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Flávio Bolsonaro dificilmente controlará direita dos EUA, diz especialista

A decisão de Flávio Bolsonaro (PL) de iniciar uma liderança política fora do Brasil gerou análises sobre os limites e os riscos dessa estratégia.

Para Leandro Gabiati, cientista político e diretor da Dominium, ao WW, a iniciativa é calculada, mas enfrenta obstáculos estruturais significativos.

Poder exige presença física, diz especialista

O principal obstáculo apontado por Gabiati é a dificuldade de exercer influência política à distância. Para ele, o poder se constrói a partir de vínculos de confiança, e esses vínculos dependem de contato presencial.

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“O poder se exerce a partir de vínculos de confiança, e a confiança só se constrói estando fisicamente e presencialmente para apertar uma mão e fechar um acordo”, declarou.

“Neste momento, eu duvido que o Flávio tenha essa capacidade”, completou.

Gabiati avalia que a movimentação não foi uma decisão isolada de Flávio, mas sim uma escolha negociada dentro do núcleo familiar.

“Isso aqui não foi só uma escolha do Flávio, foi uma escolha negociada com Jair e com Eduardo, talvez até com Carlos”, afirmou.

Segundo ele, esse grupo toma decisões em conjunto, ainda que nem sempre de forma plenamente racional.

O especialista também traçou um paralelo com a líder venezuelana María Corina Machado, que exerceu liderança política de fora de seu país.

No entanto, Gabiati fez questão de ressaltar que o Brasil está muito longe de ser uma Venezuela, apesar dos atritos institucionais existentes.

“A partir desse movimento dos Bolsonaro, o Brasil ganha sua Corina Machado versão brasileira”, disse.

PL sem liderança pode perder poder institucional

Outro ponto destacado por Gabiati diz respeito ao Partido Liberal.

Com 121 deputados, o partido detém a maior bancada da Câmara, superando até mesmo o PFL no auge de sua força, no governo Fernando Henrique Cardoso, quando contava com 105 deputados.

No entanto, o cientista político alerta que esse poder eleitoral pode se perder sem uma liderança capaz de coordená-lo. “O grande problema aqui é que o PL tem a maior bancada da Câmara, mas hoje não tem líder”, afirmou.

Segundo ele, sem capacidade de coordenação, todo esse poder eleitoral corre o risco de não se converter em poder institucional na Câmara e no Senado.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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PS e Chega insistem em menos IVA nos combustíveis e alimentos

A redução dos impostos sobre os combustíveis e o regresso do IVA zero para bens alimentares essenciais prometem ser dois dos principais cavalos de batalha da oposição na especialidade. Tanto Chega como PS querem forçar estas alterações no Orçamento do Estado para 2027.

Haver vontades semelhantes não significa, porém, que haja sempre coligações negativas, apesar de no passado ter havido convergência pontual (para eliminar portagens nas antigas SCUT ou congelar propinas). As duas propostas do Chega para o IVA dos combustíveis e do cabaz alimentar foram, aliás, chumbadas no Parlamento a 24 de setembro, antes da entrega do OE2027, com votos contra do PS.

No caso dos combustíveis, Ventura desafiou José Luís Carneiro durante o debate na generalidade, esta quarta-feira, para que cheguem a um entendimento: “O PS dizia que não o podia fazer porque havia a norma-travão, que impedia o aumento das despesas orçamentais [no ano abrangido pelo Orçamento em curso]. Durante a especialidade não há norma-travão, portanto, podemos agora fazer a redução do IVA dos combustíveis”, afirmou.

Está em causa a redução do IVA de 23% para 13%, aplicado à gasolina, ao gasóleo e a outros combustíveis líquidos destinados ao uso rodoviário. O projeto de lei, que previa que a medida vigorasse durante 12 meses, com possibilidade de renovação, tinha um custo de 1.200 milhões, segundo o Governo. O diploma do cabaz alimentar, estimou ainda o Executivo, implicaria outros 800 milhões.

Ventura vai agora insistir com as duas propostas, confirmou fonte do grupo parlamentar do Chega ao Jornal Económico.
Da mesma forma, fonte do grupo parlamentar do PS disse aoJE que o partido vai “insistir com as medidas” que tinham sido chumbadas, mas sempre “assegurando o equilíbrio orçamental” — uma nuance introduzida pelo partido na semana passada (ver caixa). Acrescentou ainda que o PS vai querer “suspender as comissões bancárias por reembolso antecipado do crédito à habitação”.

Apesar de José Luís Carneiro ter garantido no plenário que vai resgatar as propostas chumbadas ao longo do ano “sobre os combustíveis, os bens alimentares e os setores mais expostos a esta crise”, não é ainda claro se as propostas ficarão intactas ou se haverá ajustamentos para evitar novos chumbos e poder cumprir a garantia que deu ao Governo de que não vai pôr em causa o excedente orçamental.

O PS defendeu em setembro um alívio fiscal nos combustíveis equivalente à redução em 10 pontos percentuais na taxa de IVA, mas concretizado através do ISP(Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos). A medida, que teria apenas um horizonte trimestral e avaliação mensal, estava incluída num pacote mais abrangente, estimado em 132 milhões de euros por mês. Também o regresso do IVA zero seria feito durante três meses renováveis, com monitorização de preços e margens.
As propostas do PS e do Chega fizeram parte de um conjunto mais alargado de projetos de lei e de resolução (14 no total) que vários partidos da oposição apresentaram para mitigar o aumento do custo de vida, mas ficaram todos pelo caminho.

A promessa de Ventura
Outra potencial coligação negativa ficou à vista no encerramento do debate na generalidade. José Luís Carneiro acusou o Governo de fazer aumentos de impostos “à calada”, porque “foram mudadas cinco vezes as portarias que aumentaram a carga dos impostos sobre os combustíveis dos portugueses”. Deixou, por isso, a garantia de que o PS avançará na especialidade com “uma norma que levará a um princípio político fundamental: não haverá aumento de receita fiscal à custa dos sacrifícios dos portugueses”, afirmou.

Ventura reagiu, dizendo esperar que Carneiro “tenha uma norma mesmo inteligente”, porque o Governo espera arrecadar “mais 4 mil milhões de euros no próximo ano” em impostos.E, se esse for o caso, garantiu que vai viabilizar a proposta.

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Aliados do PL veem incerteza em próximos passos com fuga de Flávio

A fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos abriu uma frente de incertezas entre aliados. No PL, parlamentares tentam entender os próximos passos da família Bolsonaro, enquanto parte da sigla já dá sinais de tentar buscar maior moderação.

Em meio às dúvidas sobre o futuro político de Flávio a partir de solo americano, o partido também procura se reorganizar e fazer contas para outras disputas de peso: as presidências do Senado e da Câmara dos Deputados.

Aliados de Flávio no Brasil ainda buscam respostas para as várias interrogações sobre a estratégia da direita e sobre quem vai efetivamente conduzir as articulações do grupo daqui para frente.

