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Está a ser “mais difícil” cumprir metas de execução que impedem devolução de verbas a Bruxelas

29 October 2026 at 22:16

O ministro da Economia e da Coesão Territorial reconheceu que está a ser “muito exigente” e “mais difícil do que em quadros anteriores” cumprir as metas de execução que impedem a devolução de verbas a Bruxelas.

“No Portugal 2030 o cumprimento da regra do N+3 está a ser mais difícil do que em quadros anteriores, em que era cumprida com grande facilidade”, disse Manuel Castro Almeida na audição conjunta com as comissões parlamentares de Orçamento, Finanças e Administração Pública, Economia e Coesão Territorial, Reforma do Estado e Poder Local e Agricultura e Pescas, no âmbito da apreciação na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027). Isto porque o atual quadro “começou com mais um ano de atraso face ao PT2020”, explicou o responsável. “Começou muito tarde ter pelo meio de encaixar as metas do PRR dificultou a capacidade de execução de autarquias e de empresas”, precisou.

De acordo com as regras comunitárias, os países têm de gastar o correspondente ao orçamento de cada ano nos três anos seguintes. Se não o fizerem, o montante remanescente tem de ser devolvido a Bruxelas.

“O ano de 2026 ainda é muito exigente para o cumprimento da regra N+3, muito exigente mesmo“, disse Castro Almeida. “Espero que o próximo ano seja mais fácil do que está a ser o de 2026”, disse, com o cuidado de acrescenta que está “confiante que será cumprido”.

O secretário de Estado do Planeamento e do Desenvolvimento Regional revelou que é ao nível dos programas regionais do Centro e do Algarve que se colocam os maiores desafio. Questionado especificamente sobre o Norte 2030, Hélder Reis disse que o N+3 estava cumprido.

Em termos de cumprimento, o ministro da Economia garantiu que está a ser feito “um esforço enorme para eliminar os atrasos na análise de candidaturas”. “Na área do Sistema de Incentivos já não há atrasos na análise das candidaturas”, garantiu. “O IAPMEI e a AICEP estão a cumprir a 100% os prazos de análise das candidaturas”, acrescentou, sem no entanto fazer referência ao Compete.

Castro Almeida reconheceu porém que “ainda estão por cumprir os prazos dos pagamentos”. “Mas estamos quase a lá chegar”, garantiu. As regras determinam que os pagamentos devem ser feitos a 30 dias.

Confrontado pelo deputado socialista, Nuno Fazenda, com exemplos de empresas que não conseguem submeter pedidos de pagamento no âmbito do Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC), por a plataforma estar ainda a ser operacionalizada, Castro Almeida sublinhou apenas que já foram 350 milhões de euros no âmbito deste instrumento.

O assunto já tinha sido tratado na Comissão de Economia, a semana passada, quando o presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR, Pedro Dominguinhos, confirmou as afirmações do deputado Nuno Fazenda, que também tem recebido queixas de beneficiários dos concursos da Inteligência artificial por não terem resposta aos pedidos de reembolso das despesas. Uma situação justificada pela demora de oito meses na definição das regras para a submissão das despesas.

Os apoios aos projetos de inteligência artificial foram os primeiros a serem lançados no âmbito do IFIC – a receção de candidaturas encerrou a 21 de novembro de 2025 – mas a orientação técnica da estrutura de missão Recuperar Portugal e do Banco de Fomento com as regras operacionais aplicáveis à execução e acompanhamento dos projetos aprovados no âmbito do IFIC só foi publicada a 30 de setembro.

“Tenho recebido relatos de muitas empresas, sobretudo da IA, que têm projetos aprovados, que conseguem submeter as despesas, mas as mesmas estão por iniciar”, disse Dominguinhos aos deputados. “Recordo que há cerca de 15 dias foi publicada uma orientação técnica por parte da estrutura de missão, conjuntamente com o Banco Português de Fomento, a referir quais eram os procedimentos para os pagamentos. Portanto, deduzo que a plataforma esteja agora a ser otimizada para que as entidades possam analisar os pedidos de pagamento”, sublinhou o presidente da CNA.

Dominguinhos recordou que a audição a 13 de maio na mesma comissão parlamentar, na qual referiu a questão dos pagamentos dos adiantamentos nestes concursos “que não estavam a ser feitos”. “Aquilo que sei é que passado uma semana, ou 15 dias, a maior parte dos adiantamentos foram regularizados”, sublinhou.

Os 350 milhões de euros de pagamentos a que Castro Almeida se referiu na audição, podem, na verdade, ser referentes apenas aos adiantamentos já pagos e não ao pagamento de pedidos de reembolsos.

 

El Madrid gana el duelo de estilos ante el Fenerbahçe

29 October 2026 at 22:04

El choque de estilos se lo apuntó el Madrid ante el Fenerbahçe por 95-76. El ataque blanco pesó más que la defensa turca y el conjunto de Pedro Martínez sumó su décima victoria seguida entre la ACB y la Euroliga. Los 26 puntos de Maledon y los 14 de Tavares compensaron los 20 rebotes ofensivos del grupo de Jasikevicius y los 21 puntos de Clyburn.

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© Kiko Huesca (EFE)

Maledon lanza ante el Fenerbahçe.

Projeto liderado pela UTAD quer transformar a forma de desenvolver talento desportivo em Portugal

29 October 2026 at 21:57
UTAD

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) vai receber 150 mil euros do Comité Olímpico de Portugal (COP) para desenvolver o projeto TALENTODROME-PT – Transdisciplinary Ecosystem for Talent Development and Innovation in Sport.

A candidatura foi uma das cinco aprovadas, entre 20 submetidas, no concurso de Bolsas para Projetos de Investigação Aplicada ao Desenvolvimento Desportivo, e recebe o montante máximo atribuído por projeto.

TALENTODROME-PT quer transformar a forma como o talento desportivo é desenvolvido em Portugal, combinando ciência, inovação tecnológica e novas metodologias de treino.

“O objetivo é aproximar a investigação científica das necessidades concretas de atletas, treinadores, federações e organizações desportivas, transferindo conhecimento para a prática”.

A UTAD revela que durante os próximos 30 meses, os investigadores vão desenvolver e testar, com jovens atletas de diferentes modalidades desportivas, “um modelo inovador de desenvolvimento do talento que integra a diversificação da prática desportiva, a criatividade, novas metodologias de treino, a prevenção de lesões, a saúde mental e a utilização de tecnologias avançadas e inteligência artificial”.

“O talento não é uma fotografia tirada aos 12 ou 14 anos. É uma trajetória que se constrói, muitas vezes de forma imprevisível, através das interações entre pessoas, experiências e contextos. Com o TALENTODROME-PT queremos estudar e transformar esses ecossistemas onde ele possa emergir, desenvolver-se e atingir a excelência”, explica Jaime Sampaio, docente da UTAD e investigador do Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano (CIDESD).

A equipa é composta por oito investigadores do CIDESD. Seis da UTAD: Jaime Sampaio, Sara Santos, Nuno Mateus, Eduardo Abade, Catarina Abrantes e Nuno Leite. Diogo Monteiro é Universidade de Leiria e Oeste e Maria João Lagoa, da Universidade da Maia.

O concurso do COP distribuiu cerca de 750 mil euros pelos cinco projetos selecionados, nas áreas da monitorização da performance, inteligência artificial, desenvolvimento de talento e inovação tecnológica. O programa prevê um mínimo de 10 bolsas – cinco financiadas pelo COP e cinco pelo Comité Paralímpico de Portugal (CPP) –, com um teto de 150 mil euros por projeto.

O COP já transferiu a primeira tranche, correspondente a 25% do valor atribuído, o que permite iniciar de imediato a execução do projeto.

Para o presidente do COP, Fernando Gomes, investir em investigação aplicada é dar ao desporto português capacidade para tomar melhores decisões, com “conhecimento que chegue ao treino, às federações, aos atletas e às organizações”.

They Want You Jobless and Compliant: Elon Musk’s AI Utopia Is the Ultimate Control Grid

29 October 2026 at 21:10

Machines will do all the work in the near future, according to Elon Musk, who claimed that goods and services will become nearly free, and the government will send everyone a check large enough to [...]

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Putin Warns Russia ‘Locked and Loaded’ For WW3 With Europe: ‘There Will Be No Victors’

29 October 2026 at 20:51

Vladimir Putin has said that Russia ⁠is prepared ‌for to fight World War 3 against NATO and European aggression, though ‌he insisted that Moscow wants peace. The Russian president said his country supports any steps aimed at restoring relations [...]

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European Central Bank President Resigns Abruptly After Appearing With Bandages on Her Face

29 October 2026 at 20:34

European Central Bank President Christine Lagarde appeared in a video statement looking as though she just lost an argument with a door frame, and abruptly announced she will step down months before her term was [...]

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Gabriel Jesus revela “não” ao Flamengo em 2026 e quer voltar ao Palmeiras

29 October 2026 at 20:20

Atacante do Barcelona, Gabriel Jesus revelou que foi procurado pelo Flamengo antes de se transferir para o futebol espanhol. Porém, ele avisou que, no Brasil, só joga no Palmeiras.

Revelado nas categorias de base do Verdão, Jesus mantém contato constante com o clube paulista e planeja retornar no futuro.

“Teve até algo, quiseram falar comigo. Mas eu, com toda educação, agradeci. Assim como querem que quem é da base do Flamengo volte, eu sou cria do Palmeiras”, afirmou o jogador, em entrevista para a Band.

“Já vi diversas entrevistas de jogadores que falaram ‘nunca vou vestir’, e o tempo mostra. Serei bastante sincero: eu sou Palmeiras. Minha cabeça é Palmeiras, 100% Palmeiras em uma possível volta. Não sei quando. Hoje sou jogador do Barcelona, muito feliz, tenho contrato e quero cumprir. Se Deus quiser, performar e estender. Esse é meu pensamento”, detalhou.

Gabriel Jesus reforçou o desejo de voltar para o Palmeiras, sem estabelecer data. Aos 29 anos, o atacante tem contrato válido com o Barcelona até junho de 2029.

“Certamente, uma volta para o Brasil é Palmeiras. Aí a gente vê como será, mas será Palmeiras”, concluiu o atleta.

