What's next for Israel after election produces political gridlock


Brasilia, 28 oct (Prensa Latina) Medios brasileños criticaron hoy la carta en la que el senador Flávio Bolsonaro se proclamó inicialmente presidente electo y después líder de Brasil, pese a su derrota electoral ante el mandatario Luiz Inácio Lula da Silva.
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A startup portuguesa de tecnologia educativa Intuitivo angariou 1,35 milhões de euros numa ronda de financiamento seed liderada pela Caixa Capital e pelo Impact Innovation Fund, gerido pela 3xP Global, com participação da Techstars e da COREangels Lisboa e Porto, anunciou a SRS Legal, que aconselhou a empresa na operação.
Os fundos serão aplicados no desenvolvimento da plataforma da Intuitivo e na preparação da expansão da empresa para o mercado brasileiro. A startup desenvolve uma solução digital de avaliação para instituições de ensino que recorre à inteligência artificial para simplificar e automatizar o processo de avaliação.
A Intuitivo participou em 2022 no Startup Lab da SRS Legal, considerado o primeiro programa de aceleração de startups criado em Portugal por uma sociedade de advogados, e venceu em 2024 a competição PITCH da Web Summit, entre 105 startups concorrentes.
A equipa jurídica da SRS Legal que acompanhou a transação foi liderada pelo sócio Paulo Bandeira e pela managing associate Solange Fernandes.
A Airbnb vai doar a partir desta quarta-feira uma parte das receitas de cada estadia à Airbnb.org para proporcionar alojamento temporário gratuito a pessoas em situação de crise, com o objetivo de canalizar 500 milhões de dólares nos próximos cinco anos.
Segundo comunicado divulgado hoje, o novo modelo de financiamento vai permitir à Airbnb.org disponibilizar um milhão de noites de alojamento gratuito por ano a nível global.
A Airbnb precisou que vai doar 0,10 dólares (cerca de 0,09 euros) das receitas de cada estadia, sem que isso implique um aumento do montante pago pelos hóspedes ou uma redução dos pagamentos aos anfitriões. Não serão feitos donativos relativos a estadias canceladas antes do check-in nem a reservas de experiências ou serviços.
“Há catorze anos, após o furacão Sandy ter atingido a região, uma anfitriã disponibilizou a sua casa a pessoas que não tinham para onde ir. Esse simples gesto de generosidade deu origem à Airbnb.org. Desde então, ajudámos a proporcionar mais de 1,6 milhões de noites de alojamento gratuito a pessoas em situação de crise. Agora, sempre que alguém reservar um alojamento na Airbnb, estará também a ajudar outra pessoa a encontrar um lugar onde ficar quando mais precisar. É a Airbnb no seu melhor”, afirmou o cofundador e diretor executivo da Airbnb, Brian Chesky.
A Airbnb.org teve origem em 2012, na sequência do furacão Sandy, quando uma anfitriã abriu as portas da sua casa a desalojados. O gesto foi seguido por outros anfitriões e, em 2020, deu origem à fundação da organização independente sem fins lucrativos.
Desde então, a Airbnb.org já proporcionou mais de 1,6 milhões de noites de alojamento gratuito a mais de 250.000 pessoas em todo o mundo.
A organização, que este ano disponibilizou alojamento em resposta a mais de 200 catástrofes – face a apenas oito em 2023 -, está agora a alargar a sua atuação a outras situações.
O financiamento da Airbnb vai permitir apoiar, até ao final de 2026, famílias que se deslocam para receber cuidados médicos em mais de 20 países, vítimas de violência doméstica e exploração, e veteranos de guerra nos Estados Unidos com doenças graves.
A Airbnb.org colabora com organizações locais e entidades governamentais para identificar quem precisa de apoio e disponibiliza créditos para reserva de alojamento. Os hóspedes ficam alojados gratuitamente, enquanto os anfitriões recebem o pagamento pela estadia.
A Airbnb assegura os custos operacionais da organização, garantindo que a totalidade dos donativos do público se destina a alojamento gratuito, refere o comunicado.
A plataforma de comércio eletrónico Temu está a reforçar os mecanismos de controlo de qualidade dos produtos vendidos no seu marketplace através da integração de laboratórios próprios nas operações logísticas, após uma avaliação independente realizada pela Bureau Veritas.
Segundo a empresa, a auditoria incidiu sobre laboratórios instalados em armazéns operados por parceiros logísticos da Temu e confirmou a capacidade técnica destas instalações para executar testes específicos de produtos de acordo com determinadas normas europeias. O objetivo é detetar potenciais problemas de conformidade antes da expedição dos artigos para os consumidores.
A avaliação da Bureau Veritas analisou equipamentos de teste, instalações e condições ambientais, procedimentos operacionais, sistemas de controlo de qualidade e competências técnicas das equipas. De acordo com a Temu, os laboratórios cumprem os requisitos técnicos necessários para a realização dos ensaios previstos.
Os laboratórios encontram-se já operacionais e efetuam controlos por amostragem em produtos selecionados. Entre os testes realizados estão verificações de segurança elétrica em eletrodomésticos, avaliações de desempenho de produtos têxteis e ensaios destinados a aferir o cumprimento das normas de segurança aplicáveis a brinquedos.
A Temu explica que esta nova camada de verificação complementa os controlos já efetuados antes da colocação dos produtos à venda e a monitorização contínua realizada posteriormente.
