PSP reverte decisão e afinal drones podem voar no Rossio

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A carteira administrada é uma alternativa para quem deseja repassar a gestão dos seus investimentos a profissionais especializados, mantendo objetivos e expectativas de risco.
Nesse modelo, o investidor estabelece parâmetros para a administração dos recursos, enquanto uma equipe de gestão fica responsável por implementar a estratégia, acompanhar o mercado e realizar ajustes no portfólio.
A proposta é combinar planejamento patrimonial, disciplina na tomada de decisões e monitoramento contínuo.
Uma carteira administrada é um serviço de gestão profissional no qual um investidor passa a implementação e o acompanhamento de uma estratégia de investimentos a um gestor ou a uma equipe especializada.
A partir daí, as decisões são tomadas de acordo com um mandato previamente estabelecido, que define objetivos, limites de risco, necessidades de liquidez e outras condições relevantes para a administração do patrimônio.
Diferente de quem escolhe e acompanha individualmente cada aplicação, o cliente passa a contar com profissionais responsáveis pelas decisões operacionais recorrentes.
Mas isso não significa abrir mão das escolhas estratégicas: mudanças nos objetivos financeiros, na situação familiar ou na necessidade de recursos continuam sendo informações importantes para orientar a gestão e que o investidor deve informar aos especialistas.
O processo começa com o levantamento das necessidades do investidor e evolui para a construção de um portfólio compatível com suas prioridades. Embora os procedimentos variem conforme a instituição e o contrato, a gestão costuma envolver:
O trabalho do gestor não se limita a reagir às oscilações do mercado. Também envolve avaliar se a carteira continua adequada ao mandato, se a distribuição dos ativos permanece coerente com o risco estabelecido e se mudanças relevantes justificam uma revisão da estratégia.
A divisão de responsabilidades é um dos pontos centrais desse modelo. O investidor fornece as informações necessárias para a definição da estratégia e comunica alterações importantes em sua vida financeira. O gestor executa as decisões previstas no mandato e acompanha a evolução do portfólio.
Entre as decisões que dependem do investidor estão a definição de objetivos familiares, o planejamento para despesas futuras, a necessidade de liquidez, a moeda de referência e a tolerância a perdas.
Já a implementação das alocações, os ajustes periódicos e o acompanhamento das posições podem ser delegados.
A relação exige transparência, governança e alinhamento de interesses. Antes de contratar o serviço, é importante compreender os poderes concedidos ao gestor, os limites de atuação, os custos envolvidos e a frequência de prestação de informações.
Uma estratégia de investimentos não deve ser avaliada apenas pelo retorno potencial. A composição de uma carteira também precisa considerar a possibilidade de perdas, a disponibilidade dos recursos, os custos de implementação e as necessidades financeiras do investidor ao longo do tempo.
Um patrimônio destinado a despesas de curto prazo, por exemplo, pode exigir uma estrutura diferente daquela voltada à aposentadoria ou à formação de recursos para os filhos.
Da mesma forma, investidores com ativos distribuídos entre diferentes instituições podem precisar de uma visão consolidada dos riscos e da liquidez.
A diversificação ajuda a distribuir a exposição entre diferentes investimentos, mas não elimina os riscos nem garante resultados positivos. Por isso, a estratégia deve considerar tanto as condições de mercado quanto as características específicas do patrimônio.
O perfil de risco é um dos elementos utilizados para determinar a distribuição dos investimentos. Em linhas gerais, os investidores podem ser classificados em três grupos:
Essa classificação é uma referência, não uma regra absoluta. A capacidade financeira para suportar perdas, o prazo de cada objetivo e a necessidade de resgates também influenciam a escolha dos investimentos.
Uma carteira adequada precisa considerar o conjunto dessas variáveis, e não apenas uma resposta isolada a um questionário de perfil.
Além disso, a estratégia pode precisar de revisão quando mudam as circunstâncias financeiras ou os objetivos do investidor.
A Inter Asset oferece um exemplo de aplicação da gestão profissional por meio da Carteira Inteligente do Inter.
A solução reúne alternativas de portfólio estruturadas para diferentes perfis e estratégias, com acompanhamento especializado e diversificação dos investimentos.
A Carteira Inteligente tem 18 variações de carteira e prevê aporte mínimo de R$ 50 mil. A proposta é distribuir os recursos de acordo com o perfil do cliente e centralizar o acompanhamento dos investimentos em uma estrutura de gestão profissional.
Entre as características estão o monitoramento contínuo do portfólio, relatórios simplificados, gestão conduzida por comitê e acesso a fundos institucionais por meio de um fundo consolidador. A estrutura também busca eficiência de custos e tributária.
A instituição informa ainda que não há cobrança de taxa de performance no produto e que clientes com patrimônio superior a R$ 1 milhão podem contar com reuniões sob medida com a equipe de gestão.
A taxa de administração é definida em base anual, calculada sobre o patrimônio da carteira e cobrada diariamente. As condições aplicáveis devem ser verificadas na documentação vigente do produto.
A gestão profissional pode ser útil para investidores que desejam uma estratégia estruturada sem precisar acompanhar diariamente cada decisão de investimento. Entre os benefícios potenciais estão:
Por outro lado, a contratação envolve custos que precisam ser comparados com os benefícios esperados. A taxa de administração reduz o retorno líquido do investimento, e a ausência de taxa de performance não significa ausência de despesas ou garantia de rentabilidade.
Também é importante verificar a composição da carteira, os riscos dos ativos, as regras de resgate, os prazos de liquidação e as condições de tributação.
A gestão profissional não elimina a possibilidade de perdas, e resultados passados não asseguram desempenho futuro.
Agricultores despejaram esterco nas ruas de Turim nesta sexta-feira (30), em meio a manifestações que ocorreram em mais de 50 cidades da Itália.
Inspirados por uma onda de protestos semelhantes em outras partes da Europa, dezenas de milhares de italianos foram às ruas para se manifestar contra o aumento no custo de vida e a precariedade dos serviços públicos, como saúde e educação.
A mobilização nacional desta sexta-feira foi liderada pelo sindicato anticapitalista USB (Unione Sindacale di Base) e contou com a participação de trabalhadores dos setores público e privado.
Trabalhadores do setor de transportes também planejavam aderir aos piquetes, mas desistiram da ideia depois que o ministro dos Transportes, Matteo Salvini, ameaçou o setor com sanções.
O sindicato USB incentivou os taxistas a manterem as greves, apesar de terem recebido um aviso semelhante.
As maiores manifestações ocorreram em Milão, Turim e na capital, Roma, onde pessoas de todas as idades se uniram para expressar sua indignação contra a primeira-ministra Giorgia Meloni e seu governo.
Em Milão, manifestantes seguravam cartazes com palavras de ordem antigovernamentais; um deles dizia: “Vamos derrubar o governo Meloni — a rebelião é justa”. Em Nápoles, alguns manifestantes queimaram fotos da premiê.
O Ministério do Interior da Itália informou que prisões “preventivas” foram realizadas antes das marchas, com o objetivo de conter a violência. À exceção de alguns confrontos isolados, as manifestações transcorreram de forma majoritariamente pacífica ao longo da tarde.
Em Roma, quando alguns jovens tentaram incendiar uma caçamba de lixo, outros apagaram o fogo rapidamente, buscando evitar o tipo de violência que marcou protestos semelhantes na França.
Um forte sentimento antiguerra estava evidente, com muitos manifestantes agitando bandeiras palestinas durante a marcha. Outros seguravam faixas que se opunham aos gastos militares do governo.
Embora a paralisação desta sexta tenha ocorrido em nível nacional, as reivindicações variaram de um local para outro.
Na cidade de Gênova, no norte do país, trabalhadores portuários mobilizaram-se contra a “militarização” do porto, na tentativa de bloquear a exportação de armamentos fabricados na Itália para zonas de conflito, incluindo Israel.
Já na vizinha Bolonha, estudantes pediram ao governo que revisasse a política educacional.
Protestos se espalharam pela Europa nas últimas semanas, com centenas de milhares de pessoas exigindo ações governamentais para amenizar o aumento do custo de vida.
Na França, as manifestações começaram no final de setembro, com professores e estudantes protestando contra a falta de investimento na educação e as condições de trabalho precárias.
Desde então, os protestos ganharam força, passando a refletir preocupações mais amplas com o custo de vida.
Uma crise habitacional cada vez mais grave desencadeou manifestações na Espanha e em Portugal, com ativistas montando acampamentos nas praças centrais das capitais.
A Albânia tem registrado uma série de protestos antigovernamentais, com milhares de pessoas indo às ruas para denunciar uma suposta corrupção no governo e exigir a renúncia do primeiro-ministro Edi Rama.
E, na Sérvia, protestos de jovens conseguiram derrubar o líder do país, Aleksandar Vučić, no último fim de semana.
Análise: “Revolta por insatisfação social” caracteriza protestos na França


