❌

Reading view

De Berlim a Pequim: Barcelos volta a exportar rock

A cena musical de Barcelos, que ganhou força na década de 90 com bandas de rock, continua a exportar música. Os veteranos Indignu vão dar cinco espetáculos na China em novembro e os Plaka, uma das mais recentes bandas da cidade, estão a fazer uma digressão europeia que chega na próxima quarta-feira ao Schokoladen, uma histórica sala de concertos do circuito independente de Berlim.

Depois de mais de 50 concertos em Portugal e na Galiza, os Plaka estão a realizar a sua primeira digressão europeia intitulada “Mercancías”. A banda de Barcelos iniciou a digressão, no dia 17 de outubro, no Porto, com 14 datas por cinco países. Já com sete concertos no norte de Espanha, o trio que alia funk, jazz e rock aos ritmos quentes da América do Sul e África, chega à Alemanha para uma data dupla em Berlim, seguindo depois para os Países Baixos e Suíça.

“Até agora sentimos sempre uma ótima receção do público, o que é bastante reconfortante, especialmente na Galiza, onde somos repetentes em várias cidades e onde vamos criando uma base que já nos conhece. Mas claro, o desafio é mesmo tocar em novos palcos, novos públicos e poder levar a nossa música um bocadinho mais longe”, refere Luís Masquete, baixista da banda que também é composta por Jorge “Cientista” Carvalho (bateria) e Márcio Góis (guitarra), em declarações a O MINHO.

Na viagem entre Espanha e Alemanha, o músico mostra-se entusiasmado pela estreia na capital alemã: “Estamos a caminho de Berlim onde vamos tocar no Schokoladen, sala que nos diz muito e cuja programação acompanhamos há algum tempo (com grande validação de nossa parte), pelo que ter oportunidade de lá tocar é obviamente especial”.

“Estes discos são muito ouvidos na China, muito mesmo, mais, se calhar, do que nosso país”

Em novembro, será a vez dos Indignu viajarem até à China. O quarteto formado em 2004 tem cinco datas, entre 01 e 07 de novembro, em grandes cidades do ‘gigante’ asiático, como Pequim, Xangai ou Shenzhen.

“Isto não é uma coisa que se faça todos os dias”, frisa o músico Afonso Dorido, aludindo ao número reduzido de bandas portuguesas que já tiveram oportunidade de rumar àquele país.

De Berlim a Pequim: Barcelos volta a exportar rock
Indignu. Foto: Gonçalo Delgado / Divulgação

O guitarrista explica que o género musical da banda, post-rock, está “a ser descoberto” na Ásia e neste momento é “muito forte mesmo”. Através das plataformas digitais, os ‘Spotifys’ da China, os Indignu foram descobertos, especialmente através dos álbuns Odyssea (2013) e Ophelia (2016). “Estes discos são muito ouvidos na China, muito mesmo, mais, se calhar, do que nosso país”, refere. Ganharam seguidores ao ponto de serem convidados para fazer uma digressão em salas de média dimensão.

“Hoje em dia é muito difícil, porque há muita oferta de tudo. Mas, de vez em quando, acontecem coisas surreais”, diz, a O MINHO, o membro da banda que também é composta por Graça Carvalho (violino, sintetizadores), Ivo Correia (bateria) e Pedro Souza (baixo).

Depois de atuações em palcos na Dinamarca, Noruega, Bélgica, França, Luxemburgo e Espanha, será a primeira banda de Barcelos a dar concertos na China.

Isto depois de outros grupos da mesma cidade terem alcançado feitos também “surreais” para a realidade da música alternativa composta neste concelho do Minho. Em 2015, os Black Bombaim atuaram na Califórnia (Estados Unidos da América), depois de antes já terem passado por vários importantes palcos europeus. Em 2013, foram os primeiros portugueses a tocar no holandês Roadburn, considerado a ‘meca’ do rock psicadélico.

O conteúdo De Berlim a Pequim: Barcelos volta a exportar rock aparece primeiro em O MINHO.

💾

Provided to YouTube by DistroKidKitanda manda · PLAKAKitanda manda℗ PLAKAReleased on: 2026-10-07Drums: Jorge "Cientista" CarvalhoGuitar ( Electric): Márcio G...
  •  

Morre cantor Oswaldinho do Acordeon, referência do forró

Oswaldinho do Acordeon faleceu neste domingo, 25, aos 72 anos de idade. Conhecido pelo sucesso “Só Quero um Xodó”, o sanfoneiro e compositor construiu uma carreira de prestígio no forró, onde misturava diversos outros ritmos.A informação foi confirmada pela equipe do artista, através de um post no perfil oficial dele no Instagram. “Comunicamos que o sanfoneiro e compositor Oswaldinho do Acordeon, morreu neste domingo (25), aos 72 anos”. Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Oswaldinho do Acordeon (@oswaldinhodoacordeonoficial)“Reconhecido no Brasil e no exterior por sua virtuosidade, o artista marcou a música nordestina ao unir o forró a diferentes gêneros musicais. Entrou para a história da música. Deixa um importante legado para a música brasileira”, reforçaram no comunicado.O artista iniciou sua carreira nos anos 1970, quando lançou seus primeiros discos e conviveu com grandes nomes da música, como Luiz Gonzaga. Dentre seus trabalhos estão "Fantástico Oswaldo Silva" (1973), "Oswaldinho" (1975), "Forró Pop" (1977), "Lágrimas de Namorados" (1978) e "Natureza" (1979). Homenagens de colegasA morte de Oswaldinho causou mobilização entre artista do forró, que prestaram uma última homenagem ao colega de profissão e exaltaram seus feitos ao longo dos mais de 50 anos de carreira.“Adeus, mestre Oswaldinho do Acordeon. Você e sua música seguem em nossos corações”, escreveu o cantor Chico César ao compartilhar a notícia em seu perfil.A cantora Elba Ramalho também falou sobre o sanfoneiro. “Hoje a saudade fala mais alto, mas sua sanfona continuará tocando dentro de nós. Que Deus conforte o coração de todos que o amavam. Siga a luz”, escreveu.

