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Porto de Sines promoveu conferência sobre “Ambiente, Proteção e Segurança – do Risco à Resiliência”

Descarbonização e Transição Energética, Prevenção e Segurança ao Serviço da Sustentabilidade e Resiliência e Riscos no Transporte Multimodal de Produtos Perigosos, foram temas em discussão. A APS – Administração dos Portos de Sines e do Algarve realizou, nos dias 28 e 29 de outubro, no Auditório do Porto de Sines, a Conferência “Ambiente, Proteção e […]

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NERA leva empresárias Algarvias ao Fórum Intrepida Pro em Sevilha

Iniciativa reuniu empresárias do Algarve, Alentejo e Andaluzia para promover o empreendedorismo feminino e a cooperação transfronteiriça. O NERA, enquanto parceiro do projeto INTREPIDA pro, promoveu a participação de empresárias algarvias no 1.º Fórum de Empresárias da Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia (EURO AAA), realizado nos dias 27 e 28 de outubro, em Sevilha, Espanha. Do Algarve, participaram […]

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Campanha “É Tempo de Ajudar” recolheu mais de 10 mil kits de higiene para idosos carenciados

A 13.ª edição da campanha solidária “É Tempo de Ajudar”, promovida pela Associação Coração Delta em parceria com o Intermarché, o Corpo Nacional de Escutas, os municípios e as juntas de freguesia aderentes, superou os resultados das edições anteriores, reforçando o impacto da iniciativa junto da população sénior em situação de vulnerabilidade. Nos dias 24 […]

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Turismo do Algarve leva 30 empresas da região à WTM London 2026

A presença do destino na feira de turismo de Londres dá destaque à diversidade da oferta turística da região e à valorização da sua identidade natural e cultural, numa participação que integra a obra da artista algarvia Vanessa Barragão, no âmbito da campanha «Portugal is Art». O Turismo do Algarve vai participar na WTM London 2026, feira […]

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Eurodeputados pediram à China que negoceie acordo para evitar guerra comercial

Uma delegação de eurodeputados pediu às autoridades chinesas para negociarem um acordo abrangente com a União Europeia de forma a evitar uma guerra comercial, advertindo que o bloco pode recorrer a medidas de retaliação caso não haja entendimento.

Esta posição foi transmitida por uma delegação de sete eurodeputados que terminou hoje uma visita de dois dias à China, numa altura em que vários responsáveis europeus têm alertado que o défice comercial com a China atingiu mil milhões de euros por dia em 2025.

Em comunicado, o Parlamento Europeu (PE) refere que, nas suas reuniões com as autoridades chinesas, incluindo com o ministro do Comércio, Wang Wentao, os eurodeputados avisaram que ninguém beneficiaria de uma guerra comercial.

Nesse sentido, pediram que se trabalhe com base nos recentes “passos positivos” que foram dados, designadamente o facto de a China ter aceitado reduzir significativamente as exportações de automóveis híbridos para a UE, para que se elabore um acordo comercial mais abrangente.

“Deixámos claro aos nossos homólogos chineses que esperamos que, no futuro, mais setores sejam abrangidos por esta abordagem, a par de uma implementação credível dos compromissos já assumidos”, refere o eurodeputado Bernd Lange, presidente da Comissão do Comércio Internacional do Parlamento Europeu e que liderou esta delegação.

O eurodeputado defende que um acordo comercial mais abrangente é importante “não só para melhorar as relações comerciais, mas também para reforçar os laços económicos e políticos” entre a União Europeia (UE) e a China.

Por sua vez, o eurodeputado Pascal Canfin, redator do PE para as relações comerciais com a China e que também integrou esta delegação, refere que a visita foi importante para o PE transmitir “um sentido de urgência quanto à necessidade de estabilizar e reequilibrar” o comércio entre as duas partes.

“A interdependência está no centro das nossas relações, o que não é necessariamente negativo. No entanto, o modelo de exportação chinês é simplesmente insustentável para a UE”, salienta.

O eurodeputado recorda que a UE dispõe de instrumentos de retaliação caso verifique “um desequilíbrio” nas suas relações comerciais, numa ameaça velada à China, e defende que o bloco está disponível para o diálogo, mas precisa de “ver resultados”.

Saudando o acordo alcançado no início do mês sobre as exportações de carros híbridos, Pascal Canfin considera que essas conversas criaram “uma dinâmica positiva e produziram resultados concretos”.

“Esperamos poder dar continuidade a este espírito de cooperação e alcançar mais resultados em benefício dos cidadãos de ambas as partes num futuro próximo”, referiu.

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Von der Leyen agradece a Lagarde por ter “reforçado a soberania” da UE e do euro

A presidente da Comissão Europeia agradeceu hoje à presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, pelo trabalho que desenvolveu nos últimos sete anos, considerando que “reforçou a soberania económica” da UE e o papel internacional do euro.

“Da pandemia à guerra de agressão da Rússia, a sua firmeza e determinação ajudaram a manter a nossa economia estável e resiliente”, elogia Ursula von der Leyen numa publicação divulgada nas redes sociais, depois de ter sido anunciado que Christine Lagarde vai deixar a presidência do Banco Central Europeu (BCE) em 07 de fevereiro.

Von der Leyen salienta que, enquanto presidente do BCE, Lagarde “defendeu o aprofundamento da integração financeira na Europa” e personificou a nível internacional “aquilo de que qualquer moeda precisa: confiança e autoridade”.

