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- Funchal Notícias
- JPP satisfeito com aprovação na República de propostas que “mexem com a vida das pessoas”
- El País
- Feijóo apunta a las “responsabilidades políticas” de Puente por el segundo accidente mortal de la alta velocidad en nueve meses
Feijóo apunta a las “responsabilidades políticas” de Puente por el segundo accidente mortal de la alta velocidad en nueve meses
Alberto Núñez Feijóo eleva el tono y exige “responsabilidades políticas” por el accidente ferroviario de Urda, que deja de momento 69 fallecidos y alrededor de 200 personas que resultaron heridas, tan solo nueve meses después de la tragedia de Adamuz (46 víctimas mortales y 292 heridos). El líder de la oposición no ha pedido explícitamente la dimisión o cese de Óscar Puente como ministro de Transportes, pero ha recalcado que la asunción de responsabilidades no puede demorarse. “Yo sé lo que haría si fuera el presidente del Gobierno. Las responsabilidades políticas no son opcionales, son imprescindibles desde el punto de vista ético y moral”, ha aseverado en el municipio de Urda después de su visita al Puesto de Mando Avanzado levantado en la zona cero de la catástrofe, que se encuentra a unos 12 kilómetros de la localidad de 2.500 habitantes gobernada por el PP.

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- O Jornal Económico
- CDS-PP ouvido em Belém: Nuno Melo desafia oposição a aproveitar especialidade da lei das rendas
CDS-PP ouvido em Belém: Nuno Melo desafia oposição a aproveitar especialidade da lei das rendas
O presidente do CDS-PP, Nuno Melo, rejeitou hoje que o Governo esteja desgastado com as manifestações pela habitação e apelou à oposição para que aproveite o processo de especialidade para alterar a lei do arrendamento urbano.
“Há uma lei do arrendamento que está a ser discutida na Assembleia da República e o apelo que nós fazemos é para que as oposições aproveitem a especialidade, porque a especialidade dá aos partidos a oportunidade, com a representação parlamentar, de apresentarem medidas que, na sua visão, ajudem a transformar uma lei que segundo nós é má, que é a que está em vigor, numa lei melhor”, afirmou Nuno Melo.
O também ministro da Defesa Nacional falava depois de ter sido recebido no Palácio de Belém pelo Presidente da República, António José Seguro, que está hoje a ouvir os partidos com assento parlamentar sobre coesão social, tema no qual o chefe de Estado incluiu a habitação.
Na ótica do líder centrista quem quiser “realmente resolver problemas tratará de apresentar essas propostas”, posição que contrapôs a quem quer “aproveitar um problema para simplesmente desgastar o poder”.
Interrogado sobre se reconhece então que o Governo está a ser desgastado com as manifestações dos últimos dias, Nuno Melo negou.
“Não, não reconheço. Eu acho que o Governo está a ficar credibilizado pela forma como distingue uma coisa e outra”, respondeu, distinguindo o protesto que decorreu na terça-feira à frente à Assembleia da República, “que correu impecavelmente”, das manifestações no Rossio, em Lisboa, ou na Praça D. João I, no Porto.
“Eu distingo totalmente a manifestação e o seu direito, da manipulação e instrumentalização radical de quem acha que de repente volta a criar o PREC em Portugal, e as políticas nacionais, públicas, aquilo que afeta a nossa vida, se decide entre camaradas com jargões trotskistas em assembleias populares”, criticou.
O presidente do CDS-PP voltou a defender a atuação policial, afirmando que avançou apenas em último recurso e que os polícias “aguentaram até ao limite” antes de ser decidida uma intervenção.
Interrogado sobre o apelo ao diálogo feito pelo Presidente da República, Nuno Melo afirmou que António José Seguro “pretende aquilo que é normal e que os partidos também pretendem, e que o Governo também pretende, em relação a um problema, ou seja, respostas”.
O presidente do CDS-PP afirmou que o Governo já está a apresentar respostas e manifesta disponibilidade “para, em conjunto com todos os outros, se necessário for, estudar outras possibilidades”, começando pelo processo de especialidade na lei das rendas.
“É a primeira oportunidade para que os partidos da oposição, se de facto não querem manipular uma preocupação para tentarem ter um interesse partidário estrito, mostrarem, através de propostas que podem fazer, que há uma outra construção que dali pode sair”, apelou.
Nuno Melo defendeu a estratégia do Governo até ao momento, pedindo tempo para que as medidas adotadas surtam os seus efeitos. O líder centrista apontou para a entrada de um milhão de imigrantes no país, “ao mesmo tempo que o SEF foi extinto sem que se tivesse acautelado a existência de habitações suficientes no país para que tantas pessoas pudessem viver”, como uma das causas para a crise.
La tragedia da un vuelco al guion de la campaña
La campaña ha dado un vuelco. La tragedia ferroviaria de Toledo ha irrumpido como un cisne negro en la precampaña electoral cambiándolo todo. El accidente, que dejó al menos 69 fallecidos y 77 heridos, el segundo mortal en la alta velocidad española en apenas nueve meses, ha dado una sacudida al tablero cuando faltan solo 31 días para las elecciones generales del 29 de noviembre. Nada será igual ya después del siniestro, admiten en las cúpulas de todos los partidos políticos, obligados a recalcular sus estrategias y sus agendas para adaptarse a la catástrofe. El Gobierno, el principal responsable de la red ferroviaria, está en shock por una tragedia que se le sitúa en el peor escenario político posible en plena contienda electoral y que pone en el punto de mira al ministro de Transportes, aunque Pedro Sánchez mantiene de momento el apoyo a Óscar Puente. El líder del PP, Alberto Núñez Feijóo, mantuvo ayer un tono institucional y evitó pedir dimisiones por respeto a las víctimas, pero la presión irá en aumento. Vox se lanzó al ataque señalando a Sánchez como responsable y hasta Frente Amplio endureció el tono pidiendo responsabilidades políticas.

