nacional e Barcelona Nacional, uma visita guiada a Serpa e um colóquio dedicado à categoria Standard com foco nas Olimpíadas 2028.
Na noite de sábado, o Jantar de Gala será dedicado à celebração dos resultados e ao reconhecimento dos protagonistas da modalidade, com a entrega de prémios dos Campeonatos Nacionais, a Homenagem Mérito e Carreira e a distinção Fair Play “Pena Branca”.
No domingo, 20 de dezembro, a caminhada “Voar por Serpa” abre o programa às 09h00. O recinto volta a receber visitantes a partir das 10h00, seguindo-se, às 11h00, a entrega de prémios da Exposição Nacional e Ibérica. O encerramento está previsto para as 13h00.
A exposição será uma oportunidade para conhecer de perto os pombos-correio, contactar com os praticantes e descobrir o trabalho de preparação e dedicação que está na base da competição columbófila.
O programa completo bem como mais informações sobre o evento podem ser acompanhadas no website oficial clicando aqui.
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O Comando Territorial de Beja da GNR, através do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) do Destacamento Territorial de Moura, no dia 25 de outubro, deteve um homem de 31 anos, por caça ilegal, no concelho de Moura.
No âmbito de uma ação de fiscalização, realizada numa zona de caça associativa no concelho de Moura, os militares da Guarda detetaram um indivíduo a exercer a atividade venatória sem se encontrar habilitado com licença de uso e porte de arma, motivo pelo qual foi detido em flagrante delito.
No decurso da ação de fiscalização, foi ainda detetada uma situação de incumprimento das regras de segurança na guarda de uma arma de fogo por parte do respetivo proprietário, que não adotou as precauções necessárias para impedir o acesso de terceiros à mesma e prevenir um eventual furto.
Perante os factos, foi elaborado o respetivo auto de contraordenação, ao abrigo do artigo 40.º da Lei n.º 5/2006, de 23 de fevereiro, que aprova o regime jurídico das armas e suas munições.
Na sequência da intervenção policial, foram apreendidos os seguintes artigos:
O detido foi libertado após ter sido constituído arguido e sujeito a Termo de Identidade e Residência (TIR), tendo sido notificado para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Moura, no dia 26 de outubro de 2026, pelas 14h00, para efeitos de aplicação de medidas de coação.
A Guarda Nacional Republicana relembra que o exercício da atividade venatória deve obedecer às regras legalmente estabelecidas, nomeadamente no que respeita à habilitação para o uso e porte de armas, contribuindo para a segurança de pessoas e bens e para a proteção e conservação dos recursos cinegéticos.
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Levar a bandeira de Portugal às pistas internacionais é motivo de orgulho e responsabilidade para Vicente Capela. O piloto português, natural de Beja, esteve em pista este fim-de-semana nas IAME Warrior Finals 2026, disputadas no Leopard Circuit, em Viterbo, Itália, onde enfrentou outros 104 pilotos na categoria X30 Júnior.
A jornada italiana começou com dificuldades nas duas primeiras mangas de qualificação, disputadas sob a chuva que atingiu a região de Viterbo. Com a pista molhada, as condições exigiram atenção redobrada, capacidade de adaptação e uma leitura rigorosa de cada momento da corrida, além da necessidade de responder aos ataques dos adversários na luta por posições em pista.
A resposta surgiu nas duas mangas de qualificação seguintes. Com uma prestação marcada pela capacidade de superação, Vicente Capela (Patrocinadores: Clinibeja / Equipa: Premium Karting / Preparador de motores: S Sport Engines / Mecânico: André Rodrigues / Chassis: Lando Norris) terminou uma das corridas no Top 10 e alcançou o 8.º lugar na seguinte.
Estas duas prestações confirmaram a competitividade do piloto português e mantiveram viva a ambição de avançar para a fase decisiva da competição.
Os resultados garantiram a presença de Capela no Super Heat 2, embora com uma tarefa exigente pela frente, uma vez que arrancou da 15.ª linha da grelha de partida. Após uma primeira volta bastante atribulada, marcada por vários toques entre os pilotos que seguiam à sua frente, acabou por perder mais posições, o que o obrigou a iniciar uma nova recuperação num pelotão extremamente competitivo.