  •  

“Non volevo più cantare, sulla porta di casa mi fanno ascoltare ‘Perdere l’amore’. È stato il mio sliding doors. Più di 60 anni di carriera? Fortuna enorme”: parla Massimo Ranieri

Più di sessant’anni di carriera, e la stessa sensazione di chi guarda indietro con gratitudine. Massimo Ranieri è stato ospite di RTL 102.5, oggi 26 ottobre, dove ha ripercorso il suo cammino artistico e raccontato com’è nata “Perdere l’amore”, il brano vincitore di Sanremo 1988 che, a posteriori, sembra l’esito di una sliding doors.

La storia comincia al termine di una lunga tournée teatrale. “Io ero in giro con il teatro, tanto per cambiare. – ha raccontato l’artista – Dopo sette mesi di tournée, con questo mio carissimo amico, Marcello, che viaggiava con me con la sua macchina, una Uno diesel (non turbo, normalissima), arrivò l’ultima recita. Eravamo a Vicenza e dovevamo tornare a Roma. Ci mettemmo in macchina con i soliti panini per il viaggio in autostrada e arrivammo a Roma verso le sei o le sette del mattino”.

È a quel punto che l’amico gli fa una proposta: “Marcello mi fa: ‘Poi nel pomeriggio ti mando quest’autore, di cui ti avevo già parlato. Vuole farti sentire delle canzon’. Io gli rispondo: ‘Marcello, ma che mi mandi? Lo sai che non canto più da tanto tempo’. E lui: ‘Dai, per stavolta’”.

Nel pomeriggio si presenta Giampiero Artegiani, autore scomparso, che Ranieri ricorda con affetto. “Viene questo ragazzo, che pace all’anima sua, e al quale va sempre il merito di tutto. Un grandissimo autore. Arriva con questi occhiali e mi dice: ‘Scusi, io sono amico di Marcello.’. ‘Sì, lo so’. Mi fa sentire delle canzoni, una più bella dell’altra, ma l’ultima non me la fa ascoltare. Gli dico: “Mi piacciono, sono belle canzoni, ma Marcello ti aveva detto che io non canto più? Sei molto gentile, ma non ho nessuna intenzione di tornare a cantare. Non canto più, ragazzi”.

Il colpo di scena arriva sulla soglia di casa: “Perdere l’amore, invece, ancora niente. Lui, che mi aveva sentito dire che non cantavo più, sta sulla porta, mette la mano sulla maniglia, si gira e dice: ‘Te la posso far ascoltare? Me la sono dimenticata’. Io volevo solo andare a dormire, ma lui si siede e mi sciorina questa perla. Poi mi dice: “L’avevo dimenticata, però ci tengo. Che ne pensi? Si può fare un provino?”.

Ranieri accetta: “Feci il provino e lo mandai alla mia ex casa discografica, la CGD, che ovviamente accettò. Ma andare a Sanremo non era nei miei pensieri”.

L'articolo “Non volevo più cantare, sulla porta di casa mi fanno ascoltare ‘Perdere l’amore’. È stato il mio sliding doors. Più di 60 anni di carriera? Fortuna enorme”: parla Massimo Ranieri proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

“Crystal Lake”: uma série tão boa que mete medo? — Sugestões

É uma espécie de prequela de “Sexta-feira 13” e está entre as propostas do Pop Up para os próximos dias. Mas também há Douglas Stuart, Norm Macdonald, filmes sobre alpinimsmo e doces portugueses.

  •  

Mora, el arquitecto del reguetón moderno: “He visto artistas grandes que caen por creerse dioses y no escuchar consejos”

Enfrentarse periódicamente al escrutinio de decenas de miles de personas puede parecer una terapia de choque para la ansiedad social, pero el cantante Mora (Bayamón, Puerto Rico, 30 años) admite que hacerse fotos con seguidores aún se le hace cuesta arriba. “Lo hago porque sé que lo merecen, pero no lo disfruto”, confiesa. “Puedo estar cantando frente a 50.000 personas y no hay problema, porque no interfiere en mi espacio personal. Pero si estoy caminando por la calle y se me acercan dos, ya empiezo a sudar. Hay gente que quizás puede decir: ‘Este cabrón es un huelebicho’, pero no es que yo no quiera compartir, es que no tengo unas destrezas sociales muy buenas, que digamos”. Por eso, antes de convertirse en uno de los claros protagonistas de la escena reguetón moderna, Mora se situaba cómodamente en la sombra, como arquitecto de algunos de los éxitos que catapultaron a grandes nombres de hoy, como Bad Bunny (Dákiti o La difícil llevan su rúbrica), Karol G (la omnipresente El makinón), Eladio Carrión o Anuel AA.

Seguir leyendo

Realización: Agustina Piriz. Asistente de fotografía: Diego Pérez. Asistente de realización: Lidia Lara. Maquillaje: Fidel Fernández (Another Artists Agency). Coche: Vintage Cars.

© Ayub El Kadmiri

Mora posa en exclusiva para ICON, con camisa, pañuelo, cinturón y pantalón Etro.
  •  

O famoso toque da Nokia ouve-se há mais de 120 anos

Já estávamos com saudade de ouvir isto … O toque mais famoso da história dos telemóveis não nasceu num estúdio: são uns segundos de “Gran Vals”, peça para guitarra que o espanhol Francisco Tárrega escreveu em 1902. No fim dos anos 1990 e início dos 2000, havia um som que se ouvia em todo o lado. Nas ruas, nos cafés, aeroportos, centros comerciais, salas de reuniões. Nos cinemas, a meio dos filmes, como não podia deixar de ser. E em casa, até em casa. Se um telemóvel tocava, era quase certo que dava aquela melodia. Nessa altura ainda não se

💾

Já estávamos com saudade de ouvir isto ... O toque mais famoso da história dos telemóveis não nasceu num estúdio: são uns segundos de "Gran Vals", peça para guitarra que o espanhol Francisco Tárrega escreveu em 1902. No fim dos anos 1990 e início dos 2000, havia um som que se ouvia em todo o lado. N

💾

  •  

Techno, raves e o fascínio por ruínas entre Detroit e Berlim

No livro "Sair à Noite", a britânica Imogen Willetts conta uma história da vida noturna. O Observador publicar um excerto sobre a música techno e as cidades que fizeram a história do género.