“Foi assim que reforçou a soberania económica da Europa e consolidou o papel internacional do euro, algo que foi tão importante para si. O mundo precisa de mais líderes como a Christine. E espero que muitas mais mulheres sigam as suas pisadas”, afirma.

Por sua vez, em comunicado, o presidente do Eurogrupo, Kyriakos Pierrakakis, agradece a Christine Lagarde pelo seu “contributo notável para a estabilidade da zona euro e pela sua liderança” num período de “grandes desafios económicos”.

O presidente do Eurogrupo salienta que o euro é um “marco no processo de integração europeia e um dos seus elementos mais tangíveis e valiosos”.

“O mandato de Christine Lagarde à frente do BCE veio reforçar ainda mais a confiança na moeda única europeia”, afirma.

Pierrakakis acrescenta que o Eurogrupo vai agora “agir rapidamente para preparar a recomendação do Conselho da UE ao Conselho Europeu sobre a nomeação”.

A presidente do BCE, Christine Lagarde, pediu hoje para cessar funções em 07 de fevereiro, anunciou o presidente do Conselho Europeu, António Costa, que indicou que vai iniciar o processo de sucessão imediatamente.

Num vídeo divulgado nas redes sociais, Christine Lagarde afirma ter sido “um enorme orgulho e um imenso privilégio” servir o BCE, agradecendo a todos os que “contribuíram, apoiaram e trabalharam para cumprir” a missão da instituição de assegurar “a estabilidade dos preços e financeira”.

“Penso que deixo esta instituição com a sensação de dever cumprido e com um BCE preparado para o futuro”, considera.

Christine Lagarde é presidente do Banco Central Europeu desde novembro de 2019. O seu atual mandato terminava em outubro de 2027.

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Taiwan responsabiliza China por encerramento temporário do espaço aéreo paquistanês

Taiwan afirmou hoje que o Paquistão encerrou temporariamente o espaço aéreo a voos de passageiros e de carga de companhias aéreas taiwanesas e acusou a China de estar por detrás desta medida sem precedentes.

“Suspeitamos claramente que a China está por detrás disto”, declarou o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros taiwanês, Chen Ming-chi, citado pela agência France Presse, depois de confirmar que o Paquistão encerrou e posteriormente reabriu o espaço aéreo às companhias aéreas de Taiwan.

A China Airlines e a Eva Air sobrevoam habitualmente o Paquistão nas rotas que ligam a Ásia à Europa.

No entanto, no último fim de semana, as duas companhias começaram a alterar os trajetos dos voos com destino à Europa, optando por rotas mais a sul, sobre o Golfo, ou mais a norte, sobre a Rússia, segundo dados de acompanhamento de voos.

Contactadas pela agência francesa, nenhuma das duas companhias confirmou o encerramento ou a posterior reabertura do espaço aéreo paquistanês.

A China considera Taiwan uma das suas províncias, que pretende reunificar com o restante território desde o fim da guerra civil chinesa, em 1949. Pequim não exclui o recurso à força para alcançar esse objetivo.

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China condena restrições dos EUA a empresas de genética por alegado trabalho forçado

China

A China condenou hoje as restrições impostas pelos Estados Unidos a três empresas chinesas de biotecnologia, acusadas de ligações ao trabalho forçado na região de Xinjiang, e ameaçou adotar medidas para defender os seus interesses.

O Ministério do Comércio chinês manifestou, em comunicado, a “firme oposição” à decisão de Washington, que acusou de utilizar os direitos humanos como pretexto para aplicar medidas protecionistas contra empresas chinesas.

“Estas inclusões na lista contrariam os consensos alcançados pelos chefes de Estado dos dois países e prejudicam gravemente a estabilidade das relações económicas e comerciais entre a China e os Estados Unidos”, afirmou o ministério.

As autoridades chinesas rejeitaram as acusações de trabalho forçado em Xinjiang e advertiram que vão adotar as “medidas necessárias” para proteger os interesses nacionais.

A reação surge depois de o Departamento de Segurança Interna norte-americano ter anunciado esta quarta-feira a inclusão da BGI Group, BGI Genomics e MGI Tech numa lista de entidades sujeitas a restrições de importação por alegadas ligações ao trabalho forçado.

A decisão, que entra hoje em vigor, impede a entrada dos produtos das três empresas nos Estados Unidos, salvo se os importadores demonstrarem que não foram produzidos com recurso a trabalho forçado.

Segundo Washington, as empresas participaram em atividades de recolha e análise de material genético em Xinjiang, que facilitaram a vigilância e repressão de minorias étnicas, incluindo os uigures.

O grupo BGI, sediado em Shenzhen e especializado em sequenciação genética, rejeitou as acusações e garantiu que nunca recorreu a trabalho forçado. A empresa afirmou ainda que as restrições não terão um impacto significativo nas suas operações.

A MGI Tech também contestou a decisão e anunciou que vai recorrer da inclusão na lista norte-americana, que passa a abranger 190 entidades.

As restrições foram adotadas ao abrigo da Lei de Prevenção do Trabalho Forçado Uigur, aprovada em 2021, na sequência de denúncias internacionais sobre detenções em larga escala, vigilância e trabalho forçado de minorias muçulmanas em Xinjiang, que Pequim rejeita.

A decisão surge num contexto de persistentes tensões comerciais e tecnológicas entre as duas maiores economias mundiais, apesar dos esforços de Pequim e Washington para estabilizar as relações bilaterais.

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