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Enrique Vila-Matas, tras recibir el Premio Nacional: "Escribir es divertirse. La literatura está ahí para no aburrirme"

El escritor recibe el galardón del Ministerio de Cultura por su dilatada trayectoria, con más de 30 libros a sus espaldas. "Ni Ceravantes hace metalitetarura ni la hago yo", asegura Leer

El escritor recibe el galardón del Ministerio de Cultura por su dilatada trayectoria, con más de 30 libros a sus espaldas. "Ni Ceravantes hace metalitetarura ni la hago yo", asegura
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Enrique Vila-Matas gana el Premio Nacional de Letras por "su influencia decisiva en la narrativa contemporánea"

El jurado ha destacado de Enrique Vila-Matas "su aportación a la tradición borgiana en lengua española, así como por una originalidad formal" Leer

El jurado ha destacado de Enrique Vila-Matas "su aportación a la tradición borgiana en lengua española, así como por una originalidad formal"
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Lizzy Stewart, la escritora que reinventó la novela gráfica: "Me gusta tratar de crear una nueva experiencia lectora"

Tras el éxito de Alison, vuelve una de las voces más renovadoras de la novela gráfica con La Ruina (Lumen), una reflexión sobre la amistad y las expectativas: "Es fácil olvidar las consecuencias de tus actos cuando te diviertes" Leer

Tras el éxito de Alison, vuelve una de las voces más renovadoras de la novela gráfica con La Ruina (Lumen), una reflexión sobre la amistad y las expectativas: "Es fácil olvidar las consecuencias de tus actos cuando te diviertes"
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People have the power

Por qué, teniendo solo una vida y pudiendo tener la posibilidad de ser una de estas dos personas, alguien elegiría ser Milei y no Patti Smith Leer

Por qué, teniendo solo una vida y pudiendo tener la posibilidad de ser una de estas dos personas, alguien elegiría ser Milei y no Patti Smith
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‘El libro de la desaparición’: una obra hermosa y valiente entre Jaffa y Tel Aviv

Como después de un truco mágico de David Copperfield en el que desaparece un edificio de la línea del cielo de Manhattan, un día —no sabemos si “un buen día”—, las recolectoras palestinas de flores en los invernaderos israelíes, los prisioneros palestinos, los conductores palestinos de autobuses en Tel Aviv, los propietarios palestinos de pequeños locales de hummus, desaparecen de Israel. ¿Será una huelga, una maniobra política por parte de la resistencia, una estrategia del ejército israelí, una conspiración? Existe una oposición dentro de Israel contra los desmanes de su gobierno a la que esta novela da voz; sin embargo, aquí la voz fundamental es la de los israelíes para quienes la desaparición constituye una ofensa y un alivio. Ibtisam Azem reflexiona sobre la usurpación de bienes, memoria y discurso; sobre la imposibilidad de asumir la franja gris en determinadas circunstancias históricas y políticas; sobre cómo se pervierte la racionalidad y se devalúa el significado de palabras como democracia. Lo más inquietante es que este libro fue publicado en 2014. Entonces, el pueblo palestino ya contaba con argumentos para denunciar una situación que, como poco, se remonta a 1948 con la creación del estado de Israel y la Nakba, la Catástrofe, que supuso la expulsión de más 700.000 palestinos. Hoy, en pleno genocidio, la lectura de El libro de la desaparición nos alcanza con pertinente vibración ideológica para recordarnos la dimensión ética y la oportunidad política de los textos literarios.

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El libro de la desaparición

Ibtisam Azem Traducción de María Luisa Prieto Las afueras, 2026 280 páginas. 19,95 euros

© EDITORIAL LAS AFUERAS (EL PAÍS)

Retrato promocional de la autora Ibtisam Azem.
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Primeiro automóvel em Portugal inspira livro infantil

A Câmara de Santiago do Cacém convidou as autoras de "Uma Aventura" a recriar a chegada do "Panhard & Levassor" ao país, há 131 anos, para o público mais jovem.