© ullstein bild via Getty Images

  •  

Proposta di matrimonio sul palco, Alfa “benedice” l’unione di due fan al Forum di Milano. Tra gli ospiti Gigi D’Alessio, Sangiovanni e Kekko dei Modà – IL VIDEO

Alfa ha concluso ieri 24 ottobre il suo tour nei palazzetti con un sold out all’Unipol Forum di Milano. Questa ultima tappa sancito un nuovo importante traguardo nel percorso live del cantautore genovese. Quello di ieri rappresenta infatti il quinto appuntamento di Alfa nel palazzetto.

Colpo di scena durante l’esecuzione dell’inedito “Eri solo da incontrare” che ha fatto da colonna sonora a una toccante proposta di matrimonio avvenuta sul palco, lasciando tutti senza parole. Il cantautore ha “benedetto” l’unione dei due fan.

Non sono mancati gli ospiti e gli amici sul palco. Alfa con Gigi D’Alessio ha intonato “Genova e Napoli”, “Come un pittore” è la canzone scelta per il duetto con Kekko dei Modà mentre il brano “Da Domani” è quello scelto per Sangiovanni. La canzone sarà contenuta nel prossimo disco di inediti di Sangiovanni dal titolo “Tutto bene grazie”, in uscita il 13 novembre.

Spenti i riflettori adesso si punta al nuovo percorso professionale del cantautore genovese. In una nostra intervista, in occasione del suo evento all’Arena di Verona lo scorso settembre, Alfa ha detto: “Io al Festival di Sanremo 2027? Bisogna chiederlo a un signore napoletano. Ma se ci sarà Olivia Rodrigo, un modo per infilarmi lo trovo”.

Non resta che aspettare ancora poche settimane, quando Stefano De Martino ufficializzerà la lista dei Big che parteciperanno alla kermesse canora.

L'articolo Proposta di matrimonio sul palco, Alfa “benedice” l’unione di due fan al Forum di Milano. Tra gli ospiti Gigi D’Alessio, Sangiovanni e Kekko dei Modà – IL VIDEO proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

Claudio Baglioni a Roma dopo la polmonite interstiziale acuta: “Il mio non sarà un addio definitivo perché un certo modo di andare non si ferma mai. Dopo 44 anni siamo ancora qua”

Una macchina del tempo dentro Villa Borghese. Claudio Baglioni è tornato a Piazza di Siena esattamente 44 anni dopo il famoso raduno “Alé-Oó” del 24 ottobre 1982, e lo ha fatto spiazzando il pubblico: niente classico d’apertura, ma un brano mai ascoltato prima, “Che notte è questa!”, che dà il titolo all’intero progetto live. Il pezzo sarà disponibile in digitale dal 13 novembre. È una dichiarazione d’amore alla Capitale: nel testo, la notte romana è descritta come irripetibile, mai vista prima e destinata a non ripetersi.

Nell’impianto scenico firmato da Giuliano Peparini, i maxischermi hanno mandato le immagini d’epoca del concerto del 1982. A seguire l’esibizione strumentale del figlio Giovanni Baglioni con “Get up!” e “Roots”. L’ingresso dell’artista è stato annunciato dalle note di “Notte di note, note di notte”, suonate dalla super band di 18 elementi tra musicisti, fiati, quartetto d’archi e coristi, e accolto da un boato.

Sull’evento pesa un’emozione diversa dal solito. Il rinvio a giugno del tour per motivi di salute, una polmonite interstiziale acuta, ha lasciato il segno e sul palco si è percepito il sollievo di un artista che ha temuto di non poter decidere in autonomia come e quando chiudere la carriera. Davanti a 6.400 spettatori a sera, Baglioni ha detto: “Dopo 44 anni siamo ancora una volta qui”.

L'articolo Claudio Baglioni a Roma dopo la polmonite interstiziale acuta: “Il mio non sarà un addio definitivo perché un certo modo di andare non si ferma mai. Dopo 44 anni siamo ancora qua” proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

I Pooh si prendono Bologna per i 60 anni di carriera e invitano gli amici Arisa, Michielin, Biondi, Masini e Carboni – IL VIDEO

Sessant’anni dopo, i Pooh sono tornati ieri 24 ottobre dove tutto è cominciato e lo fanno senza risparmiarsi. All’Unipol Arena di Bologna, per “Notte a sorpresa”, sono stati proposti 41 brani in scaletta. Una maratona per i 60 anni di carriera che il pubblico, in gran parte cantando a memoria, segue dall’inizio alla fine.

Si parte con “Banda nel vento”, “Quello che non sai” e “Vieni fuori”, tre pezzi che bastano a scaldare il palasport. Il primo vero momento di festa arriva con “Amici x sempre”, dedicata a Valerio Negrini, celebrato nella sua città con i video sui maxischermi.

Gli ospiti e amici che si sono susseguiti sul palco sono stati: Enrico Ruggeri entra su “L’altra donna”. Francesca Michielin porta “L’aquila e il falco” in un territorio più moderno. Chiara Canzian canta “Maria Marea” con papà Red, e il momento ha il sapore di una cosa di famiglia. I Violin Twins danno ai violini di “Pierre” un tocco di spettacolo.