Quem é Baianinho de Mauá, jogador de sinuca preso após acidente em SP

Taxa sobre resíduos eletrónicos não recolhidos como recurso próprio da UE suscita “reticências” a Portugal”

29 October 2026 at 20:14

Para Portugal, “é problemático” aplicar uma taxa uniforme ao peso dos resíduos eletrónicos não recolhidos. Uma das sugestões em cima da mesa para criar um novo recurso próprio da União Europeia. O ministro dos Negócios Estrangeiros disse ainda que aplicar um imposto especial sobre o consumo de tabaco, baseado na taxa mínima do imposto especial de consumo aplicada por cada Estado-Membro aos produtos do tabaco, Portugal apenas concorda com esta esta solução se for houver acordo sobre a diretiva do tabaco.

Paulo Rangel, numa audição conjunta com as comissões parlamentares de Orçamento, Finanças e Administração Pública, dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas e dos Assuntos Europeus, no âmbito da apreciação na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027), explicou que “Portugal não está fechado a nenhum recurso próprio, por posição de princípio, o que não significa que ao fim não esteja fechado relativamente a algum recurso, mas caso haja acordo para discutir um pacote global Portugal está disponível para analisar o impacto de cada um dos recursos propostos”.

Apesar desta posição de abertura, o recurso com base numa taxa sobre os resíduos eletrónicos não recolhidos, como computadores, telemóveis inteligentes, tabletes, televisores, impressoras, suscita “maiores reticências a Portugal”.

Quanto ao “imposto sobre o tabaco, que tem a ver com o tabaco não tradicional”, a posição de Portugal é “favorável desde que haja um acordo sobre a diretiva do tabaco”, explicou o MNE. “A versão atual da revisão da diretiva tem o nosso apoio. Se for esta a versão que fica estaremos disponíveis para aceitar este recursos próprio, se não for esta temos de rever esta posição”, explicou.

O ministro disse que Portugal é favorável ao imposto sobre as plataformas digitais, mas quanto à proposta de impostos sobre os jogos online tem de ser vista por Portugal “com grande cuidado, porque pode ter impacto no caso português”. Uma proposta que conta desde logo com a oposição de Malta onde o jogo tem um peso importante na economia.

Já no caso da proposta de taxar os criptoativos, como sugere o Parlamento Europeu, Paulo Rangel disse que ainda não está claro qual será o desenho e Portugal aguardará até que seja elaborada.

Portugal veria com bons olhos que ao nível das receitas tradicionais houvesse uma diminuição de 25% para 10% da taxa que os Estados-membros retém dos direitos aduaneiros cobrados, “aumentando assim os recursos aduaneiros da União”. Uma posição que certamente terá a oposição dos Países Baixos onde os portos têm um enorme peso na sua economia e que desta forma se veriam privados de uma importante receita orçamental.

Outra das formas de garantir mais recursos ao orçamento comunitário seria fazer um roll over da dívida emitida para pagar o Next GenerationEU, mas também emitir nova dívida comum consignada à defesa, opções às quais Portugal é favorável, sublinhou Paulo Rangel.

Esta opção não só geraria mais recursos como permitiria fixar em solo europeu as poupanças europeias que agora acabam por ser canalizadas para os mercados financeiros de outros países. “Dívida comum pode ajudar a fixar recursos e capitais europeus”, concluiu.

Boas notícias para a Agricultura

O ministro dos Negócios Estrangeiros disse que Portugal já conseguiu duas vitórias em Bruxelas nas negociações do próximo quadro financeiro 2028/2034. Garantir que existe uma verba “garantida” para a Agricultura e que portanto não poderá ser disputada pela Coesão, apesar de as duas políticas estarem concentradas no mesmo fundo. E que Portugal vai conseguir mais do que os atuais 9,3 mil milhões de euros para a Política Agrícola Comum.

Paulo Rangel recusou-se a dar números, porque as negociações ainda estão a decorrer, mas deixou a garantia: “Estamos acima em termos de PAC do envelope que recebemos no quadro anterior.

O ministro da Agricultura, a semana passada, no Parlamento, reiterou que Portugal já tem garantidos 7,4 mil milhões de euros para apoiar o rendimento dos agricultores e mais 2,5 mil milhões para o desenvolvimento rural. Mas José Manuel Fernandes admitiu a tentação no Governo de colocar projetos de abastecimento público de água nesta gaveta de 2,5 mil milhões. Algo a que se irá opor porque esse é um projeto de coesão.

A estes montantes poderão acrescer ainda os 1,6 mil milhões de euros que a proposta cipriota ‘angariou’ para Portugal, mas esse é um valor que ainda não está “certo”, como explicou o ministro da Agricultura. Fechada está também a possibilidade de cada Estado-membro antecipar 45 mil milhões de euros destinados à agricultura, o que para Portugal significa poder usar 2,41 mil milhões logo de início.

De acordo com o último trabalho feito pela presidência irlandesa, Portugal tem no primeiro pilar (agricultura e coesão) uma dotação que ronda os 35,2 mil milhões de euros, e que se “traduz um ganho nominal de 7,6% e uma perda de 5,7% quando comparado em termos reais”. Em termos de dotação geral há uma evolução nominal de 3,6% e uma quebra real de 9,2%. Esta quebra real é agora inferior à inicialmente prevista, porque em virtude das negociações a presidência do Chipre alocou uma parcela que ao nosso país deu mais de 1.500 milhões de euros para os países da coesão.

Woman shot outside Virginia GOP headquarters in Richmond, party confirms

29 October 2026 at 19:34

A woman was shot directly outside the Republican Party of Virginia's headquarters in Richmond on Thursday afternoon, just days before Election Day, according to the state GOP.

The shooting occurred around 1:45 p.m. in front of the Obenshain Center, located in the 100 block of East Grace Street in downtown Richmond, according to local outlet WTVR.

In a post on X, the Virginia GOP said Richmond first responders arrived within minutes and confirmed that all party staff members were safe.

DOJ’S ‘OPERATION GHOSTBUSTERS’ TARGETS MASSIVE STUDENT-AID FRAUD SCHEME BUILT ON FAKE ENROLLEES

"Around 1:45 p.m. today, a woman was shot immediately in front of The Obenshain Center, the offices of the Republican Party of Virginia. City of Richmond first responders were at the scene within minutes. All Republican Party of Virginia staff are safe," the post read.

The party also said it had no indication that the shooting was connected to its operations.

"The proximity of this event notwithstanding, we have no indication that the shooting was related to the operations of the Republican Party of Virginia," the X post continued.

EX-CHIEF SAYS CHRISTA PIKE WAS 'ALMOST GIDDY' DESCRIBING MURDER AS GOVERNOR WEIGHS IN AFTER BOTCHED EXECUTION

The shooting comes less than a week before the Nov. 3 midterm elections, as voters prepare to head to the polls in Virginia and across the country.

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The circumstances surrounding the shooting, including what led to the gunfire and the woman's condition, were not immediately clear.

The Richmond Police Department did not immediately respond to Fox News Digital’s request for comment. 

This is a developing story; check back later for updates.

Florida dad who swam to tangled seagull and was carried away from shore drowns

29 October 2026 at 19:05

A father who swam out into the sea to help untangle a seagull from his fishing line drowned and died after an ocean current swept him away, Fox 5 Atlanta reported.

Atlanta area native Stone Romberg was fishing at his home in the Florida Panhandle when he noticed the seagull caught in his fishing line, Fox 5 reported.

The 31-year-old father of two swam out to try and untangle the bird, but his hook and the bird got stuck to his hand while he tried to help. As he tried to swim to shore, an ocean current carried him further out to sea where he tragically drowned.

"Our hearts are broken for everyone who knew and loved him," a GoFundMe set up for his family reads.

MOM OF 2 WHO DIED RESCUING SONS DURING BAHAMAS SNORKELING TRIP IS IDENTIFIED

Romberg was the manager of chair services at a local condominium complex and "was known by a lot of our owners and guests," according to the GoFundMe.

A Facebook page for his workplace also shared that he will be remembered "for his kind heart, hard work, and willingness to always lend a hand."

THREE MEN GET 158 YEARS EACH FOR MURDERING AMERICAN AND AUSTRALIAN SURFERS, DUMPING BODIES IN MEXICAN WELL

"His kindness left a lasting impression on everyone who knew him, and he will be deeply missed," the post also read.

The GoFundMe set up for his family, who relied on him for financial support, has raised $138,714 as of Thursday afternoon.

He is survived by his wife Taylor and his one-year-old and three-year-old girls.

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Romberg was an avid fan of SEC football and the Atlanta Braves, according to Fox 5.

Deputies find bodies of missing college students who went hiking on treacherous mountain trail

29 October 2026 at 19:00

Two college students who went hiking in Colorado were found dead after they were not seen or heard from for several days.

Deputies discovered the bodies of Kaden Matsuda, 19, and Jackson Donlon, 20, in a mountain basin on West Apostle Mountain, the Chaffee County Sheriff's Office confirmed.

Matsuda, of Ridgway, Colorado, and Donlon, of Queensbury, New York, were both students at Colorado Mountain College Leadville campus. Deputies say they left campus for a hike near Ice Mountain Friday, Oct. 23.

CLIMBER DIES IN FATAL FALL ON COLORADO 14ER SOUTH OF ASPEN

Their bodies were found Wednesday after the young men were reported missing by CMC on Monday.

CALIFORNIA COLLEGE WRESTLING STAR RYAN GEORGE DIES AFTER 400-FOOT FALL HIKING IN YOSEMITE

The sheriff's office said their bodies were found near one another, and "foul play is not suspected."

MISSING CANADIAN HIKER FOUND DEAD 2 WEEKS AFTER VANISHING DURING MOUNTAIN TREK IN WASHINGTON

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Investigators shared detailed updates on social media about the mission in which 60 search and rescue volunteers deployed from six different counties and had to brave treacherous trails and deteriorating weather conditions to try and find the men.

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Deputies were able to come up with a possible timeline for the students' doomed hike.