© HUGO AMARAL/OBSERVADOR

"Já tínhamos abordado ligeiramente o tema, mas nunca tínhamos escrito uma história completa, nem estudado o assunto.", diz Isabel Alçada, uma das escritoras
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La Biblia del terror de Mariana Enriquez: "Los multimillonarios tecnológicos que sueñan la fantasía de vivir para siempre son los vampiros contemporáneos"

En el ensayo 'Conversación con la oscuridad' la popular escritora argentina reivindica el gótico y el horror como el género perfecto para abordar los miedos colectivos y privados. "Los monstruos cambian de significado en cada época, cada generación los deforma según sus miedos" Leer

En el ensayo 'Conversación con la oscuridad' la popular escritora argentina reivindica el gótico y el horror como el género perfecto para abordar los miedos colectivos y privados. "Los monstruos cambian de significado en cada época, cada generación los deforma según sus miedos"
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Festival Literário Utopia está de regresso a Braga para a 4.ª edição

O Festival Literário Utopia realiza-se a partir de 13 de novembro, em Braga, com uma programação dedicada à literatura, ao pensamento e ao encontro entre diferentes linguagens artísticas, foi hoje anunciado.

Esta 4.ª edição do festival prevê uma sessão extra em Guimarães, no dia 23 de novembro, com o escritor e ator brasileiro Lázaro Ramos e o músico Dino d’Santiago, numa conversa sobre língua, identidade e memória.

A programação inclui ações de formação, “iniciativas que promovem o pensamento crítico”, numa parceria com a Associação Portuguesa de Ética e Filosofia, “conversas, apresentações de livros, jantares literários, [e] sessões de literacia financeira”, segundo comunicado da organização enviado à agência Lusa.

O festival é organizado pela consultora editorial The Book Company em parceria com a Câmara de Braga, e, este ano, realça “um crescimento de atividades para os mais novos”, sendo todos os eventos gratuitos exceto os jantares literários, no dia 18, com Fernando Ribeiro e, no dia 20, com João Tordo.

Este ano, o festival prevê organizar 45 eventos na programação infantil, incluindo sessões de histórias, leituras musicadas, apresentações de livros e oficinas criativas. O Utopia conta com o espetáculo conjunto de Sofia Vieira, do projeto Aqui Há Gato, e Rute Cancela, “que procura despertar a curiosidade, estimular a criatividade e cultivar, desde cedo, o gosto pelos livros”.

A abertura oficial está prevista para 13 de novembro, às 21:00, no Auditório do Espaço Vita, o palco central do certame, sendo antecedida por uma conversa na Livraria Centésima Página sobre três títulos de teatro: “Macbeth”, de Shakespeare, “Frei Luís de Sousa”, de Almeida Garrett, e “Casa de Bonecas”.

No dia seguinte, o Muzeu recebe o escritor Onésimo Teotónio Almeida para uma “reflexão livre sobre o ano que passou”, no âmbito do projeto “O que fica do que passa”.

A literacia financeira é uma das novidades da edição deste ano, que a organização apresenta como “a maior de sempre”, reunindo nomes da literatura, do humor e de outras áreas artísticas, entre eles, Teolinda Gersão, Valter Hugo Mãe, Ricardo Araújo Pereira, Maria do Rosário Pedreira ou Salvador Martinha.

Entre outras iniciativas, no dia 21 de novembro realiza-se uma conversa entre os escritores Francisco José Viegas e José Eduardo Agualusa, que parte de uma seleção de entrevistas do arquivo da revista Ler “para revisitar vozes da literatura”, a que se segue outra conversa segundo o mote “A importância de ler mulheres”, com as escritoras Déa Paulino, Maria do Rosário Pedreira e Teolinda Gersão, moderada pela apresentadora televisiva Ana Daniela Soares.

Ainda no dia 21 é apresentado o novo livro de Frederico Lourenço, “A Bíblia para Jovens”, que conta com a participação de Ricardo Araújo Pereira e dos sacerdotes Paulo Terroso e Rui Santiago.

À tarde, a escritora Patrícia Reis entrevista Valter Hugo Mãe, tendo como fio condutor “fotografias pessoais e de arquivo”, revisitando o percurso do autor de “O Século dos Imbecis”, saído este ano. A jornada encerra com um concerto de Manuel Cruz, no Theatro Circo, às 21:00.

No dia 22, às 14:30, no Auditório do Espaço Vita, a jornalista Maria João Costa entrevista o ator, escritor e apresentador brasileiro Lázaro Ramos.

Neste dia está ainda agendada a conversa “Língua geral do esquecimento”, entre os escritores José Eduardo Agualusa, João Tordo e o músico Dino d’Santiago, “para refletir sobre a língua portuguesa enquanto território comum entre diferentes geografias, identidades e memórias”.

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“Crystal Lake”: uma série tão boa que mete medo? — Sugestões

É uma espécie de prequela de “Sexta-feira 13” e está entre as propostas do Pop Up para os próximos dias. Mas também há Douglas Stuart, Norm Macdonald, filmes sobre alpinimsmo e doces portugueses.