© EPV
Empieza otra campaña electoral

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- El País
- Los datos que desnudan el discurso del PP de Mazón sobre la dana: el 90% de las muertes fue antes del envío de los dos ES-Alert
Los datos que desnudan el discurso del PP de Mazón sobre la dana: el 90% de las muertes fue antes del envío de los dos ES-Alert
Detrás de los números a veces se esconden verdades desoladoras. El 1, por ejemplo, es con el que los telediarios bautizaron a José Fernández en la noche del 29 de octubre de hace dos años, mientras una dana terminaba por arrasar Valencia. El primer muerto conocido por las inundaciones, así lo definieron numéricamente. Fernández tenía 64 y aquella tarde estaba con su mujer Isabel en casa, en un cuarto piso de un edificio de Massanassa. Sobre las 18.00, bajó al garaje para sacar el coche, ante el miedo de que se inundase el trastero. Isabel, mientras, se puso a tender la ropa. Y en un momento, al asomarse a la ventana, contempló con pánico cómo una ola grande recorría la calle con coches flotando. Fue a buscar a su marido, pero se había quedado atrapado en el ascensor. Le escuchó pedir auxilio una y otra vez. “Pero ¿cómo podía ayudar? Nadie en ese momento podía ayudar. No tienes los medios. Es una situación de impotencia”, explicó entonces Isabel. Ambos desconocían la magnitud meteorológica ni tampoco recibieron una alerta en sus móviles que les advirtiera de los peligros de estar en plantas bajas o salir a la calle. El ES-Alert, de hecho, tardaría en llegar dos horas después de que Fernández bajara al garaje. A las 20.11, cuando sonó el primer mensaje masivo, 182 de las 233 víctimas mortales de la dana ya habían fallecido y la situación de decenas era insalvable.

