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Moedas recusa comentar carga policial no Rossio

O autarca de Lisboa pediu "serenidade e calma" e recusou comentar as imagens da carga policial de domingo no Rossio. Pinto Luz também não prestou declarações.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Na madrugada de domingo, a PSP dispersou, à bastonada e com recurso a cães, as manifestações em Lisboa e no Porto
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Sete detidos por tráfico de droga no Porto e Maia

Detenções ocorreram em diversas artérias das cidades do Porto e da Maia. Foram apreendidas 326 doses de cocaína, 558 doses de heroína e 45 doses de haxixe durante a intervenção.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

um dos detidos tinha pendente um mandado de detenção para cumprir uma pena de dois anos e três meses de prisão efetiva por furto
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Leitão Amaro: "Somos um Governo orgulhoso das polícias"

Sem mencionar os protestos pela habitação, Leitão Amaro disse que "há quem esqueça que não há convivência sã em democracia sem regras". "A função das nossas polícias é defender regras".

© JOSÉ COELHO/LUSA

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Mulher suspeita de roubar fios, anéis e brincos de ouro de uma casa em Viana do Castelo

A PSP identificou e constituiu arguido uma mulher, de 39 anos, suspeita de ter furtado fios, anéis e brincos de uma residência em Viana do Castelo, foi hoje anunciado.

Em comunicado, o Comando Distrital de Viana do Castelo explica que, na sexta-feira, na freguesia de Deão, “no decurso de uma busca domiciliária, procedeu-se à identificação e constituição como arguida de uma mulher de 39 anos, residente no concelho”.

“Da diligência policial resultou a apreensão de diversos artigos em ouro (nomeadamente fios, anéis e brincos), que haviam sido subtraídos do interior de uma residência na cidade de Viana do Castelo”, conclui a PSP.

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PSP deteve cinco pessoas e registou 12 acidentes na última semana

VTM

O Comando Distrital da PSP de Vila Real efetuou cinco detenções entre os dias 19 e 26 de outubro, no âmbito da sua atividade operacional de combate à criminalidade, destinada a garantir a segurança, a ordem e a tranquilidade públicas na sua área de jurisdição.

Em comunicado, a PSP refere que dois detidos foram por condução de veículo automóvel em estado de embriaguez, dois por furto qualificado em estabelecimento e um por crime de desobediência, por recusar realizar o teste de alcoolemia.

No que respeita à sinistralidade rodoviária foram registados 12 acidentes de viação. Dos acidentes apenas resultou um ferido ligeiro.

A PSP apela a todos os condutores para que conduzam em segurança, adaptando a sua condução às condições meteorológicas e ao estado do piso e que não adotem comportamentos que possam diminuir as suas capacidades, designadamente condução em excesso de velocidade ou sob o efeito do álcool, ou que sejam suscetíveis de causar distrações, como o uso do telemóvel durante a condução.

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IGAI vai investigar ação policial de domingo. PGR quer revisão da lei, mas afasta inconstitucionalidade

Tal como com as ações policiais de dia 15, IGAI abre processo a intervenção policial em Lisboa e no Porto da madrugada deste domingo. PGR quer revisão da lei das manifestações — mas “não é preciso” rever constitucionalidade, “para já”. A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) abriu um processo na sequência das intervenções policiais que aconteceram na madrugada de domingo, no Rossio, em Lisboa, e na Praça D. João I, no Porto. Em resposta enviada à Lusa, a IGAI explicou que “na sequência das notícias e imagens divulgadas publicamente, foi determinada a abertura de processo administrativo para apuramento das circunstâncias”

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Brasil virou do avesso com a vitória de Lula da Silva?

Lula regressa aos 80 anos num país dividido ao meio e com o derrotado a contestar. Já o braço de ferro entre autoridades e acampadas nas ruas não dá tréguas nem solução à vista.

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Carta aberta pede ao Presidente da República que intervenha perante «repressão policial»

Helena Roseta, Tiago Rodrigues e Pedro Abrunhosa estão entre os 23 subscritores que pedem hoje uma palavra do chefe de Estado após a carga policial em Lisboa e no Porto.

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Polícia “bateu a mando do Governo”: BE chama por Seguro

“Luís Montenegro respondeu à força grande, democrática e pacífica das ruas com violência policial, batendo, perseguindo, encurralando”, acusou Pureza. O coordenador do Bloco de Esquerda afirmou este domingo que a intervenção policial desta madrugada sobre os manifestantes pela habitação aconteceu “a mando do Governo” e considerou que o Presidente da República deve pronunciar-se sobre o que aconteceu. “Luís Montenegro respondeu à força grande, democrática e pacífica das ruas com violência policial, batendo, perseguindo, encurralando. Toda a nossa solidariedade com quem foi agredido e perseguido nesta madrugada só por se ter manifestado pacificamente”, afirmou José Manuel Pureza. No encerramento da Cimeira

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Casa para Viver condena «violência policial» e convoca protesto no Parlamento

A plataforma Casa para Viver condena a atuação policial nas acampadas de Lisboa e Porto e convoca um protesto no Parlamento. Exige o apuramento de responsabilidades e um orçamento que responda à crise da habitação.

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Aministia Internacional profundamente preocupada com uso excessivo de força das autoridades

A Amnistia Internacional denuncia uso excessivo da força nas acampadas de Lisboa e Porto e pede investigação urgente à atuação policial.

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Acampadas: PSD defende atuação da polícia e nega bastonadas

Bugalho destaca alegado arremesso de objetos por parte dos manifestantes. E Montenegro “não ficou nem cego, nem surdo, nem mudo”, garante. Luís Neves disse: “só vi um bastão a ser usado”. O porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, defendeu este domingo que existiu proporcionalidade na resposta policial às manifestações desta madrugada pelo direito à habitação, e acusou o secretário-geral do PS de irresponsabilidade e hipocrisia. Em declarações aos jornalistas transmitidas pelas televisões a partir de Aveiro, Bugalho afirmou que o PSD recusa “uma falsa clivagem” entre a autoridade dos polícias e a liberdade de expressão dos manifestantes, dizendo que houve arremesso

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