A Almargem – Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental do Algarve submeteu um parecer negativo ao projeto da Barragem da Foupana, cujo processo de Avaliação de Impacte Ambiental se encontra em consulta pública até sexta-feira, dia 16 de outubro.
Louisiana recently started executing death-row prisoners after more than 20 years of not doing so (save a “voluntary” execution in 2010, when a prisoner waived his right to appeal and said he wanted to die). John Corley, an award-winning writer who is incarcerated at Louisiana’s Angola prison, reflects on how MAGA politics have re-invigorated the practice of state killing in Louisiana and elsewhere, and what it means for the tenor of life in institutions like Angola:
Dalton Prejean Jr, who is serving time for manslaughter, found Hoffman’s execution particularly painful. When he was ten years old, in 1990, his father died in the penitentiary’s electric chair. “The day it all went down, it was almost like reliving the moments leading up to my father’s execution,” Prejean told me. “At ten o’clock the news reporter announced that Hoffman was dead. My heart skipped. I couldn’t believe they had actually killed somebody. Was what he did so bad that he just couldn’t be allowed to go on living? Wasn’t there anything about him that was redeemable?”
Twice a week, the inmate counsel substitute Gary Boudreaux makes rounds on the five death row tiers. He knows each of the surviving men housed there. “There was no tension on the row because the guys believed the execution wouldn’t happen,” Boudreaux said. “It had been so long, and they have good lawyers. They just didn’t think executions would come back.”
A week after the execution, Boudreaux returned to the row. The atmosphere was “totally different.” The men now knew that Governor Landry “is serious about executing people, and the state will execute people. There’s no doubt in their minds about that any more.”
O Senado deve votar em primeiro turno, nesta semana, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 e a passagem gradual da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial. A possibilidade foi anunciada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), após três sessões de discussão realizadas na última semana, entre terça-feira e quinta-feira, 8 de outubro. A tramitação foi marcada por críticas de aliados do senador e candidato a presidente da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ao momento escolhido para a análise da proposta, em meio ao segundo turno das eleições presidenciais.
Pelo rito regular, são necessárias cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno e outras três antes do segundo. Na última terça-feira, 6 de outubro, Alcolumbre afirmou a jornalistas que pretende cumprir integralmente as etapas regimentais, sem acelerar a tramitação. Se as cinco sessões de discussão forem concluídas, a matéria poderá ser submetida ao plenário em primeiro turno. A PEC precisa de pelo menos 49 votos favoráveis, entre os 81 senadores, em cada turno de votação.
A líder do governo Lula no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), articula a apresentação de um requerimento de calendário especial para acelerar a tramitação da proposta. A senadora informou que estava recolhendo assinaturas para apresentar o pedido, que permitiria reduzir as etapas regimentais e viabilizar a votação em dois turnos em um intervalo menor, ainda nesta semana.
Em entrevista na quarta-feira, 7 de outubro, Alcolumbre afirmou que “se o requerimento aparecer, eu vou colocar para deliberação, e o Plenário é soberano, a vontade da maioria vai prevalecer”. Sem a aprovação de um calendário especial ou a dispensa dos intervalos regimentais, a votação em segundo turno dependerá do cumprimento das três sessões adicionais de discussão.
A discussão ocorre após a aprovação da proposta pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, em setembro. O texto prevê uma redução gradual da jornada semanal, inicialmente para 42 horas e, posteriormente, para 40 horas, além de garantir dois dias de repouso remunerado, sendo um deles, preferencialmente, o domingo.
Na oposição, o líder Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, classificou a discussão como “oportunista” e acusou o presidente Lula (PT) de tentar recuperar apoio eleitoral com a pauta. A jornalistas, após reunião do bloco Vanguarda, formado por parlamentares conservadores, Marinho afirmou que o grupo quer o cumprimento do regimento antes de definir sua atuação na votação. Ele também criticou a falta de discussão sobre produtividade, qualificação profissional e diferenças entre as categorias de trabalhadores.
