Portugal voltou a captar investimento direto estrangeiro no primeiro semestre de 2026, após ter registado uma saída líquida de capitais um ano antes. Mas a recuperação não chegou para acompanhar o peso que o país tinha no investimento recebido pela União Europeia.
Segundo o relatório “FDI in Figures”, publicado esta sexta-feira pela OCDE, as entradas líquidas de investimento estrangeiro na economia portuguesa atingiram 7.718 milhões de dólares entre janeiro e junho, contra um saldo negativo de 300 milhões no mesmo período de 2025.
Esta subida coloca Portugal entre as economias que recuperaram a captação de capital externo em 2026, embora o montante tenha ficado 44,3% abaixo dos 13.862 milhões recebidos no segundo semestre do ano passado – os valores são preliminares e excluem as entidades com finalidade especial, veículos usados pelos grupos empresariais para canalizar operações financeiras.
Por cada 100 dólares recebidos pelos Estados-membros no primeiro semestre de 2026, 2,6 dólares tiveram como destino a economia portuguesa, contra 11,2 dólares nos seis meses anteriores.
A dinâmica de Portugal em captar capital estrangeiro também fica aquém da média dos países da OCDE e da União Europeia. Segundo os dados do relatório, o investimento estrangeiro recebido pelos países da OCDE passou de 278,9 mil milhões para 684,4 mil milhões de dólares, um aumento de 145,4%, enquanto na União Europeia avançou de 59,7 mil milhões para 296,8 mil milhões, quase cinco vezes mais.
Estes dois movimentos contribuíram para que Portugal perdesse peso na captação de investimento direto estrangeiro na União Europeia: por cada 100 dólares recebidos pelos Estados-membros no primeiro semestre de 2026, 2,60 dólares tiveram como destino a economia portuguesa, contra 11,20 dólares nos seis meses anteriores. A quota nacional caiu, assim, 8,6 pontos percentuais, para menos de um quarto da registada no segundo semestre de 2025.
Apesar desta perda de peso no contexto europeu, Portugal recuperou num período em que algumas das maiores economias europeias receberam menos investimento do que um ano antes. É o caso de Espanha, que captou 9.505 milhões de dólares, menos 28,4% em termos homólogos; da Alemanha, que recebeu 31.956 milhões, menos 20,5%; e de França, que atraiu 17.920 milhões, menos 39,8% em termos homólogos.
O montante português ficou próximo dos 7.985 milhões recebidos pela Grécia e dos 8.511 milhões da Suécia, mas abaixo dos 15.915 milhões da Polónia.
A comparação exige, contudo, cautela, dado que a OCDE explica que algumas economias europeias apresentam “grandes flutuações do investimento direto estrangeiro”, associadas a operações de capital e empréstimos entre empresas de grupos multinacionais. Nos Países Baixos, por exemplo, o saldo passou de uma saída de 51.758 milhões no primeiro semestre de 2025 para entradas de 48.033 milhões em 2026, contribuindo para a recuperação europeia.
Os dados da OCDE revelam também um recuou de 86,9% do investimento das empresas portuguesas no estrangeiro em termos homólogos, com esse investimento a passar de 2.820 milhões de dólares no primeiro semestre de 2025 para 369 milhões no mesmo período de 2026.
A inflação homóloga em França subiu três décimas em outubro, para 3,4%, um máximo desde dezembro de 2023, e o produto interno bruto francês contraiu 0,1% no terceiro trimestre, anunciou hoje o instituto nacional de estatística francês (INSEE).
Segundo dados provisórios do INSEE, a aceleração da inflação homóloga em outubro deveu-se principalmente ao aumento dos preços do gás e do petróleo.
Num comunicado, o INSEE sublinha que os preços da energia aceleraram pelo quarto mês consecutivo em outubro, principalmente devido aos produtos petrolíferos e gás, que subiram concretamente 24,1% em relação ao mesmo mês de 2025, contra 21,3% em setembro.