Il cuore della serata è nella seconda parte. Arisa interpreta “Uomini soli” e dà una lettura personale a uno dei classici più amati. Mario Biondi mette la sua voce profonda su “Ci penserò domani”, Marco Masini trasforma “La donna del mio amico” in un duetto che ha abbracciato tutto il palazzetto. Luca Carboni, in casa, canta “Piccola Katy”, che per Bologna è anche un po’ una festa di quartiere.

Nel finale ci sono “Viva”, “Tanta voglia di lei”, “Io sono vivo” e un ultimo trittico con “Pensiero”, “Dimmi di sì” e “Chi fermerà la musica”, che chiude il cerchio.

L'articolo I Pooh si prendono Bologna per i 60 anni di carriera e invitano gli amici Arisa, Michielin, Biondi, Masini e Carboni – IL VIDEO proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

“Mi stupisco sinceramente che le proteste dei giovani siano esplose soltanto adesso. La vita è diventata un duty free totale: esisti solo se spendi”: parla Fabri Fibra

Fabri Fibra, per la prima volta a Sanremo come ospite della serata finale del Premio Tenco, si schiera dalla parte dei ventenni scesi in piazza in questi giorni e lega la loro rabbia alla difficoltà di costruirsi un futuro tra stipendi troppo bassi, affitti proibitivi e una pressione sociale che spinge continuamente a consumare. “Mi stupisco sinceramente che le proteste dei giovani siano esplose soltanto adesso”, ha detto il rapper.

“Quando avevo 21 anni lavoravo in un’azienda in provincia per 1.200 euro e avevo già capito che il sistema era truccato. Oggi, dopo 25 anni, uno stipendio è arrivato a 1.800 euro. E cosa ci fai? Mille euro se ne vanno per l’affitto”, osserva il rapper marchigiano incontrando la stampa nella Città dei Fiori. “C’è il carovita, c’è una pressione sociale enorme. Devi avere il telefono, devi uscire, devi pagarti la vita sociale. I soldi non bastano. Ecco perché scendono in piazza i ventenni: a vent’anni hai meno da perdere. E poi a trenta molti sono già rassegnati”.

Fibra ricorda che i suoi vent’anni non sono statipoi così diversi alla prova dei fatti. “Io sono cresciuto con Berlusconi che mi parlava del Milan e della fig* e mi faceva credere che tutto fosse possibile, che la festa fosse fuori: ‘Trovati un lavoro, ce la farai, devi crederci, fai l’imprenditore'”, racconta.

“Io, nella società normale, un ruolo normale non l’ho trovato. Per fortuna la musica mi ha dato questa possibilità. Oggi un ventenne cresce con i social, con la pressione di essere continuamente giudicato e in una società nella quale i giovani vengono sfruttati soprattutto per farli spendere. La vita è diventata un duty free totale: esisti solo se spendi”.

L'articolo “Mi stupisco sinceramente che le proteste dei giovani siano esplose soltanto adesso. La vita è diventata un duty free totale: esisti solo se spendi”: parla Fabri Fibra proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

Igreja Matriz de Quelfes recebe concerto do ciclo APOS no âmbito do Bicentenário

A Igreja Matriz de Quelfes recebe, no próximo dia 25 de outubro, pelas 19:00, o concerto “Paisagens de sonho”, integrado no ciclo APOS – Música Clássica no Território, que faz parte da programação cultural comemorativa do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão (1826-2026).

Organizado pelo Município de Olhão e pela Associação de Valorização do Património Cultural e Ambiental de Olhão (APOS), o concerto propõe uma viagem sensorial e emocional pelas sonoridades do quarteto de cordas em diálogo com o clarinete, num programa que percorre diferentes épocas e linguagens musicais.

O repertório inclui obras de Alexander Glazunov, Wolfgang Amadeus Mozart e Elaine Fine, conjugando atmosferas delicadas e contemplativas com paisagens sonoras intensas e uma abordagem contemporânea.

A interpretação estará a cargo dos solistas da Orquestra do Algarve Emil Chitakov e Ana Socorro, nos violinos; Leonel Andrade, na viola; Ana Luísa Marques, no violoncelo; e Pedro Nuno, no clarinete.

Com uma duração aproximada de 49 minutos, este concerto convida o público a descobrir a música clássica num ambiente de proximidade, valorizando simultaneamente a programação cultural do Bicentenário e o património do concelho.

A entrada é livre.

O conteúdo Igreja Matriz de Quelfes recebe concerto do ciclo APOS no âmbito do Bicentenário aparece primeiro em Sempre à Mão.

  •  

“Papà Enzo mi ha sempre coperto e mi sarei buttato nel fuoco per lui. I disordini a Milano? Mi sono quasi messo a piangere. Una perdita di stile quando i giovanissimi si sono messi a bruciare i libri”: così Paolo Jannacci

Femmicidio, politicamente corretto e le morti sul lavoro sono solo alcune delle tematiche che Paolo Jannacci ha affrontato all’interno del suo nuovo disco, “Scimmie ovunque”. L’album, composto da undici brani caratterizzati da testi ironici e critica sociale, alterna sapientemente temi più duri e momenti di leggerezza, a cui si affiancano, inoltre, storie d’amore e una dedica al padre Enzo. Due sono le collaborazioni: con Elio per “Politically topless”, e con Stefano Massini per “L’uomo nel lampo”. Quest’ultima è una delle tracce più intense ed è stata presentata al Festival di Sanremo 2024, dove i due artisti sono stati ospiti.

In occasione della pubblicazione del progetto, Paolo Jannacci ha raccontato, a FqMagazine, il difficile rapporto con l’autocensura e condiviso alcune storie inedite legate al suo complice di sempre, papà Enzo. L’artista si è inoltre espresso sui disordini avvenuti nel centro di Milano, definendoli una “perdita di stile”, soprattutto “quando i giovanissimi si sono messi a rubare le scarpe e a bruciare i libri”.