“O nosso objetivo é contribuir para elevar os padrões de controlo dos produtos nas plataformas de comércio eletrónico, integrando os testes laboratoriais de forma mais abrangente nas operações logísticas”, afirmou um porta-voz da empresa. O mesmo responsável sublinhou que esta capacidade permite “identificar e resolver potenciais problemas de conformidade antes da expedição”.
A empresa esclarece que os laboratórios internos não substituem os testes realizados por entidades terceiras independentes nem alteram a responsabilidade dos vendedores de garantir o cumprimento da regulamentação aplicável. Além disso, a avaliação da Bureau Veritas refere-se apenas à capacidade técnica dos laboratórios para realizar os ensaios previstos, não constituindo uma certificação dos produtos.
Também a Bureau Veritas destacou o investimento realizado pela plataforma no reforço dos controlos internos. “A Temu está a trabalhar para desenvolver uma plataforma de comércio eletrónico com um forte foco na qualidade e na conformidade”, afirmou um porta-voz da entidade de certificação, acrescentando que acompanhou “o tempo e o esforço significativos” dedicados ao desenvolvimento das capacidades internas de testes.
A colaboração entre as duas organizações decorre desde 2023 e abrange áreas como testes de produtos, controlos aleatórios, serviços de ensaio prestados a vendedores e ações de formação. O trabalho conjunto envolve categorias que incluem têxteis, equipamentos elétricos e eletrónicos, produtos de beleza e cuidados pessoais, materiais em contacto com alimentos, equipamentos de proteção individual e joalharia.
A Temu revelou ainda que está a explorar novas parcerias com organizações especializadas para expandir as capacidades dos seus laboratórios internos.
A iniciativa integra uma estratégia mais ampla de reforço da segurança dos produtos e da conformidade regulamentar. A empresa prevê investir cerca de 200 milhões de dólares em 2026 em programas de conformidade e garantia da qualidade a nível global, valor que representa o dobro do montante aplicado no ano anterior.
Além dos laboratórios instalados nos armazéns, a plataforma trabalha atualmente com mais de 60 instituições independentes de testes em todo o mundo e tem vindo a alargar os programas de formação dirigidos aos vendedores, com o objetivo de reforçar o cumprimento dos requisitos regulamentares e dos processos de certificação.

A pouco menos de um mês das intercalares americanas, marcadas para 3 de novembro de 2026, o cenário mais provável é o de um governo dividido em Washington, com pelo menos uma câmara do Congresso a passar para controlo Democrata. É a conclusão de uma análise de Zara Nokes, Global Market Analyst da J.P. Morgan Asset Management, publicada a 8 de outubro.
Atualmente, as duas câmaras são controladas pelo Partido Republicano. Mesmo num cenário de vitória total dos Democratas, a chamada “blue sweep”, a maioria não deverá ser suficiente para ultrapassar o poder presidencial, o que aponta para um período de bloqueio político e poucas mudanças de fundo na política americana no curto prazo.
No Senado, estão em disputa 35 das 100 cadeiras este ano, incluindo eleições especiais na Florida e no Ohio. Destas, 22 são atualmente republicanas. Os Democratas precisariam de um ganho líquido de quatro lugares para assumirem o controlo, segundo o banco norte-americano
Na Câmara dos Representantes, todos os 435 lugares estão em jogo. Os Democratas têm atualmente 214 assentos e há duas vagas, uma delas anteriormente democrata. Se mantiverem esse lugar, precisam apenas de mais três para obter a maioria.
Apesar de o redesenho dos círculos eleitorais pós-2024 ter sido favorável aos Republicanos, as sondagens indicam dificuldades para manter a Câmara. Segundo a análise, pesam a queda acentuada da popularidade do Presidente Trump, o conflito no Médio Oriente que fez subir os preços da gasolina, gasóleo, crédito à habitação e dívida ao consumo, além de preocupações com o acesso à saúde e com a atuação do Serviço de Imigração e Alfândega, o ICE.
Historicamente, o partido do Presidente quase sempre perde terreno na Câmara em eleições intercalares – aconteceu em 20 das últimas 23. Em média, a perda é de 27 lugares. Com uma maioria já curta e baixa aprovação, os Republicanos enfrentam um desafio acrescido, diz o JP Morgan.
A corrida ao Senado é mais renhida. O resultado dependerá de poucos estados competitivos. Para vencer, os Democratas teriam de segurar Geórgia, Michigan, Minnesota e New Hampshire e conquistar quatro lugares republicanos, com a mira apontada para Carolina do Norte, Maine e Ohio, onde lideram nas sondagens, e ainda Alasca, Texas, Kansas e Iowa.
Os Republicanos enfrentam uma ameaça é que há dois fatores podem ajudar os Democratas: o Canadá é o principal parceiro comercial de 26 estados americanos, incluindo Iowa, Maine, Carolina do Norte e Ohio, e as tensões comerciais entre EUA e Canadá estão a pressionar a inflação, num momento em que o custo de vida é a principal preocupação dos eleitores.
O preço do gasóleo a 6 dólares por galão em plena época de colheitas pode também penalizar os Republicanos nos estados agrícolas do Midwest.
O que significa para a política: três cenários, segundo o JP Morgan
Republicanos perdem a Câmara, mantêm o Senado. Este é o cenário considerado mais provável. A agenda doméstica da Casa Branca ficaria muito mais difícil de avançar. A área orçamental seria o principal ponto de pressão, já que Trump precisa do Congresso para financiar o governo e aumentar o teto da dívida, que deverá ser atingido em meados de 2027.