© Emilio Morenatti (AP)
O “imposto emocional” das organizações: o custo económico da má liderança
As organizações conhecem o custo de perder um colaborador, considerando toda a cadeia de valor: recrutamento, selecção, integração, formação e tempo necessário até atingir o desempenho esperado. Existe, porém, um custo menos visível, raramente inscrito nas contas de gestão: o das pessoas que permanecem na organização, mas trabalham abaixo do seu potencial, devido a ambientes tóxicos, chefias disfuncionais, falta de reconhecimento ou ausência de autonomia.
A este custo poderemos chamar imposto emocional: uma carga invisível que incide sobre a produtividade, a motivação, a criatividade e o compromisso dos colaboradores. Não aparece numa factura, não consta de uma rubrica contabilística e, ainda assim, pode comprometer os resultados e a sustentabilidade de uma Organização.
O relatório Prosperidade e Sustentabilidade das Organizações, publicado pela Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), em 2026, apresenta números que merecem a atenção de líderes e gestores. Em Portugal, o custo indirecto da perda de produtividade associada ao stress e aos problemas de Saúde Psicológica no trabalho poderá atingir 13,3 mil milhões de euros por ano, correspondendo a cerca de 2,1% do volume de negócios das empresas abrangidas pela estimativa. Deste montante, 8,9 mil milhões de euros são atribuídos ao presentismo e 4,4 mil milhões ao absentismo.
O presentismo merece particular atenção. Significa produzir abaixo das próprias capacidades devido a problemas de saúde física ou psicológica. Envolve pessoas que cumprem horários, participam nas reuniões e respondem às solicitações, mas com perdas significativas na concentração, na iniciativa e na energia que, por norma, colocavam ao serviço da Organização.
Por detrás desta realidade podem encontrar-se múltiplos factores, nem sempre imputáveis à liderança: sobrecarga de trabalho, insegurança laboral, exigências emocionais excessivas ou dificuldades de conciliação entre a vida profissional e pessoal. Contudo, as práticas de gestão podem agravar estes riscos ou, pelo contrário, contribuir para os prevenir.
Quando liderar se transforma num factor de risco
Uma chefia que gere através do medo, comunica de forma ambígua, desvaloriza o esforço ou atribui responsabilidades sem conceder autonomia, pode criar um contexto em que as pessoas passam a investir mais energia em proteger-se do que em trabalhar. A prudência substitui a iniciativa; o silêncio ocupa o lugar da participação; o erro deixa de ser uma oportunidade de aprendizagem e transforma-se numa ameaça.
O custo desta dinâmica não se limita ao mal-estar individual. Traduz-se em decisões mais lentas, menor cooperação, perda de conhecimento, conflitos e redução da qualidade do trabalho. Mesmo quando ninguém apresenta a demissão, a Organização pode estar a perder, todos os dias, uma parte significativa da capacidade que remunera.
Os dados apresentados pela OPP reforçam a importância desta reflexão. Segundo o relatório, 49% dos trabalhadores portugueses experienciam stress ocupacional associado à pressão e à carga laboral elevada, face a 44% na média europeia. Entre as fontes de stress identificadas para Portugal encontram-se ainda a ausência de recompensas adequadas ao esforço, incluindo o reconhecimento e a progressão na carreira (34%), e a fraca comunicação e cooperação dentro das Organizações (29%).
Estes indicadores não demonstram que toda a perda de produtividade resulte de má liderança. Mostram, porém, que as condições de trabalho, as relações profissionais e as práticas de gestão são dimensões que não podem ser ignoradas quando se procura compreender o desempenho organizacional.
Prevenir o imposto emocional
A prevenção começa pelo reconhecimento de que a Saúde Psicológica e o bem-estar não são benefícios acessórios, destinados a melhorar a imagem da empresa. São condições essenciais para um trabalho sustentável e produtivo.
A OPP estima que a prevenção dos riscos psicossociais e a promoção da Saúde Psicológica possam reduzir as perdas de produtividade em, pelo menos, 30%, permitindo uma poupança próxima dos quatro mil milhões de euros por ano. O relatório refere ainda que as intervenções de promoção da Saúde Psicológica podem gerar retornos económicos significativos, estimando-se, em determinadas intervenções, um retorno superior a nove euros por cada euro investido.
Importa, por isso, passar das declarações de intenção às práticas concretas. Alguns passos são essenciais:
- Sensibilizar e formar as lideranças para a gestão de pessoas, a comunicação empática, a prevenção de conflitos e a identificação precoce de riscos psicossociais.
- Avaliar regularmente o ambiente de trabalho, recorrendo a instrumentos adequados e a profissionais de Psicologia, identificando factores de risco e definindo planos de intervenção.
- Promover uma cultura de reconhecimento justo, feedback construtivo, autonomia ajustada à proficiência e participação nas decisões que afectam o trabalho.
- Assegurar que as exigências profissionais são compatíveis com os recursos disponíveis, respeitando os períodos de descanso e o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.
- Integrar indicadores de Saúde Psicológica, bem-estar e qualidade da liderança na avaliação do desempenho dos responsáveis, responsabilizando-os pelos ambientes de trabalho que ajudam a construir.
- Criar mecanismos seguros de comunicação e denúncia de assédio, discriminação e comportamentos abusivos, garantindo que as situações identificadas são tratadas com celeridade.
Estas medidas não eliminam todos os problemas, nem substituem a intervenção individual quando necessária. Exigem continuidade, compromisso da gestão de topo e uma avaliação periódica dos resultados que permita corrigir práticas ineficazes.
A liderança também se mede pelo que não se perde
O verdadeiro custo da má liderança não se resume às pessoas que saem. Inclui aquelas que ficam, mas deixam de contribuir com a mesma confiança, criatividade e disponibilidade. Inclui ideias que nunca chegam a ser apresentadas, problemas que ninguém se atreve a sinalizar e competências que permanecem adormecidas num contexto que não as valoriza.
As Organizações que pretendem ser competitivas e sustentáveis terão de aprender a medir também estas perdas. A rotatividade, o absentismo e os resultados financeiros são indicadores importantes, mas insuficientes quando não se conhece a qualidade da experiência de trabalho das pessoas.
O imposto emocional não é uma categoria contabilística formal, nem uma estimativa autónoma apresentada pela OPP. É uma forma de designar um custo organizacional que os dados sobre o presentismo, o stress e os riscos psicossociais ajudam a compreender.
Liderar não é apenas garantir que o trabalho é executado! É criar condições para que as pessoas possam realizá-lo com competência, segurança psicológica e sentido de propósito. Porque uma Organização pode manter controlada a rotação de pessoas e, ainda assim, desperdiçar uma parte substancial do seu talento. E esse será, talvez, um dos custos mais elevados da má liderança: pagar pelo potencial das pessoas sem conseguir aproveitá-lo com consistência.
Referência bibliográfica: Ordem dos Psicólogos Portugueses (2026). Prosperidade e Sustentabilidade das Organizações — Relatório do Custo do Stress e dos Problemas de Saúde Psicológica no Trabalho, em Portugal. Lisboa.
JPP diz que este “foi um ano perdido” no Funchal em termos de melhoria
Limassol seafront residents live within five minutes of a bus stop, study finds
Residents along Limassol’s seafront, from the Old Port to Dasoudi, have convenient access to public transport, with all living within a five-minute walk of the nearest stop, according to a new Walkably study.
It estimates 2,762 people reside in this area, compared to 86.9per cent of the rest of Limassol.
The analysis highlights public transport accessibility across the city amid ongoing discussions about improving the transport network, including the potential introduction of a tram.
Walkably founder Raian Pollock noted, “the study measured actual walking distances along streets and paths rather than straight-line distances.”
The median walk time to the nearest stop is two minutes in the seafront area, compared to 2.7 minutes elsewhere.
“However, the gap narrows at ten minutes, with 97.8per cent of residents citywide able to reach a stop in that time, while all seafront residents can,” he said.
The study estimates Limassol’s population at 103,812, with 87.2per cent living within a five-minute walk of a stop.
Proximity, however, does not guarantee a reliable service. Pollock pointed out that the study focuses on distance rather than bus frequency or routes.
“The research, based on Eurostat 2021 data, acknowledges that bus stop frequency needs to be assessed to gauge service quality,” Pollock added.
The study considers factors like traffic and slope, it does not account for pavement width or road safety.
While seafront residents enjoy easy access to public transport, the findings alone cannot determine if a tram or improved bus services would be more effective in enhancing the city’s transport system.
The study and interactive map are available at walkably.org/city/cy/limassol/

