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Tres arquitectos frente al cine de terror: “Una casa nos da miedo cuando dejamos de entenderla”

Toda película de terror es, en cierto modo, una película sobre arquitectura: ningún otro género tira tanto de luz, espacios y perspectivas, da tanto protagonismo a una escalera o convierte una puerta en umbral e interrogación. En el cine de terror las casas se convierten en unos personajes tan famosos como (o más que) sus protagonistas, desde la mansión victoriana de Psicosis (1960) hasta la casa que parece tener ojos de Terror en Amityville (1979), de los pasillos enmoquetados del hotel Overlook en El resplandor (1980) a la pequeña cabaña de Posesión infernal (1981). Y es ante la pantalla cuando el espectador se convierte, a su modo, en un efímero creador de planos, formas y estructuras. Cada vez que gritamos a la pantalla “¡No bajes ahí!" es porque sospechamos que el arquitecto de ese viejo caserón no diseñó una vía extra de evacuación para ese sótano.

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© Warner Bros - Hawk Film (COLLECTION CHRISTOPHEL / Cordon Press)

Aunque nunca haya visto 'El resplandor', seguro que conoce esa moqueta: es material de pesadillas desde 1980.
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Idealista | No Algarve, 1 em cada 4 casas de mais de 1 milhão vende-se em menos de um mês

Faro é o distrito do país onde mais casas de luxo se vendem em menos de uma semana: 16% do stock premium local no terceiro trimestre de 2026, revelam os dados do idealista. Alargando o prazo a um mês, cerca de uma em cada quatro casas anunciadas por mais de um milhão de euros em […]

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Câmara de Loulé entrega mais 36 habitações no regime de arrendamento acessível

A Câmara Municipal de Loulé continua a dar corpo à sua Estratégia Local de Habitação 2019-2032, tendo esta terça-feira, 27 de outubro, promovido a entrega de mais 36 fogos de habitação pública na cidade de Loulé, no regime de arrendamento acessível.

Desta vez os novos inquilinos da Urbanização Clona, perto da Mina do Sal, são sobretudo jovens, elementos de forças de segurança e professores que trabalham no concelho, mas também  famílias com rendimentos intermédios que deixaram de conseguir pagar os valores do atual mercado de arrendamento.

As habitações, nas tipologias T1, T2, T3 e T4, foram financiadas na sua totalidade pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.

Com estas 36 habitações, já foi entregue um total de 171 casas desde o início deste mandato autárquico.

Entre construções, projetos e planeamento, a Autarquia  está neste momento a trabalhar em perto de mil respostas habitacionais, “para mitigar e resolver o problema da habitação”.

“Fico muito feliz por todos os que ficaram com casa pois esta é a base da vida de qualquer família. Trabalhamos em várias áreas, com várias ferramentas, para conseguirmos chegar o mais depressa depressa possível a todos os que necessitam”, sublinhou o presidente da Autarquia, Telmo Pinto.

Estas casas foram entregues no âmbito do segundo sorteio realizado para atribuição de habitação pública. O autarca assegurou que “outros se seguirão mas que o prazo entre os sorteios e a entrega das chaves será, no futuro, cada vez menor.“

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Hallan en Túnez una casa númida de hace 2.400 años pegada a una muralla: así vivían los vecinos de Cartago

Entre el 16 de septiembre y el 6 de octubre de 2026 se ha celebrado la segunda campaña de excavación en Sidi Saïd, un poblado númida situado en Bargou, en la provincia tunecina de Siliana. Forma parte del acuerdo de cooperación entre el Instituto Nacional del Patrimonio de Túnez (INP) y el Instituto Catalán de […]

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Habitação."Mais de metade do mercado em Portugal é informal"

Luís Mendes, especialista em Habitação, defende a mobilização dos imóveis devolutos para o mercado de arrendamento, mas a ex-vereadora da CM Lisboa alerta para o "mercado informal", que domina o país.

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Startup portuguesa tem 160 milhões para investir na construção de 1.080 casas até 2028

A startup portuguesa inHabitus especializada em construção industrializada quer colocar no mercado nacional 1.080 casas até 2028, através de projetos que unem métodos de construção inovadores e padronização em escala procurando entregar casas com prazos mais curtos e preços por metro quadrado global (incluindo áreas exteriores privativas) que chegam aos 65% abaixo da mediana nacional. Para isso conta com 160 milhões de euros provenientes de capitais próprios e financiamento bancário.