Depois de cair para o fundo do pelotão, o piloto encetou uma recuperação, ultrapassou vários adversários e cortou a meta na 19.ª posição, depois de concretizar 13 ultrapassagens e demonstrar a sua capacidade de reação. Este resultado marcou o final da participação do piloto de Beja em Viterbo.
“Não era o resultado que pretendíamos. Apesar do forte ritmo e das excelentes recuperações que conseguimos na sexta-feira e no sábado, o grande objetivo de garantir o apuramento para a final acabou por não ser alcançado. Esta semana foi uma experiência de aprendizagem extraordinária, numa competição contra mais de 100 pilotos de todo o mundo na categoria Júnior. Demonstrámos velocidade, garra e uma enorme capacidade de superação. Deixo um agradecimento profundo à equipa PREMIUM Karting, ao meu mecânico André e à nossa estrutura de preparação de motores, S SPORT Engines”, destacou Vicente.
À espera de novos desafios
O piloto português promete escrever novos capítulos ainda esta temporada, a levar consigo a vontade de voltar a lutar por resultados expressivos. Com resiliência, ambição e o apoio dos seus apoiantes, Capela mantém o foco nos próximos desafios, determinado a continuar a evoluir e a honrar as cores de Portugal no automobilismo.
Texto por Kako Marques / KMCom Assessoria
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A FlixBus, operadora de transporte rodoviário de longa distância, alargou a sua rede doméstica a Loulé e a Castro Verde com uma nova linha que liga estas duas localidades do sul do país a Faro (incluindo Aeroporto), Albufeira, Beja, Setúbal e Lisboa. Em funcionamento desde 1 de outubro, a nova linha tem, para já, quatro horários diários disponíveis.
Com estes dois novos destinos, a FlixBus soma já 13 novas cidades na sua oferta doméstica desde o início de 2026, reforçando a presença fora dos grandes centros urbanos.
Segundo Tiago Cavaco Alves, Diretor das Operações da FlixBus em Portugal, “A integração de Loulé e de Castro Verde na rede FlixBus reforça o nosso compromisso de aproximar o país e de alargar a oferta de mobilidade a todas as regiões, em particular aos territórios de baixa densidade populacional. Esta nova ligação contribui ainda para estreitar as ligações entre o Alentejo e o Algarve, com Loulé a juntar-se aos mais de quinze destinos algarvios já servidos pela FlixBus, com conexões à rede nacional e a vários destinos no sul de Espanha. Desta forma, damos resposta a uma procura relevante e facilitamos o acesso aos principais centros urbanos do Sul e ao Aeroporto de Faro, contribuindo também para reduzir a dependência do transporte individual”.
Quer em Loulé, quer em Castro Verde, as paragens da FlixBus localizam-se nos respetivos terminais rodoviários: em Loulé, na Rua de Nossa Senhora de Fátima; em Castro Verde, na Rua da Seara Nova. Os bilhetes já se encontram disponíveis na app e website da FlixBus, nos pontos de venda Pagaqui e nas agências de viagens parceiras da operadora, com preços a começar nos 4,49€ para a ligação Loulé-Lisboa, e nos 6,99€ para a ligação Castro Verde-Lisboa.
Eis as novas ligações diretas disponíveis a partir de Loulé e Castro Verde:
Para além destes novos destinos, a FlixBus reforçou também a sua operação em Évora, que passa a ter novas ligações diretas diurnas para Santarém, Coimbra e Porto. Graças à nova linha, passa também a ser possível viajar desde Évora até Ovar, um novo destino da rede FlixBus a Norte.
Disponível com dois horários diários (um em cada sentido), a nova rota vai colocar Évora a menos de duas horas de Santarém, e a três horas e meia de Coimbra. Os preços começam nos 6,99€ para a ligação Évora-Santarém e nos 5,99€ para a ligação Évora-Coimbra.
Eis as novas ligações diretas diurnas disponíveis de e para Évora:
Com a recente integração da FlixBus no ChatGPT, os utilizadores desta ferramenta de Inteligência Artificial já podem pesquisar rotas e destinos da FlixBus (e também da FlixTrain), com hiperligação direta para as respetivas páginas de reserva, onde podem concluir a compra.
Para usar esta funcionalidade, basta iniciar sessão no ChatGPT, aceder ao menu “Plugins”, pesquisar por “FlixBus” e ativar esta opção – em alternativa, é possível aceder através deste link.