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IA transforma procura de escritórios na Europa e abre oportunidades para Portugal, segundo Colliers

A inteligência artificial está a ganhar peso na procura de escritórios na Europa, com Londres, Paris e Berlim a destacarem-se como os principais polos de desenvolvimento do setor, segundo um estudo da Colliers, que identifica oportunidades para Portugal na atração de investimento tecnológico e na expansão das infraestruturas digitais.

O relatório AI Clusters in Europe: Where AI companies are growing and what it means for office demand, publicado pela equipa de investigação da Colliers EMEA em setembro, identifica ainda Munique, Zurique, Amesterdão, Dublin, Estocolmo, Varsóvia, Barcelona e Helsínquia como cidades em crescimento na área da inteligência artificial.

Em Londres, as empresas de inteligência artificial representaram 19% da absorção de escritórios no segundo trimestre de 2026, face a 10% nos três meses anteriores, segundo o estudo. A Colliers alerta, contudo, que parte da procura poderá não estar refletida nas estatísticas tradicionais, uma vez que muitas empresas começam por recorrer a espaços flexíveis antes de avançarem para contratos de arrendamento de maior dimensão.

O crescimento destas empresas está a alterar as necessidades do mercado imobiliário comercial. Apesar da adoção do trabalho híbrido, os escritórios continuam a desempenhar um papel importante na colaboração, investigação, recrutamento e desenvolvimento de equipas. A proximidade a universidades, o acesso a profissionais qualificados, a qualidade dos edifícios e a flexibilidade dos espaços são fatores cada vez mais relevantes.

Em Portugal, a oportunidade passa também pelo reforço das infraestruturas digitais e pela capacidade de atrair empresas e talento especializado. O Plano Nacional de Centros de Dados, aprovado em abril de 2026, prevê 15 iniciativas para o período de 2026-2027, abrangendo áreas como regulação, energia, infraestruturas e desenvolvimento do mercado.

De acordo com uma análise da Colliers publicada em maio, Portugal contabilizava mais de 2,6 gigawatts (GW) de capacidade de centros de dados planeada, dos quais cerca de 1.389 megawatts (MW) de capacidade de tecnologias de informação (TI) previstos na região de Lisboa. Estes valores dizem respeito a projetos planeados e não à capacidade já instalada ou operacional.

A concretização deste potencial depende, entre outros fatores, da disponibilidade de energia e de ligações à rede elétrica, da previsibilidade dos processos de licenciamento e da mobilização de investimento privado.

Para o mercado de escritórios, o desenvolvimento da inteligência artificial poderá criar oportunidades em localizações com boas ligações de transportes, proximidade a centros de investigação e acesso a talento. Ainda assim, a Colliers sublinha que o investimento em centros de dados não implica necessariamente um aumento proporcional da procura de escritórios, uma vez que os dois segmentos imobiliários apresentam dinâmicas e necessidades distintas.

O desafio para Portugal será, assim, transformar o investimento em infraestruturas digitais em atividade económica, inovação e emprego qualificado, reforçando a capacidade de atrair empresas tecnológicas e profissionais especializados.

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De R$ 11 milhões a R$ 9,99 milhões: por dentro da cobertura de 431 m² de Robinho em Santos que aguarda propostas após um ano sem moradores

A cobertura duplex de 431 metros quadrados do ex-jogador Robinho, localizada no bairro Aparecida, em Santos, no litoral de São Paulo, teve seu preço de venda reduzido em R$ 1,1 milhão.

Colocado no mercado em 2025 pelo valor inicial de R$ 11 milhões, o imóvel não recebeu propostas concretizadas ao longo de 12 meses e passou a ser anunciado por R$ 9,99 milhões.

Estrutura e infraestrutura da propriedade

O apartamento está distribuído em dois pavimentos com vista para o mar e é comercializado na modalidade porteira fechada, com móveis e eletrodomésticos inclusos. A área privativa dispõe de três suítes, sendo a principal equipada com hidromassagem, dois closets, camarim e escritório.

A planta conta com seis banheiros, dois lavabos, salas de estar, jantar e televisão, além de cozinha ampla e dependência para funcionários. Na área externa do pavimento superior, a propriedade possui piscina privativa, deck de madeira, churrasqueira e espaço gourmet.

O imóvel dispõe de cinco vagas de garagem demarcadas, sistema de monitoramento por câmeras e portas blindadas.

