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20h. PM assegura que Governo tem cedido na busca de consenso

Luís Montenegro diz que compreende os protestos e garante que o Governo está a trabalhar para resolver os problemas. Ainda, Presidente da República promete falar sobre resultado das audiências.

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Jovem brasileiro constituído arguido por apelo a ataque à casa de Luís Montenegro

AF! Um jovem brasileiro de 24 anos, estudante natural de São Paulo, residente em Portugal desde 2025 e com autorização de residência até 2029, foi constituído arguido pela Polícia de Segurança Pública (PSP), no Porto, suspeito de ter incentivado publicamente um ataque à residência do primeiro-ministro, Luís Montenegro. O suspeito ficou sujeito a Termo de […]
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Mais salário em novembro, ok. Mas pode sofrer grande corte no reembolso do IRS

O reembolso do IRS pode sofrer um corte de até 70% em 2027, segundo simulações da PwC, devido à redução da retenção na fonte aplicada em novembro.

Toda a gente está a contar com um salário mais recheado em novembro, mas atenção, porque o reembolso do IRS pode sofrer um corte de até 70% por causa da redução da retenção na fonte que vai ser aplicada no próximo mês.

Um contribuinte, solteiro, com um salário bruto mensal de 1.500 euros receberia 247 euros de reembolso sem o corte extraordinário da retenção. Todavia, com a aplicação da medida, receberá apenas 79 euros: que é menos 168 euros, uma quebra de 68%, de acordo com a simulações da PwC que o Jornal de Notícias (JN) terá publicado, segundo veicula o Notícias ao Minuto.

Esta média de 70%, diz respeito às situações simuladas pela consultora e não a uma previsão para a totalidade dos contribuintes, mas um casal com um dependente, por exemplo, poderá sentir o mesmo efeito, segundo noticia o jornal.

Importa sinalizar que apesar de as famílias ficarem com mais dinheiro disponível em novembro, devem contar com um reembolso menor em 2027, quando entregarem a declaração do IRS referente a 2026.

Salário mais recheado em novembro?! Por que motivo ?

O Governo anunciou uma redução para metade das retenções na fonte sobre os salários e pensões pagos em novembro, incluindo o subsídio de Natal.
Deduz-se que o objetivo seja fazer refletir já na carteira das famílias a redução do IRS até ao 6.º escalão, no valor global de 400 milhões de euros, destinada a apoiar a classe média.

Note-se que este alívio deverá ser sentido por todos os contribuintes que pagam este imposto, devido à progressividade do IRS.

“Esta descida abrange, na prática, todos os contribuintes de IRS, mesmo aqueles que estão acima no escalão de rendimentos, dada a progressividade do imposto“, explicou o primeiro-ministro, Luís Montenegro, no Parlamento, quando anunciou a medida.

Montenegro também esclareceu nessa altura, que “este alívio fiscal será já sentido com uma redução das retenções da fonte em novembro, no salário e no subsídio de Natal“.

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Portugal’s Housing Revolt Exposes a Growing Political Crisis Across Europe

Thousands of demonstrators have gathered outside Portugal’s parliament as rising property prices, disputed eviction legislation and police operations bring the country’s housing problems into direct confrontation with the government.

Thousands of protesters gathered outside Portugal’s parliament in Lisbon on 27 October, demanding action over soaring housing costs and criticising police operations against housing activists, as the country’s long-running property crisis developed into a broader political confrontation.

The demonstration coincided with parliamentary debate on the government’s proposed 2027 budget and followed several days of protests in Lisbon and Porto.

At the centre of the dispute is an increasingly familiar European contradiction: property values continue to rise, while wages and household incomes have failed to keep pace with the cost of obtaining accommodation.

For Portugal, the problem has become particularly pronounced.

House prices have more than doubled since 2017, while rents for newly agreed tenancies have almost doubled over the same period.

According to figures reported during the demonstrations, the cost of housing in Portugal increased by 147 per cent between 2015 and 2025, compared with an EU average of 60.5 per cent.

The result is a growing disparity between earnings and the cost of independent living, particularly among younger adults.

A property market detached from wages

In Lisbon, a one-bedroom flat can routinely command monthly rent of approximately €1,500.

Portugal’s minimum wage stands at €920 per month before tax.

Although these figures do not represent every household or property, they illustrate the scale of the affordability problem for lower-paid workers.

Between the first quarters of 2025 and 2026, Portuguese house prices increased by almost 20 per cent, according to national statistical figures cited in recent reporting.

Rental costs have also continued rising, recording an increase of approximately 68 per cent since 2020.

