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Uma no cravo e outra na ferradura resolve crise das casas?

Entre o silêncio calculado em Belém, os aplausos do Governo à atuação policial e protestos nas ruas sem casas à vista, o panorama político nacional prova que gerir a crise é melhor que resolvê-la.

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Confrontos no Brasil nas urnas e em Portugal pela habitação

Em portugal, Ferro Rodrigues propõe o Bloco Central, Luís Neves dá "cacetadas" nos protestos e os polícias dão nos manifestantes. Já no Brasil, Flávio Bolsonaro à frente da corrida. 

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Montenegro no "esconde-esconde" e Seguro a mandar no palácio

Com o primeiro-ministro em parte incerta e a visitar escolas em segredo, o Presidente cansou-se de esperar, convocou a "trupe" toda para Belém e decidiu mostrar quem é que "manda".

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Não tem casa? Experimente dividir uma sardinha por dez

A teoria do sacrifício prega que poupar no almoço garante habitação própria: o drama é que, com salários baixos e preços a subir sete vezes mais, nem isso parece ser suficiente.

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Lei da habitação: afinal as casas nascem no Parlamento?

Com a nova lei das rendas, o Parlamento provou ser especialista em erguer decretos no papel. Enquanto isso, a irrisória coima de 255€ a CR7 obriga-o a trabalhar quase um minuto inteiro para a pagar.

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A privatização da TAP vem com aeroporto na mala?

A venda de metade da companhia aérea traz na bagagem a promessa de uma nova pista. Ainda, a acumulação de detritos nas ruas serve de pretexto para apontar o dedo ao sistema Volta.

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A carga policial no Porto foi uma intervenção proporcional?

O desmantelamento de tendas às três da manhã gera controvérsia na opinião pública. Aponta-se o incumprimento de regras e horários, criticando-se o excesso de força.

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A Lufthansa fica com os aviões e o Estado guarda as dívidas?

Os cofres públicos a guardar o buraco das dívidas de 3200 milhões e a TAP a voar para a Alemanha. Ter duas companhias públicas e continuar a pagar voos caros aos Açores é obra.

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A venda da TAP vai mesmo recuperar os milhares de milhões?

Privatização promete reaver investimento público até 2040. Desconto no IRS em novembro garante liquidez às famílias, mas gera custos de gestão para patrões antes do regresso das tabelas normais.

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Proibir o Chega em Coimbra: democracia ou tiro no pé?

Ataques à maternidade de Rita Matias, o veto antidemocrático ao Chega em Coimbra e demissões no MAI. E ainda o metro a andar a passo de caracol. 

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