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Ana Pinho: “Há um privilégio sobre o turismo face à habitação”

A ex-secretária de Estado da Habitação é muito crítica das alterações à lei das rendas e avisa que, facilitando-se os arrendamentos temporários, podem tornar-se ainda mais precários os contratos de arrendamento para habitação. Convidada do novo episódio do podcast Urbanidades, diz que aumentar a oferta de casas não chega para resolver a crise se os preços continuarem inacessíveis.

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Manifestação pelo direito à habitação anunciada para 14 de Novembro no Funchal

No próximo dia 14 de Novembro, às 11h, na Rua Fernão de Ornelas, no Funchal, haverá uma manifestação pelo direito à habitação, organizada pelo movimento «Porta a Porta». Esta é uma oportunidade para transformar a preocupação em acção, o descontentamento em participação cívica e a indignação perante as injustiças em exigência colectiva de mudança. Ter […]
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Bancos estão a encerrar contas sem justificação. Saiba o que fazer em caso de debanking

Bancos dão dois meses para retirar fundos e transferir depósitos e créditos. Maioria das queixas envolve o Santander e o Millennium bcp. Há bancos a encerrar contas de clientes sem revelar os motivos e sem possibilidade de reverter tal decisão. Enviam cartas aos seus clientes na qual dão dois meses para transferir depósitos e créditos, sem outra hipótese. A situação é denunciada pela Sábado esta quarta-feira, que explica que o fenómeno até já ganhiou um nome: debanking. O fenómeno já provocou queixas em Portugal e pode até aumentar as prestações do crédito à habitação, denunciam à revista clientes nesta situação.

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Embaixada de Israel processada por casa com renda de 10 mil euros por mês

A Embaixada de Israel em Portugal está envolvida num processo judicial relacionado com a devolução da residência oficial do embaixador, um apartamento T6 situado nas Avenidas Novas, em Lisboa, cuja renda mensal era de 10 mil euros. O fundo imobiliário Imolux reclama 51.654,80 euros por alegados atrasos na entrega do imóvel, despesas de reparação e perda de rendimentos. A missão diplomática contesta as exigências e pede a restituição de 10 mil euros da caução. De acordo a CNN Portugal, o litígio está a ser apreciado pelo Juízo Central Cível de Lisboa e diz respeito a um contrato de arrendamento celebrado

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“Onde andou, primeiro-ministro?”. Montenegro diz que esteve a trabalhar

Para outros, “trabalhar é dar entrevistas”, disse Luís Montenegro, que elogiou as polícias. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse esta terça-feira que esteve a trabalhar durante os últimos dias, depois de questionado pelo líder do Chega sobre ter estado em silêncio enquanto decorriam em várias cidades do país manifestações pelo direito à habitação. André Ventura foi o primeiro a questionar o chefe de Governo durante o debate sobre o Orçamento do Estado para o próximo ano, no Parlamento, e a primeira pergunta que colocou foi: “Onde é que andou durante todo este tempo em que o país se debatia com manifestações

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Meia centena protesta em Faro pelo direito à habitação e afirma não ter medo da polícia

A concentração junto à CCDR do Algarve criticou a atuação policial em Lisboa e no Porto e apelou à participação em novas ações pela habitação.

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“Não gostei do que vi”: Seguro lamenta carga policial e pede diálogo ao Governo

O Presidente da República, António José Seguro, manifestou esta terça-feira preocupação com as imagens da intervenção policial nas manifestações pelo direito à habitação, realizadas no Porto e em Lisboa. O chefe de Estado afirmou estar a acompanhar a situação desde as 7h de domingo e garantiu ter solicitado informações às entidades competentes. Seguro revelou que abordou o assunto numa reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, realizada esta segunda-feira. O presidente disse ainda que vai reunir-se com especialistas em habitação esta quarta-feira e que convocou os partidos políticos para quinta-feira. O Conselho de Estado foi igualmente convocado para segunda-feira, 2 de

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Albuquerque entregou 15 habitações a famílias do Funchal

O presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, marcou hoje presença na cerimónia de entrega das 15 habitações do edifício Cedros IV a 15 famílias do Funchal. Este foi, conforme sublinha o GR, um investimento do PRR de 3,5 milhões de euros. O novo imóvel, localizado na Rua da Quinta dos Cedros “é mais um dos […]
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Procura de casa para arrendar desce 17 por cento no primeiro trimestre do ano

Cada anúncio de arrendamento recebeu, em média, 18 contactos durante o terceiro trimestre de 2026, uma diminuição de 17% face ao mesmo período do ano anterior, segundo uma análise do idealista. Esta descida da procura ocorreu num contexto em que as rendas subiram 6,1%. “A procura por casas para arrendar abrandou face ao ano passado, […]
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Projecto Ruído apela: adiram à manifestação pelo direito à habitação na RAM