O primeiro projeto arrancou em setembro com a construção do ‘Origem Alfena’ no Porto, com 79 moradias em tipologias V2, V3 e V4, todas vendidas. Já em outubro, a inHabitus lançou a comercialização de um empreendimento de Setúbal, composto por 136 moradias, nas tipologias V1 a V4.

Até ao final do ano a startup portuguesa tem o objetivo de colocar no mercado mais 253 habitações, distribuídas por dois empreendimentos nas regiões de Viseu e do Grande Porto, num total de quatro projetos residenciais que integram a primeira fase de um pipeline com presença de Norte a Sul do país. Os empreendimentos incluem moradias de tipologias V1 a V4, com preços a começar nos 139 mil euros.

Mário Ferraz, co-fundador da inHabitus, salienta que a empresa constrói casas praticamente da mesma forma há décadas, apesar de os desafios do setor exigirem novas respostas. “Na inHabitus, queremos contribuir para tornar a habitação mais acessível, repensando a forma como desenvolvemos e construímos casas. O nosso objetivo é conseguir colocar mais habitação no mercado, com preços competitivos, sem comprometer a qualidade”, refere.

Para isso a empresa utiliza diferentes métodos modernos de construção, combinando engenharia e tecnologia, com ferramentas digitais próprias que automatizam o projeto, otimizam custos e prazos e garantem previsibilidade emn todas as fases, do conceito à obra.

“Uma parte importante da diferença está na forma como organizamos todo o processo. Ao concentrarmos competências na mesma estrutura e reduzirmos a dependência de uma cadeia de intermediários e subcontratados, conseguimos ter maior controlo sobre as decisões e os custos. A industrialização permite-nos padronizar soluções, ganhar eficiência e replicar o modelo em diferentes localizações. É esta combinação que nos permite trabalhar para oferecer casas a preços mais acessíveis”, explica.

O resultado previsto desta abordagem, face à construção tradicional, é a redução de cerca de 50% no tempo de entrega e a redução de 30% no custo total de construção. A empresa estima reduções de cerca de 80% no desperdício de materiais e no risco de acidentes em obra, face aos métodos tradicionais.

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"Só o consenso multipartidário traz estabilidade ao mercado"

Filipa Roseta, ex-vereadora da Habitação da CML, defende que a crise só se resolve com um consenso multipartidário e a criação de um mercado de habitação verdadeiramente acessível.

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Pordata aponta subida de 41,5% nos preços da habitação em Portugal entre 2020 e 2025

O aumento foi o maior da União Europeia no período analisado. Desde 2010, a subida atingiu 81,9%, a terceira mais elevada entre os países com crescimento.

O conteúdo Pordata aponta subida de 41,5% nos preços da habitação em Portugal entre 2020 e 2025 aparece primeiro em Barlavento.

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A Garantia Jovem só serviu para inflacionar as casas?

O governo quis agradar aos jovens, mas só conseguiu o oposto. Já nas escolas, alunos estão mais atentos com proibição dos telemóveis e na política os doadores partidários ficam no segredos dos deuses.

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A nova lei do arrendamento vai resolver crise na habitação?

A proposta do Governo divide inquilinos e proprietários. Pedro Ventura alerta para agravamento das dificuldades das famílias, enquanto Luís Menezes Leitão critica medidas dos governos de António Costa

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Moedas ataca PS por gastos de 885 milhões em Lisboa

No debate do estado da cidade, o presidente da Câmara de Lisboa respondeu à acusação socialista sobre habitação com números e perguntas sobre o dinheiro gerido pelo PS.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Carlos Moedas respondia a uma questão da deputada municipal do PS Carla Rothes, no encerramento do debate do estado da cidade, que decorreu esta terça-feira na Assembleia Municipal de Lisboa (AML)
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Lei da habitação: afinal as casas nascem no Parlamento?

Com a nova lei das rendas, o Parlamento provou ser especialista em erguer decretos no papel. Enquanto isso, a irrisória coima de 255€ a CR7 obriga-o a trabalhar quase um minuto inteiro para a pagar.

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Habitação, tendas e confrontos com a polícia — Debate

O Porto já tem tendas e Lisboa pode seguir-lhe os passos, um movimento inspirado na Espanha. Mas quem são as pessoas e organizações por trás destas manifestações? E o que querem realmente mudar?

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