Os Republicanos ponderam uma “Reconciliation 3.0” para aprovar medidas com voto partidário antes do final do ano, incluindo o aumento do teto da dívida e mais despesa em defesa, habitação e saúde, mas a aprovação antes das intercalares parece improvável. O risco maior é de impasse orçamental e ameaças de shutdown. A pressão do mercado de obrigações deverá funcionar como travão a qualquer expansão orçamental significativa.
Com menos margem na política interna, Trump poderá focar-se em áreas onde tem mais poder discricionário, como política externa e comércio – como já se vê na guerra comercial com o Canadá. Uma Câmara democrata aumentaria também significativamente a fiscalização do executivo, com poder de intimação e controlo das agendas de investigação. O impeachment torna-se processualmente mais plausível, mas a destituição exigiria dois terços no Senado, o que é altamente improvável.
O segundo cenário mais preocupante para os Republicanos é perderem Câmara e Senado. Mas mesmo com controlo total do Congresso, os Democratas teriam dificuldade em aprovar legislação de fundo. Ultrapassar um veto presidencial exige dois terços em ambas as câmaras, e superar um filibuster no Senado exige 60 votos. Concessões limitadas em saúde poderão ser possíveis, mas grandes reformas regulatórias, de saúde ou climáticas são improváveis.
Uma área com apoio bipartidário é a regulação da Inteligência Artificial. Esforços federais para limitar a construção de data centers de IA seriam provavelmente vetados, mas ganhos democratas poderiam dar impulso a restrições a nível estadual, sobretudo em estados democratas.
O controlo do Senado daria ainda aos Democratas poder sobre nomeações – para o Supremo Tribunal, tribunais inferiores e Reserva Federal –, reduzindo o risco de desafios à independência das instituições, em particular da Fed.
O terceiro cenário seria os Republicanos manterem a Câmara e Senado. É considerado o menos provável, embora não seja impossível.
Neste caso, a administração Trump prometeu entregar cheques de 5.000 dólares a cada adulto americano, a um custo estimado entre 1,20 e 1,35 biliões de dólares, medida que dificilmente reunirá apoio dos republicanos mais preocupados com as contas públicas. Poderá também avançar com o SAVE America Act para combater fraude eleitoral, mas também sem votos suficientes.
E 2028?
As intercalares serão um termómetro para as presidenciais de 2028. Para os Democratas, vitórias de candidatos mais progressistas no Midwest, como Abdul El-Sayed no Michigan, podem reforçar a tese de uma nomeação mais à esquerda, como Alexandria Ocasio-Cortez. Para os Republicanos, a questão será se é possível vencer estando totalmente alinhado com Trump ou se é preciso criar uma identidade mais independente.
Para os investidores, a mensagem é de continuidade. “Em geral, num cenário de governo dividido – seja ou não uma vitória total democrata – Washington deverá entrar num período de bloqueio político”, resume a análise.
Zara Nokes, Global Market Analyst da J.P. Morgan Asset Management, diz que, com menor capacidade de moldar a política interna, aumenta o risco de uma presença americana mais imprevisível no palco global e de maior recurso a ordens executivas – uma tendência já visível nos primeiros dois anos do segundo mandato de Trump.
Ainda assim, conclui Nokes, os mercados tendem a ignorar o ruído político: quanto mais caótico o cenário político, maior a probabilidade de governos em todo o mundo recorrerem a estímulo orçamental.
Brasilia, 28 oct (Prensa Latina) El senador Flávio Bolsonaro modificó hoy una carta difundida desde Estados Unidos, en la que inicialmente se proclamó “verdadero presidente de Brasil”, para sustituir esa denominación por la de “líder de Brasil.
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A IA Portugal anunciou o lançamento de uma plataforma de comércio eletrónico dedicada à venda de soluções de inteligência artificial para pequenas e médias empresas (PME), num modelo que promete simplificar o acesso a esta tecnologia através de preços fixos, contratação online e implementação em poucos dias.
Segundo a empresa, a nova loja digital disponibiliza serviços nas áreas de diagnóstico e estratégia, formação, desenvolvimento de soluções de inteligência artificial e marketing, com preços a partir de 97 euros por mês. A oferta inclui chatbots, automações, ferramentas de governança de IA e produção de conteúdos, estando todas as soluções sujeitas a validação humana antes da entrega ao cliente.
“As PME portuguesas não precisam de mais reuniões sobre IA. Precisam de colocar a inteligência artificial a funcionar o mais depressa possível”, afirma Ricardo Gil, fundador da IA Portugal.
A empresa justifica a iniciativa com os obstáculos que muitas PME continuam a enfrentar na adoção de inteligência artificial, apesar do crescente reconhecimento da importância destas tecnologias para a competitividade empresarial. Entre as principais barreiras identificadas estão a falta de recursos técnicos, limitações orçamentais e a complexidade dos processos habitualmente associados à consultoria tecnológica.
De acordo com a IA Portugal, o objetivo passa por oferecer uma alternativa aos modelos tradicionais de consultoria, frequentemente caracterizados por processos comerciais prolongados, propostas técnicas complexas e custos difíceis de antecipar. Com a nova plataforma, as empresas podem consultar os serviços disponíveis, conhecer previamente os preços e contratar soluções sem necessidade de reuniões iniciais ou contratos de fidelização.
No catálogo constam diagnósticos de maturidade digital a partir de 197 euros, com entrega prevista em 48 horas, além de soluções de automatização, assistentes virtuais e um pacote de governança destinado a apoiar a utilização da inteligência artificial em conformidade com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD).
Na área do marketing, a empresa disponibiliza serviços de criação de conteúdos para redes sociais, artigos, imagens, vídeos e newsletters. Já na vertente de formação, a oferta inclui workshops online e presenciais com preços a partir de 247 euros por sessão.