A subida da inflação também foi impulsionada pelos serviços, com um aumento homólogo de 2,7% em outubro, contra 2,4% em setembro, especialmente devido ao aumento dos preços nos serviços de alojamento e transporte.
Já os alimentos progrediram 1,2% em termos homólogos em outubro, menos duas décimas que em setembro, e isso por uma desaceleração do aumento dos produtos frescos, que de qualquer forma se manteve forte (8%, contra 9,5% em setembro).
A inflação harmonizada homóloga de França, que é a que serve para as comparações com outros países europeus, subiu para 3,8% em outubro, com base nos dados provisórios, mais quatro décimas do que em setembro.
Em relação ao produto interno bruto (PIB) francês, que recuou 0,1% no terceiro trimestre, depois de estagnar no segundo e de cair 0,2% no primeiro trimestre, o INSEE refere que se deveu à retração dos investimentos e à deterioração do comércio externo.
A formação bruta de capital fixo, que mede o investimento, voltou a recuar, com uma queda de 0,6%, após diminuir 0,5% no segundo trimestre, segundo o INSEE.
A taxa Euribor subiu hoje a três e seis meses e desceu a 12 meses face a quinta-feira, terminando outubro com a média mensal inalterada no prazo mais curto, a avançar no intermédio e a descer no mais longo.
A média mensal da Euribor em outubro manteve-se em 2,635% a três meses e subiu 0,053 pontos para 2,975% a seis meses. Já a média da Euribor a 12 meses desceu 0,008 pontos para 3,239% em outubro.
A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, avançou hoje ao ser fixada em 2,992%, mais 0,019 pontos percentuais que na quinta-feira.
Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a agosto indicam que a Euribor a seis meses representava 40,3% do ‘stock’ de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.
Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,03% e 24,27%, respetivamente.
No prazo de 12 meses, a taxa Euribor recuou hoje, para 3,306%, menos 0,002 pontos que na véspera.
A Euribor a três meses avançou hoje, ao ser fixada em 2,676%, mais 0,033 pontos.
Como esperado, o Banco Central Europeu (BCE) manteve as taxas diretoras na quinta-feira e, segundo o mercado, adiou a subida das mesmas para a última reunião de política monetária deste ano, que se realiza em Frankfurt em 16 e 17 de dezembro.
Em 10 de setembro, também como esperado pelos mercados, o BCE subiu as taxas diretoras, em 25 pontos base, depois de as ter mantido em julho.
Em junho, pela primeira vez desde setembro de 2023, o BCE tinha subido as taxas diretoras, designadamente 25 pontos base, depois de as manter em abril, pela sétima reunião consecutiva e de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.
As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 21 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.
A economia alemã cresceu 0,2% no terceiro trimestre em relação aos três meses anteriores, corrigidos os efeitos de preços, sazonais e de calendário, segundo os dados preliminares publicados hoje pela agência federal de Estatística alemã (Destatis).
Este dado aprofunda a desaceleração que a maior economia da Europa vinha a mostrar, já que cresceu 0,4% entre janeiro e março e 0,3% entre abril e junho, depois de fechar 2025 com um avanço de 0,3% e de dois anos de recessão.
As dormidas no setor do alojamento turístico registaram em setembro o maior crescimento em quatro meses, subindo 2% para 8,7 milhões, e acumulam um aumento de 1,5% nos primeiros nove meses, para 66,0 milhões, divulgou hoje o INE.
De acordo com as estatísticas rápidas da atividade turística do Instituto Nacional de Estatística (INE), no acumulado dos primeiros nove meses do ano, os proveitos totais do setor cresceram 5,3%, para 6.020,1 milhões de euros, enquanto os proveitos de aposento (apenas referentes às dormidas) subiram 5,0% para 4.649,2 milhões.
Considerando apenas o mês de setembro, o setor do alojamento turístico registou 3,4 milhões de hóspedes (+2,5%) e 8,7 milhões de dormidas (+2,0%).
