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Nancy Pelosi calls Mamdani, El-Sayed's past comments on Israel 'concerning' and 'wrong'

30 October 2026 at 00:20

Former House Speaker Nancy Pelosi, D-Calif., criticized New York City Mayor Zohran Mamdani and Michigan Democratic U.S. Senate candidate Abdul El-Sayed over their views on Israel Thursday, calling their positions "wrong" and saying they did not reflect congressional Democrats.

The two progressive Democrats were mentioned by "On Brand" podcast host Donny Deutsch, who asked Pelosi how he, as a Jewish man, could reconcile his support for the Democratic Party with politicians whose statements he considered antisemitic.

"When you say Israel doesn't have the right to be a Jewish state, that's antisemitic as far as I'm concerned with all that," Deutsch said.

PRO-ISRAEL LEADER WARNS DEMOCRATS FAILING TO CONDEMN ‘VICIOUS JEW HATERS’ IN CONGRESS

When Pelosi asked for examples, Deutsch named Mamdani and El-Sayed, calling their comments "concerning."

"No, it's more than concerning," Pelosi responded. "It's wrong. It's wrong. And it isn't a reflection of the Democrats in the Congress of the United States. This new person in Michigan, we'll see if he gets elected to the Congress. But the mayor, bless his heart, I hope he succeeds as mayor, but I don't agree with some of the things he has said. But in terms of our people in the House of Representatives, if somebody says that, the other members disassociate themselves from it."

Before he was elected New York City mayor, Mamdani repeatedly dodged questions when asked if Israel should be a Jewish state. In a June 28 interview with ABC News, however, Mamdani said he supported Israel as a state with equal rights but declined to endorse it as a Jewish state. 

"I think any state that privileges one religion over the other is one that I can’t tell you I support, whether it be Israel or Saudi Arabia or anywhere else," Mamdani said.

El-Sayed has repeatedly declined to affirm whether Israel has the right to exist as a Jewish state. In a May appearance with Jewish supporters, the candidate said he "struggled" to answer this question and suggested the idea of a Jewish state wasn't consistent with the liberal values "we say we believe in here in the United States."

CARVILLE WARNS DEMOCRATS' ANTI-ISRAEL ‘LOUDMOUTHS’ COULD COST ELECTIONS

Earlier in the interview with Deutsch, Pelosi initially denied that anyone in the Democratic Party was antisemitic.

"The fact is that I really do not know of anybody there on our side who is engaged in antisemitism. That may be what it appears to be or what they're charged to be. But if they are, it's only a few. If there are, I think sometimes they say things that they shouldn't and can be interpreted that way," Pelosi said.

Despite her concerns about Mamdani and El-Sayed's comments, she dismissed their impact on the party as a whole.

"People represent their districts, and we have to respect that. The job description, job title is representative, but that doesn't mean it has an impact on the consensus of the Democratic Party, and [House Minority Leader] Hakeem Jeffries has been very clear on that," Pelosi said.

Fox News Digital reached out to representatives for Pelosi, Mamdani and El-Sayed for comment but did not immediately receive a response. 

RAHM EMANUEL ACCUSES ANTI-ISRAEL DEMS OF HAVING NO MIDDLE EAST PLAN BESIDES CUTTING FUNDING TO JEWISH STATE

Rabbi Yaakov Menken, executive vice president of the Coalition for Jewish Values, acknowledged Pelosi "as one of the Jewish community's best friends among House Democrats" but said it was alarming that she did not seem to recognize antisemitism among her colleagues.

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"Pelosi claims she wants for those voices to be marginalized within her party, yet she demonstrates that she has turned a deaf ear, both to antisemitic expression from her colleagues and to the rabbis anxious to set her straight on the magnitude of the problem. If she is indeed one of our best friends, should we not be scared by that?" Menken told Fox News Digital.

Messi no Newell’s? Jornalista argentino aponta possível retorno do craque

29 October 2026 at 22:39

O astro Lionel Messi pode estar se preparando para um retorno ao futebol argentino. Segundo o jornalista Gonzalo Calvigioni, especialista na cobertura do Newell’s Old Boys, o camisa 10 estaria muito próximo de defender o clube que o revelou. A possibilidade seria para janeiro de 2027.

Em publicação nas redes sociais, Calvigioni informou que o assunto foi abordado primeiramente no programa Estadio 3, em Rosário.

Ele reforçou a projeção de data para o retorno do craque. “Lionel Messi nunca esteve tão perto de vir para o Newell’s. Seria em janeiro de 2027”, escreveu o jornalista.

Natural de Rosário, na Argentina, Messi iniciou sua jornada no futebol nas categorias de base do Newell’s Old Boys aos sete anos. Permaneceu no clube até os 13, antes de se mudar para a Espanha e integrar as categorias de base do Barcelona. Ele nunca atuou profissionalmente pela equipe argentina.

Fim da passagem pelo Inter Miami

Atualmente, o camisa 10 defende o Inter Miami, dos Estados Unidos. Contudo, o craque argentino teria decidido encerrar sua etapa na Major League Soccer (MLS) e se despedir do clube ao final da temporada de 2026, abrindo caminho para uma possível volta à sua terra natal.

Motivações para o retorno

Outra possível motivação para o retorno de Messi ao futebol sul-americano seria o provável fim de seu ciclo na seleção argentina. Os planos de futuro do astro teriam mudado, e a ideia de jogar pelo clube de seu coração começaria a ganhar força entre seus próximos.

Caso a volta de Messi ao futebol argentino se concretize, ele encontraria um de seus grandes companheiros de seleção jogando no rival do Newell’s. Ángel Di María, também campeão do mundo em 2022, retornou ao país natal para defender o Rosario Central, prometendo agitar ainda mais os clássicos locais.

Messi se torna acionista majoritário de clube da 2ª divisão espanhola

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

PSI avança impulsionado por Jerónimo Martins e BCP. Europa fecha maioritariamente em alta em dia de BCE

29 October 2026 at 17:12

A bolsa lisboeta encerrou a sessão desta quinta-feira em terreno positivo, num dia marcado pelo otimismo generalizado nos mercados acionistas europeus, enquanto os investidores digeriam as decisões de política monetária e os dados macroeconómicos mais recentes. O índice PSI avançou 0,80%, fixando-se nos 9.319,57 pontos.

No índice nacional, o destaque positivo foi para a Jerónimo Martins, que liderou os ganhos ao valorizar 2,58% para 18,29 euros, seguida pelo BCP, que subiu 1,33% para 1,1050 euros. Ambas apresentaram contas do terceiro trimestre esta quarta-feira.

Do lado negativo, a Mota-Engil foi a única cotada a registar uma variação negativa relevante, cedendo 0,26% para 4,614 euros, num dia em que a generalidade dos títulos portugueses acompanhou a tendência altista europeia.‌

A nível europeu, o otimismo foi a tónica dominante, com a maioria dos principais índices a encerrar em alta. O índice pan-europeu Stoxx 600 registou um acréscimo de 0,82%, num movimento impulsionado pela expetativa em torno das decisões dos bancos centrais. O EuroStoxx 50, que agrega as maiores empresas da zona euro, fechou nos 6.212,35 pontos, uma subida de 0,72%.

Entre as principais praças, o DAX alemão destacou-se com um ganho de 1,45% para 26.076,22 pontos, seguido pelo CAC 40 francês, que avançou 1,05% para 7.970,00 pontos. O FTSE 100 britânico subiu 0,30% para 10.726,28 pontos, enquanto o FTSE MIB italiano registou um acréscimo de 0,39% para 50.017,50 pontos. A exceção foi o IBEX 35 espanhol, que contrariou a tendência e fechou em ligeira baixa de 0,16% para 18.852,69 pontos.‌

No seu habitual comentário de fecho, o Millennium investment banking destaca que “a generalidade das praças europeias encerrou em alta, num dia marcado por muitas contas empresariais e pelas decisões de política monetária do BCE. O Banco Central Europeu agiu como esperado e manteve as taxas de juro inalteradas, mas a grande surpresa foi o anúncio de saída antecipada da presidente Christine Lagarde, que ocorrerá a 7 de fevereiro de 2027″.

“O organismo afirmou que a inflação subjacente permanece amplamente estável, enquanto os efeitos totais do choque energético continuam a manifestar-se, reafirmando o seu compromisso de garantir que a taxa de inflação se estabilize na sua meta de médio prazo de 2%/ano”, acrescenta o analista do BCP. 

“De resto, a notar o disparo da Soitec, depois de notas de mercado darem conta de uma potencial compra da Lumentum pela Marvell Tecnology, mostrando apetite pelo setor de fotónica para data centers. Em Portugal BCP e Jerónimo .Martins reagiram positivamente a contas e lideraram os ganhos no PSI. Na vizinha Espanha o IBEX foi castigado pela Banca, onde as contas do BBVA mostraram fraqueza no mercado doméstico”, concluiu o analista Ramiro Loureiro.

A sessão foi assim pautada pela cautela dos investidores face às decisões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e da Reserva Federal (Fed) dos EUA. O BCE optou por manter as taxas de juro inalteradas, em linha com as expectativas, mas o anúncio de que a presidente Christine Lagarde deixará o cargo antecipadamente, em fevereiro de 2027, introduziu um elemento de incerteza adicional no mercado.

Os economistas antecipam agora uma nova subida das taxas de juro por parte da Fed na reunião de dezembro, o que, a concretizar-se, poderá encerrar o atual ciclo de aperto monetário. A atenção dos investidores voltar-se-á, nas próximas sessões, para os indicadores de inflação e de atividade económica, que serão cruciais para aferir a trajetória futura da política monetária a nível global.

O contexto macroeconómico continua a ser desafiante. Os elevados preços da energia, as tensões fiscais e políticas em França e a desaceleração do crescimento do PIB na zona euro, que poderá ter abrandado para 0,2% no terceiro trimestre, continuam a condicionar as perspetivas. A inflação na zona euro acelerou para 3,8% em setembro, pressionada pela subida dos preços do petróleo e do gás, o que aumenta o risco de novas pressões inflacionistas e coloca o BCE numa posição delicada, dividido entre a necessidade de conter a inflação e a deterioração das perspetivas de crescimento.

No mercado energético, os preços do petróleo registaram um recuo, com o Brent a cair 0,7% para 114,50 dólares por barril e o WTI a descer 1% para 101,74 dólares. Esta descida surge após ganhos recentes e num contexto de elevada volatilidade geopolítica.

No mercado de dívida soberana, as yields das obrigações de referência a 10 anos registaram um movimento generalizado de descida. A yield da dívida alemã (Bund) recuou para 3,349%, uma descida de 4,38 pontos base, enquanto a de Portugal caiu para 3,833%, menos 7,91 pontos base. Em França, a yield a 10 anos situou-se em 4,892%, e nos EUA, a yield do Treasury a 10 anos desceu para 4,994%.

Nearly 40 House Dems skip effort to end Ilhan Omar immigration probe

29 October 2026 at 14:30

Nearly 40 House Democrats appear to have shunned an effort by their colleagues to end the federal probe into Rep. Ilhan Omar, D-Minn.

House Democrats led by Rep. Pramila Jayapal, D-Wash., sent a letter to the Trump administration earlier this week demanding a stop to the investigation into Omar's immigration paperwork, arguing it was a bid to sway her re-election campaign ahead of Tuesday's midterm Election Day.

The letter was backed by some 175 House Democrats, more than two-thirds of the caucus — though some notable names were left off.

Two of three of House Democrats' previous senior leadership did not sign the letter. Former House Speaker Nancy Pelosi, D-Calif., and former House Majority Leader Steny Hoyer, D-Md., did not sign on. Rep. Jim Clyburn, D-S.C., who previously served as House majority whip, was among the signatories, along with all three current members of House Democratic leadership.

175 DEMOCRATS DEMAND TRUMP ADMIN STOP ILHAN OMAR INVESTIGATION, WARN IT COULD HURT HER RE-ELECTION BID

Both Pelosi and Hoyer are retiring, but it's worth noting that nearing the exit did not stop other outgoing members like Rep. Nydia Velazquez, D-N.Y., from signing the letter.

THE HITCHHIKER'S GUIDE TO WHY REMOVING ILHAN OMAR FROM CONGRESS COULD BE HARDER THAN TRUMP EXPECTS

Democrats running in tight races also kept their distance from the public condemnation of the probe. Reps. Henry Cuellar, D-Texas, Tom Suozzi, D-N.Y., Marie Gluesenkamp Perez, D-Wash., and Don Davis, D-N.C., are among the names left off the letter as well.

Fox News Digital reached out to each of them for comment but did not immediately hear back.

ILHAN OMAR BELIEVES TRUMP RAID ON HOME WAS MEANT TO 'INTIMIDATE AND SCARE PEOPLE' FROM VOTING

"Congresswoman Omar is seeking reelection in Minnesota’s 5th congressional district in just one week. News of the search warrant, whether properly predicated or not, could affect voters’ decisions, which is exactly why federal law enforcement should not engage in such conduct when voters are casting their ballots. This type of interference strips Minnesotans of their right to a free and fair election guaranteed to them under the Constitution," the letter said.

"We stand with Congresswoman Omar and condemn the weaponization of law enforcement against her. You have already disgraced the offices you hold, and we demand you refrain from taking any further actions that could affect the outcome of the upcoming election."

ILHAN OMAR SHOULD BE JAILED, DEPORTED IF CITIZENSHIP FRAUD PROVEN, TOP HOUSE REPUBLICAN SAYS

Omar is under federal investigation over allegations she or her father lied about her birth year on immigration paperwork to obtain her citizenship when her family fled Somalia in the late 1990s. If she was 17 when her father obtained citizenship, as previously thought, she would have automatically qualified along with him. If she was 18 or older, which federal officials now suspect, she would have had to make her own application.

Her fellow House Democrats recounted the allegations in their letter, saying, "Your probe into the congresswoman reportedly concerns her late father’s filing of immigration paperwork after she fled Somalia’s civil war at age eight, making her a U.S. citizen at age seventeen."

But they argued it does not justify "a pre-dawn raid on her home for paperwork her father filed when she was a minor."

Federal agents executed a judicially authorized search warrant on Omar's home on Oct. 12, seizing multiple phones and notebooks, among other items.

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Omar has dismissed the investigation as a political attack against one of President Donald Trump's staunchest critics.

Crisi Juventus: la squadra va in ritiro anticipato prima del Napoli. Il confronto tra Carnevali e i calciatori: cosa è successo

29 October 2026 at 13:33

La Juventus va in ritiro anticipato in vista della sfida contro il Napoli. I bianconeri lo faranno da domani fino appunto alla gara di domenica sera con il Napoli in programma all’Allianz Stadium, alle 20:45. Una decisione presa dal tecnico Luciano Spalletti – che era stato pesante nel post Genoa nei confronti della squadra – di comune accordo con la società dopo una mattinata molto intensa.

Questa mattina infatti l’ad della Juventus Giovanni Carnevali ha avuto un confronto molto diretto con la squadra, richiamando tutti alle proprie responsabilità verso la proprietà, la società e i tifosi, e ribadendo la fiducia nel gruppo di lavoro, ma sottolineando con grande fermezza come il momento attuale non sia accettabile. La richiesta è stata molto chiara: serve una reazione immediata, forte e concreta. Ora tutti sono chiamati a dare una risposta sul campo, visto il periodo molto complicato, culminato con la sconfitta per 2-0 al “Ferraris” contro la squadra allenata da Daniele De Rossi. La decisione finale è stata quella di andare in ritiro al JHotel a partire da domani, con un giorno di anticipo. Periodo delicato e partita altrettanto delicata quella che i bianconeri si preparano ad affrontare domenica, contro un Napoli galvanizzato dalla vittoria per 1-4 di Monza arrivata nell’infrasettimanale, arrivata dopo il 3-3 contro la Roma dell’ultimo weekend.

La Juventus si trova al momento all’ottavo posto in classifica, con 14 punti, a 11 punti da Inter e Lazio capolista, e già a 6 punti dal quarto posto che vale la Champions League, obiettivo minimo dei bianconeri a inizio anno. La sfida di domenica è già uno spartiacque, anche perché se fino a questo momento Spalletti non è a rischio, una sconfitta (ma anche una non vittoria) contro il Napoli cambierebbe tutto. Spalletti lo sa e deve recuperare innanzitutto il rapporto con la squadra, “vittima” di un attacco proprio da parte del tecnico di Certaldo dopo il Genoa. “Dobbiamo metterci qualcosa in più, ammesso che questi calciatori ce l’abbiano”, ha dichiarato ieri Spalletti, mettendo in discussione le qualità tecniche e di personalità dei calciatori.

Uno sfogo arrivato dopo una serie di frasi già pesanti nelle precedenti conferenze stampa e dopo lo sfogo di qualche settimana fa di Gleison Bremer, che aveva puntato il dito contro i compagni. Intanto è arrivata una sola vittoria nelle ultime quattro sfide tra campionato ed Europa League. Poco per una squadra come la Juve. Serve invertire la rotta già domenica o arriveranno inevitabilmente le prime conseguenze.

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Terrorismo, 17enne indagata a Ragusa per auto-addestramento e apologia

29 October 2026 at 12:11

Un’ordinanza di collocamento in comunità è stata disposta dal Tribunale per i Minorenni di Catania nei confronti di una 17enne di Ragusa con origini albanesi. È accusata di auto-addestramento e apologia con finalità di terrorismo, anche internazionale. Secondo quanto ricostruito dagli investigatori, sui social ha pubblicato contenuti di matrice jihadista: video di propaganda con esecuzioni sommarie, materiale apologetico dello Stato islamico e manuali di auto-addestramento e fabbricazione di esplosivi fatti in casa. Si indaga anche sui contatti della giovane: è accusata di aver avuto contatti con sedicenti membri dello Stato Islamico e con altre persone che su internet promuovevano azioni terroristiche.

I contenuti di matrice jihadista sono stati notati dall’Aisi, che ha così allertato la Polizia di Stato di Ragusa: gli approfondimenti della Digos ragusana, poi, hanno rilevato come anche in ambiente scolastico la ragazza avesse mutato le proprie abitudini, frequentando solo le compagne di classe di religione islamica. Per gli investigatori, dopo il sequestrato e l’analisi del dispositivo della giovane, il processo di radicalizzazione è emerso definitivamente: oltre al materiale di propaganda, sono stati rinvenuti richiami alla simbologia di estrema destra e scambi di materiale inerente a radicalismo violento e antisemitismo. La ragazza aveva condiviso anche il video dell’aggressione violenta dello scorso marzo avvenuta ai danni di una professoressa di francese e compiuta da uno studente 13enne in provincia di Bergamo.

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A motori spenti, le tasse volano *

29 October 2026 at 11:06

Chi vola finanzia l’aeroporto con il biglietto e, spesso, con gli acquisti nel terminal. Fino al 2014 almeno metà dei guadagni di negozi e parcheggi serviva per legge ad abbassare le tariffe. Oggi decide il gestore, e la quota può essere zero.

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“Bisogna mettere qualcosa in più, sempre che questi calciatori ce l’abbiano”: l’accusa di Spalletti. La sua Juve non c’è più

29 October 2026 at 10:50

Non è ironica per niente, la sorte. Ma definire ‘agghiacciante’, parola guarda un po’ di contiana memoria, la tremenda sconfitta subita dalla Juventus contro il Genoa è, in effetti, abbastanza ironico. Basta un rapidissimo sguardo alle statistiche per attribuire tutti i meriti di questo 2-0 alla formazione di De Rossi, che contro quella di Spalletti ha giocato una grande partita. Maggiore distanza coperta, solo tre tiri in meno degli avversari, un expected goal (fonte Sofascore) di 1.01 contro 1.26 dei bianconeri e una maggiore copertura di campo. Di fatto, è stata una partita giocata alla pari. E senza nulla togliere ai rossoblù, la classifica impone una riflessione: la Juventus è davvero questa?

È ovvio, la riposta è no. Non può essere così. Ma Spalletti a fine partita è stato chiaro: “Penso di essere ancora l’uomo giusto per risollevare questo gruppo”. Di fatto, un anno dopo il suo arrivo, la Juventus sembra aver fatto dei passi indietro paurosi. E la panchina scotta, non può essere altrimenti. Spalletti, questo, lo sa molto bene e non l’ha minimamente nascosto. I problemi sono diversi e partono da uno spogliatoio che appare scollato: prima, la rabbia di Conceiçao sostituito nella partita contro il Celta; poi, le parole di Bremer che ha criticato pubblicamente il gruppo dopo il 3-0 subìto contro la Lazio, facendo arrabbiare l’allenatore; quindi le considerazioni dello stesso Spalletti, che ha parlato di poca personalità e poca voglia di emergere. “Dobbiamo metterci qualcosa in più, ammesso che questi calciatori ce l’abbiano”, ha dichiarato ieri Spalletti.

La Juve appare in crisi e molto discontinua: gli errori individuali, clamorosi, che hanno portato alle reti degli avversari (con Cambiaso e Kalulu a emergere in negativo più di tutti), sono segno di una distrazione che in Serie A, non solo in casa bianconera, non ci si può permettere. E fa specie pensare che in nove partite, la Juve abbia preso sì 10 gol, ma con 4 clean sheet: sono il segno di una mancanza di continuità che non può appartenere a chi punta come minimo al quarto posto. Che al momento, sembra proprio un’utopia.

La sensazione è che la partita persa contro il Genoa abbia aperto una voragine, che Spalletti dovrà colmare il prima possibile, onde evitare scenari peggiori. E la partita contro il Napoli di domenica prossima sembra proprio lo spartiacque peggiore che potesse capitare: la squadra di Allegri, pure molto altalenante, cerca una conferma dopo il buon 4-1 rifilato al Monza. Chi perde, resta indietro e rischia di staccarsi troppo dal vertice. Chi vince, invece, si rilancia. In casa Juve, intanto, le riflessioni continuano e una sconfitta potrebbe essere davvero esiziale per l’allenatore toscano. Che i bianconeri, l’anno scorso, li ha risollevati anche solo in parte, facendo un discreto lavoro da subentrato. Ma ora è tutto in mano a lui.

Serie A, la Juventus perde ancora: la nuova classifica

1. Inter — 25 punti
2. Lazio — 25 punti
3. Roma — 21 punti
4. Como — 20 punti
5. Milan — 18 punti
6. Napoli — 14 punti
7. Frosinone — 14 punti
8. Juventus — 14 punti
9. Torino — 13 punti
10. Cagliari — 13 punti
11. Bologna — 11 punti
12. Atalanta — 10 punti
13. Genoa — 10 punti
14. Lecce — 9 punti
15. Sassuolo — 8 punti
16. Monza — 7 punti
17. Udinese — 5 punti
18. Parma — 5 punti
19. Fiorentina — 4 punti
20. Venezia — 3 punti

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Chi è Tiziana Landoni, la gip che ha scarcerato Siher e provocato l’ira di Meloni

29 October 2026 at 10:24

Fino a pochi giorni fa il suo nome era conosciuto quasi esclusivamente negli ambienti giudiziari. Oggi Tiziana Landoni è una delle magistrate più discusse d’Italia, finita al centro di uno scontro istituzionale che coinvolge Palazzo Chigi, il governo e i vertici del Tribunale di Milano. Il motivo è la decisione di non convalidare il fermo di Youssef Siher, il trentenne attivista pro Palestina accusato dalla Procura di istigazione a delinquere aggravata dalla finalità di terrorismo e di violenza organizzata nelle manifestazioni pubbliche, in relazione all’attività dei canali social del Movimento 17 ottobre.

Una decisione che la presidente del Consiglio Giorgia Meloni ha definito “vergognosa”, provocando la dura reazione dei vertici della giustizia milanese. Ma chi è la giudice che, con un’ordinanza di 37 pagine, ha respinto la ricostruzione degli inquirenti e disposto la liberazione dell’attivista?

Chi è Tiziana Landoni: gli inizi a Gela, poi Busto Arsizio e Milano

Di Tiziana Landoni si conoscono soprattutto le tappe del percorso professionale. Minuta, giovane, in magistratura da circa dodici anni, come la descrive il Corriere della Sera, ha alle spalle tre esperienze giudiziarie. La prima a Gela, in Sicilia, dove ha lavorato come giudice del dibattimento. Una delle sedi tradizionalmente considerate disagiate, nelle quali vengono spesso destinati i magistrati all’inizio della carriera.

Successivamente il trasferimento al Tribunale di Busto Arsizio, in provincia di Varese, dove ha affrontato numerosi procedimenti di cronaca giudiziaria. Tra questi, un’inchiesta su presunte tangenti legate alla gestione delle salme delle vittime del Covid nell’obitorio di Saronno, una vicenda di rapine a una gioielleria di Arconate e il caso di un primario di una clinica privata accusato di violenza sessuale ai danni di una ex compagna, che avrebbe narcotizzato con un’iniezione di antidolorifico.

Sempre a Busto Arsizio, Landoni si era occupata di un caso di aggressione con l’acido ai danni di un uomo, sfregiato dall’ex compagna. La condanna a sette anni e mezzo aveva suscitato le proteste della vittima, che riteneva la pena troppo lieve. La sentenza, tuttavia, teneva conto della riduzione di un terzo prevista dal rito abbreviato, a fronte di una richiesta dell’accusa di nove anni.

Nel 2024 l’arrivo al Tribunale di Milano, dove Landoni lavora come giudice per le indagini preliminari. Il suo ufficio è al settimo piano del Palazzo di giustizia. Qui ha affrontato anche procedimenti relativi ai reati del cosiddetto Codice Rosso, prima che il suo nome diventasse improvvisamente di dominio pubblico.

Dalla scarcerazione di Siher ai prossimi casi: Ramy ed Equalize

A portarla al centro dell’attenzione nazionale è stato il procedimento su Youssef Siher, assegnatole perché si trovava di turno. La gip ha respinto la richiesta di convalida del fermo e quella di custodia cautelare in carcere avanzate dalla Procura, escludendo la sussistenza di gravi indizi di colpevolezza per i reati contestati e del pericolo di fuga. Nelle motivazioni, Landoni ha distinto le espressioni di critica politica, anche particolarmente aspre, da un’effettiva istigazione a commettere reati. Secondo la giudice, i messaggi attribuiti a Siher non contenevano un concreto incitamento alla violenza né un richiamo alle devastazioni avvenute a Milano il 17 e 18 ottobre. Ma il fascicolo Siher potrebbe essere soltanto il primo di una serie di procedimenti destinati a riportare Landoni sulle pagine dei giornali.

Il prossimo 6 novembre sarà infatti chiamata a esaminare la richiesta di rinvio a giudizio relativa alla morte di Ramy Elgaml, il diciannovenne deceduto durante un inseguimento dei carabinieri a Milano. La Procura chiede il processo per il militare alla guida dell’auto inseguitrice, accusato di omicidio stradale per eccesso colposo nell’adempimento del dovere, e per altri carabinieri coinvolti nell’inchiesta con accuse di depistaggio.

Il 3 dicembre sarà invece la volta di un altro procedimento di grande rilievo, l’inchiesta Equalize sui presunti dossieraggi illeciti, che coinvolge la società investigativa milanese al centro di un vasto caso di accessi abusivi e raccolta di informazioni riservate. Due vicende molto diverse, ma entrambe particolarmente delicate per le implicazioni giudiziarie e l’attenzione mediatica.

La firma sull’appello per Gaza e il particolare che riguarda la pm Crupi

A rendere ancora più acceso il dibattito intorno a Landoni è stata la scoperta della sua adesione, nel settembre 2025, all’Appello dei Giuristi per Gaza, un documento sottoscritto da 3.135 tra magistrati, avvocati e professori universitari per richiamare le istituzioni italiane al rispetto dei diritti fondamentali e del diritto internazionale. Una circostanza rilanciata dal vicepremier Matteo Salvini, che ha messo in relazione la firma con la decisione sul caso Siher, sollevando interrogativi sull’imparzialità della magistrata.

C’è però un particolare significativo, evidenziato dal Corriere della Sera: tra i firmatari dello stesso appello figura anche Francesca Crupi, la pubblico ministero che per Siher aveva invece chiesto la custodia cautelare in carcere. Nell’elenco dei sottoscrittori, Landoni compare al numero 766, Crupi al numero 305. Un elemento che rende più complesso il tentativo di leggere la decisione giudiziaria esclusivamente attraverso le convinzioni personali attribuite alla gip.

Lo scontro con Meloni e la difesa dei vertici del Tribunale di Milano

La decisione di Landoni ha innescato una reazione durissima da parte del governo. La premier Giorgia Meloni l’ha definita “vergognosa”, sostenendo che rappresenti una mortificazione del lavoro delle forze dell’ordine e degli inquirenti. Il ministro dell’Interno Matteo Piantedosi l’ha giudicata “assolutamente non condivisibile”, mentre il ministro della Giustizia Carlo Nordio ha manifestato sorpresa per l’esito del procedimento.

A difendere la magistrata sono intervenuti il presidente del Tribunale di Milano Fabio Roia e la presidente della sezione Gip-Gup Vincenza Maccora. In una nota congiunta hanno definito “irricevibili” gli attacchi provenienti da esponenti politici, ricordando che il giudice è chiamato a valutare autonomamente gli elementi presentati dall’accusa e dalla difesa.

“La responsabile libertà di giudizio non può risentire di aspettative politiche o di suggestioni estranee al procedimento”, hanno sottolineato i due magistrati, ricordando che le decisioni giudiziarie possono essere contestate e impugnate, ma non devono trasformarsi in attacchi personali. Solidarietà è arrivata anche dall’Associazione nazionale magistrati, che ha richiamato i principi di autonomia e indipendenza della magistratura.

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Direzione investigativa antimafia, il 35esimo anniversario: la cerimonia in diretta con Piantedosi, Melillo e Pisani

29 October 2026 at 08:23

A partire dalle 10, oggi giovedì 29 ottobre, è prevista la cerimonia celebrativa del 35° anniversario dell’istituzione della Direzione Investigativa Antimafia. Nella Sala Petrassi dell’Auditorium Parco della Musica di Roma, sono attesi: la presidente della Commissione parlamentare Antimafia, Chiara Colosimo, il procuratore nazionale antimafia e antiterrorismo, Giovanni Melillo, il ministro dell’Interno, Matteo Piantedosi e il Capo della Polizia, il prefetto Vittorio Pisani.

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Un vecchio divano e i bicchieri di vino: lo splendido brindisi dei due anziani tifosi a bordo campo | Domeniche Bestiali

29 October 2026 at 07:12

Il pallone dei massimi livelli è diventato salottiero. Palati fini, poltrone comode, luci di scena, ricchi premi e cotillon. Attenzione: nessuno pensi che le domeniche bestiali non abbiano il proprio salotto. Ce l’hanno eccome, solo che è più rustico, più spartano, più vero: si utilizza persino il “seau à glace”, però senza sapere che si chiama così. Questo per non far perdere di vista il pallone, che da queste parti resta ancora il cuore della domenica: ma il rischio che si perda di vista è concreto, a volte dolorosamente concreto. E allora bisogna avere il coraggio di tenere alta l’attenzione: anche a costo di restare isolati.

MAI DOMA
Il coraggio delle donne è sempre da apprezzare: se gli uomini sono animali da branco le donne non hanno paura di dire ciò che pensano anche se da sole. Ad un arbitro, ad esempio, come nel caso della sostenitrice della Janus Euganea, Promozione Veneto: “Dalla metà del 2° tempo numerosi sostenitori della Società ospitante proferivano plateali insulti verso il Direttore di Gara. Reiterati a fine gara da una isolata sostenitrice mentre l’Arbitro rientrava negli spogliatoi”.

STINCO D’ANGOLO
“Dobbiamo far male da calcio piazzato”, “colpiamoli su palla inattiva”: quante volte abbiamo sentito cose del genere da allenatori e addetti ai lavori? A volte però questi consigli vengono presi troppo in parola, come nel caso del Monterrey, con Diego Rossi che era pronto a battere un calcio d’angolo. Ha provato a farlo troppo in fretta, col guardalinee che ancora era sulla lunetta, e così invece che il pallone ha colpito lo stinco dell’assistente e poi se stesso. Il guardalinee, piuttosto grosso e muscoloso, è rimasto illeso. Diego Rossi, mingherlino, è rimasto invece a terra dolorante.

RUBA PALLA
Altro dettame ormai assai in voga: oggi forse due gol su tre arrivano da palla rubata e i calciatori in grado di farlo sono merce pregiata. Avrà voluto mettersi in mostra allora il tifoso della Reggina che ha tentato di rubare un pallone, correndo per tutto il campo…e portando una sanzione da 600 euro al club: “Per avere un proprio sostenitore invaso il terreno di gioco e dopo aver sottratto un pallone ad un raccattapalle, corso da una porta all’altra, senza arrecare problemi di sicurezza e all’incolumità dei calciatori e delle persone presenti nel recinto di gioco. Veniva bloccato e allontanato dalle forze dell’ordine presenti”.

IL SALOTTO
L’ennesima bellissima immagine di calcio bucolico che ci regala la splendida pagina Facebook “Abruzzo Calcio Ignorante”: il salotto attorno al campo dell’Asd Aielli 2015, società dilettantistica della Prima Categoria abruzzese. Un parcheggio di auto, due bobine di legno usate come tavolini, un divano recuperato e ad occuparlo due meravigliosi vecchietti che brindano: attenzione, con un vino che pare pure importante, tanto da meritare il “seau à glace”. Ed è subito domenica bestiale.

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Tributes pour in for labor leader Dolores Huerta: ‘Fought for farm workers to the very end’

28 October 2026 at 22:48

Lawmakers, activists and union leaders across the US remember the co-founder of United Farm Workers union

Following the news that Dolores Huerta – the civil rights icon who popularized the rallying cry “Sí, se puede! – had died at the age of 96 on Wednesday, activists, lawmakers and civil rights leaders paid tribute to Hureta’s long and lasting legacy.

In California – where Huerta helped found the United Farm Workers (UFW) union – her death was deeply felt. It was in California’s central valley that she laid the foundations for the United Farm Workers, and helped organize the 1965 Delano grape strike – a national boycott of table grapes that resulted in better wages and working conditions for grape pickers. Several schools in California bear her name, and murals across the state depict her likeness. And in 2018, California declared 10 April – her birthday – Dolores Huerta Day.

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© Photograph: Jeff Chiu/AP

© Photograph: Jeff Chiu/AP

© Photograph: Jeff Chiu/AP

Bola de Ouro de Cristiano Ronaldo em 2008 é eleita a melhor da história

28 October 2026 at 19:03

Cristiano Ronaldo foi eleito o melhor Bola de Ouro de todos os tempos. Em votação popular, o prêmio de 2008 do craque português venceu a disputa, superando Lionel Messi em 2012.

A France Football, organizadora da premiação, inaugurou a vertente nesta edição. O B.O.A.T — trocadilho com o termo G.O.A.T, ou Greatest of All Time, “Melhor da História” na tradução — premia a melhor temporada entre todas que receberam a Bola de Ouro.

Somente atletas que venceram a Bola de Ouro mais de uma vez fizeram parte da disputa. As outras conquistas de Cristiano Ronaldo, portanto, também estiveram na lista. E a de 2017 integrou o pódio.

O prêmio de melhor Bola de Ouro de todos os tempos
O prêmio de melhor Bola de Ouro de todos os tempos • Divulgação/Ballon D’Or

Relevância da votação

Ainda que a premiação da Bola de Ouro ainda seja uma referência para o esporte, o prêmio B.O.A.T significa pouco. O espectro da votação mostra isso, tanto que Cristiano Ronaldo já liderava com quase 80% dos votos, muito antes do vencedor ser anunciado.

Também era possível votar mais de uma vez. Cerca de cinco mil pessoas fizeram isso, sendo que 44 votaram entre dez e 26 vezes.

CR7 e Messi dominaram a votação, englobando as 11 primeiras posições. Só Ronaldo Fenômeno quebrou a sequência, com sua campanha em 2002, quando levou o Brasil ao pentacampeonato da Copa do Mundo.

Copa Sul-Americana: conheça todos os campeões do torneio

Cristiano Ronaldo gana el premio BOAT, que le reconoce como el mejor Balón de Oro de la historia

28 October 2026 at 19:02

Cristiano Ronaldo ha ganado el BOAT, el nuevo premio que ha creado la revista France Football para premiar al mejor Balón de Oro de la historia. El delantero portugués ha sido resultado como vencedor tras imponerse por la edición de 2008, que obtuvo cuando militaba en el Manchester United, una temporada en la que también se coronó en la Champions League.

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© GERARD JULIEN (AFP)

Cristiano Ronaldo junto a sus Balones de Oro en 2017.

PSI encerra sessão em queda ligeira

28 October 2026 at 17:53

A bolsa de Lisboa encerrou a sessão desta quarta-feira, 28 de outubro, em terreno negativo, desvalorizando 0,08% (9,245.78 pontos).

O índice de referência nacional foi pressionado, sobretudo, pelos títulos da Jerónimo Martins (-1,60%), da Teixeira Duarte (-1,53%) e da Sonae (-1,41%).

Do lado das perdas estiveram, ainda, a Ibersol (-0,97%), a NOS (-0,88%), a Corticeira Amorim (-0,58%), a Altri (-0,23%), a Mota-Engil (-0,13%) e a EDP Renováveis (-0,24%).

Em terreno positivo, a The Navigator ganhou 1,86%, a Galp subiu 1,53%, a EDP ganhou 0,58%, a Semapa valorizou 0,82% e a REN avançou 0,28%.

“As bolsas europeias encerraram globalmente divididas entre ganhos e perdas ligeiros, numa sessão em que os investidores voltam os holofotes para as decisões de política monetária da Fed, que chegam às 18h de Lisboa, bem como para as contas que Microsoft e Alphabet vão mostrar após o fecho de Wall Street. Mais castigado esteve o IBEX, que foi arrastado pelo tombo de 6% do Santander. Análises de mercado atribuem a pressão às suas operações no Brasil, onde a vitória de Lula da Silva nas presidenciais gerou uma descida na cotação das ações do banco espanhol”, destaca o Millennium Investment Banking na habitual nota de mercados. 

Adriana Accorsi denuncia violência política contra petistas em Goiás e cobra atuação da PF

28 October 2026 at 15:44

A deputada federal Adriana Accorsi (PT) publicou, na terça-feira (27/10), um vídeo nas redes sociais para abordar episódios de ameaças e violência política contra integrantes do Partido dos Trabalhadores em Goiás (PT-GO). A parlamentar classificou os casos como manifestações de hostilidade contra membros da sigla.

No início da gravação, Accorsi mencionou o que definiu como fuga de Flávio Bolsonaro (PL) e levantou questionamentos sobre a atuação da Polícia Federal (PF). A referência abriu o pronunciamento publicado pela deputada.

Na sequência, a parlamentar esclareceu que o foco principal do vídeo era a ocorrência de episódios de violência contra petistas. A deputada direcionou a mensagem às situações enfrentadas por integrantes do partido em Goiás.

Foto e Vídeo: Redes Sociais

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Da “ayatollah dei maranza” a “ideologo eversore”. Youssef Siher, così i giornali hanno sbattuto il mostro in prima pagina

28 October 2026 at 14:55

Eccolo lì, il mostro sbattuto in prima pagina. Gli occhiali da studioso, il baffetto, lo sguardo serio. Figlio di una coppia marocchina, istruito e di religione islamica, Youssef Siher è il perfetto capro espiatorio per il governo nei giorni dei disordini nelle piazze italiane, ma anche il volto che i giornali aspettavano per aprire le proprie edizioni. E allora il 30enne, tornato libero oggi, dopo quattro giorni in carcere, viene definito dai quotidiani, a partire da domenica 25 ottobre, nei modi più disparati (e talvolta offensivi): “L’ayatollah dei maranza” (il Giornale), “l’ideologo eversore” (ancora il Giornale), “la mente delle rivolte” (Libero), “potenziale terrorista” (di nuovo Libero), “il laureato mente del 17 ottobre” (la Repubblica), “il capo del branco” e “il burattinaio degli scontri” (la Verità), “il regista del movimento” e anche “l’ideologo” (il Corriere della Sera).

Al di là dei vari epiteti, Siher per tutti è “la mente” della rivolta. Quando viene fermato sabato 24 ottobre, il ministro Matteo Piantedosi parla proprio di “presunta mente” del Movimento 17 ottobre. Il collega di Fratelli d’Italia, Guido Crosetto, si affretta a fargli i complimenti su X “per aver individuato l’ideatore” dei disordini. Le accuse, per il giovane, sono istigazione a delinquere aggravata dal terrorismo e violenza organizzata. Reato, quest’ultimo, introdotto attraverso l’ultimo decreto Sicurezza del governo, in vigore poche ore prima del fermo.

Guerra al 30enne (e all’Islam) da sbattere in prima pagina

I giornali tradizionalmente di destra – e i loro direttori – non dovevano credere ai loro occhi quando Siher è stato portato in Questura a Milano e da lì al carcere di San Vittore. E infatti, col tipico garantismo a convenienza, si sono affrettati a condannarlo. E, intorno alla condanna, a costruire la propria narrazione. Partiamo da il Giornale diretto da Tommaso Cerno. L’apertura a caratteri cubitali del 25 è “L’ayatollah dei maranza”. Il sottotitolo: “Fermato il fondatore del gruppo 17 ottobre”. La doppia pagina, 2-3, è “Regia islamica” (dietro gli scontri, ovviamente). Tra i “deliri” e le “ossessioni ” di Siher – così li definiscono nella redazione milanese del quotidiano fondato da Indro Montanelli – aver appoggiato un’interrogazione di Nicola Fratoianni, essere un attivista pro Pal, parlare di genocidio e di libertà “dal fiume al mare”. Il giorno dopo, attenzione, ecco a tutta pagina “Tutti i legami di Youssef”, reo di aver partecipato a un convegno con l’ex Avs Aboubakar Soumahoro e di essere sceso in piazza con Mohammad Hannoun. Già che ci siamo, poiché nel calderone di questi giorni fa comodo, il 27 l’apertura è sull’intervista a Matteo Salvini. Titolata così: “Islam pericolo per l’Italia. Ecco la mia nuova Lega”. Accostamenti suggestionanti stabilirebbe una storica sentenza della Cassazione sui limiti del diritto di cronaca. Dopo le pagine 2-3 col leader del Carroccio che dice che le moschee vanno chiuse, a pagina 4 ecco Siher, definito “l’ideologo eversore”. Poi si parla di Fratelli musulmani, di Piantedosi che indica di “valutare legami con Hamas” e della presunta intenzione del giovane ricercatore – tutta da dimostrare – di volere “una primavera araba” a Milano.

Gli attacchi al Fatto e alla politica “nemica”

Per Libero, il giornale diretto da Alessandro Sallusti, la prima pagina del 25 ottobre diventa il pretesto per una doppia operazione: screditare le rivendicazioni socio-economiche di chi protesta, incolpando l’Islam, e attaccare il Fatto Quotidiano (poiché Siher ha svolto uno stage nella redazione di Milano). Ecco l’apertura: “Non è disagio, è Islam”. Il sottotitolo: “Presa la mente delle rivolte: è un ex collaboratore di Travaglio”. Per Sallusti è l’uomo perfetto: “Altro che emarginazione”. Nell’editoriale parla persino di un “progetto politico di matrice islamica per destabilizzare l’Italia”. Poi, con l’immancabile paternalismo, dà del “cretino” a Siher e a chi “gli ha dato spago e credibilità”. A pagina 2 un titolo che è già una sentenza: “La mente del Movimento voleva il partito islamico per dare l’Italia ai maranza”. A pagina 3, visto che ci siamo, un attacco – così viene inteso dai lettori del quotidiano fondato da Vittorio Feltri – ai 5 stelle. Siher viene descritto, nella titolazione, come “l’intellettuale musulmano autore del ‘Fatto’ e amico del M5s“. Il giorno dopo, il 26, in prima pagina compare un titolo che dire allusivo è poco: “Tutte le donne del capo islamico“. Il pretesto è l’indagine a carico della moglie. L’apertura in prima pagina del 27 ottobre, invece, è dedicata al Partito democratico: “Il Pd arruola il capo islamico”. A Sallusti non devono essere piaciute le prese di posizione di chi ha espresso più di un dubbio sul fermo del 30enne e sulle relative accuse.

Siher è già colpevole: la verità de la Verità

Anche per la Verità, il giornale fondato e diretto da Maurizio Belpietro, il fermo di Siher è l’assist perfetto per cancellare con un colpo di spugna il disagio sociale. L’occhiello dell’apertura, domenica 25 ottobre, recita: “Ma quale disagio economico: ecco chi muove le rivolte dei maranza”. Siher è già il responsabile. E infatti il titolo è “Preso il capo del branco”. Nell’editoriale Belpietro snocciola il curriculum del giovane, definendolo “l’ideatore del Movimento 17 ottobre, quello che minacciava di scatenare la rivolta in tutte le città d’Italia fino a che non fosse caduto il governo”. Povero governo, viene da dire: che scarsa stima da parte dei suoi sostenitori. Naturalmente per la Verità è importante sottolineare che Siher sia un italiano di “seconda generazione”, figlio di immigrati marocchini, e che sia istruito. Ecco l’apertura a pagina 2: “Altro che maranza. Il capo del 17 ottobre è un italomarocchino con laurea e master”. Il titolo dell’editoriale di Belpietro? È a pagina 3: “La storia di Siher è la dimostrazione che l’unico errore è stato integrare“. Insomma, il 30enne residente in provincia di Brescia è già ampiamente colpevole. Il giorno dopo, il 26, l’apertura del quotidiano dà per certo che i disordini siano stati favoriti da finanziamenti pubblici. Eccola: “C’è un giro di soldi pubblici dietro le menti della rivolta”. Anche qui il pretesto che spinge un titolo così roboante è poca cosa: la moglie di Siher lavora per un’associazione che ha ricevuto denaro dal Comune di Milano e da altri enti pubblici.

Seppur con toni più contenuti, anche il Corriere della Sera ha cavalcato la vicenda. Nel titolo d’apertura del 25 Siher è “il regista del movimento”. Nel colonnino di pagina 2 vengono estrapolate alcune frasi dagli articoli scritti dal 30enne: da ilFattoQuotidiano.it, da il Foglio e da Ispi, l’istituto di geopolitica per cui collaborava. Nel colonnino di pagina 3, invece, vengono pubblicate le foto con tanto di indirizzo delle sedi milanesi dei due giornali e dello stesso Ispi. Il giorno successivo il sottotitolo dell’apertura cita l’accusa di eversione e le parole della Procura: “Voleva terrorizzare la popolazione”. Il 27, di nuovo, la versione dei pm, con la richiesta del carcere: “Da Youssef dichiarazioni di guerra. Può sviluppare una strategia rivoluzionaria”. Oggi, come anticipato, la scarcerazione: la giudice per le indagini preliminari ha rigettato la richiesta di convalida del fermo.

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Il costo del biglietto medio è 40.34 euro, ma i concerti muovono 4.3 miliardi e 11 milioni di pernottamenti. AssoConcerti: “Il live è un sistema capillare”

28 October 2026 at 13:27

Nel 2025 un biglietto per un concerto è costato in media 40,34 euro, contro i circa 37 dell’anno precedente. Nello stesso periodo la musica dal vivo ha generato in Italia un indotto di circa 4,3 miliardi di euro e oltre 11 milioni di pernottamenti. Sono i numeri al centro della terza edizione del convegno “La Canzone Popolare Live. Dati e Prospettive”, presentata questa mattina, 28 ottobre, nella Sala Spadolini del ministero della Cultura e promossa da AssoConcerti (associazione di categoria italiana che riunisce i principali produttori e organizzatori di spettacoli di musica dal vivo) con il patrocinio dei ministeri della Cultura e del Turismo.

Il report, che analizza i dati del 2025, fotografa un settore in espansione: gli spettacoli aumentano dello 0,7%, le presenze del 9,3% e il valore economico del 18,5%. Per la prima volta la spesa del pubblico supera 1,06 miliardi di euro. La stima dell’indotto deriva da una ricerca dell’Università di Pisa commissionata dalla stessa associazione.

Il presidente di AssoConcerti, Bruno Sconocchia, ha invitato a guardare “i dati oggettivi”. Il prezzo medio varia molto in base alla dimensione dell’evento: 23,84 euro per gli spettacoli a pagamento sotto le mille persone, 37,48 euro sotto i 10.000 paganti, 66,88 euro sopra i 10.000 (65,53 nel 2024, poco più di un euro di differenza). Per i concerti con oltre 30.000 paganti, il biglietto medio è stato di 57,34 euro per gli artisti italiani e di 92,15 euro per quelli internazionali.

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La scommessa vinta dei partiti arabi: i palestinesi israeliani li hanno votati in massa. E ora hanno la chance di contare

28 October 2026 at 13:06

Sono forse gli unici a poter rivendicare un ottimo risultato alle elezioni del 27 ottobre, avendo moltiplicato voti e seggi. Hanno vinto la scommessa di portare la comunità dei palestinesi cittadini di Israele con diritto di voto alle urne in massa, superando un’affluenza dell’80% e rompendo con la tradizione di sfiducia e astensionismo propria di questa comunità, che sente tutto il peso della discriminazione da parte delle autorità “ebraiche” dello Stato. Le due “liste arabe” Joint List e Ra’am saranno nelle prossime settimane i protagonisti delle trattative per la formazione di un governo a Gerusalemme, dopo il risultato complesso emerso dalle elezioni politiche israeliane. Il loro popolo di riferimento gli ha dato un mandato chiaro, ma non carta bianca. Finora l’astensionismo era motivato anche dalla scarsa fiducia nel fatto che i partiti rappresentativi della comunità araba potessero davvero incidere nelle istituzioni israeliane e sulla politica del Paese, dopo decenni di discriminazioni e condizioni di vita peggiorate. E stavolta, dovranno provare ai palestinesi che sono in grado di realizzare un vero cambiamento.

Joint List (Lista comune). È un’alleanza elettorale tra Hadash, fronte della sinistra comunista ebraico-araba, Ta’al, il Movimento arabo per il rinnovamento di Ahmad Tibi, e Balad, formazione nazionalista palestinese e laica. L’unione è nata nel 2015, e all’inizio comprendeva anche Ra’am, poi si è sciolta e si è ricostituita per le elezioni del 27 ottobre non senza fatica e senza la partecipazione di Ra’am. Il capolista attuale della lista è Yousef Jabareen, docente universitario ed esperto di diritti umani; gli altri principali riferimenti sono Tibi, figura storica della rappresentanza parlamentare araba, e Sami Abu Shehadeh, presidente di Balad, che rimasto alla guida del partito anche se si è ritirato dalle liste elettorali a inizio ottobre, dopo che la destra ha presentato una petizione per la sua esclusione, motivandola con le tesi sostenute in un articolo in cui parlava del 7 ottobre e suggeriva di vederlo nel contesto dell’oppressione dei palestinesi di Gaza da parte dello Stato di Israele. Uno degli esponenti più visibili all’estero di Hadash è il deputato ebreo Ofer Cassif, di cui pure la destra ha chiesto l’esclusione dalla Knesset varie volte, per aver definito in discorsi pubblici la guerra a Gaza “un genocidio”.

La Joint List è forte soprattutto nell’antica Galilea, nel triangolo dei villaggi palestinesi, musulmani e cristiani, del centro-nord di Israele. Ma l’alleanza cerca anche il voto degli ebrei contrari all’occupazione in West Bank e alla discriminazione dei palestinesi. Più attivo in questo senso è soprattutto il corno di Hadash, che insiste su giustizia sociale, diritti dei lavoratori e cooperazione ebraico-araba. Ta’al coniuga rivendicazioni nazionali palestinesi e ha legami con la sinistra palestinese storica anche in West Bank. Balad ha una piattaforma di massima che chiede uno “Stato di tutti i suoi cittadini”, contestando il primato costituzionale dell’identità ebraica di Isrele. Il terreno comune comprende uguaglianza civile, autodeterminazione palestinese, opposizione all’occupazione e alla guerra a Gaza. La Joint List non vuole separare il miglioramento delle condizioni degli arabi israeliani dalla questione palestinese. Per questo l’ingresso in un governo guidato dai partiti sionisti resta molto difficile. È invece possibile un sostegno parlamentare esterno a una coalizione anti-Netanyahu. Jabareen ha dichiarato di essere disponibile a offrire una “rete di sicurezza”, cioè un appoggio esterno, a un governo alternativo imperniato sul blocco di Gadi Eisenkot, ma subordinandola a impegni politici concreti che nono sono stati ancora negoziati.

Ra’am, o Lista araba unita. Si tratta invece una formazione di matrice islamista, socialmente conservatrice, storicamente nata come braccio politico del ramo meridionale del Movimento islamico israeliano legato ai Fratelli musulmani. Questo è stato un elemento centrale nella campagna della destra, che accusa Abbas di sostenere in fondo Hamas. In realtà, il leader di Ra’am Mansour Abbas, un ex dentista e imam di 52 anni, ha portato il partito alla svolta che nel 2021 lo portò a uscire dalla Joint List e dentro la maggioranza “sioniosta” guidata da Naftali Bennett e Yair Lapid. Ra’am è stato finora il primo e unico partito arabo indipendente a partecipare a una coalizione di governo israeliana. Abbas ha posizione pragmatiche e moderate, conservatrici sul piano dei diritti civili. A dispetto della accuse di Netanyahu e soci, non nega l’autodeterminazione degli ebrei nello Stato di Israele e, a differenza della Joint List, non ha un progetto di “fusione” della Cisgiordania e di Israele in unico Stato federale. Il radicamento di Ra’am è soprattutto nelle comunità musulmane, in particolare nella provincia desertica del Negev, tra i beduini. Lì il movimento ha costruito reti religiose, assistenziali e di rappresentanza locale. Sono quindi centrali il riconoscimento dei villaggi beduini, la casa, le infrastrutture, i servizi e i finanziamenti ai comuni arabi, insieme alla lotta alla criminalità organizzata. Rispetto alla Joint List, Abbas privilegia la contrattazione per ottenere risultati immediati: Ra’am sostiene lo Stato palestinese e la fine dell’occupazione, ma non ne fa la condizione preliminare di ogni collaborazione con i partiti ebraici. Alle ultime elezioni del 2026 l’apertura si è tradotta nell’inserimento in lista di Yoav Segalovitz, ebreo, ex esponente di Yesh Atid ed ex alto funzionario di polizia, valorizzato per il suo lavoro contro la criminalità nelle comunità arabe. Ra’am è quindi disponibile a entrare direttamente in una coalizione con partiti di centro, sinistra o destra moderata, e infatti Mansour Abbas ha dichiarato di essere stato “contattato” da Gadi Eisenkot e da altri leader. In campagna elettorale Abbas escludeva di fare un governo con Netanyahu, nonostante diversi analisti considerano possibile un accordo, sempre all’insegna del pragmatismo e solo nel caso di un governo di “unità nazionale” che tenga fuori i partiti della destra estremista e anti-islamica. La disponibilità di Ra’am si scontra però con le resistenze di diversi esponenti dei partiti ebraici anti-Netanyahu, che continuano a respingere una coalizione formalmente dipendente dai partiti arabi.

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Morte David Rossi, la Dda di Firenze indaga per omicidio: fascicolo aperto anche a Brescia. La figlia: “Finalmente”

28 October 2026 at 12:01

Due nuove indagini, una nel capoluogo toscano e una a Brescia, per fare luce sulla morte di David Rossi, l’ex capo comunicazione di Montepaschi di Siena morto il 6 marzo del 2013 dopo essere precipitato dalla finestra del suo ufficio di Rocca Salimbeni, nella città toscana. La Direzione distrettuale antimafia di Firenze sta indagando da qualche mese, da quanto si apprende, per omicidio: è la prima volta che succede dopo due indagini della magistratura senese che hanno archiviato la morte di Rossi come suicidio. A riportarlo sono il Corriere della Sera e la Repubblica.

Il lavoro dei magistrati e la pista della ‘ndrangheta

È stata la procura di Siena a inviare gli atti a Firenze, competente sui reati legati alla criminalità organizzata in Toscana, dopo un esposto della moglie di Rossi, Antonella Tognazzi, e della figlia, Carolina Orlandi, che da anni chiedono di indagare per omicidio. I due quotidiani riferiscono anche che ci sarebbe un fascicolo aperto anche alla procura antimafia di Brescia: Mps gestiva un budget di 50 milioni di euro l’anno per le sponsorizzazioni e nel Mantovano Mps sosteneva una squadra di rugby. Poco prima della morte di Rossi ci fu un taglio di una decina di milioni. Si indaga quindi sul movente economico, cercando di capire chi avrebbe beneficiato di quel denaro e se ci fosse l’interesse anche di personaggi legati alla ‘ndrangheta, come alcuni testimoni, ascoltati in Procura tra Firenze e Brescia, avrebbero raccontato. Nel fascicolo di Firenze sono confluiti anche gli atti della commissione parlamentare di inchiesta bis che a marzo scorso aveva presentato la relazione intermedia in cui si escludeva l’ipotesi del suicidio

Dunque, come detto, anche la Direzione distrettuale antimafia di Brescia indaga sulla morte. Il fascicolo è arrivato la scorsa estate sul tavolo della pm Claudia Passalacqua, con l’obiettivo di verificare eventuali legami con la criminalità organizzata nel Mantovano, in particolare nell’area di Viadana, e possibili intrecci con la cosca di ‘ndrangheta Grande Aracri, originaria di Cutro, in Calabria, e da tempo radicata tra Mantovano e in Emilia. Tra gli aspetti da approfondire ci sarebbero alcuni movimenti finanziari. Quello bresciano è uno dei tre filoni investigativi antimafia sulla vicenda, insieme a quelli delle Dda di Firenze e Bologna, che starebbero esaminando contesti e possibili collegamenti differenti.

Le parole dei familiari: “Speriamo si arrivi fino in fondo”

“Finalmente anche per la procura l’archiviazione come suicidio è superata; lo Stato non si divide e contraddice più, è omicidio per tutti“. Lo ha detto Carolina Orlandi, figlia di David Rossi, commentando la notizia dell’apertura da parte della procura antimafia di Firenze di un fascicolo con ipotesi di omicidio per la morte del padre. Orlandi si è sempre battuta contro l’ipotesi del suicidio suffragata dalle indagini della magistratura senese

“Sono 14 anni che speriamo in quello che oggi è finalmente accaduto; speriamo che questa procura, a differenza di altre, vada avanti con l’intento di scoprire ciò che è successo a David”. Lo ha affermato all’Adnkronos Antonella Tognazzi, vedova di David Rossi. “Non conosco gli atti però finalmente si indaga per omicidio che è la giusta parola che andava ipotizzata fin da subito – continua – Per noi oggi è un bel risultato e continuiamo a chiedere che si lavori seriamente per capire cosa gli è successo”.

“Da oltre un anno avevamo depositato la nostra istanza di riapertura e l’avevamo corredata di elementi precisi, dettagliati, fatti che ritenevamo nuovi e assolutamente incompatibili con il provvedimento di archiviazione che era ormai consolidato per suicidio”. A dirlo sempre all’Adnkronos è l’avvocato Carmelo Miceli, legale della vedova di David Rossi e della figlia. Miceli si è detto convinto che gli aggiornamenti “mettono la parola fine sulla parola suicidio- I fatti nuovi che sono stati da noi prodotti e via via prodotti anche dalla Commissione di inchiesta, evidentemente, hanno consentito di superare quel provvedimento”.

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