Há um consenso de que a fuga do senador dificulta as interações e negociações com a própria bancada do PL. Para parte dos aliados, trata-se de um capital político de quase 60 milhões de votos que corre o risco de ficar subutilizado ou até esfacelado.

Embora apoiem a tese de perseguição política, correligionários de Flávio ainda esperam um sinal mais claro de como se posicionar, especialmente depois da visita do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, ao ex-presidente e pai de Flávio, Jair Bolsonaro (PL), em prisão domiciliar, nesta quinta-feira (29).

Uma reunião do PL na próxima semana deve servir para esclarecer melhor o cenário aos que permanecem no Brasil. Enquanto isso, Valdemar já deixou claro que considera necessário “tocar o partido para frente”.

“É lógico que ninguém concorda com isso. Nós queremos tocar o país para frente. Queremos tocar o partido para frente. Esse é o nosso objetivo e vamos tocar. Ninguém aprovou a carta”, afirmou Valdemar.

Nos bastidores, uma ala do PL defende um caminho de moderação, distante do teor golpista da carta de Flávio. A preocupação ocorre especialmente em um momento em que o partido precisa preservar a unidade, diante de suas bancadas recordes, e evitar que as incertezas sobre a família Bolsonaro contaminem outras articulações políticas.

Entre elas estão as negociações para as presidências da Câmara e do Senado. Partidos do centrão já discutem a definição dos comandos e a distribuição de espaços nas duas Casas para os próximos dois anos.

Uma das incógnitas é o quanto a crise vai afetar as ambições do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, de assumir a Presidência do Senado. Ele segue demonstrando apoio ao senador ao sustentar a tese de perseguição política, mas está entre os aliados que desaprovam qualquer dúvida sobre a integridade da eleição.

O caminho até o comando do Senado, porém, já tem outros obstáculos. Marinho enfrenta a concorrência interna na direita da senadora Tereza Cristina (PP-MS), também interessada na cadeira hoje ocupada por Davi Alcolumbre (União-AP). O atual presidente da Casa, por sua vez, já se movimenta para permanecer no cargo, visando o apoio do centrão e de governistas.

Nesse cenário, ainda não está claro se o PL conseguirá unificar a direita em torno de Marinho e construir uma frente capaz de ameaçar a reeleição de Alcolumbre.

Enquanto tenta preservar espaço no jogo político em Brasília, o grupo de Flávio também precisa administrar a repercussão dos episódios envolvendo a carta de teor golpista.

Nesta quinta-feira, um aliado do senador nos Estados Unidos chegou a atribuir à inteligência artificial a inclusão do termo “presidente eleito” e o uso do antigo brasão do Brasil em uma das versões da carta divulgadas por Flávio. A explicação foi logo questionada nas redes sociais.

No cenário internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar as eleições brasileiras. Apesar das declarações, Trump tem adotado cautela em suas manifestações e não deve reconhecer Flávio como presidente legítimo.

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Fachin arquiva investigações e avança no fim do inquérito das fake news

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, arquivou ou declarou encerradas ao menos oito investigações derivadas do inquérito das fake news em decisões divulgadas entre terça (27) e quinta-feira (29). Ele pretende analisar todos os casos pendentes antes de arquivar de vez a apuração, aberta em março de 2019 e conduzida por mais de sete anos pelo ministro Alexandre de Moraes.

Fachin assumiu a relatoria em 9 de setembro, ao retirar Moraes do caso, e identificou 104 procedimentos vinculados ao inquérito. Seu plano é separar os que podem ser encerrados daqueles que ainda dependem de diligências da Polícia Federal ou de manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República).

Só então deve determinar o arquivamento definitivo e liberar a íntegra dos autos. Não há prazo para concluir o trabalho.

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Na segunda (26), o ministro arquivou, a pedido da PGR, a investigação contra o pastor Silas Malafaia por suspeita de coação no curso do processo, crime atribuído a Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo. Para a PGR, as mensagens mostram que o pastor deu sugestões de estratégia e ofereceu ajuda a Jair Bolsonaro, mas não que isso tenha influenciado a atuação da dupla nos Estados Unidos.

Com o arquivamento, caem as cautelares impostas a Malafaia, como a proibição de deixar o país e de contatar outros investigados. Fachin também mandou devolver os bens apreendidos, entre eles o passaporte, retido em agosto de 2025, quando ele voltava de Portugal.

Também na terça, Fachin encerrou o inquérito sobre a atuação de Eduardo Bolsonaro nos EUA para pressionar ministros do STF e articular sanções contra o Brasil. Para o ministro, a apuração já cumpriu sua finalidade.

A investigação originou a ação penal em que o ex-deputado foi condenado pela Primeira Turma, em 16 de junho, a quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto, por coação no curso do processo. A pena passou a ser cumprida em outubro, após o trânsito em julgado. Eduardo vive nos EUA, onde obteve green card em julho.

Ainda na terça, o ministro reconheceu a prescrição do crime de incitação atribuído ao jornalista Guilherme Fiuza e arquivou outra frente contra ele, por suspeita de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Nesta quinta, foram encerradas cinco investigações, por prescrição, falta de provas, impossibilidade de identificar os responsáveis ou duplicidade de apurações. Entre elas:

  • Rui Costa Pimenta (PCO): reconhecida a prescrição do crime de incitação, por publicações de 2022 com ataques ao Supremo;
  • Gilson Machado: a PGR não viu elementos mínimos para sustentar a suspeita de que ele tentou ajudar o tenente-coronel Mauro Cid a obter passaporte no Consulado de Portugal, em Recife;
  • Flávia Cordeiro Magalhães: a PGR apontou fragilidade das provas; Fachin revogou a prisão preventiva e as restrições migratórias impostas a ela;
  • Telegram: a investigação sobre mensagens antissemitas e ameaças a ministros foi arquivada porque a plataforma disse não ser possível identificar os administradores do grupo sem o número de telefone vinculado às contas;
  • Alex Brasil: o deputado estadual era investigado por publicações sobre o sigilo do voto em 2022, mas os mesmos fatos já haviam sido apurados em outro caso.

Nos arquivamentos por insuficiência de provas, Fachin ressalvou que as investigações podem ser reabertas se surgirem novos elementos.

Inquérito com os dias contados

Tramitando há sete anos e desde então sob sigilo, as investigações já miraram empresários, políticos, jornalistas, usuários das redes sociais e, agora, os próprios ministros do STF.

A abertura do processo ocorreu em 14 de março de 2019, por determinação do então presidente do STF, ministro Dias Toffoli. A relatoria foi atribuída diretamente a Moraes por escolha de Toffoli, sem a realização de sorteio prévio ou distribuição por livre concorrência entre os demais integrantes do tribunal. O modelo depois foi validado pelo plenário do STF.

Além disso, a investigação foi instaurada de ofício, dispensando a provocação inicial da PGR.