The country’s attractiveness to foreign investors, retirees and remote workers has contributed to demand, particularly in Lisbon, Porto and coastal areas.

Tourism has introduced additional competition for residential property, with some homes converted into short-term accommodation.

However, investment and tourism are only part of the explanation.

Restrictions on construction, administrative delays, limited affordable housing supply and the geographical concentration of employment have also contributed to pressure on the market.

These conditions have produced a widening gap between those who already own property and those seeking to purchase or rent their first home.

Disputed eviction legislation

The immediate political confrontation concerns government proposals that would accelerate certain eviction procedures and remove restrictions on rents for new tenancy agreements.

The legislation passed its first parliamentary reading, with the right-wing Chega party abstaining.

Housing campaigners argue that removing protections without first increasing affordable supply could leave tenants more exposed to rising rents and displacement.

The minority centre-right government, led by Prime Minister Luís Montenegro, has pursued measures intended to encourage construction and increase the availability of housing.

These include tax reductions for new building projects and a commitment to deliver 145,000 homes.

Such measures, however, require time before additional properties become available, while many households face immediate financial pressures.

Police operations become a second controversy

The housing dispute intensified following police operations to remove protest encampments in Lisbon and Porto during the weekend.

Police used batons during the clearances, while campaigners alleged excessive force.

According to accounts of the subsequent parliamentary demonstration, police reported 11 minor injuries, including three officers. The housing organisation Casa para Viver claimed that 60 people had been injured.

Portugal’s internal affairs watchdog has opened an inquiry, while prosecutors are conducting a separate investigation into officers’ conduct.

Montenegro defended the police response in parliament, arguing that officers had acted according to the principles of necessity, proportionality and adequacy.

President António José Seguro has convened a meeting of the Council of State to consider the growing protests.

The dispute has consequently expanded beyond housing economics to include questions about policing, public demonstrations and political accountability.

A European problem with national consequences

Portugal’s demonstrations follow similar protests in Spain and growing political scrutiny of housing affordability elsewhere in the EU.

The European Commission has begun addressing the issue through initiatives intended to encourage construction, facilitate investment and give authorities greater legal certainty over short-term rental restrictions.

As EU Today recently reported, the proposed European Affordable Housing Act would provide additional regulatory tools for areas facing severe housing pressure.

Yet the principal responsibilities for housing supply, planning and tenancy law remain with national and local governments.

This division creates a political challenge: Brussels can support investment and coordinate legislation, but the most immediate decisions affecting rents, construction and evictions are taken elsewhere.

For Portugal, the next test will be whether the government’s housing measures can deliver sufficient additional supply while responding to demands for immediate tenant protection.

The demonstrations outside parliament show that housing affordability has become more than a question of property prices. It now affects the government’s legislative agenda, the 2027 budget debate and the relationship between the authorities and an increasingly organised protest movement.

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“Onde andou, primeiro-ministro?”. Montenegro diz que esteve a trabalhar

Para outros, “trabalhar é dar entrevistas”, disse Luís Montenegro, que elogiou as polícias. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse esta terça-feira que esteve a trabalhar durante os últimos dias, depois de questionado pelo líder do Chega sobre ter estado em silêncio enquanto decorriam em várias cidades do país manifestações pelo direito à habitação. André Ventura foi o primeiro a questionar o chefe de Governo durante o debate sobre o Orçamento do Estado para o próximo ano, no Parlamento, e a primeira pergunta que colocou foi: “Onde é que andou durante todo este tempo em que o país se debatia com manifestações

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Crise da habitação: Seguro, Montenegro e a novela da polícia

Guerra na habitação, PSP ao barulho e Pedro Nuno a protestar? Pois é: Seguro esperou pelos inquéritos, Montenegro elogiou a polícia e o país ficou exactamente na mesma. E casas para o povo? 

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Palavras de Seguro e Montenegro têm impacto nos protestos?

Seguro pede pactos e diz que não gostou do que viu. Montenegro mostra o que já fez e defende a polícia. Protestos continuam sob ameaça de greve geral. Há solução? Uma conversa com Rui Pedro Antunes.

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18h. PM elogia atuação da polícia nas manifestações

Luís Montenegro considera que a PSP tem sido competente na reposição da normalidade. Ainda, as eleições legislativas em Israel, que decorrem hoje, continuam a bater todos os recordes de participação.