Nesse mês, os proveitos totais ascenderam a 890,2 milhões de euros e os proveitos de aposento a 696,6 milhões, correspondendo a crescimentos de 6,1% e 6,0%, respetivamente.
The bipartisan legislation would give the Federal Trade Commission enforcement power by classifying unapproved restaurant listings as unfair or deceptive trade practices
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It appears to have only taken three days of blockades, another flurry of newspaper articles – and the repeated conviction that protests will never let up – for protesters in
‘She just lit up the room. If you were having a bad day, you see Zayla, she’s gonna turn it all around,’ the toddler’s mom said after the tragedy in Tennessee
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Em um edifício com pavimentos tipo repetitivos, por exemplo, o abastecimento tende a seguir ciclos semelhantes ao longo da execução.
Já em um canteiro urbano apertado, o espaço reduzido para estoque, circulação e recebimento de materiais exige uma logística ainda mais organizada.
Sendo assim, conhecer previamente o que será içado ajuda a dimensionar a logística vertical, evitar gargalos e manter o abastecimento das frentes de trabalho.
A seguir, veja sete grupos de cargas que devem entrar nesse levantamento.
1. Armaduras e elementos de aço
Vergalhões, armaduras montadas e outros componentes de aço podem apresentar peso elevado, grandes dimensões ou formatos que dificultam a movimentação.
Antes de definir o içamento, é necessário avaliar:
Peso de cada conjunto;
Comprimento e dimensões;
Pavimento de destino;
Frequência das movimentações;
Espaço disponível para recebimento e preparação;
Forma de amarração da carga;
Condições de vento previstas para a operação.
Além do dimensionamento do equipamento, o planejamento deve considerar os requisitos aplicáveis das NR-18, NR-11 e NR-12, sobretudo:
A carga precisa ser corretamente amarrada;
A área sob a movimentação deve permanecer isolada e sinalizada;
A operação deve ser conduzida por profissionais capacitados e autorizados para a função.
As condições de vento também precisam ser acompanhadas, respeitando os limites estabelecidos para o equipamento e para a operação.
A NR-18 prevê o monitoramento do vento em equipamentos de içamento e inclui essa condição entre os fatores que podem afetar a capacidade da máquina.
2. Formas e componentes da estrutura
Sistemas de formas, painéis e outros componentes da estrutura circulam entre os pavimentos conforme o edifício sobe.
Em uma obra com pavimento tipo repetitivo de edifícios residenciais, por exemplo, esses materiais entram em um ciclo contínuo de retirada, preparação e envio para o andar seguinte.
Quando essa movimentação não acompanha o ritmo da estrutura, a equipe pode ficar esperando pelo material necessário para iniciar a próxima etapa.
O planejamento de içamento de cargas, desse modo, precisa considerar a sequência executiva, a frequência das movimentações e o tempo disponível entre um pavimento e outro.
Quanto mais repetitivo o ciclo, maior a importância de organizar esse fluxo.
3. Materiais de escoramento
Escoras, vigas e outros elementos de escoramento também precisam entrar no planejamento de içamento.
Em edifícios residenciais, principalmente quando o canteiro é mais apertado, esses materiais costumam chegar em lotes e precisam ser organizados antes de subir para os pavimentos.
Além do peso total, vale observar como serão descarregados, separados e agrupados para cada movimentação.
Quando as cargas já estão preparadas conforme a sequência da obra, os ciclos de içamento tendem a acontecer com menos interrupções e com melhor aproveitamento do tempo do equipamento.
4. Paletes de blocos e materiais de alvenaria
Blocos representam uma demanda frequente durante a etapa de alvenaria. Para planejar essa movimentação, o engenheiro deve analisar fatores como:
Peso do palete;
Quantidade por pavimento;
Frequência de abastecimento;
Local de descarga;
Espaço disponível na frente de trabalho.
Um abastecimento mal dimensionado pode gerar espera ou excesso de materiais acumulados nos pavimentos.
