Taiwan posts fastest GDP growth streak since 1987 on chip exports



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A Comissão Municipal de Trânsito de São Brás de Alportel analisou 18 propostas e situações relacionadas com a circulação rodoviária, estacionamento e sinalização no concelho, tendo definido várias medidas com o objetivo de reforçar a segurança de todos os utilizadores da via pública.
A Comissão analisou situações identificadas na Mesquita Alta, no Centro Histórico, no Corotelo e na Campina, entre outras localizações, tendo sido propostas intervenções ao nível da sinalização, sentidos de circulação, estacionamento e segurança nos cruzamentos.
Entre os assuntos analisados esteve a circulação na VR28, em Almargens, onde a Comissão propôs a alteração de um troço para sentido único, com circulação no sentido sul-norte, bem como a colocação da respetiva sinalização.
Na Rua Jaime Passos Pinto, junto ao Parque de Caravanismo, foi considerada a colocação de um espelho para melhorar a visibilidade na saída de veículos e de sinalização de perigo, acompanhada de indicação de limite de velocidade de 30 km/h, como forma de reforçar a atenção dos condutores e a segurança da circulação.

No Centro Histórico e na Rua Gago Coutinho, a Comissão confirmou como solução de gestão do tráfego a alteração dos sentidos de circulação e a instalação de sinalização de indicação de Câmara Municipal e Centro Histórico.
A reunião incluiu ainda a análise de situações relacionadas com estacionamento indevido e circulação de veículos, incluindo a necessidade de reforçar a sinalização em determinados locais e de garantir melhores condições de circulação pedonal.
As propostas resultam da análise dos requerimentos apresentados por munícipes, da informação dos serviços municipais e das visitas realizadas pela Comissão aos locais, procurando adequar as medidas às características concretas de cada situação.
A Comissão Municipal de Trânsito é constituída por representantes municipais, representantes dos partidos com assento na Assembleia Municipal e entidades ligadas à segurança rodoviária.
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A Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) saúda a decisão de fixar no Algarve a partida oficial da 49.ª edição do Rally Dakar, agendada para janeiro de 2027.
O evento terá a sua base operacional instalada no Parque das Cidades / Estádio Algarve entre os dias 6 e 10 de janeiro, cujo programa integra três dias dedicados às verificações técnicas e administrativas, de 6 a 8 de janeiro, a realização do prólogo a 9 de janeiro e a disputa da primeira etapa a 10 de janeiro, com extensão ao Baixo Alentejo, antecedendo a travessia para Marrocos.
A estadia de milhares de elementos que integram esta comitiva internacional constitui um contributo direto para os setores do alojamento, da restauração e das atividades económicas conexas, no período de menor procura turística na região.
A escolha confirma igualmente a aptidão do Algarve e a capacidade instalada no Parque das Cidades para acolher operações de grande escala logística.
A AHETA manifesta o seu reconhecimento ao Automóvel Club de Portugal (ACP) pelo empenho em trazer a prova para o nosso país e pelo papel determinante na decisão de escolher o Algarve como ponto de partida.
Refira-se que a ligação da região a provas motorizadas de cariz mundial conta com vários antecedentes. Há 20 anos, quando o Rally de Portugal regressou ao Campeonato do Mundo (WRC) com base no Estádio Algarve, o atual presidente da AHETA, Hélder Martins, então presidente da Região de Turismo do Algarve, coordenou o processo e a articulação entre as autarquias e as entidades organizadoras. Este trabalho estendeu-se, nessas mesmas funções, às passagens do Rally Dakar pela região em 2006 e 2007.
Volvidos vinte anos, a AHETA reitera toda a sua disponibilidade para colaborar no acolhimento deste e de outras iniciativas que possam criar impacto no desenvolvimento económico e na notoriedade internacional da região.
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A Fuseta vai ser palco da primeira edição do Festival Blues na Ria, nos dias 7 e 8 de novembro, cuja iniciativa, promovida pela Associação Cultural Fusetense, com curadoria da Blues a Sul – Associação de Blues do Algarve e apoio do Município de Olhão.
O evento promete dois dias dedicados ao Blues, reunindo artistas nacionais e internacionais, concertos, oficinas musicais e momentos de convívio, numa programação que procura aproximar a música da comunidade e proporcionar novas experiências culturais.
O Antigo Cinema Topázio será o palco principal desta primeira edição, que contará com atuações de F’rrade Xok Blues Band, El Pavoni & Roy Duke, Doug MacLeod e Blues Vilão.
Além dos concertos, o festival inclui uma Oficina de Blues e Improvisação, uma Blues Jam no Bar O Farol e um almoço-convívio com música ao vivo, proporcionando momentos de partilha entre músicos e público.