- Business Insider
- AKQA's former chief creative officers are launching a new company. Their pitch: Pay us in equity.
AKQA's former chief creative officers are launching a new company. Their pitch: Pay us in equity.

Jennifer Smith
- A version of this post appears in CMO Insider.
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Hugo Veiga and Diego Machado — the former AKQA global chief creative officers — spent two decades building brands at some of advertising's most storied creative agencies. Their next bet: a new type of agency that wants to be paid not just in cash, but in a share of the businesses it helps build.
Veiga and Machado exclusively told CMO Insider this week that they have launched !F Creative Capital, a company that combines conventional commissions with equity partnerships and revenue-sharing arrangements tied to clients' sales.
Rather than charging an upfront fee alone, !F Creative Capital offers creative consultancy in exchange for equity in companies it believes can grow. For example, it took a stake in the superfoods brand Authentic Fruits in a deal that includes a three-year creative engagement, a share of sales, and additional equity tied to sales performance. It has equity in CheckMy.Music, an AI platform that scans songs for plagiarism, and an equity partnership on a new project led by former Chelsea FC and Real Madrid manager Carlo Ancelotti.
A long-held complaint on Madison Avenue is that agency holding companies prioritize businesses such as media buying — and, increasingly, data, technology, and AI services — because they are easier to package, measure, and sell repeatedly than bespoke creative work. Veiga and Machado said that !F Creative Capital was born out of a desire to create a model that more effectively ties the value of creative ideas to business results.
"In many of the creative industries, everyone is too busy doing decks, doing keynotes, and losing the connection with the final thing," Machado said.
!F Creative Capital has also launched its own brands, including SNIFF, a pet company that lets dogs smell food before their owners buy it, and Baitts, a toothpick brand.
Elsewhere, the company is coproducing a feature film set for release next year, and it's preparing to launch an eight-week "School of Creative Entrepreneurship" to help people turn their ideas into businesses.
While !F Creative Capital has taken on commission-based creative work for brands including Corona and Cristiano Ronaldo's Globe Sports Award, Veiga and Machado said they are reinvesting that money into the equity-focused side of the business and their in-house projects. !F Creative Capital is self-funded and has a team of around 15 people spanning seven countries, along with a broader network of contributors.
'You have an idea, and you give it for free'
Veiga said the long-term vision is for !F Creative Capital to become independent from commission work as it builds its own brands and effectively becomes its own client. The result might look more like a holding company for brands than the creative agencies where the duo made their name.
"A lot of times you have an idea, and you give it for free, or you push to make it happen without owning that," Machado said of the agency business.
Adland's creative agencies have explored similar equity-focused business models in the past. Uncommon, the London-based studio in which Havas acquired a majority stake in 2023, took equity in the compostable coffee pod company Halo and the finance app Communion. In 2010, former Deutsch exec Mike Duda cofounded the hybrid early-stage venture firm and creative agency that later became Bullish. Anomaly, now owned by Stagwell, began incubating and acquiring stakes in brands in the 2000s.
Brian Wieser, CEO of the advisory and consulting firm Madison and Wall, said that while the equity model still persists in the agency industry, the practice isn't common and mostly ties to the individuals running those companies because the skill sets are different.
"Most people who can do venture well focus on venture capital," Wieser said. "But the right person with the right relationships can make this happen."
- El País
- Begoña Gómez presenta una denuncia contra el PP por el vídeo generado con IA para atacar al PSOE
Begoña Gómez presenta una denuncia contra el PP por el vídeo generado con IA para atacar al PSOE
Begoña Gómez, esposa de Pedro Sánchez, ha presentado una denuncia contra el PP por el vídeo que generó con inteligencia artificial (IA) para arremeter contra el PSOE a través de la simulación de la pareja del presidente del Gobierno y de otras personas vinculadas a los socialistas. En su escrito, Gómez acusa a los populares de haber “suplantado” su identidad y “utilizado” su imagen y voz para “humillarla” y causarle un “daño injusto”. “La justicia debe poner coto a estas conductas, que no pueden ampararse en el ejercicio de derecho alguno y cuya proliferación repugna a la conciencia ciudadana”, incide.

