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Ventura admite que não daria asilo a Flávio Bolsonaro

Líder do Chega separou o "André", próximo da família Bolsonaro, do "titular político português" e disse que não teria condições de dar asilo a Flávio se a situação se colocasse.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

"Aconselhá-lo-ia a voltar ao Brasil e a enfrentar a justiça e a conseguir vencer no seu país", assumiu Ventura
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Ventura vai ser reeleito presidente do Chega no sábado

André Ventura afirma que preparará o partido para ser Governo e para continuar a ser disruptivo. A próxima convenção nacional do partido será em novembro, dias antes da votação final do OE.

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

"O objetivo é estar pronto para governar o país. Se for reeleito presidente do partido, quero um partido pronto para governar quando esse momento chegar", afirmou o líder partidário
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“Onde andou, primeiro-ministro?”. Montenegro diz que esteve a trabalhar

Para outros, “trabalhar é dar entrevistas”, disse Luís Montenegro, que elogiou as polícias. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse esta terça-feira que esteve a trabalhar durante os últimos dias, depois de questionado pelo líder do Chega sobre ter estado em silêncio enquanto decorriam em várias cidades do país manifestações pelo direito à habitação. André Ventura foi o primeiro a questionar o chefe de Governo durante o debate sobre o Orçamento do Estado para o próximo ano, no Parlamento, e a primeira pergunta que colocou foi: “Onde é que andou durante todo este tempo em que o país se debatia com manifestações

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CPI a Neves não ouve Marcelo, mas chama Costa e Montenegro

Comissão aprovou ainda audições de André Ventura e António Costa. Trabalhos suspensos até 26 de novembro por causa do debate do OE2027.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

Dezenas de nomes foram propostos para audição a ser votados individualmente, por falta de consenso entre os grupos parlamentares
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Ventura questiona “onde andou” o PM, Montenegro diz que esteve a trabalhar

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse esta terça-feira, 27 de outubro, que esteve a trabalhar durante os últimos dias, depois de questionado pelo líder do Chega sobre ter estado em silêncio enquanto decorriam em várias cidades do país manifestações pelo direito à habitação.

André Ventura foi o primeiro a questionar o chefe de Governo durante o debate sobre o Orçamento do Estado para o próximo ano, no Parlamento, e a primeira pergunta que colocou foi: “Onde é que andou durante todo este tempo em que o país se debatia com manifestações em muitas da suas cidades, em que polícias eram agredidos, ofendidos e o Estado de Direito era ameaçado, e o país não sabia do seu primeiro-ministro?”.

O líder do Chega acusou o primeiro-ministro de “desaparecer do mapa” nos últimos dias.

“Se não está quando precisamos de si, quando é que está para defender Portugal, quando é que está para defender as instituições e a República?”, questionou.

Luís Montenegro respondeu que esteve “a trabalhar” em prol do país e tem estado “estes dias todos, sem exceção, em contacto com os ministros e membros do Governo e com os serviços que são tutelados pelos membros do Governo”.

“Há uns para quem trabalhar é dar entrevistas, há uns para quem trabalhar é responder a tudo o que é verdade, o que é mentira, o que é meia verdade, o que é meia mentira, há uns que consideram que o seu trabalho é estar sempre à frente das câmaras. E há ouros que têm a responsabilidade de coordenar a ação do Governo, de definir, construir e executar as políticas públicas que resolvem os problemas das pessoas”, defendeu, acusando André Ventura de pertencer ao primeiro grupo e colocando-se no segundo.

O tema da habitação dominou a intervenção do presidente do Chega na abertura do debate orçamental.

André Ventura questionou Luís Montenegro se tinha conhecimento do vídeo divulgado pela PSP que mostra manifestantes a atirar objetos contra agentes nas acampadas e voltou a defender a atuação da polícia na madrugada de domingo.

O líder do Chega perguntou também ao primeiro-ministro solução é que o Governo tem para resolver a crise da habitação e afirmou que “o PS já lhe deu o caminho feito” quando anunciou que viabilizaria o orçamento na generalidade.

“Se viemos a ter daqui a alguns meses mais crise sobre a habitação, sobre as rendas e pressão sobre os bolsos das pessoas, não há só um responsável chamado Luís Montenegro, há outro chamado José Luís Carneiro, que decidiu viabilizar o orçamento sem sequer olhar para ele”, criticou.

