Jerônimo retoma Caravana 417 e anuncia novos investimentos na Bahia; veja quais são


Maria da Graça Carvalho diz que a maior parte das obras pode continuar, segundo uma primeira análise jurídica. A comissão de acompanhamento reúne-se a 4 de novembro.
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Rui Cristina anuncia a decisão e exige um emissário mais longo, com descarga de salmoura a maior profundidade e mais longe da costa. O autarca diz não se opor à infraestrutura.
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Il 30 ottobre è passato senza che si materializzassero le preoccupazioni della vigilia. Certo bisogna accontentarsi: il blocco delle autostrade è divenuto, in conseguenza delle gride manzoniane del centrodestra, un reato; ma ormai anche queste forme discutibili di lotta vengono annoverate per disperazione nell’elenco delle manifestazioni ordinate e pacifiche.
Ormai siamo arrivati a tirare un grande sospiro di sollievo quando le proteste non sfociano nella guerriglia urbana. Vedremo nelle prossime settimane se sono cambiate le regole di ingaggio di coloro che scendono in piazza per protestare per qualche motivo più o meno valido o se invece le più importanti città sono state graziate, oggi, per l’adesione dei black bloc allo sciopero generale dei sindacati di base.
In questi giorni abbiamo scoperto grazie alla gip di Milano Tiziana Landoni che predicare la violenza – senza prendervi parte di persona – rimane nell’ambito del diritto di opinione garantito dalla Costituzione. Ne prendiamo atto come di una svolta della devianza del “penpenalismo” che ha intossicato la vita civile, che si è intromesso (si veda il caso ex Ilva) persino nell’economia. Ma la politica ha il diritto di rivendicare la propria autonomia nel giudicare le opinioni, perché la loro legittimità non le rende immuni dalla critica.
Si racconta che il Cancelliere Helmut Kohl, assistendo dal suo ufficio ad una manifestazione contro l’installazione degli euromissili, dicesse tra sé e sé: “Loro sono 500mila, io sono solo. Ma io ho ragione e loro torto”.
Che cosa chiedono i manifestanti? Il mix delle rivendicazioni – meno armi, più salari, lotta al carovita – è un insieme di contraddizioni destinate – ove accolte senza raziocinio – ad alimentare le difficoltà e il declino, perché non ci sarebbe nessuna salvezza nel rompere ogni linearità nella tenuta dei conti pubblici (in nome di una lotta alla c.d. austerità) e nell’ignorare apposta che tra le cause profonde della crisi ci sono quei conflitti aperti da anni che fanno del riarmo una necessità per la nostra sicurezza.
Quanto ai salari bisognerebbe farsi spiegare quale potrebbe essere l’intervento del governo nel determinarne una crescita più sostenuta. Certo, la manovra di bilancio si profila come se le risorse fossero imbarcate su droni normativi destinati a colpire qua e là il maggior numero di gruppi di interessi, senza una strategia precisa. Poi, ai giovani studenti che hanno deciso di associarsi ai sindacati di base non dovrebbe sfuggire il senso delle loro rivendicazioni in materia di pensioni che rappresentano il terreno del confronto tra giovani e anziani, perché saranno i primi, quando entreranno nel mercato del lavoro, a doversi prendere carico dei secondi, i quali si sono scritti le regole per sé, mandando il conto ai giovani.
Sono loro che erediteranno il debito pubblico determinato dalla gestione spensierata della finanza pubblica delle generazioni precedenti. Dovrebbero pertanto vigilare anziché scendere in campo a difesa delle loro catene.
Vi sono poi altri aspetti inaccettabili. Sono convinto che si fosse incolonnato tra i manifestanti un gruppo di ucraini con le loro bandiere, sarebbero stati cacciati in malo modo. Non riesco a capire da dove provenga e da cosa si alimenti il virus del “palestinismo” ormai divenuto epidemico che si accompagna con una indifferenza per la tragedia ucraina.
Come se l’unica contabilità funebre di rilevante importanza riguardasse quella di Gaza, mentre lo sterminio perpetrato dai russi dovesse essere compreso nei suoi motivi di fondo. In questi due conflitti si sono rovesciate nelle piazze le responsabilità degli aggressori e degli aggrediti. I civili uccisi nella Striscia sono un effetto collaterale della guerra (lo afferma anche Naza), mentre in Ucraina sono l’obiettivo prioritario degli attacchi russi, perché l’esercito non è in grado di vincere sul campo di battaglia.