  O Núcleo Regional da Madeira do Projeto Ruído veio apelar à participação activa de toda a população, e em especial da juventude madeirense, na manifestação promovida pelo movimento Porta a Porta, que se irá realizar no próximo dia 14 de Novembro de 2026, pelas 11h00, na Rua Fernão de Ornelas, no Funchal. “A habitação […]
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PSP divulga vídeo para mostrar agressões aos polícias

A PSP divulgou hoje nas redes sociais um vídeo para mostrar que os agentes também foram alvo de violência por parte dos manifestantes nas intervenções policiais na madrugada de domingo, defendendo que “a violência não pode ser tolerada”.

“Procuramos sempre o entendimento e a conciliação entre todos. Contudo, a violência não pode ser tolerada. As agressões dirigidas à Polícia são inaceitáveis e não serão toleradas. A segurança de todos constrói-se com respeito mútuo”, escreve a PSP nas redes sociais num texto que acompanha o vídeo para mostrar a sua versão dos acontecimentos na madrugada de domingo em Lisboa e no Porto.

A PSP refere também que a missão da polícia “no espaço público é acompanhar e apoiar quem exerce a sua voz, equilibrando esse direito com as liberdades de toda a comunidade”, acrescentando que privilegia “um constante esforço de diálogo, mediação e sensibilização junto dos manifestantes” e procura “sempre o entendimento e a conciliação entre todos”.

A PSP protege e garante o direito à manifestação através do diálogo e mediação, procurando o equilíbrio com as liberdades de todos. Mas a violência e as agressões à Polícia são inaceitáveis e não serão toleradas. pic.twitter.com/CXka72VuDi

— PSP – Polícia de Segurança Pública (@PSP_Portugal) October 27, 2026

Durante a madrugada de domingo, a PSP dispersou, à bastonada e com recurso a cães, as manifestações pelo direito à habitação em Lisboa e no Porto, após mais de duas horas de tensão e ordens para que as pessoas saíssem e as tendas fossem retiradas.

Os manifestantes não acataram as ordens, invocando o direito constitucional à manifestação.

Segundo a PSP, registaram-se, no total, 33 feridos e 33 detidos por desobediência. Em comunicado, as organizações das acampadas referiam dezenas de feridos.

A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) abriu um processo na sequência das intervenções policiais que aconteceram na madrugada de domingo em Lisboa e no Porto.

Também a provedora de Justiça pediu à PSP, com caráter de urgência, informações sobre a carga policial na madrugada de domingo sobre os manifestantes.

Os partidos de esquerda criticaram a intervenção policial e pediram esclarecimentos ao primeiro-ministro e a intervenção do Presidente da República.

António José Seguro apelou hoje ao diálogo sobre a habitação “e nunca à violência”, afirmando que não gostou das imagens que viu, mas que aguarda o resultado dos inquéritos sobre a atuação policial sobre manifestantes.

Os manifestantes exigem a reversão da nova lei do arrendamento, o fim das demolições e dos despejos sem alternativa habitacional, um travão à aquisição de habitação por fundos imobiliários, o aumento da habitação pública, a recuperação de imóveis devolutos para fins habitacionais e tetos “verdadeiramente acessíveis” à renda.

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Seguro diz «não gostei do que vi», apela ao diálogo «e nunca à violência»

Presidente da República quebra o silêncio sobre resposta a manifestações pelo acesso à habitação e apela ao diálogo.

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Avaliação bancária da habitação bate recorde de 2.278 euros/m2 em setembro

O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu um novo máximo histórico de 2.278 euros por metro quadrado em setembro, mais 24 euros do que no mês anterior e 14,2% acima do mês homólogo de 2025, divulgou hoje o INE.

Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o aumento homólogo de 14,2% do valor mediano da avaliação bancária – realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação – ficou abaixo do registado em agosto (14,7%), enquanto a variação em cadeia se fixou em 1,1%.

O Oeste e Vale do Tejo foi a região onde se verificou o aumento mais expressivo face ao mês anterior (1,6%), tendo-se registado a descida mais acentuada na Região Autónoma dos Açores (-3,2%).

Já em comparação com setembro de 2025, a variação mais acentuada aconteceu na Península de Setúbal (18,4%), não se tendo observado qualquer redução.

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Apenas cerca de metade das casas no Algarve é residência permanente, diz associação de sociólogos

A Associação Portuguesa de Sociologia compara o valor regional com os 69% nacionais e defende uma resposta política que inclua a regulação do parque habitacional.

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