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Timeline

  • Friday, Oct. 23: The pair departs campus for Chaffee County during rainy weather.
  • Saturday, Oct. 24: Their planned return day if conditions were poor. A heavy snowstorm hit between 1-2 p.m., causing severe local road hazards.
  • Sunday, Oct. 25: Their planned return day if they pushed to the summit.
  • Monday, Oct. 26: CMC staff officially reported them missing. Deputies located Matsuda’s vehicle at a trailhead near Winfield, Colorado.
  • Tuesday, Oct. 27: Aerial crews spotted their collapsed tent near Lake Ann.
  • Wednesday, Oct. 28: Kaden Matsuda and Jackson Donlon were found dead.

HUSBAND AND WIFE GET TRAPPED IN PREMIER HIKING DESTINATION; ONLY ONE OF THEM MAKES IT OUT ALIVE

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In a statement, Sheriff Andy Rohrich said in part, "Our heart aches for Kaden and Jackson’s family and friends. We are very proud of our team’s efforts to find them before this weekend’s coming storm. Although this is a gut punch, our prayers were answered that we would find Kaden and Jackson, allowing some closure for the family."

LISTEN TO THE NEW 'CRIME & JUSTICE WITH DONNA ROTUNNO' PODCAST

Their remains were sent to the Chaffee County Coroner’s Office for autopsies.

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The investigation into their deaths continues.

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Fox News Digital has reached out to Colorado Mountain College for comment on the tragedy.

Dockworkers in 22 Countries Prepare Coordinated Strike Against Arms Shipments Through Major Ports

29 October 2026 at 17:50

Trade unions representing workers at 113 ports across five continents are preparing coordinated industrial action on 30 October, protesting against the movement of military equipment through commercial shipping terminals. The mobilisation raises questions about international trade, defence logistics and the growing involvement of organised labour in geopolitical disputes.

Dockworkers’ unions in 22 countries and regions are preparing coordinated strikes and demonstrations on Friday, 30 October, in an international campaign opposing the use of civilian ports to transport weapons and other military supplies to conflict zones.

The mobilisation involves more than 25 trade unions representing workers at 113 ports, according to organisers, with planned actions extending across Europe, North Africa, Asia and the Americas.

Major shipping centres expected to participate include Hamburg, Genoa, Le Havre, Valencia, Algeciras and Piraeus, alongside Morocco’s Tangier Med and India’s Nhava Sheva.

The scale of actual disruption remains uncertain.

Some unions have announced 24-hour stoppages, while others intend to organise shorter walkouts, demonstrations or symbolic protests.

Organisers have suggested that the action could affect more than 40 per cent of Mediterranean cargo traffic and freight worth over $2 billion.

However, these figures represent estimates of potential disruption rather than confirmed losses or cargo volumes that will necessarily be immobilised.

A Campaign Extending Beyond Europe

The initiative originated among dockworkers’ organisations in Italy, France, Greece, Spain’s Basque Country, Turkey and Morocco.

It subsequently attracted support from unions in northern Europe and several countries outside the Mediterranean region.

Among the participating organisations are Germany’s ver.di, France’s CGT Ports et Docks, Ireland’s SIPTU and Denmark’s 3F.

Indian maritime unions have also declared their support, citing the effects of armed conflict on commercial shipping and the safety of seafarers.

The campaign follows an international declaration agreed in Istanbul in May 2026, when dockworkers’ representatives called for ports to remain outside military supply operations.

The organisers argue that commercial transport infrastructure is increasingly being used to facilitate the movement of weapons and equipment to active conflict zones.

Their demands extend beyond any single war, although opposition to arms deliveries connected with the conflict involving Israel and the Palestinians has featured prominently in earlier industrial action.

Italy at the Centre of the Mobilisation

Italy is expected to become one of the principal centres of Friday’s protests.

The Unione Sindacale di Base (USB) has called a nationwide general strike, with demonstrations planned in more than 40 cities.

Port workers are expected to participate in Genoa, Livorno, Trieste, Ravenna, Gioia Tauro and several other maritime centres.

Genoa has previously been associated with protests against the handling of military cargo, including shipments linked to Israel and American military facilities.

However, the port’s representatives have indicated that they expect only limited operational disruption from Friday’s action.

The distinction between planned participation and actual interruption of shipping is important.

Large ports operate through complex arrangements involving terminal operators, subcontractors, transport companies and different categories of employees.

Consequently, industrial action affecting one part of a port does not necessarily bring all commercial activity to a halt.

Greek Ferries Face Disruption

Greece is among the countries where the effects on passenger transport could be more immediate.

Dockworkers, engineers and seafarers’ unions have announced participation in the protests, with Greek ferry services expected to remain suspended for 24 hours.

At Piraeus, the country’s largest port, dockworkers have announced a three-hour stoppage.

Other Greek maritime unions intend to participate in longer strikes.

Disruption to ferry operations could affect travel between the Greek mainland and its islands, demonstrating how a campaign directed primarily against military cargo can also affect civilian transport.

The effects will depend on the precise participation of employees and the arrangements made by port and ferry operators.

Defence Logistics and Commercial Shipping

The planned mobilisation draws attention to the relationship between military supply chains and civilian maritime infrastructure.

Commercial ports are essential to international trade, but they may also handle military vehicles, ammunition, equipment and other cargo connected with defence operations.

NATO members and other states depend on commercial transport networks for certain aspects of military logistics.

Military equipment may be transported aboard commercial vessels or through terminals that also process ordinary goods.

The use of such facilities is not inherently unlawful, and arms shipments may be authorised under national and international export-control arrangements.

Nevertheless, dockworkers’ organisations argue that employees should have a greater role in determining whether ports are used to facilitate military operations.

This creates potential tensions between industrial rights, contractual obligations, national security priorities and government decisions concerning defence exports.

The implications are particularly significant in Europe, where governments are expanding defence production and seeking to strengthen military supply chains.

Any sustained disruption to port logistics could complicate the movement of equipment and components, although the consequences of Friday’s planned action cannot yet be established.

Europe’s Growing Defence Trade

The protest comes as European countries increase military spending and procurement in response to deteriorating security conditions.

According to the Stockholm International Peace Research Institute, Europe became the world’s largest arms-importing region over the 2021–2025 period.

The expansion of defence trade has increased the importance of transport infrastructure capable of handling military equipment.

It has also exposed disagreements over the political responsibilities of companies and workers involved in these supply chains.

For governments, the movement of defence equipment may form part of legitimate security commitments and international assistance programmes.

For participating unions, opposition to particular military shipments is presented as an extension of workers’ rights and their broader political objectives.

These competing positions are unlikely to be resolved through a single day of industrial action.

An Immediate Test for International Shipping

Friday’s mobilisation will provide an indication of how effectively unions can coordinate industrial action across different countries, legal systems and transport networks.

Its practical significance will depend on how many workers participate, which terminals suspend operations and whether shipping companies can maintain schedules through alternative arrangements.

The organisers have demonstrated their ability to coordinate protests across a geographically extensive network.

Whether that coordination translates into substantial disruption to international maritime trade remains to be seen.

For European governments and shipping operators, the immediate task will be to manage any interruption to commercial and passenger services.

The wider question is whether opposition to the use of civilian transport infrastructure for military logistics will become a recurring feature of industrial relations across Europe’s major ports.

Une révolte lycéenne, et bien plus

29 October 2026 at 17:13
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Jérôme Lagarrigue. – « The arrest », 2012
© Jérôme Lagarrigue - www.jeromelagarrigue.com

Comme celles de Belgique ou d'Albanie, d'Italie ou d'Espagne, la jeunesse de France se rebelle, entraînant dans son sillage d'autres secteurs d'une société excédée et exténuée par des années de maltraitance néolibérale. Face à cette flambée qu'il n'a pas su prévoir, l'exécutif applique la stratégie habituelle : répression policière, diffamation médiatique, diversion technologique (lire « Une jeunesse qui ne se tient plus sage » et « “Civic tech”, l'art de laisser causer »), concessions minimales. À quoi s'ajoute une tentative de division — entre bons et mauvais protestataires — qui pour l'instant semble vaine (lire « Soudain, la solidarité »). Le mouvement ne faiblit pas, et oblige à regarder en face des problèmes structurels : la persistance des inégalités face à l'éducation (lire « L'héritage des “Héritiers” »), l'inanité du discours méritocratique et la brutalité du tri social (lire « Les raisons du soulèvement »).

Voir en ligne : /2026/11/A/70203

Une jeunesse qui ne se tient plus sage

Au mouvement social actuel, le gouvernement oppose une répression policière et judiciaire particulièrement sévère. La confrontation dans la rue se double d'une bataille symbolique, faite d'images, de slogans et de récits, qui n'est pas moins rude.

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Jérôme Lagarrigue. – « Thrower #6 » (Lanceur), 2025
© Jérôme Lagarrigue - www.jeromelagarrigue.com

« Est-ce que vous condamnez la violence ? » L'injonction pèse sur tout lycéen, étudiant, responsable syndical ou politique invité dans les médias pour commenter les mobilisations actuelles. Le gouvernement n'est pas en reste. Dès les premiers jours, le ministre de l'éducation nationale Édouard Geffray évoque « une bascule » des blocages des lycées vers des « violences urbaines » (Le Monde, 2 octobre 2026), quand son homologue de l'intérieur Laurent Nuñez annonce n'avoir donné « aucune consigne de retenue » (TF1, 2 octobre 2026). Une répression policière inédite s'est abattue sur les protestataires : des milliers de personnes, majoritairement des mineurs, ont été interpellées et placées en garde à vue. Plusieurs manifestants ont été mutilés par des grenades lacrymogènes ou assourdissantes, ainsi que par des tirs de lanceur de balles de défense (LBD). Les syndicats policiers tentent de justifier ces violences en invoquant des centaines de policiers et gendarmes qui auraient été blessés depuis le début du mouvement. Les voix de présidents de région s'élèvent pour dénoncer le coût des destructions, et le gouvernement a enclenché la procédure accélérée pour faire adopter un projet de loi, dite « casseur-payeur », visant à engager la responsabilité civile d'un participant à un rassemblement « dès lors qu'il a connaissance que la dispersion a été ordonnée en raison des violences ou dégradations en cours ».