“Nós não somos contra nem a favor do fim da escala 6×1. Nós somos a favor de que haja uma jornada flexível”, afirmou Marinho. O senador defendeu que trabalhadores e empregadores tenham liberdade para negociar as condições de trabalho e argumentou que a imposição de um mesmo modelo para diferentes atividades pode prejudicar setores com regimes específicos, como plataformas de petróleo, aviação, segurança e saúde. Ao final da entrevista, contudo, ao ser questionado sobre a proposta em discussão, indicou que seria contrário ao texto nos moldes apresentados.
A posição defendida por Marinho se aproxima da proposta de flexibilização das jornadas apresentada por Flávio Bolsonaro, que também critica o momento da discussão e sustenta que as condições de trabalho devem considerar a negociação entre empregados e empregadores. O fim da escala 6×1 é uma pauta considerada positiva para o presidente Lula, candidato à reeleição, junto com Flávio Bolsonaro, no segundo turno. A alternativa se diferencia da PEC em análise no Senado, que estabelece limites constitucionais para a jornada e prevê dois dias de descanso remunerado. Apesar das críticas, a oposição ainda não havia anunciado uma posição conjunta definitiva sobre a votação.
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), aliada de Flávio Bolsonaro, também acusou o governo de utilizar a pauta eleitoralmente. “Todos nós aqui queremos o melhor para o trabalhador. Agora, o que o PT está fazendo é ridículo”, afirmou após a reunião do bloco. Para ela, a crítica não está relacionada à defesa do fim da escala 6×1, mas ao momento escolhido para a discussão. A senadora questionou por que a proposta não avançou antes do primeiro turno e acusou o governo de tentar associar a pauta à imagem de Lula como defensor dos trabalhadores.
Corrida eleitoral
As últimas tratativas sobre o fim da escala 6×1 ocorrem em meio à disputa presidencial do segundo turno, que terá novos confrontos entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Além de acompanhar a tramitação da PEC no Senado, a semana ainda será marcada por entrevistas dos candidatos e pela preparação para os últimos debates antes da votação, marcada para 25 de outubro. Na quinta-feira, 15 de outubro, Lula será entrevistado no Jornal Nacional, e Flávio Bolsonaro participará do mesmo programa na sexta-feira, 16. As entrevistas serão exibidas após o telejornal.
Lula e Flávio Bolsonaro foram convidados para um debate organizado pelo grupo O Momento da Decisão, formado por 11 veículos de comunicação, entre eles CNN Brasil, SBT, SBT News, Metrópoles, RedeTV! e VEJA+ na mesma quinta-feira, 15. No domingo.18 de outubro, às 20h, os candidatos têm outro debate marcado, desta vez promovido pela TV Band, com transmissão também por veículos parceiros.
Estão na agenda da semana de 12 a 18 de outubro:
TSE
Propaganda eleitoral no segundo turno (9 a 23/10): Candidatas e candidatos que disputam o segundo turno voltam a ter propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. A veiculação começou na sexta-feira (9) e segue até 23 de outubro, dois dias antes da votação.
Certidão de quitação eleitoral (12/10): Data-limite para o reinício da emissão de certidões de quitação eleitoral pela internet, pelo Sistema ELO e pelo e-Título.
Relatórios de auditoria do primeiro turno (14/10): Prazo final para os Tribunais Regionais Eleitorais encaminharem ao TSE os relatórios individuais de auditoria referentes ao primeiro turno das eleições.
Prestação de contas de campanha (15/10): Último dia para órgãos da Receita Federal e secretarias estaduais e municipais de Fazenda enviarem ao TSE arquivos com notas fiscais eletrônicas relativas a bens e serviços fornecidos às campanhas. A data também marca o prazo para o envio de informações sobre permissões de serviços públicos concedidas no período previsto no calendário eleitoral.
Restrição à prisão de candidatos (9 a 27/10): Desde sexta-feira (9), candidatas e candidatos que disputam o segundo turno não podem ser presos ou detidos, salvo em caso de flagrante delito. A regra vale até 27 de outubro.