JPP diz que o “Habitar Funchal” foi mal planeado e agora é adiado
- El Mundo
- Vox complica la gobernabilidad a Catalá en el Ayuntamiento de Valencia a las puertas del 29-N con la expulsión de sus dos concejales díscolos
Vox complica la gobernabilidad a Catalá en el Ayuntamiento de Valencia a las puertas del 29-N con la expulsión de sus dos concejales díscolos

JPP contra redução de estacionamentos na Praia Formosa
All 38 men who have been named People's Sexiest Man Alive

Steve Granitz/WireImage; Sven Arnstein/NBCUniversal via Getty Images; Jeff Lipsky/People
- People magazine has awarded 38 men the coveted title of Sexiest Man Alive.
- Mel Gibson was the first to receive the title in 1985. Noah Wyle currently holds the crown.
- Brad Pitt, George Clooney, Johnny Depp, and Richard Gere have each been selected twice.
Noah Wyle has been named the Sexiest Man Alive by People magazine.
People published its inaugural Sexiest Man Alive issue in 1985. Since then, 38 different men have received the title, with four of them being named Sexiest Man Alive twice.
The vast majority of the men on this list are white actors; only five men of color have been selected for People's famous cover. They're joined by a few musicians, one star athlete, and one Kennedy.
Continue reading for a list of every man who's received the title, listed in reverse chronological order.

Chris Frawley/Getty Images; Jeff Lipsky/People
Noah Wyle rose to fame as Dr. John Carter in NBC's medical drama "ER," alongside former Sexiest Man Alive cover star George Clooney.
Wyle was nominated for outstanding supporting actor in a drama series at the Emmys several times in the 1990s, though he never won.
Two decades later, Wyle returned to the world of medical dramas as Dr. Michael "Robby" Robinavitch in HBO Max's "The Pitt" — and finally won his first Emmy for outstanding lead actor in 2025. He also won for outstanding drama series as an executive producer.
Wyle, 55, continued his winning streak into 2026, taking home a second consecutive best actor Emmy and the title of Sexiest Man Alive.
"You get into this because you are a natural observer. Then that privacy is immediately taken from you if you get any notoriety," Wyle told People of his acting career. "It could be a hard thing to reconcile. It took me a long time. 'The Pitt' gives me the opportunity to do it differently than I did the first time — with a little bit more presence and a little bit more composure."

Taylor Hill/WireImage; Jason Hetherington/People
Jonathan Bailey was an award-winning theater actor when he rose to global stardom as Lord Anthony in Netflix's Regency romance series "Bridgerton."
Bailey has since received an Emmy nomination for his role in the Showtime series "Fellow Travelers," made his big-screen debut in the 2024 musical hit "Wicked," and landed a leading role in the 2025 summer blockbuster "Jurassic World: Rebirth."
Bailey received the Sexiest Man Alive title ahead of the premiere of "Wicked: For Good," in which he reprises his role as Prince Fiyero. He is the first out gay man to grace People's most famous cover.
"It's a huge honor. Obviously, I'm incredibly flattered. And it's completely absurd," Bailey told People.
"When I was really young, I was very confident about who I was, and maybe I lost that as I grew up," he continued. "We're all sort of trying to get back to the origin, aren't we? But I was swimming in the sea about an hour ago with a good gang, and I felt all right in my skin."

Amy Sussman/Getty Images; People
John Krasinski rose to prominence as Jim Halpert on NBC's hit sitcom "The Office," which wrapped its nine-season run in 2013.
Three years later, Krasinski transitioned from supporting roles in rom-coms like "It's Complicated" and "Something Borrowed" to the leading man in Amazon's action series "Jack Ryan."
Krasinski also made his name as a director with 2018's "A Quiet Place," in which he co-starred with his real-life wife, Emily Blunt. The horror movie's rare box-office success led to a sequel in 2020 and a prequel in 2024 starring Lupita Nyong'o.
"I had to pitch the studio like 54 times before they said yes," Krasinski told People. "I'm pretty sure someone said, 'Sorry, is Jim from 'The Office' going to direct this?' And I went, 'Oh, it's John, but we'll get there.'"