Cette place centrale accordée à la violence ne fait pas consensus. Mme Nathalie Arthaud, porte-parole de Lutte ouvrière, fait remarquer avec humour sur le plateau de BFM TV : « Je sais que ça fait un beau fond, les flammes, là. Apparemment, c'est très esthétique parce que vous avez gardé ce fond-là à peu près toute la journée, qui nous fait croire qu'on est en guerre civile. Mais ce n'est pas ça qui se passe » (3 octobre 2026). Dans les cortèges, des pancartes, comme « Brûler des poubelles ne dérange que les ordures » ou « Quand les jeunes montrent leur avenir, les imbéciles regardent la poubelle qui brûle », viennent aussi contredire ce récit dominant.

Il suffit en effet de participer aux mobilisations ou de les observer pour se rendre compte qu'elles revêtent un tout autre visage. Elles sont déterminées, festives et inventives. Des déguisements de dinosaures, de requins, de super-héros, de personnages de mangas, de jeux vidéo ou de Pokémon émaillent les manifestations. Les battles d'aura, les danses et les chants rythment les blocages. Des milliers de pancartes de carton rivalisent de créativité, d'humour et d'irrévérence (« Macron, toi, tu manquais pas de prof de français », « Recyclez vos déchets, n'en faites pas des ministres »). Partout, des visages souriants, une joie communicative.

Le sens d'un événement est inséparable des controverses dont il fait l'objet pour en imposer la définition légitime. Et l'insistance sur la violence est une façon de détourner l'attention des raisons de la colère. Le procédé est ancien. En 1986, Louis Pauwels, alors directeur du Figaro Magazine, accusait la jeunesse soulevée contre le projet de loi Devaquet d'être atteinte d'un « sida mental » (Figaro Magazine, 6 décembre 1986), et Robert Pandraud, alors ministre délégué chargé de la sécurité, déclarait au sujet de Malik Oussekine, mort sous les coups des voltigeurs motocyclistes de la police : « Si j'avais un fils sous dialyse, je l'empêcherais d'aller faire le con dans les manifestations. » La thèse de la manipulation a également la vie dure. Charles Pasqua, alors ministre de l'intérieur, ne voyait pas dans les manifestations une « manœuvre organisée par LFI et ses proxys de l'ultragauche », comme le cabinet de l'actuel premier ministre, M. Sébastien Lecornu (France Info, 1er octobre 2026), mais celle de « professionnels de la déstabilisation, gauchistes et anarchistes de tout poil et de toutes nationalités » (Le Monde, 9 décembre 1986).

Toutefois, quelque chose a changé dans l'ampleur de la répression. La comparaison avec le mouvement contre le contrat première embauche (CPE) de 2006 en donne la mesure : 4 544 personnes avaient été interpellées entre le 7 mars et le 18 avril 2006, soit une moyenne de 106 interpellations quotidiennes (1). En 2026, les 6 547 interpellations recensées entre le 28 septembre et le 6 octobre représentent une moyenne de 727 par jour, près de sept fois plus. « Le but de la manœuvre était d'effrayer les élèves et leurs parents pour stopper au plus vite la fronde », reconnaît un commissaire de police cité par Le Canard enchaîné (14 octobre 2026). L'écart est plus spectaculaire encore pour les gardes à vue. Leur nombre a été multiplié par neuf, passant de 46 par jour en 2006 à 418 en 2026 (chiffres au 13 octobre 2026). Le seul week-end des 17 et 18 octobre a, lui, donné lieu à près de 2700 gardes à vue, davantage que pendant les deux mois du mouvement contre le CPE. Les défèrements devant la justice connaissent une progression comparable. La garde à vue est ainsi largement détournée de sa fonction judiciaire pour intimider, dissuader ou entraver les protestataires, et les parquets usent de leurs prérogatives propres (avertissements pénaux probatoires, réparations pénales, interdictions de paraître, etc.) pour sanctionner des faits qu'ils auraient bien du mal à faire condamner par un juge.

Il ne s'agit plus de contenir une foule mais d'« aller au contact »

En 2006, au milieu de la tourmente du CPE, M. Nicolas Sarkozy, alors ministre de l'intérieur, confiait aux responsables des forces de l'ordre : « Je sais qu'il est extrêmement difficile de faire le tri au sein d'une foule entre ceux qui manifestent pacifiquement et ceux qui veulent créer du désordre. Mais nous ne pouvons accepter que certains cherchent à instaurer le règne de la terreur. Face à l'évolution de la situation, je vous demande de mettre en place des dispositifs particulièrement adaptés à l'interpellation des fauteurs de troubles (2). » La « terreur » invoquée concerne en réalité les vitrines, les poubelles et le mobilier urbain, dont le maintien de l'ordre traditionnel s'accoutumait très bien de la dégradation, au nom d'une doctrine du « désordre acceptable » qui cherchait avant tout à éviter les blessés (3). Mais les images d'incendies et de destructions relayées avidement par les médias contrarient les postures de fermeté sécuritaire que M. Sarkozy et ses successeurs aiment présenter à leurs électeurs.

Les forces spécialisées comme les escadrons de gendarmerie mobile (EGM) et les compagnies républicaines de sécurité (CRS) perdent ainsi leur position dominante, au profit d'unités issues des polices urbaines — compagnies d'intervention, brigades anticriminalité (BAC), BRAV-M à Paris —, dont la logique d'action diffère. Il ne s'agit plus de contenir une foule mais d'« aller au contact », de « percuter » afin d'interpeller le moindre « fauteur de troubles » au cœur même des cortèges. Cela élève considérablement le degré de violence en leur sein et enclenche des cycles d'escalade. Les charges sont brutales et provoquent une incompréhension et une colère qui se retournent facilement contre les fonctionnaires. Agissant en petits groupes, ils sont parfois pris à partie et recourent volontiers aux grenades de désencerclement et aux LBD pour se dégager, au prix de blessures parfois sérieuses chez les manifestants. « Une poubelle brûlée = un lycéen mutilé », résument des pancartes.

Cette stratégie est d'autant plus funeste que ces policiers sont coutumiers de la lutte contre la petite criminalité, les trafics ou les désordres urbains. Ils ne voient donc pas dans les lycéens et les étudiants des citoyens exerçant un légitime droit démocratique, mais des délinquants potentiels qu'on peut humilier, brimer et brutaliser. Les doctrines de maintien de l'ordre et celle de la lutte contre les « violences urbaines » en sont venues à se confondre en pratique, et ce n'est pas un hasard si les ministres de l'éducation nationale, de l'intérieur ou de la justice utilisent désormais cette expression à propos des mobilisations actuelles.

Par suite, la police occupe une place plus centrale que par le passé dans l'imaginaire de la contestation. « Je fais des cauchemars de Macron et de la police », affichent des manifestantes. Les cortèges chantent à pleins poumons les slogans « Tout le monde déteste la police » ou « ACAB » (pour « All cops are bastards », « Tous les flics sont des salauds »), quand les pancartes « La police nous protège, ça crève les yeux », « Liberté, égalité, LBD » ou « Système ACABlant » fleurissent dans les rassemblements.

La surexposition de cet antagonisme tend toutefois à gommer la violence structurelle qui a déclenché les mobilisations. À la différence d'expériences antérieures, lycéens et étudiants ne protestent pas pour le retrait d'une réforme en particulier, mais expriment une critique sociale plus générale. Ils dénoncent les situations parfois indignes dans lesquelles se déroulent les apprentissages, mais aussi les réformes qui en détournent l'attention. « 38 °C/38 élèves, mais le problème, c'est le téléphone », taclent des panonceaux. Plus profondément encore, le mouvement révèle aussi une contradiction entre un élargissement social de l'accès aux études (à peine un tiers d'une génération obtenait le baccalauréat en 1986, contre près de 80 % aujourd'hui) et les possibilités réelles de les poursuivre. Alors que les budgets de l'enseignement supérieur accompagnaient ce mouvement (ses effectifs ont quasi triplé, passant d'environ 1,1 million d'étudiants au milieu des années 1980 à plus de 3 millions aujourd'hui), un renversement s'opère à partir du milieu des années 2010. Les financements récurrents des universités publiques stagnent, limitant ainsi les capacités d'accueil. Et Parcoursup, mis en place en 2018, incarne le mécanisme qui filtre l'accès aux formations, pénalisant ceux dont les familles sont les moins armées pour cette compétition d'un nouveau type (lire « Les raisons du soulèvement »). « Jeunesse formidable, avenir fort minable », s'inquiètent les protestataires.

Ces mobilisations ont déjà contraint le gouvernement à « engager des chantiers » sur le remplacement des enseignants, l'état des bâtiments, l'organisation du temps scolaire ou Parcoursup. Des promesses qui, en l'absence de financements suffisants, n'engagent pas à grand-chose. « Pas besoin de plan cul, le gouvernement nous baise déjà », reprenait une manifestante, à l'évidence sceptique.

Quelles que soient les suites du mouvement, il est clair qu'il représente un moment fort de politisation pour une « Gen Z » que l'on décrivait comme lobotomisée par les réseaux sociaux. « Je leur parle de prise de conscience, ils me parlent de crise d'adolescence », pouvait-on lire dans les cortèges. Ceux-ci disent « Non au R-Haine » et chantent « Siamo tutti antifascisti » (« Nous sommes tous antifascistes »). Les militants de La France insoumise, du collectif révolutionnaire Le Poing levé ou de la « Jeunesse communiste » distribuent tracts, journaux et autocollants.

Mais la mobilisation emprunte aussi des formes moins balisées, semblant prendre acte de l'indifférence — ou du mépris — des élites politiques envers les contestations sociales et les revendications écologistes exprimées dans la rue. La force du nombre ne suffit plus à infléchir les décisions. Les canaux institutionnalisés de négociation (comme les syndicats) sont ignorés, délaissés au profit de la communication ou de dispositifs de « consultation » en trompe-l'œil (lire « “Civic tech”, l'art de laisser causer »). En réaction, lycéens et étudiants réinventent des formes modernes de carnaval.