DIREITOS HUMANOS
Câmara
Inclusão de pessoas com deficiência no trabalho (CICS, 13/10, 15h): A comissão também analisa o PL 6218/2025, que prevê medidas para incentivar a inclusão e a permanência de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, além do empreendedorismo em igualdade de condições.
Orientação acessível em edifícios públicos (CDU, 14/10, 10h): A comissão também analisa o PL 1233/2026, que propõe tornar obrigatórios sistemas de orientação por proximidade e realidade aumentada em edifícios públicos federais, para ampliar a autonomia de pessoas com deficiência e idosas.
Senado
Direitos das meninas (CDH, 15/10, 9h): Comissão debate os direitos das meninas, em referência ao Dia Internacional da Menina, celebrado em 11 de outubro. A audiência deve discutir desafios, avanços e lacunas nas políticas públicas voltadas à proteção integral de meninas no Brasil.
MEIO AMBIENTE
Câmara
Proibição de penas e plumas de origem animal (CICS, 13/10, 15h): A Comissão de Indústria, Comércio e Serviços analisa o PL 1097/2019, que proíbe em todo o país o uso de penas e plumas de origem animal na produção de fantasias e alegorias.
Transparência no reúso de água (CDU, 14/10, 10h): Parlamentares analisam o PL 6715/2025, que prevê a divulgação periódica de informações operacionais sobre o reúso de água realizado por condomínios.
POLÍTICA
STF
Contribuição previdenciária de produtores rurais (ADI 4395): A ação discute a constitucionalidade da contribuição previdenciária de produtores rurais pessoas físicas sobre a receita da comercialização da produção, conhecida como Funrural, e a responsabilidade das empresas compradoras pelo recolhimento do tributo.
Agenda da semana daPúblicaé um serviço apresentado aos leitores, concebido com base nas informações dos portais da Câmara, Senado e STF.
Hacia el año 400 a.C. Europa cambió, pero no lo hizo en una sola dirección. Atenas acababa de perder la guerra del Peloponeso (404 a.C.) y, según la tradición romana, los galos saquearían Roma en torno al 390 a.C. Más al norte, las comunidades de la Edad del Hierro reaccionaban de maneras casi opuestas. En […]
Por Juan Manuel de Prada Lo ocurrido durante los últimos días nos demuestra que España es un pueblo en manos de demagogos, que pueden modelarlo como plastilina y conducirlo hacia…
Por Juan Manuel de Prada No me dirijo a esos pipiolos que gastan fachaleco y pulserita con la bandera rojigualda, que tan beneficiosos resultan a tus propósitos, pues distraen la…
Dall’addio di Anthony Vaccarello a Saint Laurent al primo PoloFest di Ralph Lauren, passando dalla beffa di Telfar tra Parigi e Brooklyn fino alla mostra di Boucheron da Christie’s a New York. Ecco le nostre notizie di moda di questa settimana, in breve. Gap ha creato una capsule in collaborazione con il Whitney Museum of […]
Cuando se habla de la tecnología de los neandertales, casi siempre se habla de piedra: puntas, raspadores, lascas talladas. Tiene su lógica, porque la piedra aguanta cientos de miles de años y la madera casi nunca llega a nuestros días. Un palo enterrado se pudre en poco tiempo, así que durante décadas hemos reconstruido la […]
Il bollo auto dovrebbe ripagare la società nel suo insieme dai danni, non solo ambientali, che l’utilizzo dei veicoli produce. Perciò, in vari paesi europei l’importo della tassa di circolazione tiene conto delle emissioni di CO2. Ma non in Italia.
Hace unos 3.700 años, quien cruzaba la gran sala de La Almoloya, en lo alto de un cerro de Sierra Espuña, tenía que pasar por encima de un hombre. Estaba enterrado justo en el punto de paso entre las dos mitades de la estancia, con la parte baja del cuerpo bajo el hogar y la […]
Após o primeiro turno das eleições, o Senado Federal volta a discutir o fim da escala 6×1 a partir desta terça-feira, 6 de outubro. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais, com a possibilidade de dois dias de repouso remunerado. O Plenário realiza sessões para debater a PEC também na quarta-feira e na quinta-feira, 8 de outubro, a partir das 14h.