Conforme o despacho de abertura, o objetivo do inquérito das fake news é:

“A investigação de notícias fraudulentas (fake News), falsas comunicações de crimes, denunciações caluniosas, ameaças e demais infrações revestidas de animus caluniandi, diffamandi ou injuriandi, que atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo Tribunal Federal, de seus membros, bem como de seus familiares, quando houver relação com a dignidade dos Ministros, inclusive o vazamento de informações e documentos sigilosos, com o intuito de atribuir e/ou insinuar a prática de atos ilícitos por membros da Suprema Corte, por parte daqueles que tem o dever legal de preservar o sigilo; e a verificação da existência de esquemas de financiamento e divulgação em massa nas redes sociais, com o intuito de lesar ou expor a perigo de lesão a independência do Poder Judiciário e ao Estado de Direito.”

O contexto que levou à abertura do caso era um aumento de ataques ao Supremo, com incitamento ao fechamento da Corte, ameaças de morte ou de prisão de seus integrantes e defesa do descumprimento de suas decisões.

Pouco mais de um ano após sua abertura, em junho de 2020, o plenário do STF confirmou a validade do inquérito por 10 votos a 1.

O único a divergir foi o então ministro Marco Aurélio. Ele entendeu que houve violação do sistema penal acusatório, que separa as funções de acusação e julgamento.

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El baile de sillas en Transportes, Renfe y Adif

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El Ministerio de Transportes y sus empresas satélites Renfe y Adif han acometido una profunda revolución en su cúpula directiva durante los últimos ocho años, remodelación que ha supuesto no solo un baile de sillas, sino también un cambio de rumbo en la estrategia y en la toma de decisiones. De los tres ministros que han ocupado desde la moción de censura del 2018 el principal despacho del edificio de Nuevos Ministerios, en Madrid, José Luis Ábalos, Raquel Sànchez y Óscar Puente, en la etapa de este último ha sido cuando más relevos se han producido para conformar un equipo de pretorianos que están teniendo que gestionar dos de las mayores catástrofes ferroviarias de la historia, la de Adamuz y, ahora, la de Urda.

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Cateno De Luca approda nel centrodestra. L’esordio a Roma con La Russa e ministri: “Chiamatemi Ulisse. Puntiamo al 3%”

A Cateno De Luca non manca certo un’ambiziosa spavalderia. “Non scelgo mai la strada del minimo sforzo e massimo risultato, e che ci volete fare sono un’Ulisse da questo punto di vista sì! Un Ulisse, sì!”, scalda la sala, ricordando il lungo percorso, che lo ha portato fino alla kermesse nella Capitale. Per celebrare l’approdo nel centrodestra di Sud Chiama Nord, formazione politica siciliana presieduta dall’ex 5 Stelle Laura Castelli, si è svolta una kermesse di assoluto primo piano con una tre giorni all’Hotel Massimo D’Azeglio a Roma, con la partecipazione dei principali ministri del governo Meloni. Da Crosetto, a Piantedosi, Da Lollobrigida a Pichetto Fratin e di viceministri e sottosegretari e che si è chiusa col videomessaggio del presidente del Consiglio Giorgia Meloni.

“Siamo alla vigilia delle elezioni. Probabilmente le dimissioni (del governo Meloni, ndr) ci saranno dopo il ‘Milleproroghe’ per una questione anche tecnica e si voterà domenica e lunedì 9 e 10 maggio. Un election day con elezioni politiche ed elezioni comunali” afferma sicuro il leader di Sud Chiama Nord. Ad aprire la tre giorni il Presidente del Senato, Ignazio La Russa, che molti indicano come uno degli sherpa che hanno lavorato all’approdo di De Luca nel centrodestra nazionale: “Mentre altri si dividono, si dividono, si frastagliano, noi ci allarghiamo senza fare ‘campi’ e questo allargamento con un movimento come Sud Chiama Nord per me è un motivo di orgoglio”.

Il partito guidato da De Luca, alle ultime elezioni regionali in Sicilia, prese il 25% e De Luca afferma “partiamo dal’1,5% ed è possibile arrivare e superare il 3%”. E la formazione siciliana riuscì nel 2022 ad eleggere un deputato, Francesco Gallo e una senatrice, Dafne Musolino, poi transitata in Italia Viva. Sud Chiama Nord è stata la prima formazione ad attivarsi, all’indomani dell’approvazione della nuova legge elettorale, ‘Melonellum’ o ‘Stabilicum’, formando una componente parlamentare all’interno del Gruppo Misto a Montecitorio attraverso il ‘prestito di un deputato da parte di Fratelli d’Italia e l’arrivo dal gruppo Misto dell’ex Fdi Manlio Messina, come vi avevamo già raccontato e che consentirà alla nuova formazione politica di raccogliere un numero inferiore di firme per la presentazione delle liste elettorali.

Il progetto ‘civico’ e di sindaci si contrappone a Progetto Civico Italia di Alessandro Onorato, che invece si posiziona nel centrosinistra, a cui Cateno De Luca riserva bordate: “civismo in provetta per un posto in Parlamento e noi diciamo No ed è stato il primo motivo per il quale non abbiamo accettato l’amore clandestino che ci ha proposto il centrosinistra”.

Ma Cateno De Luca ne ha anche per il leader di Futuro Nazionale. “Generale Vannacci non è assolutamente accettabile che tu diventi il generale delle stronz*****. Ogni cosa che dice, ogni ricetta che formuli è una stronz*****. E al partito dei caz******, c’è il partito del pragmatismo”.

In sala, nell’ultima giornata, ex leghisti come Mario Borghezio “non mi candido l’ho detto anche al generale” (Vannacci, ndr) e Paolo Grimoldi, oggi, alla guida di ‘Patto per il Nord’ a cui Cateno riserva parole al miele e citazioni di Gianfranco Miglio e una standing ovation per Umberto Bossi con l’annuncio “se lui vorrà” di una candidatura per il figlio Renzo. “La vostra è una scelta di campo e sono certa che gli italiani vi premieranno, Grazie e buon cammino” le parole di Giorgia Meloni. “Il ‘Campo largo’, grazie alla babele che rappresenta, politicamente, sicuramente, sarà un campo santo. Non ci sono discussioni su questo”.

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UE e Canadá defendem aliança perante protecionismo dos EUA

Canadá responde a mudança na ordem comercial mundial reforçando alianças baseadas na "confiança, estabilidade e fiabilidade" e colocou a UE entre os principais parceiros.

© RONALD WITTEK/EPA

Kallas concordou que a nova aliança "não é contra ninguém" e explica que o contexto geopolítico obriga o Canadá e a Europa a identificarem parceiros confiáveis
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Puglia in lutto, morto il padre del governatore Decaro. Fu assessore a Bari

Puglia, morto il padre del governatore Decaro

Si è spento a 83 anni Giovanni Decaro, padre del presidente della Regione Puglia, Antonio Decaro, e del docente universitario Nicola Decaro. Era ricoverato all’istituto oncologico Giovanni Paolo II di Bari.

Ferroviere di professione, Giovanni Decaro era stato anche assessore al Comune di Bari per un anno, in quota socialista. Il governatore lo ha ricordato spesso nei suoi interventi pubblici, indicandolo come l’origine della sua passione per la politica e per i trasporti.