5. Argamassas e materiais ensacados
Cimento, argamassas e outros insumos ensacados costumam aparecer com frequência no abastecimento dos pavimentos.
Em um edifício residencial com várias frentes de serviço, não basta saber o peso. É preciso calcular quantas unidades sobem por ciclo, quais pavimentos precisam de reposição e em que ritmo esse abastecimento deve acontecer.
Se duas ou três frentes dependem do mesmo material ao longo do dia, por exemplo, o planejamento precisa distribuir essas viagens sem criar espera para as equipes.
Organizar essa reposição por pavimento e etapa ajuda a manter o fluxo de trabalho e evita que o transporte vertical vire um gargalo e gere custos adicionais para a obra.
6. Equipamentos e componentes de maior peso
Máquinas, ferramentas e determinados componentes podem aparecer com menor frequência, mas exigir atenção especial devido ao peso, às dimensões e à forma de movimentação.
Cargas menos recorrentes não devem ficar fora deste planejamento, exigindo a elaboração de um Plano de Rigging, a fim de definir:
Peso e centro de gravidade da carga;
Acessórios de amarração;
Equipamento para içamento;
Raio de operação;
Trajetória do içamento;
Condições do local.
Nas operações com equipamentos de elevação vertical, a NR-18 exige um plano de carga elaborado por profissional legalmente habilitado, além da análise de risco aplicável à movimentação.
7. Materiais de instalações, fachada e acabamento
Conforme a obra avança, a logística vertical muda junto. Em edifícios residenciais, componentes de instalações, esquadrias, elementos de fachada e materiais de acabamento passam a ocupar o lugar de cargas mais ligadas à estrutura.
Em um canteiro urbano com pouco espaço para estoque, por exemplo, esses materiais podem chegar em momentos diferentes e precisar subir rapidamente para os pavimentos de destino.
Já nas etapas de acabamento, várias equipes podem depender do transporte vertical no mesmo período.
O levantamento desses sete grupos ajuda a entender qual tipo de equipamento faz mais sentido em cada fase da obra, considerando peso, volume, frequência e ponto de entrega.
Isso não significa que todas as cargas devam ser movimentadas pela mesma solução.
O Elevador de Cremalheira entra como uma das alternativas para o transporte vertical de pessoas e materiais entre os pavimentos, especialmente quando há demanda recorrente de abastecimento ao longo da execução.
Carga
Peso típico do lote
Frequência de movimentação
Equipamento indicado
Feixe de vergalhões para armação
500 a 1.000 kg*
Frequente durante estrutura
Grua, conforme peso e comprimento da carga
Formas e painéis de um trecho estrutural
300 a 800 kg*
A cada ciclo de concretagem
Grua, principalmente em pavimentos tipo repetitivos
Lote de escoras para o pavimento seguinte
300 a 600 kg*
Recorrente durante estrutura
Grua ou Elevador de Cremalheira, conforme acondicionamento
40 sacos de argamassa de 20 kg
800 kg
Várias reposições ao longo do dia
Elevador de Cremalheira de 1.500 kg
20 sacos de cimento de 50 kg
1.000 kg
Conforme consumo das frentes
Elevador de Cremalheira de 1.500 kg
Palete de blocos para alvenaria
700 a 1.200 kg*
Alta durante execução das paredes
Elevador de Cremalheira ou Grua
Esquadrias e componentes de fachada agrupados
200 a 500 kg*
Pontual conforme avanço do acabamento
Mini Grua de até 500 kg
*Os pesos precisam ser validados pelo departamento de Engenharia.
Como o planejamento de içamento de cargas ajuda na escolha da solução?
Uma Grua de Obra para Construção Civil, por exemplo, pode fazer parte do planejamento desde o início da obra se a estratégia do empreendimento indica a necessidade de movimentação vertical recorrente.