Leia Mais:

Custos mensais e histórico no endereço

A manutenção do imóvel envolve despesas fixas estimadas em R$ 6 mil para a taxa de condomínio e cerca de R$ 1,8 mil para o IPTU.

Além do valor de mercado, a propriedade registrou repercussão nacional em março de 2024, quando agentes da Polícia Federal cumpriram no local o mandado de prisão contra o ex-atacante.

Robinho foi detido no endereço para o cumprimento da pena de nove anos de prisão por estupro coletivo, após decisão do Superior Tribunal de Justiça que validou a sentença emitida pela Justiça da Itália referente ao crime ocorrido em 2013.

Com o desconto aplicado de mais de 10% em relação ao valor original de anúncio, o apartamento segue no mercado imobiliário da Baixada Santista no aguardo de compradores.

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Startup portuguesa tem 160 milhões para investir na construção de 1.080 casas até 2028

A startup portuguesa inHabitus especializada em construção industrializada quer colocar no mercado nacional 1.080 casas até 2028, através de projetos que unem métodos de construção inovadores e padronização em escala procurando entregar casas com prazos mais curtos e preços por metro quadrado global (incluindo áreas exteriores privativas) que chegam aos 65% abaixo da mediana nacional. Para isso conta com 160 milhões de euros provenientes de capitais próprios e financiamento bancário.

O primeiro projeto arrancou em setembro com a construção do ‘Origem Alfena’ no Porto, com 79 moradias em tipologias V2, V3 e V4, todas vendidas. Já em outubro, a inHabitus lançou a comercialização de um empreendimento de Setúbal, composto por 136 moradias, nas tipologias V1 a V4.

Até ao final do ano a startup portuguesa tem o objetivo de colocar no mercado mais 253 habitações, distribuídas por dois empreendimentos nas regiões de Viseu e do Grande Porto, num total de quatro projetos residenciais que integram a primeira fase de um pipeline com presença de Norte a Sul do país. Os empreendimentos incluem moradias de tipologias V1 a V4, com preços a começar nos 139 mil euros.

Mário Ferraz, co-fundador da inHabitus, salienta que a empresa constrói casas praticamente da mesma forma há décadas, apesar de os desafios do setor exigirem novas respostas. “Na inHabitus, queremos contribuir para tornar a habitação mais acessível, repensando a forma como desenvolvemos e construímos casas. O nosso objetivo é conseguir colocar mais habitação no mercado, com preços competitivos, sem comprometer a qualidade”, refere.

Para isso a empresa utiliza diferentes métodos modernos de construção, combinando engenharia e tecnologia, com ferramentas digitais próprias que automatizam o projeto, otimizam custos e prazos e garantem previsibilidade emn todas as fases, do conceito à obra.

“Uma parte importante da diferença está na forma como organizamos todo o processo. Ao concentrarmos competências na mesma estrutura e reduzirmos a dependência de uma cadeia de intermediários e subcontratados, conseguimos ter maior controlo sobre as decisões e os custos. A industrialização permite-nos padronizar soluções, ganhar eficiência e replicar o modelo em diferentes localizações. É esta combinação que nos permite trabalhar para oferecer casas a preços mais acessíveis”, explica.

O resultado previsto desta abordagem, face à construção tradicional, é a redução de cerca de 50% no tempo de entrega e a redução de 30% no custo total de construção. A empresa estima reduções de cerca de 80% no desperdício de materiais e no risco de acidentes em obra, face aos métodos tradicionais.

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Airbnb proíbe anfitriões de exigir tarefas de limpeza; veja regras