Al presidente Decaro e al fratello Nicola è arrivato il cordoglio del presidente del Consiglio regionale pugliese, Toni Matarrelli. “Con la scomparsa di Giovanni Decaro la nostra comunità perde un uomo laborioso e generoso, che ha saputo mettere la propria esperienza e passione al servizio della collettività”, si legge nella nota. A nome suo e dell’intera assemblea regionale, Matarrelli ha espresso “il più sentito cordoglio”, stringendosi con affetto e fraterna vicinanza al governatore, al fratello e a tutta la famiglia “in questo momento di grande dolore”.

Al presidente Antonio Decaro, al fratello Nicola e a tutti i familiari giungono anche le più sentite condoglianze di Affaritaliani e dell’Associazione La Piazza, che si uniscono al dolore della famiglia.

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Arci Milano rischia il default per le bollette del Carroponte. Battaglia legale contro il Comune di Sesto San Giovanni

Il rischio è il default di Arci Milano. A pesare sono 379.934,41 euro dovuti al Comune di Sesto San Giovanni per le bollette del Carroponte, lo spazio che ospita concerti ed eventi alle porte di Milano. Un debito che l’associazione vuole saldare chiedendo tempi sostenibili: “Non chiediamo privilegi: chiediamo che venga valutata una soluzione ragionevole, nell’interesse di tutti”, dice il presidente Maso Notarianni. Dall’altra parte sembra esserci un muro: “Le regole valgono per tutti”, ha dichiarato il sindaco leghista di Sesto, Roberto Di Stefano, dopo la recente pronuncia della Cassazione che ha respinto il ricorso dell’associazione, confermando la condanna a pagare la somma con tanto di interessi e spese.

La controversia nasce dai consumi elettrici della precedente gestione dell’arena Carroponte e da un accordo del 2018 sui criteri per quantificarli, poi contestati da Arci. Dopo la Corte di Cassazione, ora la questione è come ripianare i conti. L’associazione chiede il pagamento a rate, ma non riesce a ottenere la garanzia di una banca o di un’assicurazione. E senza la fideiussione, il Comune non concede il pagamento a rate. Per superare lo stallo, Arci spiega di aver proposto un piano decennale, con interessi e decadenza immediata se saltasse anche una sola rata. Secondo la ricostruzione dell’associazione, però, l’8 ottobre gli uffici del Comune hanno risposto che non ci sono margini per derogare alla garanzia.

È proprio questo che Arci contesta, come ha spiegato in un comunicato stampa: il regolamento consentirebbe una valutazione della Giunta, che invece non sarebbe stata coinvolta. Per questo l’annuncio di un ricorso al Tar Lombardia e una segnalazione alla Corte dei conti. “L’obiettivo è ottenere la riapertura dell’istruttoria comunale con una nuova valutazione della richiesta di dilazione da parte della Giunta Comunale di Sesto”, afferma l’avvocato di Arci, Pietro Massarotto. Spiega che procedere all’esecuzione sarebbe meno efficace: altri creditori privilegiati, tra cui Agenzia delle Entrate e lavoratori dipendenti di Arci, ridurrebbero drasticamente le possibilità del Comune di recuperare le somme.

Il sindaco Di Stefano ha invece rivendicato una linea di fermezza. Ancora il 18 ottobre, commentando la pronuncia della Cassazione, ha detto che “il Comune ha difeso le proprie ragioni e la Corte ha respinto le contestazioni di Arci”. Ancora: “Siamo stufi di chi pretende di dare lezioni di moralità, giustizia e correttezza, salvo poi trascinare per anni le controversie davanti ai tribunali quando si tratta di rispettare accordi e obblighi economici”. La linea è chiara: “Non fare sconti a nessuno quando sono in gioco le risorse pubbliche”. Perché “la legalità non può essere un megafono da usare soltanto quando fa comodo. Deve valere per tutti, senza doppie misure e senza privilegi”.

“Non chiediamo trattamenti di favore”, osserva Notarianni nel comunicato. “Trattamento che invece è stato riservato a debiti ben più grossi nei confronti dell’erario e che sono stati spalmati su moltissimi anni, come sicuramente ricorda il sindaco della Lega”, aggiunge con un riferimento implicito alla note vicenda dei 49 milioni di euro di rimborsi elettorali che la vecchia Lega Nord deve restituire allo Stato, con rate che potrebbero raggiungere la fine del secolo. Notarianni domanda: “Perché un’amministrazione dovrebbe scegliere una strada che può far fallire chi vuole pagare, mettendo a rischio anche i soldi dei cittadini?”. Ma sul punto, denuncia anche il presidente nazionale Arci, Walter Massa, il confronto non sarebbe mai partito: “Da quasi 4 anni l’Arci di Milano tenta inutilmente di sedersi attorno a un tavolo con il Comune”. E accusa: “Per tutta risposta il Comune si nega, si è sempre negato e alla fine ci ha rimbalzato a una società di recupero crediti”. L’invito è a mettere da parte la campagna elettorale e recuperare il necessario pragmatismo.

Notarianni insiste: “Nessuno mette in dubbio l’esistenza di un debito verso il comune di Sesto San Giovanni. Noi vogliamo pagare”. La richiesta è di poterlo fare senza compromettere la continuità delle attività. A suo giudizio, le conseguenze supererebbero i confini dell’associazione: “Quando si mette in difficoltà un’associazione come Arci Milano, non si colpisce soltanto un’organizzazione: si indebolisce una rete di solidarietà, partecipazione e democrazia”. Sono in gioco circoli, iniziative culturali e sociali, spazi di incontro e sostegno per migliaia di persone. Per difenderli, Arci ha avviato una raccolta fondi rivolta a cittadini, associazioni e mondo della cultura. Tra le voci mobilitate c’è Fabio Fazio, intervenuto con un videomessaggio durante la conferenza stampa di Arci: “Ogni spazio che chiude è una possibilità in meno di ascolto e confronto. Credo che invece proprio il presente gridi e imponga il buon senso e la ragionevolezza, che speriamo prevalgano”.

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In Sicilia piovono mancette: 174 milioni dai deputati per campi, chiese e maneggi nei bacini elettorali. A Niscemi dopo la maxi-frana? Solo 250mila euro

Ricorderete la frana di Niscemi, il comune della provincia di Caltanissetta, colpito a fine gennaio dallo smottamento del terreno che ha inghiottito in pochi giorni case, strade e piazze, provocando lo sfollamento di 1.500 abitanti del centro storico. Al momento, la ricostruzione e la messa in sicurezza tardano a ripartire, ma nel frattempo la Regione Siciliana ha destinato al piccolo comune nisseno: 250mila euro per sistemare l’area stampa dello stadio comunale Santa Maria del Bosco. È solo una delle migliaia di voci presenti nel Fondo investimenti territoriali che la Regione ha destinato per i micro interventi da realizzare nei comuni e negli enti ecclesiastici. Inizialmente doveva essere di soli 50 milioni di euro e invece ha raggiunto la somma monstre da 174,3 milioni per finanziare campi di padel, calcetto, piscine, maneggi, chiese, chiostri, strade e stradine di provincia.