A componente educativa também integra o programa, com a realização de uma sessão na Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes, em Olhão, no dia 30 de outubro, às 15:30. Subordinada ao tema “O Blues como raiz da música moderna”, esta sessão é dirigida aos jovens estudantes e acompanhada de uma jam session orientada.
Mais do que um evento musical, o Blues na Ria pretende estabelecer uma ligação entre a música, o território e a comunidade, tendo a Ria Formosa como elemento central da sua identidade.
A realização desta iniciativa em novembro contribui também para a dinamização cultural do concelho fora da época alta, diversificando a oferta de atividades, atraindo novos públicos e valorizando o trabalho desenvolvido pelo movimento associativo local.
Ao associar-se a esta primeira edição, o Município de Olhão reforça o seu compromisso com a promoção da cultura e com o apoio a iniciativas que valorizam o território, estimulam a participação da comunidade e contribuem para a vitalidade cultural do concelho.
O Blues na Ria nasce com a ambição de se tornar um evento regular no calendário cultural de Olhão, prevendo-se, em futuras edições, o alargamento da programação a outras freguesias.

Carlos Costa é o orador convidado da sessão solene de abertura do ano letivo 2026/2027 da Porto Executive Academy (PEA) dia 5 de novembro, às 18h30, no Grande Auditório da Faculdade de Ciências Empresariais do Porto (FCEP), em São Mamede de Infesta. A sessão é aberta ao público, sujeita à lotação da sala.
É a primeira abertura de ano letivo da academia desde a criação da Universidade Técnica do Porto, que sucedeu ao Politécnico do Porto e cujos órgãos tomaram posse a 1 de setembro.
A conferência acontece numa altura em que o novo regime jurídico do ensino superior está a redesenhar o sistema e em que a inteligência artificial obriga profissionais e empresas a rever as competências de que precisam.
Carlos Costa, que liderou o Banco de Portugal entre 2010 e 2020, vai falar sobre “Os desafios da Educação Superior no contexto de uma transformação tecnológica e da globalização”. No final, responde a perguntas do público, num momento moderado pelo coordenador da Porto Executive Academy, Armando Silva.
“A formação executiva ganha verdadeiro sentido quando contribui para melhorar a capacidade de decisão de quem enfrenta diariamente os desafios da gestão. Iniciar o ano académico com quem esteve durante uma década à frente do Banco de Portugal é afirmar, desde o primeiro momento, essa ambição e exigência”, afirma Armando Silva.
A sessão conta com a presença do diretor da Faculdade de Ciências Empresariais do Porto, Manuel Moreira da Silva.
Durante a cerimónia são entregues 13 prémios aos melhores alunos de cada curso de 2025/2026 e cinco bolsas de mérito.
A Porto Executive Academy é a academia de formação executiva da Faculdade de Ciências Empresariais do Porto, da Universidade Técnica do Porto. No ano letivo 2026/2027, a sua oferta contempla cinco MBA e 29 pós-graduações, dirigida a profissionais e empresas, em áreas como transformação digital e inteligência artificial, finanças e fiscalidade, gestão, marketing, liderança e saúde.
A sessão de dia 5 coincide com a abertura da terceira e última fase de candidaturas, que decorre até 30 de novembro e abrange três MBA e 14 pós-graduações.
A prestação da casa vai subir em novembro para créditos com taxa Euribor a três, seis e 12 meses que sejam revistos nesse mês, segundo as simulações feitas pela Deco Proteste para a agência Lusa.
As simulações da Deco Proteste baseiam-se num cenário com um financiamento de 150.000 euros a 30 anos e um ‘spread’ (margem de lucro comercial) de 1%.
Baseando-se nestas condições, os contratos com Euribor a 12 meses revistos em novembro passam a pagar 736,94 euros, mais 89,31 euros do que pagavam desde novembro de 2025.
Os contratos com Euribor a seis meses sobem 44,24 euros, para 713,96 euros, face ao fixado em maio.
Já os contratos a três meses passam a pagar mais 17,62 euros em relação ao valor apurado em agosto, ou seja, 684,92 euros.
A taxa Euribor subiu hoje a três e seis meses e desceu a 12 meses face a quinta-feira, terminando outubro com a média mensal inalterada no prazo mais curto, a avançar no intermédio e a descer no mais longo.
A média mensal da Euribor em outubro manteve-se em 2,635% a três meses e subiu 0,053 pontos para 2,975% a seis meses. Já a média da Euribor a 12 meses desceu 0,008 pontos para 3,239%.
A média da Euribor considerada para efeitos de revisão de um empréstimo de taxa variável é a do mês anterior ao da assinatura do contrato de crédito.
Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a agosto indicam que a Euribor a seis meses representava 40,3% do ‘stock’ de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.
Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,03% e 24,27%, respetivamente.
O Presidente da República exigiu esta sexta-feira aos partidos entendimentos para resolver os problemas da habitação e da saúde, criticando o “passa-culpas” e a “trica partidária”. Em Leiria, António José Seguro garantiu que continuará a pressionar por soluções, apesar das dúvidas sobre os resultados dos seus apelos.
“A divergência deve ser uma desculpa para a inação?”, questionou, um dia depois de anunciar a convocação dos partidos para Belém. Lembrando que os jovens portugueses saem, em média, de casa dos pais aos 30 anos, defendeu respostas que ultrapassem legislaturas e mudanças de Governo.
“Aquilo que é o dever do Presidente da República, neste momento, é exigir que os partidos cumpram a sua função, se sentem, dialoguem e sejam capazes de encontrar soluções para resolver os problemas”, afirmou.
Perante um Parlamento fragmentado e um Governo sem maioria, Seguro pediu esforços para assegurar estabilidade e governabilidade, sem que os partidos abdiquem das suas posições essenciais.
A União Europeia vai passar a cobrar, a partir deste domingo, uma nova taxa de dois euros sobre qualquer encomenda proveniente de fora do bloco, para atenuar o impacto do comércio ‘online’, designadamente chinês, no mercado europeu.
Esta taxa vai ser cobrada a qualquer encomenda que vier de fora da União Europeia (UE), independentemente do seu valor, e acresce a outra tarifa, de três euros, que a Comissão Europeia já tinha começado a aplicar em julho para encomendas de menos de 150 euros.
A taxa de dois euros vai ser cobrada por categoria de artigos e não por encomenda, o que significa que, na compra de cinco ‘t-shirts’, apenas se aplica uma única taxa de dois euros (por pertencerem à mesma categoria).
No entanto, se a encomenda incluir artigos de três categorias diferentes, como um relógio, camisolas e joias, será cobrada uma taxa total de seis euros.
A medida vai começar a ser aplicada a poucas semanas de começarem as épocas de saldos do ‘Black Friday’ e do ‘Cyber Monday’, mas a UE defende que o custo da taxa deve ser suportado pelas plataformas e não pelo consumidor final.
Não está, contudo, prevista qualquer medida para impedir que as plataformas repercutam o valor desta taxa no preço dos seus produtos.
A Comissão Europeia salienta que, atualmente, continuam a chegar cerca de cinco milhões de encomendas por dia à Europa, a grande maioria proveniente de plataformas chinesas como a Temu, a AliExpress ou a Shein.
Esse volume de encomendas está a colocar sob pressão as autoridades aduaneiras, numa altura em que o executivo comunitário estima que cerca de 60% das encomendas provenientes de fora da UE não cumprem os requisitos comunitários.
Nos últimos meses, por exemplo, a Comissão Europeia aplicou multas à AliExpress e à Temu por falhas na verificação dos riscos associados a produtos que vendem nas suas plataformas, como brinquedos para bebés, joias ou carregadores com elevados riscos de segurança.
O objetivo da taxa é, assim, cobrir os custos adicionais que as autoridades aduaneiras estão a ter com este volume de encomendas, dando-lhes a capacidade para fiscalizarem melhor as encomendas provenientes de fora do bloco e garantir que respeitam as regras europeias.
Ao contrário da taxa aplicada em julho – que só ficará em vigor até 2028, quando entrar em vigor o novo sistema aduaneiro europeu – esta nova taxa é permanente.
O grou que veio do frio para salvar a TAP. Esta ave também existe em Portugal e é migratória: passa o inverno no Sul da Europa e voa para o Norte no verão. É esta a ave que surge desde 1918 no logótipo da companhia aérea alemã Lufthansa
Agora, promete mais de 2,5 mil milhões de euros para comprar a totalidade da TAP. O Estado vai receber em dinheiro 1.201 milhões de euros decorrentes da venda de 49% da TAP. Depois, a venda dos restantes 50,1% deverá render mais 863 milhões de euros também em ‘cash’.
Mas a segunda fase da privatização pressupõe a troca de ações, com o Estado português a receber ações da Lufthansa. Nas contas do Governo, isto vai colocar o Estado como o segundo maior acionista da companhia aérea alemã, com 5% do capital, apenas atrás da Fundação Kühne, que conta com 20%.
Ora, sendo acionista do Grupo Lufthansa, o Estado prevê receber um total de 1.400 milhões de euros em ações, mais dividendos acumulados do grupo alemão até 2040. Feitas as contas, o Estado português pode encaixar 19,8 milhões de euros por ano em dividendos, ao valor atual da remuneração acionista, de 0,33 euros. São quase 200 milhões de euros no espaço de 10 anos.
Nas contas do Governo, é assumido um ‘dividend yield’ de 3,9% para uma ação cotada a 8,8 euros, o que dá um dividendo anual de 0,3432 euros por ação. Contas feitas, são 20,6 milhões de euros em dividendos pela fatia de 5%.
O Governo assume na sua apresentação que a sua estimativa está “dependente da performance e cotação da empresa”. Tendo em conta o preço-alvo da ação assumido pelo Governo de 8,8 euros, isto significa que a posição de 5% vai valer 528 milhões de euros.
“Já podemos encarar o futuro da TAP com entusiasmo e confiança. Isso deve-se ao esforço dos portugueses, que injetaram nos últimos anos na empresa mais de 3,2 mil milhões de euros dos seus impostos, dinheiro que, ao ser canalizado para a companhia, deixou de estar disponível para outras despesas públicas, nomeadamente nos serviços públicos essenciais. Desde o início que assumimos o nosso objetivo de recuperar esse valor para os portugueses”, disse o Primeiro-Ministro Luís Montenegro a 14 de outubro.
“Por isso, fomos firmes e exigentes na negociação, de forma a obter as melhores condições e contrapartidas e reduzir a exposição futura do Estado, precisamente para podermos maximizar o esforço que fizemos antes com a injeção de capital. É por isso que esta parceria entre a TAP e a Lufthansa nos aponta para esse caminho: a recuperação total do valor que os portugueses investiram na TAP”, acrescentou.
A Lufthansa espera uma aprovação “mais rápida” do negócio da TAP em Bruxelas face à compra da italiana ITA.
“Espero que seja mais rápido do que a ITA, um processo mais fácil”, disse o CEO da Lufthansa a 15 de outubro.
“Os nossos amigos em Bruxelas, os líderes da Europa, percebem que o mundo mudou e que é do interesse da Europa criar fortes empresas globais. A atitude mudou em Bruxelas”, analisou Carsten Spohr.
“A sobreposição da TAP com a Lufthansa é muito menor do que com outros potenciais compradores, como a IAG ou a Air France-KLM, onde seria enorme. Do nosso ponto de vista, é uma transação fácil de aprovar”, acrescentou. E também deixou uma mensagem ao Governo do seu país: “A Alemanha, uma nação líder na Europa, deve garantir que a Europa não fica atrás dos EUA e da Ásia”, defendeu Carsten Spohr.
Os pagamentos em atraso das entidades públicas totalizaram 617,5 milhões de euros entre janeiro e setembro, menos 384,6 milhões de euros face ao mês anterior, foi hoje anunciado.
“No final de setembro, os pagamentos em atraso das entidades públicas ascenderam a 617,5 milhões de euros, o que representa uma diminuição de 384,6 milhões de euros face ao mês anterior”, lê-se na síntese de execução orçamental, hoje divulgada pela Entidade Orçamental (antiga DGO – Direção-Geral do Orçamento).
O documento ressalva que não é possível calcular a variação homóloga, tendo em conta que a definição de pagamentos em atraso foi alterada em junho.
Para a variação mensal contribuíram, sobretudo, as áreas da saúde (-364,9 milhões de euros), da Administração Central (-13,7 milhões de euros), excluindo o subsetor da Saúde, e das Entidades Públicas Reclassificadas (-13,1 milhões de euros).
Nos primeiros nove meses deste ano, o capital mobilizado no mercado transacional em Portugal caiu 45%, face a igual período do ano passado, para 7,8 mil milhões de euros, de acordo com os dados da TTR Data. O número de operações reduziu-se em 27%, para 379.
É um prolongamento da tendência de quebra verificada desde o início do ano.
No terceiro trimestre houve 120 operações de fusões e aquisições (M&A, na sigla inglesa), anunciadas ouconcluídas, no valor de 4,7 mil milhões de euros, insuficientes para compensarem a quebra acumulada.
O recuo em Portugal contrasta com a evolução do Sul da Europa. No primeiro semestre, o valor das fusões e aquisições na região aumentou 37%, para 147,7 mil milhões de euros, apesar de o número de negócios ter diminuído 6%, para 1.858. São dados de um relatório da Forvis Mazars e da Mergermarket. O crescimento foi impulsionado por grandes transações.
Segundo o mesmo estudo, no mesmo período, em Portugal, o capital mobilizado limitou-se a 800 milhões de euros de valor anunciado, contra os 6,3 mil milhões um ano antes, o que decorre do efeito Novobanco. O número de operações caiu 37%, para 82.
O peso das operações excecionais marcou 2025. A aquisição do Novobanco pelo francês BPCE, anunciada por 6,4 mil milhões de euros, inverteu os indicadores de um ano que, sem esse negócio, teria apresentado uma quebra acentuada.
A Mergermarket identificou 33 potenciais operações em Portugal, em 12 setores, num universo de 608 oportunidades sinalizadas no Sul da Europa.
“Embora o mercado português de M&A registe um número de transações menor, a verdade é que existem muitas oportunidades”, afirma Filipa Matias, senior manager de Transaction and Advisory Services da Forvis Mazars em Portugal. Acrescenta que a atividade nas operações de pequena e média dimensão “continua presente, embora seja menos visível nos dados de transações com valores divulgados”.
“Há muito capital disponível, não há é, se calhar, tantas oportunidades”, afirmou Rui Corrêa Henriques, responsável pelo Corporate and Investment Banking do Santander em Portugal, ao Jornal Económico em setembro. O banqueiro antecipa uma recuperação no prazo de seis a 18 meses.
Os resultados do estudo da Forvis Mazars e da Mergermarket não são diretamente comparáveis com os da TTR Data, por utilizarem critérios diferentes, mas confirmam que o número de negócios caiu e que faltam grandes operações.
Estrangeiros compram
Segundo a TTR Data, Espanha foi o país que mais investiu em Portugal até setembro, com 28 operações, e também foi o principal destino do investimento português, com 37 negócios, e no Reino Unido, com nove.
As compras estrangeiras no setor de tecnologia e internet recuaram 16% em termos homólogos.
Entre os negócios destacados pela Forvis Mazars no primeiro semestre está o investimento no grupo de mediação de seguros Sabseg, numa operação global de 600 milhões de euros envolvendo a Miura Partners e o reforço da posição da Schroders, de 2% para 20%. Seguiu-se a aquisição do Caesar Park, em Sintra, pela Catterton Management e pela Cedar Capital Partners, por 140 milhões.


di Michele Blanco
L’evoluzione del sistema educativo e scientifico della Repubblica Popolare Cinese rappresenta uno dei più imponenti e riusciti fenomeni di pianificazione strategica dell'era moderna. Quello che per decenni è stato considerato in Occidente un modello di mera rincorsa manifatturiera si è oggi consolidato come un’infrastruttura di eccellenza accademica globale, capace di ridefinire radicalmente gli standard della formazione avanzata. La rigida e coerente strategia statale di Pechino, orientata in modo pragmatico alla sovranità tecnologica e alla leadership nei settori scientifici e tecnologici, sta dimostrando come un assetto interamente basato sulla selezione rigorosa delle competenze possa competere e superare i modelli storici della Ivy League americana o del Triangolo d’Oro britannico, offrendo un formidabile canale di sbarco per i talenti.
Come analizzato in profondità dal sociologo Pino Arlacchi nel suo saggio La Cina spiegata all'Occidente, il prodigioso sviluppo asiatico non costituisce un'inedita e destabilizzante novità storica, bensì una spettacolare resurrezione accademica e civile di una cultura millenaria. Per circa duemila anni la Cina è stata la guida globale indiscussa dal punto di vista economico, scientifico e culturale, dimostrando come la narrazione eurocentrica secondo cui sarebbe stata l'Europa a guidare il mondo moderno sia storicamente infondata. La civiltà cinese è stata il polo principale di un'economia-mondo egemonizzata dall'Asia fin dal XIII secolo, strutturata sul principio filosofico della Tianxia, ovvero "tutti sotto lo stesso cielo", improntato a una visione inclusiva e pacifica.
Questo sfondo storico evidenzia un nodo geopolitico cruciale: la Cina persegue una via di non-espansionismo e manifesta una radicata avversione alla guerra, ponendosi in totale contrasto con le dottrine militari statunitensi. Mentre la proiezione di potere di Washington si è storicamente basata sulla forza militare, sull'intervento armato e sulla sottomissione dei mercati globali, Pechino fonda la sua potenza sul commercio, sulle infrastrutture e sull'investimento scientifico. I cinesi inventarono la polvere da sparo per i fuochi d'artificio secoli prima dell'era volgare, laddove gli europei l'hanno in seguito utilizzata per sviluppare armi da fuoco e distruzione. Attraverso il modello del socialismo di mercato, il governo è riuscito nell'impresa di indirizzare la potenza del capitalismo invece di esserne dominato; a differenza delle società occidentali, la Cina ha sottomesso le dinamiche di mercato all'interesse dello sviluppo collettivo, sradicando la povertà estrema e riaffermando l'autorità della pianificazione politica sul capitale.
A confermare la lungimiranza di questa visione contribuiscono diversi studi accademici. Nel saggio Il modello Cina, Daniel A. Bell illustra la superiorità strutturale della meritocrazia verticale cinese, in cui la selezione dei leader tramite rigidi test attitudinali garantisce standard di buon governo nettamente superiori a quelli delle democrazie elettorali occidentali, spesso vulnerabili ai populismi. A questo approccio si affianca la disamina dell'economista Claudio F. González ne Il grande sogno della Cina, che descrive l'efficacia del tecno-socialismo di Pechino nel canalizzare l'innovazione tecnologica e l'intelligenza artificiale per cementare la sovranità nazionale e l'efficienza industriale.
La reale portata di questa impostazione pedagogica trova un riscontro nei dati dell'OCSE. I risultati del test PISA mostrano un netto e sistematico distacco a favore delle nuove generazioni cinesi nei domini logico-computazionali. In matematica, a fronte di una media dei paesi OCSE scesa al minimo storico di 463 punti, la Cina ha raggiunto la quota straordinaria di 612 punti, accumulando un divario pari a circa tre anni di scolarizzazione di vantaggio. Nelle scienze naturali il sistema cinese si attesta a 597 punti contro i 482 della media dei paesi sviluppati, mentre nella valutazione delle attitudini algoritmiche oltre il 54% degli studenti cinesi si colloca nei livelli di eccellenza assoluta, rispetto a una media OCSE ferma sotto il 10%.
La stampa internazionale ha ampiamente convalidato queste evidenze. Un'analisi di The Economist sottolinea che, persino estrapolando i dati all'intera nazione e includendo le province rurali meno ricche del blocco d'eccellenza, la Cina si posizionerebbe comunque saldamente tra i vertici mondiali. Un editoriale del China Daily evidenzia come la coerenza dei programmi scolastici e gli investimenti sulle competenze logiche stiano distanziando le controparti europee e americane, mentre testate come Neo Kosmos definiscono i risultati cinesi un severo avvertimento per i sistemi educativi occidentali, segnati dal declino nelle competenze di base.
L'architrave formativo che sorregge questo primato è il Gaokao, l'esame nazionale di ammissione all'università. Gestito con misure di sicurezza militari, il Gaokao converte il percorso scolastico di milioni di candidati in un punteggio numerico oggettivo. La Repubblica Popolare Cinese opera così come una meritocrazia in cui l'accesso alle risorse d'élite e alle cariche pubbliche è subordinato a una selezione basata esclusivamente sui titoli, senza spazio per valutazioni olistiche discrezionali o raccomandazioni private. Questa architettura garantisce una reale mobilità sociale ascendente, permettendo alle classi popolari di accedere ai massimi livelli della dirigenza statale.
Tale struttura didattica poggia sulla filosofia del Chiku, ovvero la valorizzazione sociale dell'impegno e della disciplina metodica attraverso oltre 54 ore settimanali di studio. Per preservare le capacità cognitive degli studenti, il Ministero dell'Istruzione applica il divieto tassativo degli smartphone nelle scuole: ben l'83% degli studenti cinesi è sottoposto a questo regime restrittivo, la cui efficacia nell'azzerare le distrazioni digitali e salvaguardare la memoria di lavoro è confermata dai monitoraggi OCSE.
Questa macchina selettiva affonda le sue radici storiche nel Keju, il sistema degli esami di Stato introdotto dalla dinastia Sui nel VI secolo d.C. La storia cinese è caratterizzata dalla guida di un'élite intellettuale selezionata tramite concorsi pubblici estremamente severi. Già in epoca imperiale l'organizzazione delle prove garantiva la massima imparzialità: i candidati venivano isolati per giorni in celle di pietra, gli elaborati venivano identificati tramite codici numerici e ricopiati a mano dagli scribi per celare la grafia agli esaminatori. La prova centrale, il saggio in otto parti, ha educato per secoli la società a considerare l'avanzamento pubblico come il risultato diretto dell'applicazione mentale, un meccanismo che la leadership contemporanea ha ereditato e riadattato con successo alle necessità dello Stato moderno.
L'attuale transizione della Cina verso una potente tecnocrazia scientifica è la filiazione diretta di questa mentalità concorsuale. Il Ministero dell'Istruzione ha razionalizzato l'offerta universitaria eliminando oltre 12.000 corsi ritenuti obsoleti per concentrare le risorse nei laboratori di intelligenza artificiale, scienze dei materiali e semiconduttori.
Questo impianto modella l'intera burocrazia statale. La promozione dei funzionari sul territorio risponde a un rigoroso sistema di valutazione delle prestazioni che monitora costantemente la crescita economica locale, la tutela dell'ambiente, l'innalzamento dei salari reali, l'urbanizzazione e la garanzia dei diritti sociali.
Si delinea così un netto contrasto con il panorama politico occidentale: la classe dirigente cinese viene selezionata mediante standard concorsuali talmente stringenti che la maggior parte dei leader europei e americani contemporanei faticherebbe a superare le soglie minime richieste per amministrare una piccola municipalità di provincia. Legando i fondi universitari, le cattedre e le carriere dei manager ai risultati effettivi e all'utilità sociale, gli atenei cinesi hanno superato quelli americani per numero di brevetti depositati. Le principali multinazionali tecnologiche non considerano più la Cina come un semplice polo produttivo, ma vi trasferiscono i propri centri di ricerca e sviluppo per attingere a un bacino di ingegneri altamente qualificati. Sancendo il primato del rigore logico-matematico e della selezione pura, la Cina si impone come la più efficace macchina di sviluppo tecnologico del pianeta, orientata al principio confuciano e socialista secondo cui la conoscenza deve servire primariamente il benessere collettivo e la stabilità dello Stato.

"Tenemos que garantizar que la administración sea neutral con independencia de quien la dirija y plantarnos cuando hay una decisión política que va a ir en contra de los procedimientos legales o de los criterios técnicos". Alto y claro, los altos funcionarios han dicho basta y han decidido plantarse ante los continuos atropellos con los funcionarios públicos por parte del Gobierno, personificado los últimos días en el ministro de Transportes Óscar Puente, tras el accidente de Urda.
El vicepresidente de la federación que agrupa a los altos funcionarios (Fedeca), Víctor Rodríguez, ha pedido a los funcionarios a plantarse cuando una decisión política vaya contra la legalidad o los criterios técnicos. "Los políticos están de paso, pero la administración permanece", ha señalado en el XXXVI Congreso de Inspectores de Hacienda del Estado, en el que ha reiterado que los empleados públicos respetan "el cumplimiento de los procedimientos legales como de los criterios técnicos".
Estas declaraciones han llegado poco antes de un comunidad oficial de Fedeca, que ha ido más lejos y han denunciado que está en juego el buen funcionamiento de nuestras instituciones, por lo que es necesario "garantizar la independencia de los funcionarios públicos en el ejercicio de sus responsabilidades técnicas. Las labores de investigación, inspección, supervisión y control deben desarrollarse con absoluta autonomía, sin injerencias políticas ni presiones de ningún tipo. La independencia de criterio de los funcionarios no constituye un privilegio corporativo, sino una garantía esencial para los ciudadanos, la defensa del interés general y el correcto funcionamiento del Estado de derecho".
Los altos funcionarios del Estado reiteran que "es imprescindible esclarecer con el máximo rigor, transparencia e independencia las causas del trágico accidente ferroviario de Urda pero también del de Adamuz, para ofrecer a la ciudadanía las respuestas que legítimamente reclama y merece, como condición indispensable para preservar la confianza en nuestras instituciones y evitar que una tragedia semejante vuelva a repetirse".
Fedeca lleva años advirtiendo de los riesgos que entraña la creciente politización de puestos de responsabilidad que requieren conocimientos técnicos, experiencia y capacidad de gestión acreditada. "El acceso a estas responsabilidades no puede responder a criterios de afinidad partidista ni convertirse en una puerta giratoria para el acomodo de cargos políticos, al margen de los principios de mérito y capacidad". Por ello, exigen "la urgente necesidad de profesionalizar la dirección de las administraciones y organismos públicos".
Recuerdan que la "legítima dirección política de la Administración debe ser plenamente compatible con una gestión pública profesional, independiente y sometida a criterios objetivos. Confundir ambas esferas, desplazando el conocimiento y la experiencia profesional en favor de la confianza política, contribuye al deterioro de las instituciones, a la pérdida de eficacia de los servicios públicos y a la erosión de la confianza de los ciudadanos. Por eso, han vuelto a denunciar "la politización de la Administración y el debilitamiento de los criterios de mérito y capacidad no son cuestiones meramente organizativas: tienen consecuencias reales sobre la calidad de los servicios que reciben los ciudadanos. Los graves acontecimientos que estamos viviendo deben servir para reflexionar sobre la necesidad de reforzar nuestras instituciones, sin anticipar responsabilidades ni conclusiones que corresponden a las investigaciones pertinentes", concluyen.


© J.J.Guillen / Agencia EFE
La Guardia Civil ha detenido en Arboleas (Almería) a un conductor como presunto autor de dos delitos contra la seguridad vial tras recorrer 18 kilómetros en sentido contrario por la Autovía del Almanzora y dar positivo en alcohol.