Depois de mapear as cargas que necessitam içamento, os responsáveis pela obra conseguem avaliar com mais precisão:
Capacidade necessária;
Alcance das lanças;
Alturas atendidas pelos equipamentos de elevação;
Frequência das operações verticais;
Pontos de carga e descarga;
Espaço disponível no canteiro.
A C3 Equipamentos oferece diferentes configurações de Gruas para Obras para atender demandas de elevação vertical.
Antes de definir o modelo, porém, o ponto de partida deve ser sempre o mesmo: entender exatamente quais cargas precisam circular pelo canteiro.
After missing out on the F-22 and F-35 fighter programs, the B-21 Raider next-generation bomber deal, and absorbing billions in losses on the fixed-price KC-46 Pegasus tanker development, Boeing’s Defense, Space, and Security division has rebounded strongly with a series of major contracts.
Amid this turnaround, Boeing reported its third-quarter results on October 27, with CEO Kelly Ortberg assuring investors that the dark days for the company’s defense unit are over.
In the first three quarters of 2026, Boeing’s defense sector brought in US$23 billion in revenue and US$710 million in earnings, up from US$379 million a year earlier, a healthy 87.3 percent increase.
Meanwhile, the company reported a record backlog of US$745 billion, more than five times its market capitalization of about US$132.36 billion. This also includes a backlog of over 6,300 commercial airplanes.
The backlog at Defense, Space & Security grew to a record US$101 billion, with 23 percent representing orders from customers outside the US.
Rising defense sales also helped Boeing narrow its third-quarter losses.
In fact, Boeing believes its Defense unit will continue to deliver healthy growth after massive multi-year contract wins over the last two years and its decision to shun risky contracts, such as the fixed-price contract for the KC-46 Pegasus tanker development, in which it has already lost billions of dollars.
“We are going to see higher growth out of our defense portfolio than maybe what we thought a year ago. I think we were thinking more in terms of low-single-digit revenue growth. Clearly, that’s going to be more towards the high – middle-single- digit or higher going forward,” Ortberg said.
Boeing’s Massive Contract Wins
CEO Ortberg highlighted the recent 737 certification and Boeing’s win in the competition to build the Navy’s sixth-generation F/A-XX fighter as the company’s two most important third-quarter highlights.
“Recent milestones, including certification of the 737-7 and 737-10 and selection to design and build the Navy’s sixth-generation fighter aircraft, are important steps as we continue building on our progress.”
In September, the U.S. Department of War (DoW) selected Boeing to develop the Navy’s next-generation F/A-XX fighter jets. The contract is valued at over US$20 billion for the full-scale development phase.
This was the second time in as many years that Boeing was selected to develop a sixth-generation aircraft. Earlier, in March 2025, the US awarded Boeing the NGAD contract, now called the F-47.
F-47: Image for Representation
Boeing is therefore building the sixth-generation fighter for both the US Air Force (USAF) and the US Navy.
This is a remarkable turnaround, as Boeing has no genuine experience in building a stealth aircraft.
In 2015, Boeing lost the contract to build the USAF’s next-generation bomber, the B-21 Raider, to Northrop Grumman.
Earlier, Boeing lost the contract to build both fifth-generation fighters to Lockheed Martin.
In 1991, the Pentagon selected Lockheed Martin as the prime contractor for the F-22 Raptor. Boeing, however, participated in the project and built the aircraft’s wings and tail sections.
In 2001, Boeing’s X-32 lost the Joint Strike Fighter (JSF) competition to Lockheed Martin’s X-35, which became the F-35. That was a winner-take-all program.
Boeing then went roughly 24 years without winning a new fighter design competition.
During those years, the 1997 merger with McDonnell Douglas kept Boeing’s defense and aerospace business alive.
The merger with McDonnell Douglas brought the F-15 Eagle and F/A-18 Hornet/Super Hornet lines. Boeing continued production, maintenance, and upgrades of these aircraft, originally designed and built by McDonnell Douglas.