A análise entra na agenda do Plenário após negociações na última semana entre o presidente Lula e a cúpula do Senado para destravar o andamento da PEC. Em nota à imprensa, postada na Agência Senado, Davi Alcolumbre (UNIÃO-AP) afirma que a decisão surge a partir da “ampla relevância para a sociedade brasileira”.
Também nesta terça-feira, 6, cumprindo a Medida Provisória nº 1.394/2026, assinada por Lula, as empresas de apostas e as fintechs deverão terminar suas atividades e informar às instituições financeiras sobre os saldos dos clientes que não sacaram seu dinheiro até essa segunda-feira, prazo final para brasileiros sacarem o dinheiro dos aplicativos. Entre os dias 9 e 14 de outubro, as empresas deverão restituir dinheiro aos apostadores.
Corrida Eleitoral
Com a definição de um segundo turno entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a presidência da República, os outros candidatos começam a discutir seu apoio para o segundo turno, dia 25 de outubro. O candidato Augusto Cury (Avante) disse que não pretende continuar na política e declarou que não vai apoiar ninguém para o segundo turno.
O mesmo ocorreu com Renan Santos (Missão), que não declarou seu apoio, mas, em live na segunda-feira, 5 de outubro, afirmou que seus eleitores podem escolher em quem votar. Ronaldo Caiado (PSD) comunicou que não irá declarar seu apoio sem antes se reunir com o presidente do partido, Gilberto Kassab. Sem posicionamento direto de apoio ao candidato Flávio Bolsonaro, Romeu Zema (Novo) declarou que vai estar contra o PT.
Com um período mais curto para o segundo turno, Lula, que teve 45,16% dos votos, em seu discurso pós-apuração declarou que irá começar com uma nova campanha. Para o presidente, o segundo turno irá mostrar “a verdadeira democracia do Brasil”. Nesta segunda-feira, 5, o presidente se reuniu com apoiadores para discutir novas estratégias de campanha.
Em contrapartida, Flávio Bolsonaro comemorou o resultado nas urnas. Nesta segunda-feira, o senador se encontrou com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ambos reeleitos, para discutir sobre as estratégias de campanha para o segundo turno.
Estão na agenda da semana de 6 a 10 de outubro:
TSE:
Salvo-conduto (06/10): último dia em que o documento de salvo-conduto, emitido pela Juíza Eleitoral, protege a integridade de eleitores que sofreram ameaças ou agressões para influenciar seu voto.
Eleitor pode ser preso (06/10): Fim do período em que eleitores não poderiam ser presos.
Justificativa do mesário (07/10): último dia para os mesários justificarem abandono do trabalho durante a votação.
Cadastramento (08/10): início do cadastramento das Mesas Receptoras de Justificativa e alocação temporária de seções para o segundo turno.
Propaganda eleitoral (09/10): Início da propaganda eleitoral nas rádios e na televisão.
Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) (09/10): Último dia para a transferência, pelas agremiações, de recursos do FEFC destinados às candidatas e aos candidatos a cargos majoritários que concorram ao segundo turno.
Candidatos não podem ser presos (10/10): A partir desta data, candidatos que vão disputar segundo turno não podem ser presos, exceto em prisão em flagrante.
STF:
Exclusão de créditos (RE 835818, 07/10, 14h): Recurso Extraordinário avalia se há possibilidade de exclusão os créditos presumidos de Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS, do cálculo do PIS e da Cofins.
Subordinação dos policiais penais (ADI 7781, 07/10, 14h): Ação direta discute constitucionalidade da lei de São Paulo em subordinar a polícia penal à Secretaria de Segurança da Administração Penitenciária.