« La Bastille, c'est comme le vélo : ça ne s'oublie pas »

Des anthropologues comme James C. Scott ont insisté sur l'importance de ce rituel de résistance dans des contextes où les rapports de domination semblent difficilement ébranlables. L'énergie, la joie et l'anonymat de la foule qui se rassemble dans l'espace public renversent pour un temps l'ordre social. Celle-ci exprime collectivement le « ressentiment accumulé contre les riches et les puissants » et met « l'injustice sociale en accusation » (4). Les déguisements, les masques moquent les dominants ou exaltent les protecteurs des faibles (Spider-Man par exemple). Les figures d'autorité sont dégradées. On brûle leurs effigies, on raille leur sérieux, leur importance en les ramenant à leur condition bassement corporelle (5). On parle d'eux de manière crue, obscène et scatologique. Des pancartes comme « Nuñez, grosse cuve à pisse » dépouillent leurs cibles de toute dignité officielle. Festif et mordant, le carnaval n'en reste pas moins agressif. Des slogans, tels « La Bastille, c'est comme le vélo : ça ne s'oublie pas » ou « Macron, on a guillotiné le roi pour moins que ça », convoquent la mémoire violente de la Révolution française. Les appels à prendre les « lieux de pouvoir », à l'instar de l'Élysée ou Matignon, l'actualisent. Au risque de sévères affrontements avec les forces de l'ordre et de lourds dégâts, comme on a pu le voir lors de la manifestation du 17 octobre.

Mais l'irrévérence et l'émeute ne s'opposent pas autant qu'aimeraient le faire croire ceux qui séparent les « bons manifestants » des « semeurs de chaos ». Elles constituent deux faces de la contestation d'un ordre institutionnel qui tend à fonctionner chaque jour plus visiblement au service des dominants. Comme l'a montré l'historien Edward P. Thompson, les violences populaires naissent le plus souvent du sentiment que les gouvernants ont trahi les obligations qui fondaient leur légitimité (6). La bataille que mène la jeunesse mobilisée dépasse largement ses conditions d'études. Elle porte sur la définition même de l'intérêt général, dont l'État est censé être le garant. Le démantèlement continu de ses fonctions de protection et l'essor corrélatif de celles de coercition nourrissent la défiance à son égard (7). Le renoncement aux idéaux de justice sociale sur lesquels reposait son autorité retourne ainsi la colère contre les élites politiques et administratives qui conduisent ces transformations et s'en font gloire. La pancarte « Les vrais casseurs sont en costard-matraque », brandie par une manifestante, montre qu'il n'y a plus d'ambiguïté sur l'origine du saccage.

Voir en ligne : /2026/11/BONELLI/70181

(1) Selon le ministère de l'intérieur et de l'aménagement du territoire, qui répondait à la question écrite n° 96093 du député Jean-Claude Abrioux, Journal officiel de l'Assemblée nationale, Paris, 15 août 2006.

(2) « Rencontre avec les services de police et de gendarmerie », ministère de l'intérieur, 24 mars 2006.

(3) Lire « Brutalisation de l'ordre manifestant », Le Monde diplomatique, mai 2023.

(4) James C. Scott, La Domination et les Arts de la résistance. Fragments du discours subalterne, Amsterdam, Paris, 2009 (1re éd. : 1990).

(5) Lire Pierre Rimbert, « Eloge du rire sardonique », Le Monde diplomatique, août 2010.

(6) Edward P. Thompson, « “Rough Music” : le charivari anglais », Annales. Économies, sociétés, civilisations, 27e année, n° 2, Paris, mars-avril 1972.

(7) Lire Alexis Spire, « Pourquoi il faut réenchanter l'État », Le Monde diplomatique, octobre 2026.

L'héritage des « Héritiers »

Il y a une soixantaine d'années, Pierre Bourdieu et Jean-Claude Passeron étudiaient les mécanismes qui faisaient de l'école un lieu de reproduction sociale. Robustes, et toujours éclairantes, leurs analyses sont aujourd'hui simplifiées, négligées, voire évacuées au profit de théories franchement égarantes.

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Jérôme Lagarrigue. – « Thrower #4 » (Lanceur), 2024
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Le vaste mouvement de protestation des lycéennes et des lycéens qui a débuté en septembre a mis au grand jour les conditions matérielles dégradées et les inégalités qui affectent les établissements d'enseignement secondaire. Ce soulèvement est parvenu à mobiliser toute une génération, des lycées professionnels aux filières générales, dans toute la France, notamment en outre-mer. Il replace la question des disparités scolaires au cœur des débats politiques et invite à relire le grand classique de Pierre Bourdieu et Jean-Claude Passeron, La Reproduction, paru en 1970 aux Éditions de Minuit.

Dès le milieu des années 1960, les deux sociologues conduisent une série d'enquêtes dont les résultats montrent la force des inégalités face à l'éducation et les mécanismes qui contribuent à reproduire les rapports de classe, par les effets croissants des verdicts scolaires sur les trajectoires sociales (1). Ils assument ainsi de rompre avec l'idéologie méritocratique de l'« école libératrice », alors dominante à gauche et chez tous ceux qui entendaient réformer l'école pour la « démocratiser ». Un idéal d'« égalité des chances » justifiait alors les politiques scolaires, qui facilitaient l'accès à l'enseignement secondaire. Grâce à la levée des obstacles financiers, organisationnels ou liés aux simples habitudes qui barraient la route des lycées et des universités aux élèves d'origines modestes, les différences de réussite entre individus ne résulteraient plus que des différences de « dons ». Les recherches de Bourdieu et Passeron montrent plutôt que les rapports entre classes sociales traversent en réalité tout le fonctionnement du système d'enseignement et tendent ainsi à se reproduire d'une génération à l'autre.

La Reproduction connaît une large diffusion. Ses conclusions ont depuis été maintes fois confirmées. De multiples travaux scientifiques documentent aujourd'hui les inégalités socio-scolaires. Ils constatent, dès l'école maternelle, des écarts significatifs de réussite aux évaluations nationales en langage et en mathématiques en fonction de l'origine sociale des élèves, écarts qui ne font que s'accroître au fil des trajectoires scolaires. Si l'accès à l'enseignement secondaire s'est peu à peu ouvert aux enfants des différentes classes sociales, les parcours des uns et des autres divergent fortement. Par exemple, lors des choix de spécialités en classe de première, les catégories dites favorisées accèdent davantage aux spécialités scientifiques comme les mathématiques ou la physique-chimie, tandis que les élèves de milieux modestes optent pour les humanités ou pour l'éducation physique et les « cultures sportives » (2). Dans le supérieur, les inégalités d'accès aux filières d'élite, en particulier aux grandes écoles, n'ont cessé de s'accentuer, avivant le sentiment d'injustice de tous ceux qui avaient cru aux promesses de « démocratisation ».

Le constat est bien connu. Mais ce qui échappe souvent à l'analyse, c'est l'état des productions intellectuelles qui accompagnent cette situation et les politiques publiques que ces productions tendent à légitimer.

Tout d'abord, du côté des travaux qui se situent peu ou prou dans le sillage des recherches de Bourdieu et Passeron, on constate une forme de fragmentation des modèles d'analyse alors mis au point : à un pôle, des travaux qui entretiennent un certain fatalisme de la reproduction sous une forme statistique — dans l'orbite de services ministériels de plus en plus déconnectés de la recherche en sciences sociales — ou économétrique — en décomposant les facteurs sociaux et scolaires des inégalités sans y intégrer les mécanismes institutionnels et pédagogiques ; au pôle opposé — chez les essayistes qui allient le récit autobiographique des transfuges de classe à une théorie révolutionnaire aux accents anti-institutionnels —, l'héritage bourdieusien se trouve réinterprété dans une sorte de prophétisme qui a surtout pour vertu de valoriser les trajectoires singulières de leurs auteurs, loin de l'exigence scientifique d'administration de la preuve (3).

Mais, surtout, on voit ces dernières décennies prospérer d'autres approches, en rupture avec les acquis des travaux de sciences sociales. Les plus connues sont celles proposées par la psychologie cognitive et les neurosciences. Si l'appareil de preuve est ici omniprésent, c'est au prix d'une focalisation sur les mécanismes biologiques qui interviennent dans les processus d'apprentissage et d'une catégorisation de plus en plus expansive des « troubles » qui les affectent : dyslexie, dyscalculie, dyspraxie, dysorthographie, troubles de l'attention, etc. La montée en puissance de ces recherches depuis une trentaine d'années s'est accompagnée d'un développement, dans les universités, de formations cliniques à base de techniques comportementales et d'un processus de consécration institutionnelle par l'éducation nationale. Celui-ci a culminé sous le ministère de M. Jean-Michel Blanquer (2017-2022), avec la création d'un conseil scientifique presque exclusivement composé de psychologues cognitivistes et de neuroscientifiques. L'irruption des neurosciences dans l'univers éducatif doit également beaucoup à leur capacité à répondre à la demande croissante des familles, les techniques de remédiation proposées par les spécialistes des « dys », qui combinent la rééducation comportementale de l'enfant et des sortes de reprise en main des pratiques éducatives familiales, permettant souvent aux élèves concernés de reprendre pied dans les apprentissages (4).

Plus récemment, on a vu émerger dans l'univers éducatif un autre pôle de disciplines et de pratiques proches de la psychologie : l'ensemble très composite et controversé des théories et des techniques dites de « développement personnel ». Croisant les influences de la psychologie positive, du management et de certaines formes d'ésotérisme, elles proposent à chaque personne de mieux se connaître, pour valoriser ses talents et se réaliser (5). Des officines privées en font la promotion. Elles cherchent en ce sens à profiter des nouvelles instructions du ministère de l'éducation nationale relatives au bien-être. Sous couvert de partenariats associatifs, des pratiques se revendiquant de la méditation de pleine conscience peuvent par exemple prendre place dans les horaires scolaires.