Its lack of experience in stealth technology and its failure to design and build a new (clean-sheet) fighter in over three decades were major impediments to Boeing’s bid to design and develop sixth-generation fighters.
In fact, the USAF’s NGAD program was widely described as existential for Boeing’s future as a fighter designer and builder.
Boeing, however, came from behind and not only won the NGAD contract, but also cemented its lead by winning the Navy’s next-generation fighter, the F/A XX.
“We scored a generational win with the US Navy when they selected Boeing to design, build, and deliver its sixth-generation fighter jet, making Boeing the exclusive sixth-generation fighter company for both the US Air Force and the US Navy,” Ortberg said.
Boeing also won substantial F-15EX orders.
In September, the Air Force awarded Boeing a US$2.38 billion contract for 22 additional F-15EX Eagle II fighters. This brings the total F-15EXs under contract to 120.
“In the quarter, we also received a contract to manufacture 22 more F-15EX aircraft for the US Air Force. And this award brings the total number of aircraft under contract to 120, with the potential for additional upside as the F-15EX continues to demonstrate the value of its unmatched payload and range capability,” Ortberg said.
Notably, the Air Force has significantly raised its overall planned buy of F-15EX fighters, from earlier targets of around 129 to roughly 267 aircraft.
According to the US force structure plan 2035, submitted to Congress earlier this month, nearly 20 percent of the USAF’s combat-coded fleet could be F-15EXs by 2035.
F-15EX teamed with MQ-28 during Exercise Valiant Shield.
These new F-15EX orders would provide Boeing with stable cash flow for at least another decade.
Another major victory was new multi-year agreements for Patriot PAC-3 seeker production.
“Boeing received a seven-year contract to accelerate and eventually triple the PAC-3 Seeker production, supported by our early investments in facilities, workforce, and supply chain,” Ortberg said.
Besides, Boeing also saw growth in the MQ-25 Stingray aerial refueling drone and in the T-7A Red Hawk trainer program. Both programs have achieved Milestone C approval and moved into low-rate initial production.
Ortberg also stressed that all these programs are “being underwritten with the right contract type,” and the company has decided to avoid risky contracts, such as fixed-price contracts.
Boeing has lost more than US$7 billion on the KC-46A Pegasus fixed-price program.
The original firm-fixed-price development contract was valued at roughly US$4.9 billion. Boeing, however, has absorbed far more than that in overruns because, under the fixed-price terms, the company covers all costs above the agreed ceiling.
CEO Ortberg has repeatedly called it a “bad contract for the last decade.”
“The important part is all these programs are also being underwritten with the right contract type. So not only are
we booking more orders, we’re booking more orders that won’t result in some of the challenges we’ve had,” Ortberg said.
The F-47 contract is a cost-plus deal, Ortberg said. He declined to identify what type of contract Boeing signed for F/A-XX, but said it is “an appropriate contract type.”
Boeing has already decided to shun fixed-price contracts by 2022, when its newly appointed chief of the defense unit, Ted Colbert, announced the company would no longer bid on such contracts with the Pentagon.
The company also made major leadership changes as it worked its way back to recovery.
In July 2024, Boeing named Robert “Kelly” Ortberg to succeed Dave Calhoun as the company’s CEO.
Then, in September 2024, the company fired defense unit chief Colbert and replaced him with Stephen “Steve” Parker.
Two major labor strikes in 2024 and 2025 also impacted the company’s recovery.
However, strong defense sales and FAA certifications for the 737-7 and 737-10 aircraft have helped the company narrow its losses, build its backlog, and reassure investors of future growth potential.
“So the outlook is strong, our products are in strong demand, and the budget supports additional growth,” Ortberg said.
Sumit Ahlawat has over a decade of experience in news media. He has worked with Press Trust of India, Times Now, Zee News, Economic Times, and Microsoft News. He holds a Master’s Degree in International Media and Modern History from the University of Sheffield, UK.
He can be reached at ahlawat.sumit85 (at) gmail.com