A IA Portugal disponibiliza ainda ferramentas destinadas a ajudar as empresas a analisar a forma como as suas marcas são apresentadas por assistentes de inteligência artificial, como o ChatGPT, e a otimizar a sua presença nestes novos canais de descoberta e recomendação.
Segundo a empresa, o processo de contratação e implementação pode ser concluído entre dois e 15 dias úteis, dependendo do serviço escolhido. As subscrições mensais não incluem períodos mínimos de permanência, permitindo aos clientes cancelar o serviço a qualquer momento.
A tecnológica defende que a combinação entre inteligência artificial e supervisão humana permite disponibilizar soluções a custos mais reduzidos do que os modelos tradicionais de consultoria. A empresa estima que os clientes possam alcançar ganhos de produtividade até 50% e reduções de custos operacionais até 40%, sobretudo em áreas como atendimento ao cliente, criação de conteúdos, processamento documental e elaboração de relatórios.
“A nossa missão é colocar a inteligência artificial a trabalhar em todas as PME portuguesas, independentemente da sua dimensão, da existência de uma equipa técnica ou do orçamento disponível”, sublinha Ricardo Gil.
A XTB encerrou o terceiro trimestre de 2026 um resultado líquido consolidado a disparar 295,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo os 49,3 milhões de euros.
O desempenho trimestral da corretora financeira superou as estimativas dos analistas, mesmo num contexto de menor volatilidade nos mercados financeiros entre julho e setembro. Com este resultado, o lucro acumulado da XTB nos primeiros nove meses do ano ascende aos 289,9 milhões de euros — um salto expressivo face aos 109,4 milhões de euros registados no período homólogo de 2025.
As receitas operacionais da empresa acompanharam a trajetória de forte crescimento, alcançando os 143,8 milhões de euros no terceiro trimestre (+63,3% face ao ano anterior). No total dos primeiros três trimestres de 2026, as receitas operacionais já somam 633,1 milhões de euros, representando um aumento de 74,5%.
“O último trimestre provou que a nossa estratégia é eficaz não apenas em períodos de maior volatilidade nos mercados financeiros. Os últimos meses caracterizaram-se por uma acalmia significativamente maior do que no primeiro semestre de 2026 e, apesar disso, conseguimos alcançar resultados financeiros que superaram as expectativas dos analistas”, destacou Omar Arnaout, CEO da XTB.
Mais de 1 milhão de novos clientes em 2026
O crescimento assenta numa expansão acelerada da base de utilizadores. Só no terceiro trimestre, a plataforma acolheu mais de 335 mil novos utilizadores (+51,4%), fazendo com que o total de novos clientes adicionados desde o início do ano ultrapasse a fasquia do 1 milhão de investidores (1,04 milhões).
A base total de clientes da XTB fixou-se em quase 3,14 milhões (+64,8% em termos homólogos), enquanto os clientes ativos atingiram o recorde de 1,56 milhões (+70,3%).
Os ativos dos clientes sob custódia da XTB atingiram o valor recorde de 12,7 mil milhões de euros no final de setembro. Este crescimento tem sido impulsionado pela mudança no perfil de investimento da plataforma: mais de 84% dos novos clientes começam por negociar ações, ETFs ou Planos de Investimento.
No total, as ações (5,8 mil milhões de euros) e os ETFs (5,3 mil milhões de euros) representam já mais de 86% do total dos ativos detidos na corretora.
O Banco Central Europeu volta a decidir as taxas de juro na quinta-feira, 29 de outubro. A decisão não altera de imediato a prestação do crédito à habitação, mas pode influenciar a Euribor — e, com ela, o valor pago mensalmente por milhares de famílias portuguesas.
Como regra de bolso, cada 0,1 ponto de variação na Euribor equivale a cerca de 0,50 euro a 0,60 euros por mês por cada 10.000 euros em dívida, em prazos entre 15 e 30 anos. Num crédito de 150.000 euros a 30 anos, um aumento de 0,25 pontos representa aproximadamente 21 euros a mais por mês. Uma descida dos juros na mesma dimensão reduz a prestação no mesmo montante. Os números são calculados pela Academia das Finanças.
Por cada 10.000 euros em dívida, um aumento de 0,25 pontos acrescenta 1,29 euros mensais num prazo de 20 anos, 1,35 euros em 25 anos e 1,41 euros em 30 anos.
Por sua vez com uma subida de 0,50 pontos, os valores sobem para 2,60 euros, 2,72 euros e 2,84 euros, respetivamente. Os cálculos assumem uma prestação constante e uma TAN inicial de 3,5%.
Importa sublinhar que a decisão do BCE não chega logo à prestação: na revisão, o banco utiliza a média da Euribor do mês anterior e só atualiza a taxa no prazo do indexante, de três, seis ou doze meses, como determina o Decreto-Lei n.º 74-A/2017, artigo 21.º.
Além disso, a Euribor costuma antecipar as decisões do BCE: a 26 de outubro, a taxa a seis meses situava-se em 2,978%, com a taxa de depósito do BCE em 2,50%.
A Academia das Finanças destaca que a Euribor a seis meses subiu 0,042 pontos numa semana, para 3,012% a 23 de outubro, sinal de que o mercado já estava a precificar um cenário menos favorável para as prestações.
O Banco Comercial Português (BCP) apresentou um resultado líquido de 308 milhões de euros no terceiro trimestre de 2026, superando em 3% as previsões do consenso de mercado, com a receita financeira em Portugal a destacar-se como o principal motor do desempenho, segundo uma nota de análise do Jefferies.