Ces approches d'inspirations très diverses ont en commun de promouvoir une représentation individualisante des questions éducatives, qui en dépolitise les aspects institutionnels. Elles offrent chacune à leur manière des issues techniques présumées adaptées à chaque type de difficulté ou de trajectoire personnelle, ignorant les rapports de forces et les logiques structurales. Elles légitiment la multiplication des stratégies de sauvegarde individuelle et accompagnent la montée en puissance de politiques scolaires qui engagent le système d'enseignement dans une crise de plus en plus profonde. L'individualisation des apprentissages devient ainsi l'un des principaux mots d'ordre du discours officiel, sans contenu, si ce n'est une vague incitation à ne donner à chacun que ce qu'il peut recevoir. La double question des savoirs à transmettre aux nouvelles générations et des manières de les transmettre collectivement se trouve remisée au rayon des vieilleries réformatrices. En lieu et place, la notion de « compétences », telle qu'elle est promue par le patronat, s'est installée dans les programmes officiels, depuis la loi dite « Fillon » de 2005.

Le ministère de l'éducation nationale, un lieu politique de seconde zone

Dans ces conditions, rien d'étonnant à ce que l'approche consumériste de l'institution scolaire ait connu de nouveaux développements. À chaque étape des parcours scolaires de leurs enfants, une proportion croissante des parents part en quête du bon établissement, de la bonne filière ou du bon parcours personnel, y compris au sein des petites classes moyennes et des classes populaires. L'enseignement privé, qui, depuis la loi dite « Carle » de 2009, bénéficie d'une quasi-parité de financement, sans les obligations d'accueil qui sont celles du service public, profite très largement de cette évolution, moins du point de vue des effectifs en augmentation (6) que de celui du tri social des élèves : au collège, par exemple, 42 % des élèves appartiennent aux milieux très favorisés, contre 20 % dans le public (7). Les établissements publics sont quant à eux confrontés à des difficultés de fonctionnement de plus en plus importantes.

Du côté du pouvoir politique, les ministres se succèdent, avec une durée moyenne de six mois et demi d'exercice au cours du second mandat de M. Emmanuel Macron. Souvent peu expérimentés en matière de questions éducatives, ils appliquent la feuille de route de réduction des coûts imposée par le ministère de l'économie et, dans la courte période de visibilité médiatique que leur procure leur passage rue de Grenelle, s'essaient à quelques mesures symboliques, au mieux de leurs intérêts politiques du moment. La palme revient ici à M. Gabriel Attal. Au cours des six mois qu'il a passés au ministère (2023-2024), le candidat Renaissance à la présidentielle est parvenu à imposer une série de mesures qui lui ont permis de se rapprocher des attentes de l'électorat de droite : interdiction de l'abaya et du qamis, expérimentation de l'uniforme, groupes de niveau au collège. Plus globalement, le ministère de l'éducation nationale devient un lieu politique de seconde zone. La logique gestionnaire et managériale devient le seul mode de régulation de l'institution, facilitée par la transformation du corps rectoral, de plus en plus issu des formations à l'encadrement administratif plutôt que de l'enseignement supérieur.

Face à une telle situation, les acquis de La Reproduction et leur actualisation constituent un véritable antidote, invitant à penser le système d'enseignement comme pris dans un ensemble de luttes qui visent à la perpétuation ou à la transformation des rapports entre classes sociales. Enrichis par l'expérience des premiers concernés — enseignants, jeunes, familles —, les travaux de sciences sociales peuvent servir d'appui pour proposer une transformation d'ensemble du système d'enseignement, visant l'égalité et misant sur le service public. À ce stade de la campagne présidentielle, il est plus que temps.

Voir en ligne : /2026/11/HUMEAU/70182

(1) Pierre Bourdieu et Jean-Claude Passeron, Les Héritiers. Les étudiants et la culture, Éditions de Minuit, Paris, 1964 ; La Reproduction. Éléments pour une théorie du système d'enseignement, Éditions de Minuit, Paris, 1970.

(2) Laurence Dauphin, « Choix des enseignements de spécialité et d'enseignements optionnels à la rentrée 2022 », note d'information de la Direction de l'évaluation, de la prospective et de la performance (DEPP), n° 23.06, mars 2023.

(3) Cf. Édouard Louis, En finir avec Eddy Bellegueule, Seuil, Paris, 2014.

(4) Abigail Bourguignon, « Qu'est-ce qu'un “bon” père ? Quand les orthophonistes encadrent la parentalité », Revue française des affaires sociales, n° 253, Paris, 2025.

(6) Cour des comptes, « L'enseignement privé sous contrat », (PDF), rapport public thématique, Paris, juin 2023.

(7) Fabienne Rosenwald, « Évolution de la mixité sociale des collèges », (PDF), note d'information de la DEPP, n° 23.37, juillet 2023.

Les raisons du soulèvement

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Jérôme Lagarrigue. – « Thrower #5 » (Lanceur), 2025
© Jérôme Lagarrigue - www.jeromelagarrigue.com

Il suffit parfois d'une étincelle, et d'un peu d'huile sur le feu, pour que tout un pays s'embrase. La révolte qui secoue la France à l'automne 2026 est partie d'une série de blocages lycéens organisés dans les derniers jours d'août et les premières semaines de septembre. Mais les récits médiatiques des événements tendent à gommer les nombreux signaux, jugés trop faibles pour être pris au sérieux, qui ont précédé l'embrasement. De Nantes à Marseille, en passant par Lille, Toulouse ou Vaulx-en-Velin, des centaines d'enseignants, de proviseurs avaient alerté en vain rectorats et syndicats. Leurs difficultés devenaient peu à peu insurmontables, leurs élèves étaient souvent au bord de l'implosion. Les équipes pédagogiques en sous-effectif et les absences non remplacées, les collègues débordés ou épuisés, les classes surchargées et les budgets sous-dotés, les salles détériorées et les activités extrascolaires supprimées, les parents perdus et leurs enfants angoissés. Ceux qui n'ont rien vu venir ont souvent préféré regarder ailleurs, trop occupés à gérer la pénurie ou à protéger leur carrière. Pour beaucoup, la jeunesse n'est intéressante que lorsqu'elle est brillante ou délinquante.

En tentant de passer en force, le gouvernement n'a fait que grossir les rangs d'une contestation parfois comparée à Mai 68. Au crépuscule d'un pouvoir libéral-autoritaire en place depuis neuf longues années, celle-ci marque moins l'irruption soudaine d'une « génération sacrifiée » que le retour d'une question sociale impossible à ignorer. Il n'est pas anodin que la révolte soit survenue en plein examen d'un budget de l'État prévoyant des coupes drastiques dans les moyens des écoles, des collèges, des lycées et des universités publics, mais aucune réforme fiscale ciblant les ultrariches ou les grandes entreprises. Ni que l'embrasement ait eu lieu juste après la rentrée scolaire, moment-clé dans la vie des établissements, où les absences de personnels et les problèmes matériels sautent aux yeux de tout le monde, élèves comme proviseurs ou enseignants.

Les médias ont souligné le caractère à la fois prévisible et surprenant du mouvement. Des experts y ont vu le fruit d'un aveuglement politique devant les « ratés de la massification scolaire » ; d'autres, l'effet d'un « stress » structurel chez des jeunes dont les perspectives d'avenir se révèlent toujours plus sombres. Sommée, dès la fin du collège, de se projeter dans un futur anxiogène, de jouer le jeu d'une compétition généralisée où les savoirs et les diplômes comptent moins que les places et les rangs, cette jeunesse avait bien des raisons de se révolter : les confinements dus à la pandémie de Covid, mais aussi l'intégralité de sa scolarité secondaire effectuée dans un paysage redessiné par la réforme dite « Blanquer ».

En 2018, alors ministre de l'éducation nationale, M. Jean-Michel Blanquer a supprimé les filières ES, L et S au profit d'un baccalauréat à la carte faisant la part belle aux parcours individuels et à un contrôle continu, au détriment des épreuves nationales un tant soit peu équitables. En mettant fin aux groupes-classes et en multipliant les options, sa réforme a fragilisé non seulement les équipes pédagogiques, mais également les solidarités entre pairs qui contribuaient à créer du sens et des liens dans la vie des lycéens. Le peu qu'il restait de l'institution scolaire en tant que cadre intégrateur a ainsi été défait, ou ébranlé.

Présentée comme une mesure progressiste et respectueuse des « choix » des élèves, la réforme du baccalauréat a introduit, tout comme la création au même moment du dispositif de sélection assuré par Parcoursup, un modèle individualiste et « sélectionniste » auparavant limité aux seules filières d'élite. En l'imposant sans débat public et sans moyens budgétaires, ses artisans ont fabriqué une véritable bombe à retardement. Nombre de parents, d'enseignants et de personnels de direction estiment que les conditions minimales d'un apprentissage serein et vertueux ne sont plus réunies. La charge mentale, chez les jeunes comme chez les adultes, liée aux injonctions ministérielles à « construire son parcours » en restant « connectés » à chaque étape aux applications et aux plates-formes, empêche de redonner du sens au statut d'élève, comme au métier d'enseignant.

La complexité des nouvelles procédures de sélection et l'affaiblissement simultané de tout ce qui rend matériellement possible la découverte de savoirs, d'auteurs et de notions qui ne peuvent être enseignés que par l'école, ont fait voler en éclats les faux-semblants d'une méritocratie en trompe-l'œil. Car, loin de se borner à des restrictions quantitatives, les réformes éducatives successives ont revêtu la forme d'un moins-disant qualitatif : qualité en baisse de la formation des élèves et des enseignants, qualité parfois douteuse de l'information offerte aux familles concernant l'orientation, mais aussi qualité dégradée de l'ambiance générale et du « dialogue » au sein de bien des établissements scolaires. Ces transformations ont aggravé un sentiment de déclassement ancien chez nombre de professeurs et les malentendus qui existaient déjà entre eux et des familles incitées depuis longtemps à agir en stratèges, quitte à recourir au privé si le public ne répond plus à leurs aspirations. À force d'insister sur l'avenir professionnel et l'orientation scolaire de leurs enfants, les parents ont cessé d'être des alliés des enseignants, eux-mêmes pris dans des rapports de concurrence autour du nombre d'heures attribuées à chaque enseignement de spécialité ou de matière à option. Le malaise, l'épuisement ou l'abandon ressentis par un nombre élevé de « profs à tout faire » marquent l'expérience quotidienne de chaque classe ou salle des profs. Les suicides médiatisés de collègues en burn-out et les formes plus discrètes de mort sociale, par dépression ou démission, témoignent de cette perte de repères, comme les niveaux record d'intentions de vote au sein du corps professoral en faveur du Rassemblement national (RN).