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A Embraer afirmou nesta sexta-feira que realizará um desdobramento (forward split) de seus American Depositary Shares (ADSs) e alterará a proporção entre seus ADSs e ações ordinárias no próximo mês. Esses recibos equivalem à ação americana da empresa aérea.
A nova relação passará da proporção atual de um ADS representando quatro ações ordinárias para um ADS representando uma ação ordinária.
A alteração, segundo a fabricante de aviões, será efetivada por meio de uma alteração ao Terceiro Contrato de Depósito Consolidado e Reformulado (Third Amended and Restated Deposit Agreement) da Embraer.
Em comunicado, a Embraer disse que cada titular registrado de ADSs ao término do pregão em 9 de novembro receberá, após o encerramento do pregão em 13 de novembro, três ADSs adicionais para cada ADS na data-base.
“Espera-se que a negociação dos ADSs, já ajustada ao desdobramento e sob a nova proporção, tenha início na abertura do mercado em 16 de novembro de 2026”, afirmou.
A companhia reforçou que a alteração da proporção não afetará as ações ordinárias subjacentes da Embraer, e nenhuma nova ação ordinária será emitida em conexão com essa alteração.
Brasil tem nova companhia aérea após autorização da Anac; conheça



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O Governo assumiu publicamente que as decisões da nova Comissão de Avaliação de Segurança do Ciberespaço (CASC), entidade que sucedeu ao organismo responsável pela decisão que expulsou a Huawei das redes 5G em Portugal, também são tomadas com base em critérios políticos, e não exclusivamente técnicos.
A orientação surge no mês em que o Ministério da Presidência confirmou ao ECO ter renovado as "restrições" inicialmente adotadas em maio de 2023, e que afetaram principalmente a empresa chinesa.
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