Os analistas mantiveram a recomendação de “buy” para as ações do banco e um preço-alvo de 1,30 euros, o que representa um potencial de valorização de cerca de 19% face à cotação de 1,09 euros.
As ações do BCP subiram 0,046% para 1,09 euros. Mas o impacto das contas só se vai ver na cotação desta quinta-feira.
De acordo com o Jefferies, os resultados ficaram acima do esperado graças a receitas mais fortes, sobretudo na margem financeira e nos resultados de mercados, bem como a custos inferiores ao antecipado. Ao nível do resultado antes de impostos, o banco apresentou um desempenho 5% acima das estimativas.
A margem financeira (NII) excedeu em 2% as previsões dos analistas, registando um crescimento de 6% face ao trimestre anterior e de 11% em termos homólogos. A margem de juros melhorou sete pontos base no trimestre, beneficiando de uma expansão tanto em Portugal como na Polónia.
“A margem financeira portuguesa foi a estrela do trimestre”, sublinha o Jefferies, destacando que esta cresceu 14% nos primeiros nove meses do ano.
O banco revelou ainda uma evolução favorável da atividade comercial. A carteira de crédito aumentou 1,4% em cadeia e 7,8% em termos homólogos, impulsionada pelo segmento de particulares em Portugal, que cresceu 10,2%, e pela atividade empresarial na Polónia, onde o crédito às empresas avançou 23%.
Já os depósitos de clientes recuaram ligeiramente face ao trimestre anterior, refletindo a sazonalidade habitual do terceiro trimestre, mas mantiveram um crescimento de 6% relativamente ao período homólogo.
No capítulo da qualidade dos ativos, o BCP registou imparidades totais de 161 milhões de euros, um valor ligeiramente acima do esperado. Este montante inclui uma provisão adicional de 67 milhões de euros na Polónia, dos quais cerca de 35 milhões estão relacionados com o risco associado aos créditos hipotecários em francos suíços, bem como uma provisão de 21 milhões de euros referente ao risco soberano em Moçambique.
Apesar destes encargos, o custo do risco fixou-se em 38 pontos base no trimestre, com Portugal a apresentar uma evolução melhor do que a indicada nas orientações do banco.
A posição de capital permaneceu robusta. O rácio CET1 atingiu 15,2%, superando em 30 pontos base as expectativas dos analistas e beneficiando de operações de transferência significativa de risco (SRT).
Em paralelo com a divulgação dos resultados, o BCP atualizou em alta as metas estratégicas para 2028.
O banco passa agora a prever lucros acumulados entre 2025 e 2028 de 4,75 mil milhões a 5,25 mil milhões de euros, acima da meta anterior de 4 mil milhões a 4,5 mil milhões de euros.
A instituição passou ainda a apontar para uma rendibilidade dos capitais próprios (RoE) superior a 17,5% em 2028, face ao objetivo anterior de mais de 13,5%, além de um rácio CET1 superior a 14,25%, acima da meta anterior de 13,5%.
O Jefferies nota que as novas metas estão alinhadas com as suas próprias estimativas, que apontam para lucros acumulados de 5,17 mil milhões de euros entre 2025 e 2028 e um RoE de 19,1% no final do período.
O retorno sobre o capital tangível (RoTE) do BCP situou-se em 16,1% no terceiro trimestre.
Em uma primeira versão da carta golpista, o senador se declarava o "verdadeiro presidente eleito do país". Meia hora depois, o termo foi alterado para "líder do Brasil".
Flávio Bolsonaro foi derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições para a Presidência da República. No pleito, realizado no último domingo (25), Lula obteve 64 milhões de votos. Já Flávio ficou com pouco mais de 59 milhões de votos. As duas horas de extensão no horário de votação computaram apenas 34.393 votos. Cerca de 158,7 milhões de eleitores brasileiros estavam aptos a votar, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“Uma decisão do STF, tomada por cima da competência do TSE, estendeu a votação no apagar das luzes, e a ordem só chegou depois do fim do horário legal, quando as urnas já estavam encerradas”, reclamou.
As afirmações de Flávio contrariam a apuração e o reconhecimento do pleito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As eleições no Brasil tiveram ainda o reconhecimento da Organização dos Estados Americanos (OEA) e de líderes de diversos países de diferentes continentes. O PL, partido de Flávio, também reconheceu a vitória de Lula nas urnas.
Na carta, Flávio criticou ainda a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes que o proibiu de deixar o país e determinou a entrega de seus passaportes pessoal e diplomático. Moraes expediu a ordem judicial de apreensão dos passaportes a pedido da Polícia Federal (PF), que apontou riscos de o senador fugir do país em meio a investigações contra ele sobre casos de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Flávio é investigado em dois inquéritos que tramitam no Supremo. Em um deles, é suspeito, ao lado do advogado Willer Tomaz, de lavagem de dinheiro por meio de plataformas de bets. Ele também é alvo de outro inquérito que investiga o financiamento do filme Dark Horse, sobre a trajetória de seu pai.
No comunicado distribuído à imprensa por sua assessoria, Flávio diz ainda que vai liderar a oposição a partir dos Estados Unidos e que correrá os riscos que os parlamentares eleitos do PL não poderão correr.
"Por isso, liderarei a oposição daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr", diz.
A primeira versão da carta trazia um brasão da República com a palavra "Brazil", escrita com "z", em vez de Brasil, com "s". No lugar de República Federativa do Brasil, o símbolo trazia a denominação “Estados Unidos do Brazil”, nome que deixou de ser usado em março de 1967.