Cargos em Comissão (ADI 7512, 07/10, 14h): Ação Direta de Inconstitucionalidade questiona a validade da lei amazonense, Lei Estadual 3.147/2007, que estabelece 10% dos cargos em comissão para servidores de carreira.
Expurgos inflacionários (RE 1141156, 07/10, 14h): volta a julgamento recurso extraordinário que discute a validade da inclusão dos expurgos inflacionários na correção monetária de depósitos judiciais.
Adicional de Insalubridade (ADPF 1181, 07/10, 14h): Governo Estadual do Espírito Santo entra com ação contra decisão da Justiça do Trabalho em obrigar o governo a pagar adicional de insalubridade de 20% para merendeiras e auxiliares de serviços gerais terceirizados da rede pública de ensino.
Agenda da semana daPúblicaé um serviço apresentado aos leitores, concebido com base nas informações dos portais da Câmara, Senado e STF.
Más de 5.000 huesos rescatados de los basureros de un barrio del Cerro de San Vicente, en Salamanca, permiten reconstruir cómo comía hace unos 2.600 años un grupo familiar acomodado. Según un estudio publicado en Archaeological and Anthropological Sciences, los animales jóvenes, los équidos y las tortugas llegaban al plato solo en contextos rituales o […]
Nos dias 3 e 4 de outubro, no Parque Ribeirinho Poente, realiza-se, em versão ampliada e renovada, a 4.ª edição do festival FÉRTIL, uma coprodução entre a associação MOCES e o Município de Olhão, com entrada livre e dirigido a toda a comunidade. É uma aposta estratégica da autarquia numa programação cultural mais diversificada e eclética, a pensar em diferentes públicos e temas/formatos/linguagens, mas constitui também um declarado alinhamento municipal com as temáticas da criatividade, sustentabilidade, saúde e bem-estar, economia circular e reconexão com a natureza.
O Fértil estrutura-se em torno de quatro grandes pilares – Ambiente, Comunidade, Cultura e Inovação – que atravessam toda a programação e procuram criar um espaço de encontro, partilha, aprendizagem e participação. Ao longo dos dois dias, o público poderá encontrar uma programação multidisciplinar que cruza música, conversas, palestras, workshops, cinema, exposições, atividades para famílias, bem-estar, mercado criativo e gastronomia.
Esta nova etapa da história do festival é marcada pela transição do evento para o Parque Ribeirinho Poente, junto à Ria Formosa, encontrando neste novo espaço uma oportunidade para crescer, experimentar novas formas de programação e reforçar a ligação ao território.
Programação
A música continua a ser uma das grandes formas de encontro no FÉRTIL. No dia 3 de outubro, sobem ao palco os Sensible Soccers, enquanto no dia 4 de outubro será a vez de Rossana apresentar o seu trabalho. A programação musical conta ainda com DJ sets de Pedro Ramos, que também se associa ao festival através da Rádio Futura, e de Joana de Verona, aka Makumbeat, trazendo diferentes ritmos e ambientes para acompanhar o final das tardes e as noites do FÉRTIL.
Além do palco principal, o evento dispõe de três zonas temáticas dedicadas ao Ambiente, Comunidade e Inovação, onde, de modo descontraído, é apresentada uma programação (através de conversas, palestras e workshops) que pretende questionar, aprender, partilhar conhecimento e fomentar a participação ativa, abordando temas como as “Aldeias do Futuro”, a ideia de que a Educação é a primeira infraestrutura da sustentabilidade, a economia circular, a alimentação consciente, o planeamento e gestão de uma agrofloresta e o movimento Solar Punk.
Também as famílias têm um espaço próprio no FÉRTIL. A Associação Rotinas Selvagens será responsável pela dinamização da área dedicada às crianças e famílias, com atividades e momentos de entretenimento ao longo da tarde. A proposta é simples: criar espaço para brincar, explorar, experimentar e estar em conjunto, envolvendo diferentes gerações na experiência do festival.