As diretrizes do Airbnb, plataforma digital que conecta pessoas que querem alugar seus imóveis ou quartos a viajantes que buscam um lugar para se hospedar, foram atualizadas. A empresa alterou as políticas de Regras da Casa para os anfitriões.A partir de agora, os proprietários não podem pedir aos hóspedes que lavem e guardem a louça, mas podem orientá-los a colocá-la na pia. De acordo com a empresa, a atualização foi feita com base no feedback da comunidade para tornar as regras mais claras e fáceis de encontrar."Os anfitriões continuam no controle de suas regras e podem fazer solicitações razoáveis aos viajantes, como colocar a louça usada na pia ou desligar o ar-condicionado antes do check-out, enquanto o Airbnb continua incentivando os hóspedes a tratar a acomodação com o cuidado como se fosse na sua própria casa", diz o posicionamento oficial do Airbnb.Com a nova medida, também não será permitido solicitar que os hóspedes façam qualquer tarefa que demande tempo ou esforço excessivos. O objetivo é padronizar o processo e contribuir para que as expectativas sejam razoáveis para ambas as partes.Quais são os requisitos para as Regras da Casa e os pedidos?A partir de agora, as regras devem ser divulgadas no local adequado da página do anúncio. Não será permitido comunicar novas regras ou solicitações em outras seções do anúncio ou após a reserva.Os pedidos devem ser razoáveis, sendo proibido exigir tarefas que seriam realizadas por um profissional de limpeza, como tirar a roupa de cama, levar o lixo para fora ou lavar e guardar a louça.Em contrapartida, os anfitriões podem fazer solicitações específicas, como limitar o tempo de banho em locais com restrição hídrica ou pedir o descarte do lixo em um recipiente adequado e à prova de animais em uma região onde há ursos. Leia Também: INVESTIGAÇÃO Hóspede aluga casa pelo Airbnb e vende móveis da residência por valor surpreendente DECISÃO RECENTE Airbnb vs. STJ: como a nova regra de aluguel afeta seu bolso MUDANÇAS Airbnb e Booking podem ser proibidos de atuar em imóveis residenciais Também fica proibido:Restringir o acesso a qualquer recurso anunciado como parte da acomodação;Adicionar taxas após a reserva;Impor multas ou outras penalidades aos hóspedes.Quando começam a valer as novas regras do Airbnb?A medida vale para todas as reservas realizadas a partir de 20 de novembro.

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Hipoges lança campanha de Black Friday com apoio nas despesas de escritura de mais de 150 imóveis

A Hipoges lançou uma campanha de Black Friday que prevê um desconto de até 500 euros nas despesas com a escritura na compra de mais de 150 imóveis em todo o país, anunciou hoje a empresa.

Em comunicado, o servicer refere que a campanha, disponível até 31 de dezembro, abrange apartamentos e moradias de diferentes tipologias, com maior concentração nos distritos de Lisboa, Porto e Setúbal.

A iniciativa destina-se tanto a particulares à procura de habitação própria como a investidores no mercado residencial.

Citada na nota, o diretor de Real Estate da Hipoges em Portugal, Rui Rocha, afirma que a empresa pretende “alargar as opções disponíveis de quem procura casa em Portugal e facilitar essa aquisição numa das fases de maior procura”.

“Este apoio no pagamento do valor da escritura pode representar uma oportunidade para quem procura a sua próxima habitação, incluindo famílias e jovens à procura da primeira casa, mas também para quem pretende concretizar uma nova oportunidade de investimento”, acrescenta o responsável.

Os imóveis abrangidos pela campanha podem ser consultados no ‘site’ da empresa.

Fundada em 2008, a Hipoges é uma plataforma de gestão de ativos no sul da Europa, com cerca de 50 mil milhões de euros em ativos sob gestão e uma equipa de mais de 1.800 pessoas distribuídas por Espanha, Portugal, Grécia e Itália.

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Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um “jardim vertical”

O mercado de habitação em Famalicão vai ser reforçado brevemente com 108 apartamentos e os primeiros 52 fogos estarão prontos a habitar em meados de 2027, foi hoje divulgado pela promotora Medium Real Estate.

Em comunicado, a empresa refere que o Green Plaza Apartments, que está na segunda e última fase de construção, será o empreendimento imobiliário “mais verde da cidade”.

“Depois de concluída a primeira fase, com 56 apartamentos vendidos, estamos agora a comercializar os 52 apartamentos que correspondem à segunda fase do Green Plaza. Os imóveis estarão habitáveis em junho de 2027 e 75% deles já estão vendidos”, revelou Pedro Fernandes, CEO da Medium Real Estate, em comunicado enviado às redações.

Com floreiras em todas as varandas, o verde das plantas será a “grande atração” exterior dos 108 apartamentos do Green Plaza, um empreendimento localizado numa área residencial à volta do futuro Centro de Atletismo de Vila Nova de Famalicão, na Rua de Lino José de Sousa Ferreira, na zona norte da cidade.

De acordo com a promotora, a verticalização de plantas na fachada do Green Plaza Apartments permitirá a “regulação natural da temperatura e da humidade”. As plantas proporcionam a “humanização do ambiente e têm um impacto na redução de ruídos”. Em todas as varandas está incluído um sistema de rega automática.

“Viver no Green Plaza será como viver num jardim vertical. É uma simbiose perfeita entre o verde e o espaço urbano”, destacou ainda Pedro Fernandes.

Comercializado em exclusivo pela agência imobiliária Medium, o Green Plaza Apartments ainda tem disponíveis unidades das tipologias T0, T1, T2 e T3, com preços a partir de 199 mil euros. As áreas brutas variam entre os 67,2 metros quadrados (T0) e os 152,2 metros quadrados (T3).

Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
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Além do espaço desportivo municipal, o Green Plaza Apartments está localizado a centenas de metros de vários hipermercados, de um hospital (Centro Hospitalar do Médio Ave), de dois parques verdes (Parque de Sinçães e Parque da Devesa) e de um espaço de eventos culturais (a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, cuja programação é reconhecida em todo o país).

“É um lugar tranquilo, servido por espaços comerciais e diversos serviços e com acesso rápido à rede de autoestradas (A3 e A7) em direção a cidades como Porto, Braga, Guimarães, Póvoa de Varzim ou Vila do Conde”, resumiu Pedro Fernandes, acrescentando que “Famalicão é uma cidade muito bem localizada, com acesso a todos os serviços que uma família precisa”.

Os apartamentos estão divididos em blocos de oito pisos, com garagem e lugares de garagem para cada apartamento e ainda uma sala para bicicletas. A zona também é servida por transportes urbanos.

O projeto prevê eletrodomésticos nas cozinhas, ar condicionado, bombas de calor e caixilharias em alumínio em todos os apartamentos.

O projeto de arquitetura do Green Plaza é da autoria do gabinete Trama Arquitetos, enquanto a construção está a cargo da Competro – Investimentos, Lda, sediada em Vila Verde.

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Proprietários podem estar a pagar mais IMI do que deviam

Cálculo varia de município para município e pode estar desatualizado, avisa Deco Proteste. A editora Deco Proteste alertou que alguns proprietários podem estar a pagar mais IMI do que deveriam, quando o valor patrimonial do imóvel não reflete a evolução de determinados fatores usados no cálculo do tributo. “O valor do IMI é calculado com base no valor patrimonial tributário (VPT) do imóvel, mas varia de município para município. No entanto, alguns dos elementos utilizados neste cálculo não são atualizados automaticamente pela Autoridade Tributária, o que significa que o imposto cobrado ainda pode ser superior ao que resultaria de uma

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Como a nova lei do arrendamento desprotege os inquilinos

A nova lei do arrendamento proposta pelo Governo desprotege os inquilinos e não responde àquele que é atualmente o maior problema social do país, a crise de habitação, dizem especialistas. A consideração é de dois especialistas ouvidos no podcast Lusa Extra. Gonçalo Antunes, geógrafo, e Rita Silva, economista social, não defendem as mesmas medidas, mas concordam no diagnóstico: a crise de habitação é atualmente o maior problema social do país. Os dois criticam a decisão do Governo de propor uma lei do arrendamento urbano que acelera os despejos e acaba com os limites ao aumento das rendas. Proposta pelo Governo

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418€ por m²: o que empresários pagam para não entregar casas para habitação acessível. Há queixa-crime

Empresa de Mário Ferreira e outras vão pagar 1,23 milhões de euros (bem abaixo do valor de mercado) em vez de entregar habitação no Porto. Há suspeitas de prevaricação, abuso de poder e participação económica em negócio. O empresário português Mário Ferreira e outros empresários estrangeiros estão entre os beneficiados de compensações por habitação no Porto. Um total de sete empresas vão pagar 1,39 milhões de euros à Câmara Municipal do Porto, em vez de cederem 3323 metros quadrados para habitação acessível. Três delas concentram 88% do valor. A autarquia portuense aprovou uma proposta que permite às sete empresas substituir

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Grupo Arrow tem «luz verde» para comprar ativos do Castro Marim Golfe & Country Club

A operação abrange ativos ligados à exploração turística e de golfe do empreendimento no Sotavento algarvio. O valor do negócio não foi divulgado.

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Preço mediano das casas sobe 18% para 2.445 euros/m2 no 2.º trimestre, mas as transações diminuem

As vendas das casas continuam a cair, mas os preços continuam a aumentar. O dados vivulgados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística revelam que as 37.854 transações de casas realizadas representam uma quebra de 9% face ao mesmo trimestre de 2025, em que foram feitas 41.608 transações

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