I marciatori pacifisti in una sola direzione hanno chiesto non solo un cessate il fuoco, ma sono contrari all’invio di armi alla resistenza ucraina. Ed hanno buon gioco perché la crisi energetica incentiva l’intenzione di acquistare il petrolio e il gas russo, ricorrendo alle indicazioni provenienti dagli Usa. Ma il futuro a cui sembrano aspirare le giovani generazioni non mi interessa. Anzi mi ricorda troppo la storia raccontata nel romanzo del 1895 di H.G. Wells ‘’La macchina del tempo’’ dove, in un tragico avvenire, i giovani Eloi, creature gioiose, fragili e infantili sono vittime dei Morlock, esseri mostruosi e ripugnanti che escono dal sottosuolo di notte, col favore della luna, per massacrarli e nutrirsene.
António José Seguro defendeu hoje que Portugal não avança sem coesão social e destaca o acesso à saúde e à habitação.
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O antigo líder socialista Pedro Nuno Santos critica a abstenção do PS na votação do Orçamento do Estado para o próximo e ano e adianta que deixará a Assembleia da República no final da legislatura.
"Estarei assim no Parlamento durante mais algum tempo, não vai ser muito mais, não ficarei lá, nem pretendo ser recandidato", adiantou, em entrevista à Renascença, esta sexta-feira, onde justificou que está a "gostar muito" do que faz atualmente do ponto de vista profissional.
"Eu gosto do que estou a fazer, estou a trabalhar nas empresas da minha família e sem estar em exclusividade a fazer política", explicou.
Pedro Nuno Santos rejeita também, nesta entrevista, quaisquer cargos de direção no futuro ou mesmo uma recandidatura à liderança do PS, já que quer dedicar-se a trabalhar apenas no setor privado.
"Não está no meu horizonte. Não estou aí, não estou a pensar nisso, não é o meu objetivo. A única coisa que quero fazer é ser um homem livre que tem a sua vida profissional e ao mesmo tempo fazer a minha intervenção política livre", explicou ainda.
Ainda assim, assume: "Nunca deixarei de fazer política."
Sobre a abstenção do PS na votação da proposta do Orçamento do Estado para 2027 na generalidade, Pedro Nuno Santos deixa claro que respeita a orientação dos órgãos nacionais do partido, mas que não concorda com a decisão, já que ela representa uma "contradição".
"Chegou-se a dizer que este orçamento era péssimo. Está aqui uma contradição profunda, porque o orçamento é péssimo, mas nós queremos dar estabilidade", defendeu. "É uma coisa extraordinária, num país em que a maioria das pessoas não tem estabilidade nas suas vidas, nós estamos a dar mais um ano de vida ao Governo da AD para o Governo da AD poder fazer as reformas com o Chega."
Do seu ponto de vista, a abstenção do PS na votação do OE deixou o Chega numa "situação extraordinariamente confortável" já que "não é responsável pela existência deste Governo, mas participa na definição e no desenho das políticas públicas, como foi a lei do arrendamento".
Questionado ainda sobre o Presidente da República, que apoiou na corrida a Belém e de quem é amigo pessoal, Pedro Nuno Santos assume que tem um perfil diferente de António José Seguro e que, no seu lugar, teria feito "uma intervenção mais assertiva, mais dura" na sequência das manifestações do fim de semana passado.
Ainda assim, reconhece que "no contexto que nós vivemos atualmente, o perfil do António José Seguro é o perfil correto e que faz sentido".
"Sei que há muitos socialistas que não concordam, mas eu gosto do António José Seguro, e acho que como Presidente da República está a fazer aquilo que lhe permitiu ter o maior resultado sempre de um candidato à Presidência da República", sublinhou.
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O porta-voz do Livre Jorge Pinto considerou hoje vergonhoso que Portugal organize o Rali Dakar com Marrocos uma vez que o percurso "inclui território ocupado do Saara Ocidental", tendo o partido questionado o Governo sobre o tema.
"É vergonhoso que Portugal co-organize o "Rali Dakar" com o Reino de Marrocos com um percurso que inclui o território ocupado do Saara Ocidental. A nossa obrigação é defender a autodeterminação dos povos e não estar ao lado dos ocupantes", criticou Jorge Pinto numa publicação na rede social Bluesky.
O partido questionou o Governo sobre o envolvimento do executivo português na decisão de realizar o Rali Dakar 2027 em Portugal e "quais os critérios dessa decisão".
O Livre quer saber "que recursos públicos, sejam financeiros, logísticos ou de infraestruturas, foram acordados ou serão envolvidos na co-organização do Rali Dakar 2027" e se o Governo está disponível para cancelar todo o apoio com Marrocos "perante o contexto atual de ocupação do Saara Ocidental" por este país.