Healing, criatividade e sustentabilidade nos pequenos gestos
De destacar ainda a Healing Area, dinamizada pela Positive Hands, que ocupa duas casas de madeira especialmente preparadas para acolher um conjunto de experiências dedicadas ao bem-estar e ao autocuidado. O público poderá descobrir diferentes propostas, entre massagens, terapias, consultas de tarot e outras práticas, num espaço pensado para abrandar, cuidar e recarregar energias ao longo do festival.
A criatividade volta também a ocupar um lugar central no FÉRTIL através do Artists & Fleas, que reúne projetos e criadores num mercado dedicado à produção independente, ao design, à arte e ao empreendedorismo criativo.
Na área da alimentação, o festival recebe food trucks e restaurantes com propostas diversificadas, procurando privilegiar uma abordagem mais consciente e sustentável à comida e ao consumo. No FÉRTIL, a sustentabilidade também está nos pequenos gestos. Em vez dos habituais copos de plástico reutilizáveis, o festival mantém os seus já caraCterísticos copos de barro com o selo FÉRTIL, que acompanham o evento desde as primeiras edições. E porque reutilizar é, antes de mais, usar o que já existe, o público é também convidado a trazer o seu próprio copo de casa. Uma solução simples que reduz resíduos e torna a experiência do festival ainda mais consciente.
Rede alargada de parceiros e com maior envolvimento empresarial
Reforçando a intenção de envolver ativamente a comunidade local e a região, o FÉRTIL criou uma rede partilhada de parceiros, entre eles a Fesnima, a CCDR Algarve, a Região de Turismo do Algarve, a Algarve Evolution e as empresas Necton, Viveiros Monterosa, Kodis e Coca-Cola, para além do Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes. A estas entidades junta-se ainda um universo crescente de organizações, projetos e pessoas que acreditam na importância de criar espaços de encontro, conhecimento e transformação no território algarvio.
O festival acontece entre as 14:00 e as 23:00 dos dias 3 e 4 de outubro, com entrada livre. Toda a programação pode ser consultada no website do evento, em www.fertil.pt.
Ghana has rejected a proposed health compact with the United States that would have provided an estimated $109 million in US health funding over five years, with President John Dramani Mahama saying the agreement raised serious concerns over health data, financing obligations, and Ghana’s regulatory authority.
The decision places Ghana among a few African countries that have pushed back against new US health agreements introduced as Washington restructures its foreign assistance following the dismantling of USAID. Zimbabwe has also rejected a similar agreement, while Zambia has raised concerns over provisions in its negotiations with the United States.
Ghana raises concerns over health data
Speaking at the Council on Foreign Relations in New York on September 25, Mahama said the proposed compact was presented to Ghana as a replacement for health funding previously provided through USAID.
He said Ghana’s Ministry of Health reviewed the document before preparing a Cabinet Information Paper.
“Ghana is a sovereign nation, and we have our own processes. We are a democratic country,” Mahama said.
According to the President, the Cabinet identified several provisions that raised concerns, particularly those relating to Ghana’s health information.
“One, it says that we shall give the United States our pathogen profile,” he said, adding that the agreement also required Ghana to provide medical records.
“It also says we should give our medical records. I mean, who takes another country’s medical records? And so that was strange.”
Concerns over health-data sharing have been central to resistance to the new US health agreements in several African countries.
No FDA inspection
Mahama also raised concerns about the treatment of medicines and other medical products supplied under the proposed arrangement.
He said Ghana would have been required to contribute funding to the program while, according to his account of the compact, the country’s Food and Drugs Authority would not have been able to inspect medicines or other medical products entering Ghana under the program.
“And then it also says that any medications or any medical products that shall be brought into our country, our Food and Drugs Administration has absolutely no right to inspect,” Mahama said.
“I mean, it was humiliating.”
Ghanaian officials had previously cited concerns about the proposed handling of sensitive health information as a reason for rejecting the agreement. Reporting on the negotiations also indicated that the proposed arrangement would have required additional investment from Ghana alongside the US contribution.
Cabinet rejected the agreement
Mahama said the proposal was rejected after the Health Ministry presented its assessment to the Cabinet.