Maria Moratti/Getty Images; People
Patrick Dempsey starred as Derek Shepherd, aka "McDreamy," for 11 seasons on "Grey's Anatomy." The role drew a passionate following, including many supporters of his character's will-they-won't-they relationship with Meredith Grey, played by Ellen Pompeo.
Although Dempsey had been featured in People's Sexiest Man Alive issue several times before, he didn't take the crown until 2023, eight years after he left the hit show.
"I'm glad it's happening at this point in my life," he told People of the honor. "It's nice to have the recognition, and certainly my ego takes a little bump, but it gives me the platform to use it for something positive."
The actor founded The Dempsey Center to make comprehensive cancer treatment more accessible. He has also starred in beloved movies like "Sweet Home Alabama," "Enchanted," and its 2022 sequel "Disenchanted."

Tristar Media/WireImage; People
Chris Evans is best known for playing Captain America in the MCU, although he officially hung up his shield following "Avengers: Endgame" in 2019.
He has also starred in celebrated films like "Scott Pilgrim vs. the World," "Snowpiercer," and "Knives Out."
"This whole thing is tough to be interviewed about. It feels like a weird form of humble bragging," Evans told People of the honor.
"My mom will be so happy," he added. "She's proud of everything I do but this is something she can really brag about."

Alexi J. Rosenfeld/Getty Images; People
Paul Rudd's breakthrough role came in 1995, starring opposite Alicia Silverstone in the popular coming-of-age drama "Clueless."
He rose through Hollywood primarily as a comedic actor, starring in films like "Wet Hot American Summer," "Knocked Up," and "Anchorman." He also portrayed prominent recurring characters in beloved TV shows "Friends" and "Parks and Recreation."
More recently, Rudd is widely known for his role as Ant-Man in the MCU, as well as the critically acclaimed Netflix original series "Living With Yourself."
The 52-year-old actor said his wife was "stupefied" when he received People's coveted crown.
"I'm hoping now that I'll finally be invited to some of those sexy dinners with Clooney and Pitt and B Jordan," he told the magazine. "And I figure I'll be on a lot more yachts. I'm excited to expand my yachting life."
He continued: "And I'll probably try to get better at brooding in really soft light. I like to ponder. I think this is going to help me become more inward and mysterious. And I'm looking forward to that."

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Michael B. Jordan is the fifth man of color to receive People's honor.
He first rose to fame playing quarterback Vince Howard on NBC's "Friday Night Lights," but his Hollywood breakthrough came in 2013, when he starred in Ryan Coogler's directorial debut, "Fruitvale Station."
That same year, at the age of 26, he was featured in People's first annual Ones to Watch portfolio.
He has since starred in major blockbuster films, including the 2015 "Rocky" sequel "Creed" and the MCU's 2018 masterpiece "Black Panther."
Jordan has also made a name for himself as a passionate activist for racial equality, marching in Black Lives Matter protests during the summer of 2020.
At 33, he described his Sexiest Man Alive title as "a cool feeling."
"When my grandmother was alive, it was something that she collected, and then my mom naturally reads it a lot and my aunts as well," he told People. "This is one that they're definitely going to have a special place for."

Paras Griffin/Getty Images / People
John Legend is only the fourth man of color to be chosen and the third-ever musician — all three of whom have starred as coaches on NBC's "The Voice."
At the time of his crowning, the "All Of Me" singer had released five critically acclaimed R&B albums, two of which had been certified platinum. His Sexiest Man Alive title came shortly after the release of "A Legendary Christmas Deluxe," the deluxe edition of his sixth studio album and first Christmas album.
Legend's wife, Chrissy Teigen, had an extremely on-brand reaction to her husband's announcement: "all downhill from here," she tweeted.
"She's proud of me," Legend told his fellow coaches on "The Voice." "You know, she makes fun of me almost all the time, but she hasn't even been snarky about this. She's like legit proud of me. I finally impressed my wife!"

Samir Hussein/Samir Hussein/WireImage / People
Idris Elba became the third man of color to be given the honor. He rose to fame for his role as Baltimore drug kingpin Stringer Bell on HBO's "The Wire" in the early 2000s.
The actor also appeared in multiple Marvel Cinematic Universe films as the keeper of the Asgardian bridge, Heimdall. There has even been a fan-fueled campaign to crown him as the next James Bond.
"I was like, 'Come on, no way. Really?'" Elba told People about being named Sexiest Man Alive. "Looked in the mirror, I checked myself out. I was like, 'Yeah, you are kind of sexy today.' But to be honest, it was just a nice feeling. It was a nice surprise — an ego boost for sure."