O senador chegou a Miami, nos Estados Unidos, com a mulher e as duas filhas na manhã desta quarta-feira (28), após um dia de incertezas sobre o seu paradeiro. Eles cruzaram a fronteira com a Argentina às 22h50 de terça-feira (27) por meio da Ponte Internacional Tancredo Neves, em Foz do Iguaçu, cidade que faz fronteira com a argentina Puerto Iguazú. Às 23h30, a família embarcou em um avião privado rumo a Guayaquil, no Equador. De lá, eles foram para os Estados Unidos.
Irmão mais novo de Flávio, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde março de 2025. Poucos dias antes do segundo turno, ele chegou a falar em entrevista que Flávio deveria deixar o Brasil, caso perdesse as eleições.
Eduardo foi condenado pelo STF por ter articulado o tarifaço aplicado pelo governo dos Estados Unidos ao Brasil, em julho de 2025. O intuito era impedir o julgamento do seu pai, Jair Bolsonaro. O ex-presidente foi condenado, meses mais tarde, a 27 anos de prisão por golpe de Estado.
Na manhã de hoje (28), o Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos criticou a decisão do governo de Donald Trump de conceder visto ao senador brasileiro Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Nas redes sociais, o comitê, ligado aos democratas, fez um comparativo entre a atual política migratória estadunidense aplicada a pessoas que fogem de conflitos e o tratamento concedido a Flávio e à família Bolsonaro.
“Nenhum asilo para pessoas fugindo da guerra no Sudão ou de conflitos no Haiti, mas [o secretário de Estado Marco] Rubio está estendendo o tapete vermelho para Bolsonaro”, diz o post do comitê no X.
Brasilia, 28 oct (Prensa Latina) El senador Flávio Bolsonaro se autoproclamó hoy “verdadero presidente electo” de Brasil en una carta difundida desde Estados Unidos y calificada como golpista por medios de prensa del gigante sudamericano.
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Os super-ricos impulsionam o colapso climático por meio de emissões desproporcionais, enquanto conseguem se proteger das consequências e ainda lucram a partir da destruição.Por outro lado, as pessoas em maior vulnerabilidade sofrem os piores impactos, como casas e plantações destruídas por enchentes ou incêndios, além de meios de subsistência perdidos e fome.
“A crise climática é frequentemente descrita como um desafio humano compartilhado. Mas não é. Aqueles que menos contribuíram para causá-la estão perdendo suas casas, suas colheitas e, cada vez mais, suas vidas”, afirmou Amitabh Behar, diretor executivo internacional da Oxfam, em nota.
Uma pessoa pertencente aos 0,1% mais ricos contribuiu quase 400 vezes mais para as atuais ondas de calor extremo do que alguém que faz parte dos 50% mais pobres, segundo dados reunidos no estudo.
Análise da Oxfam indica que apenas um ano de emissões dos 1% mais ricos causará 1,9 milhão de mortes adicionais relacionadas ao calor. Dessas, 78% vão ocorrer em países de renda baixa e média-baixa, ainda que esses países sejam responsáveis por apenas 8% das emissões globais.
“Enquanto isso, os super-ricos podem comprar sua segurança, refugiando-se em bunkers subterrâneos de alta tecnologia, contratando equipes privadas de combate a incêndios e adquirindo seguros privados, além de lucrarem ativamente com as consequências da poluição que geram”, acrescentou Behar.
Além disso, o relatório aponta que as emissões dos 1% mais ricos causarão quase US$53 trilhões em danos econômicos até 2050. Até essa data, há ainda a estimativa de que até 1 bilhão de pessoas possam ser deslocadas pela crise climática, sendo a maioria no Sul Global.
“Isso não é uma tragédia de destino compartilhado; é um crime de desigualdade extrema”, concluiu o diretor da Oxfam.
O relatório alerta ainda que desastres climáticos são cada vez mais explorados para promover políticas que aprofundam a desigualdade, como a privatização da ação climática e dos serviços públicos, apropriações de terras, desregulamentação e benefícios fiscais para os super-ricos.
“Os super-ricos estão incendiando o planeta e depois cobrando do resto de nós pelos extintores”, afirmou Behar. “Eles lucram com a poluição. Eles lucram com o desastre. E lucram novamente com a reconstrução.”
O novo índice Destruir e Reconstruir (Destroy & Rebuild Index) da Oxfam identificou 217 empresas que lucram simultaneamente com setores que impulsionam o colapso climático e com atividades de preparação, resposta, recuperação e reconstrução pós desastres.
Diante do cenário relatado, a Oxfam fez algumas recomendações. Uma delas é que os grandes poluidores paguem e reduzam de forma rápida e significativa suas emissões de carbono, por meio de impostos sobre riqueza e renda, tributação sobre empresas de combustíveis fósseis e impostos punitivos sobre bens de luxo altamente poluentes, como jatos privados.
Outra medida seria aumentar o financiamento climático para o Sul Global, priorizando recursos públicos e doações, em vez de empréstimos que ampliam o endividamento. Os recursos destinados à adaptação climática precisariam ser triplicados até 2035.
Além de garantir uma infraestrutura pública resiliente ao clima e serviços públicos fortalecidos, a entidade recomenda acabar com o lucro obtido a partir dos desastres climáticos, limitando o poder corporativo em áreas como resposta a emergências, reconstrução e sistemas alimentares durante crises.
L’isteria crescente delle classi dominanti – e dei mass media da essi finanziati – ormai buttano tutto nel calderone del “nemico interno”: agenti russi, cittadini pagati dai russi, ingerenze islamiche e, ovviamente, i partiti della sinistra e i comunisti.