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CPI a Neves não ouve Marcelo, mas chama Costa e Montenegro

Comissão aprovou ainda audições de André Ventura e António Costa. Trabalhos suspensos até 26 de novembro por causa do debate do OE2027.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

Dezenas de nomes foram propostos para audição a ser votados individualmente, por falta de consenso entre os grupos parlamentares
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Habitação: Montenegro afirma que falou nos dois dias seguintes às manifestações

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, recusou, esta terça-feira, ter estado em silêncio perante as manifestações de protesto pela falta de acesso à habitação em Portugal, contrapondo que falou nos dois dias seguintes aos protestos de rua.

Luís Montenegro fez apenas esta breve referência sobre a questão da habitação na parte de debate com o presidente do Grupo Parlamentar do PSD, Hugo Soares, na abertura da discussão na generalidade da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2027 na Assembleia da República.

“Àqueles que dizem que o primeiro-ministro não falou, nunca se esqueçam que falou no primeiro e no segundo dia em que houve manifestações na rua em Portugal”, declarou.

A anterior intervenção de Hugo Soares foi caracterizada por um ataque cerrado ao secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, lembrando os tempos em que exerceu o atual líder socialista desempenhou as funções de ministro da Administração Interna no terceiro Governo chefiado por António Costa.

De acordo com o líder parlamentar do PSD, face à posição que tomou o secretário-geral do PS na sequência das intervenções policiais, “a máscara de moderado caiu agora” a José Luís Carneiro, que “saltou para os braços da extrema-esquerda em Portugal”.

“Foi isso que o deputado José Luís Carneiro fez na última semana, saltou para o colo da extrema-esquerda em Portugal e caiu-lhe a máscara de moderado”, acentuou.

Hugo Soares citou depois o que defendia José Luís Carneiro enquanto ministro da Administração Interna: Nessa altura, considerava “que qualquer ofensa a agentes das autoridades era uma ofensa ao Estado”.

“José Luís Carneiro tem hoje oportunidade de se pôr do lado certo, de se pôr contra aqueles que ofenderam e praticaram crimes contra as forças e os serviços de segurança, colocando-se ao lado das nossas polícias que zelaram pela ordem e pela segurança de cada um”, declarou o líder parlamentar social-democrata.

Hugo Soares desafiou ainda o secretário-geral do PS a deixar um duplo pedido de desculpas: “um às forças e aos serviços de segurança, outro aos portugueses pela política de imigração do PS”.

“José Luís Carneiro fica sempre muito zangado, muito ofendido, quando lhe lembro que é o pai – se não gostar é o padrinho – da extinção do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras). E é também o rosto do problema da habitação em Portugal. Fazia parte do governo que permitiu a entrada de cerca de um milhão de pessoas em Portugal, de forma desregulada, e que criou a pressão no setor da habitação em Portugal”, acrescentou.

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Um OE minimalista num país em ebulição? — Debate

A viabilização do Orçamento de Estado parecia uma garantia de paz, mas discussão está longe de ser tranquila. Desde a esquerda radical nas ruas e um primeiro-ministro desaparecido, todos rumarão à AR.

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12h. Protestos Habitação. Seguro quebrou o silêncio

O Presidente da República garante que já falou com o PM. Ainda, MP volta a propor a suspensão provisória do processo aos manifestantes pelo direito à habitação detidos no dia 20 de outubro.

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Seguro e Montenegro calados viraram o alvo dos protestos?

Sem defenderem a polícia nem os manifestantes, o presidente e o primeiro-ministro fragilizam o Governo. A Galp em descida com negócio falhado com a Moeve e a greve de metro caiu nos serviços mínimos.

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7h.PM e PR pressionados a falar sobre protestos da habitação

Luís Montenegro e António José Seguro têm agenda pública, num dia marcado pelo início do debate sobre o OE 2027. Ainda, a reportagem em direto a partir de Israel, em dia de eleições legislativas.

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4h. Parlamento inicia hoje debate do Orçamento para 2027

Luís Montenegro abre hoje debate do Orçamento do Estado, sob pressão da oposição pelo silêncio sobre os protestos pela habitação. Ainda, Israel vai hoje a votos nas primeiras legislativas desde 2023.

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Delgado Alves pede a Seguro que conforte manifestantes

Pedro Delgado Alves diz que manifestantes "merecem um conforto" do Presidente. PSP fez 33 detidos e 33 feridos na madrugada de domingo em Lisboa e no Porto.

© MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Quanto ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, Pedro Delgado Alves apontou que este tem "especial responsabilidade nas orientações que são emitidas aos restantes membros do Governo"
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Há pouco tempo, o PS proibia manifestações. Não se lembram?

A polícia (que não está ao serviço do "fascismo"), Luís Montenegro (que devia ter falado ao país) e o PS (que no seu tempo proibia manifestações invocando esta lei) são o Bom, o Mau e o Vilão.

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