Ventura responsabilizou ainda o PS pelos problemas na habitação por ter “aberto as portas” à imigração e desafiou o secretário-geral do PS a pedir desculpa e a não “se esquecer que teve oito anos de responsabilidade”, assumindo-a.

Na resposta, o primeiro-ministro disse já ter visto o vídeo divulgado pela PSP e que tem “um relato circunstanciado dos excessos, do desrespeito pela lei, do desrespeito por alguns direitos dos cidadãos e também pelo desrespeito pelo direito ao exercício da autoridade dos agentes, nomeadamente da PSP”.

Montenegro adiantou que “toda essa informação será veiculada para todos os inquéritos que estão a correr para que sejam apuradas todas as circunstâncias do comportamento de cada um, responsabilizando, nomeadamente, todos aqueles que não cumpriram a lei e que têm, naturalmente, de ser penalizados por via disso”.

Quando à política do Governo, o primeiro-ministro disse que o “caminho é aumentar a oferta por via do mercado de aquisição e por via do mercado de arrendamento e salvaguardar a procura, sobretudo daqueles que têm mais necessidade”, a par de algumas medidas excecionais, como os apoios à compra de casa para jovens até aos 35 anos.

“Estamos a resolver o problema das pessoas e vamos continuar a resolver o problema das pessoas”, salientou.

 

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Ventura acusa Seguro e "discurso vago e redondo"

Ventura considerou que, "enquanto chefe de Estado e representante maior das instituições", António José Seguro devia ter-se "colocado ao lado daqueles que estavam apenas a cumprir a lei e a ordem".

© JOSÉ COELHO/LUSA

"Um Presidente da República não pode ser sempre em cima da ponte. Tem que tomar decisões, tem que assumir riscos e tem que assumir posições.", criticou Ventura
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14h. Ventura acusa PR de “discurso vazio” sobre protestos

As críticas às declarações do PR sobre a violência nos protestos pela habitação são feitas também por Fabian Figueiredo, do BE. Ainda, o Porto recebe amanhã o Académico de Viseu para a Taça da Liga.

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Ventura: Portugal deve esperar para reconhecer Lula

O líder do Chega criticou Lula da Silva e invocou irregularidades no processo eleitoral para defender que Lisboa não deve reconhecer já a vitória do candidato do PT.

© ANDRÉ KOSTERS/LUSA

O presidente do Chega considerou que "Portugal deve aguardar a verificação judicial do processo eleitoral no Brasil até reconhecer, ou não reconhecer, ou avaliar o que se passou nas eleições brasileiras"
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Ventura quer CPI a Neves sem pausas no OE

Presidente da comissão vai propor que os trabalhos não se suspendam em novembro. Audição de Rui Pinto, Marcelo, Costa e Montenegro também em aberto.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

Se não tiver acolhimento "terá que ser submetida à votação outra proposta", de suspensão de trabalhos, que terá depois de ser votada em plenário
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13h. André Ventura elogia atuação da PSP nas manifestações

Líder do Chega diz que forças de segurança não tinham outra alternativa para repor a ordem pública. Ainda, José Luís Carneiro critica silêncio de Luís Montenegro e pede responsabilidade ao Governo.

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Como seria um governo de Ventura com Passos? — Ouvintes

Ainda no rescaldo da entrevista de Passos Coelho, os ouvintes questionaram Nuno Garoupa sobre cenários e a possibilidade de uma relação política entre o ex-primeiro-ministro e Ventura.

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10h. Ventura disponível para depor na Comissão de Luís Neves

Ventura é o presidente da Comissão de Inquérito e o Livre quer ouvir o presidente do GHEGA por causa do assalto ao gabinete na AR. Ainda, Carneiro diz que lei do arrendamento não deve avançar.

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Ventura: "Mas onde é que anda o primeiro-ministro?"

André Ventura diz que a ausência pública do primeiro-ministro é um "rastilho" para escalar a contestação e avisa o Governo para não pensar que Portugal é "um país manso".

© ANDRÉ KOSTERS/LUSA

Numa intervenção num almoço do International Club of Portugal, num hotel em Lisboa, André Ventura critica que "não sabemos do primeiro-ministro há dias"
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3h. Ventura nega que Chega tenha recuado na lei das rendas

André Ventura volta também a falar das manifestações contra a crise na habitação para dizer que não é legítimo "destruir". Ainda, o FCP somou a terceira derrota consecutiva na Liga dos Campeões.

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