He described the decision as unusually swift.
“It was the compact that was thrown out in record time in our Cabinet. I’ve never seen anything thrown out as fast as that.”
He said the government subsequently instructed the Health Minister to communicate Ghana’s position to the US ambassador.
“And so, of course, we rejected it. And we asked the health minister to inform the US ambassador that we didn’t need it. We’ll manage ourselves.”
The proposed agreement would have provided Ghana with about $109 million in US health assistance over five years. The negotiations had begun in late 2025.
A wider concern over health sovereignty
Ghana’s decision comes as the United States seeks to shift its approach to global health cooperation. The new US strategy places greater emphasis on recipient countries taking responsibility for financing and delivering health programs, while Washington reduces its traditional aid commitments.
Kenya became the first African country to sign the agreement which was challenged in court, followed by similar arrangements with Rwanda, Liberia, Uganda, Lesotho and Eswatini, among other countries. Ravi Ram from the People’s Health Movement (PHM) East and South Africa, told BreakThrough News in December 2025, that “Bilateral agreements between the US and Kenya and other African countries are meant to limit the ability of any one ‘partner’ country to challenge the terms of implementing the agreement, due to the unequal power relations.”
The concerns among health activists and concerned Africans is the ability of African states to determine their own health priorities, regulate medicines, control sensitive health information, and collectively negotiate the terms of international health cooperation.
Hace unos 30 millones de años, en los alrededores de lo que hoy es Vallbona de les Monges (Lleida), merodeaba un animal corpulento de cabeza larga, pómulos muy salientes y mandíbulas formidables con dientes grandes y afilados. Los paleontólogos lo han llamado popularmente cerdo del infierno, un mote que despista, porque su parentesco con los […]
Après avoir publié en 2025 le classique de l'historien du Guyana, Comment l'Europe sous-développa l'Afrique, les Éditions B42 rendent disponible en français The Groundings With My Brothers, paru à Londres en 1969. La traduction a choisi « dialogue » pour groundings, mot qui contient à la fois l'idée d'un ancrage et une référence à la culture rastafari dans laquelle « le terme créole “groundation” décrit une forme d'assemblée dans laquelle les membres de la communauté s'engagent dans une discussion ». Ce recueil est une compilation de discours de l'intellectuel guyanien Walter Rodney (1942-1980), liés à la Jamaïque, un pays dont il est chassé en 1968. C'est pendant la période où il a enseigné à l'université de Kingston que l'historien, militant de la cause noire, consolide sa conception et sa pratique de l'intellectuel engagé dans la lutte contre les oppressions, partageant ses connaissances dans les ghettos de l'île. Une position dont il ne se défera pas et qui peut être résumée selon ses termes : « Le Black Power doit s'efforcer de transformer les membres de l'intelligentsia noire en serviteurs des masses noires. »
Os meses de janeiro e fevereiro deste ano ficaram marcados por tempestades e intempéries que causaram danos um pouco por todo o país, incluindo no concelho de Castro Marim.
Para recuperar, o Município de Castro Marim assinou na segunda-feira, dia 21 de setembro, um acordo com o Governo português para requalificar o cais da Foz de Odeleite, com um financiamento de cem mil euros.
A requalificação do cais da Foz de Odeleite inclui a regularização e beneficiação do acesso e da infraestrutura ribeirinha, a melhoria das condições de circulação e segurança para utilizadores, serviços de manutenção e meios de emergência e Proteção Civil.
Através destas intervenções, pretende-se valorizar as condições de acesso e fruição da frente ribeirinha do rio Guadiana, beneficiando cerca de 700 pessoas.
Este contrato-programa entre o Fundo Ambiental, a Agência Portuguesa do Ambiente e o Município de Castro Marim, faz parte do programa Territórios Resilientes – Intervenções de restabelecimento dos territórios ribeirinhos e das zonas costeiras, com o objetivo de executar as obras nas áreas afetadas por situações de cheia ou inundação.
A assinatura do acordo contou com a participação da Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho.