Líder do Chega separou o "André", próximo da família Bolsonaro, do "titular político português" e disse que não teria condições de dar asilo a Flávio se a situação se colocasse.
André Ventura afirma que preparará o partido para ser Governo e para continuar a ser disruptivo. A próxima convenção nacional do partido será em novembro, dias antes da votação final do OE.
"O objetivo é estar pronto para governar o país. Se for reeleito presidente do partido, quero um partido pronto para governar quando esse momento chegar", afirmou o líder partidário
O JPP é o primeiro partido a ser ouvido, logo às 8h30. PSD é o último a ser recebido em Belém, por volta das 13h30. Ainda, FC Porto apurado para a final four da Taça da Liga.
Ventura diz que o OE não responde ao custo de vida e aumenta impostos, mas garante abertura a propostas "orçamentalmente aceitáveis". A votação na generalidade acontece esta quarta-feira.
Ventura considerou que, "enquanto chefe de Estado e representante maior das instituições", António José Seguro devia ter-se "colocado ao lado daqueles que estavam apenas a cumprir a lei e a ordem".
"Um Presidente da República não pode ser sempre em cima da ponte. Tem que tomar decisões, tem que assumir riscos e tem que assumir posições.", criticou Ventura
As críticas às declarações do PR sobre a violência nos protestos pela habitação são feitas também por Fabian Figueiredo, do BE. Ainda, o Porto recebe amanhã o Académico de Viseu para a Taça da Liga.
Cristóvão Norte (PSD) rejeita mudanças "a quente", Patrícia Almeida (Chega) diz que não é uma prioridade do partido e Isabel Moreira (PS) admite a revisão, mas insiste no cumprimento da Constituição.
O líder do Chega criticou Lula da Silva e invocou irregularidades no processo eleitoral para defender que Lisboa não deve reconhecer já a vitória do candidato do PT.
O presidente do Chega considerou que "Portugal deve aguardar a verificação judicial do processo eleitoral no Brasil até reconhecer, ou não reconhecer, ou avaliar o que se passou nas eleições brasileiras"
André Ventura voltou a defender a atuação da PSP e disse que, se tivesse vencido as eleições presidenciais, colocar-se-ia "incondicionalmente ao lado da polícia".
Presidente do Chega garante que se fosse Chefe de Estado já tinha vindo a público para se pôr ao lado da polícia. Ainda, João Henriques é novo treinador do Nacional
Juíza Maria Benedita Urbano falou na dificuldade de classificar um partido de fascista e não aquilo que é dito num vídeo divulgado nas redes sociais. TC desmentiu ter pedido de extinção do Chega.
As manifestações do Movimento Acampada e a intervenção policial estiveram em análise no "Explicador". Ainda, na Arábia Saudita, os huthis reivindicaram um ataque com míssil ao aeroporto de Riade.
Francisco Assis, eurodeputado do PS, Hélder Sousa e Silva, eurodeputado do PSD e Tiago Moreira de Sá, eurodeputado do Chega, debatem as manifestações e falam sobre as eleições do Brasil.
PS e Chega exigem esclarecimentos ao primeiro-ministro — ainda que Ventura não conteste ação policial. Moreira da Silva critica "decisores". À esquerda, pressão estende-se ao Presidente Seguro.
O Partido Chega realiza na próxima quarta-feira, dia 28 de outubro, pelas 21h00, a cerimónia de tomada de posse dos novos presidentes das Comissões Políticas Concelhias do Distrito de Faro. O evento terá lugar na Sede distrital do partido, localizada em Faro – Rua de Santo Aatónio, e assinala um momento de reforço da estrutura partidária […]
Líder do Chega diz que forças de segurança não tinham outra alternativa para repor a ordem pública. Ainda, José Luís Carneiro critica silêncio de Luís Montenegro e pede responsabilidade ao Governo.