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Techno, raves e o fascínio por ruínas entre Detroit e Berlim

No livro "Sair à Noite", a britânica Imogen Willetts conta uma história da vida noturna. O Observador publicar um excerto sobre a música techno e as cidades que fizeram a história do género.

© ullstein bild via Getty Images

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O fausto da comensalidade com o Pico no horizonte

O Faial à Volta da Mesa mostra uma faceta da vida da elite residente da Horta nas primeiras décadas do século passado, quando no meio do oceano o Faial acolhia comunidades de diferentes origens.

Um livro que vem seguramente lançar atenção sobre a eventualidade de existirem outros testemunhos de época no arquipélago, estimulando a sua partilha futura
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Louçã apresentou livro em Viana do Castelo

O economista Francisco Louçã apresentou, na sexta-feira, o seu último livro “Imaginação Livro II – Utopias, Ciências e Vida Quotidiana”, numa sessão que juntou dezenas de pessoas no Centro Cultural do Alto Minho, em Viana do Castelo.

A sessão foi apresentada por Maria José Guerreiro.

Louçã apresentou livro em Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO
Louçã apresentou livro em Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO
Louçã apresentou livro em Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO
Louçã apresentou livro em Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO
Louçã apresentou livro em Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO
Louçã apresentou livro em Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO
Louçã apresentou livro em Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO
Louçã apresentou livro em Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO
Louçã apresentou livro em Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO
Louçã apresentou livro em Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO
Louçã apresentou livro em Viana do Castelo
Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO

“Através de uma profunda revisão da literatura, Louçã traz-nos autores, textos, artistas, cientistas que, ao longo dos séculos, contribuíram para esta visão de consistência, na utopia, e de exatidão, na ciência. E Louçã reivindica, ainda, um lugar para “o povo”, para todos aqueles que, nos seus diferentes quotidianos, também são agentes. A palavra “esperança”, com que termina a obra, não será por acaso”, refere a organização em nota enviada a O MINHO.

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Projeto algarvio «Poesias do Mundo» participa em festival de cinema e literatura em Marrocos

Sediado em Loulé, o projeto participa pela segunda vez no festival de Tétouan, de 3 a 8 de novembro. Tápê integra a delegação de poetas e artistas internacionais.

O conteúdo Projeto algarvio «Poesias do Mundo» participa em festival de cinema e literatura em Marrocos aparece primeiro em Barlavento.

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David Foster Wallace e uma sufocante solidão

O centro de "Breves Entrevistas a Homens Hediondos" está então no retrato meticulosamente perfeito e tão ternamente vulnerável, de uma insuperável falta de capacidade para a comunicação.

Ler David Foster Wallace, sobretudo para quem tenha ambições literárias ou queira simplesmente compreender melhor o estranho impulso que conduz à escrita, é invariavelmente luminoso e esclarecedor
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Academia Pernambucana de Letras lança Prêmio Literário no valor de R$ 3 mil

A Academia Pernambucana de Letras (APL) está com as inscrições abertas para a edição 2026 do Prêmio Literário da APL. A premiação abrange as categorias Ensaio, Conto e Poesia e recebe inscrições até 14 de dezembro.

Os vencedores de cada categoria receberão uma premiação em dinheiro no valor de R$ 3 mil e um diploma. A cerimônia de entrega será durante a sessão solene de aniversário da APL, em 26 de janeiro de 2027.

Poderão ser inscritos exclusivamente livros escritos em português e publicados em formato impresso, na sua primeira edição, entre 1º de janeiro de 2025 e 31 de outubro de 2026.

Obras lançadas em plataformas digitais não serão aceitas. Além disso, o autor ou autora deve ser natural de Pernambuco ou estar radicado no estado há mais de dez anos.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas presencialmente na sede da APL (Av. Rui Barbosa, 1596, Graças, Recife/PE, das 9h às 16h) ou pelos Correios, mediante o envio da documentação e exemplares postados até a data limite de 14 de dezembro. O regulamento completo está disponível no site da APL.

A premiação homenageia escritores e personalidades pernambucanas por categoria. Confira os homenageados desta edição:

  • Categoria Ensaio: Prêmio Antônio Brito Alves;
  • Categoria Conto: Prêmio Vânia Souto Carvalho;
  • Categoria Poesia: Prêmio Edmir Domingues.

Serviço

Prêmio Literário Academia Pernambucana de Letras
Categorias: Ensaio, Conto e Poesia
Inscrições: até 14 de dezembro
Premiação: R$ 3 mil

© Keila Castro

Prêmio Literário da APL recebe inscrições até 14 de dezembro
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