Dove finiscono i fondi?

Osservando il lungo elenco, la provincia che intasca più soldi è quella di Catania con circa 52 milioni e 318mila euro (30,2%), centro nevralgico della maggioranza di centrodestra, superando Ragusa che si ferma a 28 milioni e 490 mila euro (16,4%), mentre più distante il capoluogo Palermo con 26 milioni e 984 mila euro (15,6%). Proprio la provincia ragusana, nelle prime posizioni piazza quattro comuni: Ragusa (8 milioni e 990mila euro), Modica (6 milioni e 430mila euro), Vittoria (4 milioni e 460mila euro) e Comiso (4 milioni e 240mila euro). Forse sarà solo un caso se Modica, famosa per essere la città del cioccolato, è stata amministrata dal deputato cuffariano Ignazio Abbate, mentre il territorio ragusano è una delle roccaforti del capogruppo dei meloniani all’assemblea regionale, Giorgio Assenza. Altri 4 milioni e 100mila euro sono finiti a Enna, che da poco ha visto insediarsi il ‘barone rosso’ Wladimiro Crisafulli (PD). Ad Acireale (Catania) vanno 3 milioni e 150mila euro, comune dove fa la voce grossa il deputato forzista Nicola D’agostino, insieme al collega di partito Salvo Tomarchio, e in cui è stato eletto Santo Orazio Privitera (Grande Sicilia). Sempre alle pendici dell’Etna, 2 milioni e 300mila euro sono finiti a Ragalna, amministrato dal centrodestra e che in estate ha ospitato l’Etna Forum, con incontri e dibattiti politici con esponenti del centrodestra isolano e nazionale. A Paternò (Catania), che ha dato i natali al presidente dell’assemblea regionale siciliana Gaetano Galvagno e al presidente del Senato, Ignazio La Russa, arriveranno 2 milioni e 298mila euro, e circa cinquecento mila euro sono destinati per i lavori di rigenerazione dello stadio Nino Pulvirenti. Poi c’è Rosolini (Siracusa), 1 milione e 866mila euro, compresi i lavori per la piscina comunale, nel fortino della famiglia Gennuso: il padre Giuseppe è stato più volte deputato e oggi ha lasciato lo scranno al figlio Riccardo, che milita in Forza Italia.

Onorevoli sindaci

C’è poi un filone di finanziamenti destinati a quei comuni in cui i deputati regionali ricoprono cariche elettive. A partire da Ribera (Agrigento) che beneficia di 2 milioni e 100mila euro, con il primo cittadino cuffariano Carmelo Pace (DC). Gongola pure la piccola Monreale (Palermo) che riceve 1 milione e 963mila euro, in cui il deputato regionale Marco Intravaia (FI) è presidente del consiglio comunale. Melilli (Siracusa) amministrata da Giuseppe Carta (Grande Sicilia) becca 1 milione e 400mila euro, mentre a Maletto (Catania) vanno 680mila euro: qui il sindaco Giuseppe Capizzi non è deputato, ma è molto vicino ai meloniani, tanto che la figlia è stata battezzata da presidente Galvagno. Somme minori invece a Certa (Palermo) guidata da Salvatore Geraci (DC), che prende 250mila euro, e a Brolo (Messina) dove la fascia tricolore è indossata da Pippo Laccoto (Lega) che riceve 330mila euro.

Padel, tennis e calcetto

Se il numero di tesserati della Federazione tennis e padel in Italia ha superato quella del calcio, forse il motivo sta anche nell’interesse di finanziare nuove strutture nel territorio. Così anche in Sicilia, i soldi pubblici cadono a pioggia per la realizzazione e ristrutturazione degli impianti. Per il campo da tennis a Lercara Friddi (Agrigento) andranno 70mila euro, ad Acate (Ragusa) 150mila euro per quelli di tennis e beach tennis, e altri 75mila euro per i campi di Biancavilla (Catania). Un altro campo di padel sorgerà a Villafranca Sicula (Agrigento) con 70mila euro, e con lo stesso importo sarà finanziato quello di Santa Elisabetta (Agrigento). Ma la Regione ci tiene a non fare discriminazioni, quindi i soldi andranno anche al calcio. Un nuovo campetto a Castel di Iudica (Catania), città natale dell’ex governatore Raffaele Lombardo e fondatore del partito Grande Sicilia, riceverà 131mila euro. A Menfi (Agrigento) con 70mila euro si potranno sistemare gli spogliatoi del comunale, mentre 1 milione di euro è stato stanziato per l’intero stadio di Canicattì (Agrigento). Altri 120mila euro per il centro sportivo di Scoglitti (Ragusa), mentre a Belpasso (Catania) vanno 250mila euro per i campi da calcio a cinque. Ma non finisce qui. L’elenco continua con Cattolica Eraclea (Agrigento) che riceve 80mila euro per un impianto sportivo, a Scordia (Catania) 625mila euro per rifare il prato del campo e per un’altra struttura di calcio. A San Filippo Mela (Messina) 100mila euro per l’illuminazione dello stadio comunale, a Paceco (Trapani) 150mila euro per un campo di calcetto, come per Santa Venerina (Catania) dove per lo stesso motivo andranno 100mila euro.

Post e ringraziamenti sui social

Se i fondi arrivano sul territorio, è sempre merito di qualcuno, e per educazione è giusto ringraziare. Così sulla pagina Facebook della parrocchia di Polizzi Generosa (Palermo) appare un post con la foto del deputato Vicenzo Figuccia (Lega) per aver conferito 50mila euro per la ristrutturazione della parrocchia. Molto più lungo e articolato è invece il messaggio di ringraziamento del sindaco di Bisquino (Palermo) Tommaso Di Giorgio che tiene ad informare i suoi concittadini che il comune riceverà 210mila euro per “salvare” la chiesa di Sant’Antonio grazie all’intervento dall’assessore regionale alle infrastrutture Alessandro Aricò (FdI), altri 60mila euro per un campo da padel dovuti al deputato Intravaia (FI) e infine 50mila per il rifacimento di una strada con il contributo dell’assessore alle attività produttive Edy Tamajo (FI).

Bloccate le “mancette”

Il movimento Controcorrente, guidato dal deputato Ismaele La Vardera, ha scritto al presidente Sergio Mattarella e alla premier Giorgia Meloni per chiedere di impugnare davanti la Corte Costituzionale la finanziaria regioniale, perché destinerebbe “fondi da 190 milioni in modo discrezionale e incostituzionale”. Si torna ancora una volta a parlare delle solite “mancette”, ovvero dell’impiego discrezionale dei fondi pubblici da parte dei diversi deputato regionali che decidono di finanziare delle opere nei loro bacini elettorali, in vista del ritorno alle urne del prossimo 2027. Per Controcorrente, “174,3 milioni di euro sarebbero stati distribuiti tramite ordini del giorno e allegati nominativi privi di qualsiasi procedura comparativa, bando o criterio oggettivo preventivo, trasformando la spesa pubblica in un circuito arbitrario e clientelare a supporto delle singole rivendicazioni territoriali dei deputati di maggioranza”. E pensare che il deputato regionale pentastellato, Adriano Varrica, aveva proposto in commissione Bilancio dell’Ars una norma “anti-mancette”, inserita nel ddl Variazioni, che prevede precisi criteri per l’erogazione dei fondi ai Comuni, fatta in base alle fasce di popolazione, da un minimo di 100mila euro ed un massimo di 350mila euro per tutelare le comunità più piccole. Il testo è stato subito affossato dalla maggioranza già in commissione. Le “mancette” non si possono fermare.