E’ stato sufficiente che l’edizione di giovedi del giornale Politico.eu scrivesse qualche riga per mettere in moto una valanga, rivelando che l’Unione Europea ritiene di trovarsi di fronte all’escalation delle operazioni ibride russe e che si sta preparando all’eventualità che, prima o poi, queste azioni provochino delle vittime in Paesi Ue o Nato. Insomma quasi un auspicio che da qualche parte ci scappi il morto da poter strumentalizzare ai fini della propaganda di guerra, sia sul fronte esterno che sul fronte interno.
Si tratta di uno scenario che in Italia abbiamo purtroppo visto e subìto spesso: dalla strage di Piazza Fontana in poi. Su questo, nostro malgrado, potremmo tenere delle lectio magistralis a tutti gli altri paesi europei che non hanno sperimentato tragedie e orrori analoghi
Il giornale Politico.eu riferisce di una riunione di diplomatici della Ue a porte chiuse, senza telefonini e senza assistenti ha valutato il rischio di attacchi gravi, “capaci di provocare vittime su larga scala”. Due fonti diplomatiche hanno confermato a Politico che una riunione degli ambasciatori presso l’Ue, svoltasi mercoledì scorso, ha riguardato proprio questo tipo di scenario.
Per una fonte diplomatica citata dal sito, “data la portata e la vastità dell’azione russa, è inevitabile che prima o poi vi siano delle vittime. È pura fortuna che non ce ne siano ancora state”.
“È abbastanza ovvio che, quando la Russia utilizza strumenti sempre più letali per mettere alla prova la nostra preparazione e la nostra volontà di adottare contromisure, a un certo punto ci saranno delle vittime”, ha dichiarato a Politico la finlandese Teija Tiilikainen, direttore del Centro europeo di eccellenza per il contrasto alle minacce ibride. “Prima o poi, intenzionalmente o meno, questo è ciò che accade”.
Se diversi cittadini di Paesi membri dell’UE o della NATO venissero uccisi in quello che sembra essere un attacco, la pressione ad agire sarebbe enorme per entrambe le istituzioni. “Temiamo fortemente che a un certo punto venga tolta la vita a un nostro alleato”, ha affermato un diplomatico della NATO, il che renderebbe la pressione ad agire “molto alta”, riporta ancora Politico.eu.
Ma l’isteria ormai è talmente dilagante che alcuni Paesi membri della Ue, ritengono che debba essere la Nato e non l’Unione Europea la sede opportuna per trattare di questi argomenti e delle possibili soluzioni, soprattutto perché le riunioni della Ue sarebbero troppo “porose” per la fuga di notizie o di informazioni sensibili.
A rendere il tutto ancora più strumentalizzabile ai fini della mera propaganda di guerra esterna ed interna in Europa, vi è anche il tentativo di leggere le proteste giovanili e popolari in Francia come eterodirette o articolazioni di progetti di destabilizzazione. E in questo gioco sporco tutto fa brodo, dalla guerra ibrida della Russia alle ambizioni dell’islam politico.
“Quello che sta accadendo in Francia non è altro che immigrazione di massa fuori controllo“, ha scritto Donald Trump il 6 ottobre sul suo social Truth riferendosi agli scontri e alle manifestazioni che stanno attraversando la Francia. Per il presidente americano “non si tratta delle scuole”, ma dell’”Islam che vuole prendere il controllo di un Paese un tempo grande“.
A fargli eco è subito arrivato l’eurodeputato lepenista Fabrice Leggeri, esponente del gruppo della destra dei Patrioti al Parlamento di Strasburgo, secondo il quale “sulle proteste in Francia Trump non ha del tutto torto”. Perché, ha affermato durante un punto stampa al Parlamento Europeo, “le rivolte in corso, le rivolte dei cosiddetti studenti o presunti studenti, sono di fatto strumentalizzate dall’estrema sinistra e, come sappiamo, l’estrema sinistra è infiltrata da elementi islamisti”.
L’isteria crescente delle classi dominanti – e dei mass media da essi finanziati – ormai buttano tutto nel calderone del “nemico interno”: agenti russi, cittadini pagati dai russi, ingerenze islamiche e, ovviamente, i partiti della sinistra e i comunisti.
Se al posto degli ebrei mettiamo gli islamici, sono esattamente gli stessi nemici messi all’indice in Europa dai nazifascisti negli anni Trenta.
Articolo originale: contropiano.org
Além dos mandados de prisão e de busca e apreensão, o MPRJ obteve junto à 2ª Vara Criminal Especializada da Capital, o bloqueio de mais de R$ 327 milhões em recursos vinculados aos denunciados e às empresas utilizadas no esquema criminoso.
Equipes da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) cumpriram mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão. Entre os denunciados está a principal liderança do Comando Vermelho no Rio, Edgar Alves de Andrade, conhecido como “Doca”.
Ele é apontado como a principal liderança da facção em liberdade e comanda as ações do CV do Complexo do Alemão.
As investigações tiveram início após o proprietário de um depósito de gás da comunidade Vai Quem Quer, em Duque de Caxias, denunciar à polícia ameaças de morte e sequestro.
De acordo com as investigações, o grupo criminoso obrigava comerciantes a comprar gás exclusivamente de uma distribuidora específica ou exigir o pagamento de taxas mensais ao tráfico de drogas para continuar trabalhando.