Para o partido, a realização desta prova "não pode ser dissociada da ocupação do Saara Ocidental por Marrocos e das violações dos Direitos Humanos, incluindo a violação do direito à autodeterminação dos povos, cometidas pelas autoridades marroquinas contra a população saaráui, ativistas, jornalistas, e opositores do Governo marroquino".
O Livre sustenta que "a Amnistia Internacional tem documentado a repressão de manifestações pacíficas em defesa da autodeterminação, detenções arbitrárias, vigilância e intimidação de ativistas saarauis, bem como as restrições às liberdades de expressão, de associação e de reunião em Marrocos".
"Neste contexto, a associação de Portugal a uma prova que inclua o território ocupado do Saara Ocidental deve ser rejeitada", defende o partido, que lembra que Portugal "está prestes a iniciar o mandato como Membro não Permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas", esperando-se "que seja uma voz mais ativa na denúncia de violações do Direito Internacional, defesa dos Direitos Humanos e o Direito à Autodeterminação dos Povos".
O rali Dakar de 2027 vai decorrer em Portugal e Marrocos, em janeiro, anunciou hoje a organização, depois de ter sido forçada a desistir da realização da prova na Arábia Saudita por causa do contexto geopolítico no Médio Oriente.
O porta-voz do Livre, Jorge Pinto, criticou o Orçamento do Estado 2027, considerando-o "contra o país", e acusou o Chega de adotar uma postura "farsante" no debate orçamental.
Lusa | 17:47 - 28/10/2026
La causa principale della mala gestione delle politiche culturali italiane va identificata nel diffuso deficit di trasparenza: sia sul versante pubblico (ministeriale) sia sul versante privato (imprenditoriale ed associativo), si registra infatti una grave – talvolta inquietante – carenza di informazioni, dati, analisi.
Da molto tempo – anche su questo blog – vado denunciando il grave deficit, che si riproduce a livelli macro e micro: un esempio? Il 20 ottobre il ministro del Turismo Gianmarco Mazzi (FdI) ha annunciato un interessante progetto denominato “Che Spettacolo l’Italia!”, nell’economia della Festa del Cinema di Roma, annunciando un sostegno del suo dicastero per la produzione di cortometraggi (curiosamente denominati “film turismo”) che andrebbero proposti prima della proiezione di film nei cinematografi per promuovere il “cineturismo” (concetto ideato oltre vent’anni fa da Michelangelo Messina), ovvero le “location” nelle quali sono stati girati. Il ministro ha annunciato contributi oscillanti tra 150mila e 400mila euro per ogni cortometraggio, ma non ha annunciato l’entità complessiva del fondo. Paradossale. L’ho chiesto all’ufficio stampa del MinTur e la risposta è stata: “Lo si saprà quando verrà pubblicato il bando, il 10 novembre”. Perché rinviare al bando un’informazione essenziale per valutare la portata dell’iniziativa?
Altro esempio?! Il Ministero della Cultura ha deciso di assegnare a Cinecittà (società pubblica) una sovvenzione integrativa di 10 milioni di euro, come se la dotazione annua dei sempre più desertificati “studios” di Via Tuscolana (oltre 30 milioni) non fosse sufficiente. Pubblicità della decisione (autocraticamente assunta dal ministro della Cultura Alessandro Giuli)?! Nessuna, se non uno scoop del quotidiano confindustriale Il Sole 24 Ore, nell’edizione di venerdì 30 ottobre.
E sul fronte privato, mi limito a ricordare quel che ho denunciato venerdì scorso anche su questo blog: è stata organizzata dall’Apa (la lobby dei produttori audiovisivi, guidata da Chiara Sbarigia) e dall’Anica (la lobby dei cinematografari, guidata da Alessandro Usai) la ennesima edizione della kermesse “Mercato Internazionale Audiovisivo” (Mia), generosamente sovvenzionata dai ministeri degli Esteri e della Cultura, ecc.: non è pubblico – in violazione di norme di legge – il bilancio di questa iniziativa. Si tratta di un “market” privato gestito delle associazioni di categoria (solo le imprese, non autori e creativi), tenuto in piedi da una rete di finanziamenti pubblici frammentata, affidati senza gara e difficile da ricostruire. E non è mai stata realizzata una valutazione di impatto dell’efficacia ed utilità della kermesse. Trasparenza zero.