L'enseignement public subit de plein fouet les conséquences d'un désengagement durable de l'État, dont les responsables ont beau jeu de masquer les effets en pointant la « démission » des parents (qui laisseraient trop leurs enfants seuls devant leurs écrans) ou le problème de la dette publique (qui résulte largement d'une baisse des recettes et d'un refus obstiné d'une réforme fiscale de grande ampleur). En maintenant les subventions à l'école privée tout en baissant sensiblement le financement de l'école publique du primaire au supérieur — la dépense éducative par étudiant rapportée au produit intérieur brut (PIB) a baissé de 15,3 % entre 2008 et 2024, selon l'estimation de l'économiste Michaël Lainé (1) —, les gouvernements successifs ont mis en péril des équilibres aussi précieux que fragiles.

L'obsession de la dette publique et le tabou de la redistribution fiscale conduisent à avaliser l'hégémonie à la fois économique et culturelle d'une infime minorité sociale dont le credo tient en une phrase : « ne plus payer pour les autres », c'est-à-dire pour les services publics et dans l'intérêt général. Mais, comme les « gilets jaunes », le soulèvement de l'automne 2026 va bien au-delà de ses motifs initiaux. Il exprime une demande d'égalité quand, en France, l'origine sociale a une forte incidence sur la réussite scolaire. Ce constat est d'autant plus préoccupant dans une période marquée, du reste, par la profonde crise des « vocations » enseignantes. Il y a moins de professeurs dans les collèges et lycées aujourd'hui qu'en 2008, alors que le nombre d'élèves a augmenté de 250 000 sur la même période (2).

Dans l'enseignement supérieur, le tableau est similaire mais souvent plus sombre, tant l'austérité et la précarité y frappent davantage encore. Depuis 2012, le budget public par étudiant a diminué de 23 %, amorçant sa chute sous la présidence de M. François Hollande avant de connaître une baisse vertigineuse lors des deux quinquennats de M. Emmanuel Macron (3). Et si le projet de loi de finances examiné par le Parlement pour 2027 consiste — selon les mots du ministre de la ville et du logement, Vincent Jeanbrun, sur France Info le 19 septembre 2026 — à demander « un petit effort à tout le monde » pour dégager 54 milliards d'euros d'économies, une large part de ces dernières concernent bien les étudiants, comme le gel des aides personnelles au logement (APL) ou les coupes imposées aux universités, invitées à réduire encore des budgets déjà largement déficitaires, faute de bénéficier de compensations de l'État — dans une sorte de cercle vicieux qui justifie ensuite les jugements négatifs et le mépris des élites conservatrices envers les universités, assimilées à des « usines à chômeurs ». Les jeunes manifestants n'ont, sur ce point, fait que rappeler une évidence : sans redistribution des richesses en faveur des classes moyennes et populaires, et sans un rééquilibrage des priorités au profit de l'enseignement public, les « efforts » exigés de « tout le monde » ont tout d'un jeu de dupes.

Puisque, pour les élites en place, l'enseignement ne constitue plus un bien commun mais une simple « offre de formations » de plus en plus censitaire, il ne reste au pouvoir guère d'autres moyens — en dehors de la force brute et de la propagande — pour neutraliser la critique et relégitimer le système que de renforcer la croyance méritocratique par de nouvelles annonces ou par diverses formes de déni.

Entre autres exemples récents, citons celui d'Édouard Geffray, ministre de l'éducation nationale, pris pour cible par les révoltes lycéennes de cet automne. Quelques mois avant l'embrasement, il avait annoncé la création d'un concours général des collèges (sur le modèle de celui des lycées) en la justifiant par la nécessité de restaurer le sens de l'effort et par sa conviction personnelle que « l'excellence n'est pas une question de lieu, ni de géographie, ni de sociologie [mais] de travail et de talent (4) ». Dès lors qu'un ministre de l'éducation ne saurait ignorer l'existence de décennies de recherches en sciences sociales, sans doute faut-il prendre cette phrase comme relevant du discours performatif, qui use du présent de l'indicatif pour agir sur le monde. La répétition de tels mots d'ordre érige l'élitisme de bon aloi en sens commun des élites réformatrices. Le « mérite » (re)devient une arme de protection massive en temps de crise pour contrecarrer les critiques et fabriquer du consensus.

En janvier 2024, une polémique l'avait mis en évidence. L'éphémère ministre de l'éducation nationale Amélie Oudéa-Castéra — ex-camarade de promotion de M. Macron à l'École nationale d'administration (ENA), après des études à Sciences Po et à l'École supérieure des sciences économiques et commerciales (Essec) — s'était alors vu reprocher de scolariser ses enfants dans l'établissement privé catholique Stanislas, à Paris. Et, surtout, de l'avoir justifié par « le paquet d'heures non remplacées » dans l'école publique où était initialement inscrit son fils aîné. Mme Oudéa-Castéra s'était plainte, ensuite, d'être perçue comme le « symbole d'une caste privilégiée à combattre, à abattre », ajoutant : « La seule chose que j'ai héritée de ma famille, c'est l'amour du travail bien fait, du goût de l'effort, la passion du mérite. » Elle oubliait de préciser que cette « passion » avait pris corps au sein d'une famille comptant plusieurs journalistes connus (Alain, Patrice et Benjamin Duhamel, ou Nathalie Saint-Cricq) puis dans un lycée des beaux quartiers parisiens, mais aussi que son « goût de l'effort » lui avait été transmis par son père, ex-directeur de Publicis, avant d'être partagé par son époux, ancien président-directeur général de la Société générale et actuel président du conseil d'administration du groupe Sanofi.

Que signifie « mériter », dans ces conditions ? S'agit-il d'une lutte active contre les privilèges, le népotisme et l'arbitraire, dans la lignée de Condorcet, de la tradition égalitaire issue de la Révolution française ? Ou d'une croyance conservatrice, utile aux héritiers pour tenir leur rang et renforcer l'ordre symbolique qui rend l'héritage socialement acceptable ?

Essor du business de l'orientation scolaire

Les profils des ministres de l'éducation nationale diffèrent souvent de ceux des boursiers qu'ils aiment invoquer dans leurs discours. Titulaire de la fonction de 2017 à 2022, M. Jean-Michel Blanquer a effectué sa scolarité à Stanislas, du CM1 à la terminale, avant d'étudier à l'université Paris-II (« Assas ») et à Sciences Po. Fils d'un avocat et d'une enseignante, il a grandi dans le 8e arrondissement de Paris. Issu d'une famille très aisée — père producteur de cinéma, mère descendant de la noblesse russe —, M. Gabriel Attal (ministre de juillet 2023 à janvier 2024) a, quant à lui, étudié à l'École alsacienne, place forte de la reproduction sociale dans le 6e arrondissement de la capitale.

La réforme Parcoursup — adoptée dans le cadre de la loi relative à l'orientation et à la réussite des étudiants du 8 mars 2018, dite « ORE » — a servi de prétexte et d'accélérateur à une privatisation mais aussi à une « élitisation » de l'offre éducative. Entre 2010 et 2024, le taux d'inscription à l'université (hors instituts universitaires de technologie [IUT]) est passé de 60,4 % à 57,4 % des nouveaux titulaires du baccalauréat général, alors qu'il a augmenté dans le même temps de 4,2 points dans les écoles de commerce, d'ingénieurs et autres établissements privés (5). Pour les bacheliers technologiques, les inscriptions dans l'enseignement post-bac privé ont doublé ; pour les « bacs pro », déjà peu nombreux à la fac, les licences universitaires et les IUT sont devenus quasi inaccessibles, au profit des sections de techniciens supérieurs (STS) et de petites écoles privées dont beaucoup n'existaient pas avant la création de Parcoursup. Effet d'aubaine pour nombre d'entreprises du secteur des formations post-bac, la plate-forme a aussi favorisé l'essor d'un business de l'orientation scolaire très rentable, dont les familles favorisées peuvent se passer, mais qui tend progressivement à se substituer à une mission historique de l'école publique.

Moins d'enfants d'ouvriers à l'université

Même si l'on a oublié qu'il y eut bien, en 2018, un mouvement anti-Parcoursup, durement réprimé (on se souvient peut-être de ces lycéens mis à genoux par des policiers heureux de voir une « classe qui se tient sage », à Mantes-la-Jolie) et éclipsé par les « gilets jaunes », la vitesse avec laquelle les algorithmes de sélection se sont imposés en dit long sur les victoires idéologiques qui, progressivement, ont réduit une question âprement discutée et conflictuelle à une « solution » purement technique et consensuelle. Alors qu'à d'autres périodes les partisans d'un enseignement élitiste devaient assumer la sélection en tant que telle, les débats autour de Parcoursup ont relégué au second plan des enjeux autrefois centraux pour s'en tenir aux effets anxiogènes de l'outil ou aux difficultés à s'y retrouver dans un tel dédale.

S'il est vrai que, grâce au taux minimal de boursiers dans les filières sélectives prévu par la loi ORE, une poignée de néobacheliers (17 000 en 2025 sur environ 650 000) peuvent désormais trouver une place dans une formation à laquelle leur dossier scolaire ne leur aurait pas permis d'accéder lors de la phase principale, la part des enfants d'ouvriers à l'université a baissé de 11,4 à 8,7 % entre 2009 et 2024, en particulier depuis 2020. À l'échelle de l'enseignement supérieur, la proportion d'étudiants de milieux populaires tend à stagner. Si, parmi les jeunes de 25-29 ans, poursuivre des études dans le supérieur est depuis longtemps une norme dans les familles aisées (68 %), ce n'est toujours pas le cas dans les familles défavorisées (36 %). Les écarts demeurent, puisque ces proportions s'élèvent à 63 % et 33 % au sein de la génération scolaire antérieure, c'est-à-dire les 45-49 ans d'aujourd'hui. Parmi les 25-29 ans originaires des classes supérieures, 10,9 % sont diplômés d'une grande école en 2024, contre 10,2 % en 2012 ; du côté de ceux des classes populaires, ils sont 2,7 % en 2024, contre 2,3 % en 2012 (6).