Jannacci sarà in concerto il 3 novembre nella Sala Petrassi dell’Auditorium Parco della Musica Ennio Morricone di Roma con lo spettacolo “Jannacci arrenditi! La città ascolta”.

Qual è il significato di “Scimmie ovunque”?
La traccia “Scimmie ovunque” nasce come ultimo brano che ho scritto col mio amico autore Paolo Re. Avevamo avuto dei ripensamenti sul fatto che avevamo dato il titolo all’album ma eravamo senza la famosa title track. Così ci siamo un po’ impuntati, e come ultima cosa è venuta fuori veramente di getto: è stato bellissimo. Perché è uno di quei brani, insieme a “La rosa e il fiorista”, nato come ultimi, ma con tanta energia e tanto desiderio di scrivere bene. A volte capita di limare delle canzoni che hai già fatto mentre, il creare dal nulla due brani, è stata una cosa che a noi è piaciuta molto. Infatti secondo me si nota una bella energia.

Soprattutto in “Scimmie ovunque” e ne “Il mercato nero degli abbracci”, vengono in mente riferimenti cinematografici e letterari che richiamano Stanley Kubrick e George Orwell: l’associazione è ricercata?
Sì, è centrata. Poi c’è chi, avendo una sensibilità particolare, lo avverte di più. Chi invece non ha quel tipo di sensibilità, però, coglie una distopia latente che può suggerire un elemento più visivo, che non invece solo musicale o prettamente poetico. C’è proprio la ricerca di un’ambientazione visiva cinematografica.

Il disco è uscito pochi mesi prima di Sanremo: hai fatto un tentativo per partecipare alla prossima edizione?
Ho proposto due brani a Stefano De Martino. Il primo, “Il giorno prima”, è una ballad molto elegante e educata di Emiliano Bassi. Poi, io e Paolo Re, abbiamo scritto il testo. L’altra canzone è “Scimmie ovunque”, perché può essere particolarmente divertente. La puoi far andare sul palco con una grande verve e con una particolare voglia di stupire. A Sanremo non ci andrei solo e unicamente per fare promozione al mio disco, perché so benissimo che quello è uno spettacolo che ci vede tutti coinvolti, in cui si fa parte di un grande gioco comunicativo che se va bene, va bene per tutti.

Hai avuto riscontri sulle due tracce?
Non ho ricevuto nessun cenno. Non è che volessi sapere, anche perché sarebbe stato irrispettoso per gli altri. Però se per caso mi avessero comunicato che c’era un minimo interesse, avrei posticipo il disco. Purtroppo non mi è stato detto nulla. Magari non hanno visto neanche il messaggio, hanno buttato via il telefono, o stanno pensando ad altre migliori cose. Ma ho voluto far uscire questo disco, che era già fermo da un po’ di mesi, perché aveva proprio voglia di cantare e di esprimersi.

Hai scritto una canzone sulla “disgrazia del femminicidio”: che effetto ti fa sentire che, alcuni rilevanti esponenti politici, neghino il fenomeno?
Penso sia uno stile di comunicazione. Che, tuttavia, non mi coinvolge tanto. Sono sicuro che ci sono certe donne che sono molto più intelligenti degli uomini con cui stanno, ma sono anche molto più sensibili. E questa loro grande sensibilità diventa, purtroppo, un lato di non autodifesa. Fanno fatica a convivere con questa grandissima e bellissima sensibilità che magari l’altro non capisce. Perché se tu hai, brutalmente, una forza maggiore e la scarichi contro una persona che non riesce a contenerti, si parla comunque di femminicidio. Non è che possiamo tanto girare la questione. È un po’ un sofismo. Io sono sicuro che il femminicidio ci sia, perché è sempre stato così nel mondo. Le donne, essendo spina dorsale del nostro Paese, ho imparato ad apprezzarle molto.

Ti reputi femminista?
Mi sento un grande femminista in questo caso perché, essendo loro molto più intelligenti di noi, ci hanno dato la via sempre, a noi ragazzini. Storicamente sono sempre state soggiogate e messe a rogo. Le chiamavano streghe, le bruciavano vive. Perché mettevano in luce delle gravità dell’essere umano che l’uomo, invece, non voleva accusare. Dunque, si tratta di una cosa drammatica che non deve più succedere.

“Siamo nudi, in topless, di fronte al politicamente corretto”, che rapporto hai con l’autocensura?
Brutto perché, purtroppo, anche nel disco precedente, qualsiasi pensiero, una qualsiasi frase, una qualsiasi quartina che potesse venire in mente, la mettevo subito alla berlina. Pensavo subito quale potesse essere il lato negativo o la problematica che quella parola poteva suggerire. Mi facevo, e me la faccio tuttora, dell’autocensura preventiva. E questo, per un artista, credo non sia funzionale. Poi ci deve essere stile.

Ovvero?
Un artista deve avere buon gusto. Se hai stile, se hai buona educazione, anche nella trivialità, allora il gioco diventa divertente e affascinante. Se invece la trivialità è fine a sé stessa, allora non l’accetto. Ed è giusto farsi anche autocensura. Per qualsiasi cosa sono “costretto” un po’ a pensarci, però mi dà molto fastidio.

Nel disco è presente un omaggio a tuo papà Enzo: che aria si respirava a casa?
Riavvolgendo il nastro, la vita non era così diversa da oggi. C’era, intanto, un altro tipo di libertà di pensiero. Tant’è che, nel 2005-2006, da produttore, cominciavo a sentire la problematica del politicamente corretto.

Ne parlavi anche con tuo papà?
Gli dicevo “Ma questa cosa si può dire?”. E mio padre rispondeva “Sì, perché sto dicendo la verità”. Sarebbe grave se un artista dicesse il falso, o comunque dicesse qualcosa di non coerente con la verità. Su Instagram ho scritto “è un pezzo di vita in mezzo a due fogli di cartone”. E mi piace tantissimo la possibilità di creare qualche cosa che non siano solo delle vibrazioni che si perdono nell’etere.

Hai raccontato di esserti abbracciato spesso con papà Enzo e che “vi sareste buttati nel fuoco” l’uno per l’altro: eravate complici?
Sì, assolutamente. Quando mi sono innamorato ho avuto un colpo di fulmine, a ventidue anni, e ho detto “vado a vivere con la mia ragazza”, da un momento all’altro. Mia madre purtroppo era via per curare mia nonna che non stava bene e, quindi, non era a Milano. Allora ho preso i miei bagagli e sono andato via di casa, e mio padre mi ha coperto! Mia madre era poi tornata e fa: “ma dov’è finito Paolo?”. Poi era venuto fuori tutto quanto ed è stato un disastro perché momento più sbagliato non potevamo trovarlo (sorride, ndr). Mio papà mi ha sempre coperto e mi sarei buttato nel fuoco per lui. Ad esempio, quando è stato male, per tutti gli anni della sua malattia, non ho minimamente fatto trasparire nulla, anche se sarebbe stato magari più facile farlo. Invece Enzo Jannacci è sempre stato quello che vi siete immaginati. L’artista che ha dato tanto, poco, il giusto. Quello che fa divertire, piangere. Queste cose successe ci aiutavano, comunque, a sorridere dei guai.

Il primo a darti fiducia è stato Gaber: cosa aveva visto in te?
Giorgio, oltre ad essere un grandissimo artista, era anche un grande imprenditore. Molto più di mio padre. Enzo diceva “Ciao, usciamo, andiamo in scena”, “Ma cosa dovevo fare?”, “Lo invento io, non ti preoccupare”. Poi aveva il bagaglio delle ancore teatrali, sapeva cosa doveva fare. Però per il 60% era qualche cosa di fuori controllo.

In questo Gaber era diverso?
Giorgio per il 90% sapeva che lo spettacolo doveva essere tenuto in piedi con determinati cambi. Poi c’era un 10% di immaginazione al potere, marcusiano. Invece il papà no, perché gli piaceva avere quello stimolo creativo che gli dava l’adrenalina in più e che gli conferiva la gioia di creare sul momento anche se, poi, lo faceva stancare molto di più.

Quando hai avuto il primo contatto professionale con Gaber?
Avevo cominciato a bazzicare in studio e Gaber, probabilmente, mi ha sentito accompagnare il papà. Avevo uno stile un pochino più moderno e i grandi artisti, come lui e mio padre, hanno sempre apprezzato l’influsso dei giovanissimi. Quella linfa vitale che arriva da uno che ha voglia e che non sa ancora cosa sta facendo ma sente che può essere giusto. È ciò che, a volte, gli anziani perdono un po’ perché cercano di andare sul sicuro oppure cercano di limitare i danni. Oppure anche per stanchezza o difficoltà. Perché, alla lunga, non è che per forza devi puntare tutto sul nero o sul rosso. Giorgio, probabilmente, ha visto che avevo questa forza della novità e mi ha affidato un piccolo arrangiamento che ho fatto alla bene e meglio. Anche lì il papà era arrivato, ha messo due note di flauto, e mi aveva dato una mano.

Invece che ricordo hai di Dario Fo?
Ho avuto la grande fortuna di viverlo a casa sua quando mio padre mi portava, da lui, per avere un consiglio o per organizzare un’idea di introduzione teatrale. Si andava dal maestro e gli si chiedeva un giudizio e da lì potevano nascere cose e si avvertiva veramente il peso culturale di Dario. Perché tutto quello che toccava dal punto di vista della fabulazione, della parola, del racconto, aveva un connotato di grande importanza ed interesse. A volte si perdeva in battute meravigliose, però si sentiva il peso di questo grand’uomo, anche perché era veramente importante dal punto di vista dell’immaginario. Non a caso l’ho chiamato “maestro”.

Enzo Jannacci, Giorgio Gaber e Dario Fo assieme: cosa ti viene in mente?
La fotografia di Guido Harari fatta ai trent’anni di carriera, a Milano, al Castello Sforzesco. Tutti e tre si sono ritrovati, e si sono messi a posare, ognuno col suo stile. Enzo con la voglia di riabbracciarli, con questo sorriso incredibile. Dario, che sapeva di poter svettare sui suoi ragazzi, e Giorgio che stava dietro Enzo sapendo, comunque, di essere compagno della vita.

Da milanese che effetto ti ha fatto vedere i disordini di questi giorni?
Si parlava prima di stile. Provo grande tristezza. E non faccio nessuna fatica ad essere reazionario, come si suol dire. Grande tristezza nel vedere, innanzitutto, il dover manifestare per questo caro vita che sta arrivando e che non ci darà la tregua e che fa e farà stare in allerta molte famiglie. Questa è la prima cosa.

La seconda?
Mi è piaciuto il fatto che le scuole, i maestri, i professori abbiano coinvolto i ragazzi che, spesso, vengono descritti un po’ come addormentati. Mi fa piacere vederli attivi verso una problematica sociale. Ma è stata una grandissima tristezza e perdita di stile quando i giovanissimi si sono messi a rubare le scarpe e a bruciare i libri. Come dice il professore Recalcati: “Questo non lo dovevate fare, non dovete bruciare i libri e non dovevate rubare”. Ho il cuore che piange quando vedo quelle scene. Avevamo la possibilità, a mio giudizio, di porci a livello europeo come una delle città, come uno dei Paesi più alti dal punto di vista culturale e anche filosofico. Perché abbiamo i francesi che sono esplosi nella loro spinta rivoluzionaria. Che posso capirla, anche se non la condivido. Perché fanno sempre così. Quindi è diventato un modus operandi, il loro. Potevamo porci come forza di critica sociale e politica pulita e, allo stesso tempo, ancora più forte. Invece siamo caduti in una debacle che mi fa piangere il cuore. Mi sono quasi messo a piangere. Poi non l’ho fatto perché sono anche molto cinico. Però mi ha dato molto fastidio.

Il 3 novembre ti esibirai a Roma: cosa ci puoi anticipare del live?
È uno spettacolo che parla delle nostre città. È un modo per raccontare le storie che ci legano, perché alla fine le città siamo noi che le costruiamo, e siamo noi che le distruggiamo. È il nostro modo di essere e di vivere che crea una città. Le città però ci tengono sotto controllo, ci guardano e osservano tutte le nostre storie. E la musica diventa il collante che va ad enfatizzare queste emozioni. È uno spettacolo musicale dove i miei musicisti, che sono anche dei bravissimi attori, si prestano alla simpatia del momento. Raccontiamo delle storie di guerra: quindi città che sono state distrutte, ricostruite. Ci sono amori che vivono al terzo piano e che hanno il cuore urgente. Ci sono artisti, in quella luce in alto, in quel piccolo appartamento sempre acceso di notte, che hanno l’angoscia di raccontarci che domani sarà un giorno migliore. Quindi Luigi Tenco che ci parla. Oppure le storie di Parigi, di Paolo Conte. Tante storie che cercano di alzare, anche in piccolo, il livello culturale del nostro Paese.

L'articolo “Papà Enzo mi ha sempre coperto e mi sarei buttato nel fuoco per lui. I disordini a Milano? Mi sono quasi messo a piangere. Una perdita di stile quando i giovanissimi si sono messi a bruciare i libri”: così Paolo Jannacci proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

“Gli autotrasportatori hanno la mia solidarietà. I disordini a Milano? Noi giovani abbiamo paura del futuro. Credo nella mia generazione che è più ribelle, però la violenza non è la risposta”: così Settembre

“Vertebre” lo ha incornato vincitore al Festival di Sanremo nella categoria Nuove Proposte nel 2025. Poi nei mesi a seguire sono cambiate tante cose nella vita di Settembre: nuovo team, nuovo tour, brani inediti come “Due settimane” e l’ultima “Lentiggini”. Napoletano, 25 anni, il cantautore ha una penna piena di sensibilità, sfumature ed è mosso da tanta voglia di fare. Il percorso è ripreso grazie al management La Tarma di Marta Donà. I feedback sono tutti positivi, non resta che aspettare e vedere se un altro tassello si aggiungerà al percorso professionale dell’artista: il Festival di Sanremo 2027.

Quando nasce “Lentiggini” e cosa ti ha ispirato a tirare fuori sentimenti così forti?
Il brano è nato, se non ricordo male, tra fine gennaio e inizio febbraio di quest’anno. Era un periodo difficile per me, non solo per i temi di cui parla la canzone: era un periodo di vita strano, non proprio dei più felici. Paradossalmente in quei mesi scrivevo poca musica, avevo scritto solo due o tre cose, e una era ‘Lentiggini’. Tra vari problemi personali mi interrogavo, ancora una volta, sui sentimenti, sulle relazioni, sulle mancanze. Non necessariamente per un fatto accaduto pochi giorni o poche settimane prima: era qualcosa che mi frullava in testa.

Cosa c’era nella tua mente in quel periodo?
Tante domande come il non sentirsi abbastanza, magari perché si viene rimpiazzati o perché da uno dei due lati il sentimento si spegne. Allora ti ritrovi da solo a chiederti se non sei stato abbastanza, se c’era già qualcuno meglio di te. C’è poi il tema di provare ad andare avanti, come nella seconda strofa, dove cerco di dirmi, e di dire, che ci sto provando e che ho imparato a non farmi più male. Però chissà se un giorno tornerai da me… È già un passo successivo, un progredire della storia.

Dal video sembra che tu abbia anche un talento per la recitazione. È un pallino che hai sempre avuto?
Non penso! Però mi piace molto: amo l’arte in generale, la musica, la scrittura, il canto, la danza, il teatro, la recitazione. Con l’arte mi metto a nudo: è un modo per entrare in contatto con parti di me che, come esseri umani, spesso tendiamo a nascondere perché ci sentiamo deboli o non abbastanza forti. Sto imparando, e non ti nascondo che è difficile, ad accettare sempre di più la mia vulnerabilità. Quando canto, anche canzoni di altri, mi sento vulnerabile. È un posto difficile in cui stare, ma cerco di abbracciarlo e di accoglierlo.

Dalla vittoria a Sanremo sono passate tante cose: il nuovo management, un nuovo percorso artistico, un nuovo messaggio. Che cosa hai imparato?
Credo molto nel percorso del destino: le cose vanno come devono andare, le accogliamo e ci insegnano. Ho imparato tanto dal Sanremo dell’anno scorso a oggi, e ho ancora molto da imparare. È stato un anno impegnativo a livello personale, perché ho cercato di capire tante cose e di dare le giuste priorità. A livello professionale sono contento di essermi preso del tempo per scrivere nuove canzoni e tornare nel momento in cui ero davvero pronto.

Hai già in testa il disco, la traccia fondamentale?
No, il disco lo sto mettendo in sesto adesso. È un periodo in cui comincio a farmi domande più serie su questo progetto, che mi piace chiamare “diario”: ogni pagina è una canzone, e Lentiggini è una di queste pagine. Questo diario ha tante bozze, tante cose scarabocchiate, ma anche molte pagine già più ordinate che faranno sicuramente parte del pacchetto finale.

Tu sei di Napoli, una regione di cui si parla molto in questi giorni per la protesta degli autotrasportatori. Che cosa percepisci intorno a te?
È un tema che mi sta molto a cuore: essendo napoletano, sento vicine queste problematiche che riguardano il Sud. Andare al supermercato e non trovare gli alimenti fa strano, ma non è questo il punto centrale. Il punto è il timore, la paura che noi giovani abbiamo di non riuscire a immaginare un futuro stabile e di non avere certezze. Come Clementino e come Gigi D’Alessio, mostro la massima solidarietà agli autotrasportatori e a tutto il settore, che sta vivendo un periodo non semplice. Io mi lamento, tra virgolette, della mancanza di alimenti, ma la questione è molto più seria.