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È morto Patrick Stewart

L’attore britannico Patrick Stewart, conosciuto soprattutto per aver interpretato il capitano Jean-Luc Picard nella serie Star Trek e il professor Charles Xavier nei film degli X Men, è morto mercoledì 28 ottobre nella sua abitazione di Los Angeles. Aveva 86 anni. La notizia è stata comunicata giovedì dalla famiglia attraverso i suoi profili social. Stewart soffriva di Alzheimer e di demenza a corpi di Lewy, due malattie neurodegenerative le cui diagnosi non erano state rese pubbliche in precedenza.

Secondo il comunicato diffuso dalla sua portavoce, Kelly Bush Novak, l’attore è morto accanto alla terza moglie, la cantante americana Sunny Ozell, dopo un periodo relativamente breve di malattia. Negli ultimi giorni era stato assistito dai familiari e dagli amici più stretti. La famiglia lo ha ricordato per una carriera durata oltre sessant’anni, durante la quale era passato dal teatro shakespeariano britannico ad alcune delle produzioni televisive e cinematografiche più conosciute al mondo.

Stewart era nato il 13 luglio 1940 a Mirfield, una cittadina dello Yorkshire, nel nord dell’Inghilterra, ed era cresciuto in una famiglia operaia con difficoltà economiche. Sua madre lavorava nell’industria tessile, mentre il padre era stato sottufficiale dell’esercito britannico. Dopo la Seconda guerra mondiale, il padre aveva sviluppato problemi legati all’alcol e, secondo quanto raccontato successivamente dall’attore, soffriva di disturbo da stress post traumatico. Stewart aveva più volte ricordato gli episodi di violenza domestica a cui aveva assistito durante l’infanzia, quando cercava di proteggere la madre dalle aggressioni del padre.

Fu proprio durante gli anni della scuola che cominciò a interessarsi alla recitazione. A dodici anni un insegnante gli fece conoscere Shakespeare, incoraggiandolo a partecipare alle rappresentazioni teatrali. Stewart avrebbe raccontato molti anni dopo di aver trovato nel palcoscenico un luogo in cui poteva temporaneamente allontanarsi dalle difficoltà della vita familiare. Dopo le prime esperienze nelle compagnie amatoriali dello Yorkshire, ottenne una borsa di studio per frequentare la Bristol Old Vic Theatre School, una delle principali scuole di recitazione britanniche.

Nel 1966 entrò nella Royal Shakespeare Company, dove trascorse una parte fondamentale della sua formazione e interpretò numerosi personaggi del repertorio classico. Lavorò in oltre sessanta produzioni teatrali, affrontando opere come Amleto, Macbeth, Antonio e Cleopatra e Il mercante di Venezia. Negli anni successivi si esibì anche nel West End londinese e a Broadway, ottenendo riconoscimenti importanti, tra cui tre Laurence Olivier Awards e una candidatura ai Tony Awards per la sua interpretazione di Macbeth.

La notorietà internazionale arrivò però relativamente tardi, quando Stewart aveva già 47 anni. Nel 1987 gli venne offerto il ruolo del capitano Jean-Luc Picard in Star Trek: The Next Generation, la nuova serie televisiva ambientata nell’universo fantascientifico creato da Gene Roddenberry. Fino ad allora Stewart era conosciuto soprattutto per il teatro e per alcune partecipazioni cinematografiche e televisive. Accettare un ruolo da protagonista in una produzione americana di fantascienza rappresentava quindi un cambiamento significativo rispetto alla carriera costruita nei decenni precedenti.

Inizialmente Stewart aveva avuto alcune perplessità. Anche Ian McKellen, suo amico e collega, gli aveva consigliato di non accettare, temendo che una lunga esperienza televisiva potesse compromettere il suo percorso teatrale. Stewart decise invece di partecipare alla serie, che sarebbe diventata uno dei maggiori successi della sua carriera. Il successo della serie lo rese uno degli attori britannici più riconoscibili a livello internazionale. Stewart continuò a interpretare Picard in quattro film cinematografici e, molti anni dopo, tornò nello stesso ruolo nella serie Star Trek: Picard, distribuita tra il 2020 e il 2023.

Un secondo ruolo di grande successo arrivò nel 2000, quando interpretò Charles Xavier, conosciuto come Professor X, nel primo film della saga cinematografica degli X Men, tratta dai fumetti Marvel. Xavier era il fondatore di una scuola per giovani mutanti e il principale sostenitore della convivenza pacifica tra esseri umani e persone dotate di capacità straordinarie. Nei film Stewart recitò nuovamente accanto a Ian McKellen, che interpretava Magneto, il suo principale antagonista.

Nel corso della carriera Stewart ricevette numerosi riconoscimenti. Vinse un Grammy per la registrazione di Pierino e il lupo di Sergej Prokofiev e ottenne diverse candidature agli Emmy Awards per le sue interpretazioni televisive. Nel 1996 gli fu assegnata una stella sulla Hollywood Walk of Fame e nel 2010 la regina Elisabetta II lo nominò cavaliere per il contributo dato alle arti drammatiche.

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Lo sciopero generale ferma scuole e uffici pubblici, ma non i trasporti

È in corso oggi, venerdì 30 ottobre, uno sciopero generale nazionale proclamato dall’Unione Sindacale di Base (Usb) contro il carovita, la perdita di potere d’acquisto dei salari e delle pensioni e l’aumento delle spese militari. La mobilitazione coinvolge lavoratori del settore pubblico e privato, con possibili disagi nelle scuole, nella sanità e negli uffici pubblici. I trasporti, inizialmente compresi nella protesta, dovrebbero invece funzionare regolarmente dopo l’intervento del ministero delle Infrastrutture e dei Trasporti, che ha disposto il rinvio dello sciopero nel settore.

Le rivendicazioni dell’Usb riguardano soprattutto il peggioramento delle condizioni economiche di lavoratori e pensionati. Il sindacato chiede aumenti delle retribuzioni, il recupero del potere d’acquisto e il ripristino della scala mobile, il meccanismo che adeguava automaticamente i salari all’inflazione. Tra le richieste figurano anche interventi per ridurre il costo dell’energia, degli affitti, dei mutui e dei beni di prima necessità, insieme a una diminuzione dell’Iva sui prodotti essenziali.