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Jérôme Lagarrigue. – « Esthetic of a melee » (Esthétique d'une mêlée), 2017
© Jérôme Lagarrigue - www.jeromelagarrigue.com

Parcoursup peut aussi présenter l'avantage d'augmenter la sélectivité scolaire des filières d'élite, et donc leur prestige relatif, à condition d'en atténuer les effets en matière de tri social. Ainsi, à l'institut d'études politiques (IEP) de Bordeaux, l'élaboration d'un algorithme local favorisant les candidatures de boursiers scolairement excellents a permis une (légère) ouverture du recrutement social, tout en augmentant le niveau scolaire moyen des admis, ce qui a réduit l'écart avec la concurrence représentée par les autres IEP, notamment Sciences Po (7). Cette bonne volonté méritocratique donne aussi à voir l'arbitraire de la sélection par des algorithmes qui, selon les formations, les années et les politiques de chaque établissement, varie considérablement. Cantonnés à des discussions entre initiés et à des compétences techniques, ces usages hétérodoxes de Parcoursup révèlent en creux les choix bien plus orthodoxes faits par d'autres filières d'élite au niveau scolaire déjà très élevé, mais aussi et surtout l'impossibilité, pour ce genre d'expérimentation, d'aller trop loin dans le jeu avec la règle, au risque de faire fuir des candidats bien dotés scolairement mais qui pourraient assimiler ces évolutions à une perte de sélectivité et de prestige.

En laissant la possibilité à chaque commission d'examen des vœux de sélectionner à l'aide d'un algorithme local, plutôt qu'avec l'algorithme national disponible sur la plate-forme, la réforme Parcoursup ne se limite cependant pas à imposer des modes de sélection et d'affectation des étudiants. La possibilité pour ces commissions de connaître le lycée d'origine des candidats — tournant majeur, qui constitue objectivement une rupture d'égalité — tient de l'aubaine pour bien des enseignants attachés à l'élitisme qui a imprégné leur propre scolarité, désireux de choisir eux-mêmes ceux qui « méritent » leur enseignement. Mais, pour d'autres, plus critiques ou réflexifs, la marge de manœuvre est faible et ambiguë, puisque l'État fait peser sur leurs épaules un tri social que ses plus hauts représentants se refusent à endosser. Dès lors, il ne reste guère d'autre choix que de limiter la casse, en prenant sur le temps normalement alloué à l'enseignement et à la recherche des heures entières à lire et classer des dossiers. Le rehaussement statutaire, qui tient dans ce pouvoir de choisir délégué aux commissions, ne fait que donner aux universitaires l'illusion qu'ils ont gagné un « droit » de sélectionner là où, en réalité, ils sont contraints de trier, et par là d'arbitrer eux-mêmes entre faire leur métier correctement et gérer les flux avec les moyens du bord.

Au sein des cursus d'élite, les marges d'action sont étroites, mais elles existent ; à condition toutefois de répondre aux intérêts des filières concernées. Depuis 2020, certaines écoles de commerce ou d'ingénieurs — l'École des hautes études commerciales (HEC), les Ponts et chaussées, etc. — ont fait le choix d'instaurer des points de bonus pour les boursiers qui passent le concours pour la deuxième fois. D'autres, comme l'Essec, ont mis en place un système de sélection différenciée permettant à des boursiers (une quarantaine par an) qui ne seraient pas reçus aux écrits d'admissibilité de passer les épreuves orales, tout en conservant la même barre d'admission pour tous les candidats. Malgré ces changements, les taux de boursiers ont diminué entre 2012 et 2024 de 3 à 4 points dans les écoles de commerce et d'ingénieurs, où ils représentent, aujourd'hui, respectivement, 10 % et 21 % des effectifs, tandis qu'ils sont restés stables dans les universités (autour de 39 %), alors même que la catégorie des boursiers (du supérieur) s'est embourgeoisée sur la période (8).

D'autres possibles ? Des lendemains moins terribles ?

C'est sans surprise Sciences Po qui, vingt-cinq ans après la création des conventions éducation prioritaire (CEP), a endossé de nouveau le statut de chef de file en effectuant une (énième) refonte de ses critères et modalités de sélection. La dernière réforme, en 2021, a mis fin aux épreuves écrites d'admissibilité, unifié les voies de recrutement et instauré des points de bonus pour les boursiers du secondaire issus des lycées partenaires, dont le nombre a été porté de 106 à 215. Mais, dans sa communication, la direction de l'IEP est restée discrète sur le taux global de ces boursiers du secondaire (qui s'élève à 12 %, contre 29 % en moyenne en France dans le public), insistant plutôt sur celui de boursiers du supérieur (bien plus favorisés que ceux du secondaire) parmi les admis (27 %), loin de la moyenne des universités à l'échelle nationale (39 %) (9).

Historiens spécialistes des systèmes éducatifs contemporains, Vincent Carpentier et Emmanuelle Picard envisagent plusieurs scénarios (10) : l'un d'eux serait une alternative post-néolibérale, assumant une politique progressiste, à la fois économique, via une relance financée par un impôt plus équitable, et éducative, grâce à une hausse significative des dépenses publiques en matière d'enseignement public, mais aussi des réformes de structures comme la fusion de tous les cycles post-bac, prépas, STS et IUT compris, en un premier cycle propédeutique unifié, occupant une position intermédiaire entre le lycée et l'université ; un autre scénario serait un statu quo général favorisant une accélération du régime managérial actuellement dominant, avec l'extension des stratégies mercantiles, la poursuite du désengagement de l'État du financement des études supérieures et le remplacement des ressources fiscales par un mélange de prêts étudiants et de droits d'inscription élevés, accompagnés de quelques bourses, suivant le modèle américain.

De telles projections n'ont rien de chimérique. Il suffit, pour s'en convaincre, de lire le rapport de la commission d'enquête sénatoriale menée par la sénatrice Les Républicains Laurence Garnier, dont les préconisations offrent un aperçu de la politique que la droite pourrait impulser en matière de sélection en cas de victoires électorales (11) : suppression du droit d'accès aux études supérieures pour les bacheliers, le baccalauréat cessant d'être le premier grade de l'enseignement supérieur ; fin du droit d'accès au master pour les titulaires d'une licence universitaire ; renforcement des filières sélectives au sein des universités (doubles licences, doubles cursus école-fac, cycles préparatoires aux études supérieures) et des cursus courts, au détriment des capacités d'accueil dans les licences offrant peu de débouchés professionnels (en psychologie, langues, lettres et sciences humaines) ; fin du pouvoir des recteurs d'imposer aux universités des étudiants sans affectation au terme de la procédure Parcoursup ; instauration de droits d'inscription dans les universités, à hauteur de 900 euros en licence et 1 300 euros en master.

Mais, en appelant à augmenter le financement public de l'éducation et à tourner le dos aux logiques sélectionnistes qui tendent à se généraliser à tous les niveaux du système éducatif, le mouvement lycéen-étudiant de 2026 a ouvert la voie à une réflexion critique sur le modèle censitaire en cours d'imposition. Le ralliement d'élèves de lycées favorisés et d'étudiants issus de grandes écoles témoigne de la fragilité de l'ordre symbolique en haut de l'espace social, un peu comme en Mai 68. Il se pourrait bien que ces solidarités improbables, en dessinant d'autres possibles, fassent advenir des lendemains moins terribles. À condition que d'autres révoltés s'en mêlent, jeunes ou moins jeunes, pour résister à la contre-révolution qui vient.

Voir en ligne : /2026/11/PASQUALI/70149

(1) Michaël Lainé, « La mobilisation lycéenne s'explique-t-elle par l'évolution des dépenses éducatives ? », L'économie hors la tour d'ivoire, blog sur le site d'Alternatives économiques, 8 octobre 2026.

(2) Évelyne Blanché, Paul-Olivier Gasq et Isabelle Paulin, « Les élèves du second degré à la rentrée 2008 dans les établissements publics ou privés », note d'information de la direction de l'évaluation, de la prospective et de la performance (DEPP), n° 09-08, Paris, 2009 ; L'État de l'école, n° 20, ministère de l'éducation nationale, novembre 2010 ; « L'éducation nationale en chiffres, 2025 », DEPP, août 2025 ; « Panorama statistique des personnels de l'enseignement scolaire, 2025-2026 », DEPP, octobre 2026.

(3) Lucas Chancel, « Université française : près de 15 ans de décrochage », 30 janvier 2026.

(4) « Concours général du collège, des lycées et des métiers », ministère de l'éducation nationale, 30 juillet 2026.

(5) Pierrette Schuhl (sous la dir. de), L'État de l'enseignement supérieur, de la recherche et de l'innovation en France, 2026, sous-direction des systèmes de l'information et des études statistiques (SIES), 19e édition, ministère de l'enseignement supérieur, de la recherche et de l'espace, Paris, 2026.

(6) « 8e rapport annuel au Parlement », (PDF), Comité éthique et scientifique de Parcoursup et Mon Master, avril 2026 ; Jérémie Martin-Kleinbauer et Louis Maurin, « Enseignement supérieur : comment évolue la composition sociale des filières ? », Observatoire des inégalités, 27 février 2025.

(7) Vincent Tiberj, « Parcoursup ou la sélection par les algorithmes », La Vie des idées, Paris, 12 janvier 2021.

(8) « Boursiers des écoles d'ingénieurs en 2012-2013 », Chiffres du mois, n° 46, Conférence des directeurs des écoles françaises d'ingénieurs (CDEFI), Paris, décembre 2013 ; « Cartographie des bourses publiques de l'enseignement supérieur », rapport de l'inspection générale de l'éducation, du sport et de la recherche, Paris, février 2020 ; Marie Fourré, « Les boursiers sur critères sociaux en 2024-2025 », (PDF), Note flash du SIES, n° 23, Paris, septembre 2025.

(9) Éloïse Girard, « Sciences Po : moyenne au bac, genre, milieu social… Qui sont les candidats admis en 2025 ? », L'Étudiant, 13 mai 2026 ; « Qui sommes-nous ? », Sciences Po.

(10) Vincent Carpentier et Emmanuelle Picard, L'Université pour tous ? France - Royaume-Uni, une histoire comparée (1920-2026), Seuil, Paris, à paraître en 2027.

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