Los hechos ocurrieron sobre las 0,10 horas del 3 de octubre, cuando agentes del Destacamento de Tráfico de Vera, durante un servicio de vigilancia, fueron alertados de la presencia de un vehículo que circulaba en sentido contrario por la carretera A-334.
Tras interceptarlo, los agentes le practicaron pruebas de alcohol y drogas al apreciar una "clara sintomatología de estar bajo la influencia de alcohol", según ha informado el instituto armado en una nota.
Por el presunto delito de conducción temeraria, el detenido podría enfrentarse a una pena de prisión de seis meses a dos años y a la privación del derecho a conducir vehículos a motor y ciclomotores durante más de un año y hasta seis años.
Asimismo, el delito de conducción bajo los efectos del alcohol contempla penas de prisión de tres a seis meses, multa de seis a 12 meses o trabajos en beneficio de la comunidad de 31 a 90 días. En todos los casos, también supone la privación de ese derecho durante más de un año y hasta cuatro años.
La Guardia Civil recuerda que el alcohol y las drogas figuran entre las principales causas de los siniestros viales por sus efectos negativos sobre la conducción. Por ello, la Agrupación de Tráfico incide en su prevención durante los dispositivos diarios de vigilancia.

Un empleo de verano puede ayudar a un hijo mayor de edad a costear parte de sus gastos sin proporcionarle recursos bastantes para sostenerse por sí mismo, una diferencia determinante en un conflicto familiar sobre la pensión de alimentos de un joven que cursaba Formación Profesional y trabajaba algunos meses como socorrista.
El padre solicitó que se extinguiera la obligación de contribuir a sus gastos o, de forma subsidiaria, que la cuantía se redujera a 120 euros mensuales, aduciendo que el hijo ya era mayor de edad, obtenía ingresos propios y que él percibía una pensión de 893,21 euros al mes sometida a un embargo.
Un juzgado de Fuengirola había rechazado extinguir los alimentos, aunque disminuyó la pensión a 250 euros mensuales, y el padre recurrió para lograr su supresión o una rebaja mayor, pero la Audiencia Provincial de Málaga ha ratificado íntegramente aquella decisión y le ha impuesto las costas de la apelación.
La Sentencia número 358/2026, dictada el 15 de abril por la Sección Sexta de la Audiencia Provincial de Málaga, parte de que el hijo residía con su madre y cursaba un grado medio de comercio y marketing cuando se resolvió el litigio en primera instancia, mientras que su intención de continuar con estudios superiores también constaba en el procedimiento, sin que la resolución dé por concluida esa formación ni aprecie independencia económica.
El joven había trabajado como socorrista durante unos dos meses y medio al año, con ingresos que la Audiencia cifra en aproximadamente 3.600 euros anuales, y también había realizado prácticas vinculadas a sus estudios, una actividad que el tribunal distingue del empleo estival al valorar si podía sostenerse sin ayuda de sus progenitores.
Para la Sala, el dinero obtenido durante el verano podía servirle para afrontar una parte de sus necesidades, pero «en ningún caso» le procuraba independencia económica, mientras que la mayoría de edad tampoco bastaba por sí sola para retirar los alimentos si el hijo continuaba formándose, convivía en el domicilio familiar y necesitaba esa contribución.
El padre sostuvo que sus recursos habían disminuido y que el embargo del 60% de su pensión le impedía afrontar el pago, pero la Audiencia señala que la prestación que percibía por incapacidad ya existía desde hacía muchos años y que no acreditó un empeoramiento de sus ingresos respecto de la situación tomada en cuenta al fijar los alimentos.
El tribunal atribuye el embargo a los impagos de la propia pensión de alimentos y considera que esa circunstancia no justifica extinguirla, además de señalar que el padre seguía residiendo en una vivienda de grandes dimensiones y apreciar indicios de otros ingresos, aunque la sentencia los presenta como una presunción y no cuantifica ninguna renta adicional acreditada.
Sí admite la Audiencia que los ingresos estivales del hijo constituyen un cambio frente a 2009, cuando se fijó una pensión inicial de 300 euros al mes y el menor no obtenía dinero propio, y, dado que la cantidad se había actualizado hasta 348,27 euros en 2020, confirma la reducción a 250 euros decidida por el juzgado, que la madre no recurrió.
La rebaja a 120 euros solicitada por el padre habría dejado el sostenimiento del joven prácticamente a cargo de la madre, según razona la Sala al recordar que ambos progenitores deben contribuir, por lo que desestima la apelación y confirma la cuantía de 250 euros mensuales.


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