«È il momento di abbassare i prezzi, le tariffe energetiche, gli affitti e i mutui, di alzare i salari e di dire basta con la guerra», ha dichiarato l’organizzazione sindacale. La protesta contesta inoltre la destinazione di risorse pubbliche al riarmo, chiedendo che una quota maggiore della spesa venga indirizzata alla sanità, all’istruzione, alle pensioni e ai servizi sociali. L’Usb critica anche i provvedimenti in materia di sicurezza e ordine pubblico che considera restrittivi del diritto di manifestare.

La giornata prevede manifestazioni e presidi in oltre cinquanta città italiane, con i principali cortei a Roma e Milano. Alle proteste partecipano anche studenti, pensionati, lavoratori precari e movimenti sociali. Le autorità hanno predisposto misure di sicurezza rafforzate, soprattutto nella capitale e nel capoluogo lombardo, dopo gli scontri avvenuti durante alcune manifestazioni delle scorse settimane.

Lo sciopero riguarda tutte le categorie pubbliche e private che hanno aderito alla mobilitazione, anche se le modalità di astensione dal lavoro possono cambiare a seconda del comparto. Nella pubblica amministrazione, negli istituti scolastici e nelle strutture sanitarie potrebbero verificarsi interruzioni o riduzioni delle attività, mentre nei servizi pubblici essenziali rimangono in vigore gli obblighi di legge che garantiscono le prestazioni indispensabili. Alla protesta partecipano anche i lavoratori portuali, nell’ambito di una mobilitazione internazionale contro il traffico di armi e la militarizzazione degli scali. Secondo l’Usb, l’iniziativa coinvolge più di cento porti in diciassette paesi e collega le rivendicazioni sul lavoro alla contestazione delle politiche di riarmo.

Il principale elemento di novità rispetto al programma iniziale riguarda i trasporti. Con un’ordinanza firmata il 27 ottobre, il ministro Matteo Salvini ha disposto il differimento dello sciopero nei comparti ferroviario, aereo, marittimo e del trasporto pubblico locale, oltre che in altri servizi collegati alla mobilità. Il provvedimento è arrivato dopo una segnalazione della Commissione di Garanzia sugli scioperi, che aveva rilevato il mancato rispetto del periodo di franchigia previsto dal 30 ottobre al 5 novembre, in concomitanza con le giornate dedicate alla commemorazione dei defunti. Durante questo intervallo la normativa limita la possibilità di organizzare scioperi nei servizi di trasporto.

Salvini ha difeso la decisione sostenendo che il ministero abbia il dovere di garantire gli spostamenti dei cittadini e che la protesta fosse stata convocata senza rispettare i requisiti previsti dalla legge. Di segno opposto la posizione dell’Usb, che considera illegittima l’ordinanza e ha confermato la mobilitazione anche nei settori interessati dal provvedimento. Il sindacato ha dichiarato di essere disposto ad affrontare le eventuali sanzioni e ha avvertito i lavoratori delle possibili conseguenze individuali dell’adesione allo sciopero.

Nonostante il contrasto tra il sindacato e il governo, le aziende di trasporto hanno annunciato il mantenimento dei servizi ordinari. Trenitalia, Italo e Trenord hanno comunicato che i collegamenti ferroviari seguiranno gli orari abituali, senza le cancellazioni precedentemente previste. Anche a Roma, Atac e Cotral hanno confermato il regolare svolgimento del servizio, mentre a Milano autobus, tram e metropolitane di Atm circoleranno secondo la programmazione consueta. Non sono comunque esclusi disagi legati a eventuali adesioni individuali alla protesta o alle modifiche della viabilità necessarie per lo svolgimento dei cortei.

A Roma, dove sono attesi circa ventimila partecipanti, il corteo principale ha come punto di riferimento piazza dei Cinquecento, davanti alla stazione Termini, e un percorso che attraversa il centro fino all’area dei Fori Imperiali. Alla mobilitazione partecipano anche studenti e movimenti sociali, con punti di ritrovo in diverse zone della città, tra cui piazzale Aldo Moro, davanti all’università La Sapienza, e piazzale Ostiense. La manifestazione può comportare chiusure stradali e deviazioni del traffico lungo il percorso.

A Milano la mobilitazione comprende due cortei, uno sindacale e uno studentesco, con una partecipazione complessiva stimata intorno alle diecimila persone. Il percorso della manifestazione dell’Usb parte da piazza Duca d’Aosta, davanti alla stazione Centrale, e prosegue attraverso corso Buenos Aires e piazzale Loreto, in direzione dei quartieri settentrionali della città. Il corteo studentesco ha invece come punto di partenza piazza Leonardo da Vinci, davanti al Politecnico, e si ricongiunge alla manifestazione sindacale in piazzale Loreto. Gli itinerari annunciati escludono le aree centrali interessate dagli scontri del 17 e 18 ottobre.

Il ministero dell’Interno ha predisposto un rafforzamento dei controlli nelle altre città interessate dalle manifestazioni, tra cui Torino, Bologna, Firenze, Napoli e Palermo, con l’obiettivo dichiarato di prevenire nuovi episodi di violenza. Il ministro Matteo Piantedosi ha richiamato l’attenzione sulla necessità di gestire anche eventuali situazioni impreviste, affidando a prefetti, questori e forze di polizia il coordinamento delle misure di sicurezza.

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Acidente. Em Toledo, angústia e incerteza predominam

Reportagem do El País no espaço onde familiares de desaparecidos desesperam por notícias. Por cá, aumenta o número de acolhimentos de jovens vítimas de violência. E há uma disputa interna no Chega?

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Nove mil funcionários públicos podem regressar à CGA. Alguns poderão ter dinheiro a receber

O Tribunal Constitucional declarou inconstitucional uma restrição que impedia milhares de funcionários públicos de voltar à Caixa Geral de Aposentações. A Fesap estima que 9 mil trabalhadores possam beneficiar da decisão e defende que alguns têm direito a receber diferenças de prestações sociais. O acórdão do Tribunal Constitucional , publicado esta terça-feira em Diário da República, abre a porta à reinscrição na Caixa Geral de Aposentações de cerca de nove mil funcionários públicos, segundo a Federação dos Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesap). Em causa está uma norma de 2024 que restringia o regresso à

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Quattro militari italiani sono morti nello schianto di un elicottero in Bosnia

Quattro militari italiani sono morti e altri undici sono rimasti feriti nello schianto di un elicottero dell’Esercito italiano avvenuto giovedì 29 ottobre nel nord della Bosnia ed Erzegovina. Il velivolo, un CH 47 Chinook impiegato nella missione dell’Unione europea Eufor Althea, è precipitato nei pressi del villaggio di Gorice, nel distretto di Brčko, durante un’attività di routine. A bordo c’erano quindici persone. Il ministero della Difesa ha confermato che nessuno dei feriti è attualmente in pericolo di vita, mentre sono in corso le indagini per stabilire le cause dell’incidente.

Le quattro vittime sono il sergente Simone Ruggia e il sergente Claudio Marchesi, entrambi appartenenti all’Aviazione dell’Esercito, e il tenente Franco Adriano Zecchillo e il sergente Laura Procacci, del Corpo Militare Volontario della Croce Rossa Italiana. Ruggia e Marchesi prestavano servizio al Comando Aviazione dell’Esercito di Viterbo, nel primo reggimento Antares, che si occupa della formazione dei piloti e degli specialisti aeronautici. Zecchillo e Procacci erano invece impegnati nelle attività sanitarie della missione, rispettivamente come medico e infermiera.

Gli undici feriti sono stati trasferiti negli ospedali di Brčko e Tuzla, dove stanno ricevendo assistenza medica. Il governo ha disposto l’invio di personale sanitario militare italiano per seguirne le condizioni e collaborare con le strutture locali. Il ministro della Difesa Guido Crosetto ha annunciato che oggi  raggiungerà la Bosnia insieme al capo di Stato maggiore della Difesa, Luciano Portolano, e ad altri medici militari specialisti, per incontrare i feriti e il personale italiano impegnato nella missione.

In seguito all’incidente, il ministero della Difesa ha inoltre modificato il programma delle iniziative organizzate a Roma in vista della Giornata dell’Unità Nazionale e delle Forze Armate del 4 novembre. È stata annullata la cerimonia inaugurale del Villaggio Difesa al Circo Massimo, la cui apertura al pubblico, prevista per oggi, sarà dedicata alla commemorazione delle quattro vittime.

La dinamica dello schianto non è ancora stata chiarita. Secondo le prime informazioni raccolte sul posto, l’elicottero stava volando a bassa quota quando ha cominciato a perdere stabilità, effettuando alcune rotazioni su sé stesso prima di precipitare. Le immagini riprese da terra mostrano il Chinook perdere rapidamente quota mentre i rotori continuano a girare. L’impatto ha provocato la rottura della fusoliera in più parti.

L’ambasciatrice italiana a Sarajevo, Sarah Castellani, arrivata nella zona dell’incidente, ha riferito che il velivolo sarebbe precipitato durante la fase di decollo dall’aeroporto di Brčko. Si tratta tuttavia di una ricostruzione preliminare, che dovrà essere verificata attraverso gli accertamenti tecnici. Al momento non ci sono elementi sufficienti per stabilire che cosa abbia provocato la perdita di controllo dell’elicottero.

Il velivolo è caduto in un’area disabitata, non lontano dalle prime abitazioni del villaggio. Secondo quanto comunicato dal comando di Eufor, non ci sono stati feriti tra i civili né danni a edifici o infrastrutture. Sul luogo dello schianto sono intervenuti i vigili del fuoco, la protezione civile, le squadre sanitarie locali e il personale della missione europea. Le operazioni di soccorso e recupero sono state rese complesse dalle condizioni del relitto e dalla presenza di carburante fuoriuscito dopo l’impatto.

Il comando di Eufor ha confermato che l’incidente è avvenuto durante una normale attività operativa e ha annunciato un’indagine per ricostruire le circostanze dell’accaduto. Anche il ministero della Difesa italiano ha avviato gli accertamenti necessari. Non sono state diffuse conclusioni sulle possibili responsabilità o su eventuali problemi tecnici del velivolo.

L’elicottero coinvolto nell’incidente era un CH 47 Chinook, un mezzo da trasporto militare progettato dalla Boeing e utilizzato da numerose forze armate. La sua caratteristica principale è la presenza di due grandi rotori, uno anteriore e uno posteriore, che gli consentono di trasportare personale, attrezzature e carichi pesanti. La versione impiegata dall’Esercito italiano viene utilizzata anche per operazioni di soccorso ed evacuazione medica.

Il Chinook operava nell’ambito di Eufor Althea, la missione militare dell’Unione europea presente in Bosnia ed Erzegovina dal dicembre del 2004. L’operazione, autorizzata dalle Nazioni Unite, subentrò alla precedente missione della NATO, avviata dopo la guerra che tra il 1992 e il 1995 devastò il Paese. Il suo compito è contribuire al mantenimento di condizioni di sicurezza e stabilità e sostenere le autorità bosniache nello sviluppo delle capacità delle proprie forze armate.

Negli anni il mandato della missione è stato rinnovato più volte, mentre le attività si sono progressivamente concentrate sull’addestramento, sulla cooperazione militare e sul monitoraggio della sicurezza. La presenza internazionale conserva un ruolo importante in un Paese caratterizzato da un sistema istituzionale complesso e da tensioni politiche ricorrenti tra le sue diverse componenti nazionali.

Dal gennaio del 2026 Eufor Althea è comandata dal generale di divisione italiano Maurizio Fronda. L’Italia fornisce uno dei principali contingenti della missione, oltre a mezzi aerei destinati al trasporto, al supporto operativo e alle evacuazioni sanitarie. Sempre da gennaio è presente in Bosnia un distaccamento del quarto reggimento dell’Aviazione dell’Esercito Altair, che utilizza elicotteri AB 205 e CH 47F.

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Lula reúne aliados e mapeia novo governo em primeira semana pós-eleições

Na primeira semana após sua vitória nas urnas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conciliou um período de descanso, para recuperação de uma intensa corrida eleitoral, e agendas privadas junto a aliados visando o início da reformulação do governo para seu quarto mandato.

Lula dedicou parte considerável da segunda-feira (26) a conversar por telefone com líderes internacionais, que o parabenizaram por sua reeleição.

Também neste dia, o presidente se reuniu com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), no Palácio da Alvorada. Nessa data, assegurou aos parlamentares que o governo apoiará a reeleição de ambos no comando das Casas do Parlamento.

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Parte das discussões na primeira semana após as eleições miraram estratégias para lidar com um Congresso Nacional de maioria conservadora a fim de garantir algum nível de governabilidade ao quarto mandato de Lula.

Já na terça-feira (27), o presidente teve seu único compromisso público na semana. O mandatário participou de celebração ao seu aniversário de 81 anos na residência oficial da Presidência. Na ocasião, cumprimentou apoiadores e criticou a fuga de Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos.

Nos bastidores, ao longo deste semana, o presidente também teve as primeiras discussões sobre uma reformulação na Esplanada dos Ministérios. A tendência é de que as primeiras definições aconteçam somente na segunda quinzena de novembro.

Na quinta-feira (29), por exemplo, se reuniu com o deputado federal André Janones (Rede-MG). O parlamentar é considerado por Lula um dos principais responsáveis por sua virada e – com ou sem cargo – estará à frente da reformulação da comunicação do governo federal.

O petista tem a missão de agregar à Esplanada integrantes de sua campanha que tiveram protagonismo na virada no segundo turno, mas também reservar espaços para parte dos aliados que perderam eleições e que permaneceram no governo e não disputaram o pleito a seu pedido.

Até o início da próxima semana, Lula deve tirar dias para descanso, segundo aliados. Depois, a expectativa é que o mandatário retome discussões sobre a montagem do governo e também volte a fazer viagens internacionais. A primeira prevista será para Antália, na Turquia, para a COP31, entre os dias 11 e 12 de novembro.

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