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Blake Shelton is the second musician ever to be given People's highest honor.
Shelton's selection, however, did not go over well.
One person quipped: "I don't think he's even the sexiest man named Blake Shelton."
Still, Shelton's love life hasn't seemed to suffer since he received the Sexiest Man moniker. He and singer Gwen Stefani wed in 2021.

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Former professional wrestler and current actor Dwayne Johnson became the second man of color to be named Sexiest Man Alive after his celebrated voiceover role in Disney's "Moana."
When he heard of his Sexiest Man title, he told People, "I said, 'That's awesome.' And then what went through my mind was just how cool and exciting it is. And then I thought, 'Wow, we've pretty much reached the pinnacle.' I'm not quite too sure where we go from here. I've done it all, this is it."

Cameron Spencer/Getty Images / People
Despite being the first and only athlete to be honored with the annual cover, David Beckham told People, "I never feel that I'm an attractive, sexy person."
Beckham's wife, former Spice Girl Victoria Beckham, would likely disagree.
In 2019, the couple's son, Brooklyn Beckham, was also featured in People's Sexiest Man Alive issue.

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Chris Hemsworth has stolen hearts as Thor throughout Marvel's "The Avengers" franchise, which made him a natural pick for 2014's Sexiest Man Alive after "Thor: The Dark World" hit theaters the year before.

Kevin Winter/Getty Images / People
Maroon 5 frontman Adam Levine became the first musician and second non-actor — out of only five total — to grace People's Sexiest Man Alive cover.
Levine made headlines in 2022 after Instagram model Sumner Stroh came forward and said that she'd had an affair with the singer. Stroh said that Levine, in fact, had asked her if he could name his next child with wife Behati Prinsloo "Sumner."
Levine denied having an affair with Stroh but admitted that he had "crossed the line."
Prinsloo and Levine welcomed their third child in January 2023.

Stuart C. Wilson/Getty Images / People
Channing Tatum nabbed the cover after his star-making turns in "Magic Mike," "The Vow," and "21 Jump Street."

Carlos Alvarez/Getty Images)
"I think it's really cool that a guy who doesn't look like a model can have this," Bradley Cooper told People after being named Sexiest Man Alive.
"I think I'm a decent-looking guy. Sometimes I can look great, and other times I look horrifying," the "Hangover" star said.

Michael Loccisano/Getty Images / People
Ryan Reynolds' forthcoming role in "Green Lantern" — and his self-deprecating humor — helped him become the first Canadian Sexiest Man Alive.
"The most difficult part is going to be organically working this title into a conversation with random strangers," he told the magazine.

John Phillips/Getty Images / People
Johnny Depp landed on his second cover on the heels of his role in "Alice in Wonderland."
He has since fallen out of favor with many fans. Depp has been repeatedly accused of domestic abuse by his ex-wife, Amber Heard, a claim that she continues to maintain. He denies it.

Jon Kopaloff/Getty Images / People
Hugh Jackman was named Sexiest Man Alive after his turn as Wolverine in "X-Men: The Last Stand."

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Matt Damon was given the title after his third "Bourne" movie rocked the box office.

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George Clooney became the third man, after Brad Pitt and Richard Gere, to win People's honor twice.

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Matthew McConaughey scored the cover for People's 20th anniversary of Sexiest Man Alive after he became known for starring in popular romantic comedies, like "The Wedding Planner" and "How to Lose a Guy in 10 Days."

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Jude Law scored People's most famous cover in the early 2000s.
"He's the most beautiful man who ever walked the earth — an absolutely perfect oil painting," Naomi Watts told People in 2004.

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In 2003, Depp had charmed the world as Captain Jack Sparrow in "Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl."

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The world couldn't stop talking about Ben Affleck and Jennifer Lopez in 2002.
"Chicks gravitate to him," Affleck's friend Kevin Smith, a director, told People at the time. "The word on the street is that he's the ideal man, chatty, gorgeous, generous, and intelligent."

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Pierce Brosnan was known as James Bond when he landed on People's coveted cover.

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In 2000, Brad Pitt was already a movie star — but coming off his wedding to Jennifer Aniston and his iconic role in "Fight Club," People decided to bestow Pitt with his second Sexiest Man Alive title.

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When Richard Gere was named the Sexiest Man Alive in 1999, his ex-girlfriend Diane Von Furstenberg spoke glowingly of the decision.
"He walked like a biker, and that attracted me," she told People. "I knew I was going to get my hands on him."

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Harrison Ford's 1998 cover recognized his role as a blockbuster heartthrob thanks to "Star Wars" and "Indiana Jones."

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Clooney secured his first Sexiest Man title while portraying the brooding Dr. Doug Ross on "ER."

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Denzel Washington became the first man of color — and the first of only five total — to grace the Sexiest Man Alive cover.

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A long-haired Pitt made the 1995 People cover after his much-celebrated starring roles in "Legends of the Fall" and "Interview With the Vampire."