O esquema funcionou entre 2024 e 2025, em comunidades de Duque de Caxias, São Gonçalo, Niterói e na capital fluminense. Os moradores dessas comunidades eram obrigados a comprar gás somente dos locais apontados pelos traficantes, mesmo com preços majorados.
De acordo com a denúncia, as ameaças tinham como objetivo eliminar a concorrência, impor condições comerciais favoráveis aos criminosos e assegurar o pagamento periódico de valores à organização criminosa.
As agressões foram registradas entre o último sábado (24) e a noite de domingo (25), após a proclamação do resultado do segundo turno das eleições presidenciais, que deu vitória ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra Flávio Bolsonaro (PL).
"Não haverá impunidade nesses casos. Isso é inadmissível. Nós vivemos um processo democrático e, como em toda eleição, um ganhou e outro perdeu. Isso não pode ser pretexto para o cometimento de crimes, para agressões. Não pode ser pretexto para assassinatos", afirmou Boulos.
Os casos contabilizados pelo governo federal incluem 47 vítimas:
Todas essas denúncias, de acordo com o ministro, teriam como vítimas apoiadores do presidente Lula, e os autores seriam apoiadores e partidários do candidato derrotado Flávio Bolsonaro.
Os estados que lideram o número de ocorrências são Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Santa Catarina.
As medidas anunciadas pelo governo para dar andamento à apuração de todos os casos incluem a abertura de inquéritos pela Polícia Federal (PF) para crimes de violência política de gênero, crimes eleitorais e violação de direitos humanos.
Também estão previstos o encaminhamento de denúncias à Procuradoria Geral da República (PGR) e o acionamento das corregedorias estaduais das Polícias Militares e Civis e dos Ministérios Públicos dos estados, quando os crimes envolvem policiais.
O secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Públia, Ademar Borges, descreveu que as ocorrências são crimes de naturezas diversas.
"Alguns são crimes eleitorais e alguns envolvem violência política de gênero, que serão investigados pela PF. Já há dezenas de inquéritos instaurados e estamos apurando todas as denúncias. Há casos que envolvem racismo, violência comum, casos de homicídio, violência física, lesão corporal", enumerou.
A pasta também prometeu combater a violência praticada no ambiente digital, fazendo cumprir o Marco Civil da Internet. O decreto determina obrigações para que as plataformas de redes sociais retirem, por conta própria, independentemente de notificação, os conteúdos que envolvem crimes graves, como violações ao Estado Democrático de Direito, violência contra a mulher, xenofobia, discriminação e discursos de ódio.
"Esses crimes estão no rol de crimes especialmente graves, que constam do decreto presidencial, em relação aos quais as plataformas têm o dever de cuidado, de retirar de circulação e evitar falha sistêmica nesse contexto. Essas falhas geram responsabilidade civil das plataformas", acrescentou Borges.
Entre os casos de maior repercussão, está o ataque contra a vereadora de Montes Claros (MG) Iara Pimentel (PT), atingida no rosto por um objeto durante ato político realizado na noite de sábado. Ela ficou inconsciente e teve que deixar o local em uma ambulância do Samu. Segundo o relato, o carro de som em que estava foi alvo de garrafas, tijolos e outros objetos, atirados por apoiadores de Bolsonaro.
Em outro episódio, Eliseu Pedrozo dos Santos, de 38 anos, morreu na segunda-feira (26), depois de ser atropelado na noite de domingo durante as comemorações pela vitória de Lula.
Segundo a Gazeta do Paraná, que noticiou o fato, um motorista embriagado avançou contra um bloqueio policial e atingiu quatro homens. A vítima sofreu traumatismo craniano grave. O motorista foi preso e o teste do bafômetro indicou 0,67 mg de álcool por litro de ar expelido.
Ainda no Paraná, uma pesquisadora identificada como Renata Kempf foi detida na noite de domingo durante uma comemoração pró-Lula, em frente a um bar universitário no centro da cidade. Participantes denunciaram uso excessivo da força policial.
Em Santos, o engenheiro Marcelo de Oliveira da Rocha, de 30 anos, morreu no domingo, depois de ser espancado na madrugada de sábado. Ele voltava de um ato político e usava adesivo de apoio a Lula. A Polícia Civil trata o caso como latrocínio, roubo seguido de morte; a motivação política ainda não está comprovada.
Outra suspeita envolve um suposto envenenamento da água no território dos Guarani Kaiowá, em Mato Grosso do Sul, após as eleições presidenciais. A denúncia foi feita pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e pela deputada federal Célia Xabriabá (PSOL-MG).
Em um áudio no aplicativo WhatsApp, um dos envolvidos teria dito que é preciso “matar essas praga [sic] pela água”.

© Manu Fernandez/Associated Press
A medida foi aprovada com 130 votos favoráveis, incluindo o do Brasil, 17 contrários e 25 abstenções. Esse foi o menor apoio ao fim do bloqueio em 30 anos. A queda está relacionada a uma campanha intensa dos Estados Unidos para convencer países aliados a rejeitarem a resolução.
Em quase todas as votações, o Brasil se colocou favorável ao fim do bloqueio. As exceções foram em três ocasiões no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em 2019 o Brasil votou contra e em 2021 e 2022 se absteve.
Cuba sofre com um bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos desde 1960. Na época, Washington tomou a medida em retaliação à revolução cubana de 1959.
Este ano, o governo de Donald Trump intensificou as sanções contra a ilha, agravando ainda mais a crise econômica do país. Desde então, Cuba enfrenta escassez de energia, combustível, gás de cozinha, medicamentos e serviços essenciais. A inflação deste ano cresceu 25% em relação a 2025.