Stessa dinamica per il festival che si è inventata l’anno scorso la Sottosegretaria leghista Lucia Borgonzoni in quel di Rimini e Riccione, l’imperdibile “Italian Global Series Festival”, anche questo organizzato dalla lobby Apa (e pure il sito web di questa iniziativa non ha la sezione obbligatoria per legge, “Trasparenza”)… Milioni e milioncini di danaro pubblico che vengono assegnati (chissà perché) in assenza di procedure pubbliche, con uso ed abuso della discrezionalità del Principe (o Principessa) di turno.
Sono iniziative utili per la crescita del sistema audiovisivo nazionale, utili per la democrazia culturale?! Chissà. Forse sì, forse no. Nessuno può dirlo.
Non solo deficit di trasparenza amministrativa, ma anche deficit di valutazione delle politiche pubbliche in materia di cultura. Il mix tra queste due dinamiche è esplosivo, anzi devastante.
In questo scenario, finisce per non stupire che, a fronte di surreali rallentamenti e della aggravatasi paralisi dei pagamenti da parte del Ministero della Cultura – in particolare della Direzione Cinema e Audiovisivo –, il Direttore Generale Giorgio Carlo Brugnoni (che è anche paradossalmente Vice Capo di Gabinetto del Ministero della Cultura) si faccia invece vanto dell’“efficientamento” da lui ottenuto da quando è stato assunto nell’ottobre 2025, dopo che il suo predecessore Nicola Borrelli è stato sacrificato sull’altare dello scandalo “tax credit”. Non esistono dati – oggettivi ed indipendenti dalla P.A. – che consentano di smentire le sue affermazioni: autoreferenzialità assoluta. Insomma anche lui se la canta e se la suona.
Ed incredibilmente nessuno ha ancora ben compreso quante centinaia di milioni di euro sono stati realmente destinati dallo Stato al settore cinematografico-audiovisivo, dato che le “valutazioni di impatto” che la Dgca ha affidato all’Università Sapienza di Roma (Disse) non hanno mai evidenziato lo “splafonamento”, ovvero quanto previsto dal Fondo Cinema e Audiovisivo (606 milioni di euro nel 2026, cui sono stati aggiunti in itinere altri 50 milioni di euro – non si sa ancora assegnati a chi e come e perché – e da ultimo 20 milioni; di questi ultimi, si è saputo che i succitati 10 milioni andranno a Cinecittà per non bene identificati progetti “speciali” e “straordinari”) sia stato contraddetto dall’effettivo budget speso dallo Stato (stanziamenti, impegni, pagamenti)…
In questo scenario opaco e nebbioso, come è possibile comprendere il vero funzionamento del sistema culturale, e l’efficacia della mano pubblico?! Ci si deve attrezzare – come è spesso costretto a fare l’istituto di ricerca indipendente che ho fondato oltre trent’anni fa, l’IsICult – con gli strumenti del giornalismo investigativo, ma il muro di gomma delle istituzioni sembra spesso impenetrabile, nonostante istanze di accesso, diffide, ricorsi al Tar, segnalazioni all’Anac…
Qualche speranza di miglioramento cognitivo la si attende dalla nuova legge sul cinema e l’audiovisivo, che sta per essere approvata definitivamente dal Senato (si prevede entro la prima metà di novembre), dato che questo testo bipartisan (fortemente voluto da Fratelli d’Italia – Federico Mollicone – e Partito Democratico – Matteo Orfini – e Movimento 5 Stelle – Gaetano Amato) prevede tra l’altro un rafforzamento strutturale degli strumenti di monitoraggio e valutazione delle politiche pubbliche, attualmente evanescenti. E forse non a caso c’è chi sta remando contro l’approvazione di questa nuova legge, non rivoluzionaria ma certamente migliorativa rispetto all’attuale assetto conservativo, squilibrato a favore dei “big player” e delle loro lobby, penalizzante i produttori indipendenti ed i giovani autori. E paralizzato da una paleoburocrazia indegna di un Paese civile.
L'articolo C’è un grosso deficit di trasparenza nelle politiche culturali proviene da Il Fatto Quotidiano.

O deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP) reagiu às críticas do deputado estadual eleito Leonardo Grandini (PT-SP), que pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) a apreensão de seu passaporte. O petista alegou risco de fuga do país e mencionou supostas investigações contra o parlamentar.
Em vídeo, Pavanato afirmou que não responde a investigação criminal. Ele declarou que foi alvo de uma denúncia recebida pelo Ministério Público em uma ação de natureza civil, e não criminal. O deputado também acusou setores da esquerda de perseguirem políticos conservadores.
Ao comentar a possibilidade de ter o passaporte apreendido, Pavanato afirmou que pode deixar o país quando quiser. No fim da gravação, provocou Grandini com a frase: “Não usem drogas”.
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