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Technically, "John Wick" star Keanu Reeves never starred on People's cover; the magazine didn't select a Sexiest Man Alive in 1994.
But the editorial director retroactively bestowed People's honor on Reeves in 2015.

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In 1993, People forwent the Sexiest Man Alive cover in favor of naming a Sexiest Couple Alive. The magazine chose the newly married couple Cindy Crawford and Richard Gere, who split one year later.

Kevin Winter/Getty Images / People
In 1992, People explained Nick Nolte's appeal as his being a "big-lug Adonis with the heart of gold."

Kevin Winter/Getty Images / People
In 1991, Patrick Swayze had become one of Hollywood's most popular leading men, thanks to "Dirty Dancing" and "Ghost." The actor died in 2009.

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By 1990, Tom Cruise had already starred in a string of blockbusters, including "Top Gun," "Risky Business," "Rain Man," "Cocktail," and "All the Right Moves."

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Sean Connery was 59 when he scored the coveted cover, making him the oldest Sexiest Man Alive to date.

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John F. Kennedy Jr. — known in 1988 as political royalty, but something of a rebel — is one of only two winners to have died in the years since his cover. Kennedy was killed in a plane crash in 1999 with his wife, Carolyn Bessette-Kennedy, and his sister-in-law, Lauren Bessette.

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Harry Hamlin made the cover during his five-year stint on the NBC legal drama "L.A. Law" as attorney Michael Kuzak.
The "Clash of the Titans" actor is now married to "The Real Housewives of Beverly Hills" star Lisa Rinna.

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Mark Harmon received the second annual honor — largely thanks to his starring roles on two hit shows, "St. Elsewhere" and "Moonlighting."

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Mel Gibson was named People's first-ever Sexiest Man Alive after his star-making turn in the original "Mad Max" trilogy.
In the years since, Gibson has become a controversial figure thanks to rampant antisemitism, racist rants, and a recording of him making a death threat against his ex-girlfriend.
Ahead of his 2025 inauguration, President Donald Trump named Gibson as one of his ambassadors to Hollywood, tasking them with bringing business back to the film industry.
- El País - English
- André Janones, the WhatsApp ‘general’ who turned the Brazil election around for Lula
André Janones, the WhatsApp ‘general’ who turned the Brazil election around for Lula
The night Luiz Inácio Lula da Silva won his fourth term, among veteran ministers and old and new allies of the Workers’ Party, there was a man who never left the president’s side and whom almost no one outside Brazil would recognize. He stood out for his big white smile and for being the only one wearing the national team’s yellow jersey. He was André Janones, a lawmaker turned general of a digital army without which Sunday’s historic comeback cannot be understood. A former bus fare collector who had spent three weeks issuing orders via WhatsApp to nearly 11 million Brazilians to tame the algorithm and help the left’s digital communications make, in a few days, a leap they had not achieved in years. “I want to call up the new figure of this campaign, our General Janones,” Lula said from the stage on Avenida Paulista as he celebrated his unexpected victory. “A hug, general.” The crowd replied in chorus: “Janones, warrior of the Brazilian people!”

© Ricardo Stuckert (Presidencia Brasil)
- El Mundo
- Feijóo lanza con Ayuso la lista electoral de Madrid: "Vamos a gobernar. Calentad, que salís"
Feijóo lanza con Ayuso la lista electoral de Madrid: "Vamos a gobernar. Calentad, que salís"
Governo planeja manter “Exército do Lula” por força diante do Congresso
O governo reeleito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer manter o engajamento do “Exército do Lula” e usar o canal do WhatsApp como instrumento para influenciar discussões no Congresso Nacional — que terá a bancada de direita ampliada a partir do próximo ano.
A ideia é que o canal comandado pelo deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG), que conta com 10,7 milhões de integrantes, coordene a mobilização de apoiadores do presidente, especialmente nas redes sociais, para pressionar congressistas durante a tramitação de pautas estratégicas.
A discussão da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do fim da escala de trabalho 6×1 é utilizada como um exemplo no entorno de Lula. A avaliação é de que a pressão popular em prol da matéria empurrou sua aprovação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.
Aliados governistas também esperam que Janones tenha papel de protagonismo na mobilização da militância no governo Lula. Já existem discussões sobre a possibilidade de o deputado assumir um ministério na Esplanada no governo Lula 4.
O canal no WhatsApp e o parlamentar mineiro são vistos pelo presidente como cruciais para o resultado da eleição, com a vitória de Lula diante de Flávio Bolsonaro (PL) no último domingo (25).
Logo após sua vitória nas urnas, Lula afirmou a apoiadores que uma das mudanças para seu quarto mandato será priorizar a comunicação digital. “Eu ganhei um celular do nosso Rafael Fonteles [governador do Piauí]. E eu vou conversar muito com o povo brasileiro, muitas vezes por dia”, disse.
- El Mundo
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- El Mundo
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