In che senso?
Sono contento che se ne parli, perché nei notiziari si parla di tante cose e di questa ancora poco. Non riguarda solo la benzina e le altre ragioni per cui si sta manifestando, pacificamente, qui al Sud: va più a fondo e riguarda ancora di più noi giovani, perché c’è sempre più paura del futuro. Io però ho molta fiducia nelle nuove generazioni. Non posso parlare per tutti, ma nella mia generazione e in quelle che stanno arrivando vedo uno spirito ribelle e impaziente di cambiare le cose, e di farlo al meglio. È fantastico.

E sui disordini di Milano invece cosa ti ha colpito?
Ciò che è successo dovrebbe spingerci a riflettere. La violenza non è mai la strada giusta e non porta alla vittoria di queste manifestazioni, anzi finisce per mettere in ombra le ragioni di chi scende in piazza pacificamente per far valere le proprie idee. Non è mai condivisibile. Detto questo, ripeto: non voglio generalizzare, ma nella mia generazione e in quelle subito dopo la mia vedo uno spirito ribelle, la voglia di correggere ciò che prima è stato fatto. È bello, e me ne accorgo anche con i miei amici. Finché è pacifico, lo sottolineo, è sempre bello provare a cambiare le cose: finché non c’è violenza, finché non ci sono saccheggi.

Forse non tutti lo sanno che sei appassionato di numerologia, ma qual è il tuo numero ricorrente in questa fase della vita, e cosa rappresenta?
Mi hai fatto questa domanda poco prima delle 15:15! Ultimamente è tornato il 2, vicino al 4, che mi è stato molto vicino, ma il 9 è sempre stato il numero che mi accompagna. E, manco a farlo apposta, il 9 marzo 2027 parte il mio tour nei club. Quando mi hanno comunicato che la prima data sarebbe stata il 9 marzo ho detto: “Mi state prendendo in giro?”. Inizierò da Pozzuoli, al Duel Club, poi sarò a Roma il 15 marzo al Largo Venue e a Milano il 20 marzo ai Magazzini Generali, dove ti aspetto. Spero di vedere questo nove da tutte le parti: per me i numeri sono messaggi angelici, poi ognuno li interpreta come vuole.

Cosa proporrai in tour?
Ci stiamo pensando proprio in questi mesi. C’è tanto lavoro da fare, anche con il pezzo appena uscito, ma stiamo iniziando a pensare le prime cose e io a scriverle. Sarò onesto: il mio concerto dei sogni lo farò, se Dio vorrà, quando avrò strutture più grandi. Ma le cose si fanno step by step, e iniziamo adesso dai club. Non vedo l’ora, sono famelico, entusiasta a mille.

Parlavi del due e il nove… Meglio un secondo posto o un nono posto a Sanremo 2027?
Lì va bene tutto!

L'articolo “Gli autotrasportatori hanno la mia solidarietà. I disordini a Milano? Noi giovani abbiamo paura del futuro. Credo nella mia generazione che è più ribelle, però la violenza non è la risposta”: così Settembre proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

Elisa: “Ho quasi 50 anni e sto vivendo la perimenopausa, una fase molto particolare che ti rende anche più vulnerabile. Viviamo in una società molto dura con le donne, a tutte le età”

Elisa Toffoli è sbarcata, ieri 23 ottobre, sul tappeto rosso della Festa del Cinema di Roma, dove ha presentato il documentario “Kintsugi… e sono la mia opera”. Un racconto di dolore, trasformazione e rinascita nato durante la lavorazione del suo nuovo album “Kintsugi”, in arrivo il 27 novembre.

“Io ho quasi 50 anni e sto vivendo la perimenopausa, una fase molto particolare che ti rende anche più vulnerabile. – ha spiegato – Quello che ho imparato finora è che l’evoluzione passa attraverso la naturalezza. Viviamo in una società molto dura con le donne, a tutte le età. Fin da giovani ci viene chiesto di essere perfette, performanti, belle, impeccabili. Standard che non sono né naturali né reali. Ho una figlia di 17 anni e vedo da vicino quanto questa pressione colpisca anche le generazioni più giovani”.

E ancora: “L’antidoto? Sicuramente la condivisione. Oggi, per una donna, essere anticonformista significa andare contro questa società. La sorellanza, non la competizione. Aprirsi le une alle altre con onestà, semplicità e naturalezza. Ci è stato tolto il tempo per stare insieme: siamo tutti di corsa, frenetici, sempre in superficie e mai abbastanza in profondità. Ed è qualcosa che crea un disagio profondo”.

L’artista ha ricordato il passato: “Penso alle donne di una volta, alle mamme, alle nonne, alle zie, ai cortili dove ci si ritrovava a parlare, a sbucciare i fagioli, a lavorare a maglia. Erano momenti di convivialità e di scambio tra generazioni che oggi quasi non esistono più. Eppure erano fondamentali: magari una frase della nonna ti tornava in mente mesi dopo, proprio quando ne avevi bisogno”.

La società di oggi, osservato Elisa, “ci offre sempre meno occasioni per vivere queste esperienze di comunità. Per questo dobbiamo ricercarle consapevolmente, anche in modo ribelle e curioso. Dobbiamo inseguire ciò che ci riaccende e ci fa stare bene. Oggi le risposte ce le dà più l’anima che il rispetto di regole spesso assurde e incapaci di farci stare bene”.

L'articolo Elisa: “Ho quasi 50 anni e sto vivendo la perimenopausa, una fase molto particolare che ti rende anche più vulnerabile. Viviamo in una società molto dura con le